NOVAS TECNOLOGIAS, INTERNET E GÊNERO DIGITAL NO ENSINO- APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESTRANGEIRA NO CURSO DE LETRAS/ESPANHOL DA UERN

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1 NOVAS TECNOLOGIAS, INTERNET E GÊNERO DIGITAL NO ENSINO- APRENDIZAGEM DE LÍNGUA ESTRANGEIRA NO CURSO DE LETRAS/ESPANHOL DA UERN Considerações iniciais Tatiana Lourenço de Carvalho (UERN) Diante dos avanços tecnológicos, que cada dia mais faz parte da vida do cidadão, nos mais variados contextos sociais, é pertinente tratar do assunto também em outros contextos, como os educacionais, por exemplo. Diante disto, resolvemos desenvolver este estudo com o intuito de saber em que medido alunos do Curso de Letras-Espanhol do Campus Avançado Professora Maria Eliza de Albuquerque e Maia - CAMEAM da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte UERN estão inseridos nestes contextos das novas tecnologias, especialmente voltados para a aprendizagem e a prática da escrita em língua espanhola. Queremos verificar se esses alunos fazem uso, mais especificamente, de gêneros digitais como o para a aprendizagem da língua estrangeira e suas impressões sobre o uso de tal gênero em contexto educacionais. Utilizamos para fundamentar teoricamente o trabalho autores como, Carvalho (2010), Araújo (2007), Zanotto (2005), Paiva (2005), Pozos (2002), Nascimento e Trompieri Filho (2002) e Garcías (1996). O instrumento que usamos para coletar os dados a serem analisados no trabalho foi um questionário aplicado especificamente com alunos do 2º e do 8º período do Curso de Letras-Espanhol do CAMEAM da UERN, por serem eles os representantes mais iniciantes e os concludentes do curso no campo em questão, assim, poderemos fazer uma comparação dos sujeitos a fim de identificar o perfil desses estudantes de Letras. O presenta artigo traz uma breve discussão teórica de temas relacionados às novas tecnologias e o ensino de línguas, destaca as características do gênero que podem auxiliar no processo de ensino-aprendizagem, e, por fim, a análise dos dados seguida das considerações finais. Novas tecnologias e ensino de línguas No contexto de crescente importância dos estudos que tratem da relação entre as novas tecnologias, gêneros digitais e ensino de línguas, compreendemos que a utilização do computador e da Internet pode servir tanto de recurso didático como de instrumento de integração e interação entre aprendizes, professores e, até mesmo, falantes nativos da língua meta. Sobre esta questão, Araújo (2007) argumenta que a Internet deve ser vista como um elemento ampliador das possibilidades de uso da língua. Concordamos com o autor ao afirmar, ainda, que cabe ao professor de idiomas o papel de explorar as possibilidades pedagógicas da Internet, em particular dos gêneros digitais, fazendo com que estes se tornem ferramentas eficazes para ensinar os alunos a se comunicarem em língua estrangeira. Em trabalhos que realizamos anteriormente 1, cujos sujeitos de pesquisa foram professores de escolas regulares do ensino médio e de centros de ensino de línguas 1 (ARAÚJO-JÚNIOR; CARVALHO, 2007) e (CARVALHO, 2009).

