Estão obrigadas a adotar a ECD, nos termos do art. 2º do Decreto nº 6.022, de 2007:

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Estão obrigadas a adotar a ECD, nos termos do art. 2º do Decreto nº 6.022, de 2007:"

Transcrição

1 SPED CONTÁBIL (ECD) - Registro J800 Matéria atualizada com base na legislação vigente em: Sumário: 1 - INTRODUÇÃO 2 - SPED CONTÁBIL (ECD) 3 - OBRIGATORIEDADE DE ENTREGA DA ECD Acompanhamento econômico-tributário diferenciado 4 - DISPENSA DE ELABORAÇÃO DA ECD 5 - DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS OBRIGATÓRIAS Sociedades Anônimas Sociedades de Grande Porte Pequenas e Médias Empresas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte 6 - LAYOUT DO REGISTRO J CASO PRÁTICO 1 - INTRODUÇÃO Abordaremos neste trabalho os procedimentos para inclusão do registro J800 ao arquivo txt. para importação ao SPED Contábil (ECD). 2 - SPED CONTÁBIL (ECD) SPED Contábil é a substituição da escrituração em papel pela Escrituração Contábil Digital (ECD). Corresponde à obrigação de transmitir em versão digital os seguintes livros: I - livro Diário e seus auxiliares, se houver; II - livro Razão e seus auxiliares, se houver; III - livro Balancetes Diários, Balanços e fichas de lançamento comprobatórias dos assentamentos neles transcritos. NOTA ITC! O Departamento Nacional de Registro do Comércio (DNRC) adota a terminologia "Livro Digital", a Receita Federal do Brasil (RFB) utiliza "Escrituração Contábil Digital", o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) utiliza "Escrituração Contábil em Forma Eletrônica". SPED Contábil seria uma forma "coloquial" de nomear os termos acima. 3 - OBRIGATORIEDADE DE ENTREGA Estão obrigadas a adotar a ECD, nos termos do art. 2º do Decreto nº 6.022, de 2007:

2 I - em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2008, as sociedades empresárias sujeitas a acompanhamento econômico-tributário diferenciado, nos termos da Portaria RFB nº , de 7 de novembro de 2007, e sujeitas à tributação do Imposto de Renda com base no Lucro Real; II - em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2009, as demais sociedades empresárias sujeitas à tributação do Imposto de Renda com base no Lucro Real. NOTA ITC! É importante não confundir a obrigatoriedade da EFD-Contribuições, EFD Fiscal ou da NF-e com a ECD, uma vez que cada subprojeto do SPED possui regra e público específico. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 40 de 28 de Marco de SRF EMPRESA PÚBLICA. ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DIGITAL. OBRIGATORIEDADE. Embora não seja uma sociedade, a empresa pública cujo patrimônio pertence integralmente a apenas uma pessoa jurídica de direito público e que, além de desenvolver atividades empresariais, se sujeita à tributação do Imposto de Renda pelo regime do Lucro Real, está obrigada a adotar a Escrituração Contábil Digital - ECD. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 9 de 12 de Marco de SRF ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL E FISCAL DIGITAIS. EMPRESA PÚBLICA. OBRIGATORIEDADE. A empresa pública sujeita à tributação do Imposto de Renda com base no Lucro Real é obrigada a adotar a Escrituração Contábil Digital - ECD e a EFD-PIS/Cofins, respectivamente, dos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2009 e dos fatos geradores ocorridos a partir de 1º de janeiro de SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 49 de 22 de Junho de SRF ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DIGITAL. LUCRO REAL. LUCRO ARBITRADO. OBRIGATORIEDADE. Tanto as sociedades empresárias que, compulsoriamente, apuram o Imposto de Renda com base no lucro real quanto aquelas que optam por essa forma de tributação submetem-se obrigatoriamente à Escrituração Contábil Digital (ECD). A ECD é obrigatória para as sociedades empresárias que, em um mesmo ano-calendário, tenham auto-arbitrado o seu lucro em alguns períodos de apuração e tributado com base no lucro real em outros. Nesse caso, a obrigatoriedade abrangerá somente os períodos sujeitos à tributação do Imposto de Renda com base no lucro real. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 2 de 11 de Fevereiro de SRF ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DIGITAL. DECRETAÇÃO DA FALÊNCIA. IRRELEVÂNCIA. A pessoa jurídica obrigada a adotar a Escrituração Contábil Digital (ECD) e que no curso do anocalendário tenha sido decretada a sua falência continua sujeita à transmissão da ECD em relação a todos os fatos contábeis relativos ao ano-calendário a que se refira a escrituração. A entidade submetida ao regime de falência é equiparada à pessoa jurídica quanto às normas de incidência dos tributos de competência da União, sendo sujeito passivo das obrigações principais e acessórias previstas na legislação tributária, continuando a cumprir suas obrigações nos mesmos prazos previstos para as demais pessoas jurídicas enquanto perdurarem os procedimentos para a realização de seu ativo e o pagamento do passivo Acompanhamento econômico-tributário diferenciado Em relação aos fatos contábeis ocorridos em 2008, somente as sociedades empresárias sujeitas ao acompanhamento econômico-tributário diferenciado, nos termos da Portaria RFB nº , de 07 de novembro de 2007, e sujeitas à tributação do imposto de renda com base no lucro real, estavam obrigada à ECD.

3 Portanto, é necessário conhecer quais são os critérios utilizados para submeter uma pessoa jurídica a esse acompanhamento. Os parâmetros para seleção em relação aos fatos ocorridos em 2008 foram estabelecidos pela Portaria RFB nº /07, que deveria indicar ao acompanhamento as pessoas jurídicas: a) sujeitas à apuração do lucro real, presumido ou arbitrado, cuja receita bruta anual declarada na Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ) do exercício de 2007, ano-calendário de 2006, seja superior a R$ ,00 (sessenta milhões de reais); b) cujo montante anual de receita bruta informada nos Demonstrativos de Apuração de Contribuições Sociais (DACON), relativos ao ano-calendário de 2006, seja superior a R$ ,00 (sessenta milhões de reais); c) cujo montante anual de débitos declarados nas Declarações de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF), relativas ao ano-calendário de 2006, seja superior a R$ ,00 (seis milhões de reais); d) cujo montante anual de Massa Salarial informada nas Guias de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (GFIP), relativas ao ano-calendário de 2006, seja superior a R$ ,00 (sete milhões e quinhentos mil reais); ou e) cujo total anual de débitos declarados nas Guias de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (GFIP), relativas ao ano-calendário de 2006, seja superior a R$ ,00 (dois milhões e quinhentos mil reais). A Comac (Coordenação Especial de Acompanhamento dos Maiores Contribuintes) também poderia contemplar na indicação para o acompanhamento econômico-tributário diferenciado, pessoas jurídicas que operassem em setores econômicos relevantes em termos de representatividade da arrecadação tributária federal. Além das mencionadas pessoas jurídicas, ainda ficaram sujeitas ao acompanhamento diferenciado no ano de 2008, as pessoas jurídicas resultantes de incorporação, fusão ou cisão total ou parcial, cuja sucedida tenha sido indicada para esse acompanhamento. Os contribuintes sujeitos ao acompanhamento econômico-tributário diferenciado deveriam ser comunicados oficialmente desse fato pela unidade da RFB da jurisdição da pessoa jurídica até o último dia útil do mês de janeiro de NOTA ITC! A questão do acompanhamento econômico-tributário diferenciado, em relação ao SPED Contábil, interessa somente para os fatos contábeis ocorridos em A partir do ano-calendário de 2009, esse acompanhamento não faz mais parte dos critérios para seleção da ECD. 4 - DISPENSA DE ELABORAÇÃO DA ECD Estão de fora da obrigatoriedade de entrega da ECD, até o momento, as seguintes pessoas jurídicas: a) Empresas enquadradas no Lucro Presumido ou Arbitrado;

