NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL

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2 NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Lei n.º 41/2013, de 26 de Junho Entrada em vigor a 1 de Setembro de 2013

3 Índice da apresentação - Qual o paradigma? - Reforma do Processo Civil? - Do Processo - Do Processo de Declaração - Do Processo de Execução - Recursos - Dos Procedimentos Cautelares - Regime Transitório

4 Processo Civil Processo Declarativo Processo Executivo Processos especiais regulados pelo CPC Tutela da personalidade; Interdições e inabilitações; Prestação de caução; Consignação em depósito; Da divisão de coisa comum; Divórcio e separação sem consentimento do outro cônjuge; Execução especial por alimentos; Liquidação da herança vaga em benefício do Estado; Prestação de contas; Regulação e repartição das avarias marítimas; Reforma de autos; Acção de indemnização contra magistrados; Revisão de sentenças estrangeiras; Processos de jurisdição voluntária;

5 Direito Adjectivo (Civil) Processos e procedimentos diversos Procedimento de despejo (Funcionários Judiciais) Procedimento de inventário (Notários) Procedimento pré-executivo (Agentes de Execução) Procedimento de divórcio (Conservadores) SIREVE (IAPMEI) e PER (CIRE) O Regime processual supletivo

6 Reforma do Processo Civil Um novo Código? O Programa do XIX Governo Constitucional prevê como medida essencial a reforma do Processo Civil, mediante a redução das formas de processo e a simplificação do regime, assegurando eficácia e celeridade, apostando, ao mesmo tempo, na desformalização de procedimentos, na oralidade processual e na limitação das questões processuais relevantes, tornando o processo mais eficaz e compreensível pelas partes. ( ) prevê-se a criação de um novo paradigma para a ação declarativa e para a ação executiva ( ) ( ) prevê-se ainda como essencial conferir maior eficácia à segunda instância ( ) ( ) a consagração de novas regras de gestão e de tramitação processual ( ) Transcrições da Explicação de Motivos da Proposta de Lei n.º 113/XII

7 Reforma do Processo Civil Um novo Código? A estrutura do novo Código I Da acção, das partes e do Tribunal II Do processo em geral III Do processo de declaração IV Do processo de execução V Dos processos especiais VI Do Tribunal Arbitral necessário

8 Reforma do Processo Civil Na nova estrutura processual é relevante: A concentração dos princípios processuais A concentração da acção declarativa num único livro A concentração da acção executiva num único livro Dados do novo CPC: 6 Livros, 36 Títulos, 1085 artigos. Dados do antigo CPC: 4 Livros, 8 Títulos, 1528 artigos.

9 Reforma do Processo Civil Objectivos do Novo Paradigma Gestão e controlo dos prazos Reforço dos poderes do juiz Celeridade processual Compreensibilidade Art. 6.º (Dever de gestão processual) Art. 602.º (Poderes do juiz)

10 Reforma do Processo Civil Pressupostos gerais referidos pelo legislador: Simplificação do regime processual Desformalização de procedimentos Maior oralidade processual Finalidade Tornar o processo mais EFICAZ e COMPREENSÍVEL para as partes

11 I. Do Processo

12 Formas de Processo Alterações mais relevantes: Forma única de processo, adaptável ao caso em concreto, por via da extinção das formas sumária e sumaríssima. Criação de uma tramitação mais simplificada para as acções de valor não superior a metade da alçada da Relação. Um novo figurino de audiência prévia e de preparação da audiência final, adaptados a cada processo. Art. 597.º (Termos posteriores aos articulados nas acções de valor não superior a metade da alçada da Relação)

13 Estrutura do Tribunal ELIMINAÇÃO do Tribunal Colectivo O Juiz da causa é competente: Audiência Prévia Audiência Final Unidade e tendencial Concentração do Julgador Nota: o juiz deve iniciar, acompanhar e terminar o processo (conduz a audiência prévia, acompanha a audiência final e profere sentença) Art. 599.º (Juiz da audiência final) Art. 605.º (Princípio da plenitude da assistência do juiz)

14 Estrutura do Tribunal MANUTENÇÃO do Relator, nas seguintes situações: Quando reformulada a decisão recorrida vier a ser interposto novo recurso da mesma. Quando existe anulação ou revogação da decisão recorrida ou intervenção do STJ em sede de Revista. Nota: é reforçado o princípio da concentração do processo ou do recurso num mesmo juiz. Art. 218.º (Manutenção do relator, no caso de novo recurso) Art. 668.º (Reforma do acórdão) Art. 605.º (Princípio da plenitude da assistência do juiz)

