REA2013: O Ambiente em Portugal 5 de junho de Dia Mundial do Ambiente

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1 REA2013: O Ambiente em Portugal 5 de junho de Dia Mundial do Ambiente

2 Índice O que é o REA? As políticas de ambiente em Portugal Desempenho ambiental - alguns indicadores Grandes tendências

3 O que é o REA? O REA monitoriza há 26 anos o estado do Ambiente em Portugal. Os REA foram assumindo diferentes formatos. O REA 1998 foi o primeiro com indicadores. Nesse ano, o REA passou a centrar-se num referencial ambiental e de sustentabilidade.

4 Monitorização do estado do ambiente na Europa 1995 Sofia, 1st Dobris Assessment 1995 EEA first 5-year SOER 1998 Luzerne, 2nd Assessment 1999 EEA SOER Turn of the Century 2003 Kiev, 3rd Assessment 2005 State & Outlook Report 2007 Belgrade, 4th Assessment 2010 SOER

5 EUROPA e MUNDO PORTUGAL Marcos de Políticas de Ambiente Portugal e Global Década 70 Comissão Nacional do Ambiente (CNA) 1º Relatório Nacional sobre os Problemas Relativos ao Ambiente Conselho Nacional da Água (CNA) Década 80 Lei de Bases do Ambiente (LBA) 1º Relatório do Estado do Ambiente (REA) Criação da Reserva Ecológica Nacional (REN) e da Reserva Agrícola Nacional (RAN) Década 90 Ministério do Ambiente e dos Recursos Naturais (MARN) Criação do Grupo AdP Eliminação das lixeiras Convenção de Albufeira Década 2000 Lei da Água Milagre Português em matéria de água e saneamento PNPOT PNAC e Energias Renováveis Rede Natura 2000 Fluxos específicos resíduos Década 2010 ENAAC/RNBC Nova Lei de Bases do Ambiente Lei de Bases Gerais da Política Pública de Solos, de Ordenamento do Território e de Urbanismo SIR-Sistema de Indústria Responsável Novo Regime AIA PERSU2020 e PENSAAR2020 Estratégia Nacional para o Mar2020 Coligação para o Crescimento Verde Década 70 Conferência de Estocolmo sobre o Ambiente Humano (ONU) Criação do PNUA (ONU) 1º Programa Comunitário em Matéria de Ambiente Década 80 Ano Europeu do Ambiente Relatório Brundtland: O nosso futuro comum Protocolo de Montreal sobre as Substâncias que Empobrecem a Camada de Ozono Década 90 Conferência do Rio sobre Ambiente e Desenvolvimento Protocolo de Quioto EU assume liderança global em matéria ambiental e de DS Década 2000 Diretiva Quadro da Água Pacote Energia Clima Diretiva das Renováveis Políticas ambientais em países emergentes Década 2010 Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio + 20) 7º Programa de Ação EU em Matéria de Ambiente Programa Europeu de monitorização da Terra (GMES) 5º Relatório do Painel Intergovernamental das Nações Unidas (IPCC)

6 Lei de Bases do Ambiente 2014 Mais sucinta: 24 artigos Atualização de temas: alterações climáticas, sustentabilidade, fiscalidade verde, pegada ecológica, biodiversidade e serviços dos ecossistemas. Renovação de Princípios: desenvolvimento sustentável; responsabilidade intra e intergeracional; precaução; poluidor-pagador; utilizador-pagador Continua a prever a elaboração anual do REA 6

7 Relatório do Estado do Ambiente 2013 (REA 2013) Contexto macroeconómico e social e dois cenários de enquadramento para a Economia Portuguesa no horizonte indicadores divididos por sete áreas temáticas: Energia e Transportes Ar e Clima Água Solo e Biodiversidade Resíduos Riscos Gestão Ambiental e Inovação ESTRUTURA DO REA 2013

8 REA 2013: Enquadramento macroeconómico e social Fontes: INE (2012; 2013a; 2013d; 2014); Eurostat (2014) PORTUGAL UE-27 INDICADORES ECONÓMICOS PIB per capita em ppc (Índice UE-27=100) Dívida Pública (% do PIB) 53,8 124,1 61,1 85,3 Produtividade horária do trabalho em ppc (Índice UE-27=100) 61,7 64,3 p Taxa de emprego na população dos 20 aos 64 anos (%) 73,9 66,5 66,9 68,5 Despesa em I&D (% do PIB) 0,77 1,5 p 1,87 2,06 e e Valor estimado p Valor provisório

