Pegada Ecológica. Ana Galvão

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Pegada Ecológica. Ana Galvão"

Transcrição

1 Pegada Ecológica Ana Galvão Eng.ª Território 2º Semestre 2005/2006 1

2 Desenvolvimento Sustentável Desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento que assegura das necessidades do presente sem comprometer as gerações futuras de garantirem as suas próprias necessidades Relatório Brundtland Our Common Future (1987) Ambiente SUSTENTABILIDADE Economia Sociedade 2

3 Desenvolvimento Sustentável Avaliação da Sustentabilidade - Exemplos Análise do Ciclo de Vida Indicadores de sustentabilidade Pegada Ecológica 3

4 Pegada Ecológica Contabiliza a área (terrestre e marinha) que uma população (um indivíduo, uma cidade, uma nação ou a humanidade) necessita para produzir os recursos consumidos e absorver os resíduos gerados, tendo em conta a tecnologia actualmente disponível Se a área necessária ao consumo é superior à disponível, estamos perante um défice ecológico 4

5 Capital Natural Engloba os bens e serviços ecológicos fornecidos pelos ecossistemas Crosta e núcleo terrestre Florestas Pastagens Desertos Ecossistemas aquáticos Camadas da atmosfera etc BIOSFERA 5

6 Capital Natural crítico Necessário para assegurar a vida na terra: Níveis de energia solar Manter a temperatura dentro de determinados níveis Garantir o acesso a elementos químicos essenciais Acesso a água doce Garantir a ausência de substâncias tóxicas A Pegada Ecológica centra-se nas actividades humanas que dependem do capital natural crítico ou que podem comprometer actividades ecológicas que assegurem esse capital 6

7 Metodologia de cálculo da Pegada Áreas que intervêm na Pegada Ecológica Áreas construídas Consumo de energia Consumo de recursos naturais: colheitas, animais, madeira, pesca Unidades Hectares Globais: cada hag representa uma quantidade igual de produtividade biológica Calculados através da ponderação da produtividade de uma área pela produtividade global da Terra Wackernagel et al,

8 Metodologia de cálculo da Pegada Pegada Ecológica de cada tipo de área função de 4 factores: Produtividade ex. ton/ano Rendimento ex. ton/ano/ha Factor de equivalência hag/ha A soma das pegadas parciais resulta na Pegada Ecológica da população 8

9 Metodologia de cálculo da Pegada Wackernagel et al,

10 Metodologia de cálculo da Pegada Factores de equivalência Colheitas Pastagens Floresta Pescas Construção Área Produção energia hidroeléctrica Combustíveis fósseis (floresta) hag/ha 2,1 0,5 1,4 0,4 2,2 1,0 1,4 Wackernagel et al,

11 Áreas de Bioproductividade Global 11,2 x 10 9 ha produzem recursos renováveis utilizáveis Corresponde a cerca de ¼ da área do Planeta Biocapacidade representa a taxa máxima de produção de recursos de uma população num dado território, considerando a tecnologia utilizada por essa população actualmente Biocapacidade (hag) = Área (ha) x Fact equiv. (hag/ha) x Rendimento 11

12 Défice Ecológico A comparação da Pegada Ecológica de uma área com a respectiva Biocapacidade traduz o balanço da sustentabilidade dessa área Se a Pegada Ecológica for superior à Biocapacidade, estamos perante uma situação de Défice Ecológico 12

13 A Pegada Ecológica no Mundo WWF,

14 A Pegada Ecológica no Mundo WWF,

15 A Pegada Ecológica no Mundo WWF,

16 A Pegada Ecológica no Mundo WWF,

17 O Défice Ecológico * Quando o défice é negativo, o país tem uma reserva ecológica Dados 2001 Mundo Austrália Brasil Canadá Finlândia Angola Moçambique Afeganistão Noruega Iraque Irlanda Itália França Alemanha Espanha Portugal Reino Unido Estados Unidos da América Emiratos Árabes Unidos População (milhões) Pegada Ecológica total (hag/hab.) Biocapacidade (hag/hab.) Défice Ecológico* (hag/hab.) 17 WWF, 2004

18 Estimativas de evolução WWF,

19 Pegada Ecológica como medida de Sustentabilidade Permite identificar áreas de défice ecológico, mas não é medida global de sustentabilidade: Não traduz aspectos de bem-estar social Não traduz a intensidade de uso do solo Não traduz a perda de biodiversidade Funciona como mecanismo de aviso e promove a discussão científica sobre limites ecológicos 19

Pegada Ecológica. Desenvolvimento Sustentável

Pegada Ecológica. Desenvolvimento Sustentável Pegada Ecológica Ana Galvão Eng.ª Território 2º Semestre 2004/2005 1 Desenvolvimento Sustentável Desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento que assegura das necessidades do presente sem comprometer

Leia mais

PEGADA ECOLÓGICA: que marcas queremos deixar no Planeta? A Pegada Ecológica: Uma visão geral

PEGADA ECOLÓGICA: que marcas queremos deixar no Planeta? A Pegada Ecológica: Uma visão geral A Pegada Ecológica: Uma visão geral Pegada Ecológica: Uma ferramenta de contabilidade d ecológica É uma medida da quantidade de terra e águas biologicamente produtivas, um indivíduo, população ou atividade,

Leia mais

Sustentabilidade, Recursos Naturais e Biodiversidade

Sustentabilidade, Recursos Naturais e Biodiversidade Sustentabilidade, Recursos Naturais e Biodiversidade Haroldo Mattos De Lemos Presidente, Instituto Brasil PNUMA Vice-Presidente, Comitê Técnico 207 da ISO (ISO 14000) Presidente, Conselho Técnico da ABNT

Leia mais

A Engenharia do Ambiente Portuguesa Que Futuro? Fernando Santana

A Engenharia do Ambiente Portuguesa Que Futuro? Fernando Santana A Engenharia do Ambiente Portuguesa Que Futuro? Fernando Santana Engenharia do Ambiente Engenharia que estuda os problemas do ambiente de forma integrada, nas suas dimensões ecológica, social, económica

