Federação Portuguesa de Tiro

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Federação Portuguesa de Tiro"

Transcrição

1 Federação Portuguesa de Tiro Regras de Benchrest 22 BR 50 (Provisórias)

2 A informação que se segue é baseada nas regras de competição internacional e europeia, para a modalidade Benchrest em carabina de percussão lateral, adaptada para a prática da modalidade em Portugal. Os Alvos utilizados em todas as provas serão apenas os oficiais de Benchrest 22, fornecidos como master para poderem ser fotocopiados e impressos em folha de formato A3. Cada alvo consiste em 6 sub-alvos de ajuste, e 25 de prova. A distância das linhas aos alvos é de 50 metros. Objectivos: O presente regulamento visa os seguintes objectivos: 1- A obtenção da máxima precisão de tiro através do aperfeiçoamento da arma, da munição, do equipamento e da execução do tiro. 2- O desenvolvimento, a divulgação e difusão da disciplina de Benchrest para carabina em calibre 22 Long Rifle. 3- Adaptação e evolução continua em relação ao standard da modalidade e ao progresso obtido. 4- A elaboração de um calendário desportivo anual. Regras Gerais: 1- Todos os atiradores têm de estar devidamente inscritos na FPT. 2- Todos os atiradores devem cumprir as normas de segurança, incluindo a utilização de auriculares supressores de som. 3- Após autorização do Director de Prova, as armas devem ser colocadas em cima da bancada de tiro, com os carregadores e culatras retirados. Nas carabinas em que não seja possível retirar as culatras, estas devem estar abertas e tem de ser utilizado um bloqueador (safety flog) para que se visualize a sua condição de em segurança. 4- Não é permitido aos atiradores ter qualquer ajuda de terceiros durante o decorrer da prova. 5- Não é permitido qualquer tipo de conversa, ou ruído alto, em redor da linha de tiro, para não incomodar e/ou desconcentrar os atiradores em prova.

3 6- É da responsabilidade do atirador verificar se o alvo está assinado pelo Director de Prova, após o mesmo ser afixado. Enquadramento Competitivo: 1- As provas da modalidade são classificadas, em provas de Clube, provas de Campeonato Regional, e provas de Campeonato Nacional, com os seguintes requisitos Provas de Clube Uma entrada por atirador. Um alvo como mínimo (vinte e cinco tiros) Provas de Campeonato Regional Uma entrada por atirador. Um alvo como mínimo (vinte e cinco tiros) Provas de Campeonato Nacional Duas entradas por atirador. Dois alvos como mínimo (cinquenta tiros). 2- Para acesso ao campeonato Nacional o atirador terá que realizar pelo menos uma prova do campeonato regional. 3- A classificação final dos atiradores será a soma das pontuações obtidas nas provas realizadas pelo atirador ao longo do ano. 4- A classificação final por equipas será a soma das pontuações obtidas por um conjunto de três atiradores, previamente escolhidos. 5- Todas as provas de BR50 devem ser realizadas, em bancadas apropriadas à modalidade, desde que não coloque em desigualdade os atletas. 6- Sempre que um atirador obtenha uma pontuação de 250 pontos, ser-lhe à atribuida uma medalha de mérito com a designação BENCHREST 250. Requisitos: 1- O número mínimo de inscritos para a realização de provas é de 2 atiradores. 2- O Clube tem de possuir no mínimo uma bancada de tiro e respectivo banco ou cadeira. 3- As várias categorias são classificadas pela seguinte ordem: Primeira Internacional Sporter. Segunda Light Varmint ou 10½ Lbs (Dez libras e meia). Terceira Unlimited Weight Class. 4- Sempre que possível as entradas serão apenas da mesma categoria.

4 5- O atirador poderá participar em mais que uma categoria se existirem entradas em varias categorias, desde que estas não coincidam. 6- As provas só podem ser realizadas em carreiras devidamente aprovadas pela FPT. Equipamento: 1- A bancada de tiro deverá ser de sólida construção, com um banco ou cadeira para que o atirador se sente e adopte uma posição semelhante à que teria ao praticar a modalidade de carabina deitado. 2- Na presente modalidade só são admitidas carabinas de calibre 22LR. 3- Não são permitidos disparadores electrónicos, ou mecanismos similares, nem de ajuste de posição. 4- Os aparelhos de pontaria não podem ser do tipo Laser, nem de ponto luminoso. O atirador que viole esta norma será desqualificado. 5- São permitidos, compensadores, e estabilizadores de tiro, apenas nas classes Light Varmint e Unlimited Weight Class, mas serão incluídos do peso total da arma. 6- É dada uma tolerância no peso das armas de 15 gramas (15 g), para evitar possíveis erros na calibragem das balanças. 7- O atirador pode utilizar um óculo de tiro suportado por um tripé para visualizar os seus impactos no alvo. 8- Só podem ser utilizadas munições com projéctil de chumbo macio, não encamisado nem expansivo, cuja velocidade à boca do cano não seja superior a 335 mps (1100 fps). 9- Podem ser utilizadas bandeirolas de vento desde que as mesmas: Não excedam a altura da bancada nem o limite inferior da linha do alvo; Não estejam na linha de fogo de outro atirador; Não sejam movidas ou retiradas durante a prova. Em caso de não cumprimento do descrito, o Director de prova retirará as bandeirolas do atirador infractor. 10- Não são admitidos equipamentos electrónicos de medição da velocidade e direcção do vento. 11- O apoio frontal ajustável não tem restrições quer na sua forma e peso, quer no material utilizado. Pode ter afinação e regulação nos seus eixos vertical e horizontal. No seu topo terá que ter obrigatoriamente um saco de qualquer

5 forma cheio com areia. Não pode estar fixo à bancada de tiro por nenhum meio, nem será admitido nenhum tipo de mecanismo ou apoio que retarde, amorteça, ou impeça o recuo da arma aquando do seu disparo. 12- O apoio traseiro deverá ser um saco de areia sem qualquer tipo de regulação ou mecanismo de ajuste que não pode estar fixo à bancada de tiro por nenhum meio, com as dimensões máximas de 300 mm de comprimento por 230 mm de largura. Não é admitido nenhum tipo de mecanismo ou apoio que retarde, amorteça, ou impeça o recuo da arma quando esta dispara. Contudo, e em caso de necessidade de ajuste em altura, poderá ser colocado por baixo do saco traseiro uma placa de madeira - sem qualquer tipo de encaixe, nem regulação, não podendo igualmente esta placa estar fixa à bancada, nem ultrapassar as dimensões anteriormente descritas. 13- A carabina só poderá estar apoiada nos dois sacos de areia anteriormente descritos. 14- Os apoios da frente e da traseira não podem estar interligados entre si, nem presos à arma, de modo a que, ao levantar a carabina na vertical dos seus apoios, estes não venham, de modo nenhum, agarrados à arma. 15- O atirador pode, se desejar, ter um saco de areia para apoio do cotovelo. 16- Os sacos de areia têm de ser manufacturados em pele ou em pano (i.e. couro, cordura), que sejam flexíveis, com uma espessura máxima de três milímetros (3 mm) em toda a sua superfície. Não são admitidos sacos em sola, madeira, material plástico ou outro material, nem que forrados em pele. Deverão ser cheios com um granulado não metálico e exceptuando a base, compressíveis com um dedo em toda a sua superfície. Podem ser utilizados materiais anti-deslizantes entre os sacos de areia e a bancada (i.e. pó de giz) bem como compostos deslizantes entre os sacos de areia e a carabina (i.e. pó talco, spray ou fita de teflon) para promover um movimento mais suave da arma. Prova: 1- Antes de cada entrada o Director de Prova explicará os procedimentos que dão inicio e fim à prova, bem como os procedimentos de interrupção da mesma. 2- Tempos de prova: A totalidade da prova tem a duração de trinta e cinco minutos, repartidos da seguinte forma: Cinco minutos de Preparação. Trinta minutos de Prova.

