PROJETO DE UM SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR DE ÁGUA PARA POUSADAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROJETO DE UM SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR DE ÁGUA PARA POUSADAS"

Transcrição

1 CARLOS HENRIQUE FICHE DE CARVALHO PROJETO DE UM SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR DE ÁGUA PARA POUSADAS Monografia apresentada ao Departamento de Engenharia da Universidade Federal de Lavras, como parte das exigências do curso de Pós Graduação Lato Sensu em Fontes Alternativas de Energia, para obtenção do título de especialista em Fontes Alternativas de Energia. Orientador: Prof. Carlos Alberto Alvarenga LAVRAS MINAS GERAIS - BRASIL

2 CARLOS HENRIQUE FICHE DE CARVALHO PROJETO DE UM SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR DE ÁGUA PARA POUSADAS Monografia apresentada ao Departamento de Engenharia da Universidade Federal de Lavras, como parte das exigências do curso de Pós Graduação Lato Sensu em Fontes Alternativas de Energia, para obtenção do título de especialista em Fontes Alternativas de Energia. APROVADA em de de Prof. Prof. Prof. UFLA Prof. Carlos Alberto Alvarenga LAVRAS MINAS GERAIS - BRASIL

3 Dedico este trabalho aos meus pais, Luiz Manoelino de Carvalho e Suely Fiche de Carvalho pelo apoio incondicional.

4 AGRADECIMENTOS A Deus, pela saúde que me proporciona para vencer os desafios da vida; Aos meus pais, pela criação e educação que me deram; Ao meu orientador Professor Carlos Alberto Alvarenga, que com seu empenho e conhecimento tornou-se possível a conclusão deste trabalho; Ao Sr. Paulo Sérgio Della-Sérvia Rodrigues, proprietário da pousada Serra do Ouro em São João del Rei, objeto de estudo deste trabalho.

5 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO OBJETIVOS REVISÃO DE LITERATURA A radiação solar Instrumentos de medição da radiação solar Piranômetros Campo de utilização Sistemas de aquecimento solar Circulação em termossifão Circulação Forçada Os coletores solares Coletor solar plano Coletores concentradores Coletores concentradores parabólicos Tanques de armazenamento Requisitos para uma boa instalação A POUSADA Cálculos AS BUILT ANÁLISE DOS RESULTADOS CONCLUSÃO... 47

6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

7 LISTA DE FIGURAS Figura 01 Distribuição de consumo de energia elétrica doméstica no Brasil...09 Figura 02 Diversas fontes renováveis de energia...13 Figura 03 Representação das estações do ano e do movimento da terra em torno do sol...15 Figura 04 Média anual de insolação diária no Brasil (horas)...16 Figura 05 Piranômetro...21 Figura 06 Circulação por termossifão...23 Figura 07 Circulação forçada...25 Figura 08 Coletor solar plano...27 Figura 09 Coletor concentrador...30 Figura 10 Coletor concentrador parabólico...31 Figura 11 Tanques de armazenamento...33 Figura 12 Planta baixa dos coletores e Boiler...41 Figura 13 Corte BB...42 Figura 14 Corte AA...43 Figura 15 Vista dos coletores...44 Figura 16 Vista parcial da pousada...44 Figura 17 Quadro de comando

8 LISTA DE TABELAS Tabela 01 Quadro comparativo de diversas fontes de energia Tabela 02 Irradiação solar nas regiões

9 RESUMO A energia tem sido através da história a base do desenvolvimento das civilizações. Acredito ser chegada a hora de ingressarmos na era das Fontes Alternativas de Energia, devido a vários fatores, como por exemplo, a crise do petróleo, dificuldades para a construção de novas centrais hidroelétricas e termelétricas, o carvão mineral e outras formas de energia suja que causam degradação ambiental e não são renováveis. A energia Termo Solar, que utiliza a energia do sol, pode ser utilizada para aquecimento de água em suas mais diversas aplicações, tais como para substituição de chuveiros elétricos, em cozinhas, piscinas térmicas, estufas, secadoras, saunas e etc. Neste trabalho será mostrado como o aquecimento de água utilizando a energia solar, através de coletores solares e armazenamento em reservatórios especiais pode ser vantajoso, tanto do ponto de vista econômico quanto do ponto de vista ecologicamente correto. 5

10 1. INTRODUÇÃO As primeiras experiências para entender melhor a capacidade do sol de aquecer água foram documentadas em 1767 pelo Suíço Horace de Saussure, que fez várias experiências com uma caixa revestida com isolamento térmico (Soletrol). No Brasil os primeiros aquecedores surgiram nos anos 70, impulsionado pela crise do petróleo. Na década de 90 houve um crescente profissionalismo em resposta a um mercado cada vez mais exigente e devido ao surgimento das primeiras normas da ABNT específicas para o setor. O sol é uma fonte de energia renovável, e o aproveitamento desta energia tanto como fonte de calor como fonte de luz é uma das alternativas energéticas mais promissoras para enfrentarmos os desafios do novo milênio. A energia solar utilizada para aquecimento de água é a solução ideal para áreas mais afastadas e ainda não eletrificadas ou com demanda elétrica insuficiente para a instalação, por exemplo, de uma pousada. 6

11 A tabela 01 abaixo nos mostra como o uso de aquecedores solares pode evitar a utilização de diversas fontes convencionais de produção de energia. Tabela 01: Quadro comparativo de diversas fontes de energia Para cada m 2 de coletor solar instalado permite: - Economizar 55 kg de GLP por ano - Economizar 66 litros de diesel por ano - Evitar a inundação de cerca de 56 m 2 de terras para a geração de energia elétrica - Economizar 215 kg de lenha por ano Fonte: ASTROSOL Ainda podemos dizer que uma parte do milionésimo de energia solar que nosso País recebe durante o ano poderia nos dar 01 suprimento de energia equivalente a: - 54% do petróleo nacional; - 02 vezes a energia obtida com o carvão mineral; - 04 vezes a energia gerada no mesmo período por uma usina hidrelétrica. O território brasileiro, devido as suas proporções continentais e localização tropical, possui um dos maiores 7

12 potenciais do mundo para a utilização da energia solar como forma alternativa de energia. Hoje no Brasil a aplicação em maior escala da energia solar está no uso de aquecedor solar para substituir o chuveiro elétrico, mas mesmo assim a utilização ainda é pequena perto do potencial oferecido, devido ao custo do sistema de aquecimento ser elevado em comparação ao custo de um chuveiro, chegando a ser 15 vezes maior, levando em conta o seu preço estar na ordem de R$20,00. Nos últimos dois anos, 600 mil metros quadrados de coletores solares foram instalados no país, e somente em Belo Horizonte, 860 prédios funcionam com aquecimento solar (SOLBRASIL). Considerando dados solarimétricos do Brasil, há regiões que proporcionam 65% de economia e outras, mais quentes, que podem atingir até 80% de economia anual, na geração de água quente (CEMIG). Segundo dados do PROCEL (1998), uma grande parcela da produção de energia do país é utilizada no aquecimento de água, com 26% do consumo doméstico, conforme figura 01 abaixo: 8

13 Figura 01 Distribuição de consumo de energia elétrica doméstica no Brasil (PROCEL, 1998). 2. OBJETIVO A Estrada Real percorre quase todo o interior de Minas Gerais, passando por São Paulo e Rio de Janeiro, partindo de Diamantina até Paraty (Caminho Velho) e Rio de Janeiro (Caminho Novo), totalizando mais de km de estradas cercadas por regiões que reúnem as condições ideais para prática de esportes radicais ou ligados à natureza, sem falar no potencial turístico. Foi pensando neste grande potencial de investimento que este trabalho foi desenvolvido, a fim de levar conhecimento necessário para quem queira, por exemplo, construir uma pousada e utilizar a energia solar como fonte de energia. Tal 9

14 necessidade se explica devido às localidades com pouca demanda de energia elétrica, o que implicaria em gastos de reforço na rede elétrica da concessionária local para suprir a demanda. Algumas fazendas, por exemplo, são transformadas em hotéis e não disponibilizam de energia suficiente para um determinado número de hóspedes. Com o uso da energia solar para aquecimento de água, além da economia com gastos no consumo da energia elétrica, temos uma fonte de energia ecologicamente correta, limpa, inesgotável e gratuita. Ela pode ser utilizada não somente em substituição aos chuveiros elétricos, mas também para aquecimento da água em piscinas, ofurôs, cozinhas, vestiários e também para pré-aquecimento de caldeiras. Em um mercado de turismo cada vez mais exigente e preocupado com a preservação do meio ambiente, nada melhor que se utilizar uma fonte de energia limpa. 3. REVISÃO DE LITERATURA Ao tratar as fontes renováveis de energia, não poderia deixar de primeiramente definir quais são as fontes renováveis de energia e qual o significado do termo renovável. 10

15 Quanto às fontes de energia, considera-se toda substância (petróleo, carvão, urânio, biomassa) capaz de produzir energia em processos de transformação (combustão, fissão nuclear) como também as formas de energia (energia solar, gravitacional), associada ou não ao movimento dos corpos, fluidos (energia das ondas, hidráulica) e ventos (energia eólica), ou à temperatura das substâncias (energia geotérmica), cuja transformação em outras formas de energia pode ser realizada em larga escala. As fontes de energia mais conhecidas hoje podem ser classificadas em dois tipos: fontes primárias, originadas de processos fundamentais da natureza, como a energia dos núcleos dos átomos ou a energia gravitacional, e secundária, derivada da primeira, representando apenas transformações e/ou diferentes formas daquelas, tais como a energia da biomassa (solar) e a das marés (gravitacional). Quanto à renovabilidade das fontes, em princípio todas podem ser produzidas e repostas na natureza. Mas, para várias delas, o processo de reposição natural envolve milhares de anos e condições favoráveis (como o petróleo), enquanto que e reposição artificial quando não é impossível é 11