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA TEMA 4: FONTES DE ENERGIA E MEIO AMBIENTE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA TEMA 4: FONTES DE ENERGIA E MEIO AMBIENTE UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA TEMA 4: FONTES DE ENERGIA E MEIO AMBIENTE Alunas: Erika Martins dos Reis 1 Alessandra B. R. de Azevedo Disciplina: Química do Meio Ambiente

Leia mais

Meio ambiente e pegada ecológica CONTEÚDO 1 MEIO AMBIENTE

Meio ambiente e pegada ecológica CONTEÚDO 1 MEIO AMBIENTE Meio ambiente e pegada ecológica CONTEÚDO 1 MEIO AMBIENTE Economia Recursos Resíduos 2 ECONOMIA X NATUREZA A atividade econômica extrai da natureza os materiais que utiliza (recursos, escassos), e torna

Leia mais

AMBIENTE E TERRITÓRIO 9 ª aula

AMBIENTE E TERRITÓRIO 9 ª aula Licenciatura em Engenharia do Território 3º ano / 6º semestre AMBIENTE E TERRITÓRIO 9 ª aula Biodiversidade e serviços dos ecossistemas Convenção da Diversidade Biológica Nações Unidas Assinada no Rio

Leia mais

Contabilidade através da PEGADA ECOLÓGICA

Contabilidade através da PEGADA ECOLÓGICA Contabilidade através da PEGADA ECOLÓGICA Ter sucesso num mundo com crescente limitação de recursos A Pegada na economia: empresas e produtos 5 www.calculadoracarbono-cgd.com A Pegada PESSOAL Quantos

Leia mais

Economia Ecológica Introdução

Economia Ecológica Introdução Economia Ecológica Introdução Paula Antunes Centro de Economia Ecológica e Gestão do Ambiente Departamento de Ciências e Engenharia do Ambiente Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade Nova de Lisboa

Leia mais

Curso: INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL PARTICIPATIVA. Agenda 21 local : da teoria à prática

Curso: INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL PARTICIPATIVA. Agenda 21 local : da teoria à prática Curso: INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL PARTICIPATIVA Agenda 21 local : da teoria à prática Gina Rizpah Besen Psicóloga Mestre em Saúde Pública FSP-USP consultora em Gestão Ambiental rizpah@usp.br Desenvolvimento

Leia mais

Conteúdo Programático

Conteúdo Programático Título Contextualização CIÊNCIAS DO AMBIENTE O futuro profissional tem que estar familiarizado com os conceitos e fundamentos básicos da ecologia, sendo condição primordial para o estudo da ciências do

Leia mais

Aula 1. 3º)A biodiversidade inclui componentes físicos do ambiente como minerais, agua ar? Justifique

Aula 1. 3º)A biodiversidade inclui componentes físicos do ambiente como minerais, agua ar? Justifique Aula 1 1º) Conceitue meio ambiente É tudo que tem a ver com o ser ou com um grupo de seres vivos. É o conjunto de fatores, sociais e culturais que envolvem um individuo e com os quais ele interage. 2º)

Leia mais

A crise Económica e o Consumo. Seminário " Consumo alimentar: Planear, Aproveitar e Poupar" Lipor, 30 de Setembro de 2009

A crise Económica e o Consumo. Seminário  Consumo alimentar: Planear, Aproveitar e Poupar Lipor, 30 de Setembro de 2009 A crise Económica e o Consumo Seminário " Consumo alimentar: Planear, Aproveitar e Poupar" Lipor, 30 de Setembro de 2009 1 CRISE Perigo + Oportunidade 2 Perigo! 3 De que crise(s)estamos a falar? o Crise

Leia mais

Política de Desenvolvimento de Energias Novas e Renováveis em Moçambique- Biomassa

Política de Desenvolvimento de Energias Novas e Renováveis em Moçambique- Biomassa MINISTÉRIO DA ENERGIA Política de Desenvolvimento de Energias Novas e Renováveis em Moçambique- Biomassa Marcelina Mataveia Direcção Nacional de Energias Novas e Renováveis Maputo - Moçambique 7 de Fevereiro

Leia mais

Recursos naturais: utilização e consequências. Planeta Terra 8.º ano. Hélder Giroto Paiva - EPL

Recursos naturais: utilização e consequências. Planeta Terra 8.º ano. Hélder Giroto Paiva - EPL Recursos naturais: utilização e consequências Hélder Giroto Paiva - EPL O que são recursos naturais? Painéis solares. Pesca. Diamantes. Água. Plataforma petrolífera. O que são recursos naturais? Matéria

Leia mais

A BIOSFERA 2ª AULA - 1º BLOCO (ECOLOGIA GERAL) CIÊNCIAS DO AMBIENTE

A BIOSFERA 2ª AULA - 1º BLOCO (ECOLOGIA GERAL) CIÊNCIAS DO AMBIENTE A BIOSFERA 2ª AULA - 1º BLOCO (ECOLOGIA GERAL) CIÊNCIAS DO AMBIENTE Biosfera: região do planeta que contém todo o conjunto de seres vivos e na qual a vida é permanentemente possível ambiente capaz de satisfazer

Leia mais

Relatório Planeta Vivo 2008 Sumário

Relatório Planeta Vivo 2008 Sumário WWF Mediterrâneo (Portugal) Ângela Morgado Communications and Fundraising Officer Telef +351 91 842 88 29 amorgado@wwfmedpo.org www.wwf.pt Embargado até 00.01 GMT 29 Outubro 2008 Relatório Planeta Vivo

Leia mais

Agrocombustíveis, a política da UE e os projetos de MDL Nusa Urbancic

Agrocombustíveis, a política da UE e os projetos de MDL Nusa Urbancic Agrocombustíveis, a política da UE e os projetos de MDL Nusa Urbancic Esta apresentação A política europeia de biocombustíveis e seu contexto Novas informações sobre os planos dos países da UE e seu impacto

Leia mais

Domínio: TERRA UM PLANETA COM VIDA

Domínio: TERRA UM PLANETA COM VIDA SISTEMA TERRA: DA CÉLULA À BIODIVERSIDADE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Planificação