6 2.1- Preparação: A prova inicia-se com a chamada dos atiradores às linhas, dando-selhes cinco minutos de preparação para que os mesmos procedam à colocação e ajuste dos apoios e outros equipamentos. Não é permitido mexer nas armas Prova: Após o Director de Prova dar ordem para a colocação das armas na bancada de tiro, O atirador dispõe de tinta minutos para efectuar os vinte cinco disparos da prova, um em cada alvo, pela ordem que mais lhe convier. Pode utilizar se quiser o conjunto de seis alvos à esquerda para ajustamentos no decorrer da prova sem limite de impactos. 3- Sempre que durante a prova seja dada a ordem de ALTO AO FOGO todos os atiradores têm de interromper o tiro. Se existir munição por disparar, devem retira-la da câmara, retirar o carregador e a culatra, se a arma for semiautomática, estas devem estar abertas e tem de ser utilizado um bloqueador (safety flog) para que se visualize a sua condição de em segurança. O cronómetro será parado. A prova só será retomada após autorização do Director de Prova. 4- Após a ordem de ALTO AO FOGO no final da prova, todo o atirador que efectue um disparo, será penalizado com o melhor resultado que tenha obtido. 5- Nenhum atirador poderá sair da bancada de tiro antes do final da prova sob pena de desqualificação. Pontuações: 1- Sempre que o projéctil toque a linha de separação entre pontuações, será atribuída a pontuação de mais alto valor, de acordo com a seguinte tabela: X Pontos Sempre que o projéctil oblitere o dot no centro do alvo. 10 Pontos Sempre que o projéctil toque o Pontos Sempre que o projéctil toque o 9. 8 Pontos Sempre que o projéctil toque o 8. 7 Pontos Sempre que o projéctil toque o 7. 6 Pontos Sempre que o projéctil toque o 6. 5 Pontos Sempre que o projéctil toque o 5. 0 Pontos Sempre que um projéctil esteja dentro do quadrado de cada alvo. 2- Casos Particulares: 2.1- Se existir mais de um impacto na caixa do alvo, o atirador recebe o menor resultado dessa caixa, menos um ponto.

7 2.2- Se existirem mais duplos impactos, o atirador será penalizado nos termos do número anterior, mas a penalização passará a ser de 2 pontos Se um impacto estiver dentro da caixa do alvo, mas fora do círculo dos cinco pontos, conta como zero (0) pontos Qualquer impacto que toque na linha da caixa do alvo, quer por fora quer por dentro conta como zero (0) pontos Se um impacto estiver entre caixas de alvos, pertence à caixa que contiver mais de 50% desse impacto. 3- Validação de Resultados e Protestos: 3.1- Após validados e classificados pelo Director de Prova, os alvos são afixados, tornando-se validos decorridos dez (10) minutos Se algum atirador remover um alvo afixado antes do mesmo se tornar valido, será desclassificado Os atiradores podem protestar o seu alvo com argumentos justificativos, durante os primeiros dez (10) minutos em que os mesmos estão afixados. 4- Resultados e Desempates: 4.1- O atirador que somar mais pontos ganha Em caso de igualdade de pontuação, ganha o atirador que tiver mais resultados com X Em caso de continuar a verificar-se uma situação de empate, o Director de Prova verificará os blocos de alvos de prova um por um a começar pelo 1º, e sucessivamente até ao 25º.Ganhará o atirador que primeiro tenha obtido a pontuação mais alta Se mesmo assim persistir uma situação de empate o Director de Prova verificará novamente os 25 blocos de alvos nos moldes descritos no número anterior e ganhará o atirador que primeiro tenha obtido um X. Fogo Cruzado: 1- Se existirem 26 ou mais impactos no conjunto: 1.1- Se o atirador que provocou o fogo cruzado se acusar de imediato ou admitir, após o atirador lesado mencionar o sucedido ao Director de Prova, a pontuação desse impacto será atribuída ao atirador que provocou o fogo cruzado.

8 1.2- O resultado do atirador que provocou o fogo cruzado será a soma dos seus vinte e cinco (25) impactos mais os impactos que provocou nos alvos dos outros atiradores menos dez (-10) pontos por cada impacto cruzado Se não for possível determinar qual impacto é o cruzado, o atirador lesado fica com o de maior valor Qualquer atirador que provoque, ou que seja lesado, por fogo cruzado e não o comunique ao director de prova será desclassificado. Abreviaturas a utilizar nos Alvos: DQ Desqualificado. D Desistiu. A Avaria. NCT Não Cumpriu o Tempo. P Perdido. TC Tiro Cruzado. Normas para Directores de Prova: 1- Os Directores e Delegados de Prova reúnem-se e analisam quaisquer protestos e, após a deliberação final, a mesma deve ser assinada por todos. 2- O Director de Prova pode desqualificar qualquer atirador que não cumpra com estas regras, ou viole as normas de segurança. 3- O Director de Prova poderá desviar a bandeirola de vento de um atirador, que esteja na trajectória da linha de tiro de outro atirador, após ter recebido um protesto deste último. Neste caso, deverá proceder ao ALTO AO FOGO, parando o cronómetro para corrigir a posição da bandeirola. O Director dirigese à bandeirola retira-a e deita-a no chão. A prova é depois retomada. 4- O Director de prova após os alvos colocados e as bandeirolas de vento colocadas, autoriza a colocação das armas nas bancadas para que os atiradores verifiquem as trajectórias de tiro, perguntando se está tudo pronto. Se existirem anomalias deverão ser corrigidas. Após o início da prova só existe ALTO AO FOGO, provocado por intempérie, por fogo cruzado, ou por motivo de segurança. 5- Se a prova for interrompida, é dado um tempo adicional de cinco minutos. 6- O Director de prova informa os atiradores do tempo de prova decorrido, aos 15 minutos, 25 minutos, e 29 minutos e trinta segundos. 7- O Director de Prova pode atribuir funções a elementos do Clube (Delegados de Prova) de forma a cronometrar e registar anomalias no decorrer da prova.

9 8- O Director de prova deverá enviar à Direcção os alvos, os resultados e as ocorrências da prova, no prazo máximo de quinze (15) dias, após a data da prova. 9- Os Directores de Prova podem também ser atiradores. 10- Director de Prova deverá verificar, antes do início da prova, se estão reunidas todas as condições para que esta se inicie. 11- O Director de prova deve assinar os alvos no final da correcção dos mesmos. 2-Categorias e Classes de Armas 2.1- INTERNATIONAL SPORTER De repetição manual, com: Coronha e fuste em madeira laminada. A acção da arma deve ser aplicada directamente na madeira. O fuste deve ser convexo, e no seu ponto mais largo, não pode ultrapassar os 58 mm. A distancia mínima do gatilho até ao fim da coronha, excluindo a chapa de coice é de 317,5 mm. O cano não pode ter rasgos longitudinais com a finalidade de reduzir peso e auxiliar o arrefecimento. Só são permitidos gatilhos mecânicos. Peso Total com mira Kg 8½ Lbs. É permitido usar mira óptica, com aumentos variáveis, mas só pode estar regulada a 6.5 de aumento máximo. Com excepção das de carregador tubular as armas tem que ter carregador removível, com mínimo de duas (2) munições. 22 LIGHT VARMINT ou 10½ Lbs (Dez libras e meia) De repetição manual, ou semi-automática com: Coronha e fuste em madeira ou qualquer material. O fuste pode ser convexo ou plano e não pode ultrapassar os 75 mm de largura. A coronha caso seja plana na sua parte inferior, não pode ultrapassar 25mm no seu ponto mais largo. Peso Total com Mira kg 10½ Lbs;

10 É permitido o uso de mira óptica sem limite de aumentos UNLIMITED WEIGHT CLASS Livre, com: Igual á Categoria Light Varmint, mas sem limite de peso. A Direcção