15 Poderes do Juiz Os poderes gestionários do Juiz Na gestão inicial (prévia) do processo; Na ordem da produção da prova e respectiva apreciação; Na tentativa de conciliação; Na audiência final; Nos procedimentos cautelares e inversão do contencioso. Art. 602.º (Poderes do juiz) Art. 512.º (Ordem dos depoimentos) Art. 367.º n. 1 (Audiência Final) em sede de procedimento cautelar

16 II. Processo de Declaração

17 Articulados Petição Inicial; Contestação; Réplica; Articulados Supervenientes. Art. 552.º (Requisitos da petição inicial) Art. 572.º (Elementos da contestação) Art. 584.º (Função da Réplica) Articulados supervenientes Arts. 588.º e 589.º

18 Articulados Poderes de cognição do juiz Factos articulados pelas partes ( factos essenciais que constituem a causa de pedir ); Os factos instrumentais que resultem da instrução da causa ( a admissão de factos instrumentais pode ser afastada por prova posterior ); Os factos que sejam complemento ou concretização dos que as partes hajam alegado e resultem da instrução da causa, desde que sobre eles tenham tido a possibilidade de se pronunciar; Os factos notórios e aqueles de que o tribunal tem conhecimento por virtude do exercício das suas funções. Art. 5.º (Ónus de alegação das partes e poderes de cognição do tribunal) Art. 3.º (Necessidade do pedido e da contradição)

19 Articulados Ónus de alegação das partes Às partes cabe alegar os factos essenciais que constituem a causa de pedir e aqueles em que se baseiam as excepções invocadas. Expor os factos essenciais que constituem a causa de pedir e as razões de direito que servem de fundamento à acção (Petição Inicial); Expor os factos essenciais em que se baseiam as excepções deduzidas, especificando-as separadamente, sob pena de os respectivos factos não se considerarem admitidos por acordo por falta de impugnação (Contestação); Art. 5.º (Ónus de alegação das partes e poderes de cognição do tribunal) Art. 552.º (Requisitos da petição inicial) Art. 572.º (Elementos da contestação)

20 Articulados Ónus de impugnação Ao contestar, deve o réu tomar posição definida perante os factos que constituem a causa de pedir invocada pelo autor. Consideram-se admitidos por acordo os factos que não forem impugnados, salvo se estiverem em oposição com a defesa considerada no seu conjunto, se não for admissível confissão sobre eles ou se só puderem ser provados por documento escrito. A admissão de factos instrumentais pode ser afastada por prova posterior. Art. 571.º (Defesa por impugnação e defesa por excepção) Art. 574.º (Ónus de impugnação) Art. 572.º (Elementos da contestação)

21 Articulados Admissibilidade da reconvenção Em caso de direito a benfeitorias e/ou reconhecimento de um crédito. Função da Réplica Defesa quanto à matéria da reconvenção; Não é admissível resposta às excepções deduzidas na contestação; As excepções deduzidas na réplica consideram-se não admitidas. Nota: Desaparecimento da tréplica (sem prejuízo da resposta às excepções na Audiência Prévia). Art. 584.º (Função da Réplica) Art. 587.º (Posição do autor quanto aos factos articulados pelo réu) Art. 266.º (Admissibilidade da Réplica)

22 Gestão inicial do processo Gestão inicial (prévia) pelo Juiz: Despacho liminar; Despacho pré-saneador; Despacho saneador; Despacho prosseguimento; Despacho mediação; Arts. 590.º n. 1 Art. 590.º n. 2 Art. 591.º n. 1 al. d) Art. 596.º n. 1 Art. 594.º n. 4

23 Gestão inicial do processo Findos os articulados, o juiz profere, sendo caso disso, despacho pré-saneador destinado a: Providenciar pelo suprimento de excepções dilatórias; Providenciar pelo aperfeiçoamento dos articulados; Determinar a junção de documentos com vista a permitir: A apreciação de excepções dilatórias; O conhecimento, no todo ou em parte, do mérito da causa. Art. 590.º (Gestão inicial do processo) Art. 7.º (Princípio da Cooperação)