4 b) Empresas inscritas no Simples Nacional; c) Entidades sem fins lucrativos; d) Sociedades Simples (registradas em cartório); e) Empresário Individual; f) Sociedade Cooperativa. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 87 de 25 de Agosto de SRF LUCRO PRESUMIDO. As sociedades empresárias não sujeitas à apuração do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza pela sistemática do Lucro Real não estão obrigadas à adoção da Escrituração Contábil Digital. SOLUÇÃO DE CONSULTA Nº 39 de 30 de Agosto de SRF SOCIEDADE COOPERATIVA. As cooperativas são sociedades simples e, como tais, estão desobrigadas da adoção da Escrituração Contábil Digital - ECD. A Instrução Normativa RFB nº 926 de 2009, promoveu diversas alterações na Instrução Normativa RFB nº 787 de Dentre elas, destaca-se a alteração no artigo 3 que passou a vigorar com a redação de obrigatoriedade para as SOCIEDADES EMPRESÁRIAS. Desta forma, não estão obrigadas a entrega da ECD quaisquer pessoa jurídica que não se enquadre como sociedade empresária, mesmo que a tributação ocorra pelo lucro real. Portanto, é essencial saber a forma que foi adotada para a constituição da pessoa jurídica para determinar se existe ou não a obrigatoriedade de entrega da ECD. Os empresários mencionados no artigo 966 do Código Civil, antigas firmas individuais, não estão obrigados à entrega da ECD, uma vez que o artigo 3 da IN RFB nº 787/07 com alterações da IN RFB nº 926/09 prevê a obrigação apenas às SOCIEDADES EMPRESÁRIAS. Essa previsão, no entanto, é específica da Receita Federal, uma vez que o DNRC trata a ECD como uma forma alternativa de escrituração, inclusive para o empresário. MANUAL DE ORIENTAÇÃO DO LEIAUTE DO SPED CONTÁBIL (ECD) [...] SOCIEDADES EMPRESÁRIAS SEM MOVIMENTO As regras de obrigatoriedade não levam em consideração se a sociedade empresária teve ou não movimento no período. Sem movimento não quer dizer sem fato contábil. Normalmente ocorrem eventos como depreciação, incidência de tributos, pagamento de aluguel, pagamento do contador, pagamento de luz, custo com o cumprimento de obrigações acessórias (como apresentação de DCTF e DIPJ), entre outras. 5 - DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS OBRIGATÓRIAS O artigo do Código Civil (Lei /02), em seu parágrafo 2º, determina que deve ser lançado no Livro Diário o Balanço Patrimonial e a Demonstração do Resultado do Exercício, devendo ambos serem assinados por contabilista legalmente habilitado e pelo empresário ou sociedade empresária.

5 Com isso, para fins da Escrituração Contábil Digital o Balanço Patrimonial e a Demonstração do Resultado do Exercício se tornam obrigatórios e devem constar, respectivamente, no registro J100 e J150 do layout da ECD. Porém, cabe destacar que outros órgãos e regulamentações poderão exigir demonstrações contábeis e financeiras especificas. Nesta situação será também obrigatório o registro de tais demonstrações no Livro Diário, através do registro J800. Este registro conforme layout da ECD foi criado para recepcionar informações que devam constar no livro, tais como: outras demonstrações contábeis, pareceres, relatórios, etc. Salienta-se que o registro J800, para fins do PVA SPED Contábil, é facultativo. Porém, o fato de ser opcional para fins de validações, não significa que simplesmente este registro não deva ser preenchido. Com isto, cabe ao contador determinar se a pessoa jurídica esta ou não obrigada à apresentação de outras demonstrações contábeis e financeiras. NOTA ITC! O item 13 da Resolução CFC 1.330/11 determina que as demonstrações contábeis devem ser transcritas no Livro Diário, completando-se com as assinaturas do titular ou de representante legal da entidade e do profissional da contabilidade legalmente habilitado. NOTA ITC! A partir do ano-calendário 2013, a ECD será devida no leiaute 2, que será habilitado na versão 3.X a ser produzida a partir de julho de Neste novo leiaute estão previstas além dos registros J100, J150 e J800, os registros J210 para DLPA, J310 para DFC e J410 para a DVA Sociedades Anônimas Conforme disciplinam os artigos 176 e 177 da Lei 6.404, de 15 de dezembro de 1976, com alterações da Lei , de 28 de dezembro de 2007, as Sociedades Anônimas ao fim de cada exercício social deverão elaborar com base na escrituração mercantil da companhia, as seguintes demonstrações financeiras, que deverão exprimir com clareza a situação do patrimônio e as mutações ocorridas no exercício: I - balanço patrimonial; II - demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados; III - demonstração do resultado do exercício; e IV - demonstração dos fluxos de caixa; e V - se companhia aberta, demonstração do valor adicionado. NOTA ITC! A companhia fechada com patrimônio líquido, na data do balanço, inferior a R$ ,00 (dois milhões de reais) não será obrigada à elaboração e publicação da demonstração dos fluxos de caixa. As demonstrações de cada exercício serão publicadas com a indicação dos valores correspondentes das demonstrações do exercício anterior.

6 Nas demonstrações, as contas semelhantes poderão ser agrupadas; os pequenos saldos poderão ser agregados, desde que indicada a sua natureza e não ultrapassem 0,1 (um décimo) do valor do respectivo grupo de contas; mas é vedada a utilização de designações genéricas, como "diversas contas" ou "contas-correntes". As demonstrações financeiras registrarão a destinação dos lucros segundo a proposta dos órgãos da administração, no pressuposto de sua aprovação pela assembléia-geral. As demonstrações serão complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou demonstrações contábeis necessários para esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do exercício. A escrituração da companhia será mantida em registros permanentes, com obediência aos preceitos da legislação comercial e desta Lei e aos princípios de contabilidade geralmente aceitos, devendo observar métodos ou critérios contábeis uniformes no tempo e registrar as mutações patrimoniais segundo o regime de competência. As demonstrações financeiras das companhias abertas observarão, ainda, as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários Sociedades de Grande Porte O artigo 3º da Lei /07 determina que se aplique às sociedades de grande porte, ainda que não constituídas sob a forma de sociedades por ações, as disposições da Lei 6.404/76, sobre escrituração e elaboração de demonstrações financeiras. Considera-se de grande porte a sociedade ou conjunto de sociedades sob controle comum que tiver, no exercício social anterior, ativo total superior a R$ ,00 (duzentos e quarenta milhões de reais) ou receita bruta anual superior a R$ ,00 (trezentos milhões de reais) Pequenas e Médias Empresas As pequenas e médias empresas enquadradas na NBC TG 1000, aprovada pela Resolução CFC 1.255/09, deverão apresentar o conjunto completo de demonstrações contábeis da entidade, que deverá incluir todas as seguintes demonstrações: a) balanço patrimonial ao final do período; b) demonstração do resultado do período de divulgação; c) demonstração do resultado abrangente do período de divulgação. A demonstração do resultado abrangente pode ser apresentada em quadro demonstrativo próprio ou dentro das mutações do patrimônio líquido. A demonstração do resultado abrangente, quando apresentada separadamente, começa com o resultado do período e se completa com os itens dos outros resultados abrangentes; d) demonstração das mutações do patrimônio líquido para o período de divulgação; e) demonstração dos fluxos de caixa para o período de divulgação;

