DECRETO Nº DE 15 DE JUNHO DE 2012 D E C R E T A. Art

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DECRETO Nº 14.032 DE 15 DE JUNHO DE 2012 D E C R E T A. Art. 116 -..."

Transcrição

1 DECRETO Nº DE 15 DE JUNHO DE 2012 Alter o Regulento d Lei nº , de 20 de dezero de 2006 e d Lei nº , de 08 de outuro de 2009, provdo pelo Decreto nº , de 06 de junho de 2012, e dá outrs providêncis. triuições, O GOVERNADOR DO ESTADO DA BAHIA, no uso de sus D E C R E T A Art. 1º - Os dispositivos, ixo indicdos, do Regulento provdo pelo Decreto nº , de 08 de outuro de 2009, pss vigorr co seguinte redção: Art º - Fic crcterizd lterção d loclizção, instlção ou operção, qundo houver odificções ou plições cpzes de cusr grvento dos ipctos ientis d tividde ou epreendiento já licencido dentro do eso ojeto d tividde originl, ou lterção do processo produtivo ou sustituição de equipentos que provoque lterção ds crcterístics qulittivs e quntittivs co uento d crg poluidor, ds eissões líquids, sólids ou gsoss, prevists no respectivo processo de licenciento.... Art V - o przo de vlidde d Licenç de Alterção - LA deverá ser estelecido e consonânci co o przo de vlidde d licenç ientl ojeto d lterção, devendo ser incorpord posteriorente próxi licenç ientl;... Art As licençs ou utorizções ientis poderão ter os seus przos de vlidde prorrogdos pelo órgão ientl licencidor, co se e justifictiv técnic, u únic vez, devendo o requeriento ser fundentdo pelo epreendedor no przo ínio de 60 (sessent) dis ntes do venciento. Art O requeriento de revisão de condicionntes, e coo de prorrogção de przo de vlidde de licençs ou utorizções ientis será reunerdo pelo interessdo no vlor equivlente 30% (trint por cento) d reunerção ásic d respectiv licenç ou utorizção ientl, constnte do Anexo V deste Regulento. Prágrfo único - O requeriento de prorrogção de przo pr o cupriento dos condicionntes estelecidos ns Licençs ou Autorizções Aientis não será custedo pelo interessdo. Art Pr fins de Copensção Aientl, o órgão ientl executor estelecerá o gru de ipcto prtir do EIA/RIMA, ocsião e que considerrá, exclusivente, os ipctos ientis negtivos e não itigáveis sore o eio iente....

2 Art A definição dos vlores d copensção ientl será fixd proporcionlente o ipcto ientl, co se e etodologi de grdção de ipcto, provd pelo órgão executor, ssegurdo o contrditório.... 2º - Não serão incluídos no cálculo d copensção ientl os custos referentes os plnos, projetos e progrs, não exigidos pel legislção ientl, s estelecidos no procediento de licenciento ientl pr itigção de ipctos, e coo os encrgos e custos incidentes sore o finnciento do epreendiento, inclusive os reltivos às grntis, e os custos co pólices e prêios de seguros pessois e reis. 3º - Os custos referidos no 2º deste rtigo deverão ser presentdos de for justificd pelo epreendedor e provdos pelo órgão ientl executor.... Art D decisão do percentul d grdção do ipcto cerá pedido de reconsiderção no przo de 20 (vinte) dis, confore regulentção ser definid pelo órgão executor.... Art A áre responsável pel gestão ds uniddes de conservção selecionds, deverá presentr plno de trlho detlhdo dos projetos ou ções delierdos pel Câr de Copensção Aientl, visndo à su ipleentção. Art II - ult de R$500,00 (quinhentos reis) R$ ,00 (cinquent ilhões de reis);... Art º - O gente utunte, copetente pel lvrtur do uto de infrção, indicrá ult estelecid pr condut, e coo, se for o cso, s deis snções prevists neste Regulento, oservndo-se os critérios previstos entre os rts. 249 e 252 deste Decreto, incluindo os csos e que o ontnte d ult for fixdo por indivíduo, espécie ou frção, confore Anexo VI deste Regulento. 4º - A Diretori Técnic deve, de ofício ou edinte provocção, independenteente do recolhiento d ult plicd, jorr, nter ou inorr o seu vlor, respeitdos os liites estelecidos nos rtigos infringidos, oservndo os incisos do rtigo 249 deste Regulento.... Art A ult siples poderá ser convertid e dvertênci, pel utoridde julgdor, cso fique consttdo, reltivizção d grvidde do fto, d condição sócio-econôic do infrtor, ou dos deis critérios estelecidos no rtigo 249 deste Regulento.

3 Art Nos csos de infrção continud, critério do gente utunte, poderá ser plicd ult diári de R$50,00 (cinquent reis) té R$ ,00 (quinhentos il reis).... Art. 2º - O Regulento, provdo pelo Decreto nº , de 06 de junho de 2012, pss vigorr crescido dos seguintes dispositivos: Art. 150-A - Os projetos de iplntção de rodovis, ssentento de refor grári, linhs de trnsissão ou de distriuição de energi elétric, todos os epreendientos urnísticos, turísticos e de lzer relciondos n Divisão G do Anexo IV deste Regulento e outrs tividdes que venh ser definids pelo CEPRAM não estão sujeitos à Licenç de Operção - LO, devendo ser infordo o órgão ientl o início de sus operções. Art. 160-A - O requeriento de revisão de condicionntes, e coo de prorrogção de przo pr o seu cupriento, deverá ser feito n vigênci d respectiv Autorizção ou Licenç Aientl, copnhdo de fundentção técnic elord pel CTGA, qundo couer. Art :... 2º - No exercício d ção fisclizdor fic ssegurdos os técnicos credencidos entrd e pernênci, pelo tepo que se tornr necessário, e instlções, estelecientos, veículos ou proprieddes, púlicos ou privdos. Art. 3º - Os Anexos IV, VI e VII do Regulento provdo pelo Decreto nº , de 06 de junho de 2012, pss vigorr n for do Anexo Único deste Decreto. Art. 4º - O rt. 3º do Decreto nº , de 06 de junho de 2012, pss vigorr co seguinte redção: Art. 3º - Fic revogdo o Decreto nº , de 10 de outuro de 2008, ntendo os seus efeitos e vigor pr os processos e tritção no órgão executor. Art. 5º - Fic revogdos o 1º do rt. 151 e o 1º do rt. 259 do Regulento, provdo pelo Decreto nº , de 06 de junho de Art. 6º - Este Decreto entr e vigor n dt de su pulicção. PALÁCIO DO GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA, e 15 de junho de JAQUES WAGNER Governdor Rui Cost Secretário d Cs Civil Eugênio Spengler Secretário do Meio Aiente

4 ANEXO ÚNICO ANEXO IV TIPOLOGIA E PORTE DOS EMPREENDIMENTOS E ATIVIDADES SUJEITOS A LICENÇA AMBIENTAL Código Estdo Tipologi Unidde de Medid DIVISÃO A: AGRICULTURA, FLORESTAS E CAÇA * Grupo A1: Produtos d Agricultur Porte Potenc il de Poluiç ão A1.1 Agricultur A1.1.1 Agricultur de Sequeiro A1.1.2 Agricultur Irrigd Grupo A2: Crição de Aniis A2.1 Pecuári A2.1.1 Pecuári Extensiv A2.2 Crições Confinds A2.2.1 Bovinos, Bulinos, Mures e Equinos A2.2.2 Aves e s Míferos Módulo Fiscl Módulo Fiscl Módulo Fiscl Cpcidde Instld (Núero de Aniis) Cpcidde Instld (Núero de Aniis) > 4 < 30 > 30 < 200 > 200 > 4 < 30 > 30 < 200 > 200 > 4 < 30 > 30 < 200 > 200 > 50 < 500 > 500 < > > < > < >

5 A2.2.3 Cprinos e Ovinos Cpcidde Instld (Núero de Aniis) A2.2.4 Suínos Cpcidde Instld (Núero de Aniis) A2.2.5 Creche de Suínos A2.3 Piscicultur A2.3.1 Piscicultur Intensiv e Viveiros Escvdos A2.3.2 A2.3.3 Piscicultur Continentl e Tnques-Rede, Rcewy ou Siilr Piscicultur Mrinh e Tnques-Rede, Rcewy ou Siilr A2.4 Crcinicultur e Viveiros Escvdos Cpcidde Instld (Núero de Aniis) Áre (h) Volue (³) Volue (³) Áre (h) > 500 < > < > > 300 < > < > > < > < > > 1 < 10 > 10 < 50 > 50 < > < > < > < > < 5 > 5 < 50 > 50

6 A2.5 Rnicultur Áre (h) > 0,5 < 1 > 1 < 5 > 5 A2.6 Agricultur e Mlcocultur Grupo A3: Silvicultur Áre (h) A3.1 Silvicultur Módulo Fiscl A3.2 Produção de crvão vegetl A3.2.1 Mdeir de Florest Plntd MDC/M ês A3.2.2 Grupo A4: Mdeir de florest ntiv dvind de supressão ou nejo Assentento de Refor Agrári DIVISÃO B: MINERAÇÃO MDC/M ês Nº de Fílis > 0,4 < 2 > 2 < 10 > 10 > 4 < 30 >30< 200 > 200 < > < > < > < > < 82 > 82 < 162 > 162 Grupo B1: Mineris Metálicos e Não Metálicos B1.1 Mineris etálicos B1.1.1 Ferro Produção Brut de Minério > < >

7 B1.1.2 Mngnês Produção Brut de Minério B1.1.3 Aluínio, Antiônio, Cádio, Chuo, Core, Croo, Escândio, Estnho, Estrôncio, Frâncio, Gálio, Gerânio, Háfnio, Índio, Irídio, Ítrio, Lítio, Molidênio, Nioio, Níquel, Osio, Ouro, Pládio, Pltin, Prt, Rodio, Ruídio, Selênio, Tálio, Tântlo, Tecnécio, Titânio, Tungstênio, Vnádio, Zinco e Zircônio B1.2 Mineris Não Metálicos B1.2.1 Criolit, Enxofre, Fluorit, Selênio, Sílic, Silictos e Telúrio Produção Brut de Minério Produção Brut de Minério Grupo B2: Ges ou Pedrs Precioss e Sei-Precioss < > < > < > < > < > < >

