PROJETO EDUCATIVO DA ESCOLA: FUNDAMENTAÇÃO, CONCEITO E NÍVEIS DE CONCREÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROJETO EDUCATIVO DA ESCOLA: FUNDAMENTAÇÃO, CONCEITO E NÍVEIS DE CONCREÇÃO"

Transcrição

1 PROJETO EDUCATIVO DA ESCOLA: FUNDAMENTAÇÃO, CONCEITO E NÍVEIS DE CONCREÇÃO SANTOS FILHO, Jsé Camil ds UNOESTE Eix temátic: Cultura, currícul e saberes Agência financiadra: Nã cntu cm financiament Resum O prpósit deste trabalh é efetuar breve análise da fundamentaçã, d cnceit e ds níveis de peracinalizaçã de um prjet educativ de escla. A clara cmpreensã da natureza d prjet educativ e de sua relaçã cm seus níveis de cncreçã é de fundamental imprtância, para que essa invaçã educativa se trne um instrument efetiv de melhria da qualidade d trabalh esclar. O prjet educativ se fundamenta na ideia de rganizaçã da açã de md estratégic, cnduzida pela intencinalidade e dminada pela capacidade de prever, antecipar, intervir e transfrmar em realidade a situaçã desejada. O prjet educativ de escla é um dcument de planificaçã da açã educativa, de amplitude integral, de duraçã de lng praz e de natureza geral e estratégica. Assim, ele é mais ampl e abrangente d que prjet pedagógic u curricular e prjet didátic u plan didátic, que sã meis u instruments de peracinalizaçã mais cncrets e têm cm bjet traduzir as finalidades e diretrizes d prjet educativ em ações, send, pis dcuments de planificaçã peratória, elabrads de md cerente cm prjet educativ de escla. O entendiment ds cnceits-chaves relacinads a prjet educativ de escla é cndiçã essencial para sua cncepçã e peracinalizaçã adequadas na escla. A cmpreensã das relações entre prjet educativ, prjet curricular, prjet didátic e planejament esclar nas perspectivas de curt, médi e lng praz é de significativa imprtância para traduzir prjet educativ d nível das intenções e diretrizes para da açã. Palavras-chave: Prjet educativ. Prjet curricular. Prjet didátic. Cnceit de prjet educativ. Níveis de cncreçã d prjet educativ. Intrduçã A missã educativa de uma escla é, em parte, cmum a tdas as esclas de um sistema esclar e, em parte, específica à sua identidade própria. É cmum, na parte estabelecida pela LDB (artig 2º) e pelas diretrizes curriculares nacinais. É específica, n que se refere às esclhas de suas priridades, as valres que privilegia, à cultura de cada

2 1235 escla, à adequaçã às necessidades de seus aluns e às características e expectativas da cmunidade lcal. Pel prjet educativ, a escla prcura cncretizar sua missã educativa, sem negligenciar de também realizar a missã educativa estabelecida para a escla pela sciedade nacinal representada pelas leis e determinações educacinais d país, Assim, a missã da escla se realiza pel prjet educativ (priridades cletivas) e pelas perações setriais que pdem ser u fazer parte dele. Cm prpósit de esclarecer certs cnceits-chaves relacinads à idéia de prjet educativ, pretendems explrar, neste trabalh, alguns aspects relacinads à fundamentaçã d prjet educativ, seus elements cnstitutivs e s níveis de sua peracinalizaçã u cncreçã. Fundamentaçã d prjet Trajet e prjet O hmem mdern se caracteriza pr ser estratégic. A exigência d hm estrategicus, d hm intentinalis requer - para cnduzir s acnteciments e nã ser apenas cnduzid a adçã de uma interpretaçã hlística d mund e uma intervençã de sentid glbalizante, que implica a rganizaçã da açã de md estratégic, cnduzida pela intencinalidade e dminada pela capacidade de prever e antecipar (CARVALHO E DIOGO, 1994). É essa idéia de intervençã na realidade que incrpra a idéia de prjet. Essa idéia de antecipaçã, articulada a uma perspectiva de previsibilidade, diferencia prjet d snh. Neste, nã se ultrapassa a idéia de um ser em pssibilidade prque nã se ultrapassa dmíni d snh em direçã à sua realizaçã. Passar d snh à utpia nã é abandnar a utpia, mas incrprá-la na antecipaçã que exprime uma tendência permanente para a sua realizaçã (BOUTINET, 1992). Cm prdutr scial d devir, hmem prjeta e se prjeta num futur antecipad e assim expressa a vertente de liberdade que a cultura de prjet incrpra. O prjet nã pde negar a utpia, antes a deve incrprar e, a mesm temp, tmar cnsciência ds seus limites (BOUTINET, 1992).

3 1236 Antecipaçã e previsã Na relaçã entre pretendid e a cnsciência da situaçã existente, papel fundamental é exercid pela antecipaçã. Cm bservam Carvalh e Dig (1994, p. 9), esta permite a distanciaçã da situaçã vivida para, através da previsã, desenhar a situaçã desejada e caminh para a alcançar. Nesta mesma linha de idéia, escreve Butinet (1990) que a previsã caracteriza cmprtament das sciedades tradicinais que utilizam seu capital de experiência para se defenderem das agressões d futur, prcurand antecipá-las. De cert md, esta previsã crrespnde as prjets de tip preventiv. Uma previsã mais científica e elabrada, típica das sciedades tecnlógicas, é a que estrutura s prjets, trnand-se capaz de fazer uma leitura armada d devir, cm diz Butinet (1990), e de intervir de md eficaz sbre s acnteciments. Cm esta intervençã, faz futur depender mais das decisões humanas d que d acas, trnand-se um autêntic sujeit históric, u seja, um prdutr de sua história (TOURAINE, 1984). Pensar a açã de uma instituiçã u rganizaçã scial - uma cmunidade, uma escla, uma sala de aula - é respnder a três questões básicas: 1. O que sms u tems? - que revela nssa identidade; 2. O que querems? - que expressa nsss bjetivs; 3. O que tems que fazer para cntrlar s acnteciments, em funçã d que desejams? - que indica cm ns devems rganizar para alcançar nsss bjetivs. Barbier (1993, p )) distingue dis tips de prjet prjet de situaçã ( representações relativas a estad final d bjet, da identidade, da situaçã que se prcura transfrmar u mdificar ) e prjet d prcess ( representações relativas a prcess que permite chegar a este estad final ). Em base a esta distinçã, a antecipaçã, inerente a prjet, pde ser rganizada na frma delineada n Quadr 1 (elabrad a partir ds esquemas de Barbier (1993, p. 58) e de Carvalh e Dig (1994, p. 11).

4 1237 Quadr 1: Prjet cm antecipaçã de estad e prjet cm antecipaçã d prcess ANTECIPAÇÃO DE ESTADO/SITUAÇÃO FINAL (Prjet de estad (u bjetiv) (decrrente da açã transfrmadra) Fins Finalidades Objetivs finais Fins perantes Objetivs de evluçã Prjet de situaçã - identidade - indivídu ANTECIPAÇÃO DO PROCESSO (Prjet de prcess u de açã) (que permite chegar a estad final) Plan de açã Prgrama de açã Planificaçã Açã planificada Atividade prgramada Prjet de açã O prjet é, pr um lad, uma antecipaçã relativa a um estad, uma representaçã antecipadra d estad final de uma realidade, uma previsã u prspectiva, um bjetiv u fim a atingir, uma pequena utpia. Seu cnteúd nã é um acnteciment u bjet pertencente a ambiente atual u passad, mas um fat pssível, uma imagem u representaçã de uma pssibilidade, uma idéia a se transfrmar em at, um futur a se fazer, uma pssibilidade a se transfrmar em realidade. Sua relaçã é cm um temp a vir, um futur de que cnstitui uma antecipaçã, uma visã prévia (BARBIER, 1993, p , passim). Pr utr lad, a funçã d prjet nã se reduz a simples representaçã d futur. Barbier (1993) atribui-lhe ainda um dupl efeit peratóri u pragmátic e mbilizadr da atividade ds atres implicads. N entendiment de Butinet (1986), prjet implica um cmprmetiment cm futur. A cnstruçã de um prjet já implica na vntade de fazê-l acntecer. Daí, seu valr pragmátic. O prjet nã age, pis, dizer nã equivale autmaticamente a fazer, mas dizer prepara fazer (p. 8). O prjet expressa a representaçã da realizaçã da açã, u seja, a imagem d resultad da açã. N cas de uma açã cletiva[...], escreve Barbier (1993, p )), é prjet que frnece a representaçã cmum que permite a realizaçã crdenada das perações de execuçã. Na sua funçã mbilizadra, prjet apresenta, n plan afetiv, efeits dinamizadres da

