Algoritmos e Estruturas de Dados

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Algoritmos e Estruturas de Dados"

Transcrição

1 Introdução aos Algoritmos e Estruturas de Dados 2 o Teste - A Ano lectivo: 2010/ o Semestre RESOLUÇÃO DO 2 o TESTE Grupo I ( = 6.5 val.) I.a) Considere os tipos enum ocasiao e Presente definidos da seguinte forma: enum ocasiao Aniversario, Natal, DiaEspecial ; typedef struct Presente* Presente; struct Presente int id; int valor; enum ocasiao oc; char* para; ; Escreva, em linguagem C, a função lepresente, declaradaabaixo,quelêdostandard input a informação dos presentes e devolve um vector. Assuma que o nome de cada pessoa a guardar no campo para não ultrapassa 30 caractares alfanuméricos. A função recebe um argumento, que indica onúmerodepresentesacriar. Cadapresentevemdescritonuma linha que contém, separados por espaços: o valor do presente, um inteiro; o tipo de ocasião, queéumcharacter:a, N ou D; onomedo destinatário, que não poderá conter espaços. Cada presente deverá ter um número de identificação ú n i c o. Presente lepresente(int n) Solução: Presente vector; char nome[31]; char ocasiao; vector = (Presente) calloc(n, sizeof(struct Presente));

2 while(n > 0) n--; vector[n].id = n; scanf("%d %s %s", &(vector[n].valor), &ocasiao, nome); vector[n].para = (char*) calloc(strlen(nome)+1, sizeof(char)); strcpy(vector[n].para, nome); vector[n].oc = Aniversario; switch(ocasiao) case N : vector[n].oc = Natal; break; case D : vector[n].oc = DiaEspecial; break; return vector; 2/13

3 I.b) Considere a seguinte definição de uma lista duplamente ligada circular: typedef struct CircularDLL* CircularDLL; struct CircularDLL CircularDLL next; CircularDLL prev; Item val; ; Note que numa lista circular o último elemento está ligado ao primeiro. Escreva em C a seguinte função: CircularDLL insert(circulardll list, int i, Item obj) A função deve receber: uma lista duplamente ligada circular; um inteiro i >= 0 que indica a posição ainserir;umainstânciadotipoitem. ApósinseriroItem afunçãodevolvealistacircularquecomeça por esse elemento. Note que a posição 0 significa inserir na cabeça de lista e a posição 1 aseguir ao primeiro elemento, usando o ponteiro next. Observe também que como a lista é circular são permitidas posições maiores que o comprimento da lista. Solução: CircularDLL res; res = (CircularDLL) calloc(1, sizeof(struct CircularDLL)); res->val = obj; res->prev = res; /* Empty case sentinel */ if(list!= NULL) while(i > 0) list = list->next; i--; res->next = list; res->prev = list->prev; res->prev->next = res; /* Finish Empty case */ res->next->prev = res; return res; 3/13

4 I.c) Considere uma árvore binária de pesquisa equilibrada, com n níveis, contendo todos os números inteiros no intervalo [1, 2 n 1]. No exemplo representado abaixo, temos n =4eportantoaárvore contém todos os números inteiros no intervalo [1, 15]. Implemente um programa em linguagem C que, para um determinado valor de n, lidodostdin, imprimanostdout uma sequência de valores do intervalo [1, 2 n 1] ordenada por forma a que se obtenha uma árvore equilibrada imediatamente após a inserção. Por exemplo, uma sequência possível para criação da árvore abaixo seria: 8, 4, 2, 1, 3, 6, 5, 7, 12, 10, 9, 11, 14, 13, Sugestão: Implemente uma função recursiva que receba como argumentos os valores mínimo e máximo existentes numa dada sub-árvore, e que imprima o valor da raiz da referida sub-árvore, invocando-se a ela própria de seguida para as sub-árvores do lado esquerdo e direito. Note que uma sub-árvore deste tipo, com valor mínimo x evalormáximoy, temraizcomvalor(x + y)/2. Por exemplo, a árvore acima, com valor mínimo 1 e valor máximo 15, tem raiz com valor 8. O mesmo se verificando para todas a sub-árvores. Solução: #include <stdio.h> void recurs(int x, int y) int r = (x+y)/2; printf("%d\n", r); if(x < y) recurs(x, r-1); recurs(r+1, y); int main() int n, m; scanf("%d", &n); for(m = 1; n > 0; m *= 2, n--); recurs(1, m-1); return 0; 4/13

5 Grupo II ( = 6.0 val.) II.a) Considere a seguinte implementação, nova, da função de partição do algoritmo de ordenação quicksort: typedef int Item; #define key(a) (A) #define less(a, B) (key(a) < key(b)) #define exch(a, B) Item t = A; A = B; B = t; int partition(item a[], int l, int r) int sl; sl = l; while(l < r) if(less(a[l], a[r])) exch(a[l], a[sl]); sl++; l++; exch(a[sl], a[r]); return sl; Após executar os seguintes comandos: Item a[] = 19, 6, 1, 20, 48, 15, 25, 2, 25, 7 ; partition(a, 0, 9); partition(a, 5, 9); Qual é o estado do vector a[]? a. 7, 6, 1, 2, 19, 15, 20, 25, 25, 48, b. 6, 1, 2, 7, 48, 15, 19, 20, 25, 25, c. 7, 6, 1, 2, 19, 20, 15, 25, 25, 48, d. 7, 6, 1, 2, 19, 20, 25, 15, 25, 48, e. 2, 6, 1, 7, 48, 15, 19, 20, 25, 25, f. 6, 1, 2, 7, 48, 19, 15, 20, 25, 25, Solução: Arespostacertaé(b). 5/13