Federação Portuguesa de Tiro

Federação Portuguesa de Tiro Regulamento de Benchrest 01 de Junho de 2011 Pág. 1 Artigo 1º Âmbito do Regulamento O presente Regulamento estabelece as regras das competições da disciplina de Benchrest para carabina de calibre.22 Long

Leia mais

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO REGULAMENTO DE PROVAS DE PISTOLA SPORT.45 ACP 10 DE NOVEMBRO DE 2010 FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO REGULAMENTO DE PROVAS DE PISTOLA SPORT.45 ACP Artigo 1º Âmbito do Regulamento

Leia mais

Regulamento. Licenças Federativas. Em vigor desde 01 de Janeiro de 2007

Regulamento. Licenças Federativas. Em vigor desde 01 de Janeiro de 2007 Regulamento de Licenças Federativas Em vigor desde 01 de Janeiro de 2007 1 - Por cada Atirador regularmente inscrito na Federação Portuguesa de Tiro, será emitida e entregue uma Licença Federativa (LF),

Leia mais

REGULAMENTO ESPECIFICO DOS TORNEIOS ESCOLARES DE CORFEBOL

REGULAMENTO ESPECIFICO DOS TORNEIOS ESCOLARES DE CORFEBOL REGULAMENTO ESPECIFICO DOS TORNEIOS ESCOLARES DE CORFEBOL ÍNDICE INTRODUÇÃO 1. ESCALÕES ETÁRIOS, BOLA, DURAÇÃO DO JOGO E VARIANTES DA MODALIDADE 2. CONSTITUIÇÃO DA EQUIPA 3. ARBITRAGEM 4. CLASSIFICAÇÃO,

Leia mais

Regulamento Específico GINÁSTICA ARTÍSTICA

Regulamento Específico GINÁSTICA ARTÍSTICA ÍNDICE Programa de competição... 3 Escalões etários... 3 Generalidades... 3 Desenrolar da competição... 3 Equipamento... 4 Pontuação... 4 Solo... 4 Barra fixa, Paralelas e Trave... 4 Saltos de Plinto...

Leia mais

REGULAMENTO ESPECIFICO TORNEIOS JOVENS CORFEBOL

REGULAMENTO ESPECIFICO TORNEIOS JOVENS CORFEBOL REGULAMENTO ESPECIFICO TORNEIOS JOVENS CORFEBOL ÍNDICE INTRODUÇÃO 1. ESCALÕES ETÁRIOS, BOLA, DURAÇÃO DO JOGO E VARIANTES DA MODALIDADE 2. CONSTITUIÇÃO DA EQUIPA 3. ARBITRAGEM 4. QUADRO COMPETITIVO E CRITÉRIOS

Leia mais

FUTSAL. Trabalho realizado por: Helena Rocha 12ºA Nº17 Ana Lúcia 12ºA Nº3

FUTSAL. Trabalho realizado por: Helena Rocha 12ºA Nº17 Ana Lúcia 12ºA Nº3 FUTSAL Trabalho realizado por: Helena Rocha 12ºA Nº17 Ana Lúcia 12ºA Nº3 ÍNDICE Índice... i FUTSAL... 1 Fundamentos técnicos:... 1 Posições dos Jogadores no Futsal:... 1 Regras:... 2 Campo... 2 Área de

Leia mais

REGULAMENTO FUZIL SNIPER 2014

REGULAMENTO FUZIL SNIPER 2014 REGULAMENTO FUZIL SNIPER 2014 DEPARTAMENTO DE TIRO ADJLC CAMPEONATO PAULISTA INTERCLUBES DE FUZIL SNIPER -2014 I- DO CAMPEONATO PAULISTA I.I NOTAS INTRODUTÓRIAS 1-O objetivo deste regulamento é normatizar

Leia mais

REGULAMENTO DA TAÇA XCM DO CENTRO 2015

REGULAMENTO DA TAÇA XCM DO CENTRO 2015 1. INTRODUÇÃO REGULAMENTO DA TAÇA XCM DO CENTRO 2015 A TAÇA DE XCM DO CENTRO é um troféu oficial da Associação de Ciclismo do Aveiro e consta de um conjunto de provas a decorrer entre Março e Outubro com

Leia mais

O Campeonato Nacional da 3.ª Divisão é disputado por um número ilimitado de Equipas.

O Campeonato Nacional da 3.ª Divisão é disputado por um número ilimitado de Equipas. Regulamento Variante: Pool Português Disciplina: Bola 8 Competição: Campeonato Nacional 3ª Divisão O Campeonato Nacional da 3.ª Divisão é disputado por um número ilimitado de Equipas. A competição, para

Leia mais

REGULAMENTO ESPECIFICO. Campeonato de Abertura CORFEBOL

REGULAMENTO ESPECIFICO. Campeonato de Abertura CORFEBOL REGULAMENTO ESPECIFICO Campeonato de Abertura CORFEBOL CAMPEONATO DE ABERTURA ENQUADRAMENTO O Campeonato de Abertura surge como complemento às competições seniores da Federação Portuguesa de Corfebol:

Leia mais

Campeonato Nacional de Salvamento Aquático Desportivo PRAIA

Campeonato Nacional de Salvamento Aquático Desportivo PRAIA Campeonato Nacional de Salvamento Aquático Desportivo PRAIA REGULAMENTO VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO 2015 MONTE GORDO Índice 1. Introdução... 3 2. Participação... 3 3. Calendário... 4 4. Inscrições... 5

Leia mais

REGULAMENTO X TORNEIO INTERNO DE FUTSAL 2016

REGULAMENTO X TORNEIO INTERNO DE FUTSAL 2016 REGULAMENTO X TORNEIO INTERNO DE FUTSAL 2016 Local e horário Os jogos serão realizados no Pavilhão Gimnodesportivo do CCDTCMP, aos sábados de manhã, entre as 09h00 e as 13h00. Inscrições a) Cada equipa

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO ANDEBOL

REGULAMENTO ESPECÍFICO ANDEBOL REGULAMENTO ESPECÍFICO ANDEBOL 2013 2017 Índice 1. Introdução 2 2. Escalões etários 2 3. Constituição das Equipas 3 3.1. Infantis (andebol de 5) 3 3.2. Iniciados, Juvenis e Juniores (andebol de 7) 3 4.

Leia mais

Regras da Classe e de Regata

Regras da Classe e de Regata ! Regras da Classe e de Regata 2014 Regras da Classe Descrição geral: Comprimento total = 800 mm Casco: Monocasco Velas: Vela grande e estai 1. Padrões: 1. Casco, patilhão e leme O casco será tipo monocasco,

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DAS ARMAS AUTOMÁTICAS. Met Lig M60 USA Calibre 7,62 mm

ORGANIZAÇÃO DAS ARMAS AUTOMÁTICAS. Met Lig M60 USA Calibre 7,62 mm ARMAMENTO E TIRO ORGANIZAÇÃO DAS ARMAS AUTOMÁTICAS Met Lig M60 USA Calibre 7,62 mm Duma maneira geral, podemos considerar numa arma de fogo automática as seguintes partes principais: - cano - caixa de

Leia mais

Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas

Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas Torneio de Snooker bola oito Regulamento 2 CAMPEONATO INTERBANCÁRIO DE SNOOKER REGULAMENTO CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO E FINS Artigo 1.º ORGANIZAÇÃO 1. A comissão Organizadora

Leia mais

XL Mini Olimpíadas Concelhias de Santa Maria da Feira 2016

XL Mini Olimpíadas Concelhias de Santa Maria da Feira 2016 XL Mini Olimpíadas Concelhias de Santa Maria da Feira 2016 REGULAMENTO DE ATLETISMO 1º - As provas de Atletismo serão realizadas no Estádio do Caldas de São Jorge Sport Clube, nos dias 9 e 10 de Julho