24 Gestão Inicial do Processo Reforço dos princípios: Da cooperação; Do contraditório; Da oralidade. Nota: É alterada a denominação de Audiência Preliminar para Audiênca Prévia e ampliado o princípio da adequação formal. Título II - Capítulo V (Da gestão inicial do processo e da audiência prévia) Artigos 590.º a 598.º

25 Audiência Prévia É OBRIGATÓRIA, salvo: Nas acções não contestadas, que tenham prosseguido em regime de revelia inoperante. Nas acções que devam findar no despacho-saneador pela procedência de uma excepção dilatória debatida nos articulados. Nestes casos, o juiz profere: Despacho saneador, identifica o objecto do litigio, enuncia os temas da prova, programa e agenda os actos a realizar na audiência final (número de sessões e duração). Nota: Nestas situações as Partes podem reclamar, requerendo a realização da audiência prévia. Art. 592.º (Não realização da audiência prévia) Art. 593.º (Dispensa da audiência prévia)

26 Audiência Prévia Alargamento da finalidade: Identificar o objecto do litigio e enunciar os temas da prova (despacho). Programar actos a realizar na Audiência Final (estabelecendo o número de sessões, duração provável e designar datas). Alteração do âmbito: Exercício do contraditório (discussão de facto e direito). Tentativa de conciliação das partes (nos termos do art. 594.º). Nota: Em face do poder de adequação formal previsto no art. 597.º podem ocorrer alterações! Art. 591.º (Audiência Prévia) Art. 597.º (Termos posteriores aos articulados nas acções de valor não superior a metade da alçada da Relação)

27 Audiência Prévia Exercício do contraditório Discussão de facto e de direito, nos casos em que ao juiz cumpra apreciar excepções dilatórias ou do mértio da causa; Discussão das posições das partes para delimitação do objecto do litígio; Suprir as insuficiências ou imprecisões na exposição da matéria de facto que subsistam na sequência do debate; Nota: Não está previsto o debate / participação das partes sobre os temas da prova! Art. 591.º (Audiência Prévia)

28 Da Conciliação Tentativa de conciliação das partes (Mediação?) É admissível em qualquer estado do processo (se as partes o requererem ou o juiz a considere oportuna), sendo um dos fins possíveis da audiência prévia; A tentativa de conciliação é presidida pelo juiz, que se empenha activamente na obtenção da solução de equidade mais adequada aos termos do litígio ; Caso a conciliação não ocorra, ficam consignadas em acta as concretas soluções sugeridas pelo juiz, bem como os fundamentos que, no entendimento das partes, justificam a persistência do litígio. Art. 594.º (Tentativa de conciliação) Art. 604.º (Tentativa de conciliação e demais actos a praticar na audiência final)

29 Prova documental Da Prova Documentos são juntos com o articulado ou requerimento em que se alegam os factos correspondentes, caso contrário, apenas poderão ser apresentados até 20 dias antes da data de realização da audiência final (com a respectiva condenação em multa). Apresentação do Rol de testemunhas A indicação das testemunhas deve ser efectuada no próprio articulado ou requerimento em que essas testemunhas sejam relevantes, mas, admitemse aditamentos ou alterações até 20 dias antes da data em que se realize audiência final. Caso uma das partes use dessa faculdade, a parte contrária pode aditar ou alterar o seu rol nos cinco dias seguintes. Inquirição de testemunhas Suprime-se a limitação da inquirição de testemunhas a certos factos. Atendendo aos temas da prova, cada testemunha pode ser inquirida sobre a totalidade dos factos. Art. 423.º (Momento da apresentação) Art. 598.º (Alteração do requerimento probatório e aditamento ou alteração ao rol de testemunhas) Art. 515.º (Incidente de impugnação)

30 Da Prova Redução do número de testemunhas (depoimentos) Fixado em 10 para cada partes + 10 em caso de reconvenção. O Juiz pode, por decisão irrecorrível, admitir mais testemunhas a depor e alterar a ordem dos depoimentos. Intervenção das partes (declarações) As partes podem requerer, até ao inicio das alegações orais em 1ª instância, a prestações de declarações sobre os factos em que tenham intervindo pessoalmente ou que tenham conhecimento directo. o Tribunal aprecia livremente este meio de prova. Verificações não judiciais qualificadas (relatórios) Incumbe-se técnico ou pessoa qualificada de proceder aos autos de inspecção de coisas ou locais, ou reconstituição dos factos e de apresentar relatório. o Tribunal aprecia livremente este meio de prova. Art. 511.º (Limite do número de testemunhas) Art. 466.º (Declarações das partes) Art. 494.º (Verificações não judiciais qualificadas)

