FREDERICO OLDEMBURGO PERES SCANNER 3D: PROBLEMAS E SOLUÇÕES

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FREDERICO OLDEMBURGO PERES SCANNER 3D: PROBLEMAS E SOLUÇÕES"

Transcrição

1 FREDERICO OLDEMBURGO PERES SCANNER 3D: PROBLEMAS E SOLUÇÕES LONDRINA PR 2013

2

3 FREDERICO OLDEMBURGO PERES SCANNER 3D: PROBLEMAS E SOLUÇÕES Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao curso de Bacharelado em Ciência da Computação da Universidade Estadual de Londrina para obtenção do título de Bacharel em Ciência da Computação. Orientador: Alan Salvany Felinto LONDRINA PR 2013

4 FREDERICO OLDEMBURGO PERES SCANNER 3D: PROBLEMAS E SOLUÇÕES Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao curso de Bacharelado em Ciência da Computação da Universidade Estadual de Londrina para obtenção do título de Bacharel em Ciência da Computação. BANCA EXAMINADORA Alan Salvany Felinto Universidade Estadual de Londrina Orientador Londrina PR, 24 de novembrode 2013 LONDRINA PR 2013

5 PERES, F. O.. Scanner 3D: Problemas e Soluções. 31 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação). Bacharelado em Ciência da Computação Universidade Estadual de Londrina, RESUMO A área de imagens estéreo e casamento de imagens está em constante crescimento e, mais especificamente, a escanerização em três dimensões encontra muitas utilidades dentro de diversas áreas, como na paleontologia, onde é usada para geração de réplicas a partir de fósseis, ou na saúde, onde pode ser útil na detecção de patologias ou mensuração de densidade corporal, entre várias outras aplicações nos mais diversos campos. Este trabalho tem como objetivo analisar as técnicas já existentes na área e propor uma solução para o problema de escaneamento em três dimensões, desde a aquisição de imagens limpas, passando pelo casamento das duas imagens, geração da nuvem de pontos no espaço tridimensional, triangularização, para finalmente chegar à construção do modelo de fato. Para comprovar a eficácia dos métodos propostas, um ambiente multi-câmeras será utilizado, buscando ao final do estudo têr-se uma solução de baixo custo e fácil acesso. Palavras-chave: Scanner, tridimensional, projeção, visão estéreo.

6

7 PERES, F. O.. Scanner 3D: Problems and Solutions. 31 p. Final Project (Undergraduation). Bachelor of Science in Computer Science State University of Londrina, ABSTRACT The stereo imaging and matching area is in constant growth and the 3D scanning have utilities in various fields of knowledge, as the paleontology, where it is used in the generation of replicas from fossil, the medicine, where it can be used for detecting pathologies or for measuring corporal density, between lots of other applications in the most different areas. This paper objective is to analyze the existing techniques in the area and to propose a solution to the three-dimensional scanning, from the acquisition of a pair of clean images, through the stereo image matching, point cloud generation in the 3D space, triangulation, to finally build the virtual model in fact. To assure the effectiveness of the proposed methods, a multicamera environment will be used, aiming for a low-cost and easy access solution at the end of the study. Keywords: Scanner, tridimensional, projection, stereo vision.

8

9 SUMÁRIO Introdução I Revisão de Literatura 11 1 Visão Estéreo Ambiente e Harware Tipos de scanner Câmeras Calibração Coeficientes de Distorção Tabuleiro de Xadrez Reconstrução 3D Mapa de disparidade Casamento de Imagens Triangulação Linear SBM SSGBM Nuvem de Pontos Arquivos OBJ II Resultados 25 6 Resultados Parciais Conclusão Referências

10

11 9 INTRODUÇÃO A área de imagens em estéreo oferece uma vasta gama de aplicações e áreas de atuação, abrindo muitas possibilidades a quem possui conhecimento para atender à demanda, tanto profissional como acadêmica. A criação de modelos tridimensionais semelhantes à realidade é um problema recorrente de diversas áreas, como entretenimento digital, marketing, medicina, entre outras, onde cada vez mais há a necessidade de obteção de modelos com elevado grau de semelhança com a realidade. Esse tipo de tarefa pode ser facilitada com a utilização de alguns métodos, entre eles o escaneamento em três dimensões, que possibilita a geração desses modelos virtuais em pouco tempo e com razoável precisão, minimizando o trabalho manual, e consequentemente resultando em maior produtividade dentro das áreas que puderem se beneficiar desse tipo de construção automática. A visão computacional estéreo é o que torna possível escanear objetos do mundo real diretamente para o computador, na forma de um modelo virtual tridimensional. Esse processo segue uma série de etapas para que possa se concretizar. Primeiramente, deve-se ter um bom ambiente controlado para aquisição de imagens, com uma boa iluminação, câmeras e plano de fundo em contraste com o objeto, tornando a segmentação mais fácil, para então utilizar algoritmos de casamento de imagens em estéreo para realizar a associação de cada ponto da imagem direita com a imagem esquerda, sendo assim possível calcular a posição desse ponto nas coordenadas mundo e gerar uma nuvem de vértices, que mais tarde se tornarão o modelo propriamente dito. Apesar de ser possível encontrar diversos trabalhos nessa área, o mesmo não se pode dizer quanto a um modelo que seja de fácil acesso e baixo custo, utilizando ferramentas de uso aberto e hardware de baixo custo sem prejudicar a eficiência.

12

13 Parte I Revisão de Literatura

14

15 13 1 VISÃO ESTÉREO Mapear uma cena tridimensional para um plano é uma tarefa trivial. Um exemplo disso é uma fotografia, que pode ser tirada facilmente por qualquer pessoa. Mas o mesmo não se pode dizer do processo inverso, ou seja, transformar uma imagem bidimensional de volta em uma cena 3D. Isso porque um ponto qualquer na imagem pode corresponder a infinitos pontos num espaço tridimensional. Para solucionar este problema, uma técnica muito utilizada é a visão estéreo. Segundo autores diversos [1] [2] [3], a visão estereoscópica consiste na utilização de duas imagens bidimensionais distintas utilizadas em conjunto, gerando a noção de profundidade devido é pequena disparidade entre as imagens. Ou seja, utilizando um par de imagens da mesma cena, com uma pequena diferença de ângulo, é possível, através cálculos matemáticos, determinar a distância de um determinado ponto em relação ao observador, ou às câmeras. O cérebro humano realiza esta tarefa o tempo todo e atualmente não existe método mais eficiente do que o realizado por nós, pois este realiza a correspondência das imagens de forma mais rápida e precisa do que qualquer algoritmo ou tecnologia conhecida [3]. Apesar disso, é possível realizá-la computacionalmente, utilizando câmeras para aquisição de imagens e fusão das mesmas através de algoritmos de casamento de imagens, os quais podem ser classificados por eficiência segundo o método taxonômico de Scharstein e Szeliski [4]. Existem várias técnicas na literatura para realizar correspondência em imagens, e o tema, por si só é uma área de pesquisa. Entre essas técnicas, destaca-se a verificação do nível de similaridade entre pontos em ambas as imagens. Para que isso seja feito, não basta que se verifique apenas o próprio ponto, pois pode haver uma grande quantidade de pontos semelhantes. Sendo assim, é necessário analisar outros elementos da imagem, como o formato dos contornos [1] [3], características da região em que se encontra o ponto [1] ou ainda informações sobre cores dos pontos [5].