2 estrangeiras da cidade de Fortaleza-CE, constatamos que a maioria dos docentes reconhecem as possibilidades de usos pedagógicos do computador para o ensino de línguas. O que não quer dizer que, na prática, as potencialidades desse recurso sejam exploradas por eles nas instituições onde trabalham. Uma das justificativas detectadas para a não utilização do computador no ensino, pelos docentes investigados, foi a de que a maioria das escolas ainda não dispunha de salas de aula equipadas com a máquina e a de que faltava capacitação para os professores na utilização dessa ferramenta no ensino. Isso significa que, caso o docente queira propor atividades em línguas estrangeiras envolvendo os gêneros digitais, precisará pedir que elas sejam executadas em outros ambientes: em casa, em cyber-cafés, em laboratórios de informática, em lan houses etc. No contexto de carência de recursos informáticos, em algumas instituições de ensino, acreditamos ser possível fazer uso das novas tecnologias para o ensino em outros ambientes que não o próprio ambiente escolar. Cremos também que a ausência de computadores nas salas de aula não impossibilita a aplicação de atividades envolvendo os gêneros do meio digital. Essas atividades podem ser desenvolvidas em outros locais, em ambientes extraclasses, como bem demonstramos em nossa pesquisa de mestrado, Carvalho (2010), na qual, como professora e pesquisadora de uma turma de língua espanhola, incorporamos, além das atividades presenciais recorrentes em sala de aula, o intercâmbio de s em contextos extraclasse. As interações via ambiente virtual ocorriam fora das aulas e sem dias e horários previamente definidos. Nelas os alunos puderam aprender e praticar a língua espanhola com mais autonomia e quando sentiam necessidade. Diante do apresentado, vale destacar, a partir deste trabalho, como os alunos de Letras-Espanhol do CAMEAM da UERN se posicionam frente aos usos das novas tecnologias, especialmente do para o ensino, porém, antes vale destacar as características do gênero digital, em questão, com o qual trabalhamos, em experiência anterior de ensino-aprendizagem, e pretendemos trabalhar em experiências futuras em contextos universitários como o do Curso de Letras-Espanhol da UERN. especificidades do gênero que podem auxiliar o processo de ensinoaprendizagem Atualmente é difícil encontrar um jovem estudante que não tenha seu próprio , ou que não saiba lidar com esse gênero proveniente da Internet. Nesse e em outros aspectos, como sua usabilidade, a gratuidade no acesso, bem como a rapidez propiciada na troca de mensagens, consistem nossa escolha em trabalharmos com o também conhecido como correio eletrônico. Vários são os autores que, atentos às potencialidades pedagógicas do e a crescente e importante inserção dele no cotidiano das pessoas, realizaram e vem realizando pesquisas sobre o assunto. Pozos (2002) expôs, em seu trabalho intitulado El correo electrónico como herramienta de apoyo en el trabajo docente con alumnos/as de licenciatura en pedagogía, uma experiência bem sucedida no uso do gênero com alunos do 4º semestre do curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidad Pedagógica Nacional, Unidade Ajusco, México, Distrito Federal. Assim como Pozos, Nascimento e Trompieri Filho (2002) reconhecem a importância de se trabalhar com o no ensino e afirmam que:

3 O correio eletrônico é uma aplicação popular da Internet, constituindo-se um incentivo para os professores integrarem esse recurso tecnológico em suas disciplinas, podendo ser utilizado como uma técnica para aprimoramento do ensino-aprendizagem. Estes autores realizaram uma pesquisa que teve como objetivo fundamental avaliar a opinião dos alunos de algumas disciplinas de cursos de graduação e de mestrado da Universidade Federal do Ceará - UFC sobre o uso do correio eletrônico e o sucesso instrucional proporcionado pela sua utilização. Tal prática de uso do ou do correio eletrônico, como preferem os autores chamar o gênero, tem sido propagada na universidade, segundo eles, com o propósito de melhorar o intercâmbio das informações entre os alunos e entre estes e os professores. Em trabalho publicado por Zanotto (2005) o autor apresenta