5 1238 atividade ds atres implicads. Nssas imagens u representações cnstituem um element dinamizadr da mudança e, prtant, um fatr de cncretizaçã d prjet (BARBIER, 1993). Prjet/planificaçã/açã A elabraçã é um prcess mental que precede a açã e se reprta a um real nã mental e a um real cnstruíd. Daí sua estrita ligaçã cm a ideia de transfrmaçã d real cncret n real desejad. Um prjet de açã u planificaçã é a imagem antecipadra de um prcess de transfrmaçã d real, u seja, uma representaçã de perações u de sequência rdenada de perações que pssivelmente cnduzirã a um nv estad da realidade que se buscu transfrmar. O quadr 2 mstra a relaçã d prjet cm a situaçã real e cm a situaçã desejada e a transiçã da primeira para a segunda situaçã mediante a execuçã de um prjet de açã u planificaçã. Quadr 2: Relaçã d prjet cm a situaçã real e cm a situaçã desejada Situaçã real nã mental Situaçã desejada real cnstruíd mentalmente Prjet A planificaçã vincula-se à intervençã e transfrmaçã desejada d real. Ela faz um el de ligaçã cm a situaçã vivida (a dimensã d presente, incluind sua histricidade) e cm a situaçã desejada (a dimensã d futur u sua antecipaçã). A pstura prativa racinal faz cm que sejams mais determinads pel futur d que pel passad. Desse md, a planificaçã cmprta a linha cndutra da açã em direçã a futur desejad e prjetad. Mesm que seus prpósits nã sejam plenamente atingids, sua execuçã assegurará um avanç em seu rum.

6 1239 A açã pressupõe a mbilizaçã ds meis e se situa nas realidades representadas. A açã transfrma real existente n real cnstruíd u desejad. Cnceit de Prjet Educativ de Escla O que nã é prjet educativ O prjet educativ nã é: Uma brchura publicitária; Uma lista de prgramas, de curss u atividades; Um cnjunt de prcediments, regulaments, um códig de vida, hráris; Uma descriçã das realizações atuais u passadas; Um dcument que precisa ser revisad td an; Uma prática que se limita a uma atividade especial u a uma temática, mesm que se estenda a tda a escla; Um dcument que nã se psicina sbre pedaggia, aprendizagem e sucess esclar; Um dcument que nã tem ligações explícitas cm a rganizaçã curricular e pedagógica da escla; Uma prpsta de trabalh que só se refere às atividades para-esclares; Uma prpsta de açã que nã permite que seja realizada pr meis diversificads, permitind que cada membr cntribua n quadr de suas tarefas nrmais; Um dcument que nã precisa s meis de açã cncrets e diversificads que permitam sua execuçã; Um dcument de apenas duas u três páginas (Henry e Crmier, 2003, p. 1). O prjet educativ de escla também nã é um ideári, nem um prjet u plan de gestã, nem um prjet pedagógic, nem um cnjunt de diretrizes metdlógicas definid pel crp dcente, nem finalmente um plan de atividades para cncretizaçã d prjet educativ (Carvalh e Dig, 1994). Cm exceçã d ideári, que é mais ampl d que prjet educativ, s demais cnceits expressam níveis mais cncrets de peracinalizaçã d prjet educativ e, pr iss, nã devem ser cnfundids nem tratads cm sinônims de prjet educativ de escla. O que é prjet educativ de escla O prjet educativ é: Um dcument... de referência e de rientaçã resultante de um cnsens lcal...

7 que descreve, para tdas as dimensões da atividade educativa md cm se encarna numa escla particular prjet cletiv nacinal e que enuncia as rientações gerais que privilegia s valres que respeita e s bjetivs que leva em cnta para a elabraçã e a gestã de medidas destinadas a assegurar sucess esclar e a respnder às necessidades particulares ds aluns e da cmunidade (Henry e Crmier, 2003, p. 1). Para Vidal, Cárave e Flrenci (1992), prjet educativ é: a) Um mei de adequaçã das intenções educativas da sciedade às características cncretas de uma escla; b) Element rientadr d cnjunt de atividades educativas de uma escla; c) Instrument integradr das atividades educativas de uma escla; d) Garantia de cerência e de cntinuidade nas diferentes atuações ds membrs de uma cmunidade esclar; e) Critéri para avaliar e hmlgar s prcesss; f) Dcument dinâmic para definir as estruturas e estratégias rganizacinais da escla; g) Pnt de referência para a sluçã ds cnflits de cnvivência. O prjet educativ traduz engajament da instituiçã esclar, suas priridades, seus princípis. Ele define sentid de suas ações e fixa as rientações e s meis para clcá-las em prática. É frmulad pr um dcument escrit que estabelece a identidade da escla (diz que ela é), apresenta seus prpósits gerais (diz que ela quer) e descreve seu mdel geral de rganizaçã (diz cm ela se rganiza). Cncebid cm um prjet de lng praz, ele visa favrecer a cntinuidade e a cerência da açã da escla. Embra nã seja um dcument inalterável, nã deverá estar sujeit a prfundas e cnstantes alterações anuais. De md geral, a sua duraçã dependerá fundamentalmente da permanência em cada instituiçã das pessas que elabraram e da estabilidade das suas cnvicções (COSTA, 1992, p. 24).

8 1241 Para Vidal, Cárave e Flrenci (1992) e para Carvalh e Dig (1994), prjet educativ de escla é um dcument de planificaçã da açã educativa, de amplitude integral, de duraçã de lng praz e de natureza geral e estratégica. Assim, é mais ampl e abrangente d que prjet pedagógic e plan de Unidade Didática que sã meis em relaçã a prjet educativ e têm cm bjet cnverter as finalidades deste em ações, pis sã dcuments de planificaçã peratória. O prjet educativ distingue-se também de utras planificações esclares, cm Plan Trienal esclar, Plan anual de Escla, Prjet curricular de turma e Regiment intern da Escla, que estã destinads a cncretizá-l relativamente a aspects mais peracinais e, prtant, têm um caráter tátic, e instrumental. Cm Carta Magna da escla, prjet educativ é elabrad pr tda a cmunidade esclar. O prjet educativ da escla é um cnjunt de pções idelógicas, plíticas, antrplógicas, axilógicas e pedagógicas resultantes da tensã entre estabelecid u impst pel Estad (prjet vertical), a prática implícita interna à escla (prjet ritual) e a pstura utópica u intencinal da cmunidade esclar (prjet intencinal). Segund Vidal, Cárave e Flrenci (1992), prjet educativ deve ser a cnfluência desses três determinantes u prjets, cm se ilustra n Quadr 3. Quadr 3: Prjet educativ cm cnfluência de três prjets Prjet ritual P. Prjet E. EPrjet vertical intencinal Cnvém lembrar ainda algumas dimensões d prjet educativ, citadas pr Carvalh e Dig (1994, pp ).