16

17 15 2 AMBIENTE E HARWARE Uma escolha importante a se fazer é a escolha da parte física do projeto. Não apenas o harware como também a forma como o ambiente será montado. Isso inclui a decisão do tipo de câmera a ser comprado, o modelo e a forma como estes serão posicionados dentro do ambiente construído, possibilitando assim a aquisição de imagens para utilização posterior. Existem vários modelos disponíveis e comumente utilizados na literatura, cada qual com vantagens e desvantagens singulares. Um dos sistemas mais utilizados é o escâner estereoscópico artificial, devido ao seu baixo custo em relação aos outros disponíveis, pois não necessita de nenhum tipo de harware específico além das câmeras, como é o caso dos scanners de contato ou de visão ativa [6]. Esse modelo de scanner se baseia na visão do ser humano, possuindo duas câmeras posicionadas com uma pequena diferença entre elas, permitindo-se calcular a distância dos pontos na imagem, assim como é feito pelo próprio ser-humano. Scanners com a utilização de câmeras PTZ(Pan-Tilt-Zoom) possuem algumas vantagens. Como as câmeras PTZ possuem a capacidade de adquirir imagens de vários ângulos, possiblita um campo de observação muito mais vasto, sendo muito útil em cenas panorâmicas e reconstrução 3D, e além disso, sua capacidade de zoom e captura de imagens multi-resolução possiblitam aumento significativo da precisão do scanner. Suas desvantagens, porém, são o alto custo e o aumento significativo da complexidade computacional, sendo necessário aumento dos recursos computacionais e maior dificuldade de instalação do sistema como um todo [7]. O configuração utilizada neste trabalho será a mesma descrita por Narvaez e Ramírez[8]. Esta consiste em um par de webcams de baixo custo posicionadas levemente acima do objeto a ser escaneado, com uma pequena disparidade horizontal a fim de constituir a visão estéreo. O objeto se situará sobre uma base giratória, possiblitando a captura de qualquer ângulo do mesmo. 2.1 TIPOS DE SCANNER Existem diversos tipos de scanners tridimensionais conhecidos, cada qual com suas próprias vantagens e desvantagens sobre o demais. Em linhas gerais, um scanner 3D pode ser dividido em scanners com contato e scanners sem contato. O scanner com contato se caracteriza pelo toque físico do escâner com o objeto, possibilitando uma precisão espetacular, mas um tempo de aquisição proporcionalmente grande, muitas vezes não compensando o tempo gasto pela precisão adquirida, além de

18 16 Capítulo 2. Ambiente e Harware ocasionalmente resultar em danificação do objeto dependendo de sua fragilidade, como descrito por Vicedo e Linares em 2008[6]. Os sem contato são exatamente o oposto, onde não há nenhum tipo de contato físico. Esse tipo de escâner ainda pode ser dividido em dois subtipos: os de visão passiva e os de visão ativa. O primeiro exige a utilização de uma fonte de luz concentrada adicional, como um laser, e muitas vezes, hardware especializado, sendo estas suas maiores desvantagens, mas sendo preferíveis certas situações, como para utilização em robôs de resgate, por exemplo [9]. Finalmente, o escâner 3D sem contato baseado em visão passiva consiste na utilização apenas da visão das câmeras para todo o processo de aquisição, o qual inclui a captação das imagens e a identificação dos pontos correlacionados. Este último será o modelo ao qual estaremos adotando neste trabalho. 2.2 CÂMERAS Entre os possíveis modelos de câmeras, se destacam as PTZ, devido a flexibilidade dita anteriormente, sendo possível adquirir imagens de 360 graus de um objeto sem muito esforço. Além disso o zoom permite aumento significativo na resolução e consequentemente na precisão com os detalhes. Sua maior desvantagem é o maior custo e complexidade para utilização. As câmeras tradicionais também são bastante utilizadas, pois podem ser facilmente adquiridas, em especial webcams, que possibilitam fácil aquisição, instalação e manuseio. Suas desvantagens incluem a falta de mobilidade, sendo necessário rotacionar o objeto para fotografar os diversos ângulos, e a baixa qualidade de imagem, podendo prejudicar o resultado. Cãmeras tradicionais de alta resolução representam outra possibilidade, pois a alta qualidade da imagem significa, na maioria dos casos, melhoria igualmente proporcional dos resultados finais. Seus contras incluem o preço significativamente maior e aumento do custo computacional, pois quanto maior as imagens, maior o tempo de processamento dos algoritmos que as utilizam. Devido aos objetivos do nosso projeto em construir um modelo de baixo custo, estaremos optando pela segunda opção, webcams mais especificamente.

19 17 3 CALIBRAÇÃO A calibração das câmeras é um processo necessário para que se possa, a partir das imagens captadas, fazer a correspondência entre o sistema de coordenadas do mundo real e o sistema de coordenadas das imagens capturadas pelas câmeras e vice-versa, tarefa para a qual existem diversas técnicas em uma variedade de literaturas, cada qual com suas vantagens e desvantagens [1] [2] [3] [8] [5]. O processo de calibração consiste em adquirir certas matrizes com os parâmetros necessários para realização dos cálculos posteriores, possiblitando a mudança do sistema de coordenadas cartesianas para o espaço tridimensional. Os principais valores a serem adquiridos são os parâmetros intrínsicos, os parâmetros extrínsecos e os coeficientes de distorção. Os parâmetros intrínsecos consistem em uma matriz de valores próprios da câmera em questão, havendo assim, um para cada câmera dentro do sistema de visão estéreo, mas sendo estes provavelmente semelhantes quando as câmeras forem do mesmo modelo. Estes parâmetros são independentes da posição ou cena a ser observada, podendo assim ser calculados uma única vez e reutilizados em todos os procedimentos seguintes envolvendo a câmera em questão. Os parâmetros extrínsecos se referem ao posicionamento da câmera no espaço e a cena em si, sendo, portanto, uma para cada câmera, visto que estas se encontram em posições diferentes. Estes valores não podem ser reaproveitados, pois variam de cena para cena, devendo ser recalculados sempre que houver qualquer mudança no posicionamento das câmeras. Os coeficientes de distorção são também individuais de cada câmera, assim como os parâmetros intrínsecos. Mas estes têm a finalidade de corrigir a distorção natural da câmera, que geralmente consiste em distorção radia e uma leve distorção tangencial. Estes coeficientes permanecem inalterados se houver uma mudança de resolução, ao contrário dos parâmetros intrínsecos, que deveriam ser recalculados nesse caso. Basicamente, o modelo é dado por: sm = A[R t]m (3.1)

20 18 Capítulo 3. Calibração Ou, na forma extendida: (3.2) onde: (X, Y, Z) são as coordenadas do ponto 3D em coordenadas mundo. (u, v) são as coordenadas do ponto projetado em pixels. A é a matriz dos parâmetros intrínsecos. (cx, cy) é o ponto principal, geralmente o centro da imagem. fx, fy são as distâncias focais x e y, expressas em pixels. [R t] é a matriz do parâmetros extrínsecos, usada para transladar o as coordenadas (X,Y,Z) para o sistema de coordenadas fixado na câmera. Essa transformação é equivalente à seguinte, quando z diferente de 0. (3.3) [10] 3.1 COEFICIENTES DE DISTORÇÃO Os coeficientes de distorção têm como utilidade corrigir a distorção natural causada pela maioria dos modelos de câmeras. Esta distorção é em sua maioria radial e levemente tangencial. Alguns preferem considerar os coeficientes de distorção como parâmetros intrínsecos, visto que estes também são próprios do modelo da câmera e não se alteram com o reposicionamento da mesma. Porém, é preferível tratá-los como categorias distintas, visto que sua maior diferença é o fato de que os coeficientes de distorção são também independentes da resolução da captura, enquanto os parâmetros intrínsecos devem ser recalculados caso haja mudança de resolução.

21 3.2. Tabuleiro de Xadrez 19 Com isso em mente, o modelo descrito na equação 3.3 pode ser extendido para: (3.4) [10]. sendo k i coeficientes de distorção radial e p i os coeficientes de distorção tangencial 3.2 TABULEIRO DE XADREZ Estaremos utilizando a técnica do tabuleiro de xadrez para calibração das câmeras, como feito anteriormente por Narvaez et al. [8] e descrito originalmente por Zhang [11]. Este método consiste na utilização de um padrão de tabuleiro de xadrez, com casas brancas e pretas alternadas e com um número igural de linhas e colunas. Primeiramente, são capturadas várias imagens do padrão visto de vários ângulos. Este processo pode ser feito retirando-se frames arbitrários de um vídeo previamente gravado, ou utilizando fotos individuais, por exemplo. A partir dessas imagens, identifica-se os pontos de intersecção entre as linhas e colunas, colocando-os em uma matriz e então utliza-se estas matrizes para calcular as matrizes características de cada câmera (parâmetros intrínsecos) e os coeficientes de distorção [11].

