Sumário. 1. Visão geral da enfermagem materna Famílias e comunidades Investigação de saúde do paciente recém nascido...

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sumário. 1. Visão geral da enfermagem materna Famílias e comunidades Investigação de saúde do paciente recém nascido..."

Transcrição

1 Sumário Parte I Papéis e relacionamentos 1. Visão geral da enfermagem materna...23 O processo de enfermagem...25 Planejamento familiar...26 Gestação na infância ou na adolescência...26 Gestação após os 40 anos de idade...29 Conclusão Famílias e comunidades...35 Visão geral...35 Tipos de famílias...36 Implicações de enfermagem...37 Fatores sociais e econômicos...37 Implicações de enfermagem...38 Aspectos da diversidade...39 Implicações de enfermagem...40 Conclusão Investigação de saúde do paciente recém nascido...45 Visão geral...46 Investigação de saúde: história da paciente...46 Comunicação...46 História de enfermagem...48 Investigação nutricional...50 Exames bioquímicos...51 História familiar e revisão dos sistemas...52 Investigação da família...52 Funcionamento da família...53 Exame físico...54 Geral...54 Pele...55 Cabelo...55 Unhas...56 Cabeça e pescoço...56

2 12 Sumário Olhos e visão...57 Orelhas e audição...57 Boca, garganta, nariz, seios da face e pescoço...58 Tórax...58 Abdome...59 Geniturinário...60 Dorso e extremidades...61 Referências do desenvolvimento do recém nascido...61 Referências físicas...61 Referências sensoriais...62 Referências sociais...62 Crescimento emocional...62 Desenvolvimento da linguagem...62 Procedimentos diagnósticos...63 Exames laboratoriais...63 Implicações de enfermagem...65 Conclusão...67 Parte II Exploração sistemática das condições maternas e do recém nascido e cuidados de enfermagem 4. Preparo pré gestacional, concepção e considerações genéticas...73 Visão geral...74 Preparo pré gestacional...74 Nutrição...74 Idade...74 Abuso de substâncias...74 Exposição a toxinas...75 Concepção...75 Exames...76 Contracepção...78 Considerações genéticas...80 Anemia falciforme...81 O que houve de errado?...81 Sinais e sintomas...82 Resultados dos exames...83 Tratamentos...83 Intervenções de enfermagem...83 Hemofilia...85 O que houve de errado?...86 Sinais e sintomas...86 Resultados dos exames...86 Tratamentos...86 Intervenções de enfermagem...87 Talassemia b...88 O que houve de errado?...88 Sinais e sintomas...89 Resultados dos exames...89 Tratamentos...89

3 Sumário 13 Intervenções de enfermagem...90 Síndrome de Down...91 O que houve de errado?...91 Sinais e sintomas...91 Resultados dos exames...91 Tratamentos...92 Intervenções de enfermagem...92 Conclusão Problemas de saúde reprodutiva...97 Visão geral...98 Infertilidade...98 O que houve de errado?...98 Sinais e sintomas...99 Resultados dos exames...99 Tratamento Intervenções de enfermagem Interrupção da gestação O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Doenças sexualmente transmissíveis e outras Infecção por clamídia O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Gonorreia O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Doença inflamatória pélvica (DIP) O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Herpes genital O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Sífilis O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames...111

4 14 Sumário Tratamentos Intervenções de enfermagem Conclusão Mudanças fisiológicas da gestação Visão geral Primeiro trimestre da gestação Sinais e sintomas Mudanças fisiológicas da gestação O que houve de errado? Resultados dos exames no início da gestação Tratamentos Intervenções de enfermagem Segundo trimestre da gestação Resultados dos exames O que houve de errado? Intervenções de enfermagem Terceiro trimestre da gestação Resultados dos exames O que houve de errado? Tratamentos Intervenções de enfermagem Conclusão Desenvolvimento fetal Visão geral Estágio embrionário Estágio fetal Circulação fetal Fetos múltiplos Distúrbio no desenvolvimento fetal Defeitos do tubo neural O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Anormalidades genéticas Anomalias congênitas Alterações no crescimento fetal Recém nascido prematuro O que houve de errado? Sinais e sintomas e resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Pequeno para a idade gestacional (PIG) O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem...157

5 Sumário 15 Grande para a idade gestacional (GIG) O que houve de errado? Sinais e sintomas Tratamentos Intervenções de enfermagem Recém nascido pós maturo Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Conclusão Preparação para o parto Visão geral Investigação Cuidado pré natal Necessidades nutricionais Atividades físicas Opções para o parto Manejo da dor Cursos para o parto Preparação para a cesariana Conclusão Complicações da gestação Visão geral Gestação ectópica O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Hiperemese gravídica O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Ruptura prematura da membrana amniótica (Rupreme) O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Trabalho de parto prematuro (TPP) O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Condições hemorrágicas...192

6 16 Sumário Placenta prévia Descolamento prematuro da placenta O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Coagulação intravascular disseminada O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Distúrbios hipertensivos Hipertensão induzida pela gestação (HIG) Diabetes gestacional O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Conclusão Trabalho de parto e parto Visão geral O processo do trabalho de parto Mudanças iniciais que precedem o trabalho de parto (sinais premonitórios) Trabalho de parto Períodos do trabalho de parto Monitoração fetal durante o trabalho de parto e o parto Cuidado à mãe e à família Primeiro período Segundo período Terceiro período Quarto período Conforto e apoio materno Posicionamento para o parto vaginal Uso de medidas de assistência ao parto Parto cesariano O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Conclusão Cuidados no pós parto Visão geral O quarto período do trabalho de parto Recuperação pós anestésica...239

7 Sumário 17 Mudanças fisiológicas do sistema reprodutivo Involução uterina e descida do fundo uterino Investigação do fundo uterino, observações e intervenções Dor no pós parto Lóquios Cérvice Vagina e períneo Intervenções de enfermagem para o alívio do desconforto no períneo Sistema cardiovascular Sistema gastrintestinal Sistema urinário Sinais e sintomas de distensão da bexiga Intervenções de enfermagem Sistema musculoesquelético Músculos e articulações Sistema tegumentar Sistema neurológico Sistema endócrino Lactação Retomada da ovulação e da menstruação Perda de peso Mudanças psicológicas Cuidados de rotina pós parto Critérios para a alta hospitalar Complicações pós parto Hemorragia pós parto Hemorragia pós parto precoce Atonia uterina Hematoma Hemorragia pós parto tardia Coagulação intravascular disseminada Investigação e controle da hemorragia pós parto Tromboflebite e tromboembolia O que houve de errado? Investigação Fatores de risco para a tromboflebite Sinais e sintomas Avaliação diagnóstica Exames laboratoriais Intervenções de enfermagem Embolia pulmonar O que houve de errado? Sinais e sintomas Avaliação diagnóstica Tratamentos Intervenções de enfermagem Infecção pós parto (puerperal) O que houve de errado? Sinais e sintomas Exames laboratoriais Intervenções de enfermagem Endometrite...268