8 B2.1 Ágt, Águ Mrinh, Alexndrit, Aetist, Benitoít, Berilo, Clcedôni, Cinit, Citrino, Crisoerilo, Cristl de Roch, Dinte, Eserld, Grnd, Heliotrópio, Jcinto, Jde, Jspe, Lpis- Lzuli, Lrvikit, Lzurit, Nefrit, Olho de Tigre, Opl, Rui, Sfir, Topázio, Turlin, Turquez e outrs Produção Brut de Minério < > < > Grupo B3: Mineris Utilizdos n Construção Civil, Ornentos e Outros B3.1 Areis, Arenoso, Csclhos, Filitos B3.2 Areis e Recursos Hídricos B3.3 Gesso, Culi e Siro Produção Brut de Minério Produção Brut de Minério Produção Brut de Minério < > < > < > < > < > < >

9 B3.4 Bslto, Clcários, Gnisses, Grnitos, Grnulitos,Met renitos, Qurtzitos, Sienitos, Dentre Outrs Utilizds Pr Produção de Agregdos e Beneficiento Assocido (Britento) B3.5 Ardósi, Dioritos, Grnitos, Márores, Qurtzitos, Sienitos, Dentre Outrs Utilizds Pr Revestiento Grupo B4: Mineris Utilizdos n Indústri B4.1 Mteriis Cerâicos (Argils, Culinit, Ditoit, Ilit e Montorilonit, Dentre Outros) B4.2 Cinit, Feldspto, Fluorit, Leucit, Moscovit, Nefelin, Qurtzo e Turlin, Dentre Outros, Pr Mnuftur de Vidro/Vitrificç ão, Esltção e Indústrióptic, Eletrônic, etc Produção Brut de Minério Produção Brut de Minério Produção Brut de Minério Produção Brut de Minério < > < > < > < > < > < > < > < >

10 B4.3 Aptit, Bentonit, Clcário, Clcit, Crnlit, Doloit, Fosftos, Guno, Mineris de Borto, Potássio, Slge, Slitre, Silvit e Sódio, Dentre Outros, Pr Produção de Fertilizntes e Corretivos Agrícols, etc B4.4 Anidrit, Andlusit, Anfiólios, Brit, Clcário Conchífero, Clcit, Culinit, Cinit, Coríndon, Feldspto, Gipsit, Grfit, Mgnesit, Moscovit, Pegtito, Qurtzo Leitoso, Serpentinito, Silex, Tlco, Vericulit, Wollstonit, Xisto e Zirconit, Dentre Outros, Pr Uso Industril Não Especificdo Produção Brut de Minério Produção Brut de Minério Anteriorente B4.5 Ainto Produção Brut de Minério Grupo B5: Coustíveis < > < > < > < > < > < >

11 B5.1 Coustíveis Fósseis Sólidos (Crvão, Linhito, Turf e Spropelitos, Dentre Outros) B5.2 Rochs Betuinoss e Piroetuinos s (Xisto Betuinoso e Xisto Piroetuinoso ) Grupo B6: Extrção de Petróleo e Gás Nturl B6.1 Petróleo Cru e Gás Nturl B6. 2 Perfurção de Poços de Petróleo ou Gás Nturl DIVISÃO C: INDÚSTRIAS Produção Brut Produção Brut (3/Ano) Nº de Poços/Cpo Profundidde () < > > < > < > <10 > 10 < 30 > 30 <1.500 > < > Grupo C1: Produtos Alientícios e Asseelhdos C1.1 C1.1.1 Crne e Derivdos Frigorífico e/ou Ate de Bovinos, Eqüinos, Mures. Cpcidde Instld (Ceçs/Di) Frigorífico e/ou Ate de Cprinos, Suínos. C1.1.2 Ate de Aves Cpcidde Instld (Ceçs/Di) > 10 < 100 > 100 < 200 > 200 > 50 < 300 > 300 < > > < > < >

12 C1.2 Beneficient o de Crnes C1.3 Lticínios C1.3.1 Psteurizção e Derivdos do Leite Cpcidde Instld (t de Produto/Di) Cpcidde Instld (l de Leite/Di) C1.4 Conservs, Enltdos e Congeldos de Fruts e Vegetis C1.4.1 Industrilizção de Fruts, Verdurs e Legues (Copots, Geléis, Polps, Doces, etc) Cpcidde Instld (t de Mtéri Pri/Di) C1.5 Cereis C1.5.1 C1.5.2 Fricção de Frinhs, Aidos, Féculs de Cereis, Mcrrão, Biscoitos e Asseelhdos Industrilizção d Mndioc (Frinh, Fécul) C1.6 Açúcr e Confeitri C1.6.1 Produção e Refino de Açúcr Industril Cpcidde Instld (t de Produto/Di) Cpcidde Instld (t de Produto/Di) Cpcidde Instld (t de Mtéri Pri/Di) > 1 < 20 > 20 < 50 > 50 > < > < > > 1 < 50 > 50 < 100 > 100 > 5 < 100 > 100 < 300 > 300 > 5 < 50 > 50 < 500 > 500 < > < >

13 C1.6.2 C1.6.3 Fricção de Bls, Produtos de Açúcr, Confeitri, Chocolte e Asseelhdos Industrilizção d Aêndo de Ccu C1.7 Óleos e Gordurs Vegetis C1.7.1 Fricção de Óleos, Mrgrin e Outrs Gordurs Vegetis Cpcidde Instld (t de Produto/Di) Cpcidde Instld (t de Produto/Di) Cpcidde Instld (t de Mtéri Pri/Di) C1.8 Produção e Envse de Beids C1.8.1 Destilds (Agurdente, Whisky e Outros) Cpcidde Instld (l do Produto/Di) C1.8.2 C1.8.3 Ferentds (Vinhos, Cervejs e Outros) Não Alcoólics (Refrigerntes, Chá, Sucos e Asseelhdos) C1.9 Alientos diversos C1.9.1 Fricção de Rção Anil Grupo C2: Produtos do Fuo Cpcidde Instld (l do Produto/Di) Cpcidde Instld (l do Produto/Di) Cpcidde Instld (t de Produto/Di) > 1 < 60 > 60 < 400 > 400 > 1 < 10 > 10 < 150 > 150 >5 < 100 > 100 < > > 100 < > < > > 500 < > < > > < > < > > 5 < 100 > 100 < 400 > 400

14 C2.1 Processento e Fricção de Cigrros, Cigrrilhs, Chrutos e Asseelhdos Grupo C3: Produtos Têxteis C3.1 Beneficient o, Fição ou Tecelge de Firs Têxteis Cpcidde Instld Cpcidde Instld (t Produto/Di) C3.2 Fricção de rtigos têxteis C3.2.1 Fricção de Artigos Têxteis co Lvge e/ou Pintur Cpcidde Instld (Nº de Uniddes Processds/Di) C3.3 Fricção de Asorventes e Frlds Descrtáveis Grupo C4: Mdeir e Moiliário C4.1 Desdorent o (Prnchs, Dorentes e Prnchões), Fricção de Mdeir Copensd, Folhed e Lind Cpcidde Instld (Nº de Uniddes Processds/Di) Cpcidde Instld (³/Ano) C4.2 Fricção de Arteftos de Mdeir C4.2.1 Fricção de Arteftos de Mdeir se Trtento Cpcidde Instld (³/Ano) > < > < > > 10 < 100 > 100 < > > < > < > > < > < > > 400 <4.000 > < > > 400 <4.000 > < >

15 C4.2.2 Fricção de Arteftos de Mdeir co Trtento (Pintur, Verniz, Col e Asseelhdos) Grupo C5: Ppel e Produtos Seelhntes C5.1 Fricção de Celulose C5.2 Fricção de Ppel C5.3 Fricção de Produtos de Ppel Onduldo, Crtolin, Ppelão, Ppel Crtão ou Seelhntes, Ppel Higiênico, Produtos Pr Uso Doéstico, Be Coo Elgens. Grupo C6: Fricção de Produtos Quíicos C6.1 Produtos Quíicos Inorgânicos C6.1.1 Gses Industriis Cpcidde Instld (³/Ano) Cpcidde Instld Cpcidde Instld Cpcidde Instld Cpcidde Instld (³/Ano) C6.1.2 Cloro e Álclis Cpcidde Instld > 400 <4.000 > < > > < > < > < > > 200 < > < > > < > < > >1.000 < > < <

16 C6.1.3 C6.1.4 C6.1.5 C6.1.6 Pigentos Inorgânicos Ácidos Inorgânicos Cinetos Inorgânicos Cloretos Inorgânicos Cpcidde Instld Cpcidde Instld Cpcidde Instld Cpcidde Instld C6.1.7 Fluoretos Cpcidde Instld C6.1.8 Hidróxidos Cpcidde Instld C6.1.9 Óxidos, Dióxidos e Peróxidos Cpcidde Instld >1.000 < > < > >1.000 < > < > >1.000 < > < > < > < > < > < > < > < > < > < >

17 C Sulftos Cpcidde Instld C6.2 Fricção de Produtos Quíicos Orgânicos C6.2.1 Produtos Petroquíicos Básicos e Interediários Cpcidde Instld C6.2.2 C6.2.3 Resins Teroplástics Resins Terofixs Cpcidde Instld Cpcidde Instld C6.2.4 Firs Sintétics Cpcidde Instld C6.2.5 C6.2.6 Borrchs Sintétics Corntes e Pigentos Orgânicos Cpcidde Instld Cpcidde Instld < > < > < > < < < > < < > < < > < < > < < > < <

18 C6.2.7 Solventes Industriis Cpcidde Instld C6.2.8 Plstificntes Cpcidde Instld C6.2.9 Ácidos Orgânicos Cpcidde Instld C Alcoóis Cpcidde Instld C Ains Cpcidde Instld C Anilins Cpcidde Instld C Cloretos Orgânicos Cpcidde Instld < > < > < > < < > < < > < > < > < >

19 C Ésteres Cpcidde Instld C Éteres Cpcidde Instld C Glicóis Cpcidde Instld C Óxidos Cpcidde Instld C Sustâncis Orgânics Clords e/ou Nitrds C6.3 Produtos Frcêuticos C6.4 Fertilizntes e Defensivos Agrícols Cpcidde Instld Cpcidde Instld (t/mês) Cpcidde Instld (t/mês) < > < > < > < > < > < 20 > 20 < 100 > 100 < > < >

