CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO. NOTA INTRODUTÓRIA Ano letivo 2016/2017

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1 CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR, ENSINOS BÁSICO e SECUNDÁRIO NOTA INTRODUTÓRIA Ano letivo 2016/2017 Sendo a avaliação um «processo regulador do ensino, orientador do percurso escolar e certificador dos conhecimentos adquiridos e capacidades desenvolvidas pelo aluno», in Decreto-lei n.º 139/2012, de 5 de julho, alterado pelo Decreto-lei n.º 91/2013, de 10 de julho e pelo Decreto-lei n.º 176/2014, de 12 de dezembro, e regulamentado pela Portaria n.º 243/2012, de 10 de agosto e pela Portaria 304-B/2015, de 22 de setembro e Despacho normativo nº 1-F/2016, de 5 de abril, esta abrange aspetos diversificados do processo ensino/aprendizagem, integrando não só a avaliação dos conhecimentos e capacidades, mas também das atitudes e valores, tendo em vista o sucesso educativo do aluno. A avaliação sumativa dos alunos deve obedecer aos critérios gerais definidos em Conselho Pedagógico e aos critérios específicos definidos pelos grupos disciplinares aprovados em sede de departamento ou conselho de docentes, no âmbito da legislação em vigor. Os alunos com Necessidades Educativas Especiais (NEE) são alvo de critérios específicos de avaliação, constantes do Programa Educativo Individual (PEI). Os Cursos Profissionais regem-se por critérios próprios, definidos pelo Despacho Conjunto n.º 453/2004 de 27 de julho, pela Portaria n.º 74-A/2013, de 15 de fevereiro e pela Portaria n.º 292-A/2012, de 26 de dezembro. Os critérios de avaliação são divulgados aos alunos, através dos diretores de turma, professores titulares de turma, docentes das várias disciplinas e Portal do Agrupamento e aos encarregados de educação, através dos diretores de turma, professores titulares de turma e Portal do Agrupamento. EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 1. A avaliação neste nível educativo assume uma dimensão marcadamente formativa e é um processo contínuo. 2. As atividades desenvolvidas nos jardins de infância estão inseridas em três áreas: formação pessoal e social, expressão e comunicação e conhecimento do mundo. 3. Cabe a cada educador avaliar, numa perspetiva formativa, os processos educativos, o desenvolvimento e as aprendizagens de cada criança e do grupo, tendo em conta os seguintes aspetos: Interesse / motivação Participação / iniciativa Capacidade de organização Assiduidade e / ou pontualidade Criatividade Espírito de observação Espírito crítico / raciocínio Instrumentos utilizados: Registos de observação Registos formais e informais Trabalhos das crianças Intervenções e desempenhos orais Critérios gerais de avaliação - Ano letivo 2016/2017 Página 1/5

2 ENSINO BÁSICO A avaliação dos alunos nas várias componentes do currículo deve ser realizada de acordo com os critérios que de seguida se enunciam. 1.º CICLO 1. Nas disciplinas de Português, Matemática, Estudo do Meio e Inglês (3.º e 4.º ano) Componente cognitiva: fichas de avaliação 50% Componente operatório-instrumental: outros elementos/instrumentos de 2. Nas disciplinas de Expressões Artísticas e Físico-Motoras, Apoio ao Estudo e Oferta Complementar (Educação para a Cidadania) (1.º e 2.º anos) 3. Na disciplina de Oferta Complementar (Mandarim) (3.º e 4.º anos) Nota: As disciplinas de Apoio ao Estudo e Oferta Complementar não são consideradas para efeitos de progressão de ano e conclusão de ciclo. 4. A avaliação deve ser feita de forma descritiva em todas as disciplinas, segundo as menções de Muito Bom, Bom, Suficiente e Insuficiente. 2.º e 3.º CICLOS Componente operatório-instrumental e/ou prática-motora: elementos/instrumentos de avaliação observáveis em contexto de aula 1. Em todas as disciplinas, exceto as mencionadas nos pontos 2 e 3 Componente operatório-instrumental: outros elementos/instrumentos de 20% 2. Nas disciplinas de Educação Física, Educação Musical, Educação Visual, Oferta de Escola (Desporto e Saúde) e Tecnologias de Informação e Comunicação Critérios gerais de avaliação - Ano letivo 2016/2017 Página 2/5 30% Componente socioafetiva 30% Componente cognitiva e operatório-instrumental: fichas de avaliação e elementos/instrumentos de 70% Componente prática/motora 75% Componente socioafetiva 25% 80%