16 absolutamente inviável, envolvendo um gasto de energia igual ou superior à quantidade de energia a ser obtida, ou custos proibitivos (como é o caso da energia nuclear). Estas fontes são classificadas como não renováveis. Da mesma forma, em princípio, nenhuma fonte de energia pode ser considerada inesgotável. Entretanto, aquelas cuja utilização pela humanidade não representa qualquer variação significativa em seu potencial, que em muitos casos está avaliado para uma duração de vários milhões ou bilhões de anos (energia solar, gravitacional), e aquelas outras, cuja reconstituição pode ser feita sem grandes dificuldades em prazos de apenas alguns anos menos, como no caso da biomassa, são designadas fontes renováveis de energia. A figura 02 abaixo mostra a classificação geral das fontes de energia conhecidas. 12

17 Figura 02 Diversas fontes renováveis de energia Fonte:(COMCIENCIA) Segundo as Nações Unidas, em 1998 o consumo mundial de energia primária proveniente de fontes não renováveis (petróleo, carvão, gás natural e nuclear) correspondeu a aproximadamente 86% do total, cabendo apenas 14% às fontes renováveis. Do total de energia consumido em 1999, cerca de 53% ocorreu nos 24 países com economia desenvolvida, ficando os cerca de 100 países denominados de economia em transição ou em desenvolvimento com os 47% restantes. 13

18 Podemos constatar que mais cedo ou mais tarde a oferta destas fontes não renováveis será reduzida, obrigando a utilização de outras fontes de energia. Neste ponto, muitos especialistas apontam as fontes de energias renováveis como a única solução de suprimento de energia para um desenvolvimento econômico e ambientalmente sustentável. O conceito de desenvolvimento sustentável é bastante amplo, implicando em ações em todas as áreas da atividade humana, tais como planejamento familiar, alterações nos processos agrícolas e industriais e também a criação de taxas para os impactos ambientais inevitáveis provocados por algumas atividades essenciais, como, por exemplo, a geração de energia, o que elevará os custos principalmente das fontes não renováveis. Apesar de não estarem isentas de provocarem inúmeras alterações no meio ambiente, pois todas as atividades humanas em maior ou menor grau assim o fazem, as fontes renováveis de energia aparecem hoje como as melhores opções para um futuro sustentável para a humanidade A RADIAÇÃO SOLAR 14

19 Além das condições atmosféricas (nebulosidade, umidade relativa do ar etc.), a disponibilidade de radiação solar, também denominada energia total incidente sobre a superfície terrestre, depende da latitude local e da posição no tempo (hora do dia e dia do ano). Isso se deve à inclinação do eixo imaginário em torno do qual a Terra gira diariamente (movimento de rotação) e à trajetória elíptica que a Terra descreve ao redor do Sol (translação ou revolução), como ilustrado na Figura 03. Figura 03: Representação das estações do ano e do movimento da terra em torno do sol. Fonte: (ANEEL, 2006) Desse modo, a duração solar do dia período de visibilidade do Sol ou de claridade varia, em algumas regiões e períodos do ano, de zero hora (Sol abaixo da linha do 15

20 horizonte durante o dia todo) a 24 horas (Sol sempre acima da linha do horizonte). O mapa da Figura 04 apresenta a média anual de insolação diária, segundo o Atlas Solarimétrico do Brasil (2000). Figura 04: Média anual de insolação diária no Brasil (horas) Fonte: (ANEEL, 2006) A maior parte do território brasileiro está localizado relativamente próximo da linha do Equador, de forma que não se observam grandes variações na duração solar do dia. 16

21 Contudo, a maioria da população brasileira e das atividades socioeconômicas do País se concentra em regiões mais distantes do Equador. Em Porto Alegre, capital brasileira mais meridional (cerca de 30º S), a duração solar do dia varia de 10 horas e 13 minutos a 13 horas e 47 minutos, aproximadamente, entre 21 de junho e 22 de dezembro, respectivamente. Desse modo, para maximizar o aproveitamento da radiação solar, pode se ajustar a posição do coletor ou painel solar de acordo com a latitude local e o período do ano em que se requer mais energia. No Hemisfério Sul, por exemplo, um sistema de captação solar fixo deve ser orientado para o Norte, com ângulo de inclinação similar ao da latitude local. A radiação solar depende também das condições climáticas e atmosféricas. Somente parte da radiação solar atinge a superfície terrestre, devido à reflexão e absorção dos raios solares pela atmosfera. Mesmo assim, estima-se que a energia solar incidente sobre a superfície terrestre seja da ordem de 10 mil vezes o consumo energético mundial (CRESESB, 2000). 17

22 No Brasil, entre os esforços mais recentes e efetivos de avaliação da disponibilidade de radiação solar, destacam-se os seguintes: a) Atlas Solarimétrico do Brasil, iniciativa da Universidade Federal de Pernambuco UFPE e da Companhia Hidroelétrica do São Francisco CHESF, em parceria com o Centro de Referência para Energia Solar e Eólica Sérgio de Salvo Brito CRESESB; b) Atlas de Irradiação Solar no Brasil, elaborado pelo Instituto Nacional de Meteorologia INMET e pelo Laboratório de Energia Solar LABSOLAR, da Universidade Federal de Santa Catarina UFSC. O Atlas Solarimétrico do Brasil (2000) apresenta uma estimativa da radiação solar incidente no país, resultante da interpolação e extrapolação de dados obtidos em estações solarimétricas distribuídas em vários pontos do território nacional. Devido, porém, ao número relativamente reduzido de estações experimentais e às variações climáticas locais e regionais, o Atlas de Irradiação Solar no Brasil faz estimativas da radiação solar a partir de imagens de satélites. Como lembrado por pesquisadores do Centro de Pesquisas de Eletricidade CEPEL, ambos os modelos apresentam falhas e limites e não devem ser vistos como 18

23 concorrentes. Ao contrário, devem ser complementares, na medida em que reúnem o máximo possível de dados e podem, dessa forma, melhorar as estimativas e avaliações da disponibilidade de radiação solar no Brasil (CRESESB, 2000) INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO DA RADIAÇÃO SOLAR A medição da radiação solar, tanto a componente direta como a componente difusa na superfície terrestre é de maior importância para os estudos das influências das condições climáticas e atmosféricas. Com um histórico dessas medidas, pode-se viabilizar as instalações de sistemas térmicos e fotovoltaicos em uma determinada região garantindo o máximo aproveitamento ao longo do ano onde as variações da intensidade da radiação solar sofrem significativas alterações. De acordo com as normas preestabelecidas pela OMM (Organização Mundial de Meteorologia) são determinados limites de precisão para quatro tipos de instrumentos: de referência ou padrão, instrumentos de primeira, segunda e terceira classe. As medições padrões são: radiação global e difusa no plano horizontal e radiação direta normal. 19

24 Piranômetros Os piranômetros medem a radiação global. Este instrumento caracteriza-se pelo uso de uma termopilha que mede a diferença de temperatura entre duas superfícies, uma pintada de preto e outra pintada de branco igualmente iluminada. A expansão sofrida pelas superfícies provoca um diferencial de potencial que, ao ser medida, mostra o valor instantâneo da energia solar. Um outro modelo bem interessante de piranômetro é aquele que utiliza uma célula fotovoltaica de silício monocristalino para coletar medidas solarimétrias. Este piranômetro é largamente utilizado, pois apresenta custo bem menor do que os equipamentos tradicionais. Pelas características da célula fotovoltaica, este aparelho apresenta limitações quando apresenta sensibilidade em apenas 60% da radiação solar incidente. Existem vários modelos de piranômetros de primeira (2% de precisão) e também de segunda classe (5% de precisão). Existem vários modelos de diversos fabricantes entre eles: Eppley 8-48 (USA), Cimel CE-180 (França), Schenk (Áustria), M-80M (Russia), Zonen CM5 e CM10 (Holanda). 20

25 Figura 05 - Piranômetro de Segunda Classe Fonte: CRESESB 3.3. CAMPO DE UTILIZAÇÃO A área de atuação utilizando a energia solar é bastante ampla, valendo ressaltar algumas aplicações mais conhecidas, tais como: Eletrificação - Utiliza-se para eletrificação de residências, escolas, comércio, fazendas, cercas, estradas, indústrias, estações e postos avançados de vigilância e de radiodifusão. Telecomunicações Telefonia rural, torres e retransmissores, estações terrestres, radiotelefonia e radiocomunicações. 21

26 Sinalização aérea e náutica Faróis náuticos, sinalização em antenas de transmissão de energia elétrica e de radiodifusão, sinalização em portos e aeroportos. Sinalização rodoferroviária painés de mensagens randômicas e variáveis, para sinais luminosos e na iluminação de placas de sinalização. Televigilância Depósitos e silos, tráfego rodoviário, rios, e pontos sujeitos a enchente. Refrigeradores e freezer. Bombeamento de água. Aquecimento de água 3.4. SISTEMAS DE AQUECIMENTO SOLAR Os dois sistemas de aquecimento solar mais utilizados são: - Circulação em termossifão; - Circulação forçada Circulação por termossifão O mesmo fluido a temperaturas diferentes tem também densidades diferentes, quanto maior é a sua temperatura menor a sua densidade. Por isso, quando se aquece um fluido, 22