31 Audiência Final Juiz da audiência final (concentração do Julgador) Inadiabilidade da audiência final, salvo se: Houver impedimento do Tribunal. Não tendo existido marcação da data na audiência prévia, faltar o Advogado. Ocorrer motivo que constitua justo impedimento. Nota: Nestas situações deve ser reagendada a audiência final e consignado nos autos o respectivo fundamento. Art. 599.º (Juiz da audiência final) Art. 602.º (Poderes do juiz) Art. 603.º (Realização da audiência)

32 Audiência Final Gravação, por regra, da audiência final: Art. 155.º (Gravação da audiência final e documentação dos demais atos presididos pelo juiz) Limitação à suspensão da instância por acordo das partes: As partes podem acordar na suspensão da instância por período não superior a 3 meses, desde que isso não implique o adiamento da audiência final, quando esta tenha sido agendada na audiência prévia. Art. 269.º, n.º1, al.c) (Causas de suspensão da instância) Art. 272.º, n.º4 (Suspensão por determinação do juiz ou por acordo das partes)

33 Audiência Final Junção das alegações de direito e de facto: Finda a produção da prova seguem-se as alegações orais, que consistem nas conclusões de facto e de direito extraídas da prova produzida. A inexistência de base instrutória/questionário dificulta a produção de alegações (na audiência prévia são referidos os temas da prova ). Art. 604.º n. 3 (Tentativa de conciliação e demais atos a praticar na audiência final) Art. 295.º (Alegações orais e decisão) Incidentes de instância

34 Sentença Novo regime: Exigência de, para além da fundamentação, fazer constar na própria sentença quais os factos que o Juiz julga provados e não provados. É a primeira referência expressa, da parte do Juiz, a quais os factos provados e não provados. Artigo 607.º - Sentença ( ) 3 - Seguem-se os fundamentos, devendo o juiz discriminar os factos que considera provados e indicar, interpretar e aplicar as normas jurídicas correspondentes, concluindo pela decisão final. 4 - Na fundamentação da sentença, o juiz declara quais os factos que julga provados e quais os que julga não provados, analisando criticamente as provas, indicando as ilações tiradas dos factos instrumentais e especificando os demais fundamentos que foram decisivos para a sua convicção; o juiz toma ainda em consideração os factos que estão admitidos por acordo, provados por documentos ou por confissão reduzida a escrito, compatibilizando toda a matéria de facto adquirida e extraindo dos factos apurados as presunções impostas pela lei ou por regras de experiência. ( ) Art. 607.º (Sentença) Art. 608.º (Questões a resolver Ordem do julgamento)

35 III. Do Processo de Execução

36 Títulos Executivos Redução dos títulos executivos Retira-se exequibilidade aos documentos particulares; Nota: Condiciona-se a exequibilidade dos documentos exarados e autenticados. Novo elenco dos títulos executivos: Sentenças condenatórias; [a execução é tramitada nos próprios autos através de simples requerimento] Documentos exarados ou autenticados, que importem constituição ou reconhecimento de qualquer obrigação; Títulos de créditos (e meros quirógrafos, com limitações); Documentos cuja forma executória é atribuída por lei. Art. 703.º (Espécies de títulos executivos) Art. 707.º (Exequibilidade dos documentos autênticos ou autenticados)

37 Execução para pagamento de quantia certa Eliminação da forma única de processo executivo. Ordinária (Intervenção liminar do Juiz) - art. 724.º e seguintes: Citação prévia do executado, salvo quando: Carácter de urgência Verificação do justo receio Sumária art. 855.º e seguintes Dispensa da intervenção liminar do Juiz; Penhora imediata, prévia à citação do executado; Remessa do requerimento por via electrónica para o AE. Títulos executivos (art. 550.º): Decisão arbitral ou judicial; Injunção com formula executória; Títulos extrajudiciais de obrigações pecuniárias garantidas por hipoteca ou penhor; Títulos Extrajudiciais de obrigações pecuniárias vencidas cujo valor não exceda o dobro da alçada do tribunal de 1ª Instância.