Leia mais

Metas Curriculares. Ensino Básico. Ciências Naturais

Metas Curriculares. Ensino Básico. Ciências Naturais Metas Curriculares Ensino Básico Ciências Naturais 2013 8.º ANO TERRA UM PLANETA COM VIDA Sistema Terra: da célula à biodiversidade 1. Compreender as condições próprias da Terra que a tornam o único planeta

Leia mais

PEGADA ECOLÓGICA PEGADA ECOLÓGICA

PEGADA ECOLÓGICA PEGADA ECOLÓGICA PEGADA ECOLÓGICA Quanto você pesa para o planeta? PEGADA ECOLÓGICA Alguma vez você pensou na quantidade de Natureza necessária para manter o seu estilo de vida? Já imaginou avaliar o impacto no Planeta

Leia mais

Planificação Curricular Anual Ano letivo 2014/2015

Planificação Curricular Anual Ano letivo 2014/2015 Terra, um planeta com vida Sistema Terra: da célula à biodiversidade 1. Compreender as condições próprias da Terra que a tornam o único planeta com vida conhecida no Sistema Solar 1.1. Identificar a posição

Leia mais

Domínio: TERRA UM PLANETA COM VIDA

Domínio: TERRA UM PLANETA COM VIDA SISTEMA TERRA: DA CÉLULA À BIODIVERSIDADE AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Planificação

Leia mais

Florestas, Alterações Climáticas e Biodiversidade

Florestas, Alterações Climáticas e Biodiversidade Florestas, Alterações Climáticas e Biodiversidade A nossa pegada regista-se 1. A importância dos ecossistemas florestais, nas alterações climáticas e biodiversidade 2. Os impactos das alterações climáticas

Leia mais

O PAPEL ESTRATÉGICO DA AGRICULTURA BIOLÓGICA Jaime Ferreira Lisboa, 19 Abril 2013

O PAPEL ESTRATÉGICO DA AGRICULTURA BIOLÓGICA Jaime Ferreira Lisboa, 19 Abril 2013 O PAPEL ESTRATÉGICO DA AGRICULTURA BIOLÓGICA Jaime Ferreira Lisboa, 19 Abril 2013 1. Situação de referência A agricultura é produção de alimentos Contribuir para a preservação da biodiversidade e recursos

Leia mais

Desenvolvimento de uma metodologia expedita de cálculo da Pegada Ecológica de uma cidade. O caso de Lisboa. Engenharia do Ambiente

Desenvolvimento de uma metodologia expedita de cálculo da Pegada Ecológica de uma cidade. O caso de Lisboa. Engenharia do Ambiente Desenvolvimento de uma metodologia expedita de cálculo da Pegada Ecológica de uma cidade O caso de Lisboa Ana Carina Coimbra da Costa Dissertação para a obtenção do Grau de Mestre em Engenharia do Ambiente

Leia mais

Recursos minerais explorados para a obtenção de um determinado elemento metálico que faz parte da sua constituição.

Recursos minerais explorados para a obtenção de um determinado elemento metálico que faz parte da sua constituição. Recursos minerais explorados para a obtenção de um determinado elemento metálico que faz parte da sua constituição. Ouro Prata Ferro Magnésio Manganês Cobre Exemplos: ouro, prata, cobre, alumínio, ferro,

Leia mais

3.3 Homem-Natureza: uma relação sustentável?

3.3 Homem-Natureza: uma relação sustentável? Área de Integração Curso Profissional de Nível Secundário Técnico de Comunicação, Marketing, Relações Públicas e Publicidade 3.3 Homem-Natureza: uma relação sustentável? 1 2 Dez países respondem por mais

Leia mais

PLANIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS - 8º ANO -Sustentabilidade na Terra-

PLANIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS - 8º ANO -Sustentabilidade na Terra- PLANIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS - 8º ANO -Sustentabilidade na Terra- Tema / Capítulos Competências/Objectivos Estratégias / Actividades Recursos/ Materiais Avaliação Aulas previstas (45 min) Tema I Ecossistemas

Leia mais

VISÃO SISTEMICA DA VIDA FRITJOF CAPRA PIER L. LUISI A ASCENSAO DO PENSAMENTO SISTEMICO. Páginas 419 a 564

VISÃO SISTEMICA DA VIDA FRITJOF CAPRA PIER L. LUISI A ASCENSAO DO PENSAMENTO SISTEMICO. Páginas 419 a 564 VISÃO SISTEMICA DA VIDA FRITJOF CAPRA PIER L. LUISI A ASCENSAO DO PENSAMENTO SISTEMICO Páginas 419 a 564 IV -SUSTENTAÇÃO DA TEIA DA VIDA GAIA Terra, Fogo, Vento, Água, Coração. Pela união dos seus poderes,

Leia mais

RECURSOS NATURAIS E ENERGIAS RENOVÁVEIS. Professor: Amison de Santana Silva Carga horária: 60 h Aulas: segunda 7:00 as 9:00 quarta 9:00 as 11:00

RECURSOS NATURAIS E ENERGIAS RENOVÁVEIS. Professor: Amison de Santana Silva Carga horária: 60 h Aulas: segunda 7:00 as 9:00 quarta 9:00 as 11:00 RECURSOS NATURAIS E ENERGIAS RENOVÁVEIS Professor: Amison de Santana Silva Carga horária: 60 h Aulas: segunda 7:00 as 9:00 quarta 9:00 as 11:00 Unidade 1 Introdução e conceitos fundamentais O que são recursos

Leia mais

BIOSFERA E SEUS ECOSSISTEMAS Cap.2

BIOSFERA E SEUS ECOSSISTEMAS Cap.2 BIOSFERA E SEUS ECOSSISTEMAS Cap.2 Conceitos Básicos ECOLOGIA Oikos =casa; logos= ciência É a ciência que estuda as relações entre os seres vivos entre si e com o ambiente onde eles vivem Estuda as formas

Leia mais

ECONOMIA DE BAIXO CARBONO SUSTENTABILIDADE PARA O SETOR DE MINERAÇÃO: CASO DA SIDERURGIA NO BRASIL

ECONOMIA DE BAIXO CARBONO SUSTENTABILIDADE PARA O SETOR DE MINERAÇÃO: CASO DA SIDERURGIA NO BRASIL Garo Batmanian Especialista Senior de Meio Ambiente Setembro 28, 2011 Banco Mundial ECONOMIA DE BAIXO CARBONO SUSTENTABILIDADE PARA O SETOR DE MINERAÇÃO: CASO DA SIDERURGIA NO BRASIL Grande Consumidor