9 REA 2013: Enquadramento macroeconómico e social Fontes: INE (2012; 2013a; 2013d;2014); Eurostat (2014) PORTUGAL UE-27 INDICADORES SOCIAIS Mortalidade infantil (n.º de mortes por nascimentos) 5,0 3,4 5,7 3,8 Índice de dependência de idosos (%) 24,2 28,8 23,5 26,8 Taxa de desemprego (% da população ativa) 4,6 15,9 8,6 10,5 Desigualdade na distribuição dos rendimentos (S80/S20) (a) 6,5 5,8 População em risco de pobreza (% da população total) (b) 20 17,9 População jovem (entre os anos) que completou pelo menos o ensino secundário (%) 4,5 (UE-25) 16 (UE-25) 5,1 e 16,9 e 44,4 67,5 76,6 80,2 (a) Rácio entre a proporção do rendimento total recebido pelos 20% da população com maiores rendimentos e a parte do rendimento auferido pelos 20% de menores rendimentos. (b) Percentagem de indivíduos na população cujo rendimento por adulto equivalente é inferior a 60% da mediana do rendimento por adulto equivalente, após as transferências sociais.

10 Kg CO 2 eq. por euros de PIB a preços de 2005 Kg de equivalente de petróleo por 1000 EUR Intensidades Energética e Carbónica da Economia Portugal EU-28 Intensidade Energética da Economia Fonte: Eurostat, ,7 Intensidade Carbónica da Economia 0,6 0,5 0,4 0,3 UE-27 Portugal Fonte: PIB Eurostat, 2013; GEE APA e AEA, ,

11 % do consumo bruto de energia elétrica produzida a partir de FER % Energias renováveis Metas Portugal UE-28 % das energias renováveis no consumo final de energia Fonte: Eurostat, Eletricidade produzida a partir de fontes de energia renováveis Fonte: Eurostat, Portugal 27,5 27,7 29,3 32,3 34,1 37,6 40,7 45,9 47,6 UE-28 14,3 14,8 15,4 16, ,7 21,7 23,5

12 Índice (1990=100) Emissões de Gases com Efeito de Estufa Portugal Fonte: Eurostat, 2014; APA 2014; EEA 2014 UE-28 Metas pós Quioto Luxemburgo Estónia Irlanda Rep. Checa Alemanha Holanda Finlandia Chipre Belgica Polónia Grécia Áustria Dinamarca Eslovénia Reino Unido EU28 Bulgária Eslováquia Italia Malta França Espanha Lituânia Portugal Hungria Croacia Suécia Roménia Letónia t CO 2 e por habitante

13 Índice da Qualidade do Ar Funchal (a)* 2012 Açores Faro/Olhão (a) Albufeira/Loulé (a) Algarve Alentejo Interior Alentejo Litoral Península de Setúbal/Alcácer do Sal Setúbal (a) Área Metropolitana de Lisboa Sul (a) Área Metropolitana de Lisboa Norte (a) Vale do Tejo e Oeste Coimbra (a) Centro Litoral Aveiro/Ílhavo (a) Centro Interior Zona de Influência de Estarreja Porto Litoral (a) Vale do Sousa (a) Vale do Ave (a) Braga (a) Norte Interior Norte Litoral muito bom bom médio fraco mau N.º dias Nota: (*) zonas e aglomerações para as quais não se obteve informação suficiente para fazer a avaliação da qualidade do ar. Fonte: CCDR Norte, CCDR Centro, CCDR Lisboa e Vale do Tejo, CCDR Alentejo, CCDR Algarve, DRA Açores, 2013

14 Ultrapassagens (N.º de dias) e Estações (N.º) Poluição atmosférica Poluição por partículas inaláveis Episódios de poluição por ozono troposférico Concentração média anual µg/m Portugal UE-28 Fonte: Eurostat, 2014 Ultrapassagens ao limiar de informação ao público Estações de monitorização do ozono Nota: Os dados apresentados dizem respeito à concentração de partículas PM 10 medidas nas estações urbanas de fundo em aglomerações. Fonte: APA, CCDR Norte, CCDR Centro, CCDR Lisboa e Vale do Tejo, CCDR Alentejo, CCDR Algarve, DRA Açores, 2013

15 Águas balneares costeiras e de transição (%) % Água segura Qualidade da água Qualidade da água para consumo humano Fonte: ERSAR, 2013 Qualidade das águas balneares em zonas costeiras Sem classificação Má Aceitável Boa Excelente Não Conforme Conforme Avaliação obtida pela aplicação dos critérios da Diretiva 2006/7/CE Avaliação obtida pela aplicação dos critérios da Diretiva 76/160/CE Fonte: APA, 2013