8 18 Sumário Sinais e sintomas Exames laboratoriais Intervenções de enfermagem Infecção da ferida Investigação de enfermagem Sinais e sintomas Exames laboratoriais Tratamento Intervenções de enfermagem Mastite O que houve de errado? Sinais e sintomas Intervenções de enfermagem Autocuidado para a mastite Infecção do trato urinário O que houve de errado? Sinais e sintomas Intervenções de enfermagem Depressão pós parto O que houve de errado? Psicose pós parto Sinais e sintomas Tratamento Intervenções de enfermagem Conclusão Cuidados ao recém nascido Cuidado imediato após o nascimento Investigação do recém nascido Caput Succedaneum O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamento Intervenções de enfermagem Cefaloematoma O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamento Intervenções de enfermagem Hidrocefalia O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Hiperbilirrubinemia O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos...290

9 Sumário 19 Intervenções de enfermagem Hipoglicemia neonatal O que houve de errado? Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Hiperglicemia O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Galactosemia O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Doença da urina do xarope de bordo O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Fenilcetonúria O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Síndrome da angústia respiratória O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Doença de Hirschsprung O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Condições cardíacas congênitas O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem para o cateterismo cardíaco Intervenções de enfermagem para o recém nascido submetido à cirurgia cardíaca Defeito septal do átrio O que houve de errado?...303

10 20 Sumário Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamento Intervenções de enfermagem Defeito septal do ventrículo O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Ducto arterial persistente O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Coarctação da aorta O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Estenose aórtica O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Tetralogia de Fallot O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Transposição das grandes artérias O que houve de errado? Sinais e sintomas Resultados dos exames Tratamentos Intervenções de enfermagem Conclusão Exame final Índice...337

CIRURGIAS DO SISTEMA GENITAL FEMININO. João Moreira da Costa Neto

CIRURGIAS DO SISTEMA GENITAL FEMININO. João Moreira da Costa Neto CIRURGIAS DO SISTEMA GENITAL FEMININO João Moreira da Costa Neto CIRURGIAS DO OVÁRIO E ÚTERO Ovariosalpingohisterectomia Cesariana Ovariosalpingohisterectomia Indicações Inibição do ciclo estral Distúrbios

Leia mais

Implicações do parto humanizado na redução da mortalidade materna. Maykon dos Santos Marinho Palloma Freitas PET-Saúde da Família IMS-UFBA

Implicações do parto humanizado na redução da mortalidade materna. Maykon dos Santos Marinho Palloma Freitas PET-Saúde da Família IMS-UFBA Implicações do parto humanizado na redução da mortalidade materna Maykon dos Santos Marinho Palloma Freitas PET-Saúde da Família IMS-UFBA Mortalidade materna As mortes de mulheres por complicações na gestação,

Leia mais

Puericultura para crianças de 1 a 4 anos de idade

Puericultura para crianças de 1 a 4 anos de idade apresentam Puericultura para crianças de 1 a 4 anos de idade Tatiana da Silva Oliveira Mariano Médica Pediatra - UFSM/RS Nefrologista Pediatra- HFB/RJ Especialista em Gestão em Saúde Pública Estácio/RJ

Leia mais

31/08/2015. Obstetrícia. Profa Elaine C. S. Ovalle. Diagnóstico. Beta- hch. hormônio gonadotrófico coriônico

31/08/2015. Obstetrícia. Profa Elaine C. S. Ovalle. Diagnóstico. Beta- hch. hormônio gonadotrófico coriônico Fisioterapia na Saúde da Mulher Obstetrícia Profa Elaine C. S. Ovalle Beta- hch Diagnóstico hormônio gonadotrófico coriônico 1 Conceitos - Embrião: até a 8ª semana - Feto: 9ª semana até o nascimento -

Leia mais

Genética Clínica História e Exame Físico

Genética Clínica História e Exame Físico 7 o Congresso Nacional de Pediatria Região Norte - Manaus Genética Clínica História e Exame Físico Prof a Dr a Ana Maria Martins UNIFESP-EPM CONCEITOS Ana Maria Martins UNIFESP -EPM DESVIO FENOTÍPICO:

Leia mais

Sumário. 1 Rastreamento de doenças

Sumário. 1 Rastreamento de doenças Sumário 1 Rastreamento de doenças Álcool, abuso e dependência 2 Anemia 3 Aneurisma de aorta abdominal (AAA) 4 + Anormalidades do crescimento infantil 5 Atraso de fala e linguagem 6 + Bacteriúria assintomática

Leia mais

PROTOCOLO UNIFORMIZADO DE ENSINOS DE ENFERMAGEM NA VIGILÂNCIA DA GRAVIDEZ DE BAIXO RISCO

PROTOCOLO UNIFORMIZADO DE ENSINOS DE ENFERMAGEM NA VIGILÂNCIA DA GRAVIDEZ DE BAIXO RISCO PROGRAMA DE FORMAÇÃO em SAÚDE MATERNA Atualizações em obstetrícia e neonatologia Janeiro / Fevereiro 2017 Enf. Ângela Neves Enf. Graça Santos Elementos UCF s Saúde Materna e Neonatal OBJECTIVO Uniformizar

Leia mais

ÓBITO FETAL DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA DA FMABC DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA PROF. TITULAR: MAURO SANCOVSKI

ÓBITO FETAL DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA DA FMABC DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA PROF. TITULAR: MAURO SANCOVSKI DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA DA FMABC DISCIPLINA DE OBSTETRÍCIA PROF. TITULAR: MAURO SANCOVSKI ÓBITO FETAL EDUARDO AUGUSTO BROSCO FAMÁ PROFESSOR AFILIADO DO DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCA E GINECOLOGIA

Leia mais

INDICADORES DE SAÚDE II

INDICADORES DE SAÚDE II Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina / Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia INDICADORES

Leia mais

Farmacoterapia aplicada em grupos alvo. Profa. Fernanda Datti

Farmacoterapia aplicada em grupos alvo. Profa. Fernanda Datti armacoterapia aplicada em grupos alvo Profa. ernanda Datti atores associados com variação na resposta farmacológica Idade Gravidez Doença Idade Recém-nascidos: menos de 1 mês Bebês: 1 mês a 1 ano. Crianças:

Leia mais

GESTANTES DIABÉTICAS E HIPERTENSAS: QUAIS OS RISCOS PARA O RECÉM-NASCIDO?

