1. IDENTIFICAÇÃO. TEMA DE ESTUDO DO PROFESSOR PDE Violência Escolar.

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1 1. IDENTIFICAÇÃO Professora PDE: Luiz Antonio Burim Área PDE: Gestão Escolar NRE: Apucarana Profª Orientadora IES: Profª. Ms. Luciane Guimarães Bastisttela Bianchini IES vinculada: UEL - Universidade Estadual de Londrina Escola de implementação: C.E. Osmar Guaracy Freire. Ensino Fundamental e Médio. Apucarana PR. Público objeto da implementação: Equipe Pedagógica e Professores. ÁREA DE ESTUDO Gestão escolar articulação da gestão escolar com outras instâncias institucionais: Conselhos Municipais e Comunitários, Conselhos de Direitos das Crianças e Adolescentes e Redes de Proteção. TEMA DE ESTUDO DO PROFESSOR PDE Violência Escolar. TÍTULO Discutindo com professores o Enfrentamento à Violência no Cotidiano Escolar

2 2. JUSTIFICATIVA Atualmente vivemos imersos num contexto diversificado de trocas interpessoais, dado a circulação facilitada na interação entre os indivíduos com acesso à internet e demais decorrências da globalização, o que possibilita que a construção de novas atitudes e valores seja compartilhada de modo rápido e, muitas vezes, sem a reflexão pelos alunos e professores. A violência escolar pode ser fruto das novas interações estabelecidas e sendo assim, refletir sobre o tema é importante, pois a partir disto podemos conhecer como a sociedade está interagindo com os valores e atitudes morais na contemporaneidade. Estudos como de Piaget (1994) tem revelado que as atitudes muitas vezes concebidas como imorais ou de desrespeito, como é o caso da violência escolar, podem ser decorrentes das interações que estabelecemos hoje. O autor encontrou dois tipos de interações na sociedade: de coação e cooperação, sendo que cada uma delas decorre de um tipo de formação moral. Por isso, sendo a escola um ambiente formador da moral precisa repensar sua atuação frente ao aluno e projetos como este poderão abrir novos caminhos de compreensão e atuação do professor na formação moral dos indivíduos. 3. PROBLEMATIZAÇÃO Considerando que atitudes de violência ao outro são compartilhadas diariamente no cotidiano escolar, percebe-se a necessidade de ações reflexivas junto aos educadores, a fim de promover novas possibilidades na atuação e compreensão sobre o tema. Dentre as atitudes de violência destacamos: a agressão física, verbal, simbólica (bullying e cyberbullying) e violência silenciada (indiferença ao outro) tão frequente nas escolas hoje. Portanto, sendo a escola um dos ambientes formadores das atitudes morais é importante pensarmos sobre os modos de interação ali estabelecidos, a fim de compreendermos o que a violência escolar tem a nos revelar sobre as interações escolares na contemporaneidade. Diante disto, questionamos sobre:

3 Como o professor pode interagir em suas ações com os alunos de modo a possibilitar reflexões que os ajudem a compreender a violência enquanto uma ação de desrespeito ao outro com decorrências muitas vezes destrutivas e irreparáveis? 4. OBJETIVO GERAL Promover encontros de reflexão e conhecimento com os professores sobre o enfrentamento à violência no cotidiano escolar. 5. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Refletir sobre a importância das interações cooperativas e de respeito na escola; Propor aos professores diferenciar as decorrências de um ambiente cooperativo de um ambiente de coação para com os alunos; Apresentar a teoria piagetiana sobre o desenvolvimento moral; Discutir sobre a cultura da escola, seus valores e situações de violência no cotidiano escolar; Conhecer as experiências dos professores sobre as situações de violência; Conhecer o projeto de lei sobre medidas protetivas para os casos de violência contra o professor. 6. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA/REVISÃO BIBLIOGRÁFICA O enfrentamento a violência no ambiente escolar coloca-nos, hoje, diante de reflexões importantes sobre o modo de interação estabelecida entre os indivíduos. Piaget no livro Para onde vai a Educação de 1948 e Os procedimentos da educação Moral de 1930 considera importante pensar sobre a influência das relações interpessoais e decorrências na construção de ambientes sóciocooperativos ou não. Em seus estudos sobre as atitudes morais do indivíduo, Piaget observa que na sociedade existem dois tipos de interações entre os sujeitos e que cada uma delas resultará na construção de um tipo de moral: moral da autonomia ou

