FACULDADES METROPOLITANAS UNIDAS FMU / CURSO: TECNOLOGIA EM PRODUÇÃO AUDIOVISUAL DISCIPLINA: TRANSMISSÕES DE ÁUDIO / PROFESSOR: JOHAN VAN HAANDEL

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1 AULA: SUPORTE DIGITAL E RADIODIFUSÃO DIGITAL AULA II (PÁGINA 1) RADIODIFUSÃO DIGITAL Tecnologia que utiliza sinais digitais para transmitir informação através de ondas eletromagnéticas através da modulação digital (organização dos dados digitais); Assim como a transmissão analógica, o sinal digital é enviado à uma audiência ampla, anônima e heterogênea; As vantagens mais evidentes em relação à transmissão analógica são: 1) Melhor qualidade de som (livre de interferências magnéticas) *; 2) Possibilidade de informações extras, com a exibição de conteúdos de texto e imagem; * No padrão iboc, o AM terá qualidade similar ao do FM e o FM terá qualidade similar ao CD. Importante: O rádio digital não é só sonoro, ele explora as linguagens visual e verbal;

2 AULA: SUPORTE DIGITAL E RADIODIFUSÃO DIGITAL AULA II (PÁGINA 2) Existem dois tipos de rádio digital: o terrestre e o via satélite. RÁDIO DIGITAL VIA SATÉLITE Na transmissão digital via satélite o sinal digital da emissora é enviado a um satélite geoestacionário que o envia de volta para aparelhos receptores em sua área de cobertura; Este tipo de transmissão digital foi o primeiro tipo a surgir: 1) Possibilitado pelas antenas parabólicas (Final da década de 1980); 2) Possibilitada pelas antenas de TVs por assinatura, com canais de TV para transmissões de rádios e de canais de áudio (Primeira metade da década de 1990); A mais nova possibilidade de transmissão é o envio de sinal do satélite direto para aparelhos móveis, por meio de assinatura mensal (nos EUA cerca de 12 dólares).

3 AULA: SUPORTE DIGITAL E RADIODIFUSÃO DIGITAL AULA II (PÁGINA 3) 1) Sinal tem cobertura continental sem perda de qualidade; 2) Canais são hiper-segmentados 3) Há o acesso a rádios que operam em radiodifusão e a canais de áudios segmentados (Ex.: Canal de áudio que só exibe Beatles); O serviço de rádio digital via satélite por assinatura está disponível na América do Norte, Europa, Ásia e norte da áfrica. Não há previsão para adoção no Brasil **; ** Empresas Sirius e XMSR são responsáveis pela emissão para a América do Norte enquanto GlobalStar é responsável pela emissão para outros lugares. RÁDIO DIGITAL TERRESTRE Na transmissão digital terrestre o sinal digital da emissora é enviado direto da antena transmissora da emissora para aparelhos receptores em sua área de cobertura, com as mesmas limitações da transmissão analógica, mas sem oferecer interferências no áudio (sem ruído);

4 AULA: SUPORTE DIGITAL E RADIODIFUSÃO DIGITAL AULA II (PÁGINA 4) Obs.: O espectro pode ser dividido em 2 ou mais canais. Diferente do rádio analógico que só tem 1 padrão (com 2 tipos de modulação), o rádio digital terrestre possui vários padrões, dentre eles destacam-se quatro: 1) DAB Digital Audio Broadcasting (Europeu); 2) DRM Digital Radio Mondiale (Europeu); 3) iboc In-Band On Channel (Norte Americano); 4) ISDB-Tn Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial Narrowband (Japonês); Para a escolha do padrão nacional o governo de um pais observa-se: 1) Características do mercado (Emissoras, fabricantes, consumidores); 2) Qualidade técnica da transmissão (Robustez, interferências e qualidade do áudio); 3) Condições de propagação no solo (Extensão da área de cobertura); 4) Ocupação do espectro; 5) Compatibilidade dos sinais analógicos e digitais;