3 3. Na disciplina de Oferta Complementar (Mandarim) Componente cognitiva: testes 30% Componente da oralidade formal 50% Notas: A disciplina de Apoio ao Estudo, no 2.º ciclo, e a disciplina de Oferta Complementar, nos 2.º e 3.º ciclos, não são consideradas para efeitos de progressão de ano e conclusão de ciclo. A disciplina de Oferta Complementar (Mandarim), nos 2.º e 3.º ciclos, só existe para alunos que tenham optado pela mesma. ENSINO SECUNDÁRIO A avaliação dos alunos nas várias componentes do currículo deve ser realizada de acordo com os critérios que de seguida se enunciam. 1. Na disciplina de Português Componente da oralidade formal 20% Outros elementos/instrumentos de 10% 2. Nas disciplinas de Línguas Estrangeiras Componente da oralidade 30% 3. Nas disciplinas bienais de Física e Química A, Biologia e Geologia e Geometria Descritiva A e nas disciplinas anuais de Biologia, de Física, de Química e de Aplicações Informáticas B Componente prática e/ou experimental 30% 4. Na disciplina de Educação Física Componente prática e/ou motora 60% Componente operatório-instrumental: outros elementos/instrumentos de 20% 5. Nas restantes disciplinas Componente cognitiva: testes 70% Componente operatório-instrumental: outros elementos/instrumentos de 20% Critérios gerais de avaliação - Ano letivo 2016/2017 Página 3/5

4 Nota: Nas disciplinas de Matemática A e Matemática Aplicada às Ciências Sociais (MACS), o cálculo da componente cognitiva é obtido por média ponderada, de acordo com a seguinte tabela: 1.º Período 2.º Período 3.º Período 40% componente cognitiva do 60% componente cognitiva do 100 % testes 1.ºperíodo+ 60% testes 2.º período 2.ºperíodo+40% testes 3.º período CURSOS PROFISSIONAIS Componente cognitiva e componente operatório-instrumental: testes de avaliação, trabalhos práticos, trabalhos teóricos, trabalho de aula, participação oral. 80% COMPONENTE SOCIOAFETIVA Nesta componente são avaliados, através de níveis de desempenho, os seguintes parâmetros: responsabilidade, empenho, autonomia e relação interpessoal. A avaliação da componente socioafetiva, em cada período, dos 1.º, 2.º, 3.º ciclos e ensino secundário, é feita de acordo com a classificação correspondente aos seguintes níveis de desempenho: global do aluno Muito Bom 1.º ciclo 100% Bom 80% Suficiente Insuficiente EDUCAÇÃO ESPECIAL 60% 40% global do aluno Excelente Muito Bom Bom Suficiente Insuficiente 2.º e 3.º ciclos Ensino secundário 100% 20 85% 17 70% 14 55% 11 40% 8 1. Os alunos com Necessidades Educativas Especiais abrangidos pelo Decreto-Lei n.º3/2008, de 7 de janeiro, alterado pela Lei n.º 21/2008, de 12 de maio, com a exceção daqueles que frequentam um Currículo Específico Individual (CEI), estão sujeitos ao mesmo regime de avaliação e de transição de ano escolar dos restantes alunos. 2. Na avaliação dos alunos cujo Programa Educativo Individual (PEI) prevê aplicação de adequações na avaliação, estas devem estar devidamente explicitadas e fundamentadas no referido documento. 3. As classificações atribuídas pelo Conselho de Turma no final dos 1.º,2.º e 3.º períodos são registadas em pauta, bem como nos restantes documentos previstos para esse efeito, os quais não devem mencionar, caso existam, alunos com Necessidades Educativas Especiais e a sua natureza. 4. Os alunos com Necessidades Educativas Especiais realizam as provas previstas para os restantes examinandos, podendo, no entanto, usufruir de condições especiais de avaliação ao abrigo de legislação em vigor. Critérios gerais de avaliação - Ano letivo 2016/2017 Página 4/5