7 f) notas explicativas, compreendendo o resumo das políticas contábeis significativas e outras informações explanatórias. Se as únicas alterações no patrimônio líquido durante os períodos para os quais as demonstrações contábeis são apresentadas derivarem do resultado, de distribuição de lucro, de correção de erros de períodos anteriores e de mudanças de políticas contábeis, a entidade pode apresentar uma única demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados no lugar da demonstração do resultado abrangente e da demonstração das mutações do patrimônio líquido. Se a entidade não possui nenhum item de outro resultado abrangente em nenhum dos períodos para os quais as demonstrações contábeis são apresentadas, ela pode apresentar apenas a demonstração do resultado. Um conjunto completo de demonstrações contábeis requer que a entidade apresente, no mínimo, duas demonstrações de cada uma das demonstrações exigidas, de forma comparativa, e as notas explicativas correspondentes Microempresas e Empresas de Pequeno Porte As Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (ME e EPP) poderão adotar os critérios e procedimentos simplificados previstos na Resolução CFC 1.418/12. Entende-se como Microempresa e Empresa de Pequeno Porte a sociedade empresária, a sociedade simples, a empresa individual de responsabilidade limitada ou o empresário a que se refere o Art. 966 da Lei n.º /02, que tenha auferido, no ano calendário anterior, receita bruta anual até os limites previstos nos incisos I e II do Art. 3º da Lei Complementar nº 123/06, ou seja: I - no caso da microempresa, aufira, em cada ano-calendário, receita bruta igual ou inferior a R$ ,00 (trezentos e sessenta mil reais); e II - no caso da empresa de pequeno porte, aufira, em cada ano-calendário, receita bruta superior a R$ ,00 (trezentos e sessenta mil reais) e igual ou inferior a R$ ,00 (três milhões e seiscentos mil reais). Desta forma, as MEs e EPPs, que adotarem a Resolução CFC 1.418/12, ficarão obrigadas a apresentação, ao final de cada exercício social, das seguintes demonstrações: a) Balanço Patrimonial; b) Demonstração do Resultado; e c) Notas Explicativas. NOTA ITC! A Demonstração dos Fluxos de Caixa, a Demonstração do Resultado Abrangente e a Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, apesar de não serem obrigatórias para as entidades alcançadas por esta Interpretação, é estimulada pelo Conselho Federal de Contabilidade.

8 As Demonstrações Contábeis devem ser identificadas, no mínimo, com as seguintes informações: (a) a denominação da entidade; (b) a data de encerramento do período de divulgação e o período coberto; e (c) a apresentação dos valores do período encerrado na primeira coluna e na segunda, dos valores do período anterior. Desta forma, as MEs e EPPs podem apresentar apenas Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado, porém, não estão dispensadas de apresentar estas demonstrações de forma comparativa, no mínimo ao período imediatamente anterior. 6 - LAYOUT DO REGISTRO J800 Conforme prevê o Manual de Orientação do Leiaute do SPED Contábil (ECD) publicado pelo do Ato Declaratório Executivo Cofis nº 33, de 6 de maio de 2013, publicado no DOU de 10/05/2013, o registro J 800 possui o seguinte layout: REGISTRO J800: OUTRAS INFORMAÇÕES Regras de validação do registro Nível Hierárquico - 3 Ocorrência - 1:N Campo(s) chave: [REG] Nº Campo Descrição Tipo Tam. Decimal Valores Obrig Regras de válidos. validação 01 REG Texto fixo contendo J800. C "J800" Sim - 02 ARQ_RTF Seqüência de bytes que representem um único arquivo no formato RTF (Rich Text Format). C (*) - - Sim - 03 IND_FIM_RT F Indicador de fim do arquivo RTF. Texto fixo contendo J800FIM. C "J800FIM " Sim - Observações: (*) Não existe limite de tamanho. 7 - CASO PRÁTICO O registro J800 permite que seja anexado um arquivo em formato texto RTF (Rich Text Format) na escrituração, que se destina a receber informações que devam constar do livro, tais como outras demonstrações contábeis, pareceres, relatórios, etc. Segundo orientações do Guia Prático da Escrituração Contábil Digital, disponível no endereço eletrônico da RFB, no Portal SPED, o procedimento para anexar informações no Registro J800 é o seguinte:

9 1 - Digite o documento que deseja anexar no Word; 2 - Salve o documento como.rtf; 3 - Abra o documento no Bloco de Notas; 4 - Copie todo o conteúdo do arquivo aberto no Bloco de Notas; e 5 - Cole o conteúdo copiado no registro J800. Portanto, tendo em vista a obrigatoriedade prevista no item 13 da Resolução CFC 1.330/11 de que as demonstrações contábeis devem ser transcritas no Livro Diário, completando-se com as assinaturas do titular ou de representante legal da entidade e do profissional da contabilidade legalmente habilitado, e de que a ECD possui registros próprios apenas para Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado do Exercício, faz-se necessário a utilização do Registro J800 para transcrição das demais demonstrações contábeis bem como das notas explicativas na ECD. Desta forma veremos passo a passo como proceder para esta transcrição na ECD: 1º - Digitar ou Colar no Word as demonstrações contábeis, pareceres, notas explicativas que deseja transcrever na Escrituração Contábil Digital. 2º - Após o termino da edição no Word o próximo passo será salvar o documento em formato Rich Text. Para isso na janela salvar como você deverá abrir as opções no tipo do documento (conforme abaixo) e assinalar Formato Rich Text ou.rtf, conforme versão do Word que estiver utilizando. Escolha um local (Meus Documentos, Área de Trabalho, etc) no computador para salvar o arquivo e clique em salvar.

10 3º - Após salvar o documento, você deverá abrir o aplicativo bloco de notas que fica normalmente localizado na pasta Acessórios na barra Menu Iniciar.

11 4º - No Bloco de Notas você deverá clicar na barra de tarefas em Arquivo e Abrir. 5º - Na janela abrir do Bloco de Notas você deverá procurar o local em que o arquivo em formato Rich Text foi salvo. Salienta-se que para visualizar tal arquivo você deverá mudar a opção (conforme seta abaixo) de.txt para todos os arquivos.

12 6º - Com isso será possível localizar o arquivo em formato Rich Text (.rtf) na janela abrir do Bloco de Notas. Selecione o arquivo e de comando abrir. 7º - Após o comando abrir o aplicativo bloco de notas apresentará uma codificação semelhante à apresentada abaixo.

13 8º - Selecione toda a codificação. Você poderá utilizar os seguintes comandos de teclado para esta seleção: Ctrl + A para selecionar tudo, Ctrl + C para copiar o que foi selecionado. 9º - Os caracteres copiados do Bloco de Notas deverão ser colados no arquivo em formato.txt da Escrituração Contábil da empresa que você deseja transcrever as demonstrações contábeis. Neste momento fique atento para não colar as informações.rtf de uma empresa no arquivo da Escrituração Contábil (ECD) de outra empresa. Importante destacar que toda a codificação copiada deverá ser colada através do comando de teclado Ctrl + V entre os campos J800 e J800FIM.

14 10º - Observe que logo após o término dos caracteres não poderá haver espaços em branco, devendo o registro ser finalizado com J800FIM. 11º - Concluída esta etapa de copiar e colar, você deverá salvar o arquivo da ECD, através da barra de ferramentas do aplicativo bloco de notas em arquivo e salvar como. NOTA ITC! Se ao abrir o arquivo TXT não houver a linha para o registro J800 e você precise criá-la, será necessária a inclusão de um registro 9900 (exemplo: 9900 J800 1 ) para informar a existência do registro J800, e com isso será necessário também alterar a quantidade de linhas informadas nos registros I030, J900 e no registro 9999 adicionando mais 2 linhas, ou seja, se antes da inclusão havia 3755 linhas passará a ter 3757 linhas.

15 12º - Verifique que o arquivo que você deseja salvar deverá estar em formato.txt. 13º - Com o arquivo já salvo, você deverá abrir o Validador do SPED Contábil versão e deverá validar o arquivo conforme visto no item 3.1 da apostila. Depois de validado o arquivo, será possível visualizar em Outras Informações o arquivo.rtf com as demonstrações contábeis transcritas no registro J800. Para isso, selecione o arquivo RTF e dê comando visualizar.

16 14º - Com isso abrirá uma janela com um aviso de que o arquivo será visualizado com um aplicativo externo. Dê o comando ok e aguarde alguns segundos, a abertura normalmente não é instantânea. 15º - Após alguns segundos, será possível visualizar o arquivo que foi salvo na etapa nº 1 deste passo a passo.

17 Fonte: Editorial ITC. Atenção! De acordo com o disposto no caput e inciso XIII do art. 7º, e nos arts. 24, 29 e 101 a 184, da Lei nº 9610/1998 (Direitos Autorais) e no artigo 184 do Decreto-Lei nº 2848/1940 (Código Penal), na redação dada pela Lei nº /2003, é expressamente proibida, por qualquer meio, a reprodução parcial e/ou total de matérias exclusivas do site: exceto a impressão e a citação ou referência bibliográfica de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.

