Universidade Estadual de Londrina

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1 Universidade Estadual de Londrina PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DISCIPLINA ESPECIAL CENTRO CTU DEPARTAMENTO ESTRUTURAS CÓDIGO NOME DA DISCIPLINA PONTES (Uso da PROGRAD) *CARGA HORÁRIA Horário da Oferta PERÍODO DE OFERTA:2007 Nº MIN.DE VAGAS 12 Noturno Nº MAX.DE VAGAS 30 Teor. Prát. Total 4ª. e 5ª.-feira 1º Sem Março/2007 a Junho/2007 N DE TURMAS 1 *múltiplo de 15 CURSO(S) ALVO(S) No Máximo 5 (Res.CEPE Nº 139/2005) TURNO/CURSO** SÉRIE(S)* 1. Engenharia Civil 4º. e 5º. anos * Quando não informada a série, será ofertada para todas as séries ** Oferta para mais de um curso reserva de vagas apenas para 1 (um) JUSTIFICATIVA: Formar engenheiros com noções essenciais nas áreas de projeto e construção de pontes mais comuns, especialmente em concreto estrutural. EMENTA: Definição de ponte. Requisitos de uma ponte. Elementos geométricos das pontes. Classificação das pontes. Elementos estruturais das pontes. Ações nas pontes. Pré-dimensionamento de pontes rodoviárias simples em concreto armado. Determinação dos carregamentos nos elementos estruturais. Determinação dos esforços solicitantes nas vigas. Consideração da fadiga dos materiais. Dimensionamento das vigas principais, transversinas e cortinas. Aspectos construtivos e detalhamento das armaduras. Dimensionamento das lajes. Dimensionamento da meso-estrutura e da infra-estrutura. OBJETIVOS: Introduzir o aluno ao projeto e construção de pontes, esclarecendo os tipos estruturais, as cargas atuantes, a análise estrutural e o dimensionamento de pontes usuais, em lajes, em vigas, em grelhas, especialmente em Concreto Armado e Protendido. PROFESSOR RESPONSÁVEL: Roberto Buchaim CHAPA: DEPARTAMENTO: Estruturas DECISÃO DO COLEGIADO DO CURSO DE: OFERTA NÃO OFERTA / /06 Data Assinatura / /06 Data Assinatura PROGRAMA

2 1. DEFINICAO DE PONTE. 2. REQUISITOS DE UMA PONTE 2.1. Funcionalidade Segurança Economia Estética. 3. ELEMENTOS GEOMETRICOS DAS PONTES 3.1. Elementos geométricos horizontais longitudinais Vão total Vão parcial Vão livre Vão de escoamento Elementos geométricos horizontais transversais Pista de rolamento Acostamento Defensa Passeios Guarda-copo Elementos geométricos verticais Altura da construção Altura livre. 4. CLASSIFICACAO DAS PONTES 4.1. Segundo o comprimento Segundo a duração Segundo a natureza do tráfego Segundo o material da superestrutura Segundo o desenvolvimento planimétrico Segundo o desenvolvimento altimétrico Segundo o tipo estático Segundo o sistema estrutural da superestrutura Segundo a seção resistente Segundo a posição do estrado Segundo a mobilidade do tramo. 5. ELEMENTOS ESTRUTURAIS DAS PONTES 5.1. Superestrutura Aparelhos de apoio Meso-estrutura Infra-estrutura. 6. AÇÕES NAS PONTES SEGUNDO A NBR-7187/ Definição Ações permanentes Peso próprio dos elementos estruturais Pavimentação Lastro ferroviário, trilhos, dormentes Empuxo de terra Empuxo de protensão Forças de protensão Fluência e retração do concreto. Fluência e relaxação do aço de protensão Variação de temperatura Ações variáveis Cargas móveis Cargas móveis: pontes rodoviárias e passarela de pedestre (NBR-7188/82) Efeito dinâmico das cargas verticais Cargas horizontais Forca centrifuga Frenagem e aceleração Pressão da água em movimento Carga de vento Cargas de construção Ações excepcionais Cargas móveis em obras ferroviárias (NBR ).