6 II.b) Considere a seguinte sequência de números inteiros sem sinal, que se encontram representados por palavras de 10 bits: 11, 12, 3, 10, 16, 21, 32, 22, 5, 1 Qual será o quarto elemento da sequência, após dois passos doalgoritmodeordenaçãoradixlsd, considerando que em cada passo é analisado 1 bit? a. 5 b. 11 c. 16 d. 21 e. 22 f. 32 Solução: Arespostacertaé(d). 6/13

7 II.c) Considere a representação, conceptual, de árvore binária em vector utilizada pela estrutura de dados amontoado. Usando essa representação, qual dos seguintes vectores representa uma árvore binária de pesquisa? a. 5, 8, 12, 1, 6, 11, 13, 2, 3 b. 8, 1, 12, 5, 6, 13, 11, 2, 3 c. 8, 5, 12, 6, 5, 13, 11, 1, 3 d. 8, 5, 12, 2, 6, 11, 13, 1, 3 e. 12, 5, 8, 2, 6, 13, 11, 1, 3 f. 8, 5, 12, 1, 6, 11, 13, 2, 3 Solução: Arespostacertaé(d). 7/13

8 II.d) Considere que se pretende ordenar o vector abaixo, utilizando o algoritmo de ordenação heapsort. O heapsort começa por transformar o vector a ordenar num amontoado (heap). Após esta fase, qual será o conteúdo do vector? 11, 12, 3, 10, 16, 21, 32, 22, 5, 1 a. 11, 12, 3, 10, 16, 21, 32, 22, 5, 1 b. 32, 22, 11, 12, 16, 21, 3, 10, 5, 1 c. 32, 22, 21, 12, 16, 11, 3, 10, 5, 1 d. 32, 21, 22, 3, 11, 16, 12, 1, 5, 10 e. 32, 21, 22, 12, 16, 11, 3, 10, 5, 1 f. 1, 3, 5, 10, 11, 12, 16, 21, 22, 32 Solução: Arespostacertaé(c). 8/13

9 Grupo III ( = 3.0 val.) III.a) Qual a posição em que é colocado o último valor da sequência: 32, 20, 90, 10, 12, 53, 42, 9 quando estes são introduzidos numa tabela de dispersão de dimensão 13, com resolução por procura linear (linear probing), inicialmente vazia, sabendo que a função de hash é a dada abaixo? a. primeira b. segunda c. quarta d. quinta e. décima f. décima primeira hash(k) =(k +1)mod 11 Solução: Arespostacertaé(d). 9/13

10 III.b) Considere uma árvore binária de pesquisa, que contém os nú m e r o s i n t e i r o s d e 1 a 2 7 ( i n c l u - sivé), inseridos por ordem decrescente. Sabendo que o procedimento balancer, apresentadoabaixo, foi utilizado para equilibrar a referida árvore, indique quantas vezes foi invocada a função partr apartirdebalancer?notequeafunçãopartr(h,k) coloca na raíz o (k+1)-ésimo elemento da á r v o r e c o m r a í z e h. m link balancer(link h) if (h->n < 2) return h; h = partr(h, h->n/2); h->l = balancer(h->l); h->r = balancer(h->r); return h; a. 1 b. 13 c. 14 d. 15 e. 18 f. 27 Solução: Arespostacertaé(d). 10/13

11 Grupo IV ( = 4.5 val.) IV.a) Considere o grafo dirigido e acíclico representado abaixo. Quantas ordenações topológicas existem para os vértices do grafo? a. 1 b. 2 c. 3 d. 4 e. 5 f. 6 Solução: Arespostacertaé(c). 11/13

12 IV.b) Qual a sequência de vértices visitados numa travessia em profundidade primeiro (DFS), do grafo abaixo, com origem no vértice F? Considere que os vértices são visitados por ordem alfabética equeosvérticesadjacentesdeumdadovérticetambémsãovisitadosporordemalfabética. A C B F D E G a. F, C, B, A, D, E, G b. F, E, G, D, A, B, C c. F, E, G, D, C, B, A d. F, C, B, A, D, G, E e. F, C, A, B, D, G, E f. F, C, A, B, D, E, G Solução: Arespostacertaé(a). 12/13

13 IV.c) Qual o caminho obtido pelo algoritmo de Dijkstra entre os nós FeGdografoabaixo? A C B 8 3 D 6 E 11 G F a. F, E, G b. F, C, B, A, G c. F, C, E, G d. F, C, B, E, G e. F, C, B, E, D, G f. F, E, D, G Solução: Arespostacertaé(d). 13/13

Busca. Pesquisa sequencial

Busca. Pesquisa sequencial Busca Banco de dados existem para que, de tempos em tempos, um usuário possa localizar o dado de um registro, simplesmente digitando sua chave. Uma tabela ou um arquivo é um grupo de elementos, cada um

Leia mais

ESTRUTURAS DE DADOS AVANÇADAS (INF 1010) (a) Seja um TAD definido por uma lista circular implementada em um vetor.