4 da heteronomia. Sobre esta contribuição de Piaget, a pesquisadora Menin (2003, p.42), coloca [...] pode haver no ser humano duas tendências morais: a autonomia e a heteronomia. Porém, como psicólogo, Piaget mostrará que essas duas morais são construídas durante o desenvolvimento da criança e que a evolução de uma sobre a outra dependerá de vários fatores, principalmente os ligados às formas de relações sociais em que a criança estiver submersa. Com isto concluímos que as atitudes que a sociedade designa como moral ou não, não são atitudes inatas, mas se desenvolvem a depender das interações do indivíduo em seu desenvolvimento. Mas o que é autonomia e heteronomia? Segundo Menin (2003, p.40-41), assim define heteronomia, [...] heteronomia significa ser governado por outros, fora de nós; e significa que quando não houver outros a nos mandar, ameaçar, punir, podemos ficar sem governo e assim fazemos tudo o que nos der na telha! Na heteronomia, a obediência a uma regra se dá pelo medo à punição ou pelo interesse nas vantagens a serem obtidas pessoalmente. Enquanto que a autonomia consiste em seguirmos certas regras, normas ou leis por vontade própria. È uma vontade, é uma escolha racional e emocional que o ser humano faz a sua opção [...] a vontade dá dignidade ao humano: ele apenas obedece àquilo que lhe faz um profundo sentido interno. [...] na autonomia a obediência a uma regra se dá pela compreensão e concordância com sua vontade universal. Obedecemos porque concordamos com os motivos para a ação. Menin (2003, p ), aponta que a reciprocidade para Piaget, [...] é um modo de se relacionar com os outros no qual todos têm as mesmas oportunidades e chances de participação e interação no grupo, nas discussões enfim na moral do bem há discussão e cooperação, as pessoas envolvidas têm consciência da (s) regra (s), consideram justo aquilo que venha a resultar num beneficio distribuídos o mais igualmente possível, pois havendo e fazendo isso, garantiremos a dignidade para todo e qualquer ser humano. Para Menin (2003, pg ), a moral vem do respeito que adquirimos às regras, mas este respeito começa no respeito que temos às pessoas que nos impõe tais regras. Portanto, no cotidiano escolar deve-se analisar o contexto social e histórico dos fatos que acontecem envolvendo os educandos na questão da violência escolar, aqui podemos encaixar o que Piaget (1994) chama de moral do bem ou de autonomia. Esta moral na visão de Piaget é aquela guiada não

5 pelo risco de punição, mas pela solidariedade aos outros, pela a reciprocidade, fruto das interações em que a cooperação prevalece. Para Piaget (1973 p.32), [...] a cooperação está vinculada à interação a qual requer a formação de vínculos e a reciprocidadade afetiva dos sujeitos do processo de aprendizagem. As interações interindividuais possibilitam a modificação do sujeito na sua estrutura e do grupo como um todo, não em caráter somatório, mas em uma perspectiva de formação de um sistema de interações. Em nossa convivência com os educandos podemos analisar o seu comportamento, o seu desenvolvimento moral, como também o nosso com relação a eles. Diante de tal afirmação podemos nos questionar: Será que estamos promovendo ambientes propícios à autonomia dos alunos ou ambientes favorecedores da heteronomia? Um ambiente favorecedor da autonomia, como apontou Piaget (1994) favorece a troca de idéias e não a imposição da mesma como acontece nas interações de coação, na qual o adulto ou alguém que está num lugar de poder, faz uso de sua condição para impor uma idéia ao outro, com ênfase no respeito unilateral. Piaget (1994) considera as relações sociais de cooperação como essenciais para o desenvolvimento moral com vistas à autonomia. Neste tipo de interação os sujeitos interagem uns com os outros (cooperam uns com os outros) e na Escola isso pode ser feito, inclusive em trabalhos de relações grupais, pois a prática da cooperação torna-se necessária para resolver e desenrolar certos encontros e desencontros que acontecem numa sala de aula ou num estabelecimento de ensino. Quando um indivíduo é condicionado em seu comportamento pelo medo da punição, ou por uma recompensa prometida, não há reflexão, mas apenas a imposição de um ponto de vista, tão comum em procedimentos que visam apenas à obediência às regras. Este tipo de procedimento não tem como função educar para a autonomia, mas sim para a heteronomia. (TAYLLE, SILVA; JUSTO, 2006). Sobre as interações e atividades escolares Menin (2003, p.98) destaca que pais e professores que querem a educação para a autonomia devem