Principais Aspectos do Sistema Público de Escrituração Digital SPED

Principais Aspectos do Sistema Público de Escrituração Digital SPED Principais Aspectos do Sistema Público de Escrituração Digital SPED Como trabalhamos? no passado a pouco tempo Daqui para frente ECD Escrituração Contábil Digital IN RFB 787/07 O que é? : É a substituição

Leia mais

ANO XXII - 2011-4ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 17/2011 PIS/PASEP/COFINS IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA

ANO XXII - 2011-4ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 17/2011 PIS/PASEP/COFINS IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA ANO XXII - 2011-4ª SEMANA DE ABRIL DE 2011 BOLETIM INFORMARE Nº 17/2011 PIS/PASEP/COFINS ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL DO PIS/PASEP E DA COFINS - EFD-PIS/COFINS - NORMAS GERAIS Introdução - Pessoas Jurídicas

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Demonstrações Contábeis por Tipo e Tamanho de Empresa e Reflexos na Escrituração Contábil Digital (ECD)

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Demonstrações Contábeis por Tipo e Tamanho de Empresa e Reflexos na Escrituração Contábil Digital (ECD) 1 Parecer Consultoria Tributária Segmentos Demonstrações Contábeis por Tipo e Tamanho de Empresa e Reflexos na Escrituração Contábil Digital (ECD) 04/06/2014. Contábeis por Tipo e Tamanho de Empresa 1

Leia mais

SPED CONTÁBIL. Escrituração Contábil Digital. Professor Filemon Augusto de Oliveira 23/05/2014 Congresso de Contabilidade do Agreste Alagoano

SPED CONTÁBIL. Escrituração Contábil Digital. Professor Filemon Augusto de Oliveira 23/05/2014 Congresso de Contabilidade do Agreste Alagoano SPED CONTÁBIL Escrituração Contábil Digital Professor Filemon Augusto de Oliveira 23/05/2014 Congresso de Contabilidade do Agreste Alagoano É HORA DE AGRADECER!!! O modelo mudou... Quem escrevia cartinha,

Leia mais

Instrução Normativa RFB n 1.353/13 MAIO DE 2.013

Instrução Normativa RFB n 1.353/13 MAIO DE 2.013 Instrução Normativa RFB n 1.353/13 MAIO DE 2.013 PRINCIPAIS CONSIDERAÇÕES O Art. 1 da IN RFB n 1353/13 instituiu a Escrituração Fiscal Digital do Imposto sobre a Renda e da Contribuição Social sobre o

Leia mais

Sistema Público de Escrituração Digital. Diário Geral com Escrituração Resumida R. Balancetes Diários e Balanços - B

Sistema Público de Escrituração Digital. Diário Geral com Escrituração Resumida R. Balancetes Diários e Balanços - B Rio de Janeiro, 17 de fevereiro de 2009 Livros Abrangidos Diário Geral G Diário Geral com Escrituração Resumida R Diário Auxiliar - A Razão Auxiliar - Z Balancetes Diários e Balanços - B ESCRITURAÇÃO DIGITAL

Leia mais

SPED Contábil - Versão 2.0

SPED Contábil - Versão 2.0 SPED Contábil - Versão 2.0 A Escrituração Contábil Digital (ECD) é parte integrante do projeto SPED e tem por objetivo a substituição da escrituração em papel pela escrituração transmitida via arquivo,

Leia mais

GUIA PRÁTICO EFD-CONTRIBUIÇÕES

GUIA PRÁTICO EFD-CONTRIBUIÇÕES GUIA PRÁTICO EFD-CONTRIBUIÇÕES Maio de 2012 O QUE É A EFD-Contribuições trata de arquivo digital instituído no Sistema Publico de Escrituração Digital SPED, a ser utilizado pelas pessoas jurídicas de direito

Leia mais

SPED CONTÁBIL TREINAMENTO CONTABIL, 2014

SPED CONTÁBIL TREINAMENTO CONTABIL, 2014 SPED CONTÁBIL TREINAMENTO CONTABIL, 2014 SPED PRAZOS O que é SPED? Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) ou Escrituração Digital Contábil (ECD) é a substituição da escrituração em papel pela Escrituração

Leia mais

SPED Contábil. ECD Escrituração Contábil Digital. Vera Lucia Gomes 28/08/2008 ABBC. www.spednet.com.br 1

SPED Contábil. ECD Escrituração Contábil Digital. Vera Lucia Gomes 28/08/2008 ABBC. www.spednet.com.br 1 SPED Contábil ECD Escrituração Contábil Digital Vera Lucia Gomes 28/08/2008 ABBC www.spednet.com.br 1 Programa Apresentação e Objetivos Regulamentação Livros contemplados Aspectos importantes da legislação

Leia mais

empresas constantes de seus anexos, de acordo com o Estado da Federação em que estava localizado o contribuinte.

empresas constantes de seus anexos, de acordo com o Estado da Federação em que estava localizado o contribuinte. SPED O Sistema Público de Escrituração Digital, mais conhecido como Sped, trata de um projeto/obrigação acessória instituído no ano de 2007, através do Decreto nº 6.022, de 22 de janeiro de 2007. É um

Leia mais

OBRIGAÇÕES FISCAIS SOCIAIS DA APM

OBRIGAÇÕES FISCAIS SOCIAIS DA APM COMUNICADO FDE / DRA Nº 001/2015 OBRIGAÇÕES FISCAIS E SOCIAIS DA APM 2 0 1 5 Página 1 de 9 O objetivo deste texto é informar aos dirigentes das Associações de Pais e Mestres APMs de Escolas Estaduais conveniadas

Leia mais

Manual Escrituração Contábil Digital

Manual Escrituração Contábil Digital SPED Contábil Vínculo de Contas e Geração do Arquivo O SPED Sistema Público de Escrituração Digital é composto por três grandes subprojetos: Escrituração Contábil Digital, Escrituração Fiscal Digital e

Leia mais

ANO XXIV - 2013-4ª SEMANA DE MAIO DE 2013 BOLETIM INFORMARE Nº 21/2013

ANO XXIV - 2013-4ª SEMANA DE MAIO DE 2013 BOLETIM INFORMARE Nº 21/2013 ANO XXIV - 2013-4ª SEMANA DE MAIO DE 2013 BOLETIM INFORMARE Nº 21/2013 ASSUNTOS CONTÁBEIS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS OBRIGATÓRIAS APÓS AS LEIS NºS 11.638/2007 E 11.941/2009... Pág. 341 IMPOSTO DE RENDA PESSOA

Leia mais

É necessário que a contabilidade de 2013 da empresa esteja com o período encerrado.

É necessário que a contabilidade de 2013 da empresa esteja com o período encerrado. Geração do SPED ECD e FCONT referente ao exercício de 2013. É necessário que a contabilidade de 2013 da empresa esteja com o período encerrado. Porém antes de encerrar o exercício, efetue os procedimentos

Leia mais

Escrituração Contábil Digital ECD. Brasília, 18 de maio de 2012

Escrituração Contábil Digital ECD. Brasília, 18 de maio de 2012 Escrituração Contábil Digital ECD Brasília, 18 de maio de 2012 Abrangência do Sped NF-e Integração ECD NFS-e ReceitanetBX EFD Int e-lalur CT-e EFD Social FCont EFD Contribuições e-lalur Livro Eletrônico

Leia mais

EFD PIS COFINS ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL

EFD PIS COFINS ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL EFD PIS COFINS ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL 1. INTRODUÇÃO Este artigo tem por objetivo trazer considerações relevantes quanto a dados inerentes à Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep

Leia mais

SPED Contábil e SPED ECF

SPED Contábil e SPED ECF SPED Contábil e SPED ECF Impactos nas Rotinas Empresárias Prof. Marcos Lima Marcos Lima Contador (graduado pela UECE) Especialista em Auditoria (UNIFOR) Diretor de Relacionamentos da Fortes Contabilidade

Leia mais

EFD Contribuições (PIS/COFINS) Atualizado com a Instrução Normativa RFB nº 1.280/2012