resultados de uma pesquisa sobre o gênero em cotejamento com a carta comercial e constata que aquele está entre as correspondências mais expedidas por dia no meio empresarial, correspondendo a 80,95% em oposição à carta, com 19,05%. Poderíamos citar mais exemplos no qual o uso do cresce e vem substituindo antigas formas de comunicação, além de estarem presentes em contextos diversos universitários, porém esse não é o objetivo de nosso trabalho. O que queremos destacar é a importância e as especificidades desse gênero relevantes para a realização de nossa pesquisa. Ao tratar mais especificamente das características do , concordamos, com Paiva (2005, p. 76) ao afirmar que ele é uma ferramenta que facilita a colaboração, discussão de tópicos de trabalho e aprendizagem em grupos grandes, viabilizando a criação de comunidades discursivas, superando limitações de tempo e de espaço. Nesse sentido, esse gênero digital pode ser um instrumento de grande valia para o ensino, uma vez que, do ponto de vista educativo, tem forte aplicabilidade devido à interação entre pessoas ou grupo de pessoas. Aplicação essa que, em geral, possibilita ampliar o horizonte informativo e comunicativo de professores e alunos. Para finalizar esta seção mostraremos que, segundo Garcias (1996), as principais aplicações educativas do talvez sejam as possibilidades de comunicação e de interação entre os indivíduos que não se encontram fisicamente no mesmo lugar, porém essa não é uma particularidade desse gênero. Ainda segundo a autora, há outras vantagens dignas de destaque tais como: O é assíncrono. Quando nos comunicamos por não necessitamos marcar com antecedência para que a pessoa esteja no lugar de recepção, como seria o caso do telefone. O tempo transcorrido entre a emissão e a recepção da mensagem é praticamente instantâneo. Os participantes ou interlocutores se encontram em um ciberespaço educativo com poucos limites para a participação por status ou problemas pessoais. O não requer um espaço e tempo concreto para realizar a comunicação, o que acontece em outras atividades comunicativas frequentemente. A comunicação pode ser entre indivíduos ou entre grupos. Diante das diversas possibilidades comunicativas favorecidas pelo , decidimos trabalhar com esse gênero fazendo jus e explorando suas potencialidades pedagógicas. A princípio com intuito de sondar e conhecer até que ponto alunos de Letras-Espanhol do contexto específico do CAMEAM da UERN, em , usam tal gênero digital, depois, num segundo momento, queremos incorporar a nossa prática

4 pedagógica, em dita instituição, à inserção da comunicação em língua estrangeira o uso de novas tecnologias para o ensino. Análise dos dados Para o desenvolvimento deste trabalho, conforme já comentado, aplicamos um questionário com o intuito de conhecer os hábitos de acesso e escrita de alunos do Curso de Letras-Espanhol do CAMEAM da UERN na Internet e especificamente por meio do . O questionário constituiu-se de oito questões que tratam de assuntos referentes às práticas dos alunos na Internet; aos hábitos de escrita, tanto em português como em espanhol de forma manual ou digitada; às concepções dos alunos acerca do uso do computador no ensino etc. Para fins deste trabalho abordamos as questões que versam sobre: I os objetivos pelos quais os alunos acessam a Internet, II as práticas de escrita que eles costumam desenvolver no meio digital, através do gênero , III a frequência com que isso ocorre e IV as concepções dos discentes sobre as trocas de s para fins educativos. Por escolha metodológica, não apresentaremos as respostas dos sujeitos desta pesquisa, na íntegra nesta publicação, mas sim palavras e/ou frases das respostas que representam o que eles quiseram expressar e que tem a ver com o que estamos investigando. Quadro 01 - Objetivos pelos quais os alunos acessam a Internet (2º período Letras-Espanhol). Sujeitos Objetivos educacionais Outros objetivos Aluno A estudo pesquisa sites como orkut e msn Estudo pesquisa Aluno B pesquisar trabalhos da faculdade Aluno C Aprender informações acessos pessoais Aprender importantes (pesquisas) informações importantes (pesquisas) Aluno D pesquisas sites de relacionamentos download de