GESTANTES DIABÉTICAS E HIPERTENSAS: QUAIS OS RISCOS PARA O RECÉM-NASCIDO? GESTANTES DIABÉTICAS E HIPERTENSAS: QUAIS OS RISCOS PARA O RECÉM-NASCIDO? MEDEIROS, Paola de Oliveira¹; GALHO, Aline Ribeiro¹; BARRETO, Daniela Hormain¹; MARTINS, Mariana dos Santos¹; VIEIRA, Pâmela Cabral¹;

Leia mais

CURSO: ENFERMAGEM NOITE - BH SEMESTRE: 2 ANO: 2012 C/H: 60 PLANO DE ENSINO

CURSO: ENFERMAGEM NOITE - BH SEMESTRE: 2 ANO: 2012 C/H: 60 PLANO DE ENSINO CURSO: ENFERMAGEM NOITE - BH SEMESTRE: 2 ANO: 2012 C/H: 60 DISCIPLINA: ENFERMAGEM NA SAUDE DO ADULTO I PLANO DE ENSINO OBJETIVOS: Estudar o estado de doença do indivíduo em sua fase adulta. Intervir adequadamente

Leia mais

MODALIDADE ORAL. Ginecologia

MODALIDADE ORAL. Ginecologia Categoria MODALIDADE ORAL Titulo Análise dos eventos adversos pós-vacinais da vacina contra o hpv no município de Anápolis-Go AVALIAÇÃO DO ACESSO DAS GESTANTES AOS SERVIÇOS DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE BUCAL COMPARAÇÃO

Leia mais

Microcefalia na atenção básica

Microcefalia na atenção básica Microcefalia na atenção básica Enfoque da Medicina Fetal Dra. Jamile Simas Abi Saab MICROCEFALIA NA ATENÇÃO BÁSICA Microcefalia: malformação congênita em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada.

Leia mais

Programa Analítico de Disciplina NUR320 Nutrição Materno-Infantil

Programa Analítico de Disciplina NUR320 Nutrição Materno-Infantil 0 Programa Analítico de Disciplina Campus Rio Paranaíba - Campus Rio Paranaíba Número de créditos: 4 Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 15 Carga horária semanal 3 1 4 Períodos - oferecimento:

Leia mais

Questão 01 Diagnóstico da gestação

Questão 01 Diagnóstico da gestação Saúde Da Mulher: Diagnóstico Da Gestação, Modificações Gravídicas e Pré Natal. Prof. Enf. Obstetra Hygor Elias Questão 01 Diagnóstico da gestação Segundo o Ministério da Saúde (MS, 2000), o diagnóstico

Leia mais

jsumázio fc)atta I: CD bom caminho ficita a oi2<z

jsumázio fc)atta I: CD bom caminho ficita a oi2<z jsumázio fc)atta I: CD bom caminho ficita a oi2

Leia mais

AULA Rede de atenção que garanta acesso, acolhimento e resolutividade

AULA Rede de atenção que garanta acesso, acolhimento e resolutividade AULA 10 A Rede Cegonha Implementada em 2011, a Rede Cegonha é uma Rede de cuidados que assegura às MULHERES o direito ao planejamento reprodutivo, à atenção humanizada à gravidez, parto e puerpério, e

Leia mais

Dilemas Éticos em Ecocardiografia Fetal

Dilemas Éticos em Ecocardiografia Fetal Dilemas Éticos em Ecocardiografia Fetal JOSÉ MONTERROSO CARDIOLOGIA PEDIÁTRICA PORTO Dilemas 2 Problemas sem solução consensual Todas as alternativas têm argumentos a favor e contra Deve-se escolher o

Leia mais

I Simpósio de Assistência ao Parto em Minas Gerais

I Simpósio de Assistência ao Parto em Minas Gerais I Simpósio de Assistência ao Parto em Minas Gerais Cesariana eletiva no Brasil: indicações e limitações Victor Hugo de Melo Era uma vez, uma reunião em Fortaleza, no ano de 1985... Países com as taxas

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO A SAÚDE DA MULHER E DO HOMEM II Código: ENF. 213 CH

Leia mais

DESENVOLVIMENTO CARDIOVASCULAR PARTE II PROFª ME. TATIANE DA SLVA POLÓ

DESENVOLVIMENTO CARDIOVASCULAR PARTE II PROFª ME. TATIANE DA SLVA POLÓ DESENVOLVIMENTO CARDIOVASCULAR PARTE II PROFª ME. TATIANE DA SLVA POLÓ CIRCULAÇÃO NO CORAÇÃO PRIMITIVO Inicialmente = circulação tipo fluxo e refluxo final da quarta semana = fluxo unidirecional = contrações

Leia mais

Fundação Educacional Lucas Machado - FELUMA Faculdade Ciências Médicas - MG Concurso de Transferência 2016 PROGRAMA DE ANATOMIA (20 QUESTÕES)

Fundação Educacional Lucas Machado - FELUMA Faculdade Ciências Médicas - MG Concurso de Transferência 2016 PROGRAMA DE ANATOMIA (20 QUESTÕES) Fundação Educacional Lucas Machado - FELUMA Faculdade Ciências Médicas - MG Concurso de Transferência 2016 1 PROGRAMAS PARA A 2 ª SÉRIE DO CURSO DE MEDICINA PROGRAMA DE ANATOMIA (20 QUESTÕES) I Anatomia

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Morte Fetal. Indicadores de Saúde. Assistência Perinatal. Epidemiologia.