EFD Contribuições (PIS/COFINS) Atualizado com a Instrução Normativa RFB nº 1.280/2012 PIS/COFINS EFD Contribuições (PIS/COFINS) Atualizado com a Instrução Normativa RFB nº 1.280/2012 CONTEÚDO 1. INTRODUÇÃO 2. CERTIFICADO DIGITAL 3. OBRIGATORIEDADE 3.a Dispensa de Apresentação da EFD-Contribuições

Leia mais

VISÃO DA COMUNIDADE EMPRESARIAL

VISÃO DA COMUNIDADE EMPRESARIAL SEMINÁRIO SPED ACE GUARULHOS 20/03/2009 VISÃO DA COMUNIDADE EMPRESARIAL Paulo Roberto da Silva BRASIL - SITUAÇÃO ATUAL EX. OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS DOS ESTADOS SPED UMA NOVA ERA NA ESCRITURAÇÃO NACIONAL SPED

Leia mais

Projetos da Receita Federal

Projetos da Receita Federal Escrituração Fiscal Digital - EFD Projetos da Receita Federal A Escrituração Fiscal Digital - EFD é um arquivo digital, que se constitui de um conjunto de escriturações de documentos fiscais e de outras

Leia mais

Bloco Contábil e Fiscal

Bloco Contábil e Fiscal Bloco Contábil e Fiscal EFD Contribuições Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo EFD Contribuições, que faz parte do Bloco Contábil e Fiscal. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

expert PDF Trial Escrituração Contábil Digital Elaborado por: José Sérgio Fernandes de Mattos

expert PDF Trial Escrituração Contábil Digital Elaborado por: José Sérgio Fernandes de Mattos Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400 - ramal 1529 (núcleo de relacionamento) Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva, 60 Higienópolis

Leia mais

ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL FISCAL (ECF)

ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL FISCAL (ECF) ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL FISCAL (ECF) Grant Thornton - Brasil Junho de 2015 Agenda Considerações Iniciais; Obrigatoriedade de Transmissão; Penalidades (Multas); Informações a serem Transmitidas; Recuperação

Leia mais

Profa. Dra. Márcia Athayde

Profa. Dra. Márcia Athayde As NBC s para micro e pequenas empresas e sua influência tributária Profa. Dra. Márcia Athayde 2015 1 Interação social da Contabilidade SOCIAL Clientes Macroambiente TECNOLÓGICO POLÍTICO Imprensa ORGANIZAÇÃO

Leia mais

SPED ECF. ECF Escrituração Contábil Fiscal. Danilo Lollio São Paulo - SP. Esta apresentação é de propriedade da Wolters Kluwer Prosoft.

SPED ECF. ECF Escrituração Contábil Fiscal. Danilo Lollio São Paulo - SP. Esta apresentação é de propriedade da Wolters Kluwer Prosoft. SPED ECF ECF Escrituração Contábil Fiscal Danilo Lollio São Paulo - SP Esta apresentação é de propriedade da Wolters Kluwer Prosoft. É proibida a reprodução, distribuição ou comercialização deste conteúdo.

Leia mais

Neste bip. Arquivos XML. Você Sabia? edição 36 Agosto de 2013

Neste bip. Arquivos XML. Você Sabia? edição 36 Agosto de 2013 Neste bip Arquivos XML... 1 Quais Demonstrações Contábeis devo apresentar? 2 Contabilização da folha... 3 Atenção ao salário família... 4 Conferência das compensações de INSS... 4 Workshop online... 5

Leia mais

Escrituração Contábil Digital (ECD) Escrituração Contábil Fiscal (ECF)

Escrituração Contábil Digital (ECD) Escrituração Contábil Fiscal (ECF) Escrituração Contábil Digital (ECD) Escrituração Contábil Fiscal (ECF) José Jayme Moraes Junior Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil Supervisor Nacional da ECD e da ECF Escrituração Contábil Digital

Leia mais

ECF ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL FISCAL

ECF ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL FISCAL ECF ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL FISCAL Geração da ECF para empresas optantes pelo Lucro Presumido Informações importantes A Escrituração Contábil Fiscal é uma nova obrigação acessória, cuja primeira entrega

Leia mais

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.218, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2011 Altera a Instrução Normativa RFB nº1.052, de 5 de julho de 2010, que institui a Escrituração Fiscal Digital

Leia mais

O que é o Sistema Público de Escrituração Digital - SPED?

O que é o Sistema Público de Escrituração Digital - SPED? SPED PIS/COFINS Teoria e Prática O que é o Sistema Público de Escrituração Digital - SPED? E v e l i n e B a r r o s o Maracanaú - CE Março/2 0 1 2 1 2 Conceito O SPED é instrumento que unifica as atividades

Leia mais

I Alterações do Manual de Orientação do Leiaute do Sped Contábil (ECD)

I Alterações do Manual de Orientação do Leiaute do Sped Contábil (ECD) Nota Técnica do Sped Contábil nº 001, de 16 de dezembro de 2013 Dispõe sobre as alterações no Manual de Orientação do Leiaute do Sped Contábil. Considerando que o Ato Declaratório Executivo n o 33, de

Leia mais

Índice I. DADOS DA EMPRESA... 2. a) Dados para contabilização da Empresa Modelo... 3. b) Cálculo do IRPJ... 4. c) Cálculo da Contribuição Social...

Índice I. DADOS DA EMPRESA... 2. a) Dados para contabilização da Empresa Modelo... 3. b) Cálculo do IRPJ... 4. c) Cálculo da Contribuição Social... Índice I. DADOS DA EMPRESA... 2 a) Dados para contabilização da Empresa Modelo... 3 b) Cálculo do IRPJ... 4 c) Cálculo da Contribuição Social... 5 d) Plano de Contas... 6 e) Histórico Padrão... 7 f) Lançamentos

Leia mais

SISTEMA PÚBLICO DE ESCRITURAÇÃO DIGITAL. Socorro Oliveira 11.MARÇO.2010

SISTEMA PÚBLICO DE ESCRITURAÇÃO DIGITAL. Socorro Oliveira 11.MARÇO.2010 SISTEMA PÚBLICO DE ESCRITURAÇÃO DIGITAL Socorro Oliveira 11.MARÇO.2010 DECRETO Nº 6.022-22/01/07 Eliminar a redundância de informações por meio da padronização das Obrigações Acessórias Uniformizar as

Leia mais

ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL - REGRAS APLICÁVEIS PARA MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE

ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL - REGRAS APLICÁVEIS PARA MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL - REGRAS APLICÁVEIS PARA MICROEMPRESA E EMPRESA DE PEQUENO PORTE Matéria Elaborada com Base na Legislação Vigente em: 26/12/2012. Sumário: 1 - INTRODUÇÃO 2 - ALCANCE DA ITG 1000 3

Leia mais

Elaborado por: Gisleise Nogueira de Aguiar. O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a).

Elaborado por: Gisleise Nogueira de Aguiar. O conteúdo desta apostila é de inteira responsabilidade do autor (a). Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

PIS/ COFINS. NOTÍCIAS DA SEMANA (14/02/11 a 18/02/11)

PIS/ COFINS. NOTÍCIAS DA SEMANA (14/02/11 a 18/02/11) PIS/ COFINS NOTÍCIAS DA SEMANA (14/02/11 a 18/02/11) I NOVAS SOLUÇÕES DE CONSULTAS.... 2 A) LOCADORAS DE VEÍCULOS PODEM SE CREDITAR DE 1/48 (UM QUARENTA O OITO AVOS) NO CÁLCULO DOS CRÉDITOS DE PIS/COFINS

Leia mais

EFD-Contribuições Informações PIS/COFINS

EFD-Contribuições Informações PIS/COFINS EFD-Contribuições Informações PIS/COFINS 1. Introdução 2. Obrigatoriedade e dispensa 3. Periodicidade e prazo de entrega (Alterações IN nº 1.305/2012 e ADE Cofis nº 65/2012) 4. Dispensa do Dacon 5. Forma

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013

Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013 Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013 DOU de 17.9.2013 Dispõe sobre o Regime Tributário de Transição (RTT) instituído pelo art. 15 da Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009. O SECRETÁRIO

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Comparativo leiaute DIPJ 2014 x ECF