6 primeiramente considerar seus próprios comportamentos e julgamentos morais. A sua autonomia será modelo para os educandos, a ausência dela, também. Para Araújo (2003, p. 102), a moral de autonomia ou moral do bem, na qual a cooperação prevalece tem como base as relações de respeito e reciprocidade, [...] a cooperação surge como elemento central no processo de desenvolvimento cognitivo e moral da pessoa. Piaget, quando discute esse assunto em sua obra: Estudos Sociológicos (1965/73), afirma que essa natureza reflexiva, crítica e reguladora da cooperação é que permite a socialização intelectual do homem, abrindo espaço para a construção de um equilíbrio racional consciente. Em outras palavras, a reflexão crítica sobre seus atos e dos outros abre caminhos para transformações, mudança de postura que envolve valores éticos e morais como o respeito ao outro e a responsabilidade subjetiva. Assim, é a partir de situações de cooperação e reciprocidade que podemos refletir sobre o bullying com os nossos educandos, favorecendo a este uma maior compreensão da realidade escolar e sobre as decorrências de sua atuação no que diz respeito ao Enfrentamento à Violência no Cotidiano Escolar. Piaget valoriza muito a cooperação, e a define assim, [...] o desenvolvimento intelectual e moral só ocorre através da cooperação, pois dela derivam o respeito mútuo e a autonomia, enquanto a coação, como um processo que supõe relação de subordinação, impede que exista uma reciprocidade de ações e sentimentos, impossibilitando à criança a construção das estruturas mentais operatórias necessárias à conquista da autonomia, imprescindível à formação e à consolidação do mundo democrático. Piaget também discorre sobre a cisão existente entre o discurso e a prática do juízo moral nas crianças, embora ele acredite que esta cisão não ocorra freqüentemente. Ele elabora uma teoria que contempla a ação moral para que se possa levar o futuro cidadão a cumprir o ideal libertário e democrático, e não a ser apenas um bom orador ou juiz, porque acredita que é na ação moral que se confrontam afetividade e Razão. 1 Todas as escolas atuam na formação moral de seus alunos, pois a moralidade é algo maior que saber as boas regras. Vinha; Tognetta (2007) destaca que uma ação voltada ao cumprimento das regras não significa uma ação moral, pois se pensamos assim a moral não tem porque existir. 1 Fonte: acessado em 09 abr. 2011

7 Menin (2003, p.39) esclarece que a moral de um não está em que lei ou regra ou normas obedecem (...). Haverá valor moral se optar por não agredir, entendendo que a agressão não pode ser uma lei universal onde poderemos sair batendo por aí, sempre que qualquer um de nós se sentir lesado. Sendo assim como as crianças aprendem as regras sociais? Qual a melhor maneira de se discutir essas regras na escola? Essas são questões sempre presentes no dia-a-dia da sala de aula. As respostas variam de acordo com a forma pela qual o professor concebe o desenvolvimento humano e a proposta pedagógica de cada escola. A esse respeito, Piaget (1994) possibilita-nos compreender que tudo é uma construção que se fará no modo como as interações se estabelecem na escola. A coação como vimos até aqui promoverá sujeitos voltados para regulação externa e a regra quando imposta e não discutida fortalecerá este tipo de moral heterônoma. Enquanto que a regra discutida e construída com a participação de todos poderá promover espaços de reflexão, responsabilidade e construção da autonomia moral. Vinha; Tognetta (2008 p.11242) afirmam que, [...] atualmente, muitos professores sente-se impotentes e inseguros ao se depararem com problemas cada vez mais frequentes de indisciplina, de violência ou de conflitos, tais como físicas e verbais, furtos, insultos, desobediência às normas, bullying, entre outros. [...] alguns educadores sentem-se inseguros e desconhecem como poderiam intervir de forma construtiva [...] sentem-se despreparados pra realizarem intervenções diferentes de conter, punir, acusar, censurar [...] acabam por educar moralmente agindo de maneira intuitiva e improvisada, pautando suas intervenções no senso comum. As autoras defendem a ideia de que os professores para enfrentar a questão da violência na escola devem buscar formação continuada, através de cursos que possibilitem maior compreensão sobre a temática e ainda apontam que, [...] Os problemas ou desavenças, por serem naturais em qualquer relação, devem ser administrados, não sofridos. A angústia ou a insegurança leva o sujeito a resolvê-los rapidamente, de forma improvisada. [...] muitas vezes as intervenções são autoritárias e não raro desastrosas [...] compreendendo que os procedimentos que serão empregados, as situações promovidas ou as regras que serão elaboradas não devem apenas atuar sobre as consequências de um problema, mas sim sobre as causas. Uma resolução considerada eficaz em um conflito é aquela que minimiza ou elimina as