16 (p) (p) Consumo Interno de Materiais (CIM) e Produtividade de Recursos CIM per capita (t por habitante) 1,8 1,6 1,4 1,2 1 0,8 0,6 0,4 0,2 0 Produtividade de Recursos (PIB a preços de 2005/CIM) (Euros/Kg) UE27 Portugal UE27 Portugal Fonte: INE, 2014

17 kg/hab/ano Resíduos Urbanos Produção de resíduos urbanos * 2005* 2006* Portugal UE * UE-27 Fonte: Eurostat, 2014 Valorização orgânica 15,7% Valorização multimaterial 12,5% Gestão de resíduos urbanos Aterro 53,6% Valorização energética 18,2% Fonte: APA, 2013

18 Fonte: ICNF, 2013 Sistema Nacional de Áreas Classificadas Rede Natura 2000: Sítios de Importância Comunitária (SIC) e Zonas de Proteção Especial (ZPE), em junho de 2012

19 Área ardida (ha) Ocorrências (n.º) Incêndios florestais Área ardida Ocorrências Fonte: ICNF, 2013

20 % das recietas dos impostos Impostos com relevância ambiental Peso dos impostos com relevância ambiental no total das receitas de impostos e contribuições sociais Portugal 9,48 9,83 9,4 8,9 8,61 7,8 8,12 7,92 7,1 6,73 EU-27 6,73 6,66 6,46 6,22 6,03 5,89 6,18 6,16 6,11 6,05 França Bélgica Espanha Alemanha Noruega Suécia Islândia Áustria União Europeia Lituânia Luxemburgo Eslováquia Hungria República Checa Portugal Roménia Itália Finlândia Reino Unido Cipre Polónia Dinamarca Grécia Estónia Letónia Irlanda Malta Croácia Holanda Bulgária Eslovénia Fonte: Eurostat, 2014

21 Estado do Ambiente 2013: síntese PONTOS FORTES Qualidade da água para consumo humano e qualidade das águas balneares Renováveis Emissão de gases com efeito de estufa PONTOS FRACOS Dependência energética Percentagem de resíduos depositados em aterro Incêndios florestais

22 Grandes tendências

23 Tendências Globais - Agência Europeia do Ambiente 1. Aumento das divergências globais nas tendências populacionais 2. Vivendo num mundo urbano 3. Peso das doenças e risco de novas pandemias 4. Aceleração da mudança tecnológica: corrida para o desconhecido 5. Crescimento económico contínuo? 6. De um mundo unipolar para um mundo multipolar 7. Intensificação da concorrência global pelos recursos 8. Pressão crescente sobre os ecossistemas 9. Consequências cada vez mais graves das alterações climáticas 10. Aumento da carga de poluição ambiental 11. De governo para governação Nota: tradução APA

24 O Relatório do Estado do Ambiente 2014 Publicado até ao final deste ano; Antecederá a publicação do Relatório do Estado do Ambiente Europeu - SOER 2015, prevista para o início de 2015; Serão atualizados os cenários de enquadramento para a Economia Portuguesa no horizonte 2050; Incluirá um capítulo que explore o impacte no ambiente em Portugal de algumas das tendências pesadas globais identificadas pela Agência Europeia do Ambiente; O REA será cada vez mais uma análise integrada da informação ambiental, estabelecendo relações entre os vários temas relevantes

25 Contribuíram para o REA 2013 CCDR COMISSÃO DE COORDENAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL (NORTE; CENTRO; LVT; ALENTEJO E ALGARVE) DRA AÇORES DIREÇÃO REGIONAL DO AMBIENTE AÇORES DRA MADEIRA DIREÇÃO REGIONAL DO AMBIENTE MADEIRA DGADR DIREÇÃO-GERAL DE AGRICULTURA E DESENVOLVIMENTO RURAL DGAV DIREÇÃO-GERAL DE ALIMENTAÇÃO E VETERINÁRIA DGEG DIREÇÃO-GERAL DE ENERGIA E GEOLOGIA DGRM DIREÇÃO-GERAL DE RECURSOS NATURAIS, SEGURANÇA E SERVIÇOS MARÍTIMOS ERSAR ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS DE ÁGUAS E RESÍDUOS GPP GABINETE DE PLANEAMENTO E POLÍTICAS ICNF INSTITUTO DA CONSERVAÇÃO DA NATUREZA E DAS FLORESTAS INPI INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL INE INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICA IPAC INSTITUTO PORTUGUÊS DE ACREDITAÇÃO IPMA INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E DA ATMOSFERA COORDENAÇÃO E REDAÇÃO: APA AGÊNCIA PORTUGUESA DO AMBIENTE

26 REA2013: O Ambiente em Portugal 5 de junho de Dia Mundial do Ambiente

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