9 1242 O prjet deve servir a incerteza, ter em cnta indeterminad, ser capaz de inflectir de direcçã cm resultad de uma avaliaçã permanente, incrprar cnflit, mas, sbretud, devlver a cada indivídu seu espaç de criatividade e acçã de md a que ele sinta recnhecida a sua atividade, cmpreenda as suas ações e as pssa inscrever num td significativ. Neste sentid, prjet educativ deve ser clectiv, mas favrecend a interacçã; autónm mas nã independente. Uma tal cncepçã exige d prject educativ: explicitaçã de valres cmuns; cerência de actividades; busca clectiva de recurss e meis para melhrar ensin; definiçã de acçã; definiçã de um sentid para uma acçã cmum; gestã participativa; avaliaçã permanente, participada e interactiva; implicaçã d cnjunt ds actres; aprpriaçã de saberes e instruments de acçã pr parte ds implicads. Sbre que nã deve ser e que deve ser prjet educativ de escla, Vidal, Cárave e Flrenci (1992, p. 187) elabraram um quadr-síntese que ajuda a clarificar seu entendiment adequad (Quadr 4). Quadr 4: O que deve ser e que nã deve ser prjet educativ de centr NÃO DEVE SER Uma enumeraçã detalhada ds elements que cmpõem um centr: plans, descrições, prfessres, etc. Um manual de psiclgia, pedaggia, scilgia, de rganizaçã esclar, etc. Um dcument destinad a exercíci burcrátic da educaçã. Um prdut fechad, acabad e inalterável. Um empenh pessal de algum membr d crp dcente u da Assciaçã de Pais de Aluns. Uma cmplicaçã a mais para trabalh dcente. Uma fórmula paradigmática que reslve tds s prblemas d centr. Um regulament de funcinament. Um panflet que diz cisas muit atrevidas sbre a educaçã. Um dcument que só expressa que se quer que se cnheça. DEVE SER Uma expsiçã clara, cncisa e breve das intenções educativas, estruturas, regulaments e rganizaçã curricular de uma cmunidade esclar. Uma adequaçã daqueles princípis e estruturas educativas que se cnsideram adequads para uma cmunidade. Um dcument rientadr e guia de TODAS as atividades educativas. Um prjet dinâmic e mdificável em funçã da prática educativa. Uma criaçã cletiva d cnjunt de membrs da cmunidade educativa d centr. Um facilitadr d trabalh dcente. Um cnjunt articulad de princípis, rientações e sistemas que servem de marc às atividades educativas. Um prjet equilibrad, prdut das intenções de tda a cmunidade educativa. Um prjet resultante da tensã entre estabelecid (impst), a prática implícita (ritual) e intencinal. Em suma, cncebend-se cm uma adaptaçã d prjet educacinal d país (leis e diretrizes curriculares) a nível específic lcal, cm uma prgramaçã geral da escla e

10 1243 cm um instrument de autnmia didátic-pedagógica e rganizativa da escla, prjet educativ da escla se caracteriza pr quatr categrias metdlógicas: a intencinalidade, a cntextualizaçã, a metdicidade e a flexibilidade (BALDACCI, 1996). Pela intencinalidade, prjet educativ estabelece direçã e metas precisas e explícitas, evitand a açã educativa casual e extemprânea. A cntextualizaçã representa a adaptaçã d prjet educacinal d país à realidade scicultural cncreta de uma escla. A intencinalidade passa a ser histricizada, u seja, cntextualizada num ambiente de referência específic, que permite a passagem de um prjet abstrat para um prjet cncret. A metdicidade valriza princípi de sistematicidade e rganicidade n prcess didátic, mesm recnhecend as diferenças de estil de aprender e ensinar de aluns e prfessres, respectivamente. Finalmente, a flexibilidade assegura que prjet educativ seja tratad cm uma mera hipótese de trabalh e pr iss está sujeit a retificações e revisões a lng de sua implementaçã. Níveis de cncretizaçã prjet educativ Carvalh e Dig (1994) distinguem dis níveis de cncretizaçã d prjet educativ de escla: Plan Anual de escla que incrpra prjet curricular de escla e Prjet Curricular de turma. O Plan anual de escla, cm primeir nível de cncretizaçã d prjet educativ da escla, estabelece bjetivs específics cerentes cm prjet educativ e prevê estratégias, meis e recurss para alcançá-ls. O Prjet Curricular de Turma, cm segund nível de cncretizaçã, deve subrdinar-se a Plan Anual de Escla e a Prjet Educativ De md semelhante, Baldacci (1996) entende que prjet educativ se desdbra em dis níveis de cncretizaçã: a Prgramaçã de matéria e as Unidades didáticas e a Prgramaçã de turma e s prjets didátics. A Prgramaçã de matéria frmaliza percurs anual de cada disciplina de um curs e traduz num plan didátic anual da disciplina. A Prgramaçã de turma frmaliza percurs frmativ anual de certa classe e, mediante uma crdenaçã interdisciplinar, prcura recmpr a açã das diversas disciplinas num prjet didátic unitári. Para esclarecer sua psiçã, autr assemelha prjet educativ a prjet arquitetônic e plan de atuaçã d prjet educativ a prjet executiv u de cnstruçã. Vidal, Cárave e Flrenci (1992) distinguem três cmpnentes u elements essenciais d prjet educativ e dis cmpnentes cmplementares. Para esses autres, s

11 1244 cmpnentes essenciais sã: a) cmpnente fundamental u educativ que cmpreende três elements básics: a identidade da escla, s bjetivs u intenções educativas da cmunidade esclar, s valres esclhids e assumids e a estrutura rganizativa da escla; b) cmpnente curricular u instrucinal que se cnfigura n Prjet curricular e explicita s elements d prcess de ensin-aprendizagem e s critéris psicpedagógics adtads; e c) cmpnente reguladr que se cncretiza n Regiment Esclar que regula a estrutura e funcinament da escla e define as funções, direits e respnsabilidades ds membrs da cmunidade esclar. Os dis cmpnentes cmplementares sã: a) O element de execuçã, que cnstitui plan de atuaçã, respnsável pela planificaçã tática u de curt praz; e b) O element de avaliaçã, que realiza a memória u avaliaçã anual da atuaçã da escla. Pachec (1996) prpõe dis níveis de cncreçã d prjet educativ: prjet curricular e prjet didátic. O prjet educativ e prjet curricular situam-se n nível mes de planificaçã e prjet didátic se dá n nível micr de planificaçã, u seja, n nível da sala de aula. O prjet educativ estabelece plan glbal de frmaçã estabelecid pela escla. N primeir nível de cncreçã deste prjet, realiza-se a elabraçã d prjet curricular, u seja, a mdelagem ds cnteúds pels prfessres atendend à particularidade da escla, ds aluns e da cmunidade ds prfessres (Pachec, 1996, p. 91). N segund nível de cncreçã, u seja, n cntext de realizaçã - nível crrespndente às fases mais cncretas d planejament curricular, currícul planificad e currícul real -, elabra-se plan de ensin u prjet didátic. O prjet educativ da escla, de caráter mais estratégic e rientadr, requer a elabraçã de utrs instruments em níveis de cncreçã mais específics e peracinais cm a tarefa de regular funcinament da escla. Três dcuments de caráter peracinal sã s servidres d prjet educativ: Regiment esclar, Plan esclar anual e Relatóri anual. Segund Vidal, Cárave e Flrênci (1992), Regiment intern da escla deve fazer parte d prjet educativ pr duas razões: (1) É um dcument institucinal de lng praz; e (2) É a cncreçã regulamentar ds princípis, metas e estruturas d prjet educativ. Já Gairín (2004) cncebe Regiment Esclar cm um ds dcuments da gestã esclar, a lad d Prjet educativ e d prjet curricular. O Plan anual traduz em terms de curt praz a prgramaçã e as ações da escla n prcess de implementaçã d prjet educativ da escla. Pr últim, Relatóri u Memória anual dcumenta a avaliaçã interna d plan de trabalh d an, cm a dupla funçã de preservaçã da

12 1245 memória/história da escla e de subsídi para a elabraçã d plan de atividades d an seguinte. Cnsiderações cnclusivas Qualquer instituiçã educacinal e, cnsequentemente, seu curs u mdel de currícul pssuem um cnjunt de pressupsições explícitas u implícitas que define a filsfia, a plítica e a cncepçã de educaçã subjacente à sua prpsta curricular. É imprtante que essas pressupsições se trnem explícitas, cnscientemente assumidas pela escla e registradas em seu prjet educativ, tant para rientar e integrar trabalh ds educadres cm para deixar transparente para s pais ds aluns que tip de educaçã será ferecid a seus filhs. O entendiment ds cnceits-chaves relacinads a prjet educativ de escla é cndiçã essencial para sua cncepçã e peracinalizaçã adequadas na escla. A dimensã utópica e de esperança, em busca da realizaçã cncreta da escla d snh é uma categria essencial da teria d prjet educativ de escla. Pr utr lad, sens de realism crític perante cntext cultural, scial, plític, ecnômic, legal e esclar é também imprtante para que a escla cnceba seu prjet de educaçã cm a marca da pssibilidade efetiva e viável e cm hriznte e guia de sua açã cletiva e cerente. A cmpreensã das relações entre prjet educativ, prjet curricular, prjet didátic e planejament esclar nas perspectivas de curt, médi e lng praz é de significativa imprtância para traduzir prjet educativ d nível das intenções e diretrizes para nível da açã, u seja, para traduzir prjet de situaçã final n prjet de antecipaçã d prcess. REFERÊNCIAS BALDACCI, M. (1996). La scula dell autnmia: Il Prgett educativ d Istitut. Bari: Maria Adda Edittre. BARBIER, J.-M. (1993). Elabraçã de prjects de acçã e planificaçã. Prt: Prt Editra. BOUTINET, J. P. (1986). Le cncept de prjet e ses niveaux. Éducatin Permanente, nº 86.