PALAVRAS-CHAVE Morte Fetal. Indicadores de Saúde. Assistência Perinatal. Epidemiologia. 14. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido - ISSN 2238-9113 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE

Leia mais

FORMULÁRIO TERMO DE CONSENTIMENTO OBSTETRÍCIA: PARTO NORMAL OU CESÁREA

FORMULÁRIO TERMO DE CONSENTIMENTO OBSTETRÍCIA: PARTO NORMAL OU CESÁREA FORMULÁRIO Código: FOR DC / SM nº 247 Data Emissão: 27/03/2017 Versão: 001 TERMO DE CONSENTIMENTO OBSTETRÍCIA: PARTO NORMAL OU CESÁREA 1. PACIENTE No. IDENTIDADE ÓRGÃO EXPEDIDOR DATA NASCIMENTO No. PRONTUÁRIO

Leia mais

Herança multifatorial

Herança multifatorial Introdução Herança multifatorial Conceito Fundamentos básicos da herança multifatorial Modelo básico Distribuição normal sino 1 Exemplos de características multifatoriais O modelo de limiar Normais Altura

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ COORDENADORIA DE CONCURSOS CCV

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ COORDENADORIA DE CONCURSOS CCV A Comissão Examinadora da Prova para cargo de Fisioterapeuta efetuou a análise do Conhecimentos Específicos - QUESTÃO 22 O requerente está se referindo ao item correto como sendo a letra E. A respiração

Leia mais

Sumário Detalhado. PARTE I Gerenciamento de riscos 21. PARTE II Patologia da lesão esportiva 177. Capítulo 4 Equipamento de proteção 116

Sumário Detalhado. PARTE I Gerenciamento de riscos 21. PARTE II Patologia da lesão esportiva 177. Capítulo 4 Equipamento de proteção 116 Sumário Detalhado PARTE I Gerenciamento de riscos 21 Capítulo 1 Técnicas de condicionamento 22 A relação entre os fisioterapeutas esportivos e os preparadores físicos 23 Princípios do condicionamento 23

Leia mais

19/11/2015 (quinta-feira)

19/11/2015 (quinta-feira) 19/11/2015 (quinta-feira) 08:00-08:30 Abertura do Encontro 08:30-09:00 Aplicação da Telemedicina no Escore de Derivação de Cardiopatias Fetais 09:00-09:30 Cavidades Cardíacas Assimétricas na Vida Fetal

Leia mais

Proposta de Programa de Follow up de Recém- Nascidos de Risco

Proposta de Programa de Follow up de Recém- Nascidos de Risco Proposta de Programa de Follow up de Recém- Nascidos de Risco Ana Sofia Branco, Margarida Silva 14 de Setembro de 2015 Centro de Desenvolvimento Infan@l Diferenças Introdução O avanço da medicina e a melhoria

Leia mais

COMITÊ MUNICIPAL DE ESTUDOS E PREVENÇÃO DAS MORTES MATERNAS DE PORTO ALEGRE (CMEPMM)

COMITÊ MUNICIPAL DE ESTUDOS E PREVENÇÃO DAS MORTES MATERNAS DE PORTO ALEGRE (CMEPMM) COMITÊ MUNICIPAL DE ESTUDOS E PREVENÇÃO DAS MORTES MATERNAS DE PORTO ALEGRE (CMEPMM) Relatório da Mortalidade Materna de Porto Alegre 2008 A Organização Mundial da Saúde OMS estima que, no mundo, 585 mil

Leia mais

CUIDADOS COM CATETERES E SONDAS

CUIDADOS COM CATETERES E SONDAS FACULDADE UNIGRAN CAPITAL TECNÓLOGO EM RADIOLOGIA PRINCÍPIOS E TÉCNICAS DA ENFERMAGEM CUIDADOS COM CATETERES E SONDAS ACESSO VENOSO PERIFÉRICO Definido como acesso ao sistema venoso sistêmico por punção

Leia mais

Avaliação inicial da criança com suspeita de cardiopatia. Prof. Dr. Rossano César Bonatto Disciplina de Cardiologia Pediátrica - FMB - UNESP

Avaliação inicial da criança com suspeita de cardiopatia. Prof. Dr. Rossano César Bonatto Disciplina de Cardiologia Pediátrica - FMB - UNESP Avaliação inicial da criança com suspeita de cardiopatia Prof. Dr. Rossano César Bonatto Disciplina de Cardiologia Pediátrica - FMB - UNESP Introdução Malformações cardíacas Suspeita de cardiopatia Responsáveis

Leia mais

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde PORTARIA Nº 505, DE 28 DE SETEMBRO DE 2010

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde PORTARIA Nº 505, DE 28 DE SETEMBRO DE 2010 Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde PORTARIA Nº 505, DE 28 DE SETEMBRO DE 2010 O Secretário de Atenção à Saúde, no uso de suas atribuições, Considerando a Portaria nº 2.848/GM, de 06 de novembro

Leia mais

LINHA DE CUIDADO EM CARDIOLOGIA PNEUMOLOGIA E DOENÇAS METABÓLICAS

LINHA DE CUIDADO EM CARDIOLOGIA PNEUMOLOGIA E DOENÇAS METABÓLICAS LINHA DE CUIDADO EM CARDIOLOGIA PNEUMOLOGIA E DOENÇAS METABÓLICAS Nome da atividade: Estágio Supervisionado em Fisioterapia Cardiovascular Tipo de atividade: Disciplina de Graduação Responsáveis: Profª

Leia mais

Herança multifatorial

Herança multifatorial Introdução Herança multifatorial Conceito Fundamentos básicos da herança multifatorial Modelo básico Distribuição normal sino 1 Exemplos de características multifatoriais O modelo de limiar Normais Altura

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO A SAÚDE DA MULHER E DO HOMEM II Código: ENF- 213 CH

Leia mais

NORMAS COMPLEMENTARES AO EDITAL Nº 03 DE 2016 CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DE PROFESSOR ASSISTENTE 1 DA UNIRV UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

NORMAS COMPLEMENTARES AO EDITAL Nº 03 DE 2016 CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DE PROFESSOR ASSISTENTE 1 DA UNIRV UNIVERSIDADE DE RIO VERDE UniRV NORMAS COMPLEMENTARES AO EDITAL Nº 03 DE 2016 CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DE PROFESSOR ASSISTENTE 1 DA UNIRV O Reitor da UniRV, no uso de suas atribuições legais, na forma do que dispõe

Leia mais

Dispositivo Intrauterino com Cobre (DIU TCU)

Dispositivo Intrauterino com Cobre (DIU TCU) Dispositivo Intrauterino com Cobre (DIU TCU) Ação: Provoca uma alteração química que danifica o esperma e o óvulo antes que eles se encontrem. Assincronia no desenvolvimento endometrial por alterações

