Aula 01. A estrutura administrativa do Estado Brasileiro vem sendo dividida em três setores, formadores do chamado Estado Gerencial Brasileiro.

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1 Turma e Ano: Magistratura Estadual Direito Administrativo (2015) Matéria / Aula: Estado Gerencial Brasileiro; 1º, 2º e 3º Setores; 1º setor Estrutura e Regime de Pessoal 01 Professor: Luiz Oliveira Castro Jungstedt Monitora: Laryssa Marques Aula 01 Bibliografia indicada 1 : Maria Sylvia Zanella Di Pietro: Direito Administrativo; editora Atlas; Celso Antonio Bandeira de Mello : Curso de Direito Administrativo; editora Malheiros. 1. O Estado Gerencial Brasileiro A estrutura administrativa do Estado Brasileiro vem sendo dividida em três setores, formadores do chamado Estado Gerencial Brasileiro. Temos, hoje, um Estado fiscalizador, regulador. A ideia é que o Estado deixe de ser executor, passando a ser uma espécie de gerente. Tanto o é, que um dos setores que mais cresce, é o segundo, no qual se enquadram as concessões e permissões de serviço público. Evidenciada sua incompetência em executar serviços públicos, o Estado passa esta execução para parceiros : concessionários e permissionários. Uma das maiores manifestações do Estado Gerente são as chamadas Agências Reguladoras. Exemplo: serviço de telecomunicações. Os particulares se relacionam com concessionárias de serviço público Claro, Oi, Tim, Vivo - ao utilizar celulares para chamadas. A Agência que regula as empresas privadas que prestam este tipo de serviço é a ANATEL. A figura do Estado Gerencial surgiu na época do Governo de Fernando Henrique Cardoso. E foi o MARE Ministério da e Reforma do Estado que possibilitou a sua implementação. 1 As provas de Direito Administrativo da banca VUNESP tem sido bem simples, de modo que qualquer livro reconhecido no mercado é suficiente para provas de magistratura no RJ.

2 1º Setor - Máquina Administrativa - DL 200/67, arts. 4º e 5º Direta Obs.: Agência Reguladora Estado Gerencial Brasileiro 2º Setor - Parceria com a iniciativa privada com fins lucrativos (Mercado) Através de Licitação - art. 175, CRFB/88 Usuários do Serviço pagam - Tarifa Pública Concessão Permissão Ex.: PPP (tarifa pública + dotação orçamentária) - Lei /2004 3º Setor - Parceria com a sociedade civil sem fins lucrativos (ONGs) Rol Exemplificati vo Sistema S - Serviços Sociais Autônomos: SESI, SENAI, SENAC, etc. Sistema OS - Organização Social Sistema OSCIP - Organização da Sociedade Civil de interesse Público Lei 9637/98 Não tem lei Lei 9790/99 Atenção! Em provas estaduais não é comum serem cobradas questões sobre o Sistema S. No entanto, saiba que é mantido por tributo: contribuição social (art. 149, CRFB). em vigor: A Lei /14 traz normas gerais de parcerias voluntárias. Esta lei ainda não entrou Art. 88. Esta Lei entra em vigor após decorridos 540 (quinhentos e quarenta) dias de sua publicação oficial. No art. 84 da referida lei, há uma inovação importantíssima acerca do tema ora tratado, que certamente será cobrado em provas de concurso: Art. 84, Lei Salvo nos casos expressamente previstos, não se aplica às relações de fomento e de colaboração regidas por esta Lei o disposto na Lei no 8.666, de 21 de junho de 1993, e na legislação referente a convênios, que ficarão restritos a parcerias firmadas entre os entes federados.