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO ESGRIMA

REGULAMENTO ESPECÍFICO ESGRIMA REGULAMENTO ESPECÍFICO ESGRIMA Índice Introdução 3 Capítulo I Regulamentação Geral 4 1. Condições Gerais de Participação 4 2. Escalões Etários 4 Capítulo II Participação / Organização 4 3. Formas de Competição

Leia mais

10 Atletismo 10.1 Escalões: 10 escalões - A, B, C, D e E, para masculinos e femininos Modalidades: Masculino Escalão B

10 Atletismo 10.1 Escalões: 10 escalões - A, B, C, D e E, para masculinos e femininos Modalidades: Masculino Escalão B 10 Atletismo 10.1 Escalões: 10 escalões - A, B, C, D e E, para masculinos e femininos. 10.2 Modalidades: N. Escalão A Escalão B Escalão C Corridas Escalão D Escalão E 1 50 m 2 60 m 3 100 m 100 m 100 m

Leia mais

Normas. Departamento de Cultura, Juventude e Desporto Divisão de Desporto e Juventude Núcleo de Actividades Desportivas

Normas. Departamento de Cultura, Juventude e Desporto Divisão de Desporto e Juventude Núcleo de Actividades Desportivas Normas Departamento de Cultura, Juventude e Desporto Núcleo de Actividades Desportivas Índice 1 Organização... 3 2 Calendarização e Local de Realização dos Jogos... 3 3 Inscrição... 3 3.1 Período de Inscrição...

Leia mais

10 Atletismo 10.1 Escalões: 10 - A, B, C, D e E, para masculinos e femininos Modalidades: Masculino Escalão B. Masculino Escalão C Corridas

10 Atletismo 10.1 Escalões: 10 - A, B, C, D e E, para masculinos e femininos Modalidades: Masculino Escalão B. Masculino Escalão C Corridas 10 Atletismo 10.1 Escalões: 10 - A, B, C, D e E, para masculinos e femininos. 10.2 Modalidades: N. Escalão A Escalão B Escalão C Corridas Escalão D Escalão E 1 50 m 2 60 m 3 100 m 100 m 100 m 4 200 m 200

Leia mais

REGULAMENTO DO TORNEIO

REGULAMENTO DO TORNEIO SUSÃO FUTEBOL CLUBE AV. ENG.º ARMANDO MAGALHÃES, 371 4440-505 VALONGO TLF. 22 400 15 73 I 91 960 45 95 geral@susaofc.com www.susaofc.pt REGULAMENTO DO TORNEIO TOURNAMENT RULES 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO PÁGINA

Leia mais

REGIMENTO ESPECÍFICO FUTEBOL. Câmara Municipal de Lisboa e Juntas de Freguesia Olisipíadas 3ª edição

REGIMENTO ESPECÍFICO FUTEBOL. Câmara Municipal de Lisboa e Juntas de Freguesia Olisipíadas 3ª edição REGIMENTO ESPECÍFICO FUTEBOL Câmara Municipal de Lisboa e Juntas de Freguesia Olisipíadas 3ª edição Índice Preâmbulo 5 Artigo 1.º Escalões Etários, Dimensões do Campo, Bola, Tempo de Jogo e Variantes

Leia mais

Regulamento Tiro IPSC

Regulamento Tiro IPSC Regulamento de Tiro IPSC REGIÃO IPSC - PORTUGAL INTERNATIONAL PRACTICAL SHOOTING CONFEDERATION Página 2 de 15 Capítulo I Disposições Gerais Artº 1º Modalidade IPSC O Tiro IPSC constitui uma modalidade

Leia mais

Associação de Futebol do Porto

Associação de Futebol do Porto RUA ANTÓNIO PINTO MACHADO, 96/100 4100.068 PORTO COMUNICADO OFICIAL Circular n.º 112 = 2015/2016= Para o conhecimento e orientação dos Clubes Filiados, SAD s, SDUQ s, Árbitros, Órgãos de Comunicação Social

Leia mais

Jogos Desportivos da União das Freguesias de Caparica e Trafaria Torneio de Ténis de Mesa

Jogos Desportivos da União das Freguesias de Caparica e Trafaria Torneio de Ténis de Mesa Jogos Desportivos da União das Freguesias de Caparica e Trafaria 2014 Torneio de Ténis de Mesa Regulamento 1. Disposições iniciais Este Regulamento define as normas de organização do Torneio de Ténis de

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DA HORTA Infantis (Futebol) Época Organização Competitiva e Regulamento Específico

ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DA HORTA Infantis (Futebol) Época Organização Competitiva e Regulamento Específico DE Infantis (Futebol) Época 2015-2016 Organização Competitiva e Regulamento Específico CLUBES PARTICIPANTES ILHA DO FAIAL ANGÚSTIAS ATLÉTICO CLUBE FAYAL SPORT CLUB CLUBE FLAMENGOS GRUPO DESPORTIVO CEDRENSE

Leia mais

COMPETIÇÃO ÁGUAS ABERTAS FAFE Sala de Visitas do Minho 6ª EDIÇÃO BARRAGEM DA QUEIMADELA

COMPETIÇÃO ÁGUAS ABERTAS FAFE Sala de Visitas do Minho 6ª EDIÇÃO BARRAGEM DA QUEIMADELA COMPETIÇÃO ÁGUAS ABERTAS FAFE Sala de Visitas do Minho 6ª EDIÇÃO BARRAGEM DA QUEIMADELA 1. Organização: Associação de do Norte de Portugal 2. Apoios: Câmara Municipal de Fafe Associação Desportiva de Fafe

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO DE VOLEIBOL

REGULAMENTO ESPECÍFICO DE VOLEIBOL REGULAMENTO ESPECÍFICO DE VOLEIBOL Índice 1. Introdução 3 2. Escalões Etários/Bola de Jogo/Duração de Jogo 3 3. Constituição da Equipa 4 4. Classificação/Pontuação 4 5. Arbitragem 5 6. Mesa de Secretariado

Leia mais

CIRCUITO DE BEACH POLO ANNP E T A P A S

CIRCUITO DE BEACH POLO ANNP E T A P A S CIRCUITO DE BEACH POLO ANNP E T A P A S I - CALDAS DE AREGOS Resende 24 de Agosto 2008 II - MONDIM DE BASTO - Mondim Basto 30 de Agosto 2008 III BARRAGEM DA QUEIMADELA Fafe 06 de Setembro 2008 Data Limite

Leia mais

Regulamento da Taça de Portugal Sevens Feminino 2016/2017 2

Regulamento da Taça de Portugal Sevens Feminino 2016/2017 2 REGULAMENTO DA TAÇA DE PORTUGAL SEVENS FEMININO 2016/2017 Artigo 1.º (Regime Supletivo) À Taça de Portugal de Sevens Feminino aplicam-se as normas do Regulamento Geral de Competições em tudo o que não

Leia mais

CIRCUITO NACIONAL DE RUGBY de 7 Sub 16 e Sub / 2011

CIRCUITO NACIONAL DE RUGBY de 7 Sub 16 e Sub / 2011 CIRCUITO NACIONAL DE RUGBY de 7 Sub 16 e Sub 18 2010 / 2011 O Departamento de Competições da FPR vai organizar o Circuito Nacional de Rugby de 7, para os escalões Sub 16 e Sub 18. Este Circuito realiza-se

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DA MADEIRA

ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DA MADEIRA ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DA MADEIRA REGULAMENTO DO CAMPEONATO DIVISÃO HONRA REGIONAL DE INFANTIS E BENJAMINS FUTEBOL DE 7 (SETE) ÉPOCA 2016/2017 CAPÍTULO I ORGANIZAÇÃO TÉCNICA 01 GENERALIDADES 1. Esta prova

Leia mais

Artigo 1.º (Regime Supletivo) Artigo 2.º (Idade Limite) Artigo 3.º (Tempo de Jogo) 1. a) 2.

