INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO

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1 INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO Trato urinário superior Rins Ureteres Professora: Juliana Peloi Vides Trato urinário inferior Bexiga Uretra FREQUENTES!!! Parênquima renal Pelve renal Ureteres Bexiga Uretra proximal Uretra distal Prepúcio/Vagina Ambiente estéril Flora bacteriana AGENTES ETIOLÓGICOS: Escherichia coli Staphylococcus sp. Streptococcus sp. Enterococcus sp. Enterobacter sp. Proteus sp. Klebsiella sp. Pseudomonas sp. FUNGOS Agentes virais PROPRIEDADES ANTIBACTERIANAS DAURINA: 1-) ph <6,0 ou >7,0 inibe crescimento bacteriano 2-) Fluxo unidirecional da urina PROPRIEDADES ANTIBACTERIANAS DAURINA: 3-) Esvaziamento vesical volume residual bactérias na uretra íntimo contato com mucosas fluxo sanguíneo 1

2 Rins normais Bexiga normal (mucopolissacarídeos) MÉTODO DE COLHEITA DA URINA CISTOCENTESE CATETERISMO MICÇÃO NATURAL Resistentes à infecção Bacteriúria significativa X bacteriúria insignificante > 3 espécies de bactérias em uma amostra CISTITE CLASSIFICAÇÃO: Inflamação da vesícula urinária Cistite Pielonefrite Etiologia: Urolitíases Neoplasias Traumas Infecções bacterianas CISTITE Fatores predisponentes FÊMEAS Uretra larga Uretra curta Macho secreção prostática Hematúria Disúria Estrangúria Polaciúria CISTITE Sinais clínicos Cálculo vesical; corticoidoterapia; def. anatômicos Hiperglicemia/ Glicosúria Assintomáticos!!!! Cateterização 2

3 CISTITE - DIAGNÓSTICO Anamnese (sinais clínicos) Exame físico: Palpação (sensibilidade; cálculos) Urinálise/ Urocultura Radiografia: Espessamento da parede vesical Massas/ urolitíase Anormalidades anatômicas CISTITE - DIAGNÓSTICO URINÁLISE Método de colheita BACTÉRIAS e LEUCÓCITOS Comparar com a densidade urinária Hematúria Piúria Proteinúria Bacteriúria Alcalinúria DIAGNÓSTICO DIAGNÓSTICO Ágar Sangue e Ágar MacConkey Diagnóstico e medida terapêutica precoce Acompanhamento do tratamento Quantidade pequena de bactérias!!!! >3 leuc/cp bactérias URINÁLISE SEM crescimento bacteriano >3 leuc/cp SEM bactérias ITU improvável Crescimento bacteriano Identificação Staphylococcus sp. ou Streptococcus sp. Sulfa-trimetoprim, cefalexina, amoxicilina, ampicilina E. coli Cefalexina, sulfa-trimetoprim, fluorquinolona, gentamicina Proteus sp. Cefalexina, penicilina, sulfa-trimetoprim, amoxicilina ANTIBIÓTICO: Fácil administração Poucos efeitos colaterais Custo Concentração urina MUITO mais que a plasmática Pseudomonas sp. Tetraciclina, gentamicina, cefalosporina, fluorquinolonas 3

4 CISTITE - ANTIBIÓTICO (urocultura/ teste de suscetibilidade) FALHAS: Sem bactérias 7º ao 10º dia - 1 a 2 semanas pós tratamento - SUCESSO!!! Sem bactérias Resistência Bactérias Cálculos; corpo estranho Prostatite Interação com outro fármaco ou dieta Proprietário Dose e intervalo RECIDIVAS: 1 a 2 episódios/ano Tratamento normal >3 espisódios/ano Tratamento + pulsoterapia Evitar a reinfecção Aumentar o intervalo entre as ITU Inflamação dos rins e da pelve renal Etiologia Toxinas Distúrbios metabólicos Infecções Refluxo vésico-ureteral Doenças neurológicas Compressão manual da bexiga Incidência: < 6 meses de idade 50% dos casos Classificação: Aguda ( dias a semanas) Crônica ( meses a ano) 4

5 Sinais clínicos Pirexia Tremores Letargia Êmese Dor renal Poliúria, polidipsia Sinais de ITU Inferior: disúria, polaquiúria.. Assintomáticos!!!! - Diagnóstico Urinálise: Baixa densidade Bacteriúria/ piúria Cilindrúria Hemograma: Leucocitose Anemia Bioquímico: Azotemia - Tratamento - Tratamento Objetivos: 1-) Eliminar a causa 2-) Prevenir ou tratar septicemia 3-) Erradicar a infecção renal 4-) Aliviar sintomas 5-) Prevenir sequelas Antibiótico Nível sérico Mínimo 4 a 6 semanas Culturas negativas: 1 vez por mês por 3 meses Prognóstico Reservado A cada 3 meses durante 1 ano OBRIGADA 5

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