3 Significa que, a partir do momento que a lei /14 entrar em vigor, não poderá mais ter convênio entre o Governo e ONGs (tais como, Fundação Bradesco; Fundação Roberto Marinho; etc.). Só poderá convênio entre entes federados (União, Estados, DF e Municípios). Isso não significa que não haverá mais vínculo entre governo e ONGs. Poderão utilizar outros vínculos que não o convênio: Contrato de gestão -> OS; Termo de Parceria -> OSCIP; Termo de colaboração -> demais casos; Termo de fomento -> demais casos. Art. 41, Lei É vedada a criação de outras modalidades de parceria ou a combinação das previstas nesta Lei. Destaque-se que OS e OSCIP recebem Transferência voluntária, também conhecida como subvenção social -> saída do dinheiro da Direta para ser administrado pelas ONGs parceiras do Governo. Já o Sistema S, como já foi dito, é financiado por Tributo (contribuição social). 2. Primeiro Setor do Estado Gerencial Brasileiro Bibliografia indicada: Direito Regulatório Diogo de Figueiredo Aspecto subjetivo do 1º setor:

4 Pessoas Jurídicas de Direito Público Direta Entes federados: União, Estados, DF, Municípios Autarquia Órgão Público: Tribunais, MP, TCU, etc. Fundação Pública de Direito Público 1º Setor Empresa Pública Empresa Estatal - CLT Sociedade de Economia Mista Pessoas Jurídicas de Direito Privado Suas Controladas e Subsidiárias Fundações Públicas de Direito Privado FUNPRESP - Lei 12618/ art. 4, p. 1º. Obs.: Lei do Estado do RJ: Lei 6243/2012 RJPREV art. 5º, p. 1º. Criou a previdência complementar nos moldes da FUNPRESP, criando, portanto, Fundação Pública de Direito Privado. Segundo o professor Diogo de Figueiredo, a CRFB acabou com a tripartição de poderes. O Estado se divide em cinco polos independentes: Estado policêntrico. Autarquias e Fundações Pública de direito público são rigorosamente a mesma coisa. Contudo, a última não se confunde com Fundação Pública de Direito Privado: Fundação pública de direito público Regime de contratação de pessoal. RJU > pessoa jurídica de direito público estatutário. Concurso público Fundação pública de direito privado Por serem de direito privado, o regime é o da iniciativa privada. Regime Trabalhista. CLT. Art. 7º, Lei /2012. Emprego público. Concurso público Regime de contratação de pessoal nas empresas estatais: Empresas Estatais Art. 173, p. 1º, II, CRFB. 1º A lei estabelecerá o estatuto jurídico da empresa pública, da sociedade de economia mista e de suas subsidiárias que explorem atividade

5 econômica de produção ou comercialização de bens ou de prestação de serviços, dispondo sobre: II - a sujeição ao regime jurídico próprio das empresas privadas, inclusive quanto aos direitos e obrigações civis, comerciais, trabalhistas e tributários. Art. 37, II, CRFB. II - a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. Regime de contratação de pessoal nas pessoas jurídicas de direito público: Regime do cargo público, vulgarmente chamado de regime estatutário: Magistratura (art. 95, I, CRFB/88), MP -> cargo vitalício; Art. 95, I, CRFB. Os juízes gozam das seguintes garantias: I - vitaliciedade, que, no primeiro grau, só será adquirida após dois anos de exercício, dependendo a perda do cargo, nesse período, de deliberação do tribunal a que o juiz estiver vinculado, e, nos demais casos, de sentença judicial transitada em julgado. Demais -> cargo efetivo. Celso Antonio Bandeira de Melo afirma que com a nova CRFB, as fundações públicas de direito privado não mais existem. Então, todos os celetistas transformaram-se em estatutários, passando a integrar fundações públicas de direito público. Art. 243, p. 1º, Lei 8112/90. Os empregos ocupados pelos servidores incluídos no regime instituído por esta Lei ficam transformados em cargos, na data de sua publicação. Cargo Público Estatutário 2 1) Art. 39, CRFB/88 -> Regime Jurídico Único (RJU): na União, Lei 8.112/90. 2) EC 19/98 -> alteração na redação do art. 39, CRFB/88, flexibilizando o RJU. 3) Liminar conferida em Agosto de 2007 na ADI 2135/00, eliminando as alterações trazidas pela EC 19, resgatando o art. 39, CRFB/88. 2 Apenas noções introdutórias, elencando os três momentos do RJU. Na próxima aula, trabalharemos os detalhes deste regime, sobretudo no que diz respeito à EC 19 e à liminar concedida na ADI 2135.

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