SENSOR DE MONITORIZAÇÃO DE ATUAÇÃO DA VÁLVULA DE ESCAPE ATMOSFÉRICO (VEA)

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1 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA (VEA) ET de novembro de 2013

2 Página 2 de 10 ÍNDICE Registo das revisões Objetivo Âmbito Referências Definições / Siglas Requisitos Generalidades Requisitos construtivos Requisitos funcionais Sinalização de estado Transmissão de dados Alimentação Ligações Dimensões Ensaios Requisitos de Segurança Acreditação inicial de fornecedores e aprovação de produtos Fornecimento de documentação Critérios de aceitação antes da entrega Modificação de um modelo aprovado Marcação Transporte e embalagem... 10

3 Página 3 de 10 Registo das revisões Nº da revisão Data Motivo 0 Redação inicial.

4 Página 4 de Objetivo A presente Especificação Técnica de Material tem como objetivo, definir as principais características de construção e funcionamento de Sensores de Monitorização de Atuação da Válvula de Escape Atmosférico (VEA), bem como os requisitos e condições técnicas a respeitar com vista à aprovação do modelo, para poder ser fornecido à EDP Gás. 2. Âmbito Esta Especificação Técnica aplica-se aos Sensores de Monitorização de Atuação da Válvula de Escape Atmosférico (VEA), aplicados a jusante da VEA, na linha de escape dos PRM de rede. Estes dispositivos emitem um sinal para a UTR, sempre que a VEA é atuada por excesso de pressão. 3. Referências Referências externas: Diretiva 94/9/CE Diretiva europeia relativa a equipamentos em atmosferas explosivas, ATEX Decreto-Lei n.º 236/2003, de 30 de Setembro Decreto relativo às prescrições mínimas de protecção e segurança dos trabalhadores expostos a riscos derivados de atmosferas explosivas Diretiva 2004/108/CE Diretiva europeia relativa à compatibilidade eletromagnética de equipamentos, EMC NP EN Graus de protecção assegurados pelos invólucros (Código IP) EN Electrical apparatus for explosive gas atmospheres Referências internas: ET 206 Postos de Regulação de 2ª e 3ª classes ET Unidade de transmissão de dados de contagem

5 Página 5 de Definições / Siglas ATEX (Atmosferas Potencialmente Explosivas) Sigla utilizada para designar atmosferas potencialmente explosivas, de acordo com a Directiva europeia 94/9/CE, transposta para o Direito Português pelo Decreto-Lei 236/2003. NAMUR (Normen Arbeitsgemeinschaft Für Mess- Und Regelungstechnik) Sensor indutivo, fabricado de acordo com as normas NAMUR. PRM (Posto de redução de pressão e medida) Equipamentos que se instalam num ponto de rede submetido a uma pressão de serviço variável, com o objectivo de medir e assegurar a passagem de gás param jusante, em condições de pressão predeterminadas. Reed Contacto elétrico que é atuado por um campo magnético UTR (Unidade de Transmissão Remota) Equipamento do sistema de transmissão de dados que faz interface entre os equipamentos de campo e o SCADA (Supervisory Control anda Data Acquisition). VEA (Válvula de escape atmosférico) Válvula que atua no caso da pressão a montante da mesmo ultrapassar um valor pré-definido, libertando gás para a atmosfera.

6 Página 6 de Requisitos 5.1. Generalidades Serão aceites diferentes soluções tecnológicas que detectem a passagem de gás pela tubagem de escape, tais como: Sensores acústicos; Elementos deslocados pelo fluxo de gás no interior da tubagem; Sensores de pressão; Em todos os casos é fundamental garantir o cumprimento de todos os requisitos referidos neste documento, excepto o ponto Requisitos construtivos O equipamento dever ser adequado para o contacto com gás natural. O invólucro do sensor deverá protegê-lo das condições atmosféricas quando instalado no exterior. O material deverá ser resistente a radiação UV, corrosão e erosão. O equipamento deve ser projectado para resistir a uma temperatura ambiente mínima de -20 C e máxima de +60 C. O índice de proteção deve ser no mínimo IP65, segundo a norma EN Requisitos funcionais Sinalização de estado O sensor deverá ser fiável, para evitar alarmes falsos, e apresentar sinalização que evidencie o seu estado, ou seja, no caso de atuação devido ao disparo da VEA, deve ficar visível, no local, que o equipamento foi atuado. Esta sinalização poderá ser luminosa (por exemplo um LED) ou mecânica (por deslocação de algum componente) Transmissão de dados O sinal de entrada poderá ser gerado por atuação magnética de um contacto Reed ou NAMUR. O equipamento deverá ser fornecido com um cabo de comprimento mínimo de 1 m.