ESTRUTURAS DE DADOS AVANÇADAS (INF 1010) (a) Seja um TAD definido por uma lista circular implementada em um vetor. PUC-Rio Departamento de Informática Período: 2015.1 Horário: 2as-feiras e 4as-feiras de 17-19 30 de março de 2015 ESTRUTURAS DE DADOS AVANÇADAS (INF 1010) 1 a Lista de Exercícios 1. Lista (a) Seja um TAD

Leia mais

Algoritmos Eficientes de Ordenação

Algoritmos Eficientes de Ordenação AED 2002/2003 p.1/22 Algoritmos Eficientes de Ordenação Quick Sort Merge Sort Heap Sort Utilizar informação das chaves: Counting Sort Radix Sort AED 2002/2003 p.2/22 Quick Sort int partition(item a[],

Leia mais

INF1007 - PROGRAMAÇÃO II LISTA DE EXERCÍCIOS 15

INF1007 - PROGRAMAÇÃO II LISTA DE EXERCÍCIOS 15 INF1007 - PROGRAMAÇÃO II LISTA DE EXERCÍCIOS 15 1. Um número racional é expresso por dois inteiros: um numerador e um denominador (este último diferente de zero!). Implemente um TAD para representar números

Leia mais

EAD Árvore árvore binária

EAD Árvore árvore binária EAD Árvore árvore binária - Uma árvore binária é um conjunto finito de elementos (nodos) que pode ser vazio ou particionado em três subconjuntos: - raiz da árvore (elemento inicial, que é único); - subárvore

Leia mais

MC102 Algoritmos e programação de computadores Aula 3: Variáveis

MC102 Algoritmos e programação de computadores Aula 3: Variáveis MC102 Algoritmos e programação de computadores Aula 3: Variáveis Variáveis Variáveis são locais onde armazenamos valores na memória. Toda variável é caracterizada por um nome, que a identifica em um programa,

Leia mais

Métodos Computacionais. Árvores

Métodos Computacionais. Árvores Métodos Computacionais Árvores Árvores Vetores e Listas são ótimos para representar estrutura de dados lineares, mas não para modelar dados hierárquicos Exemplos de dados hierárquicos: sistema de arquivos

Leia mais

Estruturas de Dados I

Estruturas de Dados I UFES - Curso de verão 2011 Estruturas de Dados I Profa. Juliana Pinheiro Campos jupcampos@gmail.com Árvores binárias de busca (ou São árvores projetadas para dar suporte a operações de busca de forma eficiente.

Leia mais

Pesquisa em Memória Primária. Prof. Jonas Potros

Pesquisa em Memória Primária. Prof. Jonas Potros Pesquisa em Memória Primária Prof. Jonas Potros Procedimento para Inserir na Árvore Binária Critérios: Atingir um ponteiro nulo em um processo de pesquisa significa uma pesquisa sem sucesso. O ponteiro

Leia mais

ESTRUTURAS DE DADOS I. Notas de Aula. Prof. Dr. Gilberto Nakamiti

ESTRUTURAS DE DADOS I. Notas de Aula. Prof. Dr. Gilberto Nakamiti ESTRUTURAS DE DADOS I Notas de Aula 1 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 2 1.1 Array (vetores)... 2 2. BUSCA DE ELEMENTOS... 3 2.1 Busca Seqüencial... 3 2.2 Busca Binária... 3 2.3 Busca Indexada... 3 2.4 Busca Hash...

Leia mais

INF1007: Programação 2 10 Árvores Binárias. (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1

INF1007: Programação 2 10 Árvores Binárias. (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 INF1007: Programação 2 10 Árvores Binárias (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 Tópicos Principais Introdução Árvores binárias Representação em C Ordens de percurso em árvores binárias Altura de uma árvore

Leia mais

Tipo de Dados em Linguagem C

Tipo de Dados em Linguagem C Tipo de Dados em Linguagem C Principais tipos de dados em C int : tipo de dados inteiros (exemplo: 1, -3, 100, -9, 18, etc.) float : tipo de dados reais (exemplo: 1.33, 3.14, 2.00, -9.0, 1.8, etc.) Ocupa

Leia mais

INF 1007 Programação II

INF 1007 Programação II INF 1007 Programação II Aula 14 Árvores Binárias Edirlei Soares de Lima Árvores Uma estrutura de dados do tipo árvore permite que dados sejam organizados de maneira hierárquica.

Leia mais

Linguagem C: Árvores Binarias

Linguagem C: Árvores Binarias Instituto de C Linguagem C: Árvores Binarias Luis Martí Instituto de Computação Universidade Federal Fluminense lmarti@ic.uff.br - http://lmarti.com Tópicos Principais Introdução Árvores binárias Implementação

Leia mais

Índice. Capítulo 2 Estrutura de Dados sequencial com armazenamento sequencial

Índice. Capítulo 2 Estrutura de Dados sequencial com armazenamento sequencial Índice i Índice Capítulo 2 Estrutura de Dados sequencial com armazenamento sequencial 1. A Estrutura Abstrata de Dados Lista... 1 1.1. Definição... 1 1.2. Implementação de Listas utilizando armazenamento

Leia mais

AED 2002/2003 p.1/21. Estrutura de dados elementar Métodos de travessia de árvores Procura em árvores binárias. Exemplos de clientes

