Carta de princípios. O CONSED, por meio dessa carta de princípios propõe:

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1 Carta de princípios O CONSED, por meio dessa carta de princípios propõe: Um Novo Modelo de Ensino Médio a ser adotado por todas os sistemas de ensino e que considera trajetórias flexíveis na formação do estudante envolvendo opções de aprofundamento e formação das áreas de conhecimento bem como educação técnica profissional; Que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Ensino Médio seja elaborada a partir do Desenho do Novo Modelo indicando as competências e os objetivos de aprendizagem por área de conhecimento. Que as competências e objetivos de aprendizagem da BNCC do Ensino Médio devem ocupar no máximo 1600hs (mil e seiscentas horas) da carga horária total destinada à formação no ensino médio. O restante do currículo deve ser preenchido por opções de aprofundamento e formação, considerando as quatro áreas de conhecimento e a opção de formação técnica profissional. Que as competências e os objetivos de aprendizagem da BNCC do EM não devem estar seriados, apenas apresentados de forma a deixar clara a progressão dos mesmos. Que seja construída, no prazo de 2 anos após a aprovação da bncc, uma Referência para a Flexibilização das opções de aprofundamento e formação nas áreas acadêmicas, em parceria entre CONSED e MEC, que deve ser considerada pelos sistemas de ensino NA flexibilização de seus currículos. Essa Referência para a Flexibilização deve contemplar as competências e objetivos de aprendizagem por ênfase acadêmica. O ENEM deve ser revisado em consequência da publicação da BNCC de tal forma que não inviabilize a proposta do Novo Modelo de Ensino Médio.

2 Que a segunda versão do documento da BNCC a ser apresentada pelo Ministério da Educação já considere esses princípios destacados anteriormente na sua nova redação. Sugestões de como o Ministério da Educação, em parceria com o CONSED e a comunidade, pode encaminhar os próximos passos para a apresentação final do documento ainda em junho de ) Aprovação para junho de 2016 do texto da BNCC com as competências e objetivos de aprendizagem por área de conhecimento indicando suas progressões e considerando que ocupam no máximo 1600hs (mil e seiscentas horas) da carga horária total destinada à formação no ensino médio. 2) Para a construção da Referência para a Flexibilização das opções de aprofundamento e formação nas áreas acadêmicas, deverá ser constituída uma parceria entre CONSED e MEC e apresentado um cronograma das atividades a serem realizadas para este fim no período de 2 anos. 3) Estabelecimento de períodos obrigatórios de ajustes e revisão da BNCC, considerando que em 2 anos haverá uma revisão parcial e em 6 anos uma revisão aprofundada. Preocupado com os baixos resultados que o modelo vigente de Ensino Médio vem gerando ao longo dos últimos anos, o CONSED, após uma série de debates, elaborou a proposta de um Novo Modelo de Ensino Médio. A característica principal desse novo modelo é que ele considera uma proposta de trajetórias flexíveis para a formação do jovem e contraponto ao modelo vigente que considera uma trajetória única e propedêutica. Nesse contexto, o CONSED entende que a Base Nacional Comum do Ensino Médio deve ser elaborada a partir do desenho desse Novo Modelo. A análise realizada pelo CONSED junto a especialistas que elaboraram os currículos na Austrália, Estados Unidos e Inglaterra apontam a defasagem que a primeira versão da BNC do EM representa em relação ao resto do mundo. O modelo de trajetória única vigente no Brasil com 13 disciplinas obrigatórias para todos, todos os anos, sem nenhuma possibilidade de escolha pelo aluno, é único em todo o mundo.