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: : Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

Síndrome hipertensiva Gestacional e desfecho neonatal o que esperar

Síndrome hipertensiva Gestacional e desfecho neonatal o que esperar Síndrome hipertensiva Gestacional e desfecho neonatal o Dra. Marta David Rocha De Moura Neonatologista Hospital Materno Infantil De Brasília Neonatologista Hospital Das Forças Armadas Coordenadora do Internato

Leia mais

PROGRAMA DE UNIDADE CURRICULAR

PROGRAMA DE UNIDADE CURRICULAR Unidade Curricular: Curso: ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA Licenciatura em Enfermagem Ano Lectivo 2014-2015 Ano Curricular 1.º Semestre 1.º Nº de Ects 6 Equipa Pedagógica: Regente/Coordenador Docentes Manuel

Leia mais

HERANÇA MULTIFATORIAL

HERANÇA MULTIFATORIAL HERANÇA MULTIFATORIAL Resulta de uma combinação de PEQUENAS VARIAÇÕES nos genes que juntas podem produzir ou predispor a um grave defeito, em geral EM CONJUNTO COM FATORES AMBIENTAIS. Tendem a recorrer

Leia mais

Centro de Educação Superior do Oeste - CEO PLANO DE ENSINO

Centro de Educação Superior do Oeste - CEO PLANO DE ENSINO PLANO DE ENSINO CURSO: Enfermagem DISCIPLINA: Sistema de Assistência de Enfermagem VI Mulher e Ciclo Gravídico-Puerperal e Neonatologia ANO/SEMESTRE: 2013/01 FASE: VI fase TURNO: Manhã / Tarde CARGA HORÁRIA:

Leia mais

Atenção Primária à Saúde da Criança

Atenção Primária à Saúde da Criança Universidade de São Paulo Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto Dep. Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública Atenção Primária à Saúde da Criança Profa. Dra. Débora Falleiros de Mello ATENÇÃO À SAÚDE

Leia mais

Repercuções das TRA na Gestante e no Concepto. Edson Borges Jr.

Repercuções das TRA na Gestante e no Concepto. Edson Borges Jr. Repercuções das TRA na Gestante e no Concepto Edson Borges Jr. 1 http://fertility.com.br/producao-cientifica-2016/ 2 USA: 1% Europa: 3% Dinamarca Finlândia: 6% Brasil: 25 30.000 ciclos FIV/ICSI / ano ~

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DE RISCO GESTACIONAL NA ATENÇÃO BÁSICA

CLASSIFICAÇÃO DE RISCO GESTACIONAL NA ATENÇÃO BÁSICA CLASSIFICAÇÃO DE RISCO GESTACIONAL NA ATENÇÃO BÁSICA Dra. Cássia Elena Soares Fluxograma de Pré-Natal Mulher com suspeita de gravidez Atraso menstrual Náusea Suspensão ou irregularidade do uso do contraceptivo

Leia mais

PLANO DE CURSO. MÓDULO: Saúde Materno Infantil I CARGA HORÁRIA: 140 horas/aula CRÉDITOS: 07 6º PERÍODO - SEMESTRE:

PLANO DE CURSO. MÓDULO: Saúde Materno Infantil I CARGA HORÁRIA: 140 horas/aula CRÉDITOS: 07 6º PERÍODO - SEMESTRE: 1 FACULDADE DE MEDICINA NOVA ESPERANÇA Reconhecida pelo MEC: Portaria nº 1.084, de 28 de dezembro 2007, publicada no DOU de 31 de dezembro de 2007, página 36, seção 1. PLANO DE CURSO MÓDULO: Saúde Materno

Leia mais

AVALIAÇÃO DA IDADE GESTACIONAL

AVALIAÇÃO DA IDADE GESTACIONAL AVALIAÇÃO DA IDADE GESTACIONAL CLASSIFICAÇÃO DO RECÉM-NASCIDO Para estimarmos com maior precisão o risco do RN apresentar determinadas patologias ou morrer, torna-se necessária a análise de duas grandes

Leia mais

PROCESSO SELETIVO - EDITAL 23/2016

PROCESSO SELETIVO - EDITAL 23/2016 PROCESSO SELETIVO - EDITAL 23/206 LOCAL: SEDE DA DIEPS (situada na Av. Anto nio Justa, 36 / Anexo - Meireles, Fortaleza - CE) Para todas as áreas de atuação. MANHÃ. DIALA ALVES DE SOUSA - Humanização na

Leia mais

Curso de Emergências Obstétricas COLAPSO MATERNO

Curso de Emergências Obstétricas COLAPSO MATERNO Curso de Emergências Obstétricas COLAPSO MATERNO ASPECTOS GERAIS Raro mas extremamente grave Vários fatores etiológicos SOBREVIDA FETAL Ressuscitação agressiva SOBREVIDA MATERNA Fator etiológico Ambiente

Leia mais

ESPECIALIZAÇÃO DE FISIOTERAPIA EM SAÚDE DA MULHER

ESPECIALIZAÇÃO DE FISIOTERAPIA EM SAÚDE DA MULHER INSTITUTO CENTRAL Hospital das Clínicas da Faculdade da Medicina da Universidade de São Paulo Av. Enéas de Carvalho Aguiar n.º 255 CEP 05403-900 São Paulo Brasil ANEXO 1 ESPECIALIZAÇÃO DE FISIOTERAPIA

Leia mais

APRESENTAÇÃO E-PÔSTER DATA: 18/10/16 LOCAL: SALAS PRÉDIO IV

APRESENTAÇÃO E-PÔSTER DATA: 18/10/16 LOCAL: SALAS PRÉDIO IV APRESENTAÇÃO E-PÔSTER DATA: 18/10/16 LOCAL: SALAS PRÉDIO IV TÍTULO E-PÔSTER SALA PRÉDIO IV HORÁRIO GESTAÇÃO ECTÓPICA TUBÁRIA AVANÇADA UM RELATO DE CASO 200 12:00 HIPOVITAMINOSE D E SUAS CONSEQUÊNCIAS CARDIOVASCULARES

Leia mais

SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPOS GURUJÁ. Intervenção Fisioterapêutica na Cardiopatia Congênita

SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPOS GURUJÁ. Intervenção Fisioterapêutica na Cardiopatia Congênita SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS INTEGRADAS DA UNAERP CAMPOS GURUJÁ Intervenção Fisioterapêutica na Cardiopatia Congênita Elaine de Fátima da Silva Graduando do curso de fisioterapia UNAERP