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Comparativo leiaute DIPJ 2014 x ECF Comparativo leiaute DIPJ 2014 x ECF 05/05/2014 Título do documento Sumário Sumário... 2 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas Pelo Time da Eficiência Comercial... 3 3. Análise da Legislação... 4 3.1 Comparativo

Leia mais

ECD + ECF - NOVAS REGRAS - 2014

ECD + ECF - NOVAS REGRAS - 2014 XII ENCONTRO ALAGOANO DE CONTABILIDADE CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DE ALAGOAS ECD + ECF - NOVAS REGRAS - 2014 Prof. Filemon Augusto de Oliveira MUITO PRAZER!!! Fé Família Trabalho AGRADECIMENTOS

Leia mais

ECF Considerações Iniciais

ECF Considerações Iniciais Outubro de 2014 ECF Considerações Iniciais A ECF é mais um dos projetos da RFB que integrará o SPED (Disciplinada pela Instrução Normativa RFB 1.422/2013). O layout da ECF pode ser encontrado no website

Leia mais

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) na Lei das S.A. 3. Demonstração

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2012 Orientações Básicas INFORMAÇÕES GERAIS PESSOA JURÍDICA 1) DCTF : (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) ATENÇÃO! Apresentação MENSAL obrigatória pelas Pessoas

Leia mais

Informações gerais sobre a EFD-PIS/COFINS

Informações gerais sobre a EFD-PIS/COFINS Informações gerais sobre a EFD-PIS/COFINS Legislação Conforme instituído pela Instrução Normativa RFB nº 1.052, de 5 de julho de 2010, sujeitam à obrigatoriedade de geração de arquivo da Escrituração Fiscal

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO WFISCAL SPED PIS COFINS. Lucro Presumido Regime de Competência Escrituração Consolidada por CFOP

MANUAL DO USUÁRIO WFISCAL SPED PIS COFINS. Lucro Presumido Regime de Competência Escrituração Consolidada por CFOP MANUAL DO USUÁRIO WFISCAL SPED PIS COFINS Lucro Presumido Regime de Competência Escrituração Consolidada por CFOP Página: 1 INTRODUÇÃO Este material traz as informações sobre as características do SPED

Leia mais

EFD-PIS/COFINS Regras Gerais Aplicáveis a Partir de 2012

EFD-PIS/COFINS Regras Gerais Aplicáveis a Partir de 2012 EFD-PIS/COFINS Regras Gerais Aplicáveis a Partir de 2012 Matéria Elaborada com Base na Legislação Vigente em: 09/01/2012. SUMÁRIO: 1 INTRODUÇÃO 2 OBRIGATORIEDADE DE APRESENTAÇÃO 2.1 Obrigatoriedade em

Leia mais

ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL FISCAL SPED ECF. PROFESSOR: FELLIPE GUERRA Sergipe, 24 de Agosto de 2015.

ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL FISCAL SPED ECF. PROFESSOR: FELLIPE GUERRA Sergipe, 24 de Agosto de 2015. ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL FISCAL SPED ECF PROFESSOR: FELLIPE GUERRA Sergipe, 24 de Agosto de 2015. PROFESSOR: FELLIPE GUERRA Contador, Consultor Empresarial e Especialista em SPED. Coordenador da Comissão

Leia mais

Espero que todos tenham passado bem pelas festas de fim de ano e que consigam atingir os objetivos traçados para o ano de 2008.

Espero que todos tenham passado bem pelas festas de fim de ano e que consigam atingir os objetivos traçados para o ano de 2008. Pessoal, Finalmente, retornei de férias. Após um mês de praia e sol, estou de volta a Brasília para mais um ano de muito trabalho. Espero que consiga, neste ano, ajudá-los a estudar e dirimir as dúvidas

Leia mais

Guia Rápido ECF e ECD - SPED Contábil 2016

Guia Rápido ECF e ECD - SPED Contábil 2016 ÍNDICE Introdução... 3 SPED Contábil: Maio de 2016... 4 O que é o ECD - SPED Contábil?... 4 Empresas obrigadas a entregar o SPED Contábil... 4 Layout 4: enquadre de forma legal sua empresa... 5 Prazo de

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA AS ASSOCIAÇÕES DE PASSO FUNDO

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA AS ASSOCIAÇÕES DE PASSO FUNDO NÚCLEO DE APOIO CONTÁBIL E FISCAL UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS PASSO FUNDO FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS, ADMINISTRATIVAS E CONTÁBEIS. Professora Orientadora: Ms. Mirna Muraro

Leia mais

SIMPLES NACIONAL 1. NOÇÕES GERAIS

SIMPLES NACIONAL 1. NOÇÕES GERAIS SIMPLES NACIONAL 1. NOÇÕES GERAIS SIMPLES NACIONAL 1.1. O que é O Simples Nacional é um regime tributário diferenciado, simplificado e favorecido previsto na Lei Complementar nº 123, de 2006, aplicável

Leia mais

Escrituração Contábil Digital - ECD. Instrutor: Márcio Tonelli (tt.consultoria.sped@gmail.com)

Escrituração Contábil Digital - ECD. Instrutor: Márcio Tonelli (tt.consultoria.sped@gmail.com) Escrituração Contábil Digital - ECD Instrutor: Márcio Tonelli (tt.consultoria.sped@gmail.com) CONCEITO Sped Contábil Escrituração Contábil Digital ECD Escrituração Contábil em Forma Digital Livro Digital

Leia mais

Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 11/07/2011.

Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 11/07/2011. ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL - Regras Gerais Aplicáveis Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 11/07/2011. Sumário: 1 - Introdução 2 - Objetivo da Norma 3 - Alcance da Norma 4 - Formalidades da

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ITG 1000 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.418/12 -MODELO CONTÁBIL SIMPLIFICADO PARA MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE ALCANCE 1.... estabelece critérios e procedimentos específicos a serem observados pelas entidades

Leia mais

LEI 12.973/2014 E SPED: ADAPTAÇÃO ÀS NOVAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS

LEI 12.973/2014 E SPED: ADAPTAÇÃO ÀS NOVAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS LEI 12.973/2014 E SPED: ADAPTAÇÃO ÀS NOVAS OBRIGAÇÕES TRIBUTÁRIAS Visão geral dos impactos das novas evidenciações e diferenças de práticas contábeis advindas da IN 1.515. Subcontas. ECF e suas implicações.

Leia mais

ECF DIPJ INCLUÍDA NO SPED

ECF DIPJ INCLUÍDA NO SPED ECF DIPJ INCLUÍDA NO SPED O que é ECF Escrituração Contábil Fiscal? Demonstra o cálculo do IRPJ e da CSLL Sucessora da DIPJ Faz parte do projeto SPED Instituída pela Instrução Normativa RFB 1.422/2013

Leia mais

DECLARAÇÕES Lucro Presumido, Isentas e Simples

DECLARAÇÕES Lucro Presumido, Isentas e Simples DECLARAÇÕES Lucro Presumido, Isentas e Simples Wagner Mendes Contador, Pós-Graduado em Controladoria, Auditoria e Tributos, Consultor Tributário, Especialista em Tributos Federais, Contabilidade e Legislação

Leia mais

LIVRO REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE - BLOCO K - Aspectos Gerais

LIVRO REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE - BLOCO K - Aspectos Gerais LIVRO REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE - BLOCO K - Aspectos Gerais Matéria elaborada com base na Legislação vigente em: 20.05.2014. Sumário: 1. PANORAMA GERAL 2. OBRIGATORIEDADE 3. PERIODICIDADE

Leia mais

O arquivo da EFD-Contribuições deverá ser validado, assinado digitalmente e transmitido, via Internet, ao ambiente Sped.

O arquivo da EFD-Contribuições deverá ser validado, assinado digitalmente e transmitido, via Internet, ao ambiente Sped. 001 O que é a EFD-Contribuições? A EFD-Contribuições é a Escrituração Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep, da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e da Contribuição

Leia mais

A fim de determinar o nome empresarial torna-se necessário entender as seguintes conceituações:

A fim de determinar o nome empresarial torna-se necessário entender as seguintes conceituações: FORMAÇÃO DO NOME EMPRESARIAL - Regras Aplicáveis A matéria foi elaborada com base na legislação vigente em: 18/07/2011. Sumário: 1 - INTRODUÇÃO 2 - CONCEITUAÇÕES DE NOME, FIRMA E DENOMINAÇÃO 3 - PRINCÍPIOS

Leia mais

Manual SPED Contábil DESENVOLVENDO SOLUÇÕES. Autora: Laila M G Gechele Doc. Vrs. 02 Aprovado em: Maio de 2013.