músicas pesquisas Aluno E pesquisar falar com amigos pesquisar Aluno F pesquisas para trabalhos da universidade conversar com meus amigos pelas redes sociais, Orkut Aluno G fazer pesquisas ler os s fazer pesquisas ler os s e também para conversar com pessoas pelo Orkut, msn e outros sites de relacionamentos Aluno H pesquisas escolares, ou mesmo redes sociais buscar informações. para buscar informações Aluno I buscar informações a respeito do meu curso de Espanhol Aluno J Aluno L pesquisas comunicação comunicação pesquisas Aluno M fazer pesquisas Aluno N fazer pesquisas outros sites Aluno O fazer pesquisas para minha faculdade e para meu curso técnico. Utilizo também para enviar trabalho para meus professores quando sobra um tempinho olho o meu Orkut

5 Aluno P Com o objetivo de me manter informada, estudar e buscar novos conhecimentos a fim de elevar meu conhecimento em diferentes áreas Aluno Q conversar com amigos, ver resultados do meu time de basquete, que dificilmente passa na Tv Aluno R pesquisar algo relacionado a estudo - suprir alguma curiosidade sites de relações sociais - suprir alguma curiosidade Aluno R pesquisas compras, lazer e comunicação. Aluno T pesquisar alguns assuntos, em Sites de jornais, o Orkut e msn relação ao estudo Aluno U Pesquisar olhar s para falar com amigos e para ver as noticias do dia já que não tenho muito tempo para assistir jornais na hora que passam Aluno V questões profissionais forma de entretenimento Ao verificarmos os dados do quadro 01, observamos que a maioria dos alunos acessa a Internet para fins de pesquisas, especialmente no âmbito acadêmico, mas em alguns casos não foi possível especificar o contexto dessas pesquisas e por isso a mesma informação aparece tanto na coluna de Objetivos educacionais como Outros objetivos. Outras ações que os alunos afirmaram desenvolver na Internet diz respeito a manter contatos pessoais com amigos através de sites de relacionamentos e bate-papos, atualizarem-se etc. Apenas dois, dos vinte alunos da turma do 2º período, que responderam ao questionário, mencionaram alguma interação a partir do gênero . Um, o aluno G, não especificou exatamente porque troca s, ficando estes possíveis de uso interação tanto em contextos educacionais como pessoais. Já o aluno U foi mais objetivo ao dizer que olha os s para falar com os amigos. Outra particularidade que merece nossa atenção nos dados apresentados no quadro anterior, diz respeito ao aluno O que não menciona qual gênero usa, mas podemos inferir que em sua atividade educacional de enviar trabalhos acadêmicos para os professores da universidade, seguramente se utiliza de s. Vale salientar, ainda, o não uso da Internet, nem em Contextos educacionais nem em Outros contextos, por parte de um sujeito, o aluno J. Ele, embora essa resposta não faça parte dos objetivos da pesquisa, argumentou que quase não usa a Internet, por não ter computador em casa e por não haver acesso, no povoado onde mora, no interior do Rio Grande do Norte. Igualmente a este sujeito, outros, mesmo tendo respondido sobre suas práticas de acessos na Web, também informaram que tais atividades se dão com pouca frequência, pelos mesmos motivos apresentados pelo aluno J. Ainda tratando do mesmo tema, passamos ao quadro 02 que traz os dados referentes à turma formada pelos alunos do 8º período. Quadro 02 Objetivos pelos quais os alunos acessam a Internet / (8º período Letras-Espanhol). Sujeitos Objetivos acadêmicos Objetivos pessoais Aluno A estudo informação trabalho entre outros informação Aluno B educativo informativo informativo Aluno C Pesquisas acadêmicas em geral e