Leia mais

Recuperação de Geografia. Roteiro 9 ano

Recuperação de Geografia. Roteiro 9 ano Roteiro de Geografia Prof. Arone Marrão da Disciplina: Data: / /15 3º TRIMESTRE Aluno (a): Nº: Nota: 9 º ano Ensino Período: Matutino Valor da avaliação: 10,0 Recuperação de Geografia Roteiro 9 ano A SOLUÇÃO

Leia mais

PROCESS BASED SUSTAINABILITY IMPACT ASSESSMENT (SIA) A KEY FOR AN IMPROVED COMPETETIVNESS OF THE FOREST-WOOD-SECTOR

PROCESS BASED SUSTAINABILITY IMPACT ASSESSMENT (SIA) A KEY FOR AN IMPROVED COMPETETIVNESS OF THE FOREST-WOOD-SECTOR ESTUDO DO IMPACTO SOBRE A SUSTENTABILIDADE (EIS) FUNDAMENTADO NA MODELAGEM DE PROCESSOS UMA FERRAMENTA PARA AUMENTAR A COMPETITIVIDADE DO SETOR FLORESTAL MADEIREIRO PROCESS BASED SUSTAINABILITY IMPACT

Leia mais

Recursos Energéticos e Meio Ambiente (REMA) Engenharia Ambiental 1º semestre/2017

Recursos Energéticos e Meio Ambiente (REMA) Engenharia Ambiental 1º semestre/2017 Recursos Energéticos e Meio Ambiente (REMA) Engenharia Ambiental 1º semestre/2017 ENERGIA DE COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS Capítulo 6 HINRICHS, R.A. e KLEINBACH, M. Energia e Meio Ambiente. 4ª. Ed. São Paulo:

Leia mais

PLANIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS 8º ANO

PLANIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS 8º ANO PLANIFICAÇÃO DE CIÊNCIAS NATURAIS 8º ANO Ano letivo 2016-2017 Conteúdos Domínios e subdomínios METAS CURRICULARES Objetivos e descritores Estratégias/Atividades Materiais/recursos Modalidades e critérios

Leia mais

PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR. Ciências Naturais 8º Ano

PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR. Ciências Naturais 8º Ano PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR Ciências Naturais 8º Ano COMPETÊNCIAS TEMAS/UNIDADES CONTEÚDOS 1º Período SUSTENTABILIDADE NA TERRA 28 Compreender o significado dos conceitos: espécie, população, comunidade,

Leia mais

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO

PROPOSTA DE RESOLUÇÃO PARLAMENTO EUROPEU 2009-2014 Documento de sessão 27.7.2011 B7-0000/2011 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO apresentada na sequência da pergunta com pedido de resposta oral B7-0000/2011 apresentada nos termos do n.º

Leia mais

EM PORTUGAL. As Energias do Presente e do Futuro. Situação, objectivo e desafios. Lisboa, 21 de Novembro de Álvaro Rodrigues

EM PORTUGAL. As Energias do Presente e do Futuro. Situação, objectivo e desafios. Lisboa, 21 de Novembro de Álvaro Rodrigues As Energias do Presente e do Futuro Lisboa, 21 de Novembro de 2005 ENERGIA EÓLICA E EM PORTUGAL Situação, objectivo e desafios Álvaro Rodrigues Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto Instituto

Leia mais

Unidade 5 Recursos naturais: utilização e consequências. Planeta Terra 8.º ano

Unidade 5 Recursos naturais: utilização e consequências. Planeta Terra 8.º ano Unidade 5 Recursos naturais: utilização e consequências O que são recursos naturais? Painéis solares. Pesca. Diamantes. Água. Plataforma petrolífera. O que são recursos naturais? Matéria ou energia presentes

Leia mais

Funções da Atmosfera. pág Q

Funções da Atmosfera. pág Q A Atmosfera A atmosfera é a mistura de gases que envolve a Terra; O seu limite situa-se a cerca de 1000 Km acima do nível do mar, mas 99% da massa que constitui a atmosfera localiza-se a menos de 40 km

Leia mais

A Economia Portuguesa Dados Estatísticos Páginas DADOS ESTATÍSTICOS

A Economia Portuguesa Dados Estatísticos Páginas DADOS ESTATÍSTICOS DADOS ESTATÍSTICOS A Economia Portuguesa Dados Estatísticos Páginas I. DADOS NACIONAIS 1. POPULAÇÃO 1.1 População Residente por Sexo e Grupo Etário: Censos 1 1.2 População Residente - Estimativas 1 2.

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS - 8.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS - 8.º ANO DE CIÊNCIAS NATURAIS - 8.º ANO Ano Letivo 2014 2015 PERFIL DO ALUNO No domínio da Terra - um planeta com vida, o aluno deve ser capaz de: Compreender as condições próprias da Terra que a tornam o único

Leia mais

Projeto de Pesquisa: Importância Sócio-Econômica da Cadeia de Serviços de Saneamento Básico no Estado de São Paulo

Projeto de Pesquisa: Importância Sócio-Econômica da Cadeia de Serviços de Saneamento Básico no Estado de São Paulo Projeto de Pesquisa: Importância Sócio-Econômica da Cadeia de Serviços de Saneamento Básico no Estado de São Paulo Sabesp NEIT (IE/UNICAMP) SABESP, São Paulo, 15 de Fevereiro de 2008 Estrutura da Pesquisa

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES. Turma: A, B, C, D ANO: 8º ANO LECTIVO 2010/2011 ACTIVIDADES/ ESTRATÉGIAS. Discussão / Debate.