Artigo 1.º (Regime Supletivo) Artigo 2.º (Idade Limite) Artigo 3.º (Tempo de Jogo) 1. a) 2. REGULAMENTO DOS CAMPEONATOS NACIONAIS SUB-16 e SUB-18, Grupos B e C 2016/2017 Artigo 1.º (Regime Supletivo) Aos Campeonatos Nacionais Sub-16 e Sub-18 aplicam-se as normas do Regulamento Geral de Competições

Leia mais

REGULAMENTO ESPECIFICO DE GINÁSTICA ARTÍSTICA

REGULAMENTO ESPECIFICO DE GINÁSTICA ARTÍSTICA GABINETE COORDENADOR DO DESPORTO ESCOLAR REGULAMENTO ESPECIFICO DE GINÁSTICA ARTÍSTICA (CÓDIGO DE PONTUAÇÃO) 2002-2003 GINÁSTICA ARTÍSTICA Programa obrigatório: SOLO SALTOS APARELHO FACULTATIVO SOLO SALTOS

Leia mais

Nivelamento a Laser - Automático

Nivelamento a Laser - Automático Nivelamento a Laser - Automático 77.0215014 LASER AUTOMÁTICO A410S - AMARELO 1 UN Laser A410 Totalmente automáticos nos modos horizontal e vertical, o A410S faz o autonivelamento sem sistema de pêndulo,

Leia mais

Regulamento de Prova Oficial Futebol

Regulamento de Prova Oficial Futebol Regulamento de Prova Oficial Futebol ÍNDICE I. DISPOSIÇÕES INICIAIS Artigo 1º - Âmbito II. ORGANIZAÇÃO DE PROVAS Artigo 2º - Sistema Competitivo Artigo 3º - Duração dos Jogos Artigo 4º - Período de Aquecimento

Leia mais

ENGENHARIA CIVIL CURSO: TOPOGRAFIA PROF.: RIDECI FARIAS LEVANTAMENTO DE NIVELAMENTO

ENGENHARIA CIVIL CURSO: TOPOGRAFIA PROF.: RIDECI FARIAS LEVANTAMENTO DE NIVELAMENTO ENGENHARIA CIVIL CURSO: TOPOGRAFIA PROF.: RIDECI FARIAS LEVANTAMENTO DE NIVELAMENTO BRASÍLIA, DF 13/11/2004 1. OBJETIVOS Ao final do levantamento de nivelamento, o grupo deverá ser capaz de realizar um

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DO COLETE DE PROTEÇÃO BALÍSTICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DO COLETE DE PROTEÇÃO BALÍSTICA PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE ALAGOAS LICITAÇÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DO COLETE DE PROTEÇÃO BALÍSTICA 1. OBJETIVO Descrever as características do colete de proteção balística, modelo

Leia mais

REGIMENTO ESPECÍFICO BASQUETEBOL. Câmara Municipal de Lisboa e Juntas de Freguesia Olisipíadas 2ª edição

REGIMENTO ESPECÍFICO BASQUETEBOL. Câmara Municipal de Lisboa e Juntas de Freguesia Olisipíadas 2ª edição REGIMENTO ESPECÍFICO BASQUETEBOL Câmara Municipal de Lisboa e Juntas de Freguesia Olisipíadas 2ª edição Índice Preâmbulo 5 Artigo 1.º Escalões Etários, Dimensões do Campo, Bola, Tempo de Jogo e Variantes

Leia mais

REGULAMENTO DE TIRO PROVA DE PISTOLA DE COMBATE

REGULAMENTO DE TIRO PROVA DE PISTOLA DE COMBATE REGULAMENTO DE TIRO PROVA DE PISTOLA DE COMBATE EsEFEx Atualizado em 2015 1 PROVA DE PISTOLA DE COMBATE Art 1º - A prova de Pistola de Combate será realizada com armamento e munição de dotação do Exército

Leia mais

DUATLO BTT DO BARREIRO 28 DE FEVEREIRO DE 2016

DUATLO BTT DO BARREIRO 28 DE FEVEREIRO DE 2016 DUATLO BTT DO BARREIRO 28 DE FEVEREIRO DE 2016 TAÇA DE PORTUGAL PORTERRA PROVA ABERTA REGULAMENTO 1. ORGANIZAÇÃO / ENQUADRAMENTO O Duatlo BTT do Barreiro é uma organização conjunta da Câmara Municipal

Leia mais

plataforma FADU guia de inscrição clubes

plataforma FADU guia de inscrição clubes plataforma FADU guia de inscrição clubes 1. apresentação O presente documento tem como objetivo auxiliar o administrador de um clube na utilização da plataforma de inscrições online da Federação Académica

Leia mais

COMUNICADO OFICIAL N.º 1

COMUNICADO OFICIAL N.º 1 COMUNICADO OFICIAL N.º 1 Quadros Competitivos 1 BAMBIS / MINIS (misto) 1.1 Calendarização Propõe-se assim a realização de 8 Encontros / Festand s, distribuídos por toda a época desportiva, nas seguintes

Leia mais

Regulamento de Montagem de Equipamento nas Unidades de Acampamento Campista (UAC) nos parques da FCMP em zona anual

Regulamento de Montagem de Equipamento nas Unidades de Acampamento Campista (UAC) nos parques da FCMP em zona anual Regulamento de Montagem de Equipamento nas Unidades de Acampamento Campista (UAC) nos parques da FCMP em zona anual Este Regulamento apenas esta disponível para: - Parque de Campismo da Lagoa de Santo

Leia mais

CONCURSO l - PONTES DE PALITOS DE PICOLÉ

CONCURSO l - PONTES DE PALITOS DE PICOLÉ CONCURSO l - PONTES DE PALITOS DE PICOLÉ REGULAMENTO 2013 a) Objetivos: O concurso compreende a avaliação de um protótipo de uma ponte, executado com palitos de picolé de madeira e ligados com cola. O

Leia mais

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE NA TERRA

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE NA TERRA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE AUTOMOBILISMO CONSELHO TÉCNICO DESPORTIVO NACIONAL COMISSÃO NACIONAL DE VELOCIDADE NA TERRA CAMPEONATO BRASILEIRO VELOCIDADE NA TERRA MINI FÓRMULA TUBULAR 2006 REGULAMENTO DESPORTIVO

Leia mais

Federação Mineira de Handebol Filiada a CBHb Confederação Brasileira de Handebol Fundada em 20 de julho de 1971

Federação Mineira de Handebol Filiada a CBHb Confederação Brasileira de Handebol Fundada em 20 de julho de 1971 REGULAMENTO CAMPEONATO MINEIRO INFANTIL DE CLUBES 2013 1. A Competição será realizada de acordo com o Regulamento Geral de Competições da FMH, pelas regras oficiais da IHF e por este Regulamento Especifico.