13 1246 BOUTINET, J. P. (1990). Anthrplgie du prjet. Paris: PUF. CARVALHO, A. E DIOGO, F. (1994). Prject educativ. Prt: Edições Afrntament. COSTA, J. A. (1992). Gestã esclar: Participaçã, autnmia, prject educativ da escla. Lisba: Text Editra. GAIRÍN, J. O prjet educativ e desenvlviment d currícul. In: ÁLVAREZ. M. et alii O prjet educativ da escla. Prt Alegre: Artmed, HENRY, J. et CORMIER, J. (2003). La definitin d un prjet éducatif lcal. <http://discas.ca/dcuments/pedefinitin.html > Acess em: 28/08/2003. PACHECO, J. A. (1996). Currícul: Teria e práxis. Prt: Prt Editra. TOURAINE, A. (1984). Le retur de l acteur. Paris: Fayard. VIDAL, J. G., CÁRAVE, G. e FLORENCIO, M. A. (1992). Madrid: Editrial EOS.

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização

CIRCULAR. Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007. Gestão do Currículo na Educação Pré-Escolar. Contributos para a sua Operacionalização CIRCULAR Data: 2007/10/10 Númer d Prcess: DSDC/DEPEB/2007 Assunt: GESTÃO DO CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Circular nº 17/DSDC/DEPEB/2007 Para: Inspecçã-Geral de Educaçã Direcções Reginais de Educaçã

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO DE INICIAÇÃO PROFISSIONAL Intrduçã O presente Regulament cnstitui um dcument intern d curs de Ciências Cntábeis e tem pr bjetiv reger as atividades relativas a Estági de Iniciaçã

Leia mais

Projetos, Programas e Portfólios

Projetos, Programas e Portfólios Prjets, Prgramas e Prtfólis pr Juliana Klb em julianaklb.cm Prjet Segund PMBOK (2008): um prjet é um esfrç temprári empreendid para criar um nv prdut, serviç u resultad exclusiv. Esta definiçã, apesar

Leia mais

PROJECTO EDUCATIVO ANO LECTIVO 2007-2008

PROJECTO EDUCATIVO ANO LECTIVO 2007-2008 PROJECTO EDUCATIVO ANO LECTIVO 2007-2008 INTRODUÇÃO Prject educativ dcument que cnsagra a rientaçã educativa da escla, elabrad e aprvad pels órgãs de administraçã e gestã, n qual se explicitam s princípis,

Leia mais

Poder e escola: Uma analise acerca das relações entre professor e aluno.

Poder e escola: Uma analise acerca das relações entre professor e aluno. Pder e escla: Uma analise acerca das relações entre prfessr e alun. Marcs Paul A. Rdrigues 1 Andersn Silva Nunes 2 Intrduçã: O presente trabalh expõe s tips de pder exercid pels prfessres sbre s aluns,

Leia mais

Ministério da Justiça. Orientações para a preparação dos Policiais que atuam na Região

Ministério da Justiça. Orientações para a preparação dos Policiais que atuam na Região Ministéri da Justiça Departament da Plícia Federal Academia Nacinal de Plícia Secretaria Nacinal de Segurança Pública Departament de Pesquisa, Análise da Infrmaçã e Desenvlviment Humanan Orientações para

Leia mais

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social

Anexo 03 Recomendação nº 3: estatuto padrão, estatuto fundamental e contrato social Anex 03 Recmendaçã nº 3: estatut padrã, estatut fundamental e cntrat scial 1. Resum 01 Atualmente, Estatut da Crpraçã da Internet para a atribuiçã de nmes e númers (ICANN) tem um mecanism únic para alterações.

Leia mais

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso

Regulamento para realização do Trabalho de Conclusão de Curso Universidade Federal d Ceará Campus de Sbral Curs de Engenharia da Cmputaçã Regulament para realizaçã d Trabalh de Cnclusã de Curs Intrduçã Este dcument estabelece as regras básicas para funcinament das

Leia mais

ENCONTROCAS 2º SEMESTRE 2012 - ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CURSO DE PEDAGOGIA. O ENCONTROCAS é um evento semestral realizado pelo Instituto Superior de

ENCONTROCAS 2º SEMESTRE 2012 - ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CURSO DE PEDAGOGIA. O ENCONTROCAS é um evento semestral realizado pelo Instituto Superior de Faculdade de Ciências Sciais Aplicadas de Bel Hriznte Institut Superir de Educaçã Curs de Pedaggia ENCONTROCAS 2º SEMESTRE 2012 - ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O CURSO DE PEDAGOGIA O ENCONTROCAS é um event semestral

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DOS ESTÁGIOS FAFIT

REGULAMENTO GERAL DOS ESTÁGIOS FAFIT O significad das cisas nã está nas cisas em si, mas sim em nssa atitude em relaçã a elas. (Antine de Saint-Exupéry, 1943) CURSOS bacharelads: Administraçã Geral Ciências Cntábeis Direit Educaçã Física

Leia mais

PRÊMIO DE INCENTIVO À EDUCAÇÃO

PRÊMIO DE INCENTIVO À EDUCAÇÃO PRÊMIO DE INCENTIVO À EDUCAÇÃO 1. OBJETIVO O Prêmi de Incentiv à Educaçã é uma iniciativa das empresas d Pl Industrial, através d Cmitê de Fment Industrial de Camaçari - COFIC. Tem pr bjetiv estimular,

Leia mais

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa

Passo 1 - Conheça as vantagens do employeeship para a empresa Manual Cm intrduzir emplyeeship na empresa Índice Intrduçã Pass 1 - Cnheça as vantagens d emplyeeship para a empresa Pass 2 - Saiba que é a cultura emplyeeship Pass 3 - Aprenda a ter "bns" empregads Pass

Leia mais

PASTORAL DA JUVENTUDE ARQUIDIOCESE DE LONDRINA PROJETO ESCOLA DE COORDENADORES PASSO A PASSO

PASTORAL DA JUVENTUDE ARQUIDIOCESE DE LONDRINA PROJETO ESCOLA DE COORDENADORES PASSO A PASSO PROJETO ESCOLA DE COORDENADORES PASSO A PASSO 1) Justificativa: A lharms para a realidade ds nsss grups de Pastral de Juventude, percebems a necessidade de reafirmaçã metdlógica d pnt de vista da açã eclesial.

Leia mais

CURSO GESTÃO DE PROJECTOS SOCIAIS DE INTERVENÇÃO

CURSO GESTÃO DE PROJECTOS SOCIAIS DE INTERVENÇÃO CURSO GESTÃO DE PROJECTOS SOCIAIS DE INTERVENÇÃO Intrduçã Os prjects sciais nascem d desej de transfrmar uma determinada realidade. O prject deve sempre cnter um cnjunt de acções planeadas e articuladas,

Leia mais

Colégio Integrado EXATO

Colégio Integrado EXATO Clégi Integrad EXATO Rua: Ri de Janeir, 47 Jardim Bela Vista Mgi Guaçu SP CEP 13840-210 Telefne (19) Prpsta Plític-pedagógica d Clégi Integrad EXATO S/S Ltda. O Clégi Integrad EXATO cntextualiza sua açã

Leia mais

DISCIPLINA: LINGUA ESTRANGEIRA MODERNA

DISCIPLINA: LINGUA ESTRANGEIRA MODERNA DISCIPLINA: LINGUA ESTRANGEIRA MODERNA EMENTA: O ensin de língua estrangeira cm um códig de diferentes estruturas lingüísticas, cm ênfase na ralidade, leitura e escrita cm veículs de cmpreensã d mund.

