ACIDENTES OFÍDICOS COM SERPENTES BRASILEIRAS EM MINAS GERAIS.

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1 ACIDENTES OFÍDICOS COM SERPENTES BRASILEIRAS EM MINAS GERAIS. ALMEIDA, Amanda Augusta de Lima*; MACEDO, Maria Esther** *Aluna do curso de graduação em Ciências Biológicas. Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix MG. para **Docente do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix. CEP: Belo Horizonte, MG, BRASIL RESUMO: Ofidismo é todo acidente causado por serpentes peçonhentas. Antigamente era conhecido por ser apenas um problema rural e vem demonstrando uma mudança na situação atual. Estima-se que ocorram no Brasil em média acidentes por ano, e informações corretas sobre a ocorrência dos casos e as serpentes causadoras, poderiam diminuir esse número. Assim, esse trabalho teve como objetivo analisar a incidência de acidentes com serpentes no Estado de Minas Gerais assim como caracterizar os principais gêneros envolvidos. As informações obtidas neste estudo foram divulgadas para o público em geral por meio da elaboração de um folder. Foi realizada uma revisão bibliográfica dos principais artigos sobre o tema, e uma metanálise com os dados obtidos através do SINAN/ NET. Os resultados demonstraram que o gênero Bothrops é o gênero que causa o maior número de casos em Minas Gerais, e que a biologia dos gêneros e os hábitos sociais estão interligados a incidência de acidentes no estado. Palavras-chave: acidentes ofídicos. Serpentes. Minas Gerais. SINAN. INTRODUÇÃO: De acordo com a Global Snakebite Initiative (GSI) (2010), quase 5 milhões de pessoas do mundo são afetadas por acidentes com serpentes, deixando seriamente feridas 2,7 milhões e levando a óbito 125 mil, por ano (PAULA, 2010). Os acidentes ofídicos representam um problema de saúde pública nos países tropicais como o Brasil e, apesar de ser um problema antigo, a frequência com que acontecem no país se mantém sem grandes modificações (FERNANDES, 2008). O estudo do Ofidismo ou acidentes ofídicos (acidentes com serpentes peçonhentas) no país teve início com os trabalhos do Vital Brasil, no século XX, no Instituto Serum Terápico, atual Instituto Butantan (LEMOS, et al., 2009). No Brasil em 2009, segundo dados do Ministério da Saúde, aconteceram casos de acidentes, com coeficiente de 14,4 acidentes por habitantes (PAULA, 2010). Esses acidentes são causados por serpentes peçonhentas de duas famílias: a Viperidae, que é constituída pelos gêneros Bothrops (jararaca), Caudisona (cascavel) e Lachesis (surucucu), e a Elapidae pelo gênero Micrurus (cobra coral) (BERNARDE, 2011; PAULA, 2010). As serpentes do gênero Bothrops, são conhecidas popularmente como jararaca, jararacuçu, jararaca do rabo brando, urutu cruzeiro (FUNED, 2009) e são responsáveis por 73% dos acidentes que ocorrem por ano no Brasil (BRASIL, 2010). Elas são encontradas por todo território brasileiro (SANDRIN; PUORTO; NARDI, 2005), apresentam hábitos predominantemente noturnos, e podem apresentar comportamento agressivo quando se sentem ameaçadas, realizando botes sem produzir ruídos (FUNASA, 2001). Por ano, quanto à letalidade representam 0,35% dos casos que ocorrem no país (BRASIL, 2010) A Caudisona durissa habita áreas abertas, secas, pedrosas e campos (FUNED, 2009), e são encontradas preferencialmente nas regiões Sul e Sudeste (SANDRIN; PUORTO; NARDI, 2005). Seus nomes populares são maracambóia, maracabóia, cascavel, boicininga e cascavelha. Podem atingir até 1,6 metros quando adultos. São vivíparos e sua característica mais Belo Horizonte, MG, v.05, n.10, Dez. de