3 Os mesmos especialistas, também apontam para o fato de que em todo mundo as propostas de BNCC envolvem um modelo. Não há como ter uma BNCC sem um modelo. Da forma como está, a BNCC referenda o modelo falido existente. Análise do cenário atual do Ensino Médio: Ensino Médio é a modalidade de ensino que apresenta hoje os piores resultados e aspectos mais desafiadores do sistema educacional brasileiro: Melhora tímida dos resultados do SAEB e PISA; Apenas metade dos jovens conclui o Ensino Médio até os 19 anos [Fonte: Todos Pela Educação, 2013]; 16,7% dos jovens de 15 a 17 anos estão fora da escola [Fonte: PNAD, 2014]; Cerca de 20% dos jovens de 15 a 24 anos não estudam e nem trabalham; Somente 16,5% dos jovens de 18 a 24 anos frequentam o Ensino Superior (Observatório do PNE)e a meta do PNE é de chegar a 33% em 2024, ou seja, hoje temos 83,5% dos jovens que não fazem mais parte do Sistema de Ensino e que não têm qualificação para atuar na vida profissional; Currículo extenso, superficial e fragmentado que não faz sentido e é pouco atrativo para vida dos jovens do século 21; Modelo curricular único e não flexível, com excesso de disciplinas obrigatórias; unicamente propedêutico (atendendo, assim a 16,8% dos jovens); Ensino técnico nos modelos integrado, subsequente ou concomitante não se articulam com o Ensino Médio, apenas somam-se a ele, sobrecarregando os alunos que não ingressarão neste momento na universidade (os 83%) e que necessitam de formação técnica para uma vida mais digna. 40% dos alunos matriculados no 3 o ano do ensino médio NEM SE INSCREVERAM para o ENEM, denotando desinteresse na continuidade dos estudos para as universidades. Principais críticas ao modelo vigente: É necessário introduzir modelo de ensino médio na proposta da BNCC: O lançamento da BNCC será resultado de um exaustivo e desgastante processo de debate e negociação. Após, não haverá disposição nem capacidade de mobilização para novo debate em torno do modelo do ensino médio.

4 Objetivos da BNCC não contemplam preparação para o mundo do trabalho: Existe um descompasso entre os objetivos da Base e a definição de seus componentes curriculares e os objetivos de aprendizagem propostos. A base prevê nos seus objetivos a formação de indivíduos autônomos capazes de intervir e transformar a realidade, com a preparação para o mundo do trabalho, todavia a proposta da BNCC não faculta que tais objetivos sejam alcançados. BNCC induz à manutenção do modelo atual. Não oferece respostas aos desafios do Ensino Médio: Mantém-se na BNCC o mesmo número de componentes curriculares existentes nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (DCNEM), o que mantém, na prática, o mesmo modelo que hoje existe sem bons resultados e dificulta muito a flexibilização pelos sistemas de ensino. BNC induz à criação de um caminho único: A BNCC estabelece um caminho único para tudo e para todos, sem considerar as diferenças para ensino técnico, tecnológico e superior acadêmico. Há excesso de disciplinas e de conteúdo. Modelo não existe em nenhum outro país: Este modelo adotado no Brasil é único em todo o mundo. São 13 disciplinas obrigatórias para todos, todos os anos, sem nenhuma possibilidade de escolha pelo aluno. Análise dos especialistas que elaboraram os currículos na Austrália, Estados Unidos e Inglaterra apontam a defasagem que esta BNCC representa em relação ao resto do mundo. Proposta da BNCC afirma um modelo equivocado: Os especialistas apontam também para o fato de que em todo o mundo as propostas de BNCC envolvem um modelo. Não há como ter uma BNCC sem um modelo. Da forma como está, a BNCC referenda e afirma o modelo existente e falido. A BNC não traz uma proposta concreta de flexibilização. Indicação para revisão da BNC à luz do Novo Modelo de EM: Revisão da estrutura da BNCC para que garanta aprendizagem significativa aos alunos, levando em consideração: Flexibilidade para diferentes modelos de Organização curricular: a Base não é o currículo, é a indicação do conjunto de aprendizagens (competências e habilidades) que todos os alunos deveriam adquirir ao longo do Ensino Médio. Desse modo, os sistemas estaduais de ensino deverão ter autonomia para propor seus objetivos de acordo com suas especificidades.