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES. Turma: A, B, C, D ANO: 8º ANO LECTIVO 2010/2011 ACTIVIDADES/ ESTRATÉGIAS. Discussão / Debate. ESCOLA SECUNDÁRIA DR. SOLANO DE ABREU ABRANTES 3º C.E.B. DISCIPLINA: Ciências Naturais Turma: A, B, C, D ANO: 8º ANO LECTIVO 2010/2011 COMPETÊNCIAS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ACTIVIDADES/ ESTRATÉGIAS AULAS

Leia mais

Domínios temáticos, Conceitos, Metas de Aprendizagem e Propostas de Estratégias/Atividades. Disciplina de Oferta de Escola

Domínios temáticos, Conceitos, Metas de Aprendizagem e Propostas de Estratégias/Atividades. Disciplina de Oferta de Escola Disciplina de Oferta de Escola 7º e 8º anos do 3º ciclo do Ensino Básico Domínios temáticos, Conceitos, de Aprendizagem e Propostas de Estratégias/Atividades José Carlos Morais Educação Ambiental para

Leia mais

Unidade I DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. Prof. Dra. Cecília M. Villas Bôas de Almeida

Unidade I DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. Prof. Dra. Cecília M. Villas Bôas de Almeida Unidade I DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Prof. Dra. Cecília M. Villas Bôas de Almeida Desenvolvimento e sustentabilidade Problemas... O que é desenvolvimento? O que é desenvolvimento sustentável? Engenharia

Leia mais

DPS1035 Gestão Ambiental e Sustentabilidade. CGEP Eng a. Morgana Pizzolato, Dr a.

DPS1035 Gestão Ambiental e Sustentabilidade. CGEP Eng a. Morgana Pizzolato, Dr a. DPS1035 Gestão Ambiental e Sustentabilidade CGEP Eng a. Morgana Pizzolato, Dr a. Modelo de desenvolvimento atual produção agrícola e pecuária derrubando as matas, destruindo os solos e contaminando as

Leia mais

ESCOLA BÁSICA DE MAFRA 2016/2017 CIÊNCIAS NATURAIS (2º ciclo)

ESCOLA BÁSICA DE MAFRA 2016/2017 CIÊNCIAS NATURAIS (2º ciclo) (2º ciclo) 5º ano Compreender a como um planeta especial. Compreender que o solo é um material terrestre de suporte de vida. Compreender a importância das rochas e dos minerais. Compreender a importância

Leia mais

A A DEMANDA de PAPEL MUNDIAL e SUSTENTABILIDADE. 2o. CONGRESSO FLORESTAL DO MATO GROSSO DO SUL 8 de Junho de 2010

A A DEMANDA de PAPEL MUNDIAL e SUSTENTABILIDADE. 2o. CONGRESSO FLORESTAL DO MATO GROSSO DO SUL 8 de Junho de 2010 A A DEMANDA de PAPEL MUNDIAL e SUSTENTABILIDADE 2o. CONGRESSO FLORESTAL DO MATO GROSSO DO SUL 8 de Junho de 2010 CONTEÚDO 1. PERFIL DO SETOR BRASILEIRO DE C&P 2. OVERVIEW DO SETOR BRASILEIRO DE C&P 3.

Leia mais

Case study. Análise do ciclo de vida das rolhas de cortiça MENOS CO2 PARA A ATMOSFERA EMPRESA ENVOLVIMENTO

Case study. Análise do ciclo de vida das rolhas de cortiça MENOS CO2 PARA A ATMOSFERA EMPRESA ENVOLVIMENTO Case study 2009 Análise do ciclo de vida das rolhas de cortiça MENOS CO2 PARA A ATMOSFERA EMPRESA A CORTICEIRA AMORIM, S.G.P.S., S.A. é a maior empresa mundial de produtos de cortiça e uma das mais internacionais

Leia mais

Devido aos fenómenos de contracção da matéria, o núcleo desta nuvem foi aquecendo gradualmente e a nuvem começou a rodar (2 e 3);

Devido aos fenómenos de contracção da matéria, o núcleo desta nuvem foi aquecendo gradualmente e a nuvem começou a rodar (2 e 3); Há 4600 M.a. uma nuvem enriquecida com elementos pesados, fria, de dimensões gigantescas e constituída por gases e poeiras (Nébula solar) começou a condensar e contrair (1); Devido aos fenómenos de contracção

Leia mais

Ficha de Exercícios 10 º ano de Escolaridade

Ficha de Exercícios 10 º ano de Escolaridade Ficha de Exercícios 10 º ano de Escolaridade Versão Corrigida A Biosfera A vida terá surgido na Terra há mais de 3500 milhões de anos. Inicialmente com formas muito simples, são actualmente, complexos

Leia mais

... Atividades Económicas. A Agricultura

... Atividades Económicas. A Agricultura COLÉGIO DE SANTA DOROTEIA ANO LETIVO 2016/17 DEPARTAMENTO DE Ciências económicas e sociais DISCIPLINA: Geografia 9º ANO... Atividades Económicas Metas/Objetivos Competências a desenvolver 19. Conhecer

Leia mais

ESTUDO SOBRE CARGA TRIBUTÁRIA/PIB X IDH CÁLCULO DO IRBES (ÍNDICE DE RETORNO DE BEM ESTAR À SOCIEDADE)

ESTUDO SOBRE CARGA TRIBUTÁRIA/PIB X IDH CÁLCULO DO IRBES (ÍNDICE DE RETORNO DE BEM ESTAR À SOCIEDADE) ESTUDO SOBRE CARGA TRIBUTÁRIA/PIB X IDH CÁLCULO DO IRBES (ÍNDICE DE RETORNO DE BEM ESTAR À SOCIEDADE) EDIÇÃO 2012 COM A UTILIZAÇÃO DE ÍNDICES RECENTES JOÃO ELOI OLENIKE GILBERTO LUIZ DO AMARAL LETÍCIA

Leia mais

Geografia 9.º ano. Contrastes de desenvolvimento. Grupo I

Geografia 9.º ano. Contrastes de desenvolvimento. Grupo I Geografia 9.º ano Contrastes de desenvolvimento Grupo I A figura 1 representa a taxa global e regional da pobreza extrema em 1990, 2011 e 2030 (estimativa). 1. Nesta figura (A) o indicador utilizado é

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Moura Escola Básica nº 1 de Moura (EB23) Ano letivo 2014/2015