22

23 21 4 RECONSTRUÇÃO 3D 4.1 MAPA DE DISPARIDADE

24

25 23 5 CASAMENTO DE IMAGENS 5.1 TRIANGULAÇÃO LINEAR 5.2 SBM 5.3 SSGBM 5.4 NUVEM DE PONTOS 5.5 ARQUIVOS OBJ

26

27 Parte II Resultados

28

29 27 6 RESULTADOS PARCIAIS Os resultados previstos pelo cronograma foram atingidos até o devido momento, concluindo a revisão bibliográfica da parte de calibração de visão estéreo e calibração de câmera. Os testes realizados foram bem sucedidos, possiblitando a calibração das câmeras através do algoritmo desenvolvido por Zhang [11] em Todos os parâmetros e coeficientes podem ser adquiridos e armazenados para utilização nas etapas posteriores.

30

31 CONCLUSÃO 29

32

33 31 REFERÊNCIAS 1 JAIN, R. Machine vision. New York: McGraw-Hill, ISBN GONZALEZ, R. Digital image processing. Reading, Mass: Addison-Wesley, ISBN FELINTO, A. S. Visão Estéreo Utilizando a Curvatura Como Medida De Similaridade. Tese (Doutorado) Instituto de Física de São Carlos, SCHARSTEIN, D.; SZELISKI, R. A taxonomy and evaluation of dense two-frame stereo correspondence algorithms. Int. J. Comput. Vision, Kluwer Academic Publishers, Hingham, MA, USA, v. 47, n. 1-3, p. 7 42, abr ISSN Disponível em: < 5 XIE, M. Automatic feature matching in uncalibrated stereo vision through the use of color. Robotics and Autonomous Systems, v. 21, n. 4, p , ISSN Disponível em: < /S >. 6 VICEDO, J.; LINARES, J. Escaneado de objetos tridimensionales en el iti. Actualidad TIC, WAN, D.; ZHOU, J. Stereo vision using two {PTZ} cameras. Computer Vision and Image Understanding, v. 112, n. 2, p , ISSN Disponível em: < 8 NARVAEZ, A.; RAMIREZ, E. A simple 3d scanner based on passive vision for geometry reconstruction. Latin America Transactions, IEEE (Revista IEEE America Latina), v. 10, n. 5, p , ISSN OHNO, K.; KAWAHARA, T.; TADOKORO, S. Development of 3d laser scanner for measuring uniform and dense 3d shapes of static objects in dynamic environment. In: Robotics and Biomimetics, ROBIO IEEE International Conference on. [S.l.: s.n.], p QUICKSTART sphinx. OpenCV Documentation Disponível em: < 11 ZHANG, Z. A flexible new technique for camera calibration. IEEE Transactions On Pattern Analysis and Machine Intelligence, 2000.

FREDERICO OLDEMBURGO PERES SCANNER 3D: PROBLEMAS E SOLUÇÕES

FREDERICO OLDEMBURGO PERES SCANNER 3D: PROBLEMAS E SOLUÇÕES FREDERICO OLDEMBURGO PERES SCANNER 3D: PROBLEMAS E SOLUÇÕES LONDRINA PR 2013 FREDERICO OLDEMBURGO PERES SCANNER 3D: PROBLEMAS E SOLUÇÕES Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao curso de Bacharelado

Leia mais

Scanner 3D: Problemas e Soluções

Scanner 3D: Problemas e Soluções Scanner 3D: Problemas e Soluções Frederico Oldemburgo Peres 1, Alan Salvany Felinto 1 1 Departamento de Computação Universidade Estadual de Londrina (UEL) Caixa Postal 10.011 CEP 86057-970 Londrina PR

Leia mais

Visão Computacional e Realidade Aumentada. Trabalho 3 Reconstrução 3D. Pedro Sampaio Vieira. Prof. Marcelo Gattass

Visão Computacional e Realidade Aumentada. Trabalho 3 Reconstrução 3D. Pedro Sampaio Vieira. Prof. Marcelo Gattass Visão Computacional e Realidade Aumentada Trabalho 3 Reconstrução 3D Pedro Sampaio Vieira Prof. Marcelo Gattass 1 Introdução Reconstrução tridimensional é um assunto muito estudado na área de visão computacional.

Leia mais

SCANNER DE TRIANGULAÇÃO LASER PARA PROTOTIPAGEM 3D

SCANNER DE TRIANGULAÇÃO LASER PARA PROTOTIPAGEM 3D SCANNER DE TRIANGULAÇÃO LASER PARA PROTOTIPAGEM 3D Autores: Evandro Francisco WEISS, Felipe Augusto SCHIQUETTI, Eduardo Bidese PUHL Identificação autores: Aluno da Ciência da Computação, Bolsista IFC Rio

Leia mais

INTRODUÇÃO O QUE É VISÃO COMPUTACIONAL?

INTRODUÇÃO O QUE É VISÃO COMPUTACIONAL? INTRODUÇÃO O QUE É VISÃO COMPUTACIONAL? Sinônimo Visão Computacional =========== Visão de Máquinas Análise de Imagens, Análise de Cenas Image Understanding Oposto Visão Computacional =========== Computação

Leia mais

Cálculo de volume de objetos utilizando câmeras RGB-D

Cálculo de volume de objetos utilizando câmeras RGB-D Cálculo de volume de objetos utilizando câmeras RGB-D Servílio Souza de ASSIS 1,3,4 ; Izadora Aparecida RAMOS 1,3,4 ; Bruno Alberto Soares OLIVEIRA 1,3 ; Marlon MARCON 2,3 1 Estudante de Engenharia de

Leia mais

Segmentação de imagens tridimensionais utilizando o sensor Microsoft Kinect

Segmentação de imagens tridimensionais utilizando o sensor Microsoft Kinect Segmentação de imagens tridimensionais utilizando o sensor Microsoft Kinect Lucas Viana Barbosa 1 ; Wanderson Rigo 2 ; Manassés Ribeiro 3 INTRODUÇÃO Os sistemas de visão artificial vêm auxiliando o ser

Leia mais

ESTEREOSCOPIA INTRODUÇÃO. Conversão de um par de imagens (a)-(b) em um mapa de profundidade (c)

ESTEREOSCOPIA INTRODUÇÃO. Conversão de um par de imagens (a)-(b) em um mapa de profundidade (c) ESTEREOSCOPIA INTRODUÇÃO Visão estereoscópica se refere à habilidade de inferir informações da estrutura 3-D e de distâncias da cena de duas ou mais imagens tomadas de posições diferentes. Conversão de

Leia mais

Reabilitação e Reforço de Estruturas

Reabilitação e Reforço de Estruturas Mestrado em Engenharia Civil 2011 / 2012 Reabilitação e Reforço de Estruturas Aula 06: Métodos de inspecção e diagnóstico. 6.2. Aplicação da tecnologia laser scanning à reabilitação do espaço construído.