AED 2002/2003 p.1/21. Estrutura de dados elementar Métodos de travessia de árvores Procura em árvores binárias. Exemplos de clientes AED 2002/2003 p.1/21 Árvores Binárias Estrutura de dados elementar Métodos de travessia de árvores Procura em árvores binárias Manipulação eficiente Exemplos de clientes AED 2002/2003 p.2/21 Árvores de

Leia mais

Estruturas de Dados. Prof. Gustavo Willam Pereira Créditos: Profa. Juliana Pinheiro Campos

Estruturas de Dados. Prof. Gustavo Willam Pereira Créditos: Profa. Juliana Pinheiro Campos Estruturas de Dados Prof. Gustavo Willam Pereira Créditos: Profa. Juliana Pinheiro Campos Árvores Conceitos Árvores binárias Árvores binárias de pesquisa Árvores binárias balanceadas Árvores ESTRUTURAS

Leia mais

ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS CES-11 CES-11 CES-11

ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS CES-11 CES-11 CES-11 ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS Prof. Paulo André Castro pauloac@ita.br Sala 110 Prédio da Computação www.comp.ita.br/~pauloac IECE - ITA Uma árvore binária é: uma árvore vazia; ou uma árvore onde qualquer

Leia mais

BUSCA EM LISTAS LISTAS SEQÜENCIAIS, LISTAS SIMPLESMENTE E DUPLAMENTE ENCADEADAS E LISTAS CIRCULARES

BUSCA EM LISTAS LISTAS SEQÜENCIAIS, LISTAS SIMPLESMENTE E DUPLAMENTE ENCADEADAS E LISTAS CIRCULARES BUSCA EM LISTAS LISTAS SEQÜENCIAIS, LISTAS SIMPLESMENTE E DUPLAMENTE ENCADEADAS E LISTAS CIRCULARES ALGORITMOS DE BUSCA EM LISTAS COM ALOCAÇÃO SEQÜENCIAL Busca em Listas Lineares A operação de busca é

Leia mais

1ª versão. #include #include #include #define maxdiscos 1000

1ª versão. #include <stdio.h> #include <string.h> #include <stdlib.h> #define maxdiscos 1000 #include #include #include #define maxdiscos 1000 typedef struct { char nomeautor[80]; char nomedisco[100]; int numdiscosvendidos; DISCO; 1ª versão int main() { DISCO listadiscos[maxdiscos];

Leia mais

Árvores Binárias e Busca. Jeane Melo

Árvores Binárias e Busca. Jeane Melo Árvores Binárias e Busca Jeane Melo Roteiro Parte 1 Árvores Relação hierárquica Definição Formal Terminologia Caminhamento em Árvores Binárias Exemplos Parte 2 Busca seqüencial Busca Binária Grafos Conjunto

Leia mais

Linguagem C. Programação Estruturada. Fundamentos da Linguagem. Prof. Luis Nícolas de Amorim Trigo nicolas.trigo@ifsertao-pe.edu.

Linguagem C. Programação Estruturada. Fundamentos da Linguagem. Prof. Luis Nícolas de Amorim Trigo nicolas.trigo@ifsertao-pe.edu. Programação Estruturada Linguagem C Fundamentos da Linguagem Prof. Luis Nícolas de Amorim Trigo nicolas.trigo@ifsertao-pe.edu.br Sumário Estrutura Básica Bibliotecas Básicas Tipos de Dados Básicos Variáveis/Declaração

Leia mais

Estruturas de Dados Aula 15: Árvores 17/05/2011

Estruturas de Dados Aula 15: Árvores 17/05/2011 Estruturas de Dados Aula 15: Árvores 17/05/2011 Fontes Bibliográficas Livros: Introdução a Estruturas de Dados (Celes, Cerqueira e Rangel): Capítulo 13; Projeto de Algoritmos (Nivio Ziviani): Capítulo

Leia mais

1. Introdução... 1 1.1. Definição... 1 1.2. Conceitos relacionados... 2

1. Introdução... 1 1.1. Definição... 1 1.2. Conceitos relacionados... 2 Índice i Índice Capítulo 4 Estrutura de Dados não sequencial com armazenamento não sequencial ( Árvore ) 1. Introdução... 1 1.1. Definição... 1 1.2. Conceitos relacionados... 2 2. Árvores binárias... 2

Leia mais

Estrutura da linguagem de programação C Prof. Tiago Eugenio de Melo tiago@comunidadesol.org

Estrutura da linguagem de programação C Prof. Tiago Eugenio de Melo tiago@comunidadesol.org Estrutura da linguagem de programação C Prof. Tiago Eugenio de Melo tiago@comunidadesol.org Breve Histórico A linguagem de programação C foi criada na década de 70, por Dennis Ritchie, que a implementou,

Leia mais

2ª Lista de Exercícios

2ª Lista de Exercícios Universidade Federal de Minas Gerais Departamento de Ciência da Computação Algoritmos e Estruturas de Dados II (Turmas M, N, W, F) 1º Semestre de 2012 Profs. Camilo Oliveira, Gisele Pappa, Ítalo Cunha,

Leia mais

EAD Árvore - representação usando listas ligadas

EAD Árvore - representação usando listas ligadas 4.1. Definição É uma árvore binária em que os seus nodos têm associado uma chave, que - determina a sua posição de colocação na árvore e - obedece às seguintes regras: a chave de um nodo é - maior do que

Leia mais

Árvores. Seqüência de arcos, com origem na raiz e final em um determinado nó. Quantos caminhos existem para se atingir um determinado nó?