Agrupamento de Escolas de Moura Escola Básica nº 1 de Moura (EB23) Ano letivo 2014/2015 CIÊNCIAS NATURAIS 8º ANO Turmas A e B PLANIFICAÇÃO 1º PERÍODO CONTEÚDOS OBJECTIVOS/METASCURRICULARES CONCEITOS TERRA UM PLANETA COM - Compreender as condições próprias da Terra que a tornam o único planeta

Leia mais

A energia alternativa é uma energia sustentável que deriva do meio ambiente natural

A energia alternativa é uma energia sustentável que deriva do meio ambiente natural A energia alternativa é uma energia sustentável que deriva do meio ambiente natural Uma das suas principais características é serem renováveis e não poluentes ( mais limpas ). Foram criadas devido à escassez

Leia mais

Pegada Ecológica. Convite: junte-se a nós e saiba mais sobre um conceito

Pegada Ecológica. Convite: junte-se a nós e saiba mais sobre um conceito Pegada Ecológica Convite: junte-se a nós e saiba mais sobre um conceito cada vez mais divulgado e descubra uma estimativa de quantos planetas Terra serão necessários, para sustentar toda a sua população,

Leia mais

ANEXO B. DADOS MUNDIAIS DE ENERGIA

ANEXO B. DADOS MUNDIAIS DE ENERGIA ANEXO B. DADOS MUNDIAIS DE ENERGIA 1. OFERTA MUNDIAL DE ENERGIA GRÁFICO B.1: OFERTA MUNDIAL DE ENERGIA POR FONTE GRÁFICO B.2: OFERTA MUNDIAL DE ENERGIA POR REGIÃO (*) (*) Excluindo bunkers marítimos internacionais

Leia mais

CIÊNCIAS NATURAIS 8º ANO ANO LETIVO 2015/2016 PLANO DE ESTUDOS. O aluno, no final do 8.º ano, deve atingir os objetivos em seguida apresentados:

CIÊNCIAS NATURAIS 8º ANO ANO LETIVO 2015/2016 PLANO DE ESTUDOS. O aluno, no final do 8.º ano, deve atingir os objetivos em seguida apresentados: PLANO DE ESTUDOS O aluno, no final do 8.º ano, deve atingir os objetivos em seguida apresentados: 1.º PERÍODO DOMÍNIO SUBDOMÍNIO / CONTEÚDOS 1. Compreender as condições próprias da Terra que a tornam o

Leia mais

População, Recursos e Ambiente

População, Recursos e Ambiente Instituto Superior Técnico População, Recursos e Ambiente Prof. Henrique Miguel Pereira Exame - 2 a Época 1 de Fevereiro de 2006 Duração: 2h15m A primeira parte do exame consiste em perguntas de escolha

Leia mais

PORTUGAL - INDICADORES ECONÓMICOS. Evolução Actualizado em Março Unid. Fonte Notas

PORTUGAL - INDICADORES ECONÓMICOS. Evolução Actualizado em Março Unid. Fonte Notas Evolução 2007-2013 Actualizado em Março 2013 Unid. Fonte 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 Notas População a Milhares Hab. INE 10.604 10.623 10.638 10.636 10.647 10.600 População tvh % INE 0,2 0,2 0,1

Leia mais

Mestrado em Energia e Bioenergia BALANÇO ENERGÉTICO DA UTILIZAÇÃO DE MISCANTHUS NA PRODUÇÃO DE ENERGIA EM PORTUGAL

Mestrado em Energia e Bioenergia BALANÇO ENERGÉTICO DA UTILIZAÇÃO DE MISCANTHUS NA PRODUÇÃO DE ENERGIA EM PORTUGAL Mestrado em Energia e Bioenergia BALANÇO ENERGÉTICO DA UTILIZAÇÃO DE MISCANTHUS NA PRODUÇÃO DE ENERGIA EM PORTUGAL Paulo Cipriano Orientação: Professora Doutora Ana Luísa Fernando Objectivo Verificar se

Leia mais

Rota de Aprendizagem 2015/16 8.º Ano

Rota de Aprendizagem 2015/16 8.º Ano Projeto 1 Condições que permitem a vida na Terra Ciências Naturais Compreender o ambiente! Tempo Previsto: 1 quinzena 1.ª Fase: Posição da Terra no Sistema Solar 2.ª Fase: Condições da Terra que permitem

Leia mais

Geografia. Claudio Hansen (Rhanna Leoncio) Problemas Ambientais

Geografia. Claudio Hansen (Rhanna Leoncio) Problemas Ambientais Problemas Ambientais Problemas Ambientais 1. A emissão de CO2 na atmosfera é uma das principais causas do aquecimento global. O mapa a seguir apresenta as emissões de dióxido de carbono per capita em alguns

Leia mais

PEA 2200 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade

PEA 2200 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade PEA 2200 Energia, Meio Ambiente e Sustentabilidade Aula 14 e 15 Energia e Meio Ambiente: As Causas Profa. Eliane Fadigas Prof. Alberto Bianchi slide 1 / 30 Recordar é viver Fontes convencionais Termoeletricidade

Leia mais

AGRICULTURA E DESENVOLVIMENTO RURAL

AGRICULTURA E DESENVOLVIMENTO RURAL AGRICULTURA E DESENVOLVIMENTO RURAL Critérios para a Classificação dos Condados Norte-Americanos segundo o Rural-Urban Continuum Code Condados Metropolitanos 0 1 2 3 Condados centrais de áreas metropolitanas

Leia mais

PORTUGAL: COMÉRCIO INTERNACIONAL DE CONSERVAS DE FRUTOS E DE PRODUTOS HORTÍCOLAS

PORTUGAL: COMÉRCIO INTERNACIONAL DE CONSERVAS DE FRUTOS E DE PRODUTOS HORTÍCOLAS Balança Comercial de Conservas de Frutos e de Produtos Hortícolas (NC 20) (Milhares de Euros) Saídas 171.860 219.416 253.244 316.567 294.753 15,3-6,9 Entradas 186.911 215.700 237.052 246.592 256.774 8,4

Leia mais

AMEAÇAS E OPORTUNIDADES PARA O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO

