BARROCO. Vaidade, de Domenico Piola

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1 BARROCO Vaidade, de Domenico Piola.

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3 HISTORICAMENTE - Realização do Concílio de Trento, entre os anos de 1545 e 1563; - Estabelecimento da divisão da cristandade entre protestantes e católicos; - Reforma protestante X Contrarreforma; - Domínio da Companhia de Jesus; - Tribunal da Inquisição; - Antropocentrismo X Teocentrismo. - Tentativa do homem de conciliar a glória e os valores humanos despertados pelo Renascimento com as ideias de submissão e pequenez perante Deus e a Igreja.

4 CARACTERÍSTICAS Culto dos contrastes. Presença da antítese. claro/escuro vida/morte tristeza/alegria; O tema da passagem do tempo O homem barroco assume consciência integral no que se refere à fugacidade da vida humana (efemeridade): o tempo, veloz e avassalador, tudo destrói em sua passagem; Figuras de Linguagem no Barroco Metáfora: é uma comparação implícita. Antítese: reflete a contradição do homem barroco, seu dualismo. Paradoxo: corresponde à união de duas ideias contrárias num só pensamento. Hipérbole: traduz ideia de grandiosidade, pompa. Prosopopeia: personificação de seres inanimados para dinamizar a realidade.

5 O cultismo caracteriza-se pelo uso de linguagem rebuscada, culta, extravagante, repleta de jogos de palavras e do emprego abusivo de figuras de estilo, como a metáfora e a hipérbole. Ao braço do Menino Jesus de Nossa Senhora das Maravilhas, A quem infiéis despedaçaram O todo sem a parte não é todo; A parte sem o todo não é parte; Mas se a parte o faz todo, sendo parte, Não se diga que é parte, sendo o todo. (Gregório de Matos)

6 O conceptismo, que ocorre principalmente na prosa, é marcado pelo jogo de ideias, de conceitos, seguindo um raciocínio lógico, racionalista, que utiliza uma retórica aprimorada. A organização da frase obedece a uma ordem rigorosa, com o intuito de convencer e ensinar. Para um homem se ver a si mesmo são necessárias três coisas: olhos, espelho e luz. Se tem espelho e é cego, não se pode ver por falta de olhos; se tem espelhos e olhos, e é de noite, não se pode ver por falta de luz. Logo, há mister¹ luz, há mister espelho e há mister olhos. (Pe. Antônio Vieira) ¹mister: necessidade de, precisão.

7 TEMAS - fugacidade da vida e instabilidade das coisas; - morte, expressão máxima da efemeridade das coisas; - concepção do tempo como agente da morte e da dissolução das coisas; - castigo, como decorrência do pecado; - arrependimento; - narração de cenas trágicas; - erotismo; - misticismo; - apelo à religião.

8 À MESMA DONA ÂNGELA Anjo no nome, Angélica na cara, Isso é ser flor e anjo juntamente, Ser Angélica flor, e Anjo florente Em quem, senão em vós, se uniformara? Quem veria uma flor, que não a cortara Do verde pé, da rama florescente? E quem um anjo vira tão luzente, Que por seu deus não idolatrara? Se como Anjo sois dos meus altares Fôreis o meu custódio, e a minha guarda, Livrara eu de diabólicos azares, Mas vejo que tão bela e tão galharda, Posto que os anjos nunca dão pesares, Sois Anjo que me tenta, e não me guarda. GREGÓRIO DE MATOS

9 SONETO A NOSSO SENHOR Pequei, Senhor, mas não porque hei pecado, Da vossa alta clemência me despido; Porque quanto mais tenho delinquido Vos tem a perdoar mais empenhado. Se basta a vos irar tanto pecado, A abrandar-vos sobeja um só gemido: Que a mesma culpa que vos há ofendido, Vos tem para o perdão lisonjeado. Se uma ovelha perdida e já cobrada Glória tal e prazer tão repentino Vos deu, como afirmais na sacra história. Eu sou, Senhor a ovelha desgarrada, Recobrai-a; e não queirais, pastor divino, Perder na vossa ovelha a vossa glória. GREGÓRIO DE MATOS

10 AMOR E TEMPO Tudo cura o tempo, tudo faz esquecer, tudo gasta, tudo digere, tudo acaba. Atreve-se o tempo a colunas de mármore, quanto mais a corações de cera! (...) Os antigos sabiamente pintaram o amor menino; porque não há amor tão robusto que chegue a ser velho. De todos os instrumentos com que o armou a natureza, o desarma o tempo. (...) A razão natural de toda esta diferença é porque o tempo tira a novidade às coisas, descobre-lhe os defeitos, enfastia-lhe o gosto, e basta que sejam usadas para não serem as mesmas. Gasta-se o ferro com o uso, quanto mais o amor?! O mesmo amar é causa de não amar e o ter amado muito, de amar menos. Padre Antônio Vieira

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