27 este tem tendência a estratificar-se ficando a parte mais quente na zona superior. No sistema de termossifão a água aquecida pelo sol no coletor sobe empurrando a água mais fria do depósito, forçando-a a tomar o seu lugar, descendo, para subir novamente quando, por sua vez for aquecida. O depósito deve ficar acima do coletor, senão dá-se o fenômeno inverso quando já não houver sol (termossifão invertido). Estes sistemas são compostos pelo coletor solar, depósito acumulador, purgador, vaso de expansão e outros pequenos acessórios. (Portal das Energias Renováveis, 2004). FIGURA 06: Circulação em termossifão Fonte: ASTROSOL 1- Coletores solares; 2- Boiler. 23

28 Circulação Forçada Nas situações em que não é viável a colocação do depósito acima da parte superior dos coletores e para os grandes sistemas em geral é necessário usar bombas eletrocirculadoras para movimentar o fluido térmico. A bomba poderá ser comandada por um sistema de controle automático (o comando diferencial). O sistema de controle (comando diferencial) está regulado de modo a colocar a bomba em funcionamento logo que a diferença de temperatura entre os coletores e o depósito atinja 5ºC. Estes sistemas são compostos pelo coletor solar, depósito acumulador, bomba eletrocirculadora, controlador diferencial, purgador, vaso de expansão e outros pequenos acessórios. (Portal das Energias Renováveis, 2004). 24

29 FIGURA 07: Circulação forçada Fonte: ASTROSOL 1 - Caixa d'água 2 - Boiler 3 - Coletor Solar 4 - Respiro 5 - Descida p/ coletores 6 - Retorno dos coletores 7 - Alimentação de água fria 8 - Consumo de água quente 9 - Moto bomba 10 - Termostado diferencial de temperatura (TDT) 3.5. OS COLETORES SOLARES Quando os raios do sol atravessam o vidro da tampa do coletor solar, eles esquentam as aletas que são feitas de cobre ou alumínio e pintadas com uma tinta especial e escura que ajuda na absorção máxima da radiação solar. O calor passa então das aletas para os tubos (serpentina) que geralmente 25

30 são de cobre. Daí a água que está dentro da serpentina esquenta e vai direto para o reservatório do aquecedor solar. Os coletores solares são fabricados com matéria-prima nobre, como o cobre e o alumínio. Recebem um cuidadoso isolamento térmico e ainda vedação com borracha de silicone. Eles têm cobertura de vidro liso e são instalados sobre telhados ou lajes, sempre o mais próximo possível do reservatório térmico. Geralmente são fornecidos com válvula anticongelamento. O número de coletores solares a ser usado numa instalação depende do tamanho do reservatório térmico, mas pode também variar de acordo com o nível de insolação de uma região ou até mesmo de acordo com as condições de instalação. Devido à baixa densidade da energia solar que incide sobre a superfície terrestre, o atendimento de uma única residência pode requerer a instalação de vários metros quadrados de coletores. Para o suprimento de água quente de uma residência típica (três ou quatro moradores), são necessários cerca de 4 m 2 de coletor. Existem vários tipos de coletores solares, a saber: 26

31 - Planos; - Coletores concentradores; - CPC ou coletores concentradores parabólicos Coletor solar plano É o mais comum e destina-se a produção de água quente a temperaturas inferiores a 100ºC. O uso dessa tecnologia ocorre principalmente em residências, mas há demanda significativa e aplicações em outros setores como edifícios públicos e comerciais, hospitais, restaurantes e hotéis ou pousadas, objeto de estudo deste trabalho. A figura 08 abaixo mostra um típico coletor solar e suas partes constituintes. FIGURA 08: Coletor solar plano Fonte: ASTROSOL 27

32 A - Cobertura transparente B - Tubulação condutora de água C - Chapa absorvedora de calor D - Caixa externa E - Isolamento térmico F - Chapa de fundo A - Cobertura transparente: Provoca o efeito estufa e reduz as perdas de calor e ainda assegura a estanquicidade do coletor. B - Tubulação condutora de água: Por onde o fluido térmico circula. C - Chapa absorvedora de calor: Ou placa absorvedora de calor. Serve para receber a energia e transforma-la em calor, transmitindo-a para o fluido térmico que circula pela tubulação condutora. D - Caixa externa: A Caixa do coletor solar deve ser feita em material resistente à corrosão e com rigidez mecânica suficiente para garantir a integridade estrutural do equipamento. As caixas podem ser feitas em chapa dobrada de aço galvanizado ou de alumínio, com perfis e chapas de alumínio, moldadas em plástico, etc. 28

33 E - Isolamento térmico: Serve para evitar perdas de calor uma vez que deverá ser isolada termicamente, para dar rigidez e proteger o interior do coletor dos agentes externos Coletores concentradores Para atingir temperaturas mais elevadas há que diminuir as perdas térmicas do receptor. Estas são proporcionais a superfície deste. Reduzindo-a em relação a superfície de captação, consegue-se reduzir as perdas térmicas na proporção dessa redução. Os sistemas assim concebidos chamam-se concentradores, e concentração é precisamente a relação entre a área de captação (a área de vidro que serve de tampa á caixa) e a área de recepção. Acontece que, quanto maior é a concentração menor é o ângulo com a superfície dos coletores segundo o qual têm que incidir os raios solares para serem captados pelo que o coletor tem de se manter sempre perpendicular aos raios solares, seguindo o sol no seu movimento aparente diurno. Esta é uma desvantagem, pois o mecanismo de controle para fazer o coletor seguir a trajetória do sol, é bastante 29

34 dispendioso e complicado, para além de só permitir a captação da radiação direta. (Portal das Energias Renováveis, 2004). Figura 09: Coletor concentrador Fonte: PORTAL DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS CPC ou coletores concentradores parabólicos O desenvolvimento da óptica permitiu muito recentemente a descoberta de um novo tipo de concentrador (chamados CPC ou Winston) que combinam as propriedades dos coletores planos (também podem ser montados em estruturas fixas e têm um grande ângulo de visão o que também permite a captação da radiação difusa) com a capacidade de produzirem temperaturas mais elevadas (>70ºC), como os concentradores convencionais do tipo de lentes. 30

35 Figura 10: Coletor concentrador parabólico Fonte: PORTAL DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS A diferença fundamental entre coletores parabólicos e planos é a geometria da superfície de absorção, que no caso dos CPC s a superfície absorvedora é constituída por uma grelha de alhetas em forma de acento circunflexo, colocadas por cima de uma superfície refletora. A captação solar realizase nas duas faces das alhetas já que o sol incide na parte superior delas e os raios que são refletidos acabam por incidir na parte inferior das alhetas, aumentando assim ainda mais a temperatura do fluido e diminuindo as perdas térmicas. (Portal das Energias Renováveis, 2004). 31

36 3.6. TANQUES DE ARMAZENAMENTO Devido ao fato da radiação solar não ser constante ao longo do dia, se faz necessário o uso de um reservatório térmico capaz de armazenar a energia absorvida para possibilitar o uso do sistema em períodos sem radiação solar, ou quando esta é muito baixa. Para manter a água aquecida, o reservatório deve contar com um baixo coeficiente de trocas térmicas com o ambiente, usar materiais que sejam resistentes a corrosão, que tenham uma boa rigidez estrutural e suportem temperaturas entre 60ºC e 80ºC, faixa normalmente utilizada sistemas domésticos. A união destes requisitos acaba levando ao uso do aço inoxidável, no entanto, devido ao custo deste, outros metais como o cobre, apesar de seu alto coeficiente de condução térmica (385W/mK), também são utilizados. Para garantir um bom isolamento térmico, o tanque metálico é normalmente recoberto por um bom material isolante (lã de vidro e poliuretano), com coeficientes de condução térmica na ordem de 0,03 a 0,04 W/mK. Um encapsulamento de aço galvanizado ou alumínio garante um bom acabamento e certa rigidez ao sistema. 32

37 A Figura 11 abaixo mostra alguns modelos de tanques de armazenamento de fabricação nacional. Figura 11 Tanque de armazenamento Fonte: Soletrol, REQUISITOS PARA UMA BOA INSTALAÇÃO Um sistema de aquecimento solar instalado corretamente pode economizar até 80% da energia elétrica consumida para banho. Essa proporção, entretanto, depende do correto dimensionamento do equipamento para atender o nível de conforto pretendido pelos usuários. Estudos da Cemig indicam que a maioria das falhas deve-se a erros no projeto hidráulico de distribuição de água quente (56%). Projetos arquitetônicos inadequados respondem pelo mau funcionamento de 33% dos sistemas de aquecimento solar e erros no próprio sistema, como a instalação errada ou 33

38 placas de má qualidade respondem por apenas 11% das falhas. Contudo, quando bem instalado, o sistema de aquecimento solar é muito eficiente. Para um melhor aproveitamento dos coletores solares, os mesmos devem estar voltados para a face norte e se não for possível, para o noroeste ou nordeste. Caso se utilize a face leste ou oeste do telhado deve-se acrescentar mais 25% de área de coletor solar. Deve-se observar também a inclinação do coletor, que deve ser igual a latitude local + 5 graus. Quando isso não for possível, deve ser considerada uma inclinação de 15 graus. Um desnível de 60 cm entre o nível inferior do reservatório e a saída da água quente do coletor deve ser considerado, para que a convecção natural aconteça, no caso de sistemas de circulação natural. Buscar posições com o mínimo de sombreamento sobre os coletores nas horas de maior incidência de calor a fim de aproveitar ao máximo a eficiência dos mesmos. As tubulações que levam água quente ao ponto de consumo devem ser construídos com tubos resistentes ao calor como aço galvanizado, cobre, CPVC e polipropileno. 34