Leia mais

SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site:

SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site: SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site: www.sei-cesucol.edu.br e-mail: sei-cesu@vsp.com.br FACULDADE

Leia mais

Atenção Primária à Saúde da Criança

Atenção Primária à Saúde da Criança Universidade de São Paulo Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto Dep. Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública Atenção Primária à Saúde da Criança Profa. Dra. Débora Falleiros de Mello ATENÇÃO À SAÚDE

Leia mais

TRABALHO DE PARTO PREMATURO

TRABALHO DE PARTO PREMATURO MATERNIDADEESCOLA ASSISCHATEAUBRIAND Diretrizes assistenciais TRABALHO DE PARTO PREMATURO MEAC-UFC 1 TRABALHO DE PARTO PREMATURO José Felipe de Santiago Júnior Francisco Edson de Lucena Feitosa 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER

SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site: www.sei-cesucol.edu.br e-mail: sei-cesucol@vsp.com.br FACULDADE

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS (Versão aprovada na reunião da Comissão Intergestores TRIPARTITE realizada em 18/03/04) BRASÍLIA 2004

Leia mais

Imagem da Semana: Radiografia

Imagem da Semana: Radiografia Imagem da Semana: Radiografia Imagem 01. Radiografia de tórax e abdome em AP Recém-nascido (RN), a termo, sexo masculino e parto vaginal. Foi reanimado na sala de parto devido a apneia e frequência cardíaca

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS JATAÍ CURSO DE ENFERMAGEM

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS JATAÍ CURSO DE ENFERMAGEM 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS JATAÍ CURSO DE ENFERMAGEM 1 - DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: Unidade: Campus Jataí - UFG Curso: Enfermagem Disciplina: Enfermagem pediátrica e neonatológica II Código: 8740

Leia mais

COORDENADORIA GERAL DE CONCURSOS E PROCESSOS SELETIVOS

COORDENADORIA GERAL DE CONCURSOS E PROCESSOS SELETIVOS COORDENADORIA GERAL DE CONCURSOS E PROCESSOS SELETIVOS EDITAL Nº 076/2016-COGEPS DIVULGAÇÃO DOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS (PROGRAMA) PARA A PROVA DIDÁTICA DO 1º PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA CONTRATAÇÃO

Leia mais

FAURGS HCPA Edital 01/2011 PS 02 ENFERMEIRO I Obstetrícia Pág. 1

FAURGS HCPA Edital 01/2011 PS 02 ENFERMEIRO I Obstetrícia Pág. 1 Pág. 1 HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL Nº 01/2011 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS PROCESSO SELETIVO 02 ENFERMEIRO I Obstetrícia 01. C 11. B 21. A 02. B 12. D 22. C 03. D 13. E

Leia mais

DISCIPLINA DE PROPEDÊUTICA GINECOLÓGICA E OBSTÉTRICA Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da FCMSCSP

DISCIPLINA DE PROPEDÊUTICA GINECOLÓGICA E OBSTÉTRICA Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da FCMSCSP DISCIPLINA DE PROPEDÊUTICA GINECOLÓGICA E OBSTÉTRICA Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da FCMSCSP Coordenadora Coordenadora Profa. Dra. Tânia Di Giacomo do Lago Período do Curso: 1º Rodízio 01/02/12

Leia mais

III ENCONTRO DA SUCF CA FF PROTOCOLOS DE ATUAÇÃO AVALIAÇÃO INICIAL

III ENCONTRO DA SUCF CA FF PROTOCOLOS DE ATUAÇÃO AVALIAÇÃO INICIAL III ENCONTRO DA SUCF CA FF PROTOCOLOS DE ATUAÇÃO 26 DE OUTUBRO DE 2012 UCF Materno-Neonatal BM2 CONSULTA DE ENFERMAGEM - TÓPICOS DE REFERÊNCIA AVALIAÇÃO INICIAL Identificação da utente; - Altura (cm) -

Leia mais

Simone Suplicy Vieira Fontes

Simone Suplicy Vieira Fontes Simone Suplicy Vieira Fontes Declaração de conflito de interesse Não recebi qualquer forma de pagamento ou auxílio financeiro de entidade pública ou privada para pesquisa ou desenvolvimento de método diagnóstico

Leia mais

Materiais e Métodos As informações presentes neste trabalho foram obtidas a partir de revisão bibliográfica e do prontuário do paciente

Materiais e Métodos As informações presentes neste trabalho foram obtidas a partir de revisão bibliográfica e do prontuário do paciente Introdução A displasia tanatofórica (DT) consiste em displasia óssea quase sempre fatal, que ocorre em virtude de distúrbio da ossificação encondral 1. É caracterizada por encurtamento dos membros, caixa

Leia mais

1969: Miocardiopatia - IECAC

1969: Miocardiopatia - IECAC 1969: Miocardiopatia - IECAC 1969:Estado da Guanabara IECAC Moderador da Seção Anatomo- Clinica 20.08.1969 1969: 5 aulas no curso de Hemodinâmica e Angiocardiografia - IECAC 1969:Estado da Guanabara IECAC

Leia mais

Currículo Disciplina Carga Horária. Aspectos Éticos e Bioéticos na Assistência de Enfermagem ao Paciente Grave ou de Risco

Currículo Disciplina Carga Horária. Aspectos Éticos e Bioéticos na Assistência de Enfermagem ao Paciente Grave ou de Risco Currículo Disciplina Carga Horária Aspectos Éticos e Bioéticos na Assistência de Enfermagem ao Paciente Grave ou de Risco Assistência de Enfermagem a Criança a ao Adolescente Grave ou de Risco Estágio

Leia mais

Conceitos da Avaliação Inicial Rápida inspeção primária Reanimação Suplementação da inspeção primária/ reanimação Inspeção secundária detalhada Suplem

Conceitos da Avaliação Inicial Rápida inspeção primária Reanimação Suplementação da inspeção primária/ reanimação Inspeção secundária detalhada Suplem Avaliação inicial do traumatizado SANTA CASA DE SÃO PAULO Conceitos da Avaliação Inicial Rápida inspeção primária Reanimação Suplementação da inspeção primária/ reanimação Inspeção secundária detalhada