AMEAÇAS E OPORTUNIDADES PARA O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO AMEAÇAS E OPORTUNIDADES PARA O AGRONEGÓCIO BRASILEIRO Junho/2008 Três Pontas/MG Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento DIMENSÃO DEMOGRÁFICO DIMENSÃO SOCIOECONÔMICA DIMENSÃO SEGURANÇA

Leia mais

Avaliação de Sustentabilidade da produção de Etanol de Cana-de-Açúcar

Avaliação de Sustentabilidade da produção de Etanol de Cana-de-Açúcar UNICAMP Universidade Estadual de Campinas Faculdade de Engenharia de Alimentos Lab. de Engenharia Ecológica e Informática Aplicada LEIA Avaliação de Sustentabilidade da produção de Etanol de Cana-de-Açúcar

Leia mais

Impactos Ambientais Urbanos

Impactos Ambientais Urbanos Impactos Ambientais Urbanos Impactos locais e regionais CHUVA ÁCIDA Queima de combustíveis fósseis e carvão. Principais poluentes carros e indústrias. Resulta da combinação da água com dióxido de enxofre

Leia mais

CIÊNCIAS NATURAIS 8.º ANO TERCEIRO CICLO ELISABETE SILVA SÉRGIO MONTEIRO

CIÊNCIAS NATURAIS 8.º ANO TERCEIRO CICLO ELISABETE SILVA SÉRGIO MONTEIRO CIÊNCIAS NATURAIS 8.º ANO TERCEIRO CICLO ELISABETE SILVA SÉRGIO MONTEIRO ÍNDICE DOMÍNIO 1 TERRA UM PLANETA COM VIDA DOMÍNIO 2 SUSTENTABILIDADE NA TERRA 1 SISTEMA TERRA: DA CÉLULA À BIODIVERSIDADE 6 Terra:

Leia mais

Cifras da Catalunha Generalitat de Catalunya Governo de Catalunha

Cifras da Catalunha Generalitat de Catalunya Governo de Catalunha www.idescat.cat Cifras da Generalitat de Catalunya Governo de POPULAÇÃO 5 Densidade (hab./km ) 3, 9,5 6, População (.) () 448 46 438 5 53 homens 49, 49, 48,8 mulheres 5, 5,9 5, Estrutura () -4 anos 5,

Leia mais

Traços gerais da envolvente externa da actividade agrícola portuguesa

Traços gerais da envolvente externa da actividade agrícola portuguesa Traços gerais da envolvente externa da actividade agrícola portuguesa a crescente globalização dos mercados, em geral, e do mercado dos produtos agrícolas, em particular; crescendo das preocupações com

Leia mais

A Importância do protagonismo empresarial para a

A Importância do protagonismo empresarial para a A Importância do protagonismo empresarial para a sustentabilidade Haroldo Mattos de Lemos Presidente, Instituto Brasil PNUMA Presidente, Conselho Técnico da ABNT Vice-Presidente, Comitê Técnico 207 da

Leia mais

Professora: Andréa Rodrigues Monitora: Rodrigo Lacerda

Professora: Andréa Rodrigues Monitora: Rodrigo Lacerda Crescimento populacional e desenvolvimento sustentável Professora: Andréa Rodrigues Monitora: Rodrigo Lacerda Módulo 2 Bilhões de Pessoas Vivendo em uma era exponencial? Peste Negra Time Caça e Coleta

Leia mais

Análise emergética da produção rural

Análise emergética da produção rural Análise emergética da produção rural Os serviços ecossistêmicos e as externalidades negativas na agricultura Versão 6 (8 de junho de 216, 4:1h) Enrique Ortega, José Maria Gusman-Ferraz, Mariana Paiva LEIA/DEA/FEA/Unicamp

Leia mais

ESCOLA BÁSICA 2º e 3º CICLOS INFANTE D. PEDRO BUARCOS. Currículo da disciplina de Ciências Físico Químicas. 8ºAno de escolaridade

ESCOLA BÁSICA 2º e 3º CICLOS INFANTE D. PEDRO BUARCOS. Currículo da disciplina de Ciências Físico Químicas. 8ºAno de escolaridade ESCOLA BÁSICA 2º e 3º CICLOS INFANTE D. PEDRO BUARCOS Currículo da disciplina de Ciências Físico Químicas 8ºAno de escolaridade BLOCO 1 A ENERGIA (Tema: Terra em Transformação) Unidade Conteúdo Nº de FONTES

Leia mais

AMBIENTE E SOCIEDADE

AMBIENTE E SOCIEDADE AMBIENTE E SOCIEDADE Problemas associados à poluição atmosférica Aumento do efeito de estufa devido às actividades humanas (transportes, indústria e produção de energia) que diariamente libertam para a

Leia mais

Desenvolvimento Económico Regional

Desenvolvimento Económico Regional Desenvolvimento Económico Regional Conceito Aumento sustentado do emprego, rendimento e produtividade Desenvolvimento = Desenvolvimento Económico? séc. XIX anos 40 do séc. XX O conceito de desenvolvimento

Leia mais

"Economia Verde nos Contextos Nacional e Global" - Desafios e Oportunidades para a Agricultura -

Economia Verde nos Contextos Nacional e Global - Desafios e Oportunidades para a Agricultura - "Economia Verde nos Contextos Nacional e Global" - Desafios e Oportunidades para a Agricultura - Maurício Antônio Lopes Diretor Executivo de Pesquisa e Desenvolvimento Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Leia mais

Restauração de paisagens e florestas

Restauração de paisagens e florestas Restauração de paisagens e florestas Desenvolvimento de estratégias subnacionais e integração de agendas globais Marco Terranova Um conceito com enfoque na funcionalidade dos ecossistemas A restauração

Leia mais

Actividade nº 3 Influência dos Factores Abióticos nos Ecossistemas

Actividade nº 3 Influência dos Factores Abióticos nos Ecossistemas Actividade nº 3 Influência dos Factores Abióticos nos Ecossistemas Introdução Se a vida dos seres não fosse influenciada por factores abióticos, que variam, existiriam, em todo o mundo, os mesmos seres

Leia mais

Ciências do Ambiente. Prof. M.Sc. Alessandro de Oliveira Limas Engenheiro Químico (UNISUL ) Mestre em Engenharia de Alimentos (UFSC )