6 estudo em L. Espanhola Aluno D faço apenas pesquisas faço apenas pesquisas Aluno E educacional pessoal Aluno F verificar s fazer pesquisas fazer pesquisas e entrar em contato com os amigos, através de sites de relacionamento verificar s Aluno G buscar informações sobre assuntos Para me comunicar com as pessoas Aluno H diversos, para estudos Principalmente para ver meu e fazer pesquisas da faculdade através dos sites de relacionamento Principalmente para ver meu e também para participar de algumas redes sociais Aluno I Olhar o para tratar de assuntos escolares Aluno J Pesquisa educacional e profissional. Aluno L Só com o objetivo de pesquisar trabalhos escolares Aluno Para enviar ou receber trabalhos M relacionados a faculdade Aluno N comunicativos, pesquisa etc. comunicativos, pesquisa etc. Aluno O Contatos por Contatos por e realização de leituras de algum jornal nacional Aluno P Pesquisas e me comunicar através de s Pesquisas e me comunicar através de e- mails Aluno Q Pesquisa da universidade Aluno R dúvidas ou pesquisa relacionada a trabalhos acadêmicos Aluno S Aluno T s, pesquisas escolares e notícias atuais s, pesquisas escolares e notícias atuais Aluno U Pesquisar assuntos relacionados a minha área de estudo Comunicar-me com amigos que estão distantes Dando continuidade aos comentários sobre os dados que revelam os contextos de usos da Internet por parte dos sujeitos da pesquisa, percebemos uma diferença entre os alunos do 8º período em relação aos do 2º. Os alunos do semestre mais avançado do Curso de Letras-Espanhol do CAMEAM da UERN usam a Internet predominantemente para fins educacionais, diferenciando-se dos alunos do 2º período que predominantemente, ou melhor, houve um equilíbrio entre o acesso de assuntos relacionados a Outros fins em relação aos Fins educacionais. Isso pode ocorrer devido à diferença de faixa etária entre os dois grupos de sujeitos, pois sabemos que a idade interfere na habilidade e domínio de uso das novas tecnologias por parte dos mais jovens, alunos do 2º período, além de interferir, é claro, nos usos que esses alunos fazem dos gêneros digitais e também no que eles preferem buscar na Web. Com relação ao uso do , percebemos, já nessa primeira questão do questionário, que os alunos do 8º período afirmaram utilizar mais tal gênero que os alunos do 2º período. A palavra apareceu nas respostas de quatro dos vinte sujeitos da turma concludente. Além disso, podemos inferir que outras práticas de interação, não ditas diretamente, podem ter se dado através do gênero , como enviar e receber trabalhos da faculdade (aluno M), e se comunicar com amigos distantes (aluno U).

7 Os dados ressaltam, ainda, uma característica bem peculiar e que também serve para diferenciar os dois públicos de sujeitos da pesquisa, pois é sabido, atualmente, que os mais jovens, não trocam s com a mesma frequência que os mais veteranos no uso da Internet, que normalmente preferem a discrição ao se comunicar, mesmo que seja por ambientes virtuais, enquanto a geração dos chamados nativos digitais preferem comunicar-se através de redes sociais de relacionamentos, o que muitas vezes acaba por servir para a divulgação da autoimagem desses usuários na Web. Evidentemente, não podemos generalizar e deixar de reconhecer que, dependendo do contexto, um ou outros gêneros será(ão) utilizado(s) a depender do propósito ao qual um se dispõe a realizar a comunicação pela Internet. Quadro 03 Objetivos pelos quais os alunos trocam s. Sujeitos Objetivos dos s trocados 21 alunos (2º período) ( 2 ) Profissional (13) Educacional ( 16 ) Pessoal ( 1 ) Outro(s) 20 alunos (8º Período) ( 7 ) Profissional (19) Educacional ( 13 ) Pessoal ( ) Outro(s) Ao observarmos o quadro 03, cujo objetivo é mostrar, de forma sintética, os motivos que levam os sujeitos desta pesquisa a trocar s, percebemos uma predominância do objetivo educacional seguido do pessoal, tanto nas respostas dos alunos do 2º como nas do 8º período. Isso nos leva a crer que tal gênero cumpre sim uma forte função pedagógica na vida dos que o utiliza nestes contextos e pode, se bem utilizado para este fim, ser muito útil ao ensino. Quadro 04 Se os alunos (2º período de Letras-Espanhol) costumam trocar s e com que frequência. Sujeitos Usa Frequência de troca de s Aluno A (x) SIM ( ) NÃO No dia a dia, quando preciso mandar algo para minhas amigas eu respondo aos s que elas mandam. Aluno B ( ) SIM (x) NÃO - Aluno C (x) SIM ( ) NÃO Sempre. Aluno D (x) SIM ( ) NÃO É raro. Na maioria das vezes respondo os que me mandam. Aluno E (x) SIM ( ) NÃO É com pouca frequência. Aluno F (x) SIM ( ) NÃO Quase todos os dias. Aluno G (x) SIM ( ) NÃO Sempre que alguém envia algo para mim eu respondo, principalmente, s enviados por professores e colegas do meio acadêmico. Aluno H (x) SIM ( ) NÃO Sempre que