20 C6.5 Mistur Pr Fertilizntes Cpcidde Instld (t/mês) C6.6 Produtos de Lipez, Poliento e Pr Uso Snitário C6.6.1 Fricção de Produtos de Lipez, Poliento e Pr Uso Snitário. Cpcidde Instld (t/mês) C6.6.2 Mistur de Produtos de Lipez, Poliento e Pr Uso Snitário. Cpcidde Instld (t/mês) > 500 < > < > > 2 < 250 > 250 < > > 10 < 250 > 250 < > C6.7 Perfues, Coséticos e Preprdos Pr Higiene Pessol C6.7.1 Fricção de Perfues, Coséticos e Preprdos Pr Higiene Pessol Cpcidde Instld (t/mês) C6.7.2 Mistur de Perfues, Coséticos e Preprdos Pr Higiene Pessol C6.8 Tints, Vernizes, Esltes, Lcs, Solventes e Produtos Correltos Cpcidde Instld (t/mês) Cpcidde Instld (l/mês) C6.9 Vels Cpcidde Instld (t/mês) > 2 < < > > 10 < 250 > 250 < > < > < > > 10 < 100 > 100 < 500 > 500

21 C6.10 Fricção e Beneficiento de Espu (Poliuretno e Asseelhdos) Cpcidde Instld (t/mês) < 180 > 180 < 350 > 350 Grupo C7: Refino do Petróleo, Produção de Biodiesel e Produtos Relciondos C7.1 Refino do Petróleo Cpcidde Instld de Processent o (Brril/Ano) < > < > C7.2 Usin de Asflto Cpcidde Instld (t/mês) C7.3 Óleos e Grxs Lurificntes C7.4 Re-Refino de Óleos Lurificntes Cpcidde Instld de Processent o (³/Mês) Cpcidde Instld de Processent o (³/Mês) C7.5 Biocoustível Cpcidde Instld C7.6 Eulsão Asfáltic (Concreto Betuinoso) Cpcidde Instld (t/mês) Grupo C8: Mteriis de Borrch, de Plástico ou Sintéticos < > < > < > < >8.000 < > < >8.000 < > < > < > < >

22 C8.1 Beneficiento de Borrch Nturl Cpcidde Instld < > < > C8.2 Fricção e Recondicionento de Pneus e Cârs de Ar C8.2.1 Fricção de Pneus e Cârs de Ar Cpcidde Instld (un/mês) C8.2.2 Recondicionen to de Pneus C8.3 Fricção de Arteftos de Borrch ou Plástico (Bldes, PET, Elástico e Asseelhdos) C8.4 Fricção de Clçdos, Bolss, Acessórios e Seelhntes C8.5 Fricção de Equipentos e Acessórios pr Segurnç e Proteção Pessol e Profissionl Grupo C9: Couro e Produtos de Couro C9.1 Beneficiento de Couros e Peles co Uso de Produto Quíico Cpcidde Instld (Unidde/Mês) Cpcidde Instld Núero de Uniddes Produzids (un/di) Núero de Uniddes Produzids (un/di) Núero de Uniddes Processd s (un/di) < > < > < > < > < > < > > 500 < > < > > 500 < > < > < 50 > 50 < 600 > 600

23 C9.2 Beneficiento de Couros e Peles Se Uso de Produto Quíico (Slgdeir) C9.3 Fricção de Artigos de Couro Núero de Uniddes Processd s (un/di) Núero de Uniddes Produzids (un/di) Grupo C10: Vidro, Pedr, Argil, Gesso, Márore e Concreto C10.1 Fricção do Vidro C10.2 Fricção de Ciento Cpcidde Instld (t/di) Cpcidde Instld (t/di) < 150 > 150 < > > 300 < > < > > 340 < > < > < > < > C10.3 Fricção de Arteftos de Ciento, Firointo, Fir de vidro, Pó de,márore e concreto C Fricção de Arteftos de Ciento, Pó de Márore e Concreto Cpcidd e Instld (t de Mtéri Pri/Di) >10 < 100 > 100 < 400 C Fricção de Arteftos de Firointo e Fir de Vidro Cpcidd e Instld (t de Mtéri Pri/Di) > 400 > 10 < 100 > 100 < 400 > 400 C10.4 Fricção de Arteftos de Brro e Cerâic, Refrtários, Pisos e Azulejos ou Seelhntes C Fricção de Arteftos de Brro e Cerâic Cpcidd e Instld (t de Argil/Di > 1 < 50 > 50 < 200

24 ) > 200 C Fricção de Refrtários, Pisos e Azulejos ou Seelhntes C10.5 Fricção de Produtos e Arteftos de Gesso C10.6 Aprelhento de Márore, Ardósi, Grnito e Outrs C10.7 Produção de Argss C10.8 Fricção de Gesso, Cl e Asseelhdos Cpcidd e Instld (²/Mês) Cpcidd e Instld (t de Mtéri Pri/Di) Cpcidd e Instld (t de Mtéri Pri/Di) Volue de Produção (t/di) Cpcidd e Instld < > < > > 5 < 100 > 100 < 400 > 400 > 5 < 30 > 30 < 200 > 200 >10 < 200 > 200 < 600 >600 >1.000 < > > Grupo C11: Metlurgi de Metis Ferrosos e Não-Ferrosos e Fricção e Acento de Produtos Metálicos C11.1 Metlurgi e Fundição de Metis Ferrosos C11.2 Metlurgi e Fundição de Metis Não Ferrosos Cpcidd e Instld (t de Produto/A no) Cpcidd e Instld (t de Produto/A no) < > < > < > < >

25 C11.3 Metlurgi de Metis Preciosos C11.4 Fricção de Solds e Anodos Cpcidd e Instld (t de Produto/A no) Cpcidd e Instld (t de Produto/A no) C11.5 Siderurgi Cpcidd e Instld (t de Produto/A no) < 5 > 5 < 8 > 8 < > < > < > < > Grupo C12: Fricção de Produtos Metálicos, Exceto Máquins e Equipentos Industriis e Coerciis C12.1 Fricção de Tuos de Ferro e Aço, Tonéis, Estruturs Metálics e Seelhntes Cpcidd e instld (t de Produto/A no) < > < C12.2 Fricção de Tels e Outros Artigos de Are, Ferrgens, Ferrents de Corte, Fios Metálicos e Trefildos, Pregos, Tchs, Lts e Tps e Seelhntes Cpcidd e Instld (t de Produto/A no) Grupo C13: Máquins e Equipentos Industriis e Coerciis C1 3.1 Motores e Turins, Máquins, Peçs, Acessórios e equipentos Cpcidd e Instld (un/ês) Grupo C14: Equipentos e Coponentes Elétricos e Eletrônicos > < 5000 > < > < > < >

26 C1 4.1 C1 4.2 C1 4.3 Equipentos Pr Trnsissão e Distriuição de Energi Elétric Equipentos Elétricos Industriis, Aprelhos Eletrodoésticos, Fricção de Mteriis Elétricos, Coputdores, Acessórios e Equipentos De Escritório, Fricção de Coponentes e Acessórios Eletrônicos ou Equipentos de Inforátic Fricção de Mídis Virgens, Mgnétics e Óptics Cpcidd e Instld (un/mês) Cpcidd e Instld (un/mês) Cpcidd e Instld (un/ano) Grupo C15: Equipentos e Mteriis de Counicção C15. 1 Fricção de Centris Telefônics, Equipentos e Acessórios de Rdio Telefoni e Fricção e Montge de Televisores Rádios e Sistes de So Grupo C16: Equipentos de Trnsporte Cpcidd e Instld (un/mês) C16.1: Fricção de Equipentos de Trnsporte Mrítio C Fricção e Montge de Ercções e Pltfors Áre Totl (h) C16.2: Fricção de Equipentos de Trnsporte Ferroviário C Fricção de Locootivs e Vgões Áre Totl (h) < 100 > 100 < 400 > 400 < > < > < > < > < > < > < 50 > 50 < 500 > 500 Pequen < 50 Médi > 50 < 500

27 > 500 C16.3: Fricção de Veículos e Equipentos de Trnsporte Rodoviário C Fricção e Montge de Veículos Autootores, Trilers e Seelhntes Cpcidde Instld (un/ano) < > > C C C C Fricção de Triciclos e Motociclets Fricção Cpcidde e/ou Instld Montge de (un/ano) Motociclets e Triciclos Fricção de Biciclets Fricção de Crroceris Cpcidde Instld (un/ano) Cpcidde Instld (un/ano) C16.4: Fricção de Equipentos de Trnsporte Aeroviário C Fricção e Montge de Aeronves Áre Totl (h) DIVISÃO D: TRANSPORTE < > < > < > < > < 1000 > < > Pequen < 20 Médi > 20 < 100 > 100 Grupo D1: Bses Opercionis D1.1 Bses Opercionis de Trnsporte Ferroviários, Aéreo de Crgs, Trnsportdor de Pssgeiros e Crgs Não Perigoss Grupo D2: Trnsporte Aéreo Áre Totl (h) < 50 > 50 < 500 > 500

28 D2.1 Bses Opercionis de Trnsportdor de Produtos e/ou Resíduos Perigosos, co Lvge Intern e/ou Extern Áre Totl (h) Grupo D3: Trnsporte Rodoviário de Crgs Perigoss D3.1 Trnsportdor de Resíduos e/ou Produtos Perigosos e de Serviços de Súde Cpcidd e de Crg (t/ês) Grupo D4: Trnsporte de Sustâncis Atrvés de Dutos D4.1 Dutos de Petróleo Cru (Oleodutos), de Petróleo Refindo, Gsolin, Derivdos de Petróleo, Gses, Produtos Quíicos Diversos e Minérios DIVISÃO E: SERVIÇOS Extensão (K) < 50 > 50 < 500 > 500 < > < > < 100 > 100 < 500 > 500 Grupo E1: Produção, Copressão, Estocge e Distriuição de Gás Nturl e GLP E1.1 Estocge de Gás Nturl E1.2 Estção de Copressão e Distriuição de Gás Nturl E1.3 Estção de Custódi (Ponto de Entreg) Cpcidde de Arzenento ( 3 ) Cpcidde Instld (M 3 /H) Vzão ( 3 /di) < > < > < > < > < > <