Árvores. Seqüência de arcos, com origem na raiz e final em um determinado nó. Quantos caminhos existem para se atingir um determinado nó? 39 Árvores Conceitue caminho. Seqüência de arcos, com origem na raiz e final em um determinado nó. Quantos caminhos existem para se atingir um determinado nó? Apenas um. O que determina o tamanho de um

Leia mais

Árvores Binárias - continuação

Árvores Binárias - continuação Tópicos Avançados em Estrutura de Dados 6º Período Ciência da Computação Uma Aplicação de Árvores Binárias Árvores Binárias - continuação As árvore binárias são estruturas importantes toda vez que uma

Leia mais

Linguagem C: variáveis, operadores, entrada/saída. Prof. Críston Algoritmos e Programação

Linguagem C: variáveis, operadores, entrada/saída. Prof. Críston Algoritmos e Programação Linguagem C: variáveis, operadores, entrada/saída Prof. Críston Algoritmos e Programação Linguagem C Linguagem de uso geral (qualquer tipo de aplicação) Uma das linguagens mais utilizadas Foi utilizada

Leia mais

Trabalho 3: Agenda de Tarefas

Trabalho 3: Agenda de Tarefas INF 1620 Estruturas de Dados Semestre 08.2 Trabalho 3: Agenda de Tarefas O objetivo deste trabalho é a implementação de um conjunto de funções para a manipulação de uma agenda de tarefas diárias, de forma

Leia mais

Programação Estruturada I

Programação Estruturada I Programação Estruturada I Introdução a Linguagem C Prof. Thiago Caproni Tavares 1 Prof. Mateus dos Santos 2 1 thiago.tavares@ifsuldeminas.edu.br 2 mateus.santos@ifsuldeminas.edu.br Última Atualização:

Leia mais

Figura 13.1: Um exemplo de árvore de diretório.

Figura 13.1: Um exemplo de árvore de diretório. 13. Árvores W. Celes e J. L. Rangel Nos capítulos anteriores examinamos as estruturas de dados que podem ser chamadas de unidimensionais ou lineares, como vetores e listas. A importância dessas estruturas

Leia mais

Algoritmos e Programação

Algoritmos e Programação Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Produção / Elétrica Algoritmos e Programação Parte 05 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

INF 1010 Estruturas de Dados Avançadas

INF 1010 Estruturas de Dados Avançadas INF 1010 Estruturas de Dados Avançadas Listas de Prioridades e Heaps 1 Listas de Prioridades Em muitas aplicações, dados de uma coleção são acessados por ordem de prioridade A prioridade associada a um

Leia mais

Árvore Binária de Busca

Árvore Binária de Busca Árvore Binária de Busca 319 Árvore Binária de Busca! construída de tal forma que, para cada nó:! nós com chaves menores estão na sub-árvore esquerda! nós com chaves maiores (ou iguais) estão na subárvore

Leia mais

Pedro Vasconcelos DCC/FCUP. Programação Funcional 15 a Aula Árvores de pesquisa

Pedro Vasconcelos DCC/FCUP. Programação Funcional 15 a Aula Árvores de pesquisa Programação Funcional 15 a Aula Árvores de pesquisa Pedro Vasconcelos DCC/FCUP 2014 Árvores binárias Um árvore binária é um grafo dirigido, conexo e acíclico em que cada vértice é de um de dois tipos:

Leia mais

Funções recursivas. O exemplo mais comum: int fat(int n){ if(n == 0) return 1; return n*fat(n-1); }

Funções recursivas. O exemplo mais comum: int fat(int n){ if(n == 0) return 1; return n*fat(n-1); } Funções Recursivas Funções recursivas O exemplo mais comum: int fat(int n){ if(n == 0) return 1; return n*fat(n-1); Versão sem recursão: int fat(int n){ int i = 0; int f = 1; for(i=1; i

Leia mais

Linguagem C Tipos de Dados. void; escalares; sizeof Vectores; strings em C Estruturas Introdução ao pré-processador

Linguagem C Tipos de Dados. void; escalares; sizeof Vectores; strings em C Estruturas Introdução ao pré-processador Linguagem C Tipos de Dados void; escalares; sizeof Vectores; strings em C Estruturas Introdução ao pré-processador Funções void void pode ser usado em lugar de um tipo, para indicar a ausência de valor

Leia mais

Pesquisa em Memória Primária. Algoritmos e Estruturas de Dados II

Pesquisa em Memória Primária. Algoritmos e Estruturas de Dados II Pesquisa em Memória Primária Algoritmos e Estruturas de Dados II Pesquisa em Memória Primária Pesquisa: Recuperação de informação em um grande volume de dados Informação é dividida em registros e cada

Leia mais

Métodos Computacionais. Pilha

Métodos Computacionais. Pilha Métodos Computacionais Pilha Definição de Pilha Pilha é uma estrutura de dados dinâmica onde: Inserção e remoção de elementos no topo da pilha O primeiro elemento que sai é o último que entrou (LIFO) Operações

Leia mais

Pesquisa Sequencial e Binária

Pesquisa Sequencial e Binária Pesquisa Sequencial e Binária Prof. Túlio Toffolo http://www.toffolo.com.br BCC202 Aula 20 Algoritmos e Estruturas de Dados I Pesquisa em Memória Primária Introdução - Conceitos Básicos Pesquisa Sequencial