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DA TAÇA DE PORTUGAL XCM 2009

REGULAMENTO GERAL DA TAÇA DE PORTUGAL XCM 2009 REGULAMENTO GERAL DA TAÇA DE PORTUGAL XCM 2009 1. INTRODUÇÃO 1.1- A Taça de Portugal XCM é um troféu oficial da UVP/ Federação Portuguesa de Ciclismo e consta de um conjunto provas promovidas por vários

Leia mais

INSTRUÇÕES DE REGATA

INSTRUÇÕES DE REGATA 39 REGIONAL NORDESTE DA CLASSE LASER INSTRUÇÕES DE REGATA 1. REGRAS 1.1 O Campeonato será regido pelas regras da ISAF na tradução oficial da CB-Vela 2013-2016 e regras da Classe Laser. 1.2 Em caso de conflito

Leia mais

CLUBE COMERCIAL DE LORENA

CLUBE COMERCIAL DE LORENA TORNEIO INTERNO DE FUTSAL 2014 I - Dos Objetivos: REGULAMENTO Art. 1 - O evento tem por finalidade promover o intercambio social e esportivo entre os associados do Clube Comercial de Lorena e desenvolver

Leia mais

Regata do Aniversário

Regata do Aniversário Regata do Aniversário INSTRUÇÕES DE REGATA ORGANIZAÇÃO A Autoridade Organizadora Angra Iate Clube, estabelece estas Instruções de Regata para a Prova Regata do Aniversario aberta a barcos da Classe Vela

Leia mais

CAMPEONATO PAULISTA 2016 Futebol de 7 PC

CAMPEONATO PAULISTA 2016 Futebol de 7 PC CAMPEONATO PAULISTA 2016 Futebol de 7 PC REGULAMENTO GERAL I Objetivo Art.1º O Campeonato Paulista 2016 tem como objetivo fomentar o desporto em São Paulo e desenvolver o intercâmbio desportivo e social,

Leia mais

COPA BRASIL DE PARA-CICLISMO ESTRADA E CONTRA RELÓGIO 2014 TROFÉU JOÃO SCHWINDT. Regulamento Geral

COPA BRASIL DE PARA-CICLISMO ESTRADA E CONTRA RELÓGIO 2014 TROFÉU JOÃO SCHWINDT. Regulamento Geral COPA BRASIL DE PARA-CICLISMO ESTRADA E CONTRA RELÓGIO 2014 TROFÉU JOÃO SCHWINDT Regulamento Geral Schwindt será disputada nos moldes da Copa do Mundo de Para-ciclismo da UCI, em quatro etapas a serem realizadas

Leia mais

Artigo 1.º (Regime Supletivo) Aos Campeonatos Nacionais especificamente previsto no presente Regulamento.

Artigo 1.º (Regime Supletivo) Aos Campeonatos Nacionais especificamente previsto no presente Regulamento. REGULAMENTO DOS CAMPEONATOS NACIONAIS SUB-16 e SUB-18 2015/2016 Artigo 1.º (Regime Supletivo) Aos Campeonatos Nacionais - - - especificamente previsto no presente Regulamento. Artigo 2.º (Idade Limite)

Leia mais

SECTORES INFANTIS INICIADOS JUVENIS Velocidade e Estafetas. Barreiras 60m barreiras 80m barreiras (F) 100m barreiras (M) 250m barreiras Meio-Fundo

SECTORES INFANTIS INICIADOS JUVENIS Velocidade e Estafetas. Barreiras 60m barreiras 80m barreiras (F) 100m barreiras (M) 250m barreiras Meio-Fundo PROGRAMA DE PROVAS DOS ESCALÕES JOVENS VERSÃO FINAL (Infantis, Iniciados e juvenis) SECTORES INFANTIS INICIADOS JUVENIS Velocidade e Estafetas 60m 150m 4x 60m 80m 250m 4x 80m 100m 200m 300m 4x 100m Barreiras

Leia mais

Normas Olimpíadas Desporto

Normas Olimpíadas Desporto Normas Olimpíadas Desporto Atletismo 1. Elementos por equipa Sem critérios 2. Provas As provas escolhidas para as Olimpíadas foram: 60 Metros; 1500 Metros; 3. Sistema de competição 60 Metros: 1ª Fase (+60)

Leia mais

Rally SLOT 2014 REGULAMENTO TÉCNICO

Rally SLOT 2014 REGULAMENTO TÉCNICO Rally SLOT 2014 REGULAMENTO TÉCNICO Especificações PWRC WRC Classicos Carroçaria Origem Origem Alterada (Mínimo - 10g) Origem (Mínimo - 20g) Chassis Origem (Inline) Livre Origem (Inline) Transmissão Origem

Leia mais

REGATA VOLTA À ILHA DA MADEIRA Classe Cruzeiro

REGATA VOLTA À ILHA DA MADEIRA Classe Cruzeiro CLUBE NAVAL DO FUNCHAL ANÚNCIO DE REGATA REGATA VOLTA À ILHA DA MADEIRA Classe Cruzeiro 1 - ORGANIZAÇÃO O Clube Naval do Funchal, com o apoio da Associação Regional de Vela da Madeira, anuncia a realização

Leia mais

I TORNEIO BENJAMINS SUB -11

I TORNEIO BENJAMINS SUB -11 I TORNEIO BENJAMINS SUB -11 AMARANTE FUTEBOL CLUBE 1 de Maio de 2012 ESTÁDIO MUNICIPAL REGULAMENTO E ESTRUTURA ORANIZACIONAL 1 REGULAMENTO 1. ÂMBITO DO TORNEIO O presente documento visa apresentar detalhadamente

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO JOGOS NACIONAIS DOS CTT

REGULAMENTO ESPECÍFICO JOGOS NACIONAIS DOS CTT REGULAMENTO ESPECÍFICO JOGOS NACIONAIS DOS CTT MODALIDADES COLECTIVAS ANDEBOL Apuradas 4 equipas a saber: CDCR Almada, CDCR de Leiria, CDCR de Lisboa e CDCR do Porto. Jogam todos contra todos para determinar

Leia mais

FCUP Liga 2013/2014. Regulamento de Prova Oficial. Futsal

FCUP Liga 2013/2014. Regulamento de Prova Oficial. Futsal FCUP Liga 2013/2014 Regulamento de Prova Oficial ÍNDICE Artigo 1º - Âmbito Artigo 2º - Estrutura Artigo 3º - Sistema Competitivo Artigo 4º - Duração de Jogos Artigo 5º - Período de Aquecimento Artigo 6º

Leia mais

Junta de Freguesia de Ançã

Junta de Freguesia de Ançã III TORNEIO FUTSAL INTER-FREGUESIAS DO CONCELHO DE CANTANHEDE REGULAMENTO 1. INTRODUÇÃO 1.1 O presente regulamento aplica-se ao III Torneio de Futsal Inter-Freguesias do concelho de Cantanhede. 1.2. A

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO DE TÉNIS DE MESA

REGULAMENTO ESPECÍFICO DE TÉNIS DE MESA REGULAMENTO ESPECÍFICO DE TÉNIS DE MESA Índice 1. Introdução 3 2. Escalões Etários/Material de Jogo 3 3. Constituição da Equipa 4 4. Sistema Classificativo 4 5. Classificação/Pontuação 5 6. Arbitragem

Leia mais

Código Cooperativo. CAPÍTULO III - Capital Social, Jóia e Títulos de Investimento. Lei n.º 51/96 de 7 de Setembro

Código Cooperativo. CAPÍTULO III - Capital Social, Jóia e Títulos de Investimento. Lei n.º 51/96 de 7 de Setembro Código Cooperativo CAPÍTULO III - Capital Social, Jóia e Títulos de Investimento Lei n.º 51/96 de 7 de Setembro Alterada pelos DL n.º 343/98 de 6 de Nov., DL n.º 131/99 de 21 de Abril e DL n.º 108/2001

Leia mais

REGULAMENTO ESPECÍFICO BASQUETEBOL. (Revisto em setembro de 2015)

REGULAMENTO ESPECÍFICO BASQUETEBOL. (Revisto em setembro de 2015) REGULAMENTO ESPECÍFICO BASQUETEBOL 2013 2017 (Revisto em setembro de 2015) ÍNDICE 1. Introdução 2 2. Escalões etários 3 3. Constituição das Equipas 4 4. Regulamento Técnico-Pedagógico 5 5. Classificação,

Leia mais

TÉNIS DE PRAIA REGRAS

TÉNIS DE PRAIA REGRAS TÉNIS DE PRAIA REGRAS 1. O campo O campo será composto por um retângulo de 16 metros de comprimento e 8 metros de largura. Será dividido pela sua metade por uma rede sustentada por postes que, na sua parte

Leia mais

Jogos de Integração Universitária JIU

Jogos de Integração Universitária JIU Jogos de Integração Universitária JIU (Modalidades de Quadras e Corrida) REGULAMENTO GERAL A Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Estudantis PROAE -, através da Coordenadoria de Formação e Integração

Leia mais

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO Instituição de Utilidade Pública por Decreto de 14/10/1929 Instituição de Utilidade Pública Desportiva (D.R. 288 de 11/12/1993) Oficial da Ordem Militar de Cristo Medalha de

Leia mais

Regulamento Geral. - 1º Torneio de Basquetebol Interclasses ITE Bauru

Regulamento Geral. - 1º Torneio de Basquetebol Interclasses ITE Bauru 1. DA ORGANIZAÇÃO E DIREÇÃO Art. 1. O campeonato interclasses de basquete obedecerá às disposições deste regulamento, da Declaração do Termo de Responsabilidade constante na Ficha de Inscrição e das demais

Leia mais

REGULAMENTO. 3. O MT será constituído por 8 (oito) provas, bem como pelo Campeonato Regional por Equipas de Sub10 (Interclubes).