necessita ou sempre que posso. Aluno I (x) SIM ( ) NÃO Quase nunca, pois não tenho muito acesso à internet. Aluno J (x) SIM ( ) NÃO Não é muito frequente. Aluno L (x) SIM ( ) NÃO Não troco s com frequência, por causa da falta de disponibilidade. Aluno M (x) SIM ( ) NÃO Com pouca frequência, só quando eu acho que seja necessário, quando esta relacionado a trabalhos. Aluno N ( ) SIM (x) NÃO - Aluno O (x) SIM ( ) NÃO Só quando necessário, por não ter acesso a Internet em casa... Aluno P (x) SIM ( ) NÃO Regularmente, quando preciso enviar ou saber informações sobre o curso. Aluno Q ( ) SIM (x) NÃO - Aluno R (x) SIM ( ) NÃO Às vezes. Aluno S (x) SIM ( ) NÃO Diariamente. Aluno T (x) SIM ( ) NÃO Não com muita frequência. Aluno U (x) SIM ( ) NÃO Todos os dias. Aluno V (x) SIM ( ) NÃO Todos os dias. Ao serem perguntados, mais diretamente, se costumam trocar s e com que frequência, apenas três alunos do 2º período afirmaram não usar tal gênero. O que a

8 princípio nos surpreendeu, pois ao idealizar o desenvolvimento desta pesquisa, em março do presente ano, não imaginávamos que dentro de um contexto universitário encontraríamos alunos que não fizesse uso do gênero . No entanto, após um contato maior, como professora, dos sujeitos, no decorrer do semestre letivo , fomos tomando conhecimento da real situação em que vivem os alunos do CAMEM da UERN, campus universitário de uma cidade do interior do Rio Grande no Norte, chamada Pau dos Ferros. Muitos dos alunos não vivem na própria cidade, mas em zonas rurais, onde nem mesmo o celular apresenta sinal. Diante do conhecimento desta realidade, a partir de relatos feitos pelos próprios alunos, passamos a ter uma consciência maior de como lidam ou deixam de lidar alguns estudantes do CAMEM com novas tecnologias como o computador e a Internet. Com respeito à frequência de uso do apenas cinco dos vinte e um sujeitos afirmaram trocar s diariamente ou frequentemente, a maioria, nove alunos, falaram que usam pouco dito gênero e justificaram o escasso uso devido ao contexto em que vivem, conforme já comentamos aqui. Outros três afirmaram fazer uso do gênero quando tinham necessidade, uns acessavam dependendo do conhecimento de que algum colega ou professor iria enviar algo, quando precisavam usar o gênero e ou quando podiam. Os três alunos que afirmaram não trocar s, por questões óbvias não relataram os contextos de uso do gênero. Os dados referentes aos sujeitos do 2º período de Letras-Espanhol também denotam a não recorrência de uso do , mesmo por aqueles que não têm problemas com relação a acesso a Internet, isso se dá, possivelmente, devido à preferência dos mais jovens em usar outros gêneros, especialmente os utilizados em redes sociais de relacionamentos. Observaremos a seguir, os dados referentes ao uso do por parte dos alunos do 8º período. Quadro 05 Se os alunos (8º período de Letras-Espanhol) costumam trocar s e com que frequência. Sujeitos Usa Frequência de troca de s Aluno A (x) SIM ( ) NÃO Diariamente. Aluno B (x) SIM ( ) NÃO Todos os dias. Aluno C (x) SIM ( ) NÃO 4 vezes por semana. Aluno D ( ) SIM (x) NÃO - Aluno E (x) SIM ( ) NÃO Quase todos os dias. Aluno F (x) SIM ( ) NÃO Somente com professores da graduação, no presente momento com mais frequência por causa da monografia. Aluno G (x) SIM ( ) NÃO Não com tanta frequência. A troca de s depende da minha necessidade, as vezes uso muito, outras quase não utilizo. Aluno H (x) SIM ( ) NÃO Troco s quase todos as vezes que acesso a internet. Aluno I (x) SIM ( ) NÃO Abro quando realmente tenho necessidade. Aluno J (x) SIM ( ) NÃO Dificilmente. Sempre que faço, tento ser o mais breve possível. Aluno L (x) SIM ( ) NÃO Dificilmente só quando não tenho outro meio de comunicação. Aluno M (x) SIM ( ) NÃO As vezes, somente em assuntos relacionados a faculdade. Aluno N ( ) SIM (x) NÃO Sempre que necessito entrar em contato com meus professores, amigos, etc. Aluno O (x) SIM ( ) NÃO Com uma frequência de uma a três vezes por semana. Aluno P (x) SIM ( ) NÃO Frequentemente. Aluno Q (x) SIM ( ) NÃO Poucas vezes. Quando necessito falar com algum professor ou colega de classe. Aluno R (x) SIM ( ) NÃO Poucas vezes. Aluno S (x) SIM ( ) NÃO Não é uma coisa costumeira.