Leia mais

Algoritmos e Estrutura de Dados II

Algoritmos e Estrutura de Dados II Universidade Federal do Vale do São Francisco Algoritmos e Estrutura de Dados II Professor: Marcelo Santos Linder E-mail: marcelo.linder@univasf.edu.br Ementa Árvores B, grafos e tabelas de hash: alocação

Leia mais

INF1007: Programação 2 5 Tipos Estruturados. 05/03/2014 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1

INF1007: Programação 2 5 Tipos Estruturados. 05/03/2014 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 INF1007: Programação 2 5 Tipos Estruturados 05/03/2014 (c) Dept. Informática - PUC-Rio 1 Tópicos Tipo estrutura Definição de novos tipos Aninhamento de estruturas Vetores de estruturas Vetores de ponteiros

Leia mais

Algoritmos e Estruturas de Dados: Árvore Binária

Algoritmos e Estruturas de Dados: Árvore Binária Algoritmos e Estruturas de Dados: Árvore Binária Exemplo de árvore binária e são os filhos de Altura desta árvore é 4 é a raiz da sub-árvore esquerda de Rômulo Silva de Oliveira Departamento de Automação

Leia mais

Árvores Binárias. Observação: Material elaborado a partir do material do Professor Marcos Costa.

Árvores Binárias. Observação: Material elaborado a partir do material do Professor Marcos Costa. Árvores Binárias Observação: Material elaborado a partir do material do Professor Marcos Costa. Árvores Binárias Árvore binária é definida como um conjunto finito de nós que Ou está vazio Ou consiste de

Leia mais

1. Fazer um programa em C que pergunta um valor em metros e imprime o correspondente em decímetros, centímetros e milímetros.

1. Fazer um programa em C que pergunta um valor em metros e imprime o correspondente em decímetros, centímetros e milímetros. Lista de exercícios: Grupo I - programa seqüênciais simples 1. Fazer um programa em C que pergunta um valor em metros e imprime o correspondente em decímetros, centímetros e milímetros. 2. Fazer um programa

Leia mais

struct arv { char info; struct arv* esq; struct arv* dir; };

struct arv { char info; struct arv* esq; struct arv* dir; }; Estruturas Árvores 05/05/2008 Aula de (parte 16: Informação 2) ÁrvoreBinária Umaárvoreemquecadanótem Umaárvorebináriaé: umaárvorevazia; a nóraizcom subárvoredadireita(sad) subárvoredaesquerda(sae) duassub-árvores:

Leia mais

Árvores Binárias de Busca

Árvores Binárias de Busca Árvores Binárias de Busca Uma Árvore Binária de Busca T (ABB) ou Árvore Binária de Pesquisa é tal que ou T = 0 e a árvore é dita vazia ou seu nó contém uma chave e: 1. Todas as chaves da sub-árvore esquerda

Leia mais

Listas (Parte 2) Túlio Toffolo tulio@toffolo.com.br www.toffolo.com.br. BCC202 Aula 10 Algoritmos e Estruturas de Dados I

Listas (Parte 2) Túlio Toffolo tulio@toffolo.com.br www.toffolo.com.br. BCC202 Aula 10 Algoritmos e Estruturas de Dados I Listas (Parte 2) Túlio Toffolo tulio@toffolo.com.br www.toffolo.com.br BCC202 Aula 10 Algoritmos e Estruturas de Dados I Listas Encadeadas Características: Tamanho da lista não é pré-definido Cada elemento

Leia mais

Árvores binárias de pesquisa com balanceamento. Algoritmos e Estruturas de Dados II

Árvores binárias de pesquisa com balanceamento. Algoritmos e Estruturas de Dados II Árvores binárias de pesquisa com balanceamento Algoritmos e Estruturas de Dados II Árvores binárias de pesquisa Pior caso para uma busca é O(n) 1 3 Ordem de inserção: 1 3 2 4 5 6 2 4 5 6 2 Árvore completamente

Leia mais

Árvores - Introdução (1)

Árvores - Introdução (1) AED Algoritmos e Estruturas de Dados LEEC - 2004/2005 Árvores Árvores - Introdução (1) As árvores são estruturas de dados usadas em diversas aplicações na vida comum: Bases de dados de grande dimensão.

Leia mais

Enunciados de exercícios seleccionados de testes e exames P2 / EDa

Enunciados de exercícios seleccionados de testes e exames P2 / EDa Enunciados de exercícios seleccionados de testes e exames P2 / EDa 1. Qual o resultado apresentado pelo seguinte troço de código. Justifique. double d[] = { 5.4, 3.2, 1.0 ; double *pd = d[1]; ++pd; printf(

Leia mais

Estruturas de Dados Árvores

Estruturas de Dados Árvores Estruturas de Dados Árvores Prof. Eduardo Alchieri Árvores (introdução) Importância de estruturas unidimensionais ou lineares (vetores e listas) é inegável Porém, estas estruturas não são adequadas para

Leia mais

ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS Terceiro Trabalho Prático Recursividade e Pilhas

ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS Terceiro Trabalho Prático Recursividade e Pilhas Universidade Federal de Ouro Preto Instituto de Ciências Exatas e Biológicas Departamento de Computação ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS Terceiro Trabalho Prático Recursividade e Pilhas Luiz Henrique Santos