29 E1.4 Terinis de Regseificção GNL E1.5 Estocge de GLP Vzão ( 3 /h) Cpcidde de Arzenento (Kg) Grupo E2: Gerção, Trnsissão e Distriuição de Energi E2.1 Hidrelétrics Áre de Inundção (h) E2.2 Teroelétrics ou Grupos Gerdores E2.3 Construção de Linhs de Distriuição de Energi Elétric co Tensão > 69 KV Potênci Instld (MW) Extensão (K) E2.4 Prques Eólicos Núero de Aerogerdores E2.5 Construção de Linhs de Trnsissão de Energi Elétric Extensão (K) > < > < > < > < > < 200 > 200 < > >5 < 150 > 150 < 500 > 500 >20 < 140 > 140 < 280 > 280 < 30 > 30 < 120 >120 < 80 > 80 < 150 > 150 p

30 E2.6 Cldeirs Potênci Instld (MW) E2. 7 Pinéis Solres Potênci Instld (MW) Grupo E3: Estocge e Distriuição de Produtos E3.1 Terinis de inério E3.2 Terinis de Petróleo e Derivdos e de Produtos Quíicos Diversos E3.4 Terinis de Grãos e Alientos E3.5 Postos de Vend de Gsolin e Outros Coustíveis Cpcidd e de Arzen ento (t) Cpcidd e de Arzen ento (t) Cpcidd e de Arzen ento (t) Cpcidd e de Arzen ento de Coustív eis Líquidos (M 3 ) e de Coustív eis Líquidos Mis GNV ou GNC < 30 > 30 < 100 > 100 > 30 > 30 < 120 >120 < > < > < > < > < > < > < co. Líq > 120 < de co. líq ou < de co. líq + GNV ou GNC > 180 ³ de co. líq ou > 120 ³ de co. líq + GNV ou GNC p

31 E3.6 Entrepostos Aduneiros de Produtos Não Perigosos, Terinis de Estocge e Distriuição de Produtos Não Perigosos e Não Clssificdos E3.7 Terinis de Estocge e Distriuição de Álcool Crurnte, Biodiesel, Gsolin, Diesel e Deis Derivdos de Petróleo Grupo E4: Serviços de Asteciento de Águ E4.1 Construção ou Aplição de Siste de Asteciento Púlico de Águ (Cptção, Adução, Trtento, Reservção) Áre Totl (h) Cpcidd e de Arzen ento (CA) de Coustív eis Líquidos (³) Vzão Médi Previst (L/s) < 50 > 50 < 500 > 500 < 150 > 150 < > > 0,5 < 50 > 50 < 600 > 600 Grupo E5: Serviços de Esgotento Snitário Colet, Trnsporte, Trtento e Disposição de Esgotos Doésticos (Inclusive Interceptores e Eissários) E5.1 Construção ou Aplição de Siste de Esgotento Snitário (Redes de Colet, Interceptores, Trtento e Disposição Finl de Esgotos Doésticos) Vzão Médi Previst (l/s) > 0,5 < 50 > 50 < 600 > 600 E5.2 Siste de Disposição Oceânic Vzão Médi Previst (l/s) < 200 > 200 < > Grupo E6: Serviços de Gerenciento Integrdo de Resíduos Sólidos Urnos (Colet, Trnsporte, Trtento e Disposição Finl)

32 E6.1 Usins de Copostge e Trige de Mteriis e Resíduos Urnos E6.2 Incinerdores de Resíduos de Serviços de Súde e Autoclve Pr Resíduos de Serviços de Súde E6.3 Estções de trnsordo E6.4 Reciclge de Mteriis Metálicos, Trige de Mteriis Recicláveis (Que Inclu Pelo Menos U Etp do Processo de Industrilizção) E6.5 Reciclge de Ppel, Ppelão e Siilres, Vidros e de Mteriis Plásticos Quntidd e Operd (t/di) Cpcidd e de Process ento (Kg/di) Produção (t/di) Cpcidd e de Process ento (t/di) Cpcidd e Instld (t/di) E6.6 Aterros Snitários Produção (t/di) E6.7 Áres de Bot- For Áre Totl (h) > 5 < 30 > 30 < 200 > 200 < > < > < 60 > 60 < 400 > < 6 > 6 < 20 > 20 2 < 50 > 50 < 150 > 150 < 50 > 50 < 500 > 500 > 1 < 20 > 20 < 100 > 100 Grupo E7: Serviços de Colet, Trnsporte, Estocge, Trtento e Disposição de Resíduos Industriis E7.1 Aterro e Estocge de Resíduos Industriis Áre Totl (h) < 30 > 30 < 150

33 > 150 E7.2 Trtento centrlizdo de resíduos industriis E7.2.1 Incinerdores de Resíduos Industriis Cpcidd e de Process ento (t/no) E7.2.2 Lndfring Áre Totl (h) E7.2.3 Blending Cpcidd e de Process ento (t/no) < > < > < 30 > 30 < 100 > 100 < > < > Grupo E8: Serviços de Colet, Trtento e Disposição de Efluentes Líquidos Industriis E8.1 Estções de Trtento e Equipentos Associdos Vzão Médi (l/s) < 300 > 300 < 800 E8.2 Sistes e Disposição Oceânic Grupo E9: Telefoni Celulr E9.1 Estções Rádio- Bse de Telefoni Celulr Vzão Médi (l/s) Potênci do Trnsiss or (W) Grupo E10: Serviços Funerários E10.1 Ceitérios Áre Útil (h) Grupo E11: Outros Serviços > 800 < 300 > 300 < > < 1000 > < > < 5 > 5 < 30 > 30

34 E11.1 Tinturri e Lvnderis Industril/Hospitlr E11.2 Mnutenção Industril, Jteento, Pintur e Correltos E11.3 Serviços de clderri, usinge, sold, trtento, e revestiento e etis E11.4 Serviços de Descontinção de Lâpds Fluorescentes ou Reciclge E11.5 Concreto e Argss E11.6 Serviços de Lvge, Descontinção e Mnutenção de Tnques e Isotques E11.7 Serviços de Britge, Resíduos d Construção Civil e Outros DIVISÃO F: OBRAS CIVIS Núero de Uniddes Processd s (un/di) Áre Construíd (h) Áre utilizd (h) Cpcidd e Instld (un/mês) Volue de Produção (t/di) Áre Totl (h) Cpcitde Instld (t de Mtéri Pri /di) < 3000 > < > < 0,5 > 0,5< 5 > 5 < 0,5 > 0,5 < 40 > 40 < > < > < 200 > 200 < > < 1 > 1 < 5 > 5 < > < > Grupo F1: Infrestrutur de Trnsporte F1.1 Rodovi (Iplntção ou Aplição) Extensão (K) > 50 > 50< 300

ENQUADRANDO O PORTE E O POTENCIAL POLUIDOR DO SEU EMPREENDIMENTO GRUPO 8.B.5 AUTORIZAÇÃO AMBIENTAL 8.A.5 - CLASSIFICAÇÃO DO PORTE

ENQUADRANDO O PORTE E O POTENCIAL POLUIDOR DO SEU EMPREENDIMENTO GRUPO 8.B.5 AUTORIZAÇÃO AMBIENTAL 8.A.5 - CLASSIFICAÇÃO DO PORTE GRUPO 8.B.5 AUTORIZAÇÃO AMBIENTAL 8.A.5 - CLASSIFICAÇÃO DO Indivíduo té 2 ci de 2 té 6 ci de 6 té 12 ci de 12 té 24 ci de 24 icro édio grnde especil 8.B.5 ATIVIDADES PASSÍVEIS DE AUTORIZAÇÃO AMBIENTAL

Leia mais

Normas Brasil. Lei nº 4454 DE 31/10/2013. Mais Lidas no Mês. Seu portal de normas e legislação brasileira INICIAL BUSCAR NORMAS

Normas Brasil. Lei nº 4454 DE 31/10/2013. Mais Lidas no Mês. Seu portal de normas e legislação brasileira INICIAL BUSCAR NORMAS Nors Brsil Seu portl de nors e legislção rsileir INICIAL BUSCAR NORMAS Lei Nors Nor ISO 9000 Lei nº 4454 DE 31/10/2013 Nor Municipl - Arcju - SE Pulicdo no DOM e 01 nov 2013 Dispõe nors sore o Liceciento

Leia mais

LEI Nº 5.150. Art. 2º Compete a esta Secretaria:

LEI Nº 5.150. Art. 2º Compete a esta Secretaria: 1 LEI Nº 5.150 DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE, NA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DA PREFEITURA MUNICIPAL DE VARGINHA E INSTITUI A TAXA DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL E ESTABELECE

Leia mais

01. Documento comprovativo da legitimidade do requerente. Pág. a. 02. Termo de responsabilidade do técnico pela ocupação da via pública. Pág.

01. Documento comprovativo da legitimidade do requerente. Pág. a. 02. Termo de responsabilidade do técnico pela ocupação da via pública. Pág. Câmr Municipl d Amdor DAU - Deprtmento de Administrção Urbnístic OCUPAÇÃO DA VIA PÚBLICA 20 Assunto: Ocupção d Vi Públic. MOD. 20/CMA/DAU/2004 FOLHA 00 List de Documentos (Consultr instruções em nexo)

Leia mais

COPEL INSTRUÇÕES PARA CÁLCULO DA DEMANDA EM EDIFÍCIOS NTC 900600

COPEL INSTRUÇÕES PARA CÁLCULO DA DEMANDA EM EDIFÍCIOS NTC 900600 1 - INTRODUÇÃO Ests instruções têm por objetivo fornecer s orientções pr utilizção do critério pr cálculo d demnd de edifícios residenciis de uso coletivo O referido critério é plicável os órgãos d COPEL

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELO EMPREENDIMENTO: 1.1. NOME: 1.3. CPF: 1.4. Endereço: 2.1-Razão Social: 2.2- Nome Fantasia:

1. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELO EMPREENDIMENTO: 1.1. NOME: 1.3. CPF: 1.4. Endereço: 2.1-Razão Social: 2.2- Nome Fantasia: Cdstro de Instlções e Sistems de Armzenmento de Derivdos de Petróleo e Outros Combustíveis 1. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL PELO EMPREENDIMENTO: 1.1. NOME: 1.2. Doc. Identidde: Órgão Expedidor: UF: 1.3.