Leia mais

Pessoal, vislumbro recursos na prova de conhecimentos específicos de Gestão Social para as seguintes questões:

Pessoal, vislumbro recursos na prova de conhecimentos específicos de Gestão Social para as seguintes questões: Pessal, vislumbr recurss na prva de cnheciments específics de Gestã Scial para as seguintes questões: Questã 01 Questã 11 Questã 45 Questã 51 Questã 56 Vejams as questões e arguments: LEGISLAÇÃO - GESTÃO

Leia mais

Escola Básica e Secundária de Velas

Escola Básica e Secundária de Velas Escla Básica e Secundária de Velas Dcument Orientadr para a Implementaçã das TIC na Educaçã Pré-Esclar e Ensin Básic 1 As TIC na Educaçã Pré-Esclar e n Ensin Básic O presente Dcument de Orientações Metdlógicas

Leia mais

Missão do Curso. Objetivos. Perfil do Profissional. Integralização Curricular

Missão do Curso. Objetivos. Perfil do Profissional. Integralização Curricular ANO ANO Missã d Curs É missã d Curs de Arquitetura e Urbanism da UFC frmar prfissinais capacitads a pesquisar, cnceber e cnstruir, cm visã crítica da realidade sci-ecnômica e cnheciment aprfundad d cntext

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA

DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA DESENVOLVIMENTO DE UM WEB SITE PARA A BASE DE CONHECIMENTOS DO PROGRAMA DE APOIO AOS ACTORES NÃO ESTATAIS ANGOLA REQUISITOS TECNICOS O Prgrama de Api as Actres Nã Estatais publica uma slicitaçã para prestaçã

Leia mais

PROJETO 23ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 28 e 29 DE OUTUBRO DE 2015 CURSO: SEGURANÇA DO TRABALHO

PROJETO 23ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 28 e 29 DE OUTUBRO DE 2015 CURSO: SEGURANÇA DO TRABALHO PROJETO 23ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 28 e 29 DE OUTUBRO DE 2015 CURSO: SEGURANÇA DO TRABALHO Objetivs: SEGURANÇA DO TRABALHO Desenvlver cmpetências para eliminar u minimizar s riscs de acidentes

Leia mais

Dados Gerais. Código / Nome do Curso. 196 / Escola de Gestores- Curso de Especialização em Gestão Escolar. Gestão Educacional

Dados Gerais. Código / Nome do Curso. 196 / Escola de Gestores- Curso de Especialização em Gestão Escolar. Gestão Educacional Códig / Nme d Curs Status Códig - Área Subárea Especialida Dads Gerais 196 / Escla Gestres- Curs Especializaçã em Gestã Esclar Ativ 49 / Educaçã Gestã Educacinal Gestã Esclar Nivel d Curs Especializaçã

Leia mais

POR UMA GEOGRAFIA MELHOR

POR UMA GEOGRAFIA MELHOR LISTA CANDIDATA ÀS ELEIÇÕES PARA OS CORPOS SOCIAIS DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE GEÓGRAFOS BIÉNIO 2006-2008 POR UMA GEOGRAFIA MELHOR Assembleia Geral Presidente Jsé Albert Ri Fernandes (FL, Universidade

Leia mais

REGULAMENTO DE POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DOS SERVIDORES DA FETLSVC - RS

REGULAMENTO DE POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DOS SERVIDORES DA FETLSVC - RS REGULAMENTO DE POLÍTICA DE CAPACITAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DOS SERVIDORES DA FETLSVC - RS Julh 2007 INTRODUÇÃO As amplas, prfundas e rápidas transfrmações pr que passa a nssa sciedade prvcaram, frçsamente,

Leia mais

O projeto Key for Schools PORTUGAL

O projeto Key for Schools PORTUGAL O prjet Key fr Schls PORTUGAL O teste Key fr Schls O teste Key fr Schls é cncebid para aplicaçã em cntext esclar e está de acrd cm Quadr Eurpeu Cmum de Referência para as Línguas O teste Key fr Schls permite

Leia mais

COLÉGIO MILITAR CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

COLÉGIO MILITAR CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO COLÉGIO MILITAR INGLÊS 1º CICLO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2015 2016 Grup Disciplinar de Inglês/Alemã 08.09.2015 Preâmbul 1. Pretende-se que a avaliaçã em Língua Estrangeira valrize td percurs esclar d alun,

Leia mais

DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO

DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO DISSERTAÇÃO NOS MESTRADOS INTEGRADOS NORMAS PARA O SEU FUNCIONAMENTO 1. PREÂMBULO... 1 2. NATUREZA E OBJECTIVOS... 1 3. MODO DE FUNCIONAMENTO... 2 3.1 REGIME DE ECLUSIVIDADE... 2 3.2 OCORRÊNCIAS... 2 3.3

Leia mais

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000

GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisão: 000 GUIA DE RELACIONAMENTO MT-COR: 001 Revisã: 000 A Mercur S.A., empresa estabelecida desde 1924, se precupa em cnduzir as suas relações de acrd cm padrões étics e cmerciais, através d cumpriment da legislaçã

Leia mais

Gabinete de Serviço Social

Gabinete de Serviço Social Gabinete de Serviç Scial Plan de Actividades 2009/10 Frmar hmens e mulheres para s utrs Despertar interesse pel vluntariad Experimentar a slidariedade Educaçã acessível a tds Precupaçã particular pels

Leia mais

PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO DE 2014 CURSO: GESTÃO EMPRESARIAL

PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO DE 2014 CURSO: GESTÃO EMPRESARIAL PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO DE 2014 CURSO: GESTÃO EMPRESARIAL Objetivs: Gestã Empresarial Desenvlver cmpetências para atuar n gerenciament de prjets, prestand cnsultria

Leia mais

PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO CURSOS: Eletrônica, Informática, Mecânica, Mecatrônica, Química e Petróleo e Gás

PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO CURSOS: Eletrônica, Informática, Mecânica, Mecatrônica, Química e Petróleo e Gás PROJETO 22ª MOSTRA ESTUDANTIL TECNOLÓGICA Dias 22 e 23 DE OUTUBRO CURSOS: Eletrônica, Infrmática, Mecânica, Mecatrônica, Química e Petróle e Gás Objetiv: Elabrar e desenvlver um prjet na área prfissinal,

Leia mais

Projeto de Arquitetura Objetivos. Tópicos abordados. Arquitetura de software. Vantagens da arquitetura explícita

Projeto de Arquitetura Objetivos. Tópicos abordados. Arquitetura de software. Vantagens da arquitetura explícita Prjet de Arquitetura Objetivs Apresentar prjet de arquitetura e discutir sua imprtância Explicar as decisões de prjet de arquitetura que têm de ser feitas Apresentar três estils cmplementares de arquitetura

Leia mais

DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES

DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES Critéris de Avaliaçã Direçã Reginal de Educaçã d Nrte Agrupament de Esclas AMADEO DE SOUZA-CARDOSO Telões - Amarante EDUCAÇÃO MUSICAL 2ºCICLO An Letiv 2014/2015 Dmíni Cgnitiv

Leia mais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais

Novas Salvaguardas Ambientais e Sociais Nvas Salvaguardas Ambientais e Sciais Discussões Técnicas de Gvern ESS10 Acess a Infrmaçã e engajament de stakehlders 15 de utubr, 2014 Objetivs da ESS10 (1/2) Delinear uma abrdagem sistemática para engajament

Leia mais

(1) (2) (3) Estágio II Semestral 6 Inovação e Desenvolvimento de Produtos Turísticos

(1) (2) (3) Estágio II Semestral 6 Inovação e Desenvolvimento de Produtos Turísticos Estági II Semestral 6 Invaçã e Desenvlviment de Prduts Turístics Desenvlviment e Operacinalizaçã de Prjects Turístics Inglês Técnic IV Legislaçã e Ética d Turism Opçã Semestral 4 6/6 Sistemas de Infrmaçã