5 AULA: SUPORTE DIGITAL E RADIODIFUSÃO DIGITAL AULA II (PÁGINA 5) PADRÃO DAB DIGITAL AUDIO BROADCASTING Foi o primeiro padrão desenvolvido, feito pelo Institüt Für Radiofunktechnik, parceria da Deutsche Telekom com a Bosch (empresas alemãs), no projeto Eureka 147, e apresentado oficialmente na feira de tecnologia de Hannover em 1996; Foi adotado em boa parte da Europa, África Do Sul, Canadá, Israel, China, Austrália, Índia, Cingapura, sendo a Alemanha o primeiro país a adotá-lo; Permite o envio de áudio e de outros dados como imagens e textos. Esses dados enviados como uma série de bits que podem ser reconhecidos mesmo na presença de interferências, garantindo a qualidade da informação transmitida. A emissão divide uma única transmissão em milhares de sinais com menor ocupação espectral, que são recombinados pelo aparelho receptor. Por ocupar menos espaço fica menos sujeito a interferências.

6 AULA: SUPORTE DIGITAL E RADIODIFUSÃO DIGITAL AULA II (PÁGINA 6) Vantagem é que não existe mais a necessidade de separar freqüências na hora de transmitir diversas programações diferentes. Desta forma, é possível acessar diversas estações diferentes sintonizando somente uma freqüência, algo que seria impossível nas rádios AM e FM tradicionais. (Não traz necessidade de decorar freqüência de uma única emissora) Isto permite expandir o número de estações disponíveis, sem nenhum tipo de interferência. É mais ou menos como em um cinema moderno, permitindo que em um mesmo local o usuário tenha a sua disposição uma quantidade de programação bastante diversa. 1) Emissão em várias micro freqüências; 2) Várias emissões de diversas emissoras são dispostas em um bloco de freqüência (tecnologia chamada de multiplex); 3) Há o transporte de série de conteúdos (programas) (cerca de 6 a 8 juntos); Obs.: DAB permite utilizar diversos tipos de frequência, mas é otimizado para transmissões em VHF (como as utilizadas em FM);

7 AULA: SUPORTE DIGITAL E RADIODIFUSÃO DIGITAL AULA II (PÁGINA 7) PADRÃO ISDB-Tn INTEGRATED SERVICES DIGITAL BROADCASTING TERRESTRIAL NARROWBAND Derivação do padrão japonês da TV digital ISDB (Padrão de TV digital que é utilizado no Brasil); Trabalha com segmentação da informação, ou seja, é utilizada uma pequena banda de freqüência (narrowband) dentro das bandas utilizadas pela TV digital. O rádio digital do padrão ISDB-Tn opera junto com a TV digital do padrão ISDB; Banda de freqüência de transmissão de rádio pode ser captada tanto por aparelhos digitais de rádio e de TV; Mas emissoras de rádio devem mudar suas freqüências para serem disponibilizados dentro da pequena banda de freqüência (narrowband) do padrão;

8 AULA: SUPORTE DIGITAL E RADIODIFUSÃO DIGITAL AULA II (PÁGINA 8) PADRÃO DRM DIGITAL RADIO MONDIALE Idealizado em Paris no ano de 1996 por um consórcio que reunia grandes emissoras de ondas curtas (Deutsche Welle, BBC, Voz Da América) e fabricantes (Sony, Samsung); O padrão DRM tem o intuito de revitalizar as transmissões em ondas curtas (longo alcance), além de viabilizar a transmissão digital das ondas médias; Por focar seus estudos na amplitude modulada, ainda não possui transmissão confiável em frequência modulada; Vantagem é que o padrão não pertence a uma companhia privada, por isso os direitos de uso são livres; Primeira transmissão experimental ocorreu em 2001 e a partir de 2003 o padrão passou a ser utilizado por diversas emissoras que operam em amplitude modulada (Ex.: Deutsche Welle, Radio Nederlands);