39 Existem regiões que de acordo com a irradiação solar, pode-se obter um melhor rendimento das instalações, como mostra o quadro abaixo. Tabela 02: Irradiação solar nas regiões Cidade Irradiação média anual (Kcal/m 2 /dia) Porto Alegre São Paulo Belo Horizonte Brasília Recife Manaus Ribeirão Preto Fonte: ASTROSOL 4. A POUSADA Trata-se de uma pousada de médio porte instalada na Estrada Real, mais precisamente na cidade de São João Del Rei. Foi inaugurada em 2001 já com o sistema de aquecimento solar instalado. Os cálculos a seguir confirmam as instalações existentes na pousada, como por exemplo, a área dos coletores solares e a capacidade de consumo de água quente. 35

40 4.1. CÁLCULOS O tamanho do aquecedor, dado pela área da placa coletora e pelo volume do reservatório térmico é, basicamente, uma função da insolação média local, do número de usuários, da temperatura requerida para a água, da quantidade de água consumida por banho e do número de banhos que cada usuário toma por dia. A Norma Técnica Brasileira, NB 128/ABNT*, que rege a instalação de água quente no Brasil, fornece as seguintes especificações para o aquecimento de água residencial: temperaturas usuais para uso pessoal em banhos ou higiene: 35 a 50 C; cozinhas (dissolução de gorduras) 60 a 70 C. Consumo diário de água a uma temperatura média de 60 C: casa popular ou rural, 36 litros por pessoa; residencial, 45 litros por pessoa; apartamento 60 litros por pessoa. Confirmando essa Norma, diversos autores adotam o consumo médio diário entre 30 e 50 litros por pessoa, a uma temperatura entre 50 e 60 C. * Agência Brasileira de Normas Técnicas 36

ESTAÇÕES DO ANO - MOVIMENTAÇÃO DA TERRA

ESTAÇÕES DO ANO - MOVIMENTAÇÃO DA TERRA MAPAS DA RADIAÇÃO SOLAR BRASIL ESTAÇÕES DO ANO - MOVIMENTAÇÃO DA TERRA Além das condições atmosféricas (nebulosidade, umidade relativa do ar etc.), a disponibilidade de radiação solar, também denominada

Leia mais

Introdução ao Aquecimento Solar. Prof. Samuel Luna de Abreu Área de Refrigeração e Climatização CEFET-SC Unidade São José abreu@sj.cefetsc.edu.

Introdução ao Aquecimento Solar. Prof. Samuel Luna de Abreu Área de Refrigeração e Climatização CEFET-SC Unidade São José abreu@sj.cefetsc.edu. Introdução ao Aquecimento Solar Prof. Samuel Luna de Abreu Área de Refrigeração e Climatização CEFET-SC Unidade São José abreu@sj.cefetsc.edu.br Sumário Introdução Sistemas de aquecimento solar Qualidade

Leia mais

AQUECIMENTO DE ÁGUA POR ENERGIA SOLAR

AQUECIMENTO DE ÁGUA POR ENERGIA SOLAR AQUECIMENTO DE ÁGUA POR ENERGIA SOLAR Tecnólogo Mecânico, Professor do CEFET-SP Especialista em Ensino de Física pela Universidade de São Paulo Diariamente o sol transmite uma grande quantidade de energia

Leia mais

AQUECIMENTO SOLAR PISCINA RESIDENCIAL GRANDE PORTE CDT

AQUECIMENTO SOLAR PISCINA RESIDENCIAL GRANDE PORTE CDT CONHECENDO O SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR CENTER SOL Componentes do Sistema de Aquecimento Reservatório de Água Fria: É o reservatório principal de água que possui uma ligação direta com o Reservatório

Leia mais

A maneira mais inteligente de aquecer água.

A maneira mais inteligente de aquecer água. A maneira mais inteligente de aquecer água. A JAMP O uso consciente de energia é um dos princípios que rege as atividades da JAMP, responsável pela introdução no País de soluções inovadoras no campo de

Leia mais

Aquecedor Solar. Catalogo_Aquecedor_Solar 009.indd 1 29/03/2010 15:47:15

Aquecedor Solar. Catalogo_Aquecedor_Solar 009.indd 1 29/03/2010 15:47:15 Aquecedor Solar Catalogo_Aquecedor_Solar 009.indd 1 29/03/2010 15:47:15 Aquecedores de Água a Gás Pisos Condicionadores de Ar Catalogo_Aquecedor_Solar 009.indd 2 29/03/2010 15:47:21 SUA VIDA COM KOMECO

Leia mais

Água Quente: Objetivos de Projeto

Água Quente: Objetivos de Projeto Água Quente: Objetivos de Projeto FINALIDADE DO USO E TEMPERATURA ADEQUADA Hospitais e laboratórios : 100 C ou mais Lavanderias : 75 a 85 C Cozinhas : 60 a 70 C Uso pessoal e banhos : 35 a 50 C MODALIDADES

Leia mais

Disciplina: Fontes Alternativas de Energia

Disciplina: Fontes Alternativas de Energia Disciplina: Fontes Alternativas de Parte 1 Fontes Renováveis de 1 Cronograma 1. Fontes renováveis 2. Fontes limpas 3. Fontes alternativas de energia 4. Exemplos de fontes renováveis 1. hidrelétrica 2.

Leia mais

Energia Solar Térmica e Aplicações

Energia Solar Térmica e Aplicações Eco-Escolas Formação Escola da Energia, 2 de Abril de Energia Solar Térmica e Aplicações João Paulo Costa LNEG Laboratório Nacional de Energia e Geologia Estrada do Paço do Lumiar, 1649-038 Lisboa, PORTUGAL

Leia mais

Sistemas de aquecimento de água residencial e o ASBC: Aquecedor Solar de Baixo Custo Por Felipe Marques Santos Aluno do curso de Engenharia de Energia Projeto Coordenado por Prof. Dr. Rogério Gomes de

Leia mais

Fundamentos de Engenharia Solar. Racine T. A. Prado

Fundamentos de Engenharia Solar. Racine T. A. Prado Fundamentos de Engenharia Solar Racine T. A. Prado Coletores Solares Um coletor solar é um tipo específico de trocador de calor que transforma energia solar radiante em calor. Duffie; Beckman Equação básica

Leia mais

FUNDAÇÃO ESCOLA TÉCNICA LIBERATO SALZANO VIEIRA DA CUNHA Relatório do Trabalho Trimestral de Física

FUNDAÇÃO ESCOLA TÉCNICA LIBERATO SALZANO VIEIRA DA CUNHA Relatório do Trabalho Trimestral de Física FUNDAÇÃO ESCOLA TÉCNICA LIBERATO SALZANO VIEIRA DA CUNHA Relatório do Trabalho Trimestral de Física Curso: Técnico em Eletrônica Turma: 4311 Data: 20/05/05 Sala: 237 Aluno: Andreas Bolívar Bobsin n : 01

Leia mais

Governo do Estado de São Paulo. Secretaria de Energia Subsecretaria de Energias Renováveis

Governo do Estado de São Paulo. Secretaria de Energia Subsecretaria de Energias Renováveis Governo do Estado de São Paulo Secretaria de Energia Subsecretaria de Energias Renováveis 1 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ENERGIA Rua Bela Cintra, 847 10º e 13º andar 01415-903 São Paulo

Leia mais

Vantagens da Instalação de Painéis Solares de Tubos de Vácuo

Vantagens da Instalação de Painéis Solares de Tubos de Vácuo Vantagens da Instalação de Painéis Solares de Tubos de Vácuo Porquê usar o sol como fonte de energia? O recurso solar é uma fonte energética inesgotável, abundante em todo o planeta e principalmente no

Leia mais

COMPARAÇÃO DE DESEMPENHO ENTRE UM AQUECEDOR SOLAR DE BAIXO CUSTO (ASBC) E SEU SIMILAR CONVENCIONAL

COMPARAÇÃO DE DESEMPENHO ENTRE UM AQUECEDOR SOLAR DE BAIXO CUSTO (ASBC) E SEU SIMILAR CONVENCIONAL COMPARAÇÃO DE DESEMPENHO ENTRE UM AQUECEDOR SOLAR DE BAIXO CUSTO (ASBC) E SEU SIMILAR CONVENCIONAL 1 Ana Cláudia F. Mendes, 2 Luiz Gustavo Martins Vieira 1 Orientanda de Iniciação Científica PIBIC/FAPEMIG/UFU,

Leia mais

ENERGIA SOLAR Adriano Rodrigues 1546632730 Adriano Oliveira 9930001250 Fabio Rodrigues Alfredo 2485761798 Frank Junio Basilio

ENERGIA SOLAR Adriano Rodrigues 1546632730 Adriano Oliveira 9930001250 Fabio Rodrigues Alfredo 2485761798 Frank Junio Basilio ENERGIA SOLAR Adriano Rodrigues 1546632730 Adriano Oliveira 9930001250 Fabio Rodrigues Alfredo 2485761798 Frank Junio Basilio 1587938146 Jessika Costa 1581943530 Rafael Beraldo de Oliveira 1584937060 A