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE FERREIRA DO ZÊZERE

CÂMARA MUNICIPAL DE FERREIRA DO ZÊZERE CAPITULO I VENDA DE LOTES DE TERRENO PARA FINS INDUSTRIAIS ARTIGO l. A lienção, trvés de vend, reliz-se por negocição direct com os concorrentes sendo o preço d vend fixo, por metro qudrdo, pr um ou mis

Leia mais

Construção e montagem

Construção e montagem Construção e montgem Tetos Knuf D11 Construção Os tetos Knuf com chps de gesso podem ser fixdos diretmente o teto originl ou suspensos com tirnte e suportes. As chps de gesso são prfusds num estrutur metálic,

Leia mais

WASTE TO ENERGY: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O BRASIL? 01/10/2015 FIESP São Paulo/SP

WASTE TO ENERGY: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O BRASIL? 01/10/2015 FIESP São Paulo/SP WASTE TO ENERGY: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O BRASIL? 01/10/2015 FIESP São Pulo/SP PNRS E O WASTE-TO-ENERGY Definições do Artigo 3º - A nov ordenção básic dos processos Ordem de prioriddes do Artigo 9º

Leia mais

Modelação de motores de corrente contínua

Modelação de motores de corrente contínua Controlo de Moviento Modelção de otores de corrente contínu Modelção de áquins CC Introdução Historicente, o otor CC foi utilizdo de odo universl no controlo de velocidde, té o desenvolviento, sustentdo,

Leia mais

Escola SENAI Theobaldo De Nigris

Escola SENAI Theobaldo De Nigris Escol SENAI Theobldo De Nigris Conteúdos borddos nos cursos de Preservção 2011 1) CURSO ASSISTENTE DE CONSERVAÇÃO PREVENTIVA (362h) I Étic e históri n conservção (72h): 1. Étic e históri d Conservção/Resturo

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PROJETOS DE INCLUSÃO PRODUTIVA

TERMO DE REFERÊNCIA PROJETOS DE INCLUSÃO PRODUTIVA TERMO DE REFERÊNCIA PROJETOS DE INCLUSÃO PRODUTIVA 1 - Ddos do Proponente 1.1- Nome d Entidde 1.2- CNPJ 1.3- Número de Sócios 1.4- Dt d Fundção 1.5- Endereço 20/09/2011 1.6- Município 1.7- CEP 1.8- U F

Leia mais

3 - A Metalurgia Extrativa

3 - A Metalurgia Extrativa 7 3 - A Metlurgi Extrtiv 3-1. Principis metis A metlurgi extrtiv estud otenção dos metis prtir de fontes mineris d nturez e d suct. Um comprção entre os principis metis produzidos pelo Homem em escl mundil

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 146 DE 08 DE JANEIRO DE 2007. AUTOR: EXECUTIVO MUNICIPAL PUBLICADA NA GAZETA MUNICIPAL Nº 826 DE 12/01/2007

LEI COMPLEMENTAR Nº 146 DE 08 DE JANEIRO DE 2007. AUTOR: EXECUTIVO MUNICIPAL PUBLICADA NA GAZETA MUNICIPAL Nº 826 DE 12/01/2007 LEI COMPLEMENTAR Nº 146 DE 08 DE JANEIRO DE 2007. AUTOR: EXECUTIVO MUNICIPAL PUBLICADA NA GAZETA MUNICIPAL Nº 826 DE 12/01/2007 INSTITUI E DISCIPLINA O PROCESSO DE LICENCIAMENTO E AVALIAÇÃO DE IMPACTO

Leia mais

TEMA CENTRAL: A interface do cuidado de enfermagem com as políticas de atenção ao idoso.

TEMA CENTRAL: A interface do cuidado de enfermagem com as políticas de atenção ao idoso. TERMO DE ADESÃO A POLITICA DE INSCRIÇÃO NOS EVENTOS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM 9ª. JORNADA BRASILEIRA DE ENFERMAGEM GERIÁTRICA E GERONTOLÓGICA TEMA CENTRAL: A interfce do cuiddo de enfermgem

Leia mais

U04.6. Câmara Municipal da Amadora. Pág. 1 a. 00. Requerimento (Modelo 04.6/CMA/DAU/2009) 01. Documento comprovativo da legitimidade do requerente.

U04.6. Câmara Municipal da Amadora. Pág. 1 a. 00. Requerimento (Modelo 04.6/CMA/DAU/2009) 01. Documento comprovativo da legitimidade do requerente. Câmr Municipl d Amdor Deprtmento de Administrção U04.6 Urbnísitic EMISSÃO DE LICENÇA ESPECIAL OU COMUNICAÇÃO PRÉVIA PARA OBRAS INACABADAS LISTA DE DOCUMENTOS 00. Requerimento (Modelo 04.6/CMA/DAU/2009)

Leia mais

Manual de instalação. Aquecedor de reserva de monobloco de baixa temperatura Daikin Altherma EKMBUHCA3V3 EKMBUHCA9W1. Manual de instalação

Manual de instalação. Aquecedor de reserva de monobloco de baixa temperatura Daikin Altherma EKMBUHCA3V3 EKMBUHCA9W1. Manual de instalação Aquecedor de reserv de monoloco de ix tempertur Dikin EKMBUHCAV EKMBUHCA9W Portugues Índice Índice Acerc d documentção. Acerc deste documento... Acerc d cix. Aquecedor de reserv..... Pr retirr os cessórios

Leia mais

UNESP - FEIS - DEFERS

UNESP - FEIS - DEFERS UNESP - FEIS - DEFERS DISCIPLINA: ARMAZENAMENTO E BENEFICIAMENTO DE GRÃOS Exercício Modelo sobre Secgem de Grãos Como técnico contrtdo pr ssessorr u propriedde produtor de milho pr grãos, efetur u nálise

Leia mais

Ar condicionado a absorção e Central modular de co-geração de energia

Ar condicionado a absorção e Central modular de co-geração de energia Ar condiciondo sorção e Centrl modulr de co-gerção de energi Opções Competitivs n Gestão Energétic Eng./Arq. Mrco Tulio Strling de Vsconcellos IX CONBRAVA 23 de Setemro de 2005 Tópicos d Apresentção Chillers

Leia mais

DECRETO Nº 27631. de 22 de abril de 2010.

DECRETO Nº 27631. de 22 de abril de 2010. DECRETO Nº 27631 de 22 de bril de 2010. Regulment Períci Médic e Ocupcionl dos servidores municipis d Prefeitur de Gurulhos. SEBASTIÃO DE ALMEIDA, PREFEITO DA CIDADE DE GUARULHOS, no uso de sus tribuições

Leia mais

Hydraulics. Unidades Hidráulicas CATÁLOGO 2600-500/NA BR AGOSTO 1996

Hydraulics. Unidades Hidráulicas CATÁLOGO 2600-500/NA BR AGOSTO 1996 Hydrulics Uniddes Hidráulics CATÁLOGO 2600-500/NR AGOSTO 1996 Grnti Certificção Termo de grnti A Prker Hnnifin Ind. e Com. Ltd, Divisão Hidráulic, dorvnte denomind simplesmente Prker, grnte os seus produtos

Leia mais

1.2- CNPJ 1.3- Número de Sócios 1.4- Data da Fundação. 1-10 - Nome do Presidente 1.11-C P F 1.12- RG

1.2- CNPJ 1.3- Número de Sócios 1.4- Data da Fundação. 1-10 - Nome do Presidente 1.11-C P F 1.12- RG 1 - DADOS DO PROPONENTE 1.1- Nome d Entidde 1.2- CNPJ 1.3- Número de Sócios 1.4- Dt d Fundção 1.5- Endereço 20/09/2011 1.6- Município 1.7- CEP 1.8- U F 1.9- Telefone 1-10 - Nome do Presidente 1.11-C P

Leia mais

1º semestre de Engenharia Civil/Mecânica Cálculo 1 Profa Olga (1º sem de 2015) Função Exponencial

1º semestre de Engenharia Civil/Mecânica Cálculo 1 Profa Olga (1º sem de 2015) Função Exponencial º semestre de Engenhri Civil/Mecânic Cálculo Prof Olg (º sem de 05) Função Eponencil Definição: É tod função f: R R d form =, com R >0 e. Eemplos: = ; = ( ) ; = 3 ; = e Gráfico: ) Construir o gráfico d

Leia mais

MRP / MRP II MRP MRP / MRP II 28/04/2009. www.paulorodrigues.pro.br. Material Required Planning (anos 60) Manufacturing Resource Planning (anos 80)

MRP / MRP II MRP MRP / MRP II 28/04/2009. www.paulorodrigues.pro.br. Material Required Planning (anos 60) Manufacturing Resource Planning (anos 80) MSc. Pulo Cesr C. Rodrigues pulo.rodrigues@usc.br www.pulorodrigues.pro.br Mestre em Engenhri de Produção MRP Mteril Required Plnning (nos 60) Mnufcturing Resource Plnning (nos 80) MRP = Mteril Requirement

Leia mais

6.1 Recursos de Curto Prazo ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO. Capital de giro. Capital circulante. Recursos aplicados em ativos circulantes (ativos

6.1 Recursos de Curto Prazo ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO. Capital de giro. Capital circulante. Recursos aplicados em ativos circulantes (ativos ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO 6.1 Recursos de curto przo 6.2 Administrção de disponibiliddes 6.3 Administrção de estoques 6.4 Administrção de conts 6.1 Recursos de Curto Przo Administrção Finnceir e

Leia mais

RESOLUÇÃO CEPRAM Nº 4.327, DE 31 DE OUTUBRO DE 2013

RESOLUÇÃO CEPRAM Nº 4.327, DE 31 DE OUTUBRO DE 2013 RESOLUÇÃO CERA Nº 4.327, DE 31 DE OUTUBRO DE 2013 Salvador, Bahia Terça-feira 3 de Dezembro de 2013 Ano XCVIII N o 21.301 Dispõe sobre as atividades de impacto local de competência dos unicípios, fixa

Leia mais

1. VARIÁVEL ALEATÓRIA 2. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE

1. VARIÁVEL ALEATÓRIA 2. DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADE Vriáveis Aletóris 1. VARIÁVEL ALEATÓRIA Suponhmos um espço mostrl S e que cd ponto mostrl sej triuído um número. Fic, então, definid um função chmd vriável letóri 1, com vlores x i2. Assim, se o espço

Leia mais

3.1. Empreendimentos e Atividades que necessitam do Licenciamento Ambiental. 3.2. EIA-RIMA como Instrumento do licenciamento Ambiental. Exercícios.

