INSTRUÇÃO ÍNDICE. Revisão Data Natureza da Revisão APROVAÇÃO. Emissão inicial cancela e substitui a PRA-D-20098

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1 1/5 ÍNDICE ITEM TÓPICO I OBJETIVO 02 II ABRANGÊNCIA 02 III RESPONSÁVEIS 02 IV DOCUMENTOS RELACIONADOS 02 V NORMAS GERAIS 02 VI PROCEDIMENTOS 03 Revisão Data Natureza da Revisão APROVAÇÃO Emissão inicial cancela e substitui a PRA-D-298 Elaborado pela Diretoria de Rede de Acesso - DA DAM01 José Geraldo Câmara Barbosa Gerente de Métodos, Controle Operacional e Qualidade (DAM04) Este documento só é valido em meio eletrônico, ou seja, disponibilizado no Portal de Processos e/ ou MGO. Qualquer cópia em meio físico é considerada cópia não controlada.

2 2/5 I. OBJETIVO Este Documento tem por objetivo padronizar a entrada de energia elétrica para telefone de uso público fixo sem fio Padrão CPFL. Esta padronização visa estabelecer as condições mínimas necessárias para o fornecimento de energia elétrica aos telefones de uso público fixo sem fio tipo WLL, de instalação externa e interna. II. ABRANGÊNCIA Este documento abrange as Empresas Contratadas e todas as Gerências das seguintes Superintendências: Superintendência de Rede de Acesso Centro Oeste (DAI) Superintendência de Rede de Acesso Sudeste (DAS) Superintendência de Rede de Acesso SP Leste (DAL) Superintendência de Rede de Acesso SP Oeste (DAW) Superintendência de Métodos, Coordenação e Fiscalização (DAM) III. RESPONSÁVEIS É responsabilidade da Gerencia de Métodos, Controle Operacional e Qualidade (Dam04) a padronização, divulgação e implantação junto às áreas no âmbito da Diretoria de Rede de Acesso (DA). IV. DOCUMENTOS RELACIONADOS Este Documento tem interação com o documento Nº. 681 da CPFL: Padrão para Fornecimento de Energia Elétrica às Telefones Públicos Fixos sem Fio V. NORMAS GERAIS 5.01 O sistema WLL tem a característica básica de uma tecnologia de linha telefônica fixa sem fio, ou seja, a comunicação não se estabelece através de meio físico, contudo, não prescinde de uma fonte de alimentação de energia A energização desta carga pressupõe que toda a tratativa comercial do fornecimento já tenha sido estabelecida, tendo em vista se tratar de fornecimento com faturamento por estimativa Os postinhos de fixação dos telefones de uso público devem ser de fabricantes cadastrados na CPFL, zincados a fogo, com 101,6 mm de diâmetro e espessura da parede de, no mínimo, 4,75 mm. Podem ser pintados, porém, desde que mantidas as características citadas na zincagem As características básicas do cabo coaxial, anti-furto, de alimentação de energia elétrica, são mostradas na figura 1.

3 3/5 Figura Os condutores devem ser instalados de forma a permitir as seguintes distâncias mínimas, medidas na vertical, entre o condutor e o solo: 5,50 m no cruzamento de ruas e avenidas e entradas de garagens de veículos pesados; b) 4,50 m nas entradas de garagens residenciais, estacionamentos ou outros locais não acessíveis a veículos pesados; c) 3,50 m nos locais exclusivos a pedestres. VI. PROCEDIMENTOS INSTALAÇÃO Instalação Externa 5.06 No padrão de ligação externo, a conexão e a amarração do ramal de ligação na rede secundária e no ponto de entrega deve ser executada pela CPFL. A ancoragem do ramal de ligação no ponto de entrega deve ser construída pela TELEFÔNICA, inclusive a instalação das amarrações secundárias e isoladores A figura 2 mostra o padrão de instalação externa.

4 4/5 Figura 2 Instalação Interna 5.08 No padrão de ligação interna, a TELEFÔNICA deve fornecer os conectores tipo parafuso fendido para a conexão com o ramal de entrada. A mão-de-obra de conexão deve ser da CPFL que deslacrará e lacrará a caixa após o serviço executado A figura 3 mostra o padrão de instalação interna.

5 5/5 Figura O cabo coaxial não deve ser secionado, ou seja, deve interligar diretamente, sem interrupções ou conexões, desde a caixa de medição até a carga, a menos da proteção interna, com disjuntores lacrados O cabo coaxial, no ponto de derivação do ramal de entrada do estabelecimento comercial, deve ter uma etiqueta de identificação, com os dizeres abaixo, legível e indelével, como mostra a figura 4. Figura 4

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