Leia mais

EM PISCINAS. Antônio Pasqualetto

EM PISCINAS. Antônio Pasqualetto AVALIAÇÃO DO USO DE MATERIAIS RECICLÁVEIS PARA O AQUECIMENTO DE ÁGUA EM PISCINAS Diego Vieira Borges Pereira Antônio Pasqualetto Oyana Rodrigues dos Santos 1 INTRODUÇÃO O Crescimento populacional e os

Leia mais

USO DE PAINÉIS SOLARES PARA BOMBEAMENTO DE ÁGUA NO ASSENTAMENTO ELDORADO II EM SIDROLÂNDIA MS

USO DE PAINÉIS SOLARES PARA BOMBEAMENTO DE ÁGUA NO ASSENTAMENTO ELDORADO II EM SIDROLÂNDIA MS USO DE PAINÉIS SOLARES PARA BOMBEAMENTO DE ÁGUA NO ASSENTAMENTO ELDORADO II EM SIDROLÂNDIA MS Orlando Moreira Júnior 1, Bruna Insfran Jorcuvich 2, Gabriela Pinheiro Telles 2, Tatiane Machado Barbosa 2

Leia mais

Manual do Proprietário

Manual do Proprietário Manual do Proprietário 1 Índice SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR TÉRMICO... 2 INTRODUÇÃO... 2 USO CORRETO... 2 APLICAÇÕES... 3 MANUTENÇÃO... 3 LIMPEZA DO VIDRO DOS COLETORES... 3 TROCA DO TERMOSTATO... 1 TROCA

Leia mais

GIORDANI LOPES TAVARES PROGRAMA HABITACIONAL MINHA CASA, MINHA VIDA: OPORTUNIDADE DE APLICAÇÃO DO AQUECIMENTO SOLAR

GIORDANI LOPES TAVARES PROGRAMA HABITACIONAL MINHA CASA, MINHA VIDA: OPORTUNIDADE DE APLICAÇÃO DO AQUECIMENTO SOLAR GIORDANI LOPES TAVARES PROGRAMA HABITACIONAL MINHA CASA, MINHA VIDA: OPORTUNIDADE DE APLICAÇÃO DO AQUECIMENTO SOLAR Trabalho de Conclusão apresentado ao Departamento de Engenharia da Universidade Federal

Leia mais

RESUMO. Palavras-chave: Energia solar térmica, sistema de aquecimento sanitário, sistema passivo direto.

RESUMO. Palavras-chave: Energia solar térmica, sistema de aquecimento sanitário, sistema passivo direto. DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE ENERGIA SOLAR TÉRMICA PARA O AQUECIMENTO DE ÁGUA PARA UTILIZAÇÃO EM UM HOTEL DE MÉDIO PORTE LOCALIZADO NA CIDADE DE DOURADOS-MS. Janaína Schultz Soares 1 ; Mônica Joelma

Leia mais

Recursos Energéticos e Meio Ambiente. Professor Sandro Donnini Mancini. 13 - Energia Solar. Sorocaba, Maio de 2015

Recursos Energéticos e Meio Ambiente. Professor Sandro Donnini Mancini. 13 - Energia Solar. Sorocaba, Maio de 2015 Campus Experimental de Sorocaba Recursos Energéticos e Meio Ambiente Professor Sandro Donnini Mancini 13 - Energia Solar Sorocaba, Maio de 2015 ENERGIA SOLAR Sol: imenso reator de fusão nuclear onde converte-se,

Leia mais

Energia Solar Térmica. Prof. Ramón Eduardo Pereira Silva Engenharia de Energia Universidade Federal da Grande Dourados Dourados MS 2014

Energia Solar Térmica. Prof. Ramón Eduardo Pereira Silva Engenharia de Energia Universidade Federal da Grande Dourados Dourados MS 2014 Energia Solar Térmica Prof. Ramón Eduardo Pereira Silva Engenharia de Energia Universidade Federal da Grande Dourados Dourados MS 2014 Componentes de Sistemas Solares Térmicos Energia Solar Térmica - 2014

Leia mais

www.soumaisenem.com.br

www.soumaisenem.com.br 1. (Enem 2011) Uma das modalidades presentes nas olimpíadas é o salto com vara. As etapas de um dos saltos de um atleta estão representadas na figura: Desprezando-se as forças dissipativas (resistência

Leia mais

ENERGIA SOLAR NO AQUECIMENTO DA ÁGUA

ENERGIA SOLAR NO AQUECIMENTO DA ÁGUA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRARIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA DISCIPLINA: SEMINÁRIOS I ENERGIA SOLAR NO AQUECIMENTO DA ÁGUA Francisco Ronaldo Belém Fernandes Orientador:

Leia mais

CRISTIANE QUEIROGA NETTO ANÁLISE DE UM PEQUENO SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR INSTALADO NO INTERIOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS

CRISTIANE QUEIROGA NETTO ANÁLISE DE UM PEQUENO SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR INSTALADO NO INTERIOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS CRISTIANE QUEIROGA NETTO ANÁLISE DE UM PEQUENO SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR INSTALADO NO INTERIOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS Monografia apresentada ao Departamento de Engenharia da Universidade Federal

Leia mais

Paulo Sérgio Ferrari Mazzon

Paulo Sérgio Ferrari Mazzon Tecnologia de Aquecimento Solar de Água Abyara, São Paulo, 03 de Julho de 2008 Paulo Sérgio Ferrari Mazzon Luciano Torres Pereira Grupo Soletrol Soletrol Industria e Comércio Soletrol l Tecnologia Universidade

Leia mais

As pessoas que habitamos este planeta derivamos TODA a energia de três fontes:

As pessoas que habitamos este planeta derivamos TODA a energia de três fontes: ENERGIA SOLAR TÉRMICA Eng. Jorge A. Poppi 1. O Que é a Energia Solar As pessoas que habitamos este planeta derivamos TODA a energia de três fontes: A geotérmica, ou radioatividade. Essa energia provém,

Leia mais

Linha completa de aquecimento para banho e piscina Coletores solares Heliotek A força da nova geração

Linha completa de aquecimento para banho e piscina Coletores solares Heliotek A força da nova geração Linha completa de aquecimento para banho e piscina Coletores solares Heliotek A força da nova geração Ao contrário dos coletores comuns, que perdem a eficiência com o passar dos anos, os novos coletores

Leia mais

Objetivos: Potencial para aplicação ST em grandes instalações: Água quente sanitária. Água quente de processo Água quente para arrefecimento

Objetivos: Potencial para aplicação ST em grandes instalações: Água quente sanitária. Água quente de processo Água quente para arrefecimento Objetivos: Potencial para aplicação ST em grandes instalações: Água quente sanitária. Água quente de processo Água quente para arrefecimento Introdução Potencial ST Grandes Instalações 23 out Introdução

Leia mais

CAPÍTULO 10 ENERGIAS RENOVÁVEIS FONTES ALTERNATIVAS

CAPÍTULO 10 ENERGIAS RENOVÁVEIS FONTES ALTERNATIVAS CAPÍTULO 10 ENERGIAS RENOVÁVEIS FONTES ALTERNATIVAS. O Sol, o vento, os mares...fontes naturais de energia que não agridem o meio ambiente. Será viável utilizá-las? A Energia renovável é aquela que é obtida

Leia mais

Manual do Usuário. Importante Antes de usar o seu Aquecedor Solar Solquent, leia este manual. Imagem Ilustrativa

Manual do Usuário. Importante Antes de usar o seu Aquecedor Solar Solquent, leia este manual. Imagem Ilustrativa Manual do Usuário Imagem Ilustrativa Importante Antes de usar o seu Aquecedor Solar Solquent, leia este manual. * Este Manual inclui Certificado de Garantia. ÍNDICE Apresentação... 03 Instruções de Segurança...

Leia mais

Energia Solar: Utilização como fonte de energia alternativa

Energia Solar: Utilização como fonte de energia alternativa Energia Solar: Utilização como fonte de energia alternativa Caio Peixoto Gomes* Resumo A crescente preocupação com a preservação do meio ambiente, o aumento da demanda energética, e a possível escassez

Leia mais

Sistema de Aquecimento Therm 8000 S Com inovadora tecnologia de condensação. Mais água quente, mais eficiência.

Sistema de Aquecimento Therm 8000 S Com inovadora tecnologia de condensação. Mais água quente, mais eficiência. Sistema de Aquecimento Therm 8000 S Com inovadora tecnologia de condensação. Mais água quente, mais eficiência. 2 Sistema de Aquecimento Therm 8000 S Therm 8000 S Soluções de aquecimento de água para altas

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UMA PLANTA DE AQUECEDOR SOLAR UTILIZANDO MATERIAIS CONVENCIONAIS E DE BAIXO CUSTO

DESENVOLVIMENTO DE UMA PLANTA DE AQUECEDOR SOLAR UTILIZANDO MATERIAIS CONVENCIONAIS E DE BAIXO CUSTO VI CONGRESSO NACIONAL DE ENGENHARIA MECÂNICA VI NATIONAL CONGRESS OF MECHANICAL ENGINEERING 18 a 21 de agosto de 2010 Campina Grande Paraíba - Brasil August 18 21, 2010 Campina Grande Paraíba Brazil DESENVOLVIMENTO

Leia mais

www.cursinhoemcasa.com Prof. Helena contato@cursinhoemcasa.com Fonte arquivo particular.

www.cursinhoemcasa.com Prof. Helena contato@cursinhoemcasa.com Fonte arquivo particular. Irradiação térmica È o processo de troca de calor que ocorre através da radiação eletromagnética, que não necessitam de um meio material para isso. Ondas eletromagnéticas é uma mistura de campo elétrico

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO. Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá Campus de Guaratinguetá

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO. Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá Campus de Guaratinguetá UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá Campus de Guaratinguetá Trabalho de Conclusão de Curso Análise comparativa entre os aquecedores solares industrial

Leia mais

Chamamos de sistema individual quando um equipamento alimenta um único aparelho.