Leia mais

INDUÇÃO DO PARTO E FÓRCIPE

INDUÇÃO DO PARTO E FÓRCIPE INDUÇÃO DO PARTO E FÓRCIPE Cuidados de Enfermagem na Sala de Parto receber a parturiente na sala e situá-la; prestar assistência física e emocional; completar os dados do prontuário; rever os cuidados

Leia mais

Reprodução e Embriologia. Leonardo Rodrigues EEEFM GRAÇA ARANHA

Reprodução e Embriologia. Leonardo Rodrigues EEEFM GRAÇA ARANHA Reprodução e Embriologia. Leonardo Rodrigues EEEFM GRAÇA ARANHA Ciclo Menstrual Menstruação - fluxo de sangue e restos de mucosa uterina periodicamente eliminados pela vagina. Ciclo Menstrual Menstruação

Leia mais

CARTÃO DA GESTANTE AGENDAMENTO. Nome. Endereço. Município. Bairro. Telefone. Nome da Operadora. Registro ANS. ANS- nº

CARTÃO DA GESTANTE AGENDAMENTO. Nome. Endereço. Município. Bairro. Telefone. Nome da Operadora. Registro ANS. ANS- nº CARTÃO DA GESTANTE Nome ANS- nº 0004 Endereço Município Bairro Telefone Nome da Operadora Registro ANS AGENDAMENTO Hora Nome do profissional Sala ANS- nº 0004 1 Idade Estado Civil Peso anterior Altura (cm)

Leia mais

REANIMAÇÃO DO RN 34 SEMANAS EM SALA DE PARTO - Direitos autorais SBP PRÉ E PÓS-TESTE. Local (Hospital e cidade)

REANIMAÇÃO DO RN 34 SEMANAS EM SALA DE PARTO  - Direitos autorais SBP PRÉ E PÓS-TESTE. Local (Hospital e cidade) PRÉ E PÓS-TESTE Data / / PRÉ-TESTE PÓS-TESTE Curso Médico Curso Profissional de Saúde Local (Hospital e cidade) Nome do aluno 01. Quais situações abaixo indicam maior possibilidade de o recém-nascido (RN)

Leia mais

Paciente: Representante Legal. Endereço:

Paciente: Representante Legal. Endereço: O objetivo deste Termo de Consentimento Livre e Esclarecido é comunicar e esclarecer os procedimentos médicos que ocorrerão por ocasião do seu parto, devendo discutir todas as suas dúvidas com seu médico

Leia mais

HDM/GESTÃO IMIP CENTRO DE ESTUDOS DR. ALÍRIO BRANDÃO EDITAL DO PROCESSO SELETIVO PARA ACADÊMICOS DE MEDICINA DO HOSPITAL DOM MALAN/ GESTÃO IMIP

HDM/GESTÃO IMIP CENTRO DE ESTUDOS DR. ALÍRIO BRANDÃO EDITAL DO PROCESSO SELETIVO PARA ACADÊMICOS DE MEDICINA DO HOSPITAL DOM MALAN/ GESTÃO IMIP HDM/GESTÃO IMIP CENTRO DE ESTUDOS DR. ALÍRIO BRANDÃO EDITAL DO PROCESSO SELETIVO PARA ACADÊMICOS DE MEDICINA DO HOSPITAL DOM MALAN/ GESTÃO IMIP A Diretoria de Ensino do HDM/Gestão IMIP torna público que

Leia mais

Colaboradores...5 Dedicatória...6 Agradecimentos...7 Prefácio...9

Colaboradores...5 Dedicatória...6 Agradecimentos...7 Prefácio...9 Sumário Colaboradores...5 Dedicatória...6 Agradecimentos...7 Prefácio...9 PARTE I Introdução à profissão de enfermagem 1 Enfermagem uma profissão em evolução...21 Visão geral...22 Revisão histórica...22

Leia mais

A síndrome do alcoolismo fetal, SAF, é resultado da ingestão de bebida alcoólica pela mãe durante o período de gestação.

A síndrome do alcoolismo fetal, SAF, é resultado da ingestão de bebida alcoólica pela mãe durante o período de gestação. Quando Malcolm nasceu, meu coração se partiu, ela disse. E a culpa, meu Deus, o sentimento de culpa... Quando descobriu que estava grávida, Ellen O Donovan estava perdendo a luta contra o alcoolismo. Meses

Leia mais

Sistemas e Serviços de Saúde Plano Nacional de Saúde, Dados Isabel de Souza 2. Isabel de Souza 09 às 13

Sistemas e Serviços de Saúde Plano Nacional de Saúde, Dados Isabel de Souza 2. Isabel de Souza 09 às 13 Posgraduação em Fisioterapia na Saúde da mulher_015 Ano 015 Inicio 16 de janeiro Fim 8 de novembro Mês Dias Introdução e Temas Complementar es à Saúde da Mulher : Sistemas de saúde, Gestão e marketing

Leia mais

parte 1 estratégia básica e introdução à patologia... 27

parte 1 estratégia básica e introdução à patologia... 27 Sumário parte 1 estratégia básica e introdução à patologia... 27 1 Terapêutica: estratégia geral... 29 terminologia de doenças... 29 História do caso... 34 Disposição do fármaco... 39 Seleção do fármaco...

Leia mais

PLANO DE CURSO. 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Bacharelado em Enfermagem Disciplina: Fisiologia e Biofísica

PLANO DE CURSO. 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Bacharelado em Enfermagem Disciplina: Fisiologia e Biofísica PLANO DE CURSO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Bacharelado em Enfermagem Disciplina: Fisiologia e Biofísica Professor: Rafaell Batista Pereira E-mail: rafaell.pereira@fasete.edu.br Código: Carga Horária:

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA E GENÉTICA. Calendário

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA E GENÉTICA. Calendário UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO ESCOLA PAULISTA DE MEDICINA DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA E GENÉTICA Calendário - 2014 1º e 2º semestres Curso: MEDICINA Unidade Curricular: AS BASES MORFOLÓGICAS DA MEDICINA

Leia mais

Sumário. CAPÍTULO 1 Tecido Epitelial 1. CAPÍTULO 2 Tecido Conectivo 11. CAPÍTULO 3 Tecido Adiposo 25. CAPÍTULO 4 Cartilagem 31. CAPÍTULO 5 Osso 41