5 5. Os alunos abrangidos pelo número 1, do artigo 20.º do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, alterado pela Lei n.º 21/2008, de 12 de maio, realizam as provas de avaliação externa com as adequações no tipo de prova, instrumentos ou condições de avaliação previstas no seu PEI. 6. Os alunos abrangidos pelo número 1, do artigo 21.º do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, não são admitidos às provas de avaliação externa. 7. A informação resultante da avaliação sumativa dos alunos do ensino básico, abrangidos pelo artigo 21.º do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro, expressa-se de acordo com o estipulado no artigo 13.º do Despacho Normativo n.º 1-F/2016, de 5 de abril, sendo que no 1.º ciclo do ensino básico, se materializa na atribuição de uma menção qualitativa de Muito Bom, Bom, Suficiente e Insuficiente, em todas as disciplinas, acompanhada de uma apreciação descritiva sobre a evolução das aprendizagens do aluno; nos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, expressa-se numa escala de 1 a 5, em todas as disciplinas, acompanhada de uma apreciação descritiva sobre a evolução da aprendizagem do aluno; no ensino secundário, expressa-se numa escala de 0 a 20 valores. 8. O Programa Educativo Individual dos alunos abrangidos pela modalidade educação especial constitui referência de base de tomada de decisão para a sua progressão ou retenção, bem como para a decisão relativa à atribuição do certificado. CONSIDERAÇÕES FINAIS A avaliação dos alunos orienta-se, a partir dos critérios definidos, para a consecução dos objetivos estabelecidos nos seguintes documentos: Projeto Educativo, Plano de Ação Estratégica, Plano Promotor do Sucesso, Regulamento Interno, Plano Anual de Atividades, planos de ação e planificações letivas. A avaliação dos alunos contempla técnicas e instrumentos de avaliação diversificados e deve ser perspetivada como um processo contínuo e globalizante. Os alunos com Plano de Diferenciação Pedagógica estão sujeitos a instrumentos de avaliação diferenciada e estratégias orientadas, conforme o previsto no respetivo plano. A classificação dos testes é: o qualitativa, no 1.º ciclo, expressando-se em: Insuficiente, Suficiente, Bom e Muito Bom; o quantitativa, nos 2.º e 3.º ciclos, expressando-se em percentagem; o quantitativa, no ensino secundário, expressando-se na escala de 0 a 20 valores. A cotação das questões deve constar no enunciado dos testes, com exceção do 1.º ciclo. Os alunos devem ser informados, pelo docente da disciplina/titular de turma, das datas de realização dos testes/fichas de avaliação, com um mínimo de uma semana de antecedência. Não deverão realizar-se dois testes/fichas de avaliação no mesmo dia. É obrigatória a devolução dos testes/fichas de avaliação ou outros elementos de avaliação escrita devidamente corrigidos e classificados e serão sempre entregues aos alunos, na sala de aula, e nunca após o termo do período letivo a que disser respeito. A entrega e correção dos testes/fichas de avaliação devem ser efetuadas antes da realização de novo teste/ficha de avaliação. Aprovado em Conselho Pedagógico de 9 de setembro de 2016 O presidente do Conselho Pedagógico (Mário António da Silva Coelho) Critérios gerais de avaliação - Ano letivo 2016/2017 Página 5/5

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