Chamamos de sistema individual quando um equipamento alimenta um único aparelho. AULA 11 SISTEMA PREDIAIS DE ÁGUA QUENTE 1. Conceito e classificação O sistema de água quente em um edificação é totalmente separado do sistema de água-fria. A água quente deve chegar em todos os pontos

Leia mais

Manual do produto coletor solar. MC Evolution MC Evolution Pro. Coletor solar MC Evolution 1

Manual do produto coletor solar. MC Evolution MC Evolution Pro. Coletor solar MC Evolution 1 Manual do produto coletor solar MC MC Pro Coletor solar MC 1 Índice 1. Indicações / Recomendações de segurança... 4 1.1 Perigo no caso de trabalhos sobre telhado... 4 1.2 Instalação... 4 1.3 Perigo de

Leia mais

GILBERTO CARVALHO MOTTA

GILBERTO CARVALHO MOTTA GILBERTO CARVALHO MOTTA REDUÇÃO NO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA, ATRAVÉS DE MODIFICAÇÃO DO SISTEMA CONVENCIONAL DE AQUECIMENTO DE ÁGUA POR PLACAS DE CAPTAÇÃO DE CALOR ATRAVÉS DE RADIAÇÃO SOLAR. Trabalho

Leia mais

PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UM CONCENTRADOR CILÍNDRICO PARABÓLICO PARA AQUECIMENTO DE FLUIDOS.

PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UM CONCENTRADOR CILÍNDRICO PARABÓLICO PARA AQUECIMENTO DE FLUIDOS. PROJETO E CONSTRUÇÃO DE UM CONCENTRADOR CILÍNDRICO PARABÓLICO PARA AQUECIMENTO DE FLUIDOS. Paula Cordeiro Rodrigues da Cunha (*), Kássia Graciele dos Santos, Patrícia Moisés Urias, Karla Santos de Araújo

Leia mais

ANÁLISE PROJETUAL DA RESIDÊNCIA SMALL HOUSE TÓQUIO, JAPÃO.

ANÁLISE PROJETUAL DA RESIDÊNCIA SMALL HOUSE TÓQUIO, JAPÃO. UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO E DESIGN DISCIPLINA: CONFORTO AMBIENTAL 1 ANÁLISE PROJETUAL DA RESIDÊNCIA SMALL HOUSE TÓQUIO, JAPÃO. ARQUITETOS: KAZUYO SEJIMA E

Leia mais

ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA COMO FONTE DE GERAÇÃO DE ENERGIA COMPLEMENTAR NA INDÚSTRIA PARAIBANA: UM ESTUDO DE CASO

ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA COMO FONTE DE GERAÇÃO DE ENERGIA COMPLEMENTAR NA INDÚSTRIA PARAIBANA: UM ESTUDO DE CASO ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA COMO FONTE DE GERAÇÃO DE ENERGIA COMPLEMENTAR NA INDÚSTRIA PARAIBANA: UM ESTUDO DE CASO DA COSTA 1, Cinthya Borges Lopes DA SILVA 2, Michele Gomes FERREIRA 3, João Marcelo Dias

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO E VIABILIDADES DE FONTES ENERGÉTICAS

CLASSIFICAÇÃO E VIABILIDADES DE FONTES ENERGÉTICAS CLASSIFICAÇÃO E VIABILIDADES 1 INTRODUÇÃO NA PRÉ HISTÓRIA O HOMEM UTILIZAVA SUA PRÓPRIA ENERGIA PARA DESENVOLVER SUAS ATIVIDADES TRANSFERÊNCIA DO ESFORÇO PARA OS ANIMAIS 2 APÓS A INVENSÃO DA RODA: UTILIZAÇÃO

Leia mais

Informações do sistema

Informações do sistema RELAÇÃO ENTRE RESERVATÓRIOS E COLETOR SOLAR Informações do sistema Volume do Reservatório (l) RR AP 400 500 600 Região I 4,00 5,01 6,01 Região II 4,37 5,45 6,55 Região III 4,81 6,01 7,21 Região IV 6,86

Leia mais

Gás LP x Energia Elétrica Aquecimento de água. Estudo comparativo feito pelo Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP

Gás LP x Energia Elétrica Aquecimento de água. Estudo comparativo feito pelo Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP x Energia Elétrica Aquecimento de água Estudo comparativo feito pelo Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP Apresentação O projeto Análise de custos de infra-estrutura Análise de custos para o cliente

Leia mais

Aquecedor Solar Tubos de Vácuo.

Aquecedor Solar Tubos de Vácuo. Aquecedor Solar Tubos de Vácuo. Manual de instalação Ultrasolar Tel: (11) 3361 3328 Fax: (11) 3361 5810 www.ultrasolar.com.br Aquecedor Solar de Agua. Os aquecedores solares de água a vácuo Ultrasolar,

Leia mais

2. Observe as figuras a seguir sobre a formação das brisas marítima e terrestre.

2. Observe as figuras a seguir sobre a formação das brisas marítima e terrestre. Simulado Modelo ENEM 3ª Séries 1. Segundo a lenda, Ícaro, desobedecendo às instruções que recebera, voou a grandes alturas, tendo o Sol derretido a cera que ao seu corpo colava as asas, assim provocando

Leia mais

PROCEDIMENTOS TÉCNICOS DE UM PROFISSIONAL QUALIFICADO NA INSTALAÇÃO DE AQUECEDOR SOLAR GLAUCI ROCHA MENDES

PROCEDIMENTOS TÉCNICOS DE UM PROFISSIONAL QUALIFICADO NA INSTALAÇÃO DE AQUECEDOR SOLAR GLAUCI ROCHA MENDES PROCEDIMENTOS TÉCNICOS DE UM PROFISSIONAL QUALIFICADO NA INSTALAÇÃO DE AQUECEDOR SOLAR GLAUCI ROCHA MENDES LAVRAS MINAS GERAIS- BRASIL 2010 GLAUCI ROCHA MENDES PROCEDIMENTOS TÉCNICOS DE UM PROFISSIONAL

Leia mais

CONTEÚDO HABILIDADES INSTRUÇÕES

CONTEÚDO HABILIDADES INSTRUÇÕES Prova Oficial de Física 1 Trimestre/2013 Data: Professor: Leandro Nota: Valor : [0,0 5,0] Nome do(a) aluno(a): Nº Turma: 2 M Ciência do responsável: CONTEÚDO Escalas Termométricas; Conversão entre escalas;

Leia mais

PAINEIS SOLARES MEGASUN

PAINEIS SOLARES MEGASUN PAINEIS SOLARES MEGASUN Há mais de uma década a actuar no sector do aquecimento doméstico, a Jaqueciprolar é importador e representante dos Painéis Solares MEGASUN. A MEGASUN é um conceituado fabricante

Leia mais

Conceito. são os diversos tipos de materiais ou processos dos quais se podem obter energia. Podem ser divididos em dois grandes grupos:

Conceito. são os diversos tipos de materiais ou processos dos quais se podem obter energia. Podem ser divididos em dois grandes grupos: Conceito são os diversos tipos de materiais ou processos dos quais se podem obter energia. Podem ser divididos em dois grandes grupos: Renováveis renovação em um curto período de tempo; Não renováveis

Leia mais

Disciplina: Eletrificação Rural. Unidade 3 Geração, transmissão e distribuição da energia elétrica.

Disciplina: Eletrificação Rural. Unidade 3 Geração, transmissão e distribuição da energia elétrica. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE SOLOS E ENGENHARIA AGRÍCOLA Disciplina: Eletrificação Rural Unidade 3 Geração, transmissão e distribuição da energia elétrica.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA ENGENHARIA MECÂNICA ENERGIA E FENÔMENOS DE TRANSPORTE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA ENGENHARIA MECÂNICA ENERGIA E FENÔMENOS DE TRANSPORTE UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA ENGENHARIA MECÂNICA ENERGIA E FENÔMENOS DE TRANSPORTE ENERGIAS ALTERNATIVAS ENG03371 Módulo de sistemas solares térmicos Prof. Paulo Smith

Leia mais

Soluções sustentáveis para a vida.