Sumário. CAPÍTULO 1 Tecido Epitelial 1. CAPÍTULO 2 Tecido Conectivo 11. CAPÍTULO 3 Tecido Adiposo 25. CAPÍTULO 4 Cartilagem 31. CAPÍTULO 5 Osso 41 Sumário CAPÍTULO 1 Tecido Epitelial 1 PRANCHA 1 Epitélios simples pavimentoso e cúbico 2 PRANCHA 2 Epitélios simples cilíndrico e pseudoestratificado 4 PRANCHA 3 Epitélios estratificados 6 PRANCHA 4 Epitélio

Leia mais

InDUÇÃO DO TRABALHO DE PARTO

InDUÇÃO DO TRABALHO DE PARTO CAPÍTULO 17 InDUÇÃO DO TRABALHO DE PARTO 1. CONCEITO Consiste em estimular artiicialmente as contrações uterinas coordenadas e efetivas antes de seu início espontâneo, levando ao desencadeamento do trabalho

Leia mais

Visão geral da enfermagem materna

Visão geral da enfermagem materna Visão geral da enfermagem materna capítulo 1 Objetivos Ao final do capítulo, o estudante será capaz de: 1 Discutir o enfoque da enfermagem materno -neonatal. 2 Identificar os vários papéis que o enfermeiro

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA 2016 Sociedade de Anestesiologia do Distrito Federal 3ª ETAPA

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA 2016 Sociedade de Anestesiologia do Distrito Federal 3ª ETAPA PROGRAMA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA 2016 Sociedade de Anestesiologia do Distrito Federal 3ª ETAPA PROGRAMA - ME 1 (2/8/2016) PONTO 10 - Fisiologia do Sistema Respiratório I 10.1. Funções respiratórias e não

Leia mais

NUTRIÇÃO NA GESTAÇÃO. Vilma Fernandes Carvalho

NUTRIÇÃO NA GESTAÇÃO. Vilma Fernandes Carvalho NUTRIÇÃO NA GESTAÇÃO FASE DA GESTAÇÃO Riscos como hipertensão, obesidade, intolerância, à glicose e doença cardiovascular (Baker, 1995). Peso em kg 3,4-3,9 Feto 3,4 Reserva de gordura e proteína 1,8 Sangue

Leia mais

Desnutrição na Adolescência

Desnutrição na Adolescência Desnutrição na Adolescência Adolescência CRIANÇA Desnutrição Anorexia/Bulimia Obesidade / Diabetes ADULTO Dietas não convencionais e restritivas Deficiência de ferro Cálcio, vitamina A, zinco, Vitamina

Leia mais

Cardiopatia na Gravidez

Cardiopatia na Gravidez Orlando Otávio de Medeiros Hospital Agamenon Magalhães Recife 1. Volume sanguíneo neo 2. Freqüência cardíaca aca 3. Pressão arterial 4. Débito cardíaco aco 5. Freqüência respiratória ria 6. Anemia 140

Leia mais

Disciplina: Específica

Disciplina: Específica UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO Concurso Público para provimento de vagas de cargos Técnico-Administrativos Edital nº 293/2016 Resultado do julgamento dos recursos interpostos contra as questões

Leia mais

Como Conduzir o Recém- Nascido com Malformações. Sessão Clínica da Pediatria Angelina Acosta - FAMEB/UFBA

Como Conduzir o Recém- Nascido com Malformações. Sessão Clínica da Pediatria Angelina Acosta - FAMEB/UFBA Como Conduzir o Recém- Nascido com Malformações Sessão Clínica da Pediatria Angelina Acosta - FAMEB/UFBA Dismorfologia Anomalias Dismórficas Qualquer parte do corpo gravidade variável heterogeneidade etiológica

Leia mais

PLANILHA GERAL - BASES BIOLÓGICAS DA PRÁTICA MÉDICA IV 1º 2013

PLANILHA GERAL - BASES BIOLÓGICAS DA PRÁTICA MÉDICA IV 1º 2013 PLANILHA GERAL - BASES BIOLÓGICAS DA PRÁTICA MÉDICA IV 1º 2013 Dia Data Hora Professor Sala Conteúdo Módulo 08:00 Tiago 104 D Principais neoplasias ginecológicas e lesões precursoras SEGUNDA 6/5/2013 08:50

Leia mais

BENEFÍCIOS E LIMITAÇÕES DO ULTRASSOM MORFOLÓGICO FETAL

BENEFÍCIOS E LIMITAÇÕES DO ULTRASSOM MORFOLÓGICO FETAL BENEFÍCIOS E LIMITAÇÕES DO ULTRASSOM MORFOLÓGICO FETAL HÉRBENE JOSÉ FIGUINHA MILANI Mestre e Doutorando em ciências - UNIFESP Fellowship em Neurologia Fetal pela Tel-Aviv University - Israel Médico colaborador

Leia mais

AVALIAÇÃO DA VITALIDADE FETAL

AVALIAÇÃO DA VITALIDADE FETAL FACIMED CAC0AL FACULDADE DE CIÊNCIAS BIOMÉDICAS - RONDÔNIA DISCIPLINA SAÚDE DA MULHER 7º SEMESTRE AVALIAÇÃO DA VITALIDADE FETAL AVALIAÇÃO DA VITALIDADE FETAL CARDITOCOGRAFIA - CTG Objetivos Conhecer as

Leia mais

Programa Analítico de Disciplina EFG370 Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente

Programa Analítico de Disciplina EFG370 Enfermagem na Saúde da Criança e do Adolescente Programa Analítico de Disciplina Departamento de Medicina e Enfermagem - Centro de Ciências Biológicas e da Saúde Número de créditos: Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 15 Carga horária semanal

Leia mais

Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE II PLANO DE CURSO

Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE II PLANO DE CURSO CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE II Código: ENF

Leia mais

TERMO DE ESCLARECIMENTO E CONSENTIMENTO INFORMADO PARA PARTO

TERMO DE ESCLARECIMENTO E CONSENTIMENTO INFORMADO PARA PARTO 1/7 O objetivo deste Termo de Esclarecimento e Consentimento é esclarecer os procedimentos médicos que ocorrerão por ocasião do seu parto, ressaltando-se que você deverá tirar todas as suas dúvidas com

Leia mais

TÉCNICAS INVASIVAS DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA FETAL

TÉCNICAS INVASIVAS DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA FETAL TÉCNICAS INVASIVAS DE DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICA FETAL Texto da responsabilidade do Centro de Diagnóstico Prénatal da Maternidade Dr. Alfredo da Costa. Última revisão: Janeiro 2003 AMNIOCENTESE E CORDOCENTESE

Leia mais