REGULAMENTO. 3. O MT será constituído por 8 (oito) provas, bem como pelo Campeonato Regional por Equipas de Sub10 (Interclubes). REGULAMENTO 1. O ATL MINI TOUR 2014 (MT) é um circuito de provas para os escalões de Sub8 e Sub10, promovido pela Associação de Ténis de Lisboa (ATL), havendo uma calendarização das provas através de um

Leia mais

CAMPEONATO SERGIPANO DE JUDÔ 2016

CAMPEONATO SERGIPANO DE JUDÔ 2016 CAMPEONATO SERGIPANO DE JUDÔ 2016 I. DOS OBJETIVOS 1ª ETAPA DO CIRCUITO SERGIPANO DE JUDÔ A Federação Sergipana de Judô, entidade de administração estadual do esporte Judô, cuja competência abrange todo

Leia mais

MUNICÍPIOS DA REGIÃO DE SETÚBAL, ASSOCIAÇÕES e ESCOLAS JOGOS DO FUTURO DA REGIÃO DE SETÚBAL 2016 TÉNIS DE MESA REGULAMENTO

MUNICÍPIOS DA REGIÃO DE SETÚBAL, ASSOCIAÇÕES e ESCOLAS JOGOS DO FUTURO DA REGIÃO DE SETÚBAL 2016 TÉNIS DE MESA REGULAMENTO JOGOS DO FUTURO DA REGIÃO DE SETÚBAL 2016 TÉNIS DE MESA REGULAMENTO 1. Organização A organização da modalidade de Ténis de Mesa nos Jogos do Futuro da Região de Setúbal 2016 é da responsabilidade da, da

Leia mais

INFORMATIVO TÉCNICO. Nº 53 Atualizado em Dezembro de 2010.

INFORMATIVO TÉCNICO. Nº 53 Atualizado em Dezembro de 2010. INFORMATIVO TÉCNICO Nº 53 Atualizado em Dezembro de 2010. Pistola de Pressão CBC Life Style A Pistola de Pressão Life Style é resultado do compromisso da CBC com a constante evolução dos seus produtos

Leia mais

4 INSTRUÇÕES ESPECÍFICAS PARA A COMPETIÇÃO SOÇAITE 2014 AABB GOIÂNIA

4 INSTRUÇÕES ESPECÍFICAS PARA A COMPETIÇÃO SOÇAITE 2014 AABB GOIÂNIA 4 INSTRUÇÕES ESPECÍFICAS PARA A COMPETIÇÃO SOÇAITE 2014 AABB GOIÂNIA Capítulo I Objetivos e Finalidades Art. 1º - A AABB Goiânia criou o evento SOÇAITE 2014 que engloba duas fases, abaixo relacionadas,

Leia mais

Regulamento Específico de Andebol

Regulamento Específico de Andebol Regulamento Específico de Andebol Regulamento Andebol 1 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. ESCALÕES ETÁRIOS / BOLA DE JOGO... 4 3. CONSTITUIÇÃO DA EQUIPA... 4 4. MESA DE JOGO... 4 5. ARBITRAGEM... 5 6. DURAÇÃO

Leia mais

Torneio Masculino de Fut3 REGULAMENTO

Torneio Masculino de Fut3 REGULAMENTO REGULAMENTO CAPÍTULO I 1. Generalidades 1.1. Todos os jogos serão realizados no Salão da Associação Cultural e Recreativa de Maceirinha; 1.2. Não são permitidas alterações de horários ou adiamento de jogos;

Leia mais

Associação de Futebol do Porto

Associação de Futebol do Porto RUA ANTÓNIO PINTO MACHADO, 96/100 4100.068 PORTO COMUNICADO OFICIAL Circular n.º 79 = 2014/2015= Para o conhecimento e orientação dos Clubes Filiados, SAD s, SDUQ s, Árbitros, Órgãos de Comunicação Social

Leia mais

FESTIVAL SESI MIRIM DE VOLEIBOL

FESTIVAL SESI MIRIM DE VOLEIBOL FESTIVAL SESI MIRIM DE VOLEIBOL - 2015 REGULAMENTO DENOMINAÇÃO E PARTICIPAÇÃO ARTIGO 1º - FESTIVAL MIRIM DE VOLEIBOL é o nome fantasia oficial da XX COPA SESI MIRIM DE VOLEIBOL, competição máxima do calendário

Leia mais

ÉPOCA 2015/2016 REGULAMENTO DA PROVA. Artigo 1 Prémios. 2. Ao Campeão Nacional será atribuído uma Taça e vinte e cinco medalhas.

ÉPOCA 2015/2016 REGULAMENTO DA PROVA. Artigo 1 Prémios. 2. Ao Campeão Nacional será atribuído uma Taça e vinte e cinco medalhas. PO40 CAMPEONATO NACIONAL DE VETERANOS MASCULINOS (Regulamento aprovado em Reunião de Direção de 06-05-15) REGULAMENTO DA PROVA Artigo 1 Prémios 1. O vencedor é declarado CAMPEÃO NACIONAL 2. Ao Campeão

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE XADREZ DO DISTRITO DE SETÚBAL REGULAMENTO DE COMPETIÇÕES

ASSOCIAÇÃO DE XADREZ DO DISTRITO DE SETÚBAL REGULAMENTO DE COMPETIÇÕES ASSOCIAÇÃO DE XADREZ DO DISTRITO DE SETÚBAL REGULAMENTO DE COMPETIÇÕES Aprovado em Assembleia Geral de 13 de Outubro de 2014 PRIMEIRA PARTE Disposições Gerais Artigo 1 (Âmbito de Aplicação) 1. O presente

Leia mais

Regulamento da Competição de Engenharia Desafio MECGyver 2016.

Regulamento da Competição de Engenharia Desafio MECGyver 2016. Regulamento da Competição de Engenharia Desafio MECGyver 2016. Artigo 1º A competição de Engenharia: a) O primeiro Desafio MECGyver será composta pela modalidade de Team Design. A prova a qual as equipes

Leia mais

Regulamento Específico. Ginástica Rítmica Módulo I

Regulamento Específico. Ginástica Rítmica Módulo I Regulamento Específico Ginástica Rítmica Módulo I 1 Art. 1º - A competição de ginástica rítmica será regida de acordo com as regras oficiais da Federação Internacional de Ginástica (FIG), reconhecidas

Leia mais

REGULAMENTO DE PROVAS REGIONAIS DE ESGRIMA

REGULAMENTO DE PROVAS REGIONAIS DE ESGRIMA REGULAMENTO DE PROVAS REGIONAIS DE ESGRIMA 1. RESPONSABILIDADE Os atiradores armam-se, equipam-se, vestem-se e combatem sob a sua própria responsabilidade e por sua conta e risco, nos termos do art.º 10º.