Leia mais

Auto-Calibração de Câmeras em Visão Estéreo

Auto-Calibração de Câmeras em Visão Estéreo Auto-Calibração de Câmeras em Visão Estéreo Israel de Morais Madalena, David Menotti PPGCC - Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação UFOP - Universidade Federal de Ouro Preto Ouro Preto, Minas

Leia mais

IMPORTÂNCIA DE UM SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO PARA A DIGITALIZAÇÃO DE OBJETOS UTILIZANDO SENSOR LASER

IMPORTÂNCIA DE UM SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO PARA A DIGITALIZAÇÃO DE OBJETOS UTILIZANDO SENSOR LASER IMPORTÂNCIA DE UM SISTEMA DE ACOMPANHAMENTO PARA A DIGITALIZAÇÃO DE OBJETOS UTILIZANDO SENSOR LASER Werley Rocherter Borges Ferreira UFU, Universidade Federal de Uberlândia, Curso de Engenharia Mecatrônica,

Leia mais

Prof. Marcelo Henrique dos Santos

Prof. Marcelo Henrique dos Santos POR QUE ESTUDAR COMPUTAÇÃO GRÁFICA? Quem quiser trabalhar em áreas afins: Entretenimento Jogos e filmes Visualização Simulação de fenômenos físicos Arte computadorizada Educação e treinamento Processamento

Leia mais

Nosso foco é tornar a escuridão totalmente visível. Tecnologia starlight

Nosso foco é tornar a escuridão totalmente visível. Tecnologia starlight Nosso foco é tornar a escuridão totalmente visível Tecnologia starlight 2 tecnologia starlight As câmeras 24 x 7 definitivas Não seria ótimo se você pudesse obter imagens nítidas e relevantes, independentemente

Leia mais

2. Revisão Bibliográfica, Materiais e métodos. Revisão Bibliográfica Materiais Linguagem de programação c Malhas poligonais 3D: Algoritmos k-means

2. Revisão Bibliográfica, Materiais e métodos. Revisão Bibliográfica Materiais Linguagem de programação c Malhas poligonais 3D: Algoritmos k-means Algoritmos aleatórios de segmentação de malhas poliédricas 3D Luiz Mauricio Nascimento Silva, Gabriel de Mello Loureiro, Pedro Paulo Nascimento, Cesar Alberto Bravo Pariente. UESC - Departamento de Ciências

Leia mais

VCA Treinamento em Algoritmo

VCA Treinamento em Algoritmo Conteúdo VCA Treinamento em Algoritmo VCA Treinamento em Algoritmo Conteúdo Algoritmos Rastreador (tracker) Monitoramento Objeto Abandonado/Removido Pessoas Calibração Classificação Linha de contagem Auto

Leia mais

Sistema de Controle de Acesso Baseado no Reconhecimento de Faces

Sistema de Controle de Acesso Baseado no Reconhecimento de Faces Sistema de Controle de Acesso Baseado no Reconhecimento de Faces Access Control System Based on Face Recognition Tiago A. Neves, Welton S. De Oliveira e Jean-Jacques De Groote Faculdades COC de Ribeirão

Leia mais

CLOUD COMPUTING: COMPARANDO COMO O MUNDO ONLINE PODE SUBSTITUIR OS SERVIÇOS TRADICIONAIS

CLOUD COMPUTING: COMPARANDO COMO O MUNDO ONLINE PODE SUBSTITUIR OS SERVIÇOS TRADICIONAIS CLOUD COMPUTING: COMPARANDO COMO O MUNDO ONLINE PODE SUBSTITUIR OS SERVIÇOS TRADICIONAIS João Antônio Bezerra Rodrigues¹, Claudete Werner¹, Gabriel Costa Silva² ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí

Leia mais

COMPUTAÇÃO GRÁFICA O QUE É?

COMPUTAÇÃO GRÁFICA O QUE É? COMPUTAÇÃO GRÁFICA O QUE É? Curso: Tecnológico em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: COMPUTAÇÃO GRÁFICA 4º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA SUMÁRIO O que é COMPUTAÇÃO GRÁFICA Áreas relacionadas

Leia mais

Sistema de Contagem, Identificação e Monitoramento Automático de Rotas de Veículos baseado em Visão Computacional

Sistema de Contagem, Identificação e Monitoramento Automático de Rotas de Veículos baseado em Visão Computacional Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia Curso de Graduação em Engenharia de Controle e Automação Sistema de Contagem, Identificação e Monitoramento Automático de Rotas de Veículos baseado

Leia mais

UNIVERSIDADE F EDERAL DE P ERNAMBUCO ANÁLISE DE UM MÉTODO PARA DETECÇÃO DE PEDESTRES EM IMAGENS PROPOSTA DE TRABALHO DE GRADUAÇÃO

UNIVERSIDADE F EDERAL DE P ERNAMBUCO ANÁLISE DE UM MÉTODO PARA DETECÇÃO DE PEDESTRES EM IMAGENS PROPOSTA DE TRABALHO DE GRADUAÇÃO UNIVERSIDADE F EDERAL DE P ERNAMBUCO GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CENTRO DE INFORMÁTICA 2010.2 ANÁLISE DE UM MÉTODO PARA DETECÇÃO DE PEDESTRES EM IMAGENS PROPOSTA DE TRABALHO DE GRADUAÇÃO Aluno!

Leia mais

Universidade do Estado de Santa Catarina Departamento de Engenharia Civil TOPOGRAFIA II. Profa. Adriana Goulart dos Santos

Universidade do Estado de Santa Catarina Departamento de Engenharia Civil TOPOGRAFIA II. Profa. Adriana Goulart dos Santos Universidade do Estado de Santa Catarina Departamento de Engenharia Civil TOPOGRAFIA II Profa. Adriana Goulart dos Santos Aerofotogrametria Fotogrametria é a ciência aplicada que se propõe a registrar,

Leia mais

[Fingerprint Recognition]

[Fingerprint Recognition] Mestrado em Engenharia de Segurança Informática Tecnologias Biométricas Pedro Santos santos.pmcm@gmail.com 12065 Filipe Vieira fil.vieira@gmail.com 12049 Rui Pereira ruipereira.eng@gmail.com 12061 Docente

Leia mais

Forma de Captura de Imagens Digitais:

Forma de Captura de Imagens Digitais: Forma de Captura de Imagens Digitais: - Câmaras Digitais. -Videografia. - Scanner Normal. - Scanner plano B/P (tons de cinza). - Scanner plano Colorido. - Scanner plano profissional. - Scanner de tambor.

Leia mais

Instituto Tecnológico de Aeronáutica. Prof. Carlos Henrique Q. Forster Sala 121 IEC. ramal 5981

Instituto Tecnológico de Aeronáutica. Prof. Carlos Henrique Q. Forster Sala 121 IEC. ramal 5981 CC222 Visão Computacional Visão stéreo Instituto ecnológico de Aeronáutica rof. Carlos Henrique Q. Forster Sala 121 IC ramal 5981 ópicos da aula Caso simples de visão estéreo (triangulação) roblema de

Leia mais

Chow&Kaneko buscam as modas da imagem para separar os objetos. Admite que os tons na vizinhança de cada moda são do mesmo objeto.

Chow&Kaneko buscam as modas da imagem para separar os objetos. Admite que os tons na vizinhança de cada moda são do mesmo objeto. Respostas Estudo Dirigido do Capítulo 12 Image Segmentation" 1 Com suas palavras explique quais os problemas que podem ocorrer em uma segmentação global baseada em níveis de cinza da imagem. Que técnicas

Leia mais

Dados para mapeamento

Dados para mapeamento Dados para mapeamento Existem dois aspectos com relação aos dados: 1. Aquisição dos dados para gerar os mapas 2. Uso do mapa como fonte de dados Os métodos de aquisição de dados para o mapeamento divergem,

Leia mais

Retificação Cilíndrica: um método eficiente para retificar um par de imagens

Retificação Cilíndrica: um método eficiente para retificar um par de imagens Retificação Cilíndrica: um método eficiente para retificar um par de imagens Rafael Alves Roberto, Veronica Teichrieb e Judith Kelner Centro de Informática, Universidade Federal de Pernambuco Grupo de

Leia mais

WHITEPAPER. Guia de compra para câmeras IP: tudo o que você precisa saber antes de adquirir a sua solução digital

WHITEPAPER. Guia de compra para câmeras IP: tudo o que você precisa saber antes de adquirir a sua solução digital WHITEPAPER Guia de compra para câmeras IP: tudo o que você precisa saber antes de adquirir a sua solução digital Câmera IP ou câmera analógica? Se você está em dúvida sobre a aquisição de uma solução analógica