8 causas que o gerou. [...] daí a importância de se estudar e refletir com profundidade sobre a relação e realização de um trabalhado construtivo na escola para minimizar a violência, para melhoria das interações sociais e para um, maior favorecimento do desenvolvimento sócio-moral de suas crianças e jovens (Vinha; Tognetta, 2008, p ). De um modo especial a intervenção em situações de conflito interpessoal não deve ser negada. Ela deve ser discutida e refletida por todos os participantes da comunidade escolar, de modo que haja a promoção do desenvolvimento da autonomia. Vinha; Tognetta (2008 p ) afirmam: [...] favorecer o desenvolvimento a autonomia e de relações mais justas, respeitosas e solidárias [...] tomar consciência de que a ética está presente nas mais diversas dimensões da escola, tais como: na relação da equipe de especialistas com os integrantes da instituição e também no trabalho docente, ou seja, na postura, nos juízos emitidos, na qualidade das relações que são estabelecidas, nas concepções e intervenções diante da indisciplina, do bullying, das infrações, dos conflitos [...] na maneira pela qual o conhecimento é concebido, trabalhado e avaliado; na relação e nas ações com a comunidade [...] faz-se também necessário que os alunos tenham experiências vividas efetivamente com os valores morais, propiciando uma atmosfera sociomoral cooperativa no contexto educativo. [...] Deseja-se que os alunos ajam moralmente, mas não se abrem espaços pra que haja reflexão sobre as ações, sobre os princípios e as normas, sobre os valores e sentimentos que nos movem [...] para fazer com que os valores morais tornem-se centrais na personalidade, para a vivência democrática e cooperativa e para resolver problemas que requerem, o desenvolvimento das dimensões cognitivas e afetivas, assim como de habilidades interpessoais, é preciso oferecer nas instituições educativas oportunidades requentes para a realização de propostas de atividades sistematizadas que trabalhem os procedimentos da educação moral. Neste caso a violência no âmbito das Escolas Públicas Estaduais, pode ser entendida como um processo complexo e desafiador que requer um tratamento adequado, reflexivo e fundamentado teoricamente, por meio de conhecimentos científicos e desprovidos de preconceitos e discriminações. 7. ESTRATÉGIAS DE AÇÃO Esse projeto será desenvolvido no Colégio Estadual Osmar Guaracy Freire, situado no município de Apucarana e abrangerá todo o corpo docente e equipe pedagógica, sob a orientação do autor desse projeto.