Manual SPED Contábil DESENVOLVENDO SOLUÇÕES. Autora: Laila M G Gechele Doc. Vrs. 02 Aprovado em: Maio de 2013. DESENVOLVENDO SOLUÇÕES Autora: Laila M G Gechele Doc. Vrs. 02 Aprovado em: Maio de 2013. Nota de copyright Copyright 2013 Teorema Informática, Guarapuava. Todos os direitos reservados. 1. VISÃO GERAL 1.1

Leia mais

Palestrante NIVALDO CLETO 26 DE MAIO DE 2010. Apoio Técnico Fiscosoft Editora Ltda FORTALEZA-CE

Palestrante NIVALDO CLETO 26 DE MAIO DE 2010. Apoio Técnico Fiscosoft Editora Ltda FORTALEZA-CE SPED Contábil Palestrante NIVALDO CLETO FORTALEZA-CE 26 DE MAIO DE 2010 Apoio Técnico Fiscosoft Editora Ltda Objetivo O OBJETIVO DESTE TREINAMENTO É APRESENTAR A parte teórica e técnica da Escrituração

Leia mais

EFD PIS COFINS Teoria e Prática

EFD PIS COFINS Teoria e Prática EFD PIS COFINS Teoria e Prática É uma solução tecnológica que oficializa os arquivos digitais das escriturações fiscal e contábil dos sistemas empresariais dentro de um formato digital específico e padronizado.

Leia mais

AGENDA TRIBUTÁRIA FEDERAL: DEZEMBRO DE 2015 - ADE CODAC Nº 37, DE 20/11/2015

AGENDA TRIBUTÁRIA FEDERAL: DEZEMBRO DE 2015 - ADE CODAC Nº 37, DE 20/11/2015 AGENDA TRIBUTÁRIA FEDERAL: DEZEMBRO DE 2015 - ADE CODAC Nº 37, DE 20/11/2015 Divulga a Agenda Tributária do mês de dezembro de 2015. O COORDENADOR-GERAL DE ARRECADAÇÃO E COBRANÇA, no uso da atribuição

Leia mais

Manual de Geração da ECF Escrituração Contábil e Fiscal Contábil Phoenix

Manual de Geração da ECF Escrituração Contábil e Fiscal Contábil Phoenix Manual de Geração da ECF Escrituração Contábil e Fiscal Contábil Phoenix A seguir iremos demonstrar o processo para uma perfeita geração da ECF (Escrituração Contábil e Fiscal). Fique atento as telas e

Leia mais

Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 11/04/2011. 1 - INTRODUÇÃO. nº 123/2006, com a redação dada pela Lei Complementar nº 128/2008.

Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 11/04/2011. 1 - INTRODUÇÃO. nº 123/2006, com a redação dada pela Lei Complementar nº 128/2008. Trabalhistas MICROEMPREENDEDOR - Alterações INDIVIDUAL - MEI - Aspectos Previdenciários e Matéria atualizada com base na legislação vigente em: 11/04/2011. Sumário: 12 Conceito Introdução 3.1 - Tributação

Leia mais

Boletim Técnico. Geração Sped Contábil Layout 2.00. Procedimento para Implementação. Procedimentos para Utilização

Boletim Técnico. Geração Sped Contábil Layout 2.00. Procedimento para Implementação. Procedimentos para Utilização Boletim Técnico Geração Sped Contábil Layout 2.00 Produto : Data da criação EMS2/TOTVS 11 MLF - Layout Fiscal/Gerador de Arquivos do Layout Sped Contábil : 01/07/2013 País(es) : Brasil Chamado : THOGB3

Leia mais

EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Aspectos Tributários

EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Aspectos Tributários EXTINÇÃO DA PESSOA JURÍDICA Aspectos Tributários Sumário 1. Conceito 2. Procedimentos Fiscais na Extinção 2.1 - Pessoa Jurídica Tributada Com Base no Lucro Real 2.2 - Pessoa Jurídica Tributada Com Base

Leia mais

EXACTUS Software exactus.com.br

EXACTUS Software exactus.com.br Página 1 de Segue abaixo a relação das principais dúvidas referentes à Apuração do EFD- Contribuições Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta no TOP: I - APURAÇÃO DA EFD - CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA

Leia mais

SISTEMA CONSISANET MANUAL DE GERAÇÃO DA EFD - CONTRIBUIÇÕES PIS PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL

SISTEMA CONSISANET MANUAL DE GERAÇÃO DA EFD - CONTRIBUIÇÕES PIS PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL SISTEMA CONSISANET MANUAL DE GERAÇÃO DA EFD - CONTRIBUIÇÕES PIS PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO SOCIAL COFINS CONTRIBUIÇÃO PARA O FINANCIAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL Fone: (65) 3326-5720 suporte@econt.com.br www.econt.com.br

Leia mais

Professor José Sérgio Fernandes de Mattos

Professor José Sérgio Fernandes de Mattos Professor Apresentação: 1. Instituído pelo Decreto nº 6.022, de 22 de janeiro de 2007, o Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal

Leia mais

Contudo, a legislação infralegal e que trata da operacionalização do sistema de escrituração diverge do Código Civil.

Contudo, a legislação infralegal e que trata da operacionalização do sistema de escrituração diverge do Código Civil. Nas licitações ocorridas no ano de 2013, as empresas optantes pelo regime tributário de Lucro Real deverão registrar eletronicamente o Livro Diário Digital de 2012 (Balanço Patrimonial e Demonstrações

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.638, DE 28 DEZEMBRO DE 2007. Mensagem de veto Altera e revoga dispositivos da Lei n o 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e

Leia mais

Roteiro de geração do SPED

Roteiro de geração do SPED Roteiro de geração do SPED 1 Índice Introdução...3 Cadastro da Empresa...3 Histórico Padrão...4 Plano de Contas...4 Código de Aglutinação...5 Inserindo plano de contas de aglutinação de forma automática...5

Leia mais

EFD. Contribuições Atualização. Abril 2013. Elaborado por: Antônio Sérgio de Oliveira

EFD. Contribuições Atualização. Abril 2013. Elaborado por: Antônio Sérgio de Oliveira Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Tel. (11) 3824-5400, 3824-5433 (teleatendimento), fax (11) 3824-5487 Email: desenvolvimento@crcsp.org.br web: www.crcsp.org.br Rua Rosa e Silva,

Leia mais

Demonstração dos Fluxos De Caixa. (DFC)

Demonstração dos Fluxos De Caixa. (DFC) Demonstração dos Fluxos De Caixa. (DFC) Índice 1. DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXAS - DFC... 1 1.1. Objetivo... 1 1.2. Obrigatoriedade e Período de Apuração... 1 1.3. Definições... 1 1.4. Método e Estrutura

Leia mais

Curso Extensivo de Contabilidade Geral

Curso Extensivo de Contabilidade Geral Curso Extensivo de Contabilidade Geral Adelino Correia 4ª Edição Enfoque claro, didático e objetivo Atualizado de acordo com a Lei 11638/07 Inúmeros exercícios de concursos anteriores com gabarito Inclui

Leia mais

www.audicgroup.com.br DR SPED

www.audicgroup.com.br DR SPED www.audicgroup.com.br DR SPED a EMPRESA A Audic Group no Brasil tem o compromisso com os seus clientes de buscar a satisfação por eles desejada, para tanto dedica-se na identificação dos problemas, na

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA ENCERRAR UMA EMPRESA

PROCEDIMENTOS PARA ENCERRAR UMA EMPRESA PROCEDIMENTOS PARA ENCERRAR UMA EMPRESA Equipe Portal de Contabilidade Para encerrar as atividades de uma empresa, é preciso realizar vários procedimentos legais, contábeis e tributários, além de, é claro,

Leia mais

Aspectos gerais para validação da EFD Contribuições Lucro Presumido

Aspectos gerais para validação da EFD Contribuições Lucro Presumido Aspectos gerais para validação da EFD Contribuições Lucro Presumido Sumário Aspectos gerais para validação da EFD Contribuições Lucro Presumido 1. Cadastro de Empresas... 2 2. Cadastro de Participantes...