2 marcante é o chocalho presente em sua cauda (FUNED, 2009). Causam 7,4% de acidentes por ano no Brasil, sendo quanto à letalidade a que apresenta maior índice: 1,25 % dos casos (BRASIL, 2010). As serpentes do gênero Micrurus compreendem 22 espécies, distribuídas em todo o território brasileiro (FUNED, 2009). São conhecidas como coral verdadeira, cobra coral ou boicorá e são serpentes de pequeno a médio porte, com tamanho em torno de 0,60 a 0,80 metro de comprimento. Apresentam anéis pretos, vermelhos e brancos em qualquer tipo de combinação (FUNASA, 2001). Expõem a menor incidência dos acidentes: 3% e um baixo nível de letalidade: 0,7% (BRASIL, 2010). A serpente Lachesis muta, conhecida como surucucu pico-de-jaca, é a única serpente desse gênero encontrada no Brasil (PINHO & PERREIRA, 2001). É a maior serpente peçonhenta da América do Sul, chegando a medir 4 m de comprimento quando adulta. A incidência dos acidentes é de 3% ao ano e a letalidade chega a 0,7 % no Brasil (BRASIL; 2010). Elas são encontradas em áreas florestais como a Amazônia, Mata Atlântica e alguns enclaves de matas úmidas do Nordeste (PINHO & PERREIRA, 2001). No Estado de Minas Gerais encontramos três dos quatro gêneros brasileiros que são responsáveis pelos acidentes ofídicos. O objetivo do presente trabalho foi analisar a incidência dos acidentes com serpentes em Minas Gerais, e divulgar para o público em geral informações relevantes sobre o tema. MATERIAIS E MÉTODOS: Foi realizada uma revisão bibliográfica buscando artigos referentes ao tema abordado. As bases de dados foram em sites como Scielo (SCIENTIFIC ELECTRONIC LIBRARY ONLINE), PORTAL CAPES (Portal periódico da Capes), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Os descritores para a busca foram Ofidismo, acidentes ofídicos em Minas Gerais e perfil epidemiológico de acidentes ofídicos em Minas Gerais. Os métodos de exclusão foram os artigos que não retrataram o tema e publicações com mais de 15 anos. Os dados obtidos sobre a incidência de acidentes são do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), demonstrando a frequência por serpente segundo ano da notificação. Foram obtidos dados dos anos de 2008 a Ao final foi realizada uma metanálise, através da construção de gráficos, usando o programa Microsoft Excel, para apresentação dos dados. Quanto à divulgação das informações um folder foi elaborado sobre o tema, constando informações relevantes destinadas à população em geral. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Segundo os dados do SINAN, 2014, no período de 2008 a 2013 foram notificados acidentes ofídicos em Minas Gerais. Na figura 1 observamos a distribuição dos acidentes no período de 2008 a 2013 para as serpentes do gênero Bothrops. A análise dos resultados demonstra que não houve grande variação quanto o número de acidentes por ano, permanecendo na faixa de 2500 acidentes. O ano que apresentou a maior ocorrência de acidentes pelo gênero foi o de 2011 e o ano com menor número de ocorrência foi o de Os acidentes com o gênero Caudisona são apresentados na figura 2. Ao analisarmos a evolução do número de casos ocorridos a cada ano observamos uma média de 550 casos de acidentes entre o período estudado (2008 a 2013). O ano que demonstrou o maior número de casos foi o de 2011 com 658 acidentes e o ano com menor número de casos foi o de 2009 com 455 acidentes. Foram apresentados um aumento crescente do número de acidentes a partir do ano de 2009 e um declínio a partir do ano de Os acidentes elapídicos (gênero Micrurus) são raros no Estado, não chegando a 30 acidentes em nenhum dos anos avaliados neste estudo. A análise dos resultados revela uma média de 20 acidentes por ano. Os anos de 2008 e 2011 foram os que mais ocorreram acidentes com o gênero no Estado, perfazendo um total de 24 acidentes. O ano de 2009 foi o de menor incidência: 14 acidentes. 2