Leia mais

4 Experimentos Computacionais

4 Experimentos Computacionais 33 4 Experimentos Computacionais O programa desenvolvido neste trabalho foi todo implementado na linguagem de programação C/C++. Dentre as bibliotecas utilizadas, destacamos: o OpenCV [23], para processamento

Leia mais

Representação de Imagens

Representação de Imagens Representação de Imagens Primitivas Gráficas As primitivas gráficas são os elementos básicos que formam um desenho. Exemplos: Ponto, segmento, polilinha, polígono, arco de elipse, etc. Primitivas já definidas

Leia mais

Otimização de Funções Não Lineares por Meio do Algoritmo Árvore da Montanha

Otimização de Funções Não Lineares por Meio do Algoritmo Árvore da Montanha Otimização de Funções Não Lineares por Meio do Algoritmo Árvore da Montanha Amarildo de Vicente Colegiado do Curso de Matemática Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas da Universidade Estadual do Oeste

Leia mais

A primeira coisa que se precisa definir é a lógica que rege os sistemas de captura, e essa pode ser descrita em linhas gerais por:

A primeira coisa que se precisa definir é a lógica que rege os sistemas de captura, e essa pode ser descrita em linhas gerais por: 4 Tecnologias A ideia da construção de Digital Human Models não caminha em separado das diversas tecnologias que englobam tal construção. Porém, para um melhor entendimento, serão descritas a seguir as

Leia mais

PDI. Calibração automática de Sistema de Visão para aplicações em desporto

PDI. Calibração automática de Sistema de Visão para aplicações em desporto PDI Calibração automática de Sistema de Visão para aplicações em desporto Aluno : Luís Manuel Queirós Martins nº 040503120 Coordenadores: Armando Jorge Sousa e Catarina Santiago 1 1-Introduçao A localização

Leia mais

SISTEMA DE VISÃO ESTÉREO EM TEMPO REAL. Juliano Tusi Amaral Laganá Pinto¹; Vanderlei Cunha Parro²

SISTEMA DE VISÃO ESTÉREO EM TEMPO REAL. Juliano Tusi Amaral Laganá Pinto¹; Vanderlei Cunha Parro² SISTEMA DE VISÃO ESTÉREO EM TEMPO REAL Juliano Tusi Amaral Laganá Pinto¹; Vanderlei Cunha Parro² ¹ Aluno de Iniciação Científica da Escola de Engenharia Mauá (EEM/CEUN-IMT); ² Professor da Escola de Engenharia

Leia mais

Sumário. 1. Instalando a Chave de Proteção 3. 2. Novas características da versão 1.3.8 3. 3. Instalando o PhotoFacil Álbum 4

Sumário. 1. Instalando a Chave de Proteção 3. 2. Novas características da versão 1.3.8 3. 3. Instalando o PhotoFacil Álbum 4 1 Sumário 1. Instalando a Chave de Proteção 3 2. Novas características da versão 1.3.8 3 3. Instalando o PhotoFacil Álbum 4 4. Executando o PhotoFacil Álbum 9 3.1. Verificação da Chave 9 3.1.1. Erro 0001-7

Leia mais

DEZ RAZÕES PARA MUDAR PARA SISTEMA DE VÍDEO BASEADO EM IP. Ou o que seu vendedor de câmeras analógicas não lhe dirá

DEZ RAZÕES PARA MUDAR PARA SISTEMA DE VÍDEO BASEADO EM IP. Ou o que seu vendedor de câmeras analógicas não lhe dirá DEZ RAZÕES PARA MUDAR PARA SISTEMA DE VÍDEO BASEADO EM IP Ou o que seu vendedor de câmeras analógicas não lhe dirá 1. ALTA RESOLUÇÃO Câmeras baseadas em IP não estão restritas à baixa resolução das câmeras

Leia mais

Requisitos de Ferramentas Especializadas de Gestão de Configuração de Software

Requisitos de Ferramentas Especializadas de Gestão de Configuração de Software Requisitos de Ferramentas Especializadas de Gestão de Configuração de Software Ricardo Terra 1 1 Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Campus da Pampulha 31.270-010

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CIÊNCIAS DA COMPUTAÇÃO MÁQUINAS DE COMITÊ APLICADAS À FILTRAGEM DE SPAM Monografia submetida à UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA para a obtenção do grau de BACHAREL

Leia mais

Manual de utilização do programa

Manual de utilização do programa PCIToGCode Manual de utilização do programa PCIToGCode O PCITOGCODE é um aplicativo desenvolvido para converter imagem de uma placa de circuito impresso em um arquivo de códigos G. Com o arquivo de códigos

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO COMPUTACIONAL ONLINE PARA O ENSINO DE GEOMETRIA DESCRITIVA

DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO COMPUTACIONAL ONLINE PARA O ENSINO DE GEOMETRIA DESCRITIVA DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO COMPUTACIONAL ONLINE PARA O ENSINO DE GEOMETRIA DESCRITIVA Daniel de Carvalho Moreira Doris C. C. K. Kowaltowski Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo,

Leia mais

Aula 3 - Registro de Imagem

Aula 3 - Registro de Imagem 1. Registro de Imagens Aula 3 - Registro de Imagem Registro é uma transformação geométrica que relaciona as coordenadas da imagem (linha e coluna) com as coordenadas geográficas (latitude e longitude)

Leia mais

Como criar um clube de vantagens para seus clientes

Como criar um clube de vantagens para seus clientes Como criar um clube de vantagens para seus clientes Introdução Adquirir clientes no mundo competitivo atual é cada vez mais difícil e caro. Por este motivo, torna-se muito importante ações que fidelize

Leia mais

APLICAÇÕES DO LASER SCANNER EM TOPOGRAFIA E GEOMÁTICA

APLICAÇÕES DO LASER SCANNER EM TOPOGRAFIA E GEOMÁTICA APLICAÇÕES DO LASER SCANNER EM TOPOGRAFIA E GEOMÁTICA Adriano Scheuer Gerente de Contas FARO Laser Scanner 08/05/2014. AGENDA 1. Introdução sobre a FARO 2. Apresentação básica sobre a tecnologia de Scanner

Leia mais

Respostas do Estudo Dirigido do Capítulo 14 Classical pattern recognition and image matching"

Respostas do Estudo Dirigido do Capítulo 14 Classical pattern recognition and image matching Respostas do Estudo Dirigido do Capítulo 14 Classical pattern recognition and image matching" 1 Com suas palavras explique o que é Reconhecimento de Padrões- RP. Quais são os fases clássicas que compõem

Leia mais

Scanner 3D: Aquisição de pontos 3D por

Scanner 3D: Aquisição de pontos 3D por Evandro Kondrat Scanner 3D: Aquisição de pontos 3D por raio Laser Trabalho apresentado ao curso de Bacharelado em Ciência da Computação da Universidade Federal do Paraná, como requisito parcial à obtenção

Leia mais

Descrição de um Software livre como Sistema de Análise Clínica

Descrição de um Software livre como Sistema de Análise Clínica Descrição de um Software livre como Sistema de Análise Clínica Autores: Yuri Reno Xavier Felipe Ribeiro de Oliveira Resumo: Este projeto visa demonstrar um sistema de medição óptico, baseado em técnicas

Leia mais

ADAPTANDO UMA APLICAÇÃO PARA CLOUD: UMA ANÁLISE ENTRE OS ESFORÇOS UTILIZADOS

ADAPTANDO UMA APLICAÇÃO PARA CLOUD: UMA ANÁLISE ENTRE OS ESFORÇOS UTILIZADOS ADAPTANDO UMA APLICAÇÃO PARA CLOUD: UMA ANÁLISE ENTRE OS ESFORÇOS UTILIZADOS Cleverson Nascimento de Mello¹, Claudete Werner¹, Gabriel Costa Silva² ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil

Leia mais

Aula 3 - Registro de Imagem

Aula 3 - Registro de Imagem Aula 3 - Registro de Imagem 1. Registro de Imagens Registro é uma transformação geométrica que relaciona coordenadas da imagem (linha e coluna) com coordenadas geográficas (latitude e longitude) de um