7 Página 7 de Alimentação Se necessário, o dispositivo será alimentado por uma fonte externa (UTR) e deve operar entre 17 e 30 V, CC. Caso a tensão de alimentação seja diferente do valor indicado, o fornecedor deverá solicitar à EDP Gás Distribuição um parecer técnico à solução proposta Ligações Caso a solução tecnológica proposta, passe pela aplicação de um acessório no interior da tubagem (por exemplo), as ligações de entrada e saída do sensor devem ser do tipo: Rosca gás (BSPP), fêmea, de uma polegada (G 1 ). As ligações podem ser do tipo esquadria (nº1 na figura 1) ou em linha (nº2 na figura 1). Figura 1: Possíveis ligações à tubagem de escape Nestes casos (soluções invasivas), a perda de carga introduzida no tubo não deve por em causa o correto funcionamento da VEA. O fornecedor deve provar, mediante cálculos ou resultados experimentais qual a perda de carga que o seu equipamento introduz no sistema.

8 Página 8 de Dimensões As dimensões máximas (incluindo as ligações roscadas) não devem ultrapassar: a = 200 mm b = 200 mm Estes limites são válidos para uma configuração em esquadria ou em linha. 6. Ensaios Os requisitos, bem como as condições de funcionamento referidos nos pontos anteriores são garantidos pelo cumprimento de ensaios. Cabe ao fornecedor do equipamento prestar provas do cumprimento dos requisitos mencionados nesta especificação técnica. Lista de principais ensaios a realizar: Ensaio que comprove o cumprimento dos requisitos funcionais Ensaios que comprove o índice de protecção mínimo (IP65) Ensaio de compatibilidade electromagnética (EMC) O fornecedor deve referir as condições a que cada ensaio foi realizado e quais as normas em que se baseou. Se o fornecedor efetuar mais ensaios que os referidos anteriormente, deve apresentar os resultados e as normas que os sustentam.

9 Página 9 de Requisitos de Segurança O equipamento tem de ser aprovado segundo a diretiva 94/9/CE e estar de acordo com o certificado de verificação ATEX da CE, devendo estar apto para operar em atmosferas potencialmente explosivas com classificação de Zona 1 de acordo com a norma EN A respetiva marcação Ex deve constar no aparelho em local que permita uma leitura fácil. 9. Acreditação inicial de fornecedores e aprovação de produtos O Sistema de Garantia da Qualidade do fabricante deve estar em conformidade com a norma EN ISO Os sensores serão aprovados pela EDP Gás depois de concluídas as seguintes etapas: Fornecimento de documentação Ensaio (modelos novos) 9.1. Fornecimento de documentação O fornecedor deverá entregar a seguinte documentação, em formato digital: Cópia do certificado de verificação ATEX da CE. Documentação técnica do equipamento: o Descrição, características e seus componentes o Manual de operação e manutenção do equipamento o Relação e características dos materiais utilizados o Desenho de pormenor o Desenhos detalhados da chapa de características o Declaração que indique que o modelo foi projetado e construído de acordo com a regulamentação e normas vigentes, citando as mesmas. A declaração deverá ainda afirmar que os equipamentos são fabricados de acordo com os padrões e requisitos oficialmente aprovados nesta especificação técnica.

10 Página 10 de Critérios de aceitação antes da entrega O número de protótipos a ensaiar será indicado pela EDP Gás no momento da candidatura da aprovação do modelo. Ensaios Requisitos funcionais Resistência à intempérie Compatibilidade electromagnética Controlo dimensional Percentagem de equipamentos defeituosos Zero erros Zero erros Zero erros Zero erros Inspeção visual 1,0 % Tabela Modificação de um modelo aprovado O fornecedor pode solicitar, por escrito, uma modificação a um modelo previamente aprovado. Para tal deve anexar ao pedido a documentação referente às modificações propostas. Em função das modificações a EDP Gás pode exigir novos ensaios para aprovação. Caso seja detetada alguma não conformidade, o fornecedor deve implementar as ações corretivas impostas pela EDP Gás. 10. Marcação Cada sensor deve ser marcado com as seguintes indicações: a) Aposição da marcação CE; b) Logótipo e/ou nome do fabricante; c) Número de série do instrumento e ano de fabrico; d) Classificação de área de risco do dispositivo; e) Gama de temperatura ambiente permitida; f) Código IP; g) Marcação Ex. 11. Transporte e embalagem O acondicionamento deve ser preparado de forma a minimizar estragos durante o transporte e devem ser tomadas medidas para assegurar o transporte numa posição estável.

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