38 Atribuições do Juiz Dependem de decisão judicial os actos ligados ao princípio da reserva do juiz ou susceptíveis de afectar direitos fundamentais. Exclusiva atribuição do Juiz : Proferir despacho liminar Julgar a oposição à execução e à penhora Verificar e graduar créditos Decidir reclamações de actos e impugnações de decisões do agente da execução Adequar o valor da penhora de vencimentos à situação económica e familiar do executado Tutelar os interesses do executado quando estiver em causa a sua habitação Autorizar o fraccionamento do prédio penhorado Designar administrador para proceder à gestão ordinária do estabelecimento comercial penhorado Aprovar as contas na execução para prestação de facto Autorizar a venda antecipada de bens penhorados, em caso de deterioração ou depreciação ou quando haja vantagem na antecipação da venda Decidir o levantamento da penhora em sede de oposição incidental do exequente a esse levantamento, perante o agente de execução, na sequência de pedido de herdeiro do devedor Art. 723.º (Competência do juiz)

39 Oposição à Execução Efeitos do recebimento de embargos Novidades! É afastada a suspensão automática da execução, inexistindo citação prévia, por mero efeito do recebimento dos embargos. A execução só é suspensa mediante pagamento de caução. (Excepto se o bem penhorado for casa de habitação efectiva do executado; situação em que o Juiz pode determinar que a venda aguarde decisão sobre a oposição). A execução pode ser suspensa sem prestação de caução, por decisão do Juiz, ouvido o embargado, se tiver sido impugnada a exigibilidade ou a liquidação da obrigação exequenda. Art. 733.º (Efeito do recebimento dos embargos)

40 Comunicabilidade da dívida Novo regime: Comunicação da dívida ao cônjuge não executado: Nos títulos extrajudiciais apenas subscritos por um dos cônjuges. Através de incidente declarativo na própria execução. 1 - Movida execução apenas contra um dos cônjuges, o exequente pode alegar fundamentadamente que a dívida, constante de título diverso de sentença, é comum; a alegação pode ter lugar no requerimento executivo ou até ao início das diligências para venda ou adjudicação, devendo, neste caso, constar de requerimento autónomo, deduzido nos termos dos artigos 293.º a 295.º e autuado por apenso.( ) Art. 741.º (Incidente de comunicabilidade suscitado pelo exequente)

41 Ordem de penhora dos bens Supressão da ordem de prioridade da penhora de bens: O agente de execução realiza as penhoras pelos bens cujo valor pecuniário seja de mais fácil realização, devendo, contudo, respeitar as indicações do exequente, nos termos do art. 751.º n. 2: 2 - O agente de execução deve respeitar as indicações do exequente sobre os bens que pretende ver prioritariamente penhorados, salvo se elas violarem norma legal imperativa, ofenderem o princípio da proporcionalidade da penhora ou infringirem manifestamente a regra estabelecida no número anterior. ( ) Nota: No quadro actual do CPC (art. 834.º) está consagrada uma ordem de realização de penhora de bens, existindo bens preferencialmente penhoráveis. Art. 751.º (Ordem de realização da penhora)

42 Regras da penhora Penhora de saldos bancários: Abolição da necessidade de despacho judicial, sendo autorizada a comunicação electrónica do AE directa para as entidades bancárias Dois dias úteis para resposta 1 - A penhora que incida sobre depósito existente em instituição legalmente autorizada a recebê-lo é feita por comunicação eletrónica realizada pelo agente de execução às instituições legalmente autorizadas a receber depósitos nas quais o executado disponha de conta aberta, com expressa menção do processo, aplicando-se o disposto nos números seguintes e no n.º 1 do artigo 417.º. Art. 780.º (Penhora de depósitos bancários)

43 Regras da penhora Penhora de veículos automóveis É precedida de imobilização do veículo, sendo estabelecida a regra da sua remoção. Art. 768.º (Penhora de coisas móveis sujeitas a registo) Penhora de rendimentos periódicos Não havendo oposição ou sendo esta improcedente o Agente de Execução entrega as quantias depositadas e adjudicadas directamente ao exequente. Art. 779.º, n.º 3 (Penhora de rendas, abonos, vencimentos ou salários)