Leia mais

Proposta. Treinamento Lean Thinking Mentalidade Enxuta. Apresentação Executiva

Proposta. Treinamento Lean Thinking Mentalidade Enxuta. Apresentação Executiva Treinament Lean Thinking Mentalidade Enxuta www.masterhuse.cm.br Prpsta Cm Treinament Lean Thinking Mentalidade Enxuta Apresentaçã Executiva Treinament Lean Thinking Mentalidade Enxuta Cpyright 2011-2012

Leia mais

Cursos Profissionais de Nível Secundário (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março)

Cursos Profissionais de Nível Secundário (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) REFERENCIAL DE FORMAÇÃO Curss Prfissinais de Nível Secundári (Decret-Lei n.º 74/2004, de 26 de Març) Família Prfissinal: 07 - Infrmática 1. QUALIFICAÇÕES / SAÍDAS PROFISSIONAIS As qualificações de nível

Leia mais

3 Formulação da Metodologia 3.1. Considerações Iniciais

3 Formulação da Metodologia 3.1. Considerações Iniciais 53 3 Frmulaçã da Metdlgia 3.1. Cnsiderações Iniciais O presente capítul tem cm finalidade prpr e descrever um mdel de referencia para gerenciament de prjets de sftware que pssa ser mensurável e repetível,

Leia mais

PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA

PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA PLATAFORMA EMPRESAS PELO CLIMA CAMINHO PARA ELABORAÇÃO DE AGENDAS EMPRESARIAIS EM ADAPTAÇÃO ÀS MUDANÇAS DO CLIMA Prpsta de Framewrk Resultad d diálg crrid em 26 de junh de 2013, n Fórum Latin-American

Leia mais

Página 1 de 10 PROJETO E RELATÓRIO DE ATIVIDADES

Página 1 de 10 PROJETO E RELATÓRIO DE ATIVIDADES Página 1 de 10 PROJETO E RELATÓRIO DE ATIVIDADES Página 2 de 10 O Prjet Aliança O Prjet Aliança é uma idéia que evluiu a partir de trabalhs realizads cm pessas da cmunidade d Bairr da Serra (bairr rural

Leia mais

LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990.

LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990. LEI Nº 8.069, DE 13 DE JULHO DE 1990. O IASAe a Escla Municipal de SantAndré realizaram uma série de ações vltadas para a disseminaçã e efetivaçã ds Direits das Crianças e Adlescentes estabelecids pel

Leia mais

PORTARIA Nº 025-R, DE 14 DE MARÇO DE 2013.

PORTARIA Nº 025-R, DE 14 DE MARÇO DE 2013. PORTARIA Nº 025-R, DE 14 DE MARÇO DE 2013. ATUALIZA DIRETRIZES PARA A IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO ALFABETIZAÇÃO PARA ESTUDANTES DAS TURMAS DO 2º, 3º e 4º ANOS E 4ª SÉRIES DO ENSINO FUNDAMENTAL, COM DOIS ANOS

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016

PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 PROGRAMA DE AÇÃO PARA O ANO 2016 Tend presente a Missã da Federaçã Prtuguesa de Autism: Defesa incndicinal ds direits das pessas cm Perturbações d Espectr d Autism e suas famílias u representantes. Representaçã

Leia mais

Modelagem, qualificação e distribuição em um padrão para geoinformações

Modelagem, qualificação e distribuição em um padrão para geoinformações Mdelagem, qualificaçã e distribuiçã em um padrã para geinfrmações Julia Peixt 14h, 14 de junh de 2010. Mtivaçã Acerv de dads desde 1994 em diferentes áreas de pesquisa; Muitas pessas fazend muits trabalhs

Leia mais

Programa Agora Nós Voluntariado Jovem. Namorar com Fair Play

Programa Agora Nós Voluntariado Jovem. Namorar com Fair Play Prgrama Agra Nós Vluntariad Jvem Namrar cm Fair Play INTRODUÇÃO A vilência na intimidade nã se circunscreve às relações cnjugais, estand presente quer nas relações de namr, quer nas relações juvenis casinais.

Leia mais

Desenho centrado em utilização

Desenho centrado em utilização Desenh centrad em utilizaçã Engenharia de Usabilidade Prf.: Clarind Isaías Pereira da Silva e Pádua Departament de Ciência da Cmputaçã - UFMG Desenh centrad em utilizaçã Referências Cnstantine, L.L., &

Leia mais

FUNDAÇÃO CHAMPAGNAT RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2014

FUNDAÇÃO CHAMPAGNAT RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2014 FUNDAÇÃO CHAMPAGNAT RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2014 Març 2015 FUNDAÇÃO CHAMPAGNAT MORADA Estrada de Benfica, nº 372 - Lisba Tel./Fax. 217780073 Email funda_champagnat@maristascmpstela.rg Índice I. Intrduçã.1

Leia mais

Os novos usos da tecnologia da informação nas empresas Sistemas de Informação

Os novos usos da tecnologia da informação nas empresas Sistemas de Informação Os nvs uss da tecnlgia da infrmaçã nas empresas Sistemas de Infrmaçã Prf. Marcel da Silveira Siedler siedler@gmail.cm SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC PELOTAS Planejament

Leia mais

Uma nova proposta para a Agenda Ambiental Portuária

Uma nova proposta para a Agenda Ambiental Portuária Uma nva prpsta para a Agenda Ambiental Prtuária Marcs Maia Prt Gerente de Mei Ambiente O grande desafi a tratar cm as questões ambientais prtuárias é bter um resultad equilibrad que harmnize s cnflits

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE SANTA EFIGÊNIA DE MINAS

ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE SANTA EFIGÊNIA DE MINAS ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS DE SANTA EFIGÊNIA DE MINAS AUXILIAR DE SECRETARIA Organizar e manter atualizad serviç de escrituraçã esclar. Redigir fícis, expsições de mtivs, atas, declarações, certidões de cntagem

Leia mais

Proposta de Formação para o uso pedagógico e integrado do Tablet Educacional Estudos Autônomos

Proposta de Formação para o uso pedagógico e integrado do Tablet Educacional Estudos Autônomos Prpsta de Frmaçã para us pedagógic e integrad d Tablet Educacinal Estuds Autônms Objetiv geral: OBJETIVOS Prmver a Frmaçã Cntinuada ds Prfessres, Crdenadres Pedagógics e Gestres Esclares, na mdalidade

Leia mais

E.B. 2,3 VISCONDE DE CHANCELEIROS

E.B. 2,3 VISCONDE DE CHANCELEIROS DISCIPLINA: Educaçã Musical ANO LETIVO: 2015/2016 Critéris de Avaliaçã Avaliar nã é apenas examinar e classificar. A avaliaçã cnstitui um prcess reguladr das aprendizagens, rientadr d percurs esclar e

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS CST em Análise e Desenvlviment de Sistemas 3ª série Fundaments de Sistemas Operacinais A atividade prática supervisinada (ATPS) é um métd de ensinaprendizagem desenvlvid

Leia mais

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO. Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2016

Sua hora chegou. Faça a sua jogada. REGULAMENTO. Prêmio de Empreendedorismo James McGuire 2016 Sua hra chegu. Faça a sua jgada. REGULAMENTO Prêmi de Empreendedrism James McGuire 2016 Salvadr, nvembr de 2015. REGULAMENTO Prêmi de Empreendedrism James McGuire 2016 é uma cmpetiçã interna da Laureate

Leia mais

Manual de Qualidade da Atividade Formativa

Manual de Qualidade da Atividade Formativa Manual de Qualidade da Atividade Frmativa Direçã Pedagógica e Frmaçã Març/2014 Versã - 1 Març 2014 Página 1 ÍNDICE 1. ENQUADRAMENTO DO DOCUMENTO E CARATERIZAÇÃO DA ENTIDADE... 3 1.1. ENQUADRAMENTO E OBJETIVOS