9 Serão atendidos, aproximadamente, 25 (vinte e cinco) professores (as) participarão de 08 (oito) encontros de reflexão e formação, com carga horária de 04 (quatro) horas diárias, perfazendo um total de 32 (trinta e duas) horas. As atividades planejadas para formação dos (as) professores (as) apresentam a seguinte composição: momentos de reflexão com questionamentos a serem debatidos pelos professores, apresentação de filme sobre a violência e reflexão sobre a temática. Os envolvidos no trabalho deverão, após a implementação desse projeto, desenvolver ações que busquem o envolvimento da comunidade escolar nas atividades educacionais relacionadas ao tema enfrentamento à violência. Esta será uma das formas de garantir ações que levem a equipe pedagógica, professores e educandos a procurar combater, de uma forma sistemática, os atos e atitudes relacionadas ao tema em questão. Para direcionar a aplicação do projeto na escola, utilizaremos de recursos didático-pedagógicos como: aplicação de questionário elaborado para este fim, exibição de filme, palestra sobre o tema, leituras, análise e reflexões sobre textos. Feito isto, daremos início a construção e elaboração de um capítulo sobre o tema Enfrentamento à violência no cotidiano escolar, que será incorporado a um caderno temático, que será utilizado como produção didático-pedagógica, durante a implementação do projeto de intervenção do PDE. Logo em seguida daremos início à produção do artigo científico que é o trabalho final de participação do professor no Programa. Essa tarefa será realizada no segundo semestre do ano letivo de 2011, conforme cronograma abaixo: 1º Encontro Julho de h. 2º Encontro Agosto de h Apresentação do Projeto/Dinâmica com os professores (escutá-los) APLICAÇÃO DO QUESTIONÁRIO Palestra: Apresentação da Teoria Piagetiana sobre as interações humanas Palestrante: Prof. Burim ou Profª. Luciane Levantar uma questão para os professores refletirem (escrever) Entregar dilemas para os professores aplicarem com os alunos e devolverem no 7º encontro.

10 3º Encontro Agosto de h. 4º Encontro Agosto de h 5º Encontro Setembro de h. 6º Encontro Setembro de h 7º Encontro Outubro de h. 8º Encontro Novembro de h. Filme: Escritores da Liberdade Reflexão (por escrito) sobre o filme e apresentação de slides. Discussão sobre as reflexões realizadas pelos professores e troca de experiências pedagógicas para o enfrentamento à violência no cotidiano escolar. Apresentação em power point do texto: Eu acuso Questão sobre o texto: Eu acuso. Palestra: Bullying e Cyberbullying Questão sobre o tema: Bullying e Cyberbullying, presente na cartilha 2010 Projeto Justiça nas Escolas. Discussão a partir da leitura de textos sobre a violência na escola (entregar questionário aos professores) Levar ao conhecimento dos professores o Projeto de Lei nº 191/2009, que estabelece procedimentos de socialização e de prestação jurisdicional, que prevê medidas protetivas para os casos de violência contra o professor. Apresentação dos dilemas (aplicados com os alunos), os quais foram entregues no encontro anterior. Os diversos tipos de violência que enfrentamos e convivemos no ambiente escolar: síntese geral e avaliação dos encontros realizados.

11 Ago/10 Set/10 Out/10 Nov/10 Dez/10 Fev/11 Mar/11 Abr/11 Mai/11 Jun/11 Jul/11 Ago/11 Set/11 Out/11 Nov/11 Dez/11 Fev/12 Mar/12 Abr/12 Mai/12 Jun/12 Jul/12 8. CRONOGRAMA DE AÇÕES As etapas da pesquisa, realização e aplicação do projeto serão realizadas dentro dos seguintes períodos: 1º período 11/08/2010 a 22/12/2010 2º período 01/02/2011 a 30/07/2011 3º período 01/08/2011 a 22/12/2011 4º período 01/02/2012 a 30/07/2012 PERÍODO 1º Período º Período º Período º Período 2012 ATIVIDADES Escolha do Título/ tema Produção da Intenção de Pesquisa Revisão Bibliográfica Elaboração do Pré-projeto Seminário Integrador e Curso Geral I. Curso Geral II 2ª Conferência do PARFOR Inserção acadêmica 4 h. II Semana da Educação: Filosofia e Educação Inserção acadêmica. 40h. Educação Digital Curso Especifico I : Gestão Escolar Curso Especifico II Metabolismo Social Inserção acadêmica 8h; Inserção acadêmica Plano Nacional da Educação 16 h Encontros de Orientação Elaboração do projeto de Intervenção Pedagógica Revisão e Correção do Projeto Leituras Complementares Encontro de Área Apresentação do Projeto de Intervenção Pedagógica, na Escola Coleta de dados Análise de dados Entrega do Projeto de Intervenção Pedagógica para a SEED