5 Organização e Clareza sobre Conceitos Utilizados: a base deverá explicitar as competências esperadas pautadas em conceitos claros. Sugestão Glossário de Terminologia Curricular da UNESCO Exequibilidade: A carga horária mínima de horas não deve ser integralmente preenchida pelas competências e objetivos de aprendizagens da base. Deve-se garantir a Flexibilização do Ensino médio dentro das horas previstas. Propõe-se que o texto legal da BNCC determine uma carga horária que garanta e torne visível a flexibilização reservando no mínimo 800 hs para a flexibilização e no máximo 1600 hs para as competências e objetivos de aprendizagem da BNCC e rompendo com a lógica da seriação. Viabilização de Diferentes Percursos Formativos no Ensino Médio: Currículo do E. Médio deverá ser composto pela BNCC e pelos aprofundamentos e formação, definido pelos sistemas de ensino, levando em consideração: Ênfase em Linguagens Ênfase em Matemática Ênfase em Ciências Naturais Ênfase em Ciências Humanas Ênfase em Formação Tecnica e profissional Desse modo, o aluno poderá optar pelo aprofundamento acadêmico nas ênfases escolhidas, bem como pela preparação para o mundo do trabalho ou ensino técnico, caso a universidade não seja sua meta imediata. Referência para a flexibilização: Construção de uma Referência para a Flexibilização para as opções de aprofundamento e formação das áreas acadêmicas. Esse documento deve ser elaborado em uma parceria entre CONSED e MEC e deverá ser considerado pelos sistemas de ensino na construção da parte de flexibilização de seus currículos. Proposta do CONSED para a segunda versão do documento da BNC do EM considerando o Novo Modelo:

6 Para garantir o direito de aprendizagem dos alunos e a melhora da equidade proporcionada pela definição de uma BNC, as premissas do Novo Modelo do Ensino Médio devem estar explicitadas e respeitadas no documento. O Novo Modelo do EM considera que a BNC deve garantir a formação geral do estudante e também garantir opções de formação e aprofundamento de escolha dos alunos incluindo como possibilidades a preparação para o exercício de profissões técnicas, para formação profissional inicial e continuada ou qualificação profissional e para o aprofundamento acadêmico das diferentes áreas de conhecimento. A BNCC do Novo Modelo de Ensino Médio deve indicar: os objetivos de aprendizagens dos componentes curriculares obrigatórios e os objetivos de aprendizagem a serem considerados nas opções de formação sugeridas e de aprofundamento e a serem definidas e ofertadas segundo os critérios de cada sistema de ensino. Para garantir a flexibilização do Novo Modelo de Ensino Médio, os objetivos de aprendizagem propostos pela BNC, não podem ultrapassar 80% da carga horária total da etapa. Sugestão para o encaminhamento para a apresentação da nova versão da BNC para o debate público: Aprovação para junho de 2016 dos componentes de língua portuguesa e matemática, obrigatórias para os 3 anos, uma vez que esses dois componentes curriculares estão presentes em todos os demais e nas opções de aprofundamento e formação. Os demais componentes deverão ser elaborados progressivamente em parceria com os Estados, no prazo de 2 anos. Isso aprofunda o debate, garante maior participação da sociedade e amplia a qualidade da BNC (vale ressaltar que em todos os países do mundo, o tempo de elaboração de suas respectivas BNCC nunca foi menor do que 2 anos). o Implica eleger interlocutores Para a construção dos objetivos de aprendizagem dos Componentes de língua portuguesa e matemática, bem como para os demais nos dois anos consecutivos, o CONSED propõe uma análise crítica de especialista por área para redução das competências e habilidades essenciais que hoje constam da BNC e elaboração, com o

7 excedente, das opções de aprofundamento e formação para escolha e adequação dos sistemas de ensino. Estabelecer períodos obrigatórios de ajustes e revisão da BNC.

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