Ciências do Ambiente. Prof. M.Sc. Alessandro de Oliveira Limas Engenheiro Químico (UNISUL ) Mestre em Engenharia de Alimentos (UFSC ) Ciências do Ambiente Prof. M.Sc. Alessandro de Oliveira Limas Engenheiro Químico (UNISUL - 1995) Mestre em Engenharia de Alimentos (UFSC - 2002) Ciências Ambientais Estudo sistemático tico da natureza

Leia mais

Nuno de Santos Loureiro Universidade do Algarve. Combate à Desertificação e Desenvolvimento Sustentável

Nuno de Santos Loureiro Universidade do Algarve. Combate à Desertificação e Desenvolvimento Sustentável Nuno de Santos Loureiro Universidade do Algarve Combate à Desertificação e Desenvolvimento Sustentável 1992, Junho Na Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de

Leia mais

222 empresas com atividade em 539 municípios, localizados em 18 Estados. 2,2 milhões de hectares de área plantada para fins industriais

222 empresas com atividade em 539 municípios, localizados em 18 Estados. 2,2 milhões de hectares de área plantada para fins industriais II Encontro Brasileiro de Silvicultura (EBS) Setor de Celulose e Papel João Comério 11 de abril, 2011 Dados do Setor 222 empresas com atividade em 539 municípios, localizados em 18 Estados 2,2 milhões

Leia mais

Desenvolvimento Local

Desenvolvimento Local Desenvolvimento Local Aula 3 Globalização e desenvolvimento local. Regiões ganhadoras e regiões perdedoras. Comparação entre regiões usando como indicador o Índice de dispersão do PIB per capita. Dinâmicas

Leia mais

Actividade e Indicadores do Grupo Efacec. Práticas de Gestão de Inovação

Actividade e Indicadores do Grupo Efacec. Práticas de Gestão de Inovação Actividade e Indicadores do Grupo Efacec Práticas de Gestão de Inovação Centro Cultural de Belém, 21 de Junho de 2010 Actividade Indicadores Grupo Efacec O Grupo Efacec Somos uma empresa portuguesa, presente

Leia mais

SUSTENTABILIDADE ENERGÉTICA, MEIO AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS.

SUSTENTABILIDADE ENERGÉTICA, MEIO AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS. SUSTENTABILIDADE ENERGÉTICA, MEIO AMBIENTE E RECURSOS NATURAIS. Nos últimos vinte anos fala-se com mais intensidade da crise energética, em sua dupla vertente: 1. O esgotamento dos combustíveis fósseis.

Leia mais

Desenvolvimento definição

Desenvolvimento definição Desenvolvimento definição O termo situação de foi criado para retratar a de um país, dentro dos moldes capitalistas. Países desenvolvidos são também chamados de: ; ; ; Fatores do Desenvolvimento Crescimento

Leia mais

Geografia. Claudio Hansen (Rhanna Leoncio) A Questão Ambiental

Geografia. Claudio Hansen (Rhanna Leoncio) A Questão Ambiental A Questão Ambiental A Questão Ambiental 1. (UNESP) Desde 1957 o mar de Aral, localizado entre o Cazaquistão e o Uzbequistão, teve uma redução de 50% de área e de mais 66% de volume, em boa parte por causa

Leia mais

Engenharia da Sustentabilidade

Engenharia da Sustentabilidade Engenharia da Sustentabilidade Engenharia da Sustentabilidade A ENERGIA constitui: fonte e o controle de todos os valores e ações dos seres humanos e da natureza. Engenharia da Sustentabilidade: DEFINIÇÃO

Leia mais

GRUPO DISICPLINAR 520 CIÊNCIAS NATURAIS PLANIFICAÇÃO ANO: 8º ANO LECTIVO: 2008/2009 p.1/10. Nº horas (45`)

GRUPO DISICPLINAR 520 CIÊNCIAS NATURAIS PLANIFICAÇÃO ANO: 8º ANO LECTIVO: 2008/2009 p.1/10. Nº horas (45`) ANO: 8º ANO LECTIVO: 2008/2009 p.1/10 TERRA EM TRANSFORMAÇÃO DINÂMICA INTERNA DA TERRA - Ocorrência de falhas e dobras CONSEQUÊNCIAS DA DINÂMICA INTERNA DA TERRA - Actividade vulcânica; riscos e benefícios

Leia mais

Economia e gestão dos recursos naturais. Recursos naturais e pobreza

Economia e gestão dos recursos naturais. Recursos naturais e pobreza Economia e gestão dos recursos naturais Recursos naturais e pobreza Recursos naturais e pobreza: alguns indicadores Os países pobres são muito mais dependentes dos recursos naturais enquanto activo do

Leia mais

DISCIPLINA: CIÊNCIAS NATURAIS 8º Ano

DISCIPLINA: CIÊNCIAS NATURAIS 8º Ano DISCIPLINA: CIÊNCIAS NATURAIS 8º Ano 1. COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS COMPETÊNCIAS GERAIS Promover o pensamento de uma forma criativa e crítica, relacionando evidências e explicações, confrontando diferentes

Leia mais

Energia verde, sustentabilidade e cidadania

Energia verde, sustentabilidade e cidadania www.coopernico.org coopernico@coopernico.org 213 471 376 Energia verde, sustentabilidade e cidadania quem somos? A Coopérnico é a primeira cooperativa Portuguesa de energias renováveis. Foi fundada em

Leia mais

Produtividade na economia brasileira

Produtividade na economia brasileira Produtividade na economia brasileira Prof. Hildo Meirelles de Souza Filho Extraído de: Andrade, Márcio Rodrigues de PRODUTIVIDADE NA INDÚSTRIA BRASILEIRA ENTRE 1990 E 2002: COMPARAÇÃO ENTRE INDÚSTRIAS

Leia mais

Carta Europeia da Água do Conselho da Europa

Carta Europeia da Água do Conselho da Europa Carta Europeia da Água do Conselho da Europa Escola EB 2,3/S Eng.º Dionísio Augusto Cunha Trabalho elaborado por Beatriz Pinto Ana Freitas Daniela Figueiredo 9ºB Não há vida sem água. A água é um bem precioso,

Leia mais