Leia mais

MANIPULAÇÃO 3D ARITIMÉTICA DE VETORES

MANIPULAÇÃO 3D ARITIMÉTICA DE VETORES MANIPULAÇÃO 3D Todas as manipulações de gráficos podem ser representadas em forma de equação[artwick, 1984]. O problema é que manipulações de gráficos normalmente envolvem muitas operações de aritmética

Leia mais

Estudo Sobre Armazenamento de Modelagem Digital de Terreno em Banco de Dados Geográficos

Estudo Sobre Armazenamento de Modelagem Digital de Terreno em Banco de Dados Geográficos Estudo Sobre Armazenamento de Modelagem Digital de Terreno em Banco de Dados Geográficos Eduilson L. N. C. Carneiro, Gilberto Câmara, Laércio M. Namikawa Divisão de Processamento de Imagens (DPI) Instituto

Leia mais

IN0997 - Redes Neurais

IN0997 - Redes Neurais IN0997 - Redes Neurais Aluizio Fausto Ribeiro Araújo Universidade Federal de Pernambuco Centro de Informática - CIn Departamento de Sistemas da Computação aluizioa@cin.ufpe.br Conteúdo Objetivos Ementa

Leia mais

INICIAÇÃO Revista Eletrônica de Iniciação Científica, Tecnológica e Artística

INICIAÇÃO Revista Eletrônica de Iniciação Científica, Tecnológica e Artística HOLOFACE Programação de Simulação de Interfaces Interativas Aluno: Leandro Santos Castilho 1 Orientador: Romero Tori 2 Linha de Pesquisa: Ambientes Interativos Projeto: Livro 3D Resumo Os conceitos de

Leia mais

Informática Aplicada a Radiologia

Informática Aplicada a Radiologia Informática Aplicada a Radiologia Apostila: Imagem Digital parte I Prof. Rubens Freire Rosa Imagem na forma digital A representação de Imagens na forma digital nos permite capturar, armazenar e processar

Leia mais

REALIDADE VIRTUAL PARA IDENTIFICAÇÃO DE DEFEITOS E FRATURAS EM IMAGENS

REALIDADE VIRTUAL PARA IDENTIFICAÇÃO DE DEFEITOS E FRATURAS EM IMAGENS 2009 International Nuclear Atlantic Conference - INAC 2009 Rio de Janeiro,RJ, Brazil, September27 to October 2, 2009 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENERGIA NUCLEAR - ABEN ISBN: 978-85-99141-03-8 REALIDADE VIRTUAL

Leia mais

APLICATIVOS GRÁFICOS (AULA 3)

APLICATIVOS GRÁFICOS (AULA 3) Prof. Breno Leonardo G. de M. Araújo brenod123@gmail.com http://blog.brenoleonardo.com.br APLICATIVOS GRÁFICOS (AULA 3) Introdução A possibilidade de utilizarmos imagens, gráficos, desenhos e textos artísticos

Leia mais

Geomática Aplicada à Engenharia Civil. 1 Fotogrametria

Geomática Aplicada à Engenharia Civil. 1 Fotogrametria Geomática Aplicada à Engenharia Civil 1 Fotogrametria Conceitos 2 Segundo Wolf (1983), a Fotogrametria pode ser definida como sendo a arte, a ciência e a tecnologia de se obter informações confiáveis de

Leia mais

Visão computacional no reconhecimento de formas e objetos

Visão computacional no reconhecimento de formas e objetos Visão computacional no reconhecimento de formas e objetos Paula Rayane Mota Costa Pereira*, Josemar Rodrigues de Souza**, Resumo * Bolsista de Iniciação Científica da Faculdade de Tecnologia SENAI CIMATEC,

Leia mais

19 Congresso de Iniciação Científica CAPACITAÇÃO EM SISTEMA CAD DE GRANDE PORTE E EM SISTEMA PDM

19 Congresso de Iniciação Científica CAPACITAÇÃO EM SISTEMA CAD DE GRANDE PORTE E EM SISTEMA PDM 19 Congresso de Iniciação Científica CAPACITAÇÃO EM SISTEMA CAD DE GRANDE PORTE E EM SISTEMA PDM Autor(es) ANDRE BERTIE PIVETTA Orientador(es) KLAUS SCHÜTZER Apoio Financeiro PIBITI/CNPQ 1. Introdução

Leia mais

Detecção e Rastreamento de Objetos coloridos em vídeo utilizando o OpenCV

Detecção e Rastreamento de Objetos coloridos em vídeo utilizando o OpenCV Detecção e Rastreamento de Objetos coloridos em vídeo utilizando o OpenCV Bruno Alberto Soares OLIVEIRA 1,3 ; Servílio Souza de ASSIS 1,3,4 ; Izadora Aparecida RAMOS 1,3,4 ; Marlon MARCON 2,3 1 Estudante

Leia mais

Desenvolvimento de um Sistema Híbrido para Rastreamento

Desenvolvimento de um Sistema Híbrido para Rastreamento Desenvolvimento de um Sistema Híbrido para Rastreamento de Objetos aplicado ao Futebol de Robôs Eduardo W. Basso 1, Diego M. Pereira 2, Paulo Schreiner 2 1 Laboratório de Robótica Inteligente Instituto

Leia mais

Método de Avaliação de Detector de Bordas em Imagens Digitais

Método de Avaliação de Detector de Bordas em Imagens Digitais Método de Avaliação de Detector de Bordas em Imagens Digitais Inês A. G. Boaventura DCCE, IBILCE, UNESP Rua Cristovão Colombo, 2265 15054-000, São José do Rio Preto, SP, Brasil ines@ibilce.unesp.br Adilson

Leia mais

CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM

CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM Rogério Schueroff Vandresen¹, Willian Barbosa Magalhães¹ ¹Universidade Paranaense(UNIPAR) Paranavaí-PR-Brasil rogeriovandresen@gmail.com, wmagalhaes@unipar.br

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE NÍVEL EMPRESARIAL. Administração Estratégica Conceitos. Autores Peter Wright Mark J. Kroll John Parnell

ESTRATÉGIAS DE NÍVEL EMPRESARIAL. Administração Estratégica Conceitos. Autores Peter Wright Mark J. Kroll John Parnell Administração Estratégica Conceitos Autores Peter Wright Mark J. Kroll John Parnell Alternativas Estratégicas É a estratégia que a alta administração formula para toda a empresa. Reestruturação Empresarial

Leia mais

Mapeamento 3D de superficies planas para interação homem-máquina

Mapeamento 3D de superficies planas para interação homem-máquina Mapeamento 3D de superficies planas para interação homem-máquina SCHVARCZ FRANCO, Guilherme 1 ; CEOLIN, Simone R. 1 1 Projeto PROBITI do Curso de Sistemas de Informação do Centro Universitário Franciscano

Leia mais

CONTAGEM DE PESSOAS POR VÍDEO USANDO CÂMERAS EM POSIÇÃO ZENITAL

CONTAGEM DE PESSOAS POR VÍDEO USANDO CÂMERAS EM POSIÇÃO ZENITAL Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP Instituto de Ciências Exatas e Biológicas - ICEB Departamento de Computação - DECOM CONTAGEM DE PESSOAS POR VÍDEO USANDO CÂMERAS EM POSIÇÃO ZENITAL Aluno: Victor

Leia mais

de Bordas em Imagens Digitais

de Bordas em Imagens Digitais Anais do CNMAC v.2 ISSN 1984-820X Avaliação Quantitativa de um Método Automático de Extração de Bordas em Imagens Digitais Inês A. Gasparotto Boaventura Departamento de Ciências de Computação e Estatística,

Leia mais

OpenGL. Uma Abordagem Prática e Objetiva. Marcelo Cohen Isabel Harb Manssour. Novatec Editora

OpenGL. Uma Abordagem Prática e Objetiva. Marcelo Cohen Isabel Harb Manssour. Novatec Editora OpenGL Uma Abordagem Prática e Objetiva Marcelo Cohen Isabel Harb Manssour Novatec Editora Capítulo 1 Introdução A Computação Gráfica é uma área da Ciência da Computação que se dedica ao estudo e ao desenvolvimento

Leia mais

FOTOGRAMETRIA DIGITAL. Rogério Mercandelle Santana Universidade Federal de Viçosa Departamento de Solos

FOTOGRAMETRIA DIGITAL. Rogério Mercandelle Santana Universidade Federal de Viçosa Departamento de Solos FOTOGRAMETRIA DIGITAL Rogério Mercandelle Santana Universidade Federal de Viçosa Departamento de Solos O que é Fotogrametria? A Fotogrametria é, segundo a American Society for Photogrammetry and Remote

Leia mais

VISÃO COMPUTACIONAL COM A OPENCV MATERIAL APOSTILADO E VEÍCULO SEGUIDOR AUTÔNOMO. Professora da Escola de Engenharia Mauá (EEM/CEUN-IMT).