3.1. Empreendimentos e Atividades que necessitam do Licenciamento Ambiental. 3.2. EIA-RIMA como Instrumento do licenciamento Ambiental. Exercícios. Módulo 3 3.1. Empreendimentos e Atividades que necessitam do Licenciamento Ambiental. 3.2. EIA-RIMA como Instrumento do licenciamento Ambiental. Exercícios. 3.1 Empreendimentos e Atividades que necessitam

Leia mais

Transporte de solvente através de membranas: estado estacionário

Transporte de solvente através de membranas: estado estacionário Trnsporte de solvente trvés de membrns: estdo estcionário Estudos experimentis mostrm que o fluxo de solvente (águ) em respost pressão hidráulic, em um meio homogêneo e poroso, é nálogo o fluxo difusivo

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA a CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE MEIO AMBIENTE, URBANISMO E PATRIMÔNIO CULTURAL

ESTADO DO MARANHÃO MINISTÉRIO PÚBLICO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA a CENTRO DE APOIO OPERACIONAL DE MEIO AMBIENTE, URBANISMO E PATRIMÔNIO CULTURAL 1 N O T A T É C N I C A N º. 0 0 3 / 2 0 0 7 Análise ds demnds identificds ns udiêncis públics do Plnejmento Estrtégico. Construção de plnejmento. 1 JUSTIFICATIVA Após relizção de seis udiêncis públics

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO. DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turma K)

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO. DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turma K) ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE COMÉRCIO DISCIPLINA: ORGANIZAR E GERIR A EMPRESA (10º Ano Turm K) PLANIFICAÇÃO ANUAL Diretor do Curso Celso Mnuel Lim Docente Celso Mnuel

Leia mais

Uso Racional de Energia Elétrica em Residências e Condomínios

Uso Racional de Energia Elétrica em Residências e Condomínios Uso Rcionl de Energi Elétric em Residêncis e Condomínios Css Verifique s Condições ds Instlções : Dimensionmento; Execução; Mnutenção; Conservção. Css Verifique os Hábitos de consumo : Form pessol de utilizção

Leia mais

Conheça a sua fatura da água!

Conheça a sua fatura da água! Conheç su ftur d águ! Jneiro de 20 FATURA/RECIBO N.º: 27 VALOR 8,7 Euros Município de Reguengos de Monsrz Titulr / Locl Mord ou sítio de leitur/do contdor Loclidde d mord de leitur NIF: Áre NIPC 07 040

Leia mais

BAHIA. SEXTA-FEIRA, 05 de Novembro de 2010 ANO IV N 335

BAHIA. SEXTA-FEIRA, 05 de Novembro de 2010 ANO IV N 335 BAHIA. SEXTA-FEIRA, 05 de Novembro de 2010 ANO IV N 335 Ato Oficial RESOLUÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE LUÍS EDUARDO MAGALHÃES BA, Nº 06, DE 25 DE OUTUBRO DE 2010. Altera o porte de atividades

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEÇÃO. DISCIPLINA: OPERAÇÕES TÉCNICAS DE RECEÇÃO (12º Ano Turma M)

ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEÇÃO. DISCIPLINA: OPERAÇÕES TÉCNICAS DE RECEÇÃO (12º Ano Turma M) ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS TAIPAS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE RECEÇÃO DISCIPLINA: (12º Ano Turm M) PLANIFICAÇÃO ANUAL Diretor do Curso Teres Sous Docente Teres Bstos Ano Letivo 2015/2016 Competêncis

Leia mais

Desvio do comportamento ideal com aumento da concentração de soluto

Desvio do comportamento ideal com aumento da concentração de soluto Soluções reis: tividdes Nenhum solução rel é idel Desvio do comportmento idel com umento d concentrção de soluto O termo tividde ( J ) descreve o comportmento de um solução fstd d condição idel. Descreve

Leia mais

EXPOENTE. Podemos entender a potenciação como uma multiplicação de fatores iguais.

EXPOENTE. Podemos entender a potenciação como uma multiplicação de fatores iguais. EXPOENTE 2 3 = 8 RESULTADO BASE Podeos entender potencição coo u ultiplicção de ftores iguis. A Bse será o ftor que se repetirá O expoente indic qunts vezes bse vi ser ultiplicd por el es. 2 5 = 2. 2.

Leia mais

Manual de Operação e Instalação

Manual de Operação e Instalação Mnul de Operção e Instlção Clh Prshll MEDIDOR DE VAZÃO EM CANAIS ABERTOS Cód: 073AA-025-122M Rev. B Novembro / 2008 S/A. Ru João Serrno, 250 Birro do Limão São Pulo SP CEP 02551-060 Fone: (11) 3488-8999

Leia mais

GUIA DE PREENCHIMENTO

GUIA DE PREENCHIMENTO GUIA DE PREENCHIMENTO RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES POTENCIALMENTE POLUIDORAS E UTILIZADORAS DE RECURSOS AMBIENTAIS (RAPP) EMISSÕES ATMOSFÉRICAS PLANTAÇÃO/VEGETAÇÃO NATIVA IBAMA, 2014 Guia de Preenchimento

Leia mais

Obras de Construção/Alteração/Ampliação, em área não abrangida por operação de loteamento.

Obras de Construção/Alteração/Ampliação, em área não abrangida por operação de loteamento. Câmr Municipl d Amdor Deprtmento de Administrção Urbnísitic U04 LICENCIAMENTO OU COMUNICAÇÃO PRÉVIA DE OBRAS DE EDIFICAÇÃO CONSTRUÇÃO/RECONSTRUÇÃO/AMPLIAÇÃO/ALTERAÇÃO (ASSINALAR O TIPO DE PEDIDO) LICENCIAMENTO

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 MISSÃO DO CURSO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL MISSÃO DO CURSO O Curso Superior de Tecnologi em Automção Industril do Centro Universitário Estácio Rdil de São Pulo tem

Leia mais

Considerando a necessidade de contínua atualização do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores - PROCONVE;

Considerando a necessidade de contínua atualização do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores - PROCONVE; http://www.mm.gov.br/port/conm/res/res97/res22697.html Pge 1 of 5 Resoluções RESOLUÇÃO Nº 226, DE 20 DE AGOSTO DE 1997 O Conselho Ncionl do Meio Ambiente - CONAMA, no uso ds tribuições que lhe são conferids

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 083/2003, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003.

LEI COMPLEMENTAR Nº 083/2003, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. LEI COMPLEMENTAR Nº 083/2003, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2003. INSTITUI A TAXA DE SERVIÇO DE LIMPEZA URBANA, COLETA E DESTINAÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DO MUNICÍPIO DE TANGARÁ DA SERRA-MT E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO PORTUGUESA DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS (CAE REV. 3) ATIVIDADES OU TRABALHOS DE RISCO ELEVADO INTEGRADOS NOS SETORES DE ATIVIDADE

CLASSIFICAÇÃO PORTUGUESA DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS (CAE REV. 3) ATIVIDADES OU TRABALHOS DE RISCO ELEVADO INTEGRADOS NOS SETORES DE ATIVIDADE S OU TRABALHOS DE RISCO ELEVADO (Artigo 79.º da Lei 102/2009, de 10 de Setembro) CLASSIFICAÇÃO PORTUGUESA DAS S ECONÓMICAS GRUPO CLASSE SUBCLASSE SETORES DE 011 0111 0112 0113 0114 0115 0116 0119 012 0121

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC - GAT

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC - GAT XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GAT. 5 Novemro de 9 Recife - PE GRUPO IV GRUPO DE ESTUDO DE ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA CA E CC - GAT PROJETO E

Leia mais

DECRETO Nº 15.682 DE 19 DE NOVEMBRO DE 2014

DECRETO Nº 15.682 DE 19 DE NOVEMBRO DE 2014 DECRETO Nº 15.682 DE 19 DE NOVEBRO DE 2014 ltera o Regulamento da Lei nº 10.431, de 20 de dezembro de 2006 e da Lei nº 11.612, de 08 de outubro de 2009, aprovado pelo Decreto nº 14.024, de 06 de junho

Leia mais

Edital de Processo Seletivo Nº 21/2015

Edital de Processo Seletivo Nº 21/2015 Editl de Processo Seletivo Nº 21/2015 O SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL ADMINISTRAÇÃO REGIONAL NO ESTADO DO PIAUÍ, SENAC-PI, no uso de sus tribuições regimentis, torn público que estão berts

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO SUBSTITUTIVO DO RELATOR AO PROJETO DE LEI Nº 4.490, DE 1.994

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO SUBSTITUTIVO DO RELATOR AO PROJETO DE LEI Nº 4.490, DE 1.994 COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO SUBSTITUTIVO DO RELATOR AO PROJETO DE LEI Nº 4.490, DE 1.994 Altera os arts. 1º, 8º e 9º da Lei nº 5.197, de 3 de janeiro de 1967, que dispõe sobre a proteção

Leia mais

07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE

07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE 07 AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO DE SEMENTES NA QUALIDADE FISIOLOGICA DA SEMENTE E A EFICIENCIA NO CONTROLE DE PRAGAS INICIAIS NA CULTURA DA SOJA Objetivo Este trblho tem como objetivo vlir o efeito

Leia mais

GUIA DE PREENCHIMENTO

GUIA DE PREENCHIMENTO GUIA DE PREENCHIMENTO RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES POTENCIALMENTE POLUIDORAS E UTILIZADORAS DE RECURSOS AMBIENTAIS (RAPP) CERTIFICADOS AMBIENTAIS VERSÃO 2 IBAMA JANEIRO, 2015 Certificados ambientais 2

Leia mais

Formulário de Resíduos Sólidos

Formulário de Resíduos Sólidos Quem deve preencher este formulário? Geradores de resíduos sólidos, perigosos ou não, que realizem atividades relacionadas no Anexo I da Instrução Normativa Ibama nº 13/12, disponível no link abaixo (também

Leia mais

Rolamentos com uma fileira de esferas de contato oblíquo

Rolamentos com uma fileira de esferas de contato oblíquo Rolmentos com um fileir de esfers de contto oblíquo Rolmentos com um fileir de esfers de contto oblíquo 232 Definições e ptidões 232 Séries 233 Vrintes 233 Tolerâncis e jogos 234 Elementos de cálculo 236