Leia mais

O que é a ECD Escrituração Contábil Digital

O que é a ECD Escrituração Contábil Digital SPED Contábil ECD 1 O que é a ECD Escrituração Contábil Digital A ECD Escrituração Contábil Digital é parte integrante do Projeto SPED Sistema Público de Escrituração Digital e visa substituir a escrituração

Leia mais

1.1 - Campo 17 - Indicador de entidade sujeita a auditoria independente

1.1 - Campo 17 - Indicador de entidade sujeita a auditoria independente SPED Contábil Alterações do Layout 3.0 Produto : RM TOTVS Gestão Contábil 11.82 Processo : SPED Contábil Subprocesso : Data da publicação : 16/04/15 Este documento tem o objetivo de apresentar as alterações

Leia mais

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011

CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011 CARGA TRIBUTÁRIA ANO 2011 Orientações Básicas INFORMAÇÕES GERAIS PESSOA JURÍDICA 1) DCTF : (Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais) ATENÇÃO! Apresentação MENSAL obrigatória pelas Pessoas

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*)

Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*) Instrução Normativa SRF nº 543, de 20 de maio de 2005 (*) DOU de 24.5.2005 Dispõe sobre o Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (Dacon) relativo a fatos geradores ocorridos no ano-calendário

Leia mais

EMISSOR DE CUPOM FISCAL - Aspectos Relacionados à Emissão da Leitura X

EMISSOR DE CUPOM FISCAL - Aspectos Relacionados à Emissão da Leitura X EMISSOR DE CUPOM FISCAL - Aspectos Relacionados à Emissão da Leitura X Matéria elaborada com base na legislação vigente em: 12.07.2012. Sumário: 1 - INTRODUÇÃO 2 - LEITURA X 2.1 - Representação de Valores

Leia mais

QSM NEWS B O L E T I M I N F O R M A T I V O. São Paulo, 02 de janeiro de 2012 - Ano 8 - nº 01 ANO NOVO, NOVAS MUDANÇAS!

QSM NEWS B O L E T I M I N F O R M A T I V O. São Paulo, 02 de janeiro de 2012 - Ano 8 - nº 01 ANO NOVO, NOVAS MUDANÇAS! QSM NEWS B O L E T I M I N F O R M A T I V O São Paulo, 02 de janeiro de 2012 - Ano 8 - nº 01 www.qsm.com.br ANO NOVO, NOVAS MUDANÇAS! O fato de mudarmos de ano nos faz revigorados e prontos para novos

Leia mais

Mesa de Debates CRC/RJ Lei 12.973/2014 e o novo regime tributário pós RTT. Claudio Yano 20 de maio de 2014

Mesa de Debates CRC/RJ Lei 12.973/2014 e o novo regime tributário pós RTT. Claudio Yano 20 de maio de 2014 Mesa de Debates CRC/RJ Lei 12.973/2014 e o novo regime tributário pós RTT Claudio Yano 20 de maio de 2014 DIPJ 2014 Prazo de entrega Programa Gerador aprovado pela IN RFB 1.463/14; Prazo para entrega:

Leia mais

Mapeamento ECF. w w w. b r l c o n s u l t o r e s. c o m. b r

Mapeamento ECF. w w w. b r l c o n s u l t o r e s. c o m. b r Mapeamento ECF Projeto SPED ECF Introdução A Escrituração Contábil Fiscal (ECF) substitui a Declaração de Informações Econômico- Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ), a partir do ano-calendário 2014. São

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 949, DE 16 DE JUNHO DE 2009 (DOU DE 17.06.09)

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 949, DE 16 DE JUNHO DE 2009 (DOU DE 17.06.09) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 949, DE 16 DE JUNHO DE 2009 (DOU DE 17.06.09) Regulamenta o Regime Tributário de Transição (RTT), institui o Controle Fiscal Contábil de Transição (FCONT) e dá outras providências.

Leia mais

Manual. EFD Contribuições

Manual. EFD Contribuições Treinamento Escrita Fiscal Material desenvolvido por: Saiba que este documento não poderá ser reproduzido, seja por meio eletrônico ou mecânico, sem a permissão expressa por escrito da Implantta Serviços

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Adoção Inicial a Lei nº 12.973/2014 contabilização mantida em subcontas

Parecer Consultoria Tributária de Segmentos Adoção Inicial a Lei nº 12.973/2014 contabilização mantida em subcontas Adoção Inicial a Lei nº 12.973/2014 contabilização mantida em subcontas 24/09/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 4 3.1

Leia mais

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Data: 07/12/2008

AGENTE E ESCRIVÃO DA POLÍCIA FEDERAL Disciplina: Contabilidade Prof.: Adelino Data: 07/12/2008 Alterações da Lei 6404/76 Lei 11638 de 28 de dezembro de 2007 Lei 11638/07 que altera a Lei 6404/76 Art. 1o Os arts. 176 a 179, 181 a 184, 187, 188, 197, 199, 226 e 248 da Lei no 6.404, de 15 de dezembro

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos MP627 Alterações Fiscais sobre o Ajuste a Valor Presente

Parecer Consultoria Tributária Segmentos MP627 Alterações Fiscais sobre o Ajuste a Valor Presente 11/03/2014 Título do documento Sumário Sumário... 2 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas Pelo Cliente... 4 3. Análise da Legislação... 5 a. Ajuste a Valor Presente no Contas a Receber... 5 b. Ajuste

Leia mais

: 14/03/2014 Data da revisão : 07/04/14 Banco(s) de Dados

: 14/03/2014 Data da revisão : 07/04/14 Banco(s) de Dados Produto : Data da criação Sped Contribuições Bloco I Fase 02 País(es) : Brasil EMS2 / TOTVS 11, Configurador Layout Fiscal Chamado : THYYZX : 14/03/2014 Data da revisão : 07/04/14 Banco(s) de Dados : Progress

Leia mais

1. O que é ECF? 2. Obrigatoriedade; 3. Prazo de Entrega; 4. Informações e Estrutura; 5. Penalidades; 6. Considerações Finais.

1. O que é ECF? 2. Obrigatoriedade; 3. Prazo de Entrega; 4. Informações e Estrutura; 5. Penalidades; 6. Considerações Finais. ECF Escrituração Contábil Fiscal Aspectos gerais. Por: Luana Romaniuk. Em junho de 2015. SUMÁRIO 1. O que é ECF? 2. Obrigatoriedade; 3. Prazo de Entrega; 4. Informações e Estrutura; 5. Penalidades; 6.

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE RESOLUÇÃO CFC N.º 1.418/12 Aprova a ITG 1000 Modelo Contábil para Microempresa e Empresa de Pequeno Porte. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais e com

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 1 0 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 168 - Data 22 de junho de 2015 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS EFD-CONTRIBUIÇÕES. PESSOAS JURÍDICAS IMUNES E

Leia mais

DFC - DEMOSNTRAÇÕES DE FLUXO DE CAIXA EMITIR DFC NO SISTEMA DOMÍNIO CONTÁBIL

DFC - DEMOSNTRAÇÕES DE FLUXO DE CAIXA EMITIR DFC NO SISTEMA DOMÍNIO CONTÁBIL DFC - DEMOSNTRAÇÕES DE FLUXO DE CAIXA A DFC tem como função demonstrar a variação do fluxo de caixa da empresa, evidenciando os valores das atividades operacionais, atividades de investimento, e atividades

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp

http://www.receita.fazenda.gov.br/prepararimpressao/imprimepagina.asp Page 1 of 7 Instrução Normativa SRF nº 213, de 7 de outubro de 2002 DOU de 8.10.2002 Dispõe sobre a tributação de lucros, rendimentos e ganhos de capital auferidos no exterior pelas pessoas jurídicas domiciliadas

Leia mais