Leia mais

Números positivos ordenados

Números positivos ordenados Sumário Armazenamento de dados Vectores Vectores dinâmicos Listas Tipos de dados dinâmicos Declaração Uso Exemplos Armazenamento de dados Tamanho conhecido antes compilação Vectores BI vect[200] Tamanho

Leia mais

FACULDADE CAMPO LIMPO PAULISTA MESTRADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. Projeto e Análise de Algoritmos II Lista de Exercícios 2

FACULDADE CAMPO LIMPO PAULISTA MESTRADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. Projeto e Análise de Algoritmos II Lista de Exercícios 2 FACULDADE CAMPO LIMPO PAULISTA MESTRADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Projeto e Análise de Algoritmos II Lista de Exercícios 2 Prof. Osvaldo. 1. Desenvolva algoritmos para as operações abaixo e calcule a complexidade

Leia mais

Sumário. Armazenamento de dados. Tipos de dados dinâmicos. Exemplos. Vectores Vectores dinâmicos Dados dinamicos. Declaração Uso 10-1

Sumário. Armazenamento de dados. Tipos de dados dinâmicos. Exemplos. Vectores Vectores dinâmicos Dados dinamicos. Declaração Uso 10-1 Sumário Armazenamento de dados Vectores Vectores dinâmicos Dados dinamicos Tipos de dados dinâmicos Declaração Uso Exemplos 10-1 Armazenamento de dados Tamanho conhecido antes compilação Vectores BI vect[200]

Leia mais

Algoritmos de Pesquisa e Ordenação em Vectores

Algoritmos de Pesquisa e Ordenação em Vectores Algoritmos de Pesquisa e Ordenação em Vectores FEUP - MIEEC Programação 2-2008/2009 Pesquisa Sequencial Problema (pesquisa de valor em vector): Verificar se um valor existe no vector e, no caso de existir,

Leia mais

Leia atentamente as questões e boa prova! Cada resposta vale 1 ponto! Data: 00/00/20 Nome aluno:

Leia atentamente as questões e boa prova! Cada resposta vale 1 ponto! Data: 00/00/20 Nome aluno: Prova de Segurança do Trabalho para responder 3 edição Prova de Segurança do Trabalho 20 Professor: Nestor W. Neto Técnico em Segurança do Trabalho N 3023 Sejam bem vindos! Se chegaram até aqui já são

Leia mais

Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Computação. A Linguagem C

Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Computação. A Linguagem C Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Computação A Linguagem C Prof. Renato Pimentel 1 Programação Quando queremos criar ou desenvolver um software para realizar determinado tipo de processamento

Leia mais

Aula T20 BCC202 Pesquisa (Parte 2) Árvores de Pesquisa. Túlio Toffolo www.decom.ufop.br/toffolo

Aula T20 BCC202 Pesquisa (Parte 2) Árvores de Pesquisa. Túlio Toffolo www.decom.ufop.br/toffolo Aula T20 BCC202 Pesquisa (Parte 2) Árvores de Pesquisa Túlio Toffolo www.decom.ufop.br/toffolo Árvore AVL n Árvore binária de busca tal que, para qualquer nó interno v, a diferença das alturas dos filhos

Leia mais

Árvores. Algoritmos e Estruturas de Dados 2005/2006

Árvores. Algoritmos e Estruturas de Dados 2005/2006 Árvores Algoritmos e Estruturas de Dados 2005/2006 Árvores Conjunto de nós e conjunto de arestas que ligam pares de nós Um nó é a raiz Com excepção da raiz, todo o nó está ligado por uma aresta a 1 e 1

Leia mais

INTRODUÇÃO AO C++ SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DR. EDNALDO B. PIZZOLATO

INTRODUÇÃO AO C++ SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DR. EDNALDO B. PIZZOLATO INTRODUÇÃO AO C++ SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DR. EDNALDO B. PIZZOLATO Tópicos Estrutura Básica B de Programas C e C++ Tipos de Dados Variáveis Strings Entrada e Saída de Dados no C e C++ INTRODUÇÃO O C++ aceita

Leia mais

INF 1005 Programação I

INF 1005 Programação I INF 1005 Programação I Aula 12 Cadeia de Caracteres (Strings) Edirlei Soares de Lima Caracteres Até o momento nós somente utilizamos variáveis que armazenam números (int, float ou

Leia mais

ESTRUTURAS DE DADOS. prof. Alexandre César Muniz de Oliveira. 1. Introdução 2. Pilhas 3. Filas 4. Listas 5. Árvores 6. Ordenação 7. Busca 8.