Soluções sustentáveis para a vida. Soluções sustentáveis para a vida. A Ecoservice Uma empresa brasileira que está constantemente em busca de recursos e tecnologias sustentáveis para oferecer aos seus clientes, pessoas que têm como conceito

Leia mais

Energia e T r e mosolar mosolar A Potência da Nova Matriz Energética Mundial Mundial

Energia e T r e mosolar mosolar A Potência da Nova Matriz Energética Mundial Mundial Energia Termosolar A Potência da Nova Matriz Energética Mundial Termosolar Única Matriz 100% Limpa 100% Abundante 100% Renovável Agora, uma Matriz 100% Competitiva Energia Termosolar O mundo a está adotando

Leia mais

COLÉGIO MARISTA DOM SILVÉRIO ENSINO MÉDIO FORMAS DE ENERGIA. Belo Horizonte, abril de 2000 DEDICATÓRIA

COLÉGIO MARISTA DOM SILVÉRIO ENSINO MÉDIO FORMAS DE ENERGIA. Belo Horizonte, abril de 2000 DEDICATÓRIA COLÉGIO MARISTA DOM SILVÉRIO ENSINO MÉDIO FORMAS DE ENERGIA Belo Horizonte, abril de 2000 DEDICATÓRIA Dedico esse trabalho para todos aqueles que me ajudaram, e para as pessoas que se esforçam para economizar

Leia mais

Exercícios de Física Potência Elétrica

Exercícios de Física Potência Elétrica Questão 01 - Um estudante resolveu acampar durante as férias de verão. Em sua bagagem levou uma lâmpada com as especificações: 220 V - 60 W. No camping escolhido, a rede elétrica é de 110 V. Se o estudante

Leia mais

AQUECEDOR SOLAR ESFERICO NADO LIVRE

AQUECEDOR SOLAR ESFERICO NADO LIVRE AQUECEDOR SOLAR ESFERICO NADO LIVRE PISCINAS INDUSTRIAS E AGUA DE CONSUMO RESIDENCIAIS /COMERCIAIS /ESPORTIVAS /ACADEMIAS/INDUSTRIA ALTO RENDIMENTO/ ALTA EFICIENCIA FORMATO ESFERICO EM POLICARBONATO APROVEITAMENTO

Leia mais

TRABALHO 1 - ANÁLISE PROJETUAL

TRABALHO 1 - ANÁLISE PROJETUAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA CONFORTO AMBIENTAL I PROFª RITA SARAMAGO TRABALHO 1 - ANÁLISE PROJETUAL PROJETO: SUGAWARADAISUKE ARCHITECTS LOANY GONZAGA.LUIZA DALVI.MÁRCIA MICHELLE.THAÍS MARA 1.ANÁLISE

Leia mais

ANÁLISE DE DEMPENHO DE UM AQUECEDOR SOLAR DE BAIXO CUSTO: RESERVATÓRIO TÉRMICO ALTERNATIVO

ANÁLISE DE DEMPENHO DE UM AQUECEDOR SOLAR DE BAIXO CUSTO: RESERVATÓRIO TÉRMICO ALTERNATIVO ANÁLISE DE DEMPENHO DE UM AQUECEDOR SOLAR DE BAIXO CUSTO: RESERVATÓRIO TÉRMICO ALTERNATIVO Danilo Rezende Bortoletto Faculdade de Engenharia Civil CEATEC danilo.rb@puccampinas.edu.br Claudia Cotrim Pezzuto

Leia mais

COMO DIMENSIONAR UM GERADOR FOTOVOLTAICO COM BATERIAS

COMO DIMENSIONAR UM GERADOR FOTOVOLTAICO COM BATERIAS COMO DIMENSIONAR UM GERADOR FOTOVOLTAICO COM BATERIAS Eng. Carlos Alberto Alvarenga Solenerg Engenharia e Comércio Ltda. Rua dos Inconfidentes, 1075/ 502 Funcionários - CEP: 30.140-120 - Belo Horizonte

Leia mais

Temos a satisfação de apresentar à V.S.a., informações sobre a melhor proposta energética para o aquecimento de água, O AQUECIMENTO SOLAR.

Temos a satisfação de apresentar à V.S.a., informações sobre a melhor proposta energética para o aquecimento de água, O AQUECIMENTO SOLAR. email: ourofino@ourofino.com.br home page: www.ourofino.com.br SUJEITO À ALTERAÇÕES SEM PRÉVIO AVISO MANUAL LINHA AQUECIMENTO SOLAR INSTALAÇÃO OPERAÇÃO MANUTENÇÃO Instalador: leia este manual antes de

Leia mais

ETENE. Energias Renováveis

ETENE. Energias Renováveis Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste ETENE Fonte: http://www.noticiasagronegocios.com.br/portal/outros/1390-america-latina-reforca-lideranca-mundial-em-energias-renovaveis- 1. Conceito

Leia mais

Construindo um futuro sustentável

Construindo um futuro sustentável Construindo um futuro sustentável Roteiro Consumo de eletricidade para aquecimento de água Potencial solar no Brasil Vantagens socioambientais da tecnologia solar Barreiras para a tecnologia solar Instrumentos

Leia mais

O chuveiro elétrico. continua. sendo um problema no período de ponta! Demanda de energia é problema para a ANEEL. Prof. Racine T. A.

O chuveiro elétrico. continua. sendo um problema no período de ponta! Demanda de energia é problema para a ANEEL. Prof. Racine T. A. Aquecimento solar de água em habitações de interesse social Prof. Racine T. A. Prado Demanda de energia é problema para a ANEEL O chuveiro elétrico continua O chuveiro elétrico permanece um problema no

Leia mais

ECONOMIZAR DINHEIRO USANDO ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA.

ECONOMIZAR DINHEIRO USANDO ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA. ECONOMIZAR DINHEIRO USANDO ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA. 1 Quase todas as fontes de energia hidráulica, biomassa, eólica, combustíveis fósseis e energia dos oceanos são formas indiretas de energia solar.

Leia mais

GILBERTO CARVALHO MOTTA

GILBERTO CARVALHO MOTTA GILBERTO CARVALHO MOTTA REDUÇÃO NO CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA, ATRAVÉS DE MODIFICAÇÃO DO SISTEMA CONVENCIONAL DE AQUECIMENTO DE ÁGUA POR PLACAS DE CAPTAÇÃO DE CALOR ATRAVÉS DE RADIAÇÃO SOLAR. Trabalho

Leia mais

RONILDA APARECIDA BRANDÃO SOUZA ENERGIA SOLAR: VANTAGENS DO INVESTIMENTO DESTA FONTE DE ENERGIA ALTERNATIVA NA REGIÃO DO NORDESTE

RONILDA APARECIDA BRANDÃO SOUZA ENERGIA SOLAR: VANTAGENS DO INVESTIMENTO DESTA FONTE DE ENERGIA ALTERNATIVA NA REGIÃO DO NORDESTE RONILDA APARECIDA BRANDÃO SOUZA ENERGIA SOLAR: VANTAGENS DO INVESTIMENTO DESTA FONTE DE ENERGIA ALTERNATIVA NA REGIÃO DO NORDESTE Monografia apresentada ao Departamento de Engenharia, Educação da Universidade

Leia mais

DEFINIÇÃO: Matriz energética é toda a energia disponibilizada para ser transformada, distribuída e consumida nos processos produtivos.

DEFINIÇÃO: Matriz energética é toda a energia disponibilizada para ser transformada, distribuída e consumida nos processos produtivos. R O C H A DEFINIÇÃO: Matriz energética é toda a energia disponibilizada para ser transformada, distribuída e consumida nos processos produtivos. O petróleo e seus derivados têm a maior participação na

Leia mais

SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR

SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR Considerações A Jelly Fish se sente honrada pela sua escolha de aquisição de nosso produto. Em respeito a sua escolha, informamos que o aquecedor solar Jelly Fish é fabricado

Leia mais

EQUIPAMENTOS. Transferência mecânica:

EQUIPAMENTOS. Transferência mecânica: EQUIPAMENTOS Transferência mecânica: Objetivos do equipamento: a) Garantir o acesso seguro à piscina para qualquer pessoa, b) Previnir possíveis riscos de acidente nas transferências ou manipulações, c)

Leia mais

Profa. Dra. Vivian C. C. Hyodo

Profa. Dra. Vivian C. C. Hyodo Profa. Dra. Vivian C. C. Hyodo A Energia e suas Fontes Fontes de Energia Renováveis Fontes de Energia Não-Renováveis Conclusões Energia: Capacidade de realizar trabalho Primeira Lei da Termodinâmica: No

Leia mais

Inst Ins alaç t ões alaç Prediais Pr de Água g Quen Q te Prof Pr. of Cris tiano Cris

Inst Ins alaç t ões alaç Prediais Pr de Água g Quen Q te Prof Pr. of Cris tiano Cris Instalações Prediais de Água Quente Prof. Cristiano Considerações Gerais Regidas pela NBR 7198, as instalações ações de água quente devem ser projetadas/executadas para: Garantir o fornecimento de água

Leia mais

Aula 5 A energia não é o começo de tudo, mas já é um início

Aula 5 A energia não é o começo de tudo, mas já é um início Aula 5 A energia não é o começo de tudo, mas já é um início Itens do capítulo 5 A energia não é o começo de tudo, mas já é o início 5. A energia não é o começo de tudo, mas já é o início 5.1 O consumo

Leia mais

Apague velhos. Acenda uma grande. hábitos. idéia.

Apague velhos. Acenda uma grande. hábitos. idéia. Apague velhos hábitos. Acenda uma grande idéia. Crise Energética Por que todos falam em crise energética? Porque a crise energética sul-americana deixou de ser um cenário hipotético para se transformar

Leia mais

Lucas Francisco Mund ANÁLISE DA VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DE COLETORES SOLARES PARA AQUECIMENTO DE ÁGUA EM RESIDÊNCIAS

Lucas Francisco Mund ANÁLISE DA VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DE COLETORES SOLARES PARA AQUECIMENTO DE ÁGUA EM RESIDÊNCIAS 0 Lucas Francisco Mund ANÁLISE DA VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DE COLETORES SOLARES PARA AQUECIMENTO DE ÁGUA EM RESIDÊNCIAS Horizontina, RS 2014 1 Lucas Francisco Mund ANÁLISE DA VIABILIDADE TÉCNICA

Leia mais

Efeitos da Corrente Elétrica. Prof. Luciano Mentz

Efeitos da Corrente Elétrica. Prof. Luciano Mentz Efeitos da Corrente Elétrica Prof. Luciano Mentz 1. Efeito Magnético Corrente elétrica produz campo magnético. Esse efeito é facilmente verificado com uma bússola e será estudado no eletromagnetismo. 2.