Leia mais

Oportunidade de Negócio: OFICINA DE CONVERSÃO - GNV

Oportunidade de Negócio: OFICINA DE CONVERSÃO - GNV Oportunidde de Negócio: OFICINA DE CONVERSÃO - GNV Mio/2007 1 OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO FICHA BÁSICA SEGMENTO: Prestção de Serviço Conversão de motores utomotivos (GNV) DESCRIÇÃO: Oficin pr montgem de Kit

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2015. Etec Profª Ermelinda Giannini Teixeira

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2015. Etec Profª Ermelinda Giannini Teixeira Coorden http://www.etecermelind.com.br/etec/sis/ptd_tec_6.php 1 de 5 18/09/2015 12:45 Unidde de Ensino Médio e Técnico Cetec Ensino Técnico Integrdo o Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL Plno de Trblho Docente

Leia mais

a a 3,88965 $140 7 9% 7 $187 7 9% a 5, 03295

a a 3,88965 $140 7 9% 7 $187 7 9% a 5, 03295 Anuiddes equivlentes: $480 + $113 + $149 5 9% 5 VPL A (1, 09) $56, 37 A 5 9% 3,88965 5 9% 5 9% AE = = = = $14, 49 = 3,88965 AE B $140 $620 + $120 + 7 9% 7 VPL B (1, 09) $60, 54 = = = 5, 03295 7 9% 7 9%

Leia mais

Internação WEB BR Distribuidora v20130701.docx. Manual de Internação

Internação WEB BR Distribuidora v20130701.docx. Manual de Internação Mnul de Internção ÍNDICE CARO CREDENCIADO, LEIA COM ATENÇÃO.... 3 FATURAMENTO... 3 PROBLEMAS DE CADASTRO... 3 PENDÊNCIA DO ATENDIMENTO... 3 ACESSANDO O MEDLINK WEB... 4 ADMINISTRAÇÃO DE USUÁRIOS... 5 CRIANDO

Leia mais

LEI Nº 2.778, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2013. Publicada no Diário Oficial nº 4.010

LEI Nº 2.778, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2013. Publicada no Diário Oficial nº 4.010 LEI Nº 2.778, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2013. Publicada no Diário Oficial nº 4.010 Institui o Cadastro Técnico Estadual de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos Ambientais - CTE e

Leia mais

ANEXO II (REVOGADO PELA INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA N. 6, DE 15.03.13)

ANEXO II (REVOGADO PELA INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA N. 6, DE 15.03.13) ANEXO II (REVOGADO PELA INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA N. 6, DE 15.03.13) TABELA DE ATIVIDADES POTENCIALMENTE POLUIDORAS OU UTILIZADORAS DE RECURSOS NATURAIS COD CATEGORIA DESCRICAO GRAU TAXA 1-1 Extração e

Leia mais

RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA DA FASE 1 DO VESTIBULAR DA UFBA/UFRB-2007 POR PROFA. MARIA ANTÔNIA CONCEIÇÃO GOUVEIA

RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA DA FASE 1 DO VESTIBULAR DA UFBA/UFRB-2007 POR PROFA. MARIA ANTÔNIA CONCEIÇÃO GOUVEIA RESOLUÇÃO DA PROVA DE MATEMÁTICA DA FASE DO VESTIBULAR DA UFBA/UFRB-7 POR PROFA. MARIA ANTÔNIA CONCEIÇÃO GOUVEIA Questão Sore números reis, é correto firmr: () Se é o mior número de três lgrismos divisível

Leia mais

Oferta n.º 1260. Praça do Doutor José Vieira de Carvalho 4474-006 Maia Tel. 229 408 600 Fax 229 412 047 educacao@cm-maia.pt www.cm-maia.

Oferta n.º 1260. Praça do Doutor José Vieira de Carvalho 4474-006 Maia Tel. 229 408 600 Fax 229 412 047 educacao@cm-maia.pt www.cm-maia. Procedimento de seleção pr recrutmento de Técnicos no âmbito do Progrm de Atividdes de Enriquecimento Curriculr do 1.º Ciclo de Ensino Básico Inglês Ofert n.º 1260 A Câmr Municipl Mi procede à bertur do

Leia mais

LFS - Canaletas de PVC UFS - Caixas de Tomada para Piso

LFS - Canaletas de PVC UFS - Caixas de Tomada para Piso Ctálogo LFS - UFS LFS - Cnlets de PVC UFS - Cixs de Tomd pr Piso fique conectdo. pense oo. Linh LFS Cnlets de PVC Com lto pdrão estético, s cnlets OBO vlorizm o miente, lém de oferecerem possiilidde de

Leia mais

PREÇÁRIO Informação de Produtos e Serviços Aviso nº 1/95 do Banco de Portugal

PREÇÁRIO Informação de Produtos e Serviços Aviso nº 1/95 do Banco de Portugal 01-08-09 / Pág. 1/12 CRÉDITO PESSOAL CRÉDITO NO PONTO DE VENDA - PARTICULARES Crédito Lr Txs Representtivs Tx Preferencil Tx Nominl Nominl 7,500% 29,500% 18,3% CRÉDITO NO PONTO DE VENDA - EMPRESAS Crédito

Leia mais

BELO HORIZONTE: Délio Malheiros Secretário Municipal de Meio Ambiente Presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente

BELO HORIZONTE: Délio Malheiros Secretário Municipal de Meio Ambiente Presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente PAINEL: Licenciamento Ambiental no município de Belo Horizonte BELO HORIZONTE: Délio Malheiros Secretário Municipal de Meio Ambiente Presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente Organograma da Prefeitura

Leia mais

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL

EXEMPLAR DE ASSINANTE DA IMPRENSA NACIONAL ISSN 1677-7042 Ano CXLV 243 Brsíli - DF, segund-feir, 15 de dezembro de 2008. Sumário PÁGINA Atos do Poder Judiciário... 1 Atos do Poder Executivo... 1 Presidênci d Repúblic... 104 Ministério d Agricultur,

Leia mais

Influência da Remoção dos Extrativos de Resíduos de Madeiras no Seu Poder Calorífico

Influência da Remoção dos Extrativos de Resíduos de Madeiras no Seu Poder Calorífico Influênci d Remoção dos Extrtivos de Resíduos de Mdeirs no Seu Poder Clorífico T. Rossi, L. F. de Mour, P. R. Torquto c, J. O. Brito d. University of São Pulo, Pircic, ticine@usp.r. University of São Pulo,

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS Gabinete Civil da Governadoria Superintendência de Legislação.

GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS Gabinete Civil da Governadoria Superintendência de Legislação. GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS Gabinete Civil da Governadoria Superintendência de Legislação. LEI N º 14.384, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2002. Institui o Cadastro Técnico Estadual de Atividades Potencialmente Poluidoras

Leia mais

A Assembléia Legislativa do Estado do Paraná

A Assembléia Legislativa do Estado do Paraná LEI Nº 12493-22/01/1999 Publicado no Diário Oficial Nº 5430 de 05/02/1999. Estabelece princípios, procedimentos, normas e critérios referentes a geração, acondicionamento, armazenamento, coleta, transporte,

Leia mais

I-082 - ÍNDICES PARA O CÁLCULO SIMPLIFICADO DE CARGAS ORGÂNICA E INORGÂNICA PRESENTES EM EFLUENTES LÍQUIDOS INDUSTRIAIS

I-082 - ÍNDICES PARA O CÁLCULO SIMPLIFICADO DE CARGAS ORGÂNICA E INORGÂNICA PRESENTES EM EFLUENTES LÍQUIDOS INDUSTRIAIS I-082 - ÍNDICES PARA O CÁLCULO SIMPLIFICADO DE CARGAS ORGÂNICA E INORGÂNICA PRESENTES EM EFLUENTES LÍQUIDOS INDUSTRIAIS Mariza Wagner Espinoza (1) Engenheira Química, formada pela Pontifícia Universidade

Leia mais

Manual do Licenciamento Ambiental

Manual do Licenciamento Ambiental Manual do Licenciamento Ambiental Novo Sistema de Licenciamento do Município do Salvador Com base no Decreto Municipal Nº. 19.778, de 21 de julho de 2009 e no Projeto de Lei da Política Municipal do Meio

Leia mais

PLANO SÃO FRANCISCO COMPONENTES DO PLANO

PLANO SÃO FRANCISCO COMPONENTES DO PLANO PLANO SÃO FRANCISCO COMPONENTES DO PLANO REVITALIZAÇÃO NAVEGAÇÃO COMPETITIVA NO NO MÉDIO CURSO IRRIGAÇÃO COM TECNOLOGIA MODERNA INTEGRAÇÃO DO DO SÃO SÃO FRANCISCO COM RIOS INTERMITENTES REFORÇO HÍDRICO

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA ILUMINAÇÃO TÉCNICA FÁBRICAS DE CULTURA

TERMO DE REFERÊNCIA ILUMINAÇÃO TÉCNICA FÁBRICAS DE CULTURA TERMO DE REFERÊNCIA ILUMINAÇÃO TÉCNICA FÁBRICAS DE CULTURA CAPÃO REDONDO Ru Lubvitch, 64 01123010 Bom Retiro São Pulo SP Tel/Fx: 11 3361 4976 www.poiesis.org.br TRIluminção Técnic ArenCPR ÍNDICE DO TERMO

Leia mais

Participação dos Setores Socioeconômicos nas Emissões Totais do Setor Energia

Participação dos Setores Socioeconômicos nas Emissões Totais do Setor Energia INVENTÁRIO DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA DO ESTADO DE MINAS GERAIS ANO BASE 2005 O Governo do Estado, por meio da Fundação Estadual de Meio Ambiente FEAM, entidade da Secretaria Estadual de Meio

Leia mais

NR 5 - COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES. Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07/78

NR 5 - COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES. Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07/78 NR 5 - COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES Publicção D.O.U. Portri GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07/78 Alterções/Atulizções D.O.U. Portri SSMT n.º 33, de 27de outubro de 1983 31/10/83

Leia mais

COPROCESSAMENTO SOLUÇÃO SEGURA E DEFINITIVA PARA A DESTINAÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS

COPROCESSAMENTO SOLUÇÃO SEGURA E DEFINITIVA PARA A DESTINAÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS COPROCESSAMENTO SOLUÇÃO SEGURA E DEFINITIVA PARA A DESTINAÇÃO FINAL AMBIENTALMENTE ADEQUADA DE RESÍDUOS COPROCESSAMENTO: PROCESSO DE RECICLAGEM Processo de valorização de resíduos, que consiste no reaproveitamento/reciclagem

Leia mais

Cartilha Explicativa. Segurança para quem você ama.