3 Figura 1: Acidentes ofídicos em Minas Gerais do gênero Bothrops. Figura 2: Acidentes ofídicos em Minas Gerais do gênero Caudisona. Figura 3: Acidentes ofídicos em Minas Gerais do gênero Micrurus. Podemos observar que a maioria dos acidentes ofídicos ocorridos em Minas Gerais, no período avaliado, pertencem ao gênero Bothorps, confirmando os dados da literatura (PINHO, OLIVEIRA & PEREIRA, 2004). As serpentes desse gênero contêm a maior diversidade de espécies entre os gêneros estudados (SILVA & RODRIGUES, 2008). Segundo a Sociedade Brasileira de Herpetologia (2012), são encontradas 26 espécies de jararaca no Brasil, sendo cinco delas significativas para a saúde pública em Minas Gerais (FUNED, 2009). Esse número de serpentes significativas desse gênero para o Estado pode ser a causa para o elevado número de acidentes. Outros fatores que poderiam justificar a alta incidência de casos ocorridos pelo gênero Bothorps são as características e os hábitos dessas espécies. Essas serpentes exibem uma boa capacidade de adaptação em diferentes tipos de ambiente, sendo assim encontradas em diversos ecossistemas. Habitam prediletamente ambientes úmidos, áreas fechadas ou cultivadas, zonas rurais e contornos de cidades, indo a procura principalmente de roedores (CARVALHO & NOGUEIRA, 1998), ocasionando encontros com o homem. Possuem hábitos crepusculares e noturnos (CARVALHO & NOGUEIRA, 1998) e embora os acidentes ocorram em sua maioria no período diurno e vespertino (ocasião de maior atividade humana) é nesse momento que ocorre a termorregulação desses animais, onde eles procuram locais com temperaturas adequadas, não se expondo diretamente sob o sol, mas em arbustos, dificultando a sua exibição (NICOLETI, 2010). Segundo a FUNED (2009), a maioria das cinco serpentes do gênero Bothorps que causam grande parte dos acidentes em Minas Gerais, são vivíparas, podendo nascer de 10 a 40 filhotes, dependendo de cada espécie, apresentando assim um sucesso reprodutivo significativo. Apresentam o tipo de dentição solenóglifa, onde as presas são móveis, grandes e são localizadas no anterior da boca (FUNED, 2009), o que equivale ao tipo mais perfeito de aplicação de veneno que se conhece, sendo que suas presas afiadas são trocadas ao longo da vida (FERREIRA & BARRAVIEIRA, 2007). Os ofídios do gênero Caudisona representaram a segunda maior incidência de acidentes ofídicos no Estado, segundo o período avaliado. O fato de esse gênero ocupar essa colocação se deve a sua característica mais marcante: o chocalho presente em sua cauda (FUNED, 2009). As serpentes do gênero Bothorps também advertem com a cauda antes de efetuar o seu bote, porém devido a presença do chocalho, as serpentes Caudisona 3