12 Elaboração da Produção Didático-Pedagógica Entrega da Produção Didático- Pedagógica. Apresentação da Produção Didático-Pedagógica na escola Aplicação da Produção Didático-Pedagógica Caderno Pedagógico, na escola Produção do Artigo Científico Entrega do Artigo Científico 9. REFERÊNCIAS ARAÚJO, Ulisses Ferreira de et al: organizador Lino Macedo - Cinco Estudos de Educação Moral 3ª edição 2003, São Paulo: Casa do Psicólogo, 1996 (Coleção psicologia e educação). Estatuto da Criança e do Adolescente: 6ª edição revista e atualizada, Brasília 2009 Editora do Senado Federal. MENIN, Maria Suzana de Stefano, et al: organizador Lino Macedo - Cinco Estudos de Educação Moral 3ª edição 2003, São Paulo: Casa do Psicólogo, 1996 (Coleção psicologia e educação). PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Superintendência da Educação. Diretoria de Políticas e Programas Educacionais. Coordenação de Desafios Educacionais Contemporâneos. Enfretamento à Violência na Escola. Caderno Temático: 1ª edição. Curitiba: SEED, Pr PIAGET, Jean, et al: organizador Lino Macedo - Cinco Estudos de Educação Moral. 3ª edição 2003, São Paulo: Casa do Psicólogo, 1996 (Coleção psicologia e educação). PIAGET, Jean. Estudos Sociológicos, São Paulo: Companhia Editora Forense, 1973.

13 SCHILLING, Flávia, et al Violência Urbana: dilemas e desafios. 4ª edição. São Paulo: Ed. Atual, TOGNETTA, L. R. P. A construção da solidariedade e a educação do sentimento na escola: uma proposta de trabalho com as virtudes numa visão construtivista. Campinas: Mercado de Letras, TAILLE, Yves de La; SILVA, Nelson Pedro; JUSTO, José. S. Indisciplina, Disciplina: Ética, moral e ação do professor. Porto Alegre: Editora Mediação, TAILLE, Yves de La. A dimensão ética de Jean Piaget: Disponível em: Acesso em: 04 mar TOGNETTA, L. R. P; VINHA, T. P. Quando a escola é democrática: um olhar sobre a prática das regras e assembléias na escola. Campinas: Mercado de Letras, TOGNETTA, L. R. P; VINHA, T. P. A Construção da autonomia moral na escola: a intervenção nos conflitos interpessoais e a aprendizagem de valores. Disponível em: <http://www.diaadia.gov.br/cdec/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=90 > acesso em: 25 mar acessado em 09 abr <http://www.pucpr.br/eventos/educere/educere2008/anais/pdf/295_902.pdf> Acesso em 06 abr REFERÊNCIAS COMPLEMENTARES

14 ARENDT, Hannah, Da violência. Trad. De Maria Claudia Drummond Trindade, Brasília, Editora Universidade de Brasília, (Coleção Pensamento Político, 65 Título original: On violence). FANTE, Cleo. Bullying: como prevenir a violência nas escolas e educar pra a paz. Campinas SP: Verus, FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir. 31ª edição, Rio de Janeiro: Vozes 2006; GRICELDA, Azevedo Arrieta (et al) A Violência na escola: a violência na contemporaneidade e seus reflexos na escola. 1ª edição. Canoas: Ed. ULBRA, PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Superintendência da Educação. Diretoria de Políticas e Programas Educacionais. Coordenação de Desafios Educacionais Contemporâneos. Enfretamento à Violência na Escola. Caderno Temático: 1ª edição. Curitiba: SEED, Pr SCHELB, Guilherme Zanina, Violência e Criminalidade Infanto-Juvenil, 2ª edição, Brasília, ed. do autor, SCHILLING, Flávia Sobre Homens e Crimes: construindo um diálogo tenso entre Marx, Durkheim e Foucault. Revista Brasileira de Ciências Criminais, ano 4, n. 13 jan-mar, São Paulo. Ed. Revista dos Tribunais, SILVA, Ana Beatriz, Bullying: Mentes Perigosas na Escola, 1ª edição, São Paulo, Ed. Fontanar, SILVA, Nelson Pedro, Ética, indisciplina & violência nas escolas. 4ª edição. Petrópolis, RJ: Vozes, SILVA, Paulo Vinicius Baptista da; LOPES, Jandicleide Evangelista; CARVALHO, Ariane, (organizadores), Por uma escola que protege A educação e o

15 Enfrentamento à Violência contra Crianças e adolescentes, 1ª edição, Rio de Janeiro, Ponta Grossa - PR, Editora UEPG, 2008.

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