Leia mais

Programa de Intervenção para o Agrupamento de Escolas de Lamaçães

Programa de Intervenção para o Agrupamento de Escolas de Lamaçães Prgrama de Intervençã para Agrupament de Esclas de Lamaçães (à apreciaçã d Cnselh Geral Transitóri d Agrupament de Esclas de Lamaçães n âmbit d prcess cncursal a carg de Directr) Jã Luís Dantas Leite A

Leia mais

AUTO-AVALIAÇÃO DA TUTORIA 05/2005

AUTO-AVALIAÇÃO DA TUTORIA 05/2005 1 AUTO-AVALIAÇÃO DA TUTORIA 05/2005 133-TC-D5 Nara Liane Ávila Priet Silveira SEBRAE naraliane@ul.cm.br Suprte e Serviçs Educaçã Cntinuada em Geral Relatóri de Pesquisa Este trabalh apresenta a imprtância

Leia mais

10ª JORNADA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Extensão Universitária e Políticas Públicas

10ª JORNADA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Extensão Universitária e Políticas Públicas SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO 10ª JORNADA DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Extensã Universitária e Plíticas Públicas Períd 05 a 07 de dezembr de 2007 A 10ª Jrnada

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA. Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PROVA 3 FINANÇAS PÚBLICAS

PADRÃO DE RESPOSTA. Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas A I PROVA 3 FINANÇAS PÚBLICAS Questã n 1 Cnheciments Específics O text dissertativ deve cmtemplar e desenvlver s aspects apresentads abaix. O papel d PPA é de instrument de planejament de médi/lng praz que visa à cntinuidade ds bjetivs

Leia mais

Apresentação do Curso

Apresentação do Curso At endi m ent acl i ent e Apr es ent aç ãdc ur s Apresentaçã d Curs O curs Atendiment a Cliente fi elabrad cm bjetiv de criar cndições para que vcê desenvlva cmpetências para: Identificar s aspects que

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS Versã 0.0 25/10/2010 Sumári 1 Objetivs... 3 2 Cnceits... 3 3 Referências... 3 4 Princípis... 3 5 Diretrizes d Prcess... 4 6 Respnsabilidades... 5 7

Leia mais

Prova Escrita e Prova Oral de Inglês

Prova Escrita e Prova Oral de Inglês AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AURÉLIA DE SOUSA PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Prva Escrita e Prva Oral de Inglês 11.º An de esclaridade DECRETO-LEI n.º 139/2012, de 5 de julh Prva (n.º367) 1.ªe 2.ª Fase 6

Leia mais

REGULAMENTO 1- OBJETIVO

REGULAMENTO 1- OBJETIVO REGULAMENTO 1- OBJETIVO O Prgrama Nv Temp é um iniciativa da Cargill Agricla SA, que visa ferecer as seus funcináris e das empresas patrcinadras ds plans de previdência sb a gestã da CargillPrev Sciedade

Leia mais

Banco Industrial do Brasil S.A. Gerenciamento de Capital

Banco Industrial do Brasil S.A. Gerenciamento de Capital Banc Industrial d Brasil S.A. Gerenciament de Capital 2014 1 Sumári 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL... 4 4. PLANO DE CAPITAL... 5 5. RESPONSABILIDADES... 6

Leia mais

LETRAMENTOS ACADÊMICOS

LETRAMENTOS ACADÊMICOS 110. CONEX Apresentaçã Oral Resum Expandid ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das pções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

Leia mais

Faculdade de Tecnologia SENAI Florianópolis e Faculdade de Tecnologia SENAI Jaraguá do Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO

Faculdade de Tecnologia SENAI Florianópolis e Faculdade de Tecnologia SENAI Jaraguá do Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Faculdade de Tecnlgia SENAI Flrianóplis e Faculdade de Tecnlgia SENAI Jaraguá d Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Pós-Graduaçã Lat Sensu em Gestã da Segurança da Infrmaçã em Redes de Cmputadres A Faculdade

Leia mais

Enquadramento do PDM no Sistema de Gestão Territorial Nacional

Enquadramento do PDM no Sistema de Gestão Territorial Nacional Plan 1- prcess 2-territóri e plan 3- cidadania Gabinete de Planeament e Urbanism AGENDA PARA O PLANEAMENTO PARTICIPATIVO PROGRAMA1: informar para a CIDADANIA Planeament Enquadrament d PDM n Sistema de

Leia mais

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO

REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO REP REGISTO DOS PROFISSIONAIS DO EXERCICIO Um prject eurpeu em clabraçã cm a EHFA Eurpean Health and Fitness Assciatin, cm sede em Bruxelas Regist ds Prfissinais Intrduçã Estams numa fase em que a Tutela

Leia mais

Academia FI Finanças

Academia FI Finanças Academia FI Finanças A Academia é melhr caminh para especializaçã dentr de um tema n ERP da SAP. Para quem busca uma frmaçã cm certificaçã em finanças, mais indicad é participar da próxima Academia de

Leia mais

MODALIDADE DE FORMAÇÃO

MODALIDADE DE FORMAÇÃO CURSO 7855 PLANO DE NEGÓCIO - CRIAÇÃO DE PEQUENOS E MÉDIOS NEGÓCIOS Iníci ------ Duraçã 50h Hrári(s) ------ OBJECTIVOS GERAIS - Identificar s principais métds e técnicas de gestã d temp e d trabalh. -

Leia mais

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS

MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS MANUAL PARA ELABORAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS Sã Paul 2013 1 1 INTRODUÇÃO Este Manual tem a finalidade de servir à nrmalizaçã da elabraçã de Trabalhs de Cnclusã de Curs TCC pr mei de artigs científics,

Leia mais

Pós-graduação. em Negócios e Marketing de Moda

Pós-graduação. em Negócios e Marketing de Moda Pós-graduaçã em Negócis e Marketing de Mda Pós-graduaçã em Negócis e Marketing de Mda Intrduçã A Faculdade Santa Marcelina é recnhecida nacinalmente pel seu pineirism pr lançar a primeira graduaçã de mda

Leia mais

5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO:

5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: 5. PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA MANUTENÇÃO: 5.1 INTRODUÇÃO A rganizaçã da manutençã era cnceituada, até há puc temp, cm planejament e administraçã ds recurss para a adequaçã à carga de trabalh esperada.

Leia mais

CAPÍTULO IV. Valores, Crenças, Missão, Visão.e Política da Qualidade. Waldemar Faria de Oliveira

CAPÍTULO IV. Valores, Crenças, Missão, Visão.e Política da Qualidade. Waldemar Faria de Oliveira CAPÍTULO IV Valres, Crenças, Missã, Visã.e Plítica da Qualidade. Waldemar Faria de Oliveira Há alguns ans, quand tínhams ótims atletas, perdíams a Cpa d Mund de futebl, as Olimpíadas, errand em cisas básicas.

Leia mais

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS OESTECIM A MINHA EMPRESA 1. Intrduçã e Objetivs a) O Cncurs de Ideias OESTECIM a minha empresa pretende ptenciar apareciment de prjets invadres na regiã d Oeste sempre numa perspetiva de desenvlviment ecnómic e scial. b) O Cncurs

Leia mais

GUIA DO CURSO GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

GUIA DO CURSO GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS GUIA DO CURSO GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Curs em regime de e-learning Curs de Frmaçã em Direit e Práticas Labrais 2 A dinâmica da gestã ds recurss humans deve acmpanhar a dinâmica das próprias rganizações.

Leia mais

Nome do programa, pesquisa ou produto: Projeto Censo GIFE 2005/2006

Nome do programa, pesquisa ou produto: Projeto Censo GIFE 2005/2006 1 GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Dads da rganizaçã Data de elabraçã da ficha: Fev 2008 Nme: GIFE Grup de Instituts, Fundações e Empresas Endereç: Av. Brigadeir Faria Lima, 2.413 1º andar

Leia mais

PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO

PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO MUNICÍPIO DE PAREDES DE COURA Fund Lcal n Cncelh de Paredes de Cura PROTOCOLO FINANCEIRO E DE COOPERAÇÃO Entre: O Municípi de Paredes de Cura, pessa clectiva nº 506

Leia mais

Design Patterns ABSTRACT FACTORY EMERSON BARROS DE MENESES

Design Patterns ABSTRACT FACTORY EMERSON BARROS DE MENESES Design Patterns ABSTRACT FACTORY EMERSON BARROS DE MENESES 1 Breve Históric Sbre Design Patterns A rigem ds Design Patterns (Padrões de Desenh u ainda Padrões de Prjet) vem d trabalh de um arquitet chamad

Leia mais

Uma leitura sobre a propriedade do conhecimento no software livre e copyleft a partir de conceitos da filosofia grega.