44 Modalidades de Vendas Mantêm-se as modalidades de venda actualmente elencadas no artigo 886º do CPC, reforçando o direito do exequente, a saber: Venda mediante propostas em carta fechada; Venda em mercados regulamentados; Venda direta a pessoas ou entidades que tenham direito a adquirir os bens; Venda por negociação particular; Venda em estabelecimento de leilões; Venda em depósito público ou equiparado; Venda em leilão eletrónico. Nota: Contudo, atribui-se a possibilidade do exequente adquirir o bem através de licitação, na hora da venda, com o proponente de maior valor. Art. 811.º (Modalidades de venda) Art. 820.º, n.º 1 (Abertura das propostas)

45 Modalidades de Vendas Opção pela venda em leilão electrónico A venda de bens imóveis e de bens imóveis penhorados é feita preferencialmente em leilão electrónico, excepto na venda directa e venda em bolsa (em termos a definir por portaria). À venda em leilão electrónico aplicam-se as regras relativas à venda em estabelecimento de leilão (em tudo o que não estiver especialmente regulado pela portaria a publicar). Nota: Falta publicar a portaria que irá regular esta modalidade de venda. Art. 837.º (Venda em leilão electrónico)

46 Do pagamento em prestações e do acordo global Consequências da falta de pagamento: Pagamento em prestações Vencimento imediato de qualquer das prestações. Podendo o exequente requerer a renovação da instância. Acordo global Dez dias após a interpelação escrita do exequente ou do credor reclamante, na falta de convenção expressa em contrário, implica a caducidade do acordo global, podendo requerer-se a renovação da execução. Art. 810.º (Acordo global) Art. 808.º (Consequências da falta de pagamento) Art. 806.º (Pagamento em prestações)

47 Do pagamento em prestações e do acordo global Novas noções! Conversão da penhora automaticamente em hipoteca ou penhor; Convenção de garantias adicionais ou sua substitulção; Renovação da execução: A extinção da execução não obsta a que a acção executiva se renove no mesmo processo para pagamento de prestações que se vençam posteriormente, quando: o título tenha trato sucessivo; a requerimento de renovação para efectiva verificação, graduação e pagamento do seu crédito, pelo credor reclamante, cujo crédito esteja vencido e haja reclamado para ser pago pelo produto de bens penhorados que não chegaram entretanto a ser vendidos nem adjudicados. Art. 810.º (Acordo global) Art. 808.º (Consequências da falta de pagamento) Art. 806.º (Pagamento em prestações) Art. 807.º (Garantia do crédito exequendo) Art. 850.º (Renovação da execução extinta)

48 Do Pagamento em Prestações e do Acordo Global Qual o âmbito do acordo global? Por acordo entre exequente, executado e credores reclamantes, as partes podem acordar, livremente, a alteração de prazos, perdões de dívidas, substituição de garantias, nos termos do art. 810.º n. 1: 1 O executado, o exequente e os credores reclamantes podem acordar num plano de pagamentos, que pode consistir nomeadamente numa simples moratória, num perdão, total ou parcial, de créditos, na substituição, total ou parcial, de garantias ou na constituição de novas garantias. ( ) Art. 810.º (Acordo global) Art. 806.º (Pagamento em prestações)

49 Extinção da Instância Para além das actuais situações de extinção da acção executiva, são criadas as seguintes situações: 1.ª Situação Requerimento Executivo Secretaria comunica ao AE p/proceder a diligências de penhora (3 meses sem localizar bens) AE notifica exequente e executado (para, no prazo de 10 dias, indicarem bens) Não se verificando resposta nem do exequente nem do executado Art. 750.º, n.º1 (Diligências subsequentes) Extinção

50 Extinção da Instância 2.ª Situação Requerimento Executivo Penhora Citação do Executado Frustração da citação pessoal NÃO HÁ LUGAR A CITAÇÃO EDITAL Art. 750.º, n.º1 (Diligências subsequentes) Extinção

51 Extinção da Instância 3.ª Situação Notificação para pagamento de quantias em dívida ao AE 30 dias após a data da notificação Não havendo pagamento das quantias em dívida ao AE Extinção Art. 721.º, n.º3 (Pagamento de quantias devidas ao agente de execução) Art. 849.º, n.º3 (Extinção da execução)