VISÃO COMPUTACIONAL COM A OPENCV MATERIAL APOSTILADO E VEÍCULO SEGUIDOR AUTÔNOMO. Professora da Escola de Engenharia Mauá (EEM/CEUN-IMT). VISÃO COMPUTACIONAL COM A OPENCV MATERIAL APOSTILADO E VEÍCULO SEGUIDOR AUTÔNOMO Riccardo Luigi Delai 1 ; Alessandra Dutra Coelho 2 1 Aluno de Iniciação Científica da Escola de Engenharia Mauá (EEM/CEUN-IMT);

Leia mais

Trabalho 2 Fundamentos de computação Gráfica

Trabalho 2 Fundamentos de computação Gráfica Trabalho 2 Fundamentos de computação Gráfica Processamento de Imagens Aluno: Renato Deris Prado Tópicos: 1- Programa em QT e C++ 2- Efeitos de processamento de imagens 1- Programa em QT e C++ Para o trabalho

Leia mais

Palavras-chave: Tecnologia da Informação, Armazenamento, Nuvem, Internet.

Palavras-chave: Tecnologia da Informação, Armazenamento, Nuvem, Internet. 1 COMPUTAÇÃO EM NUVEM Leonardo André Junges 1 Neimar Sierota 2 Palavras-chave: Tecnologia da Informação, Armazenamento, Nuvem, Internet. 1 INTRODUÇÃO Nos dias atuais encontramos tudo ou praticamente tudo

Leia mais

UMA IMPLEMENTAÇÃO EM LINGUAGEM JAVA DE ALGORITMO DE CLASSIFICAÇÃO BASEADO NO MÉTODO DA INSERÇÃO DIRETA

UMA IMPLEMENTAÇÃO EM LINGUAGEM JAVA DE ALGORITMO DE CLASSIFICAÇÃO BASEADO NO MÉTODO DA INSERÇÃO DIRETA UMA IMPLEMENTAÇÃO EM LINGUAGEM JAVA DE ALGORITMO DE CLASSIFICAÇÃO BASEADO NO MÉTODO DA INSERÇÃO DIRETA 1 BIM,Pedro Henrique Marana; 1 RABALDELLI, Diego José Caíres; 1 SOARES, Luis Antonio; 2 TAMAE, Rodrigo

Leia mais

ESTUDO SOBRE SOFTWARE DE VISUALIZAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS DIGITAIS: INVESALIUS

ESTUDO SOBRE SOFTWARE DE VISUALIZAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS DIGITAIS: INVESALIUS ESTUDO SOBRE SOFTWARE DE VISUALIZAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS DIGITAIS: INVESALIUS ADRIANY DA S. CARVALHO * EDUILSON LÍVIO NEVES DA C. CARNEIRO ** Resumo. O presente trabalho se propõe, através de uma revisão

Leia mais

RECONHECIMENTO DE PADRÕES. OCR - Reconhecimento óptico de caracteres

RECONHECIMENTO DE PADRÕES. OCR - Reconhecimento óptico de caracteres RECONHECIMENTO DE PADRÕES OCR - Reconhecimento óptico de caracteres INTRODUÇÃO Reconhecimento de padrões é uma área da ciência cujo objetivo é a classificação de objetos dentro de um número de categorias

Leia mais

APOSTILA BÁSICA COMO UTILIZAR A LOUSA DIGITAL E O SOFTWARE SMART NOTEBOOK

APOSTILA BÁSICA COMO UTILIZAR A LOUSA DIGITAL E O SOFTWARE SMART NOTEBOOK APOSTILA BÁSICA COMO UTILIZAR A LOUSA DIGITAL E O SOFTWARE SMART NOTEBOOK 1 SÚMARIO ASSUNTO PÁGINA Componentes da Lousa... 03 Função Básica... 04 Função Bandeja de Canetas... 05 Calibrando a Lousa... 06

Leia mais

Uma Versão Intervalar do Método de Segmentação de Imagens Utilizando o K-means

Uma Versão Intervalar do Método de Segmentação de Imagens Utilizando o K-means TEMA Tend. Mat. Apl. Comput., 6, No. 2 (2005), 315-324. c Uma Publicação da Sociedade Brasileira de Matemática Aplicada e Computacional. Uma Versão Intervalar do Método de Segmentação de Imagens Utilizando

Leia mais

ATENÇÃO: * Arquivos com tamanho superior a 500 KB NÃO SERÃO ACEITOS * SOMENTE serão aceitos documentos do formato: PDF

ATENÇÃO: * Arquivos com tamanho superior a 500 KB NÃO SERÃO ACEITOS * SOMENTE serão aceitos documentos do formato: PDF TUTORIAL DE DIGITALIZAÇÃO DIRIGIDO AO USO DO PROCESSO ELETRÔNICO Adaptado do tutorial elaborado pelo colega MAICON FALCÃO, operador de computador da subseção judiciária de Rio Grande. Introdução Este tutorial

Leia mais

Técnicas e Instrumentos Utilizados na Pesquisa Científica Cavalcanti

Técnicas e Instrumentos Utilizados na Pesquisa Científica Cavalcanti Técnicas e Instrumentos Utilizados na Pesquisa Científica Técnicas de Pesquisa Técnica: Conjunto de preceitos ou processos de que se serve uma ciência. Toda ciência utiliza inúmeras técnicas na obtenção

Leia mais

Reconhecimento de marcas de carros utilizando Inteligência Artificial. André Bonna Claudio Marcelo Basckeira Felipe Villela Lourenço Richard Keller

Reconhecimento de marcas de carros utilizando Inteligência Artificial. André Bonna Claudio Marcelo Basckeira Felipe Villela Lourenço Richard Keller Reconhecimento de marcas de carros utilizando Inteligência Artificial André Bonna Claudio Marcelo Basckeira Felipe Villela Lourenço Richard Keller Motivação Análise estatística das marcas de carros em

Leia mais

2 Editoração Eletrônica

2 Editoração Eletrônica 8 2 Editoração Eletrônica A década de 80 foi um marco na história da computação. Foi quando a maioria dos esforços dos desenvolvedores, tanto de equipamentos, quanto de programas, foram direcionados para

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UMA PLATAFORMA COMPUTACIONAL PARA OBTENÇÃO DA FORMA 3D DE OBJECTOS USANDO TÉCNICAS DE VISÃO ACTIVA

DESENVOLVIMENTO DE UMA PLATAFORMA COMPUTACIONAL PARA OBTENÇÃO DA FORMA 3D DE OBJECTOS USANDO TÉCNICAS DE VISÃO ACTIVA DESENVOLVIMENTO DE UMA PLATAFORMA COMPUTACIONAL PARA OBTENÇÃO DA FORMA 3D DE OBJECTOS USANDO TÉCNICAS DE VISÃO ACTIVA Teresa Azevedo 1, João Manuel R. S. Tavares 1,2, Mário A. Vaz 1,2 1 Instituto de Engenharia