9 AULA: SUPORTE DIGITAL E RADIODIFUSÃO DIGITAL AULA II (PÁGINA 9) PADRÃO iboc IN-BAND ON CHANNEL O padrão iboc também é chamado de HD-Radio ou High-Definition Radio; Padrão foi desenvolvido pelo consórcio Ibiquity, formado pelas empresas USA Digital e Lucent Digital Radio, no final da década de 1990; Para transmitir sinal de áudio através desse padrão é necessário a emissora pagar uma taxa anual de licenciamento; Padrão tem duas grandes vantagens: 1) Permitir transmissão digital e analógica simultânea, mas sinal transmitido acaba utilizando o dobro da freqüência utilizada na transmissão analógica: 200 KHz em vez de 100 KHz ***. Isso é ruim para dials apertados como o da cidade de São Paulo (38 FMs e 25 AMs); 2) Permitir a transmissão digital de emissoras AM e FM nas mesmas freqüências que são utilizadas na transmissão analógica; *** Padrão iboc pretende utilizar em breve 225 KHz para cada emissora;

10 AULA: SUPORTE DIGITAL E RADIODIFUSÃO DIGITAL AULA II (PÁGINA 10) ESCOLHA DO PADRÃO DIGITAL NO BRASIL Os padrões iboc e DRM estão em estudo para adoção no Brasil, mas a decisão vem sendo adiada várias vezes desde 2007; A primeira emissão experimental ocorreu em 26 de setembro de 2005, no padrão iboc; Atualmente há várias transmissões experimentais tanto no padrão iboc (emissoras comerciais) quanto no padrão DRM (emissoras públicas); Desde 2005 a 2009 padrão iboc foi testado em diferentes emissoras em SP, RJ, MG, RS e DF (Ex.: CBN, Jovem Pan, Eldorado); Desde 2009 padrão DRM foi testado em emissoras governamentais, como a emissora da Universidade de Brasília (UnB); Padrão iboc é bem visto pelo mercado comercial pois mantêm as mesmas freqüências utilizadas atualmente e proporciona a transmissão analógica e digital simultânea;

11 AULA: SUPORTE DIGITAL E RADIODIFUSÃO DIGITAL AULA II (PÁGINA 11) Padrão DRM é bem visto pelo governo para revitalizar as transmissões em ondas curtas (País visa fortalecer as emissões de opiniões para outros países em diferentes continentes); Foram encontrados alguns problemas nas transmissões do padrão iboc; 1) Perda da área de cobertura; 2) Delay com média de 8 segundos entre a geração e a recepção; 3) Locuções de timbre metálico; 4) Excessivo consumo de energia nos aparelhos receptores (Problema para receptores portáteis, esgotamento de bateria); 5) Royalties (Taxas anuais de licenciamento) podem impedir a transmissão de pequenas emissoras; 6) Ocupação do dobro da banda de freqüência em relação a transmissão analógica;

12 AULA: SUPORTE DIGITAL E RADIODIFUSÃO DIGITAL AULA II (PÁGINA 12) BIBLIOGRAFIA BOLAÑO, César Ricardo Siqueira; BRITTOS, Valério Cruz. Rádio. In: BOLAÑO, César Ricardo Siqueira; BRITTOS, Valério Cruz. Televisão brasileira na era digital: exclusão, esfera pública e movimentos estruturalistas. São Paulo: Paulus, p DIZARD JR., Wilson. A nova mídia: a comunicação de massa na era da informação. Tradução de Edmond Jorge. 2 Ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000 DEL BIANCO, Nélia; MOREIRA, Sônia Virgínia (orgs.). Rádio no Brasil: tendências e perspectivas. Rio de Janeiro, Brasília: EdUERJ, UnB, 1999 VAN HAANDEL, Johan Cavalcanti. Formatos emergentes de criação e transmissão de áudio online: a construção do webcasting sonoro. São Paulo, 2009, 165p. Dissertação. (Mestrado em comunicação e semiótia) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

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