52 IV. Dos Recursos

53 Recursos Reforço dos poderes da 2ª Instância em sede de reapreciação da matéria de facto impugnada: Anular a decisão recorrida; Ordenar a renovação da produção de prova; Ordenar a produção de novos meios de prova. Livro III Título V Dos Recursos (Art. 627.º e seguintes) Art. 662.º (Modificabilidade da decisão de facto) Art. 668.º (Reforma do acórdão) Art. 665.º (Regra da substituição ao tribunal recorrido)

54 Recursos Alteração do regime da dupla conforme: Não é admissível o recurso de Revista, quando o acórdão da Relação confirme a decisão proferida na 1ª Instância, na seguinte situação: Sem voto de vencido e sem fundamentação essencialmente diferente 3 Sem prejuízo dos casos em que o recurso é sempre admissível, não é admitida revista do acórdão da Relação que confirme, sem voto de vencido e sem fundamentação essencialmente diferente, a decisão proferida na 1.ª instância,.. Nota: Não existe dupla conforme se existir fundamentação essencialmente diferente. Art. 629.º (Decisões que admitem recurso) Art. 671.º (Decisões que comportam revista)

55 V. Dos Procedimentos Cautelares

56 Dos Procedimentos Cautelares Novidades! Procedimento autónomo (urgente) Tutela da personalidade (processo especial); Consagração do regime da inversão do contencioso Procedimento cautelar independente da causa principal; Livro V Título I Tutela da personalidade Arts. 878.º a 880.º Art. 364.º (Relação entre o procedimento cautelar e a acção principal)

57 Dos Procedimentos Cautelares Previsão de situações que impõem a Inversão do Contencioso: Dispensa o requerente da providência cautelar da propositura da acção principal; Obrigando ao invés o requerido a propor a acção para impugnar a existência do direito acautelado no prazo de 30 dias; Não o fazendo a providência cautelar consolida-se como solução definitiva do litígio. Art. 364.º (Relação entre o procedimento cautelar e a acção principal) Art. 372.º (Contraditório subsequente ao decretamento da providência) Art. 369.º (Inversão do contencioso) Art. 376.º (Aplicação subsidiária aos procedimentos nominados) Art. 370.º (Recursos) Art. 382.º (Inversão do contencioso) na suspensão de deliberações sociais

58 VI. Do Regime Transitório Lei n.º 41/2013, de 26 de Junho

59 Aplicação no tempo O novo CPC é, a partir de 1 de Setembro de 2013, imediatamente aplicável às acções declarativas pendentes, excepto no que diz respeito às normas reguladoras dos actos processuais da fase dos articulados, sendo que as referências legais ao processo declarativo ordinário, sumário ou sumaríssimo consideram-se feitas para o processo declarativo comum Nos processos de natureza civil não previstos no CPC também só será admissível juiz singular (excepto nas acções já pendentes no dia 1 de Setembro de 2013) Art. 5.º da Lei n.º 41/2013

60 Acção Executiva e Procedimentos Cautelares O novo CPC é, a partir de 1 de Setembro de 2013, aplicável a todas as execuções pendentes, com as necessárias adaptações, sendo que as disposições referentes aos títulos executivos, formas do processo executivo, requerimento executivo e tramitação da fase introdutória só são aplicáveis às execuções iniciadas após a sua entrada em vigor. O novo CPC não é aplicável aos procedimentos cautelares instaurados antes da sua entrada em vigor. Art. 6.º da Lei n.º 41/2013 Art. 7.º n. 2 da Lei n.º 41/2013

61 Recursos Aos recursos interpostos de decisões proferidas a partir da entrada em vigor da presente lei em acções instauradas antes de 1 de Janeiro de 2008 aplica-se o regime de recursos decorrente do Código de Processo Civil anterior, com as alterações agora introduzidas. Excepção: O disposto no n. 3 do art. 671.º do novo Código (para essas acções continua a aplicar-se o regime antigo da dupla conforme). Art. 7.º n. 1 da Lei n.º 41/2013

62 Intervenção oficiosa do Juiz Entre 1 de Setembro de 2013 e 1 de Setembro de 2014, Em caso de erro sobre o regime legal aplicável por aplicação das normas transitórias, o Juiz deverá proceder à sua correcção ou convidar a parte a fazê-lo. Em caso de erro sobre o regime processual aplicável por aplicação das normas transitórias, podendo praticar acto não admissível ou omitir acto que seja devido, deve o juiz, quando aquela prática ou omissão ainda sejam evitáveis, promover a superação do equívoco. Art. 3.º da Lei n.º 41/2013

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