Leia mais

Fotografia digital. Aspectos técnicos

Fotografia digital. Aspectos técnicos Fotografia digital Aspectos técnicos Captura CCD (Charge Coupled Device) CMOS (Complementary Metal OxideSemiconductor) Conversão de luz em cargas elétricas Equilíbrio entre abertura do diafragma e velocidade

Leia mais

Estudo de Viabilidade

Estudo de Viabilidade Estudo de Viabilidade PGE: Plastic Gestor Empresarial Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas Recife, janeiro de 2013 Sumário 1. Motivação... 1 2. Introdução: O Problema Indentificado... 2

Leia mais

REALIDADE VIRTUAL. Tatiane Cruz de Souza Honório

REALIDADE VIRTUAL. Tatiane Cruz de Souza Honório REALIDADE VIRTUAL Tatiane Cruz de Souza Honório A ilusão vai ser tão grande que não seremos mais capazes de distinguir entre o que é real e o que não é. Steve Williams Sumário Introdução Tipos de Sistemas

Leia mais

INFORMAÇÕES SOBRE O MATERIAL UTILIZADO NA OBTENÇÃO E NA ANÁLISE DOS VÍDEOS

INFORMAÇÕES SOBRE O MATERIAL UTILIZADO NA OBTENÇÃO E NA ANÁLISE DOS VÍDEOS INFORMAÇÕES SOBRE O MATERIAL UTILIZADO NA OBTENÇÃO E NA ANÁLISE DOS VÍDEOS 1 Material utilizado 1.1 Tracker: um programa de análise de imagens Para a execução da proposta foi utilizado o programa livre

Leia mais

Curso de Computação Gráfica (CG) 2014/2- Unidade 1- Modelagem de objetos. Exercício 1 (individual) - Entrega: quarta 13/08

Curso de Computação Gráfica (CG) 2014/2- Unidade 1- Modelagem de objetos. Exercício 1 (individual) - Entrega: quarta 13/08 Curso de Computação Gráfica (CG) 2014/2- Unidade 1- Modelagem de objetos Exercício 1 (individual) - Entrega: quarta 13/08 Escolha um objeto entre os que possivelmente compõem uma clínica médica de exames

Leia mais

Técnicas de Cartografia Digital

Técnicas de Cartografia Digital Técnicas de Cartografia Digital Maria Cecília Bonato Brandalize 2011 Aula 8 1. Vetoriais 2. Matriciais 3. Vantagens e Desvantagens 1. Vetoriais 2. Matriciais 3. Vantagens e Desvantagens Como são representados

Leia mais

Apresentamos a AutoDome Easy A solução ideal para aplicações de média dimensão

Apresentamos a AutoDome Easy A solução ideal para aplicações de média dimensão Apresentamos a AutoDome Easy A solução ideal para aplicações de média dimensão A câmara PTZ concebida para uma aplicação perfeita Quando uma minidome fixa não é suficiente, e uma câmara PTZ tradicional

Leia mais

Comparação entre a Máscara de Nitidez Cúbica e o Laplaciano para Realce de Imagens Digitais

Comparação entre a Máscara de Nitidez Cúbica e o Laplaciano para Realce de Imagens Digitais Comparação entre a Máscara de Nitidez Cúbica e o Laplaciano para Realce de Imagens Digitais Wesley B. Dourado, Renata N. Imada, Programa de Pós-Graduação em Matemática Aplicada e Computacional, FCT, UNESP,

Leia mais

Realidade Virtual e Aumentada Bruno Madeira Luiz Velho (orientador) Technical Report TR-10-01 Relatório Técnico. January - 10 - Janeiro

Realidade Virtual e Aumentada Bruno Madeira Luiz Velho (orientador) Technical Report TR-10-01 Relatório Técnico. January - 10 - Janeiro Laboratório VISGRAF Instituto de Matemática Pura e Aplicada Realidade Virtual e Aumentada Bruno Madeira Luiz Velho (orientador) Technical Report TR-10-01 Relatório Técnico January - 10 - Janeiro The contents

Leia mais

2 Método sísmico na exploração de petróleo

2 Método sísmico na exploração de petróleo 16 2 Método sísmico na exploração de petróleo O método sísmico, ou sísmica de exploração de hidrocarbonetos visa modelar as condições de formação e acumulação de hidrocarbonetos na região de estudo. O

Leia mais

Computação Gráfica Interativa

Computação Gráfica Interativa Computação Gráfica Interativa conceitos, fundamentos geométricos e algoritmos 1. Introdução Computação Gráfica é a criação, armazenamento e a manipulação de modelos de objetos e suas imagens pelo computador.

Leia mais

Gerenciamento Eletrônico de Documentos. Resumo. Palavras-chave. Summary. Word-key

Gerenciamento Eletrônico de Documentos. Resumo. Palavras-chave. Summary. Word-key Gerenciamento Eletrônico de Documentos Alexandra Holanda Jaber 1 Marina Vaz Cunha da Silva 1 Rogério Rodrigues de Andrade 1 Pedro Nogueira de Souza 1 Resumo O GED é um Sistema desenvolvido para agilizar

Leia mais

Os caracteres de escrita

Os caracteres de escrita III. Caracteres de Escrita Os caracteres de escrita ou letras técnicas são utilizadas em desenhos técnicos pelo simples fato de proporcionarem maior uniformidade e tornarem mais fácil a leitura. Se uma

Leia mais

Aula 5 - Classificação

Aula 5 - Classificação AULA 5 - Aula 5-1. por Pixel é o processo de extração de informação em imagens para reconhecer padrões e objetos homogêneos. Os Classificadores "pixel a pixel" utilizam apenas a informação espectral isoladamente

Leia mais

USO DA ARQUITETURA AURA - AUTONOMOUS ROBOT ARCHITECTURE EM UM ROBÔ EXPLORADOR DE LABIRINTO CONTROLADO POR RASPBERRY PI.

USO DA ARQUITETURA AURA - AUTONOMOUS ROBOT ARCHITECTURE EM UM ROBÔ EXPLORADOR DE LABIRINTO CONTROLADO POR RASPBERRY PI. USO DA ARQUITETURA AURA - AUTONOMOUS ROBOT ARCHITECTURE EM UM ROBÔ EXPLORADOR DE LABIRINTO CONTROLADO POR RASPBERRY PI. Resumo João Paulo Fernandes da Silva¹, Willame Balbino Bonfim 1. joaopauloibge@hotmail.com

Leia mais

Energia conservada em uma mola. Introdução. Materiais Necessários

Energia conservada em uma mola. Introdução. Materiais Necessários Intro 01 Introdução A energia é algo intangível e, portanto, as medidas de energia envolvem, necessariamente, processos de medidas indiretas. Em outras palavras, para medir energia, medimos outras grandezas

Leia mais

SPS ZOOM 300. 3D Laser Scanner

SPS ZOOM 300. 3D Laser Scanner 3D Laser Scanner 3D Laser Scanner O 3D laser scanner é um equipamento que faz coletas de dados espaciais precisos de objetos ou ambientes. As nuvens de pontos coletadas podem ser utilizadas para construção

Leia mais

Localização de placas em imagens de veículos. Resumo

Localização de placas em imagens de veículos. Resumo Localização de placas em imagens de veículos Geovane Hilário Linzmeyer Curso de Inteligência Computacional Pontifícia Universidade Católica do Paraná Curitiba, dezembro de 2005 Resumo Um dos maiores problemas

Leia mais

Desenvolvimento do Módulo de Pré-processamento e Geração de Imagens de. Imagens de Teste do Sistema DTCOURO

Desenvolvimento do Módulo de Pré-processamento e Geração de Imagens de. Imagens de Teste do Sistema DTCOURO Desenvolvimento do Módulo de Pré-processamento e Geração de Imagens de Teste do Sistema DTCOURO Willian Paraguassu Amorim 27 de julho de 2005 1 Título Desenvolvimento do Módulo de Pré-processamento e Geração

Leia mais