9 Aluno T (x) SIM ( ) NÃO Só quando tenho necessidade de manter contato com algum professor. Aluno U (x) SIM ( ) NÃO Não, só quando é necessário. Oito dos vinte alunos da turma do 8º período afirmaram não trocar s com tanta frequência e apenas quatro afirmaram usar s diariamente ou quase todos os dias. Esses dados, juntamente com os apresentados no quadro anterior dos alunos do 2º período, nos revelam que, no contexto específico dos alunos de Letras-Espanhol do CAMEAM, o decisivo no uso do gênero não foi necessariamente a faixa-etária dos alunos, mas o contexto de pouco acesso que muitos desses alunos têm ao computador conectado a Internet, uma vez que mesmo os já em conclusão de curso não demonstraram tanta afinidade, ou melhor, tanta frequência no uso do gênero . Todas as atividades apresentadas pelos alunos, no uso do gênero, estiveram ligadas a ações acadêmicas relacionadas à faculdade em comunicação com algum professor ou colega de classe. Nenhum dos sujeitos da turma de alunos concludentes afirmou usar o gênero para comunicações pessoais. Um sujeito, o aluno F, inclusive especificou que no presente semestre estava trocando mais s por conta da monografia. A seguir, apresentaremos os dados referentes ao posicionamento dos sujeitos sobre o uso do , se eles acreditam que o gênero pode contribuir para o ensino. Ao tratar do tema todos os alunos, das duas turmas, reconheceram que o pode contribuir para fins de ensino, exceto um aluno não marcou nenhum dos itens da questão, nem que sim nem que não. Isso talvez tenha se dado por desconhecimento por parte do sujeito na utilização do gênero, uma vez que ele foi um dos que afirmou não trocar s, e que só acessa a Internet uma vez por mês ou quando necessário. Neste caso podemos inclusive refletir em que medida esse aluno é letrado digitalmente. Será que ele de fato domina o uso de recursos básicos de navegação na Web ou inventou algumas respostas para não se mostrar tão alheio ao tema!? Fazendo uma reflexão sobre os dados gerais da pesquisa é relevante entender, ainda, que eles mostram, de um modo geral, que a maioria dos alunos está atenta a possibilidade de inserção dos recursos tecnológicos, especialmente dos gêneros textuais provenientes da Web, no ensino. Isso muito nos motiva, uma vez que almejamos inserir esses alunos aos ambientes digitais que podem servir para a aprendizagem e/ou tirar proveito desses contextos de interação on-line para o ensino-aprendizagem de línguas, especialmente, no caso da nossa atuação docente como professora de Língua Espanhola. Considerações Finais O artigo em questão pretendeu apresentar como se dá a inserção das novas tecnologias, mais especificamente o uso do , em contextos de alunos do Curso de Letras-Espanhol do Campus Avançado Professora Maria Eliza de Albuquerque e Maia da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte UERN. Utilizamos para a coleta de dados a aplicação de um questionário com alunos do 2º e do 8º período, na semestre As respostas dados às questões serviram para identificar os objetivos pelos quais os alunos acessam a Internet. Neste sentido, detectamos que a maioria dos alunos acessa para fins de pesquisas, especialmente do âmbito acadêmico, embora tenhamos percebido uma leve diferença entre os alunos do 2º e os do 8º período, pois aqueles afirmaram usar a Internet para relacionamentos nas redes sociais com uma grande frequência, enquanto os do 8º período afirmaram usar a Internet predominantemente para fins educacionais.