4 produzem um som mais alarmante, parecido com maracas, o que faz com sua presença seja notada mais facilmente (CARVALHO & NOGUEIRA, 1998). As serpentes desse gênero são encontradas normalmente em campos abertos, áreas secas, arenosas e pedregosas e são raramente encontradas em litorais (PINHO, VIDAL & BURDMANN, 2000; TOKARNIA & PEIXOTO, 2006). Habitam principalmente áreas do bioma de Cerrado (PARDAL et al., 2007), sendo este o principal bioma do Estado de Minas Gerais, ocupando 57 % da extensão territorial do Estado (IEF, 2014). O seu corpo apresenta um colorido castanho claro, com várias tonalidades, destacando as fileiras de manchas dorsais em forma de losangos marrons escuros, com margens amarelas e brancas (CAMPBELL & LAMAR, 2004), retratando um mimetismo nas áreas onde são encontradas, dificultando a visualização do homem quando estes as encontram. Em terceiro lugar, quanto à incidência de casos no Estado, permaneceu as serpentes do gênero Micrurus. A baixa ocorrência de acidentes por esse gênero está vinculada a dificuldade na introdução do veneno (LIRA-DA-SILVA et al., 2009), pois essas serpentes apresentam o tipo de dentição proteróglifa, ou seja, suas presas são fixas, pequenas e estão localizadas na parte anterior da boca, o que dificulta sua penetração (FUNED, 2009). Esses ofídios também exibem uma coloração variada, entre as cores vermelha, preto e branco (FUNASA, 2001), o que facilita sua visualização; um comportamento não agressivo (LIRA-DA-SILVA et al., 2009) e como tipo de desenvolvimento embrionário, a oviposição, pondo de 2 a 10 ovos por postura, sendo um número relativamente baixa comparada as serpentes do gênero Bothorps (FUNED, 2009). Por apresentarem hábitos subterrâneos ou semisubterrâneos, sempre são encontradas escondidas em buracos, formigueiros e embaixo de troncos em decomposição e pedras, lugar que prefere fazer a postura de seus ovos (FUNED, 2009), o que acarreta em uma diminuição dos encontros entre elas e os seres humanos. A ocorrência dos casos de Ofidismo estão relacionados, principalmente, ao clima e também ao aumento da atividade humana no campo, seja pela área profissional ou para lazer (SANDRIN, PUORTO & NARDI, 2005). Contudo, Cardoso et al. (2003), enfatiza que os acidentes que ocorrem nas cidades têm aumentado, pela divergência de fatores de risco em que se somam moradias indevidas, falta de saneamento básico e hábitos sociais inapropriados que possibilitam o acúmulo de lixo e entulhos em domicílios e terrenos abandonados; logo o ofidismo, descrito como um problema do campo, vem frequentemente se tornando um problema das áreas urbanas. E ainda, a melhora no sistema de notificação e o aumento ao acesso aos postos de atendimento de saúde poderiam também estar relacionados com o aumento das notificações no SINAN (FRISZON & BOCHNER, 2008) CONSIDERAÇÕES FINAIS: A incidência de acidentes ofídicos em Minas Gerais, apesar de ser pequena comparada ao número que ocorre no Brasil por ano, deve ser melhor avaliada, principalmente os causados pelo gênero Bothrops, que foi o gênero que exibiu a maior incidência. Um maior conhecimento da população minera sobre os gêneros causadores de acidentes e sua biologia, poderia diminuir o número de casos em Minas Gerais. Observa-se também que os acidentes não estão apenas relacionados à biologia dos gêneros, mas a situação social do país e do estado. A proliferação aos subúrbios das cidades, a falta de saneamento básico e o acúmulo de lixo estão pautados a presença das serpentes nestes locais, que vão a procura de lugares para se abrigarem e de roedores, sua principal fonte de alimento. REFERÊNCIAS BERNARDE, Paulo Sérgio. Mudanças na Classificação de Serpentes Peçonhentas Brasileiras e suas implicações na Literatura Médica. Gazeta Médica da Bahia, v. 81, n.1, p , CARDOSO, J.L.C., et al,. Introdução ao Ofidismo. In: Cardoso JLC, França FOS, Fan HW, Málaque CMS, Haddad JR, V. Animais peçonhentos no Brasil: biologia, clínica e terapêutica dos acidentes.são Paulo: Sarvier, páginas 3-5, CAMPBELL, I.P., LAMAR, W.W. The venomous reptiles of the Western Hemisphere. Cornell University Press, New York. Página