Cartilha Explicativa. Segurança para quem você ama. Crtilh Explictiv Segurnç pr quem você m. Bem-vindo, novo prticipnte! É com stisfção que recebemos su desão o Fmíli Previdênci, plno desenhdo pr oferecer um complementção de posentdori num modelo moderno

Leia mais

EMPRESA 1) DADOS CADASTRAIS ATIVIDADE: COMÉRCIO ATACADISTA DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS, ADUBOS, FERTILIZANTES E CORRETIVOS DO SOLO

EMPRESA 1) DADOS CADASTRAIS ATIVIDADE: COMÉRCIO ATACADISTA DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS, ADUBOS, FERTILIZANTES E CORRETIVOS DO SOLO EMPRESA 1) ATIVIDADE: COMÉRCIO ATACADISTA DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS, ADUBOS, FERTILIZANTES E CORRETIVOS DO SOLO ENDEREÇO: RUA RIO GRANDE DO SUL, 1200, CENTRO, IVAIPORÃ- PR NUMERO DE FUNCIONÁRIOS: 6 AREA

Leia mais

NORMA REGULAMENTADORA NÚMERO 5 COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES

NORMA REGULAMENTADORA NÚMERO 5 COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES NORMA REGULAMENTADORA NÚMERO 5 COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO OBJETIVO 5.1 A Comissão Intern de Prevenção de Acidentes CIPA - tem como objetivo prevenção de cidentes e doençs decorrentes

Leia mais

http://servicos.ibama.gov.br/ctf/manual/html/010401.htm

http://servicos.ibama.gov.br/ctf/manual/html/010401.htm Página 1 de Manual do Sistema - Serviços On-Line - IBAMA Tabela de Atividades Fechar Tabela COD CATEGORIA DESCRICAO GRAU TAXA 0-2 Administradora de Projetos Florestais administradora de projetos de florestamento/reflorestamento

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei: O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 5438, DE 17 DE ABRIL DE 2009 Institui o cadastro

Leia mais

Operadores momento e energia e o Princípio da Incerteza

Operadores momento e energia e o Princípio da Incerteza Operdores momento e energi e o Princípio d Incertez A U L A 5 Mets d ul Definir os operdores quânticos do momento liner e d energi e enuncir o Princípio d Incertez de Heisenberg. objetivos clculr grndezs

Leia mais

PROGRAMA SENAC DE GRATUIDADE - PSG 1º EDITAL DE PROCESSO SELETIVO SENAC/AL

PROGRAMA SENAC DE GRATUIDADE - PSG 1º EDITAL DE PROCESSO SELETIVO SENAC/AL PROGRAMA SENAC DE GRATUIDADE - PSG 1º EDITAL DE PROCESSO SELETIVO SENAC/AL 1. DO PROGRAMA 1.1. O PSG destin-se pessos de bix rend cuj rend fmilir mensl per cpit não ultrpsse 2 slários mínimos federis,

Leia mais

Regulamentos sobre Emissões da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA)

Regulamentos sobre Emissões da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) Origdo por ter dquirido um dos melhores motores de pop disponíveis no mercdo. Você fez um excelente investimento no lzer mrítimo. Seu motor de pop foi fricdo pel Mercury Mrine, líder mundil em tecnologi

Leia mais

Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra

Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra Serviços de Acção Socil d Universidde de Coimbr Serviço de Pessol e Recursos Humnos O que é o bono de fmíli pr crinçs e jovens? É um poio em dinheiro, pgo menslmente, pr judr s fmílis no sustento e n educção

Leia mais

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL

LEGISLAÇÃO AMBIENTAL AMBIENTAL SNUC - Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Lei n 9.985, de 18 de julho de 2004) O Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) é o conjunto de diretrizes e procedimentos oficiais

Leia mais

Código LER Descrição (os mais utilizados estão sublinhados) Resíduos de minas 01 01 01 Resíduos metálicos 01 01 02 Resíduos não metálicos 01 03 06 Rejeitados de minério 01 03 08 Poeiras e pós de extracção

Leia mais

Pacto pela Saúde 2010/2011 Valores absolutos Dados preliminares Notas Técnicas

Pacto pela Saúde 2010/2011 Valores absolutos Dados preliminares Notas Técnicas Pcto pel Súde 2010/ Vlores bsolutos Ddos preliminres Nots Técnics Estão disponíveis, nests págins, os vlores utilizdos pr o cálculos dos indicdores do Pcto pel Súde 2010/, estbelecidos prtir d Portri 2.669,

Leia mais

Dados gerais referentes às empresas do setor industrial, por grupo de atividades - 2005

Dados gerais referentes às empresas do setor industrial, por grupo de atividades - 2005 Total... 147 358 6 443 364 1 255 903 923 1 233 256 750 157 359 927 105 804 733 1 192 717 909 681 401 937 511 315 972 C Indústrias extrativas... 3 019 126 018 38 315 470 32 463 760 4 145 236 2 657 977 35

Leia mais

os corpos? Contato direto F/L 2 Gravitacional, centrífuga ou eletromagnética F/L 3

os corpos? Contato direto F/L 2 Gravitacional, centrífuga ou eletromagnética F/L 3 Universidde Federl de Algos Centro de Tecnologi Curso de Engenri Civil Disciplin: Mecânic dos Sólidos 1 Código: ECIV018 Professor: Edurdo Nobre Lges Forçs Distribuíds: Centro de Grvidde, Centro de Mss

Leia mais

O Prefeito Municipal de Ribas do Rio Pardo, Estado de Mato Grosso do Sul, faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele sanciona a Seguinte Lei.

O Prefeito Municipal de Ribas do Rio Pardo, Estado de Mato Grosso do Sul, faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele sanciona a Seguinte Lei. LEI MUNICIPAL Nº. 947/2010 Institui a Política Municipal de Meio Ambiente, cria o Conselho e Fundo Municipal de Meio Ambiente e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Ribas do Rio Pardo, Estado

Leia mais

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE MINISTRO ANDREAZZA Lei de Criação 372 13/02/92

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE MINISTRO ANDREAZZA Lei de Criação 372 13/02/92 PROGRAMA FINALÍSTICO PROGRAMA FINALÍSTICO PROGRAMA : 15 Mnutenção e Revitlizção do Ensino Infntil FUNDEB 40% 1. Problem: O município possui pens dus escol que oferece ensino infntil e não tende tod demnd.

Leia mais

ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO AULA 1. CIV 247 OBRAS DE TERRA Prof. Romero César Gomes

ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO AULA 1. CIV 247 OBRAS DE TERRA Prof. Romero César Gomes ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO AULA 1 CIV 47 OBRAS DE TERRA Prof. Romero Césr Gomes 1.1 Introdução. 1. Tipos de Estruturs de Contenção. 1.3 Empuxos de Terr. Aul 1 Introdução São estruturs projetds pr resistir

Leia mais

COLÉGIO MILITAR DE BELO HORIZONTE CONCURSO DE ADMISSÃO 2006 / 2007 PROVA DE MATEMÁTICA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO

COLÉGIO MILITAR DE BELO HORIZONTE CONCURSO DE ADMISSÃO 2006 / 2007 PROVA DE MATEMÁTICA 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO COLÉGIO MILITA DE BELO HOIZONTE CONCUSO DE ADMISSÃO 6 / 7 POVA DE MATEMÁTICA 1ª SÉIE DO ENSINO MÉDIO CONFEÊNCIA: Chefe d Sucomissão de Mtemátic Chefe d COC Dir Ens CPO / CMBH CONCUSO DE ADMISSÃO À 1ª SÉIE

Leia mais

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE MINISTRO ANDREAZZA Lei de Criação 372 13/02/92 PROGRAMA FINALÍSTICO

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE MINISTRO ANDREAZZA Lei de Criação 372 13/02/92 PROGRAMA FINALÍSTICO PROGRAMA FINALÍSTICO PROGRAMA: 022 - Progrm Súde d Fmíli 1. Problem: Alto índice de pcientes que visitm unidde Mist de Súde pr trtr de problems que poderim ser resolvidos com visit do médico em su cs.

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos http://www.plnlto.gov.br/ccivil_03/eis/cp/cp139.htm Pge 1 sur 22 Presidênci d Repúblic Cs Civil Subchefi pr Assuntos Jurídicos EI COMPEMENTAR Nº139, DE 10 DE NOVEMBRO DE 2011 Mensgem de veto Vigênci Alter

Leia mais

Por que a mineração é importante na sua vida e no seu dia-a-dia

Por que a mineração é importante na sua vida e no seu dia-a-dia Por que a mineração é importante na sua vida e no seu dia-a-dia A importância da mineração nos dias de hoje A qualidade de vida é tema cada vez mais discutido atualmente. Quem viaja quer contar com rodovias

Leia mais

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N O, DE 2011

PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N O, DE 2011 PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N O, DE 2011 (Do Sr. Neri Geller) Susta os efeitos dos dispositivos que cita do Decreto 6.514, de 22 de julho de 2008, o qual dispõe sobre as infrações e sanções administrativas

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Técnico Código: ETEC ANHANQUERA Município: Sntn de Prníb Áre de Conhecimento: : Proteção e Prevenção Componente Curriculr: LNR Legislção e Norms Regulmentodors

Leia mais

1 As grandezas A, B e C são tais que A é diretamente proporcional a B e inversamente proporcional a C.

1 As grandezas A, B e C são tais que A é diretamente proporcional a B e inversamente proporcional a C. As grndezs A, B e C são tis que A é diretmente proporcionl B e inversmente proporcionl C. Qundo B = 00 e C = 4 tem-se A = 5. Qul será o vlor de A qundo tivermos B = 0 e C = 5? B AC Temos, pelo enuncido,

Leia mais

CAPÍULO 2 IMPACTOS AMBIENTAIS

CAPÍULO 2 IMPACTOS AMBIENTAIS CAPÍULO 2 IMPACTOS AMBIENTAIS Sabemos que prevenção é o melhor remédio... Mas para prevenir é preciso avaliar, e nesse caso é importante estudar s efeits das ações humanas. Mas afinal, o que são impactos

Leia mais