10 Ao tratar das práticas de escrita que os alunos costumam desenvolver no meio digital, através do gênero , constatamos que houve uma predominância do objetivo educacional seguido do pessoal, tanto nos dados dos alunos do 2º como nos do 8º período. Isso nos mostrou que o cumpre uma forte função pedagógica na vida dos que o utiliza nestes contextos e pode, se bem utilizado, ser muito útil ao ensino. Já ao tratar da frequência com que os alunos trocam s, a maioria informou não usar-se de s com tanta frequência, mas sim em situações bem específicas de necessidades, na maioria das vezes acadêmicas. Dos que afirmaram usar pouco o gênero , a maioria justificou a ação devido à falta de acesso ao computador em casa e até mesmo a inexistência de acesso a Internet nos povoados onde residem. Por fim, os alunos responderam a questão que tratou das concepções sobre as trocas de s para fins educativos. Ao tratar do tema todos os alunos, do 2º período e do 8º, reconheceram que o gênero pode contribuir para fins de ensino. Um único aluno não respondeu a questão, este fazia parte da turma do 2º período. Tal atitude, por parte do discente, talvez tenha ocorrido devido o sujeito não ser um usuário do gênero, uma vez que ele foi um dos que afirmou não trocar s e que só acessava a Internet uma vez por mês ou quando necessário. Os dados do estudo revelaram, de um modo geral, o perfil destes estudantes de Letras e como eles tem ou não acesso as práticas de escrita no meio digital, especialmente com o uso do gênero . Os resultados nos leva, ainda, a reflexão sobre a funcionalidade e aplicabilidade de ferramentas digitais em contextos de ensino de língua estrangeira em nível superior, especificamente da língua espanhola, uma vez que, no atual contexto de imersão do digital em todas as esferas da sociedade acreditamos que não há como os ambientes formais de educação deixar de acompanhar esta evolução e fazer com que seus alunos também a acompanhe e se insiram em contextos tecnológicos também para a aprendizagem. O trabalho trata-se de um estudo preliminar com o intuito expandir as práticas letradas do universo digital aos alunos do Curso de Letras-Espanhol do CAMEAM da UERN com fins de ensino. Referências ARAÚJO, J. C. Internet & ensino: novos gêneros, outros desafios. Rio de Janeiro: Lucerna, ARAÚJO-JÚNIOR, J. da S.; CARVALHO, T. O professor e as práticas de linguagens na Internet. Anais - II Encontro Nacional sobre Hipertexto, out. 2007, UFC Fortaleza, CE. Org. ARAÚJO, J. C.; RODRIGUES, M. C. Disponível em: <http://www.abehte.org/anais/hipertexto2007.html>. Acesso em: 04 nov CARVALHO, T. O gênero digital no desenvolvimento da escrita e da interação professor-aluno: uma experiência de ensino de espanhol como língua estrangeira. Dissertação (Mestrado em Linguística Aplicada). Fortaleza: PosLA UECE, CARVALHO, T. O professor de espanhol diante dos letramentos da web e a utilização dos gêneros digitais. In: ARAÚJO, J. C. e DIEB, M. Letramentos na Web: gêneros interação e ensino. Fortaleza: Edições UFC. 2009, pp GARCIAS, A. P Una experiencia de aprendizaje colaborativo a través del correo electrónico. Edutec Nº 3, 09/96. Disponível em: <http://www.uib.es/depart/gte/revelec3.html?ref=benimshopum.com>. Acesso em: 07 ago NASCIMENTO, R. B. do e TROMPIERI FILLHO, N. Correio eletrônico como recurso didático no ensino superior - o caso da Universidade Federal do Ceará

11 Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=s &script=sci_arttext&tlng=en>. Acesso em: 07 ago PAIVA, V. L. M. de O. e. um novo gênero textual. In: MARCUSHI, L. A.; XAVIER, A. C. dos S. Hipertexto e gêneros digitais: novas formas de construção ao sentido. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005, pp POZOS, J. P. M El correo electrónico como herramienta de apoyo en el trabajo docente con alumnos/as de licenciatura en pedagogía. Disponível em: <http://www.ateiamerica.com/doc/pablo.pdf>. Acesso em: 07 ago ZANOTTO, N. e carta comercial: estudo contrastivo de gênero textual. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005.

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