Uma leitura sobre a propriedade do conhecimento no software livre e copyleft a partir de conceitos da filosofia grega. XXVII Cngres de la Asciación Latinamericana de Scilgía. VIII Jrnadas de Scilgía de la Universidad de Buens Aires. Asciación Latinamericana de Scilgía, Buens Aires, 2009. Uma leitura sbre a prpriedade d

Leia mais

TERAPIA MANUAL DESPORTIVA

TERAPIA MANUAL DESPORTIVA TERAPIA MANUAL DESPORTIVA 14, 15 e 16 de Nvembr de 2014 - LISBOA Resum A Terapia Manual é indiscutivelmente uma área incntrnável na intervençã d fisiterapeuta. N entant, este é um cnceit lat, cm diversas

Leia mais

GUIA RÁPIDO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA (Licenciatura)

GUIA RÁPIDO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA (Licenciatura) GUIA RÁPIDO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA (Licenciatura) GUIA RÁPIDO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA (Licenciatura) UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI Fundada em 1970 cm intuit de ferecer primeir curs

Leia mais

Proposta de Plano de Atividades e Orçamento

Proposta de Plano de Atividades e Orçamento Prpsta de Plan de Atividades e Orçament Mandat 2013/2014 Direçã da Assciaçã de Estudantes d Externat Frei Luís de Susa Almada, 8 de utubr de 2013 Assciaçã de Estudantes d Externat Frei Luís de Susa Prpsta

Leia mais

Gerenciamento do Escopo

Gerenciamento do Escopo Pós-graduaçã Gestã Empresarial Módul GPE Gestã de Prjets Empresariais Prf. MSc Jsé Alexandre Mren prf.mren@ul.cm.br agst_setembr/2009 1 Gerenciament d Escp 3 Declaraçã d escp Estrutura Analítica d Prjet

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA ESCOLA SECUNDÁRIA/3 RAINHA SANTA ISABEL 402643 ESTREMOZ

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA ESCOLA SECUNDÁRIA/3 RAINHA SANTA ISABEL 402643 ESTREMOZ PLANIFICAÇÃO ANUAL DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO 8º an Subdmíni Cmunicaçã e clabraçã CC8 Cnheciment e utilizaçã adequada e segura de diferentes tips de ferramentas de cmunicaçã,

Leia mais

Capítulo 17. Sistema de Gestão Ambiental e Social e Plano de Gestão Ambiental e Social

Capítulo 17. Sistema de Gestão Ambiental e Social e Plano de Gestão Ambiental e Social Capítul 17 Sistema de Gestã Ambiental e Scial e Plan de Gestã Ambiental e Scial ÍNDICE 17 SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL E SOCIAL E PLANO DE GESTÃO AMBIENTAL E SOCIAL 17-1 17.1 INTRODUÇÃO 17-1 17.2 VISÃO

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS Cidade Universitária de Limeira

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS Cidade Universitária de Limeira DIRETRIZES PARA ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DOS CURSOS DE GESTÃO 1 Sumári I. O Estági em Gestã...3 II. O Estági curricular...4 III. Acmpanhament e avaliaçã...5 IV. Mdels de Plan de Atividades e de Relatóri...5

Leia mais

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde

Anexo V. Software de Registro Eletrônico em Saúde. Implantação em 2 (duas) Unidades de Saúde Anex V Sftware de Registr Eletrônic em Saúde Implantaçã em 2 (duas) Unidades de Saúde Índice 1 INTRODUÇÃO... 3 2 ESTRATÉGIAS E PROCEDIMENTOS DE IMPLANTAÇÃO... 3 4 INFRAESTRUTURA NAS UNIDADES DE SAÚDE -

Leia mais

Seminário de Acompanhamento SNPG. Área 21. APCNs. André F Rodacki Marcia Soares Keske Rinaldo R J Guirro

Seminário de Acompanhamento SNPG. Área 21. APCNs. André F Rodacki Marcia Soares Keske Rinaldo R J Guirro Seminári de Acmpanhament SNPG Área 21 APCNs André F Rdacki Marcia Sares Keske Rinald R J Guirr Áreas de Avaliaçã - CAPES Clégi de Humanidades Ciências Humanas Ciências Sciais Aplicadas Linguística, Letras

Leia mais

Capítulo VII Projetos de eficiência energética em iluminação pública Por Luciano Haas Rosito*

Capítulo VII Projetos de eficiência energética em iluminação pública Por Luciano Haas Rosito* 20 Api O Setr Elétric / Julh de 2009 Desenvlviment da Iluminaçã Pública n Brasil Capítul VII Prjets de eficiência energética em iluminaçã pública Pr Lucian Haas Rsit* Neste capítul abrdarems s prjets de

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO FINAL DE GEOGRAFIA

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO FINAL DE GEOGRAFIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO FINAL DE GEOGRAFIA Nme: Nº 8ºAn Data: / / 2015 Prfessres: Fabiana, Mayra e Olga. Nta: (valr: 2.0) A - Intrduçã Neste an, sua nta fi inferir a 60 pnts e vcê nã assimilu s cnteúds

Leia mais

Gestão do Escopo 1. Planejamento da Gestão do Escopo: 2. Definição do Escopo: 3. Elaboração da EDT(EAP): 4. Verificação do Escopo:

Gestão do Escopo 1. Planejamento da Gestão do Escopo: 2. Definição do Escopo: 3. Elaboração da EDT(EAP): 4. Verificação do Escopo: Gestã d Escp 1. Planejament da Gestã d Escp: i. Autrizaçã d prjet ii. Definiçã d escp (preliminar) iii. Ativs em cnheciments rganizacinais iv. Fatres ambientais e rganizacinais v. Plan d prjet i. Plan

Leia mais

PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020. DESCRIÇÃO DA AÇÃO Versão: 1 Data: 28/10/2013

PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020. DESCRIÇÃO DA AÇÃO Versão: 1 Data: 28/10/2013 PROGRAMA DESENVOLVIMENTO RURAL CONTINENTE 2014-2020 DESCRIÇÃO DA AÇÃO Versã: 1 Data: 28/10/2013 M5. ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO AÇÃO 5.1. CRIAÇÃO DE AGRUPAMENTOS E ORGANIZAÇÃO DE PRODUTORES NOTA INTRODUTÓRIA

Leia mais

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000

ISO 9001:2008 alterações à versão de 2000 ISO 9001:2008 alterações à versã de 2000 Já passaram quase it ans desde que a versã da ISO 9001 d an 2000 fi publicada, que cnduziu à necessidade de uma grande mudança para muitas rganizações, incluind

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensin Técnic Códig: 0262 ETEC ANHANGUERA Municípi: Santana de Parnaíba Cmpnente Curricular: Cntabilidade Cmercial Eix Tecnlógic: Gestã e Negócis Módul: II C.

Leia mais

Faculdade de Tecnologia SENAI Florianópolis e Faculdade de Tecnologia SENAI Jaraguá do Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO

Faculdade de Tecnologia SENAI Florianópolis e Faculdade de Tecnologia SENAI Jaraguá do Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Faculdade de Tecnlgia SENAI Flrianóplis e Faculdade de Tecnlgia SENAI Jaraguá d Sul EDITAL DE PROCESSO SELETIVO Pós-Graduaçã Lat Sensu MBA em Gestã de Prjets A Faculdade de Tecnlgia SENAI/SC em Flrianóplis

Leia mais

Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i o R e g i o n a l p a r a o B r a s i l e o C o n e S u l

Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i o R e g i o n a l p a r a o B r a s i l e o C o n e S u l Fund de Desenvlviment das Nações Unidas para a Mulher E s c r i t ó r i R e g i n a l p a r a B r a s i l e C n e S u l Fnd de Desarrll de las Nacines Unidas para la Mujer O f i c i n a R e g i n a l p

Leia mais