3 Cargas móveis verticais Coeficiente de impacto nas obras ferroviárias Força centrífuga Choque lateral Frenagem e aceleração. 7. LINHAS DE INFLUÊNCIA E ENVOLTÓRIA DE SOLICITAÇÕES EM VIGAS DE PONTES. 8. ANÁLISE DE GRELHAS DE PONTES PARA CARGAS MÓVEIS Processo simplificado de ENGESSER-COURBON Utilização de programas em computador para análise de grelhas de pontes. Obtenção de linhas de distribuição transversal de carga de longarinas. Linhas de influência de esforço solicitante. 9. PROJETO E CALCULO DE UM TABULEIRO DE PONTE RODOVIÁRIA CLASSE 45. PON- TE EM GRELHA DE CONCRETO ARMADO 9.1. Materiais Geometria do tabuleiro Determinação do trem-tipo das longarinas Determinação das solicitações permanentes na longarina Determinação das solicitações na longarina devidas à carga móvel 9.6. Solicitações de cálculo no E.L.U Dimensionamento da longarina no E.L.U., sem fadiga Flexão Forca cortante Ligação das mesas a alma da viga E.L.U. de resistência à fadiga Teoria Determinação das armaduras de flexão e de forca cortante considerando a fadiga na longarina Estados limites de fissuração Teoria Verificação do E.L. de fissuração na longarina Detalhamento da armadura da longarina Disposições das barras na seção transversal Ancoragem e emendas por transpasse Ancoragem nos apoios Efeito da força cortante na armadura longitudinal. Desenho da armadura resultante. Detalhes de emendas, disposição das barras na seção transversal e no apoio Cálculo da transversina interna Determinação das solicitações permanentes e variáveis Dimensionamento da transversina: à flexão, à força cortante, verificação à fissuração, detalhamento. 10. LAJES DE PONTES Introdução Laje em balanço. Exemplos Lajes internas: uso de tabelas de Rüsch Exemplos de cálculo dos momentos fletores das lajes internas. Laje com continuidade longitudinal 11. INFRA-ESTRUTURA DE PONTES: DETERMINAÇÃO DAS SOLICITAÇÕES Rigidez de conjunto de apoio Rigidez de aparelho de apoio Rigidez de pilar Rigidez de fundação Pontes ortogonais com superestrutura contínua Determinação das forças longitudinais nos conjuntos de apoio para força horizontal de frenagem ou aceleração e para uma deformação uniforme imposta no tabuleiro Determinação das forças transversais nos conjuntos de apoio para força horizontal do vento transversal Indicações sobre o dimensionamento da meso-estrutura e infra-estrutura. 12. APARELHOS DE APOIOS 12.1 Almofadas de elastômero segundo a NBR-9062/85. Introdução. Comportamento estrutural. Dimensionamento. Exemplos Articulação Freyssinet.

4 FORMAS E CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO: 2 Provas e Exame. Nota final=[(prova 1+Prova 2)/2+Exame]/2

5 BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PFEIL, W. Pontes: Curso básico. 1a. ed. Editora Campus, PFEIL, W. Pontes em concreto armado. 3a. ed. Livros Técnicos e Científicos, Vol. I e II. PFEIL, W. Ponte Presidente Costa e Silva: Rio-Niteroi. Métodos Construtivos. Livros Técnicos e Científicos. MASON, J. Pontes em concreto armado e protendido. Livros Técnicos e Científicos. Vol. I e II. O CONNOR, C. Pontes. Superestrutura. Volumes I e II. Livros Técnicos e Científicos Editora SA. LEONHARDT, F. Construções de Concreto: Princípios básicos da construção de pontes de concreto. Interciência. Vol. VI. FREITAS, M. de. Pontes: introdução geral, definições. Apostila da EDUSP MARTINELLI, D.A.O. Pontes de concreto (notas de aula). Apostila da Escola de Engenharia de São Carlos. USP. WITTFOHT, H. Puentes: ejemplos internacionales. Editorial Gustavo Gilli S/A RUSCH, H. Tabelas para o cálculo de lajes de pontes. Publicação do Grêmio Politécnico. EDUSP. ESTRUTURA. Revista Técnica das Construções, Engenharia e Arquitetura (artigos diversos). ABNT: NBR-7187/87: projeto e execução de pontes de concreto armado e protendido. ABNT: NBR- 7188/82: carga móvel em ponte rodoviária e passarela de pedestre. COLLINS, M. P.; MITCHELL, D. Prestressed concrete basics. Ottawa: Canadian Prestressed Concrete Institute, COMITE EURO-INTERNATIONAL DU BETON. CEB-FIP Model Code Telford, London: Thomas WALTER, R.; MIEHLBRADT, M. Dimensionement des Structures en Béton. Bases et Technologie. Traité de Génie Civil de l Ecole Polytechnique de Lausanne. Vol. 7, Presses Polytechniques et Universitaires Romandes, Collins, M. P. Prestressed Concrete Structures/Book and Disk (Prentice Hall International Series in Civil Engineering Mechanics. Prentice Hall College Div (March 1, 1991). ISBN: X. MENN, Christian Prestressed Concrete Bridges. Birkhauser (April 1, 1991) ISBN:

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