5 CARVALHO, M.A., NOGUEIRA F., Serpentes da área urbana de Cuiabá, Mato Grosso: aspectos ecológicos e acidentes ofídicos associados. Cadernos de Saúde Pública, v.14, p , FERNANDES, T.A., AGUIAR C.N., DAHER E.F. Envenenamento Crotálico: epidemiologia, insuficiência renal aguda, e outras manifestações clínicas. Revista Eletrônica Pesquisa Médica, v.2, n.2, Abr Junho, FERREIRA, J.R.; BARRAVIEIRA, B. Management of venomous snakebites in dogs and cats in Brazil. V. 10, n.2, p FISZON, J.T., BOCHNER R. Subnotificação de acidentes por animais peçonhentos registrados pelo SINAN no Estado do Rio de Janeiro no período de 2001 a Revista Brasileira Epidemioliologia; v.119, p , 2008 FUNASA, Fundação Nacional de Saúde. Manual de Diagnóstico e Tratamento de Acidentes por Animais Peçonhentos. Ministério da Saúde. Brasília, 2 edição, página120, FUNED, Fundação Ezequiel Dias. Cartilha Animais Peçonhentos. Belo Horizonte, 3ª edição, outubro de HERPENTOLOGIA, Soc. Bras. Lista Brasileira de Répteis. SP, set Disponível em: < is30set2012-portugues.pdf>. Acessado em: 15 de maio de IEF, Instituto Estadual de Florestas. Cobertura vegetal de Minas Gerais. Belo Horizonte, Disponível em: < Acessado em: 15 de maio de LEMOS, Josiverton de C. et al. Epidemiologia dos acidentes ofídicos notificados pelo Centro de Assistência e Informação Toxicológica de Campina Grande (Ceatox- CG), Paraíba. Revista Brasileira Epidemiologia, v.12, n.1, p , LIRA-DA-SILVA, R.M., CASAIS-E-SILVA LL, Ulloa J, Hamdan B, Brazil TK. Serpentes de importância médica do nordeste do Brasil. Gazeta Médica da Bahia v.79, p.7-20,2009. NICOLETI, A.F. Comparação dos acidentes causados por Bothropoides jararaca (Serpentes: Viperidae) com e sem envenenamento atendidos no Hospital Vital Brazil do Instituto Butantan. 128 f. Dissertação (Mestrado em Ciências) Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, São Paulo, PARDAL, P.P.O., et al. Acidente por cascavel (Crotalus sp.) em Ponta de Pedras, Ilha do Marajó, Pará- relato de caso. Ref. Par. Med., v.21, julho a setembro, PAULA, Ruth C. M. F. de. Perfil Epidemiológico dos casos de Acidentes Ofídicos atendidos no Hospital de Doenças Tropicais de Araguaína TO (Triênio ) f. Dissertação (Mestrado em Ciências na Área de Tecnologia Nuclear) Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares, Autarquia Associada à Universidade de São Paulo, São Paulo, PINHO F.M.O, OLIVEIRA E.S, PEREIRA, I.D. Acidente ofídico no Estado de Goiás. Revista da Associação Médica Brasileira; volume 50, fascículo 1, páginas 93 a 96, janeiro e março,2004. PINHO, F.M.O; PERREIRA, I.D.. Ofidismo. Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás. Goiânia,1ª edição, páginas 24 a 29, PINHO F.O., VIDAL E.C. & BURDMANN E.A. Atualização em insuficiência renal aguda: insuficiência renal aguda após acidente crotálico. J. Bras. Nefrol, v.22, p , SANDRIN, M.F.N.; PUORTO, G.; NARDI, R. Serpentes e Acidentes Ofídicos: um estudo sobre erros Conceituais em Livros Didáticos. Investigação em Ensino de Ciências, v.10, n.3, páginas , SILVA, V.X.; RODRIGUES, M.T. Taxonomic revision oh the Bothrops neuwiedi complex (Serpentes, Viperidae) with description of a new species. Phyllomedusa. V.7, n.1, p , TOKARNIA, C.H.; PEIXOTO, P.V. A importância dos acidentes ofídicos como causa de mortes em bovinos no Brasil. Pesq. Vet. Bras., p , de abril a junho

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