Leia mais

MANUAL COM DICAS SOBRE CONSUMO DE ENERGIA

MANUAL COM DICAS SOBRE CONSUMO DE ENERGIA SISTEMA SOLAR DE AQUECIMENTO DE ÁGUA a) Quando for adquirir um sistema de aquecimento solar dê sempre preferência aos modelos com o Selo Procel. b) Dimensione adequadamente o sistema (coletores e reservatórios)

Leia mais

BOLETIM de ENGENHARIA Nº 001/15

BOLETIM de ENGENHARIA Nº 001/15 BOLETIM de ENGENHARIA Nº 001/15 Este boletim de engenharia busca apresentar informações importantes para conhecimento de SISTEMAS de RECUPERAÇÃO de ENERGIA TÉRMICA - ENERGY RECOVERY aplicados a CENTRAIS

Leia mais

Desfrute do melhor que a natureza tem para lhe oferecer e aproveite o conforto que a energia do sol pode lhe proporcionar.

Desfrute do melhor que a natureza tem para lhe oferecer e aproveite o conforto que a energia do sol pode lhe proporcionar. 1 A Kisol tem a missão de divulgar e incentivar a sustentabilidade, através do uso de energias renováveis, fornecendo soluções que superem as expectativas dos seus clientes. A realização de um mundo melhor,

Leia mais

OLIMPÍADA BRASILEIRA DE FÍSICA 2014

OLIMPÍADA BRASILEIRA DE FÍSICA 2014 OLIMPÍADA BRASILEIRA DE FÍSICA 2014 LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DESTA FOLHA ANTES DE APLICAR A PROVA (não imprima esta folha) Prova da 1ª fase: Regulamento da OBF 2014 para a prova da 1ª fase: 3.1 A

Leia mais

Empresas de diversos setores necessitam de produzir águas quentes no âmbito das suas atividades, como por exemplo:

Empresas de diversos setores necessitam de produzir águas quentes no âmbito das suas atividades, como por exemplo: Empresas de diversos setores necessitam de produzir águas quentes no âmbito das suas atividades, como por exemplo: no Alojamento, para banhos, cozinha e limpezas nos Serviços, para limpezas, lavagem de

Leia mais

GERAÇÃO SOLAR PhD. Eng. Clodomiro Unsihuay Vila. Prof. Dr. Clodomiro Unsihuay-Vila Vila

GERAÇÃO SOLAR PhD. Eng. Clodomiro Unsihuay Vila. Prof. Dr. Clodomiro Unsihuay-Vila Vila GERAÇÃO SOLAR PhD. Eng. Clodomiro Unsihuay Vila Prof. Dr. Clodomiro Unsihuay-Vila Vila Energia Fotovoltaica Energia Fotovoltaica (reportagem 10 min.): https://www.youtube.com/watch?v=gzyit0sjc ou MPX -

Leia mais

3.1. INFORMAÇÕES GERAIS

3.1. INFORMAÇÕES GERAIS ENERGIA SOLAR 3 3.1. INFORMAÇÕES GERAIS Quase todas as fontes de energia hidráulica, biomassa, eólica, combustíveis fósseis e energia dos oceanos são formas indiretas de energia solar. Além disso, a radiação

Leia mais

Eletricidade solar no Brasil

Eletricidade solar no Brasil 95 Eletricidade solar no Brasil Ricardo Rüther Introdução Através do efeito fotovoltaico, células solares convertem diretamente a energia do sol em energia elétrica de forma estática, silenciosa, não-poluente

Leia mais

Energias Renováveis Tecnologias Integradas com o Sistema Nacional

Energias Renováveis Tecnologias Integradas com o Sistema Nacional Energias Renováveis Tecnologias Integradas com o Sistema Nacional Fimai/Simai/ Câmara Ítalo - Brasileira Elaborada por: Eng. Marcio Takata Novembro/ 2010 Contexto Fonte: Apresentação Solvis Energia - Tendências

Leia mais

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E ENERGIAS RENOVÁVEIS EM EDIFÍCIOS

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E ENERGIAS RENOVÁVEIS EM EDIFÍCIOS EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E ENERGIAS RENOVÁVEIS EM EDIFÍCIOS Roberto Lamberts, PhD. Universidade Federal de Santa Catarina- UFSC Laboratório de Eficiência Energética em Edificações LABEEE Conselho Brasileiro

Leia mais

ENERGIA RENOVÁVEIS & EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

ENERGIA RENOVÁVEIS & EFICIÊNCIA ENERGÉTICA ENERGIA RENOVÁVEIS & EFICIÊNCIA ENERGÉTICA SUPERINTENDÊNCIA DE PROJETOS DE GERAÇÃO (SPG) CHESF 1 TEMAS ABORDADOS PERFIL DA CHESF MATRIZ ENERGÉTICA FONTES DE ENERGIA RENOVÁVEIS & NUCLEAR ASPECTOS ECONÔMICOS

Leia mais

Relatório Parcial SÃO PAULO, Av. Afrânio Peixoto, 412 - São Paulo (SP) - Brasil - 05507-000 Tel/Fax (55) (11) 3816.2737

Relatório Parcial SÃO PAULO, Av. Afrânio Peixoto, 412 - São Paulo (SP) - Brasil - 05507-000 Tel/Fax (55) (11) 3816.2737 1 AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE INSUMOS (ÁGUA, ENERGIA ELÉTRICA E GÁS) EM CHUVEIRO ELÉTRICO, AQUECEDOR A GÁS, CHUVEIRO HÍBRIDO, AQUECEDOR SOLAR E AQUECEDOR DE ACUMULAÇÃO ELÉTRICO. Relatório Parcial SÃO PAULO,

Leia mais

Tipos e fontes de energias alternativas e convencionais.

Tipos e fontes de energias alternativas e convencionais. Universidade Federal do Ceará Centro de Ciências Agrárias Departamento de Engenharia Agrícola Programa de Pós-Graduação em Engenharia Agrícola Tipos e fontes de energias alternativas e convencionais. Robson

Leia mais

Sistemas Solares VELUX. Fevereiro 2009

Sistemas Solares VELUX. Fevereiro 2009 Sistemas Solares VELUX Fevereiro 2009 Racionalidade, benefícios e economia Porquê utilizar a energia solar? Racionalidade O sol produz uma quantidade de energia que nunca seremos capazes de consumir na

Leia mais

Solar Térmico: Uso de paineis solares para águas quentes sanitárias. Luis Roriz

Solar Térmico: Uso de paineis solares para águas quentes sanitárias. Luis Roriz Solar Térmico: Uso de paineis solares para águas quentes sanitárias Luis Roriz Aproveitamento do calor Sistemas de aquecimento de águas sanitárias e ambiente de edifícios: a radiação solar captada (absorvida

Leia mais

Tipos de Energia. Gravitacional; Elétrica; Magnética; Nuclear.

Tipos de Energia. Gravitacional; Elétrica; Magnética; Nuclear. Fontes de Energia Tipos de Energia Gravitacional; Elétrica; Magnética; Nuclear. Fontes de Energia Primaria fontes que quando empregadas diretamente num trabalho ou geração de calor. Lenha, para produzir

Leia mais

Com expansão do mercado de aquecimento solar, setor vidreiro tem mais um nicho a explorar

Com expansão do mercado de aquecimento solar, setor vidreiro tem mais um nicho a explorar Tecnologia Isto é sustentabilidade! Com expansão do mercado de aquecimento solar, setor vidreiro tem mais um nicho a explorar Divulgação Transsen iminente de que o pro- Dblema se repita, pode-se notar

Leia mais

Armazenamento de Energia Renovável

Armazenamento de Energia Renovável Solar Eólico Armazenamento de Energia Renovável Biomassa Eficiência Energética Comercial Parques Público Rural Industrial Residencial MICRO E MINIGERAÇÃO DE ENERGIA A ANEEL permitiu aos consumidores através

Leia mais

ENERGIA Fontes e formas de energia Impactos ambientais. Prof. Dra. Carmen Luisa Barbosa Guedes

ENERGIA Fontes e formas de energia Impactos ambientais. Prof. Dra. Carmen Luisa Barbosa Guedes ENERGIA Fontes e formas de energia Impactos ambientais Prof. Dra. Carmen Luisa Barbosa Guedes Disciplina: - 2014 A energia esta envolvida em todas as ações que ocorrem no UNIVERSO FONTES DE ENERGIA FONTES

Leia mais

SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR DE ÁGUA. Solução para o seu projeto

SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR DE ÁGUA. Solução para o seu projeto SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR DE ÁGUA Solução para o seu projeto Indústria brasileira KOMECO. SOLUÇÃO PARA O SEU PROJETO. FABRICANDO QUALIDADE. Os sistemas de aquecimento solar Komeco são fabricados em

Leia mais

PROGRAMA PRODUTOR SOLAR

PROGRAMA PRODUTOR SOLAR PROGRAMA PRODUTOR SOLAR COOPERATIVA DE ENERGIAS RENOVÁVEIS A TESLA ENERGIA é uma cooperativa uma empresa social de energias renováveis, que alia à sua natureza social o apoio a projetos de solidariedade,

Leia mais