Leia mais

Campeonato Nacional Interno de Futsal 2016 REGULAMENTO

Campeonato Nacional Interno de Futsal 2016 REGULAMENTO Campeonato Nacional Interno de Futsal 2016 REGULAMENTO O Campeonato Nacional Interno de Futsal 2016 é organizado e regulamentado pelo Grupo Desportivo e Cultural da Pelouro Desportivo e destina-se exclusivamente

Leia mais

Jaraguá Clube Campestre VI Campeonato Interno de Futsal -2015

Jaraguá Clube Campestre VI Campeonato Interno de Futsal -2015 Jaraguá Clube Campestre VI Campeonato Interno de Futsal -2015 INFANTIL REGULAMENTO: A Sub-diretoria de Futsal Infantil de Esportes do Jaraguá Clube Campestre realizará, no período de 30/08 a 14/11/2015.

Leia mais

SURVIVOR TRIP TRAIL 2014 Mountain Bike 1ª etapa (MARECHAL FLORIANO)

SURVIVOR TRIP TRAIL 2014 Mountain Bike 1ª etapa (MARECHAL FLORIANO) SURVIVOR TRIP TRAIL 2014 Mountain Bike 1ª etapa (MARECHAL FLORIANO) Regulamento 1. A PROVA: Local: Marechal Floriano - ES Data: 23/02 Largada: 09:00h Percurso: a definir 2. INSCRIÇÕES: 2.1. Datas e valores

Leia mais

Regulamento do torneio de bilhar

Regulamento do torneio de bilhar Regulamento do torneio de bilhar 1. Organização: o A organização é da responsabilidade dos estagiários da Escola Básica e Secundária de Santa Cruz, do 12º Ano no âmbito do curso tecnológico de Desporto,

Leia mais

NOMENCLATURA DO TEODOLITO

NOMENCLATURA DO TEODOLITO NOMENCLATURA DO TEODOLITO O NOME TEODOLITO THEA = VISTA HODOS = UM MEIO LITOS = CLARO SURGIU EM 1560 DIVISÃO BASE DO LIMBO TEODOLITO ALIDADE ALIDADE LIMBO BASE TEODOLITO BASE SE COMPÕE DE UMA PLACA ESPESSA

Leia mais

4. No caso em que seja necessário apontar um vencedor e no tempo regulamentar o jogo terminar empatado será aplicado o seguinte:

4. No caso em que seja necessário apontar um vencedor e no tempo regulamentar o jogo terminar empatado será aplicado o seguinte: Regulamento Técnico de Futsal 1. A competição será disputada na categoria masculina acima de 16 anos e feminina acima de 14 anos. Será permitida a inscrição de 6 atletas no mínimo e no máximo 8. 2. A competição

Leia mais

CADERNO DE ENCARGOS DOS ENCONTROS REGIONAIS DE ESCOLINHAS DE CICLISMO DA ARCVR 2015 ASSOCIAÇAO REGIONAL DE CICLISMO DE VILA REAL. Caderno de Encargos

CADERNO DE ENCARGOS DOS ENCONTROS REGIONAIS DE ESCOLINHAS DE CICLISMO DA ARCVR 2015 ASSOCIAÇAO REGIONAL DE CICLISMO DE VILA REAL. Caderno de Encargos ASSOCIAÇAO REGIONAL DE CICLISMO DE VILA REAL Caderno de Encargos Encontros Reg. de Escolinhas de Ciclismo Este Caderno de Encargos, obriga os Clubes, Organizadores destes Eventos, a filiarem-se na Associaçao

Leia mais

Índice de refracção e propriedades ópticas. Química 12º Ano. Unidade 3 Plásticos, vidros e novos materiais Actividades de Projecto Laboratorial

Índice de refracção e propriedades ópticas. Química 12º Ano. Unidade 3 Plásticos, vidros e novos materiais Actividades de Projecto Laboratorial Índice de refracção e propriedades ópticas Química 12º Ano Unidade 3 Plásticos, vidros e novos materiais Actividades de Projecto Laboratorial Dezembro 2005 Jorge R. Frade, Ana Teresa Paiva Dep. Eng. Cerâmica

Leia mais

REGULAMENTO DE CARABINA. Carabina 300m Carabina Standard 300m Carabina 50m Carabina de Ar 10m. EDIÇÃO 2013 (Primeira impressão 11/2012)

REGULAMENTO DE CARABINA. Carabina 300m Carabina Standard 300m Carabina 50m Carabina de Ar 10m. EDIÇÃO 2013 (Primeira impressão 11/2012) REGULAMENTO DE CARABINA Carabina 300m Carabina Standard 300m Carabina 50m Carabina de Ar 10m EDIÇÃO 2013 (Primeira impressão 11/2012) Vigência a partir de 01 de janeiro de 2013 1 2 CAPÍTULOS 7.1- GERAL

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA MÓDULO DE APOIO MA ERG-01 REVOGA: REVOGA DESENHO: DT-492/2 CÓDIGO ERP: ORGÃO DEMANDANTE: DERAT

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA MÓDULO DE APOIO MA ERG-01 REVOGA: REVOGA DESENHO: DT-492/2 CÓDIGO ERP: ORGÃO DEMANDANTE: DERAT EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA MÓDULO DE APOIO MA ERG-01 NÚMERO: 122003 DESENHO: DT-492/3 EMISSÃO: JAN/2012 VALIDADE: JAN/2017 REVOGA: 082116 REVOGA DESENHO: DT-492/2

Leia mais

Apelamos ao esprito colaborativo e ao necessário bom senso de todos os clubes/participantes na gestão e utilização do espaço.

Apelamos ao esprito colaborativo e ao necessário bom senso de todos os clubes/participantes na gestão e utilização do espaço. ACESSOS 1 Hangares; 2 Parque de carrinhas e atrelados; Sentido circulação de carrinhas e atrelados; 3 Acesso Público a pé; 4 Hangares: 5 Reunião de Delegados e Apoio Médico; 6 Balneários; 7 Resultados

Leia mais

Rápido alinhamento do painel a primeira

Rápido alinhamento do painel a primeira DEIXE-SE DE TRABALHAR AS ESCURAS EM REPARAÇÕES DE LATERAIS Repare com exactidão para alinhar o painel correctamente à primeira. Não perca mais tempo a montar e a desmontar painéis após a reparação para

Leia mais

Demetrius Oliveira Presidente Gestão 2013/2017. QGEx - Departamento de Ciência e Tecnologia SMU - Bloco G - 3º piso Brasília/DF

Demetrius Oliveira Presidente Gestão 2013/2017. QGEx - Departamento de Ciência e Tecnologia SMU - Bloco G - 3º piso Brasília/DF Demetrius Oliveira Presidente Gestão 2013/2017 QGEx - Departamento de Ciência e Tecnologia SMU - Bloco G - 3º piso Brasília/DF Apresentação Institucional CBTP Confederação Brasileira de Tiro Prático Novo

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE GOLF DO NORTE DE PORTUGAL ASOCIACIÓN GALLEGA DE CAMPOS DE PITCH & PUTT

ASSOCIAÇÃO DE GOLF DO NORTE DE PORTUGAL ASOCIACIÓN GALLEGA DE CAMPOS DE PITCH & PUTT ASSOCIAÇÃO DE GOLF DO NORTE DE PORTUGAL ASOCIACIÓN GALLEGA DE CAMPOS DE PITCH & PUTT V CAMPEONATO DE CLUBES P&P PORTUGAL-GALICIA 2012 Campo do Aqueduto - PAREDES (Portugal) 15 de Fevereiro de 2015 REGULAMENTO

Leia mais

A.L.1.2 ATRITO ESTÁTICO E CINÉTICO

A.L.1.2 ATRITO ESTÁTICO E CINÉTICO A.L.1.2 ATRITO ESTÁTICO E CINÉTICO FÍSICA 12.ºANO BREVE INTRODUÇÃO Por que será mais fácil empurrar um caixote depois de ele entrar em movimento do que quando está parado? Esta é uma questão que poderá

Leia mais