ESTRUTURAS DE DADOS. prof. Alexandre César Muniz de Oliveira. 1. Introdução 2. Pilhas 3. Filas 4. Listas 5. Árvores 6. Ordenação 7. Busca 8. ESTRUTURAS DE DADOS prof. Alexandre César Muniz de Oliveira 1. Introdução 2. Pilhas 3. Filas 4. Listas 5. Árvores 6. Ordenação 7. Busca 8. Grafos Sugestão bibliográfica: ESTRUTURAS DE DADOS USANDO C Aaron

Leia mais

Analise o código abaixo:

Analise o código abaixo: Recursão - introdução Analise o código abaixo: 1 # include 2 # include 3 int Fatorial ( int x) 4 int k, s =1; for (k =0;k

Leia mais

Programação em C++: Introdução

Programação em C++: Introdução Programação em C++: Introdução J. Barbosa J. Tavares Visualização Científica Conceitos básicos de programação Algoritmo Conjunto finito de regras sobre as quais se pode dar execução a um dado processo

Leia mais

Variáveis e Comandos de Atribuição

Variáveis e Comandos de Atribuição BCC 201 - Introdução à Programação Variáveis e Comandos de Atribuição Guillermo Cámara-Chávez UFOP 1/47 Estrutura Básica de um programa C I < d i r e t i v a s do pré p r o c e s s a d o r > < d e c l

Leia mais

Árvores Balanceadas. Árvore binária completamente balanceada. Ocorre quando a árvore está cheia ou quase cheia com o nível n-1 completo

Árvores Balanceadas. Árvore binária completamente balanceada. Ocorre quando a árvore está cheia ou quase cheia com o nível n-1 completo Árvores Balanceadas As árvores binárias de pesquisa são, em alguns casos, pouco recomendáveis para as operações básicas (inserção, remoção e busca) Árvores binárias de pesquisa degeneradas tornam as operações

Leia mais

Tipos de Dados Simples

Tipos de Dados Simples Programação 11543: Engenharia Informática 6638: Tecnologias e Sistemas de Informação Cap. 3 Tipos de Dados Simples Tipos de Dados Simples Objectivos: Hierarquia de tipos de dados Tipos de dados simples

Leia mais

Estruturas de Dados Aula 11: TAD Pilha 09/05/2011

Estruturas de Dados Aula 11: TAD Pilha 09/05/2011 Estruturas de Dados Aula 11: TAD Pilha 09/05/2011 Fontes Bibliográficas Livros: Projeto de Algoritmos (Nivio Ziviani): Capítulo 3; Introdução a Estruturas de Dados (Celes, Cerqueira e Rangel): Capítulo

Leia mais

PPGCA UTFPR Campus Curitiba. Mestrado Profissional em Computação Aplicada Exame de Seleção Turma 2016. Caderno de Questões

PPGCA UTFPR Campus Curitiba. Mestrado Profissional em Computação Aplicada Exame de Seleção Turma 2016. Caderno de Questões PPGCA UTFPR Campus Curitiba Mestrado Profissional em Computação Aplicada Exame de Seleção Turma 2016 Caderno de Questões Informações: O exame terá duração de 2 (duas) horas, com horário de início previsto

Leia mais

Pesquisa digital. Algoritmos e Estruturas de Dados II

Pesquisa digital. Algoritmos e Estruturas de Dados II Pesquisa digital Algoritmos e Estruturas de Dados II Pesquisa digital A pesquisa digital usa a representação das chaves para estruturar os dados na memória Por exemplo, a representação de um número em

Leia mais

INF 1007 Programação II

INF 1007 Programação II INF 1007 Programação II Aula 05 Cadeias de Caracteres Edirlei Soares de Lima Caracteres Caracteres são representados através de códigos numéricos. Tabela de códigos: Define correspondência

Leia mais

Alocação dinâmica de memória

Alocação dinâmica de memória Alocação dinâmica de memória Jander Moreira 1 Primeiras palavras Na solução de problemas por meio algoritmos ou programas, é comum surgir a necessidade de manter todo o conjunto de dados a ser processado

Leia mais

PROGRAMAÇÃO INSTRUÇÕES DA LINGUAGEM C

PROGRAMAÇÃO INSTRUÇÕES DA LINGUAGEM C PROGRAMAÇÃO INSTRUÇÕES DA LINGUAGEM C 1 2 Repetição 1 Enquanto 'C' é verdadeira Fazer? 3 Repetição 1 Enquanto 'C' é verdadeira Fazer? while (C)?; 4 Enunciado: Construa um algoritmo para mostrar os 100

Leia mais

Árvores Binárias de Busca

Árvores Binárias de Busca Árvores Binárias de Busca Definição Uma Árvore Binária de Busca possui as mesmas propriedades de uma AB, acrescida da seguinte propriedade: Para todo nó da árvore, se seu valor é X, então: Os nós pertencentes

Leia mais

INF 1007 Programação II

INF 1007 Programação II INF 1007 Programação II Aula 08 Busca em Vetor Edirlei Soares de Lima Busca em Vetor Problema: Entrada: vetor v com n elementos; elemento d a procurar; Saída: m se o elemento procurado

Leia mais

- UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS (C6/6) Curso: Informática

- UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS (C6/6) Curso: Informática Laboratório I Prof. Osório Balanceamento de Árvores Binárias Pag.: - UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS (C6/6) Curso: Informática LABORATÓRIO II AULA : Balanceamento

Leia mais

Edwar Saliba Júnior. Dicas, Comandos e Exemplos Comparativos entre Linguagem Algorítmica e Linguagem C

Edwar Saliba Júnior. Dicas, Comandos e Exemplos Comparativos entre Linguagem Algorítmica e Linguagem C Edwar Saliba Júnior Dicas, Comandos e Exemplos Comparativos entre Linguagem Algorítmica e Linguagem C Belo Horizonte 2010 Sumário 1 Nota:... 2 2 Comandos e Palavras Reservadas:... 3 3 Dicas... 4 3.1 Strings

Leia mais

1 se n = 0 n (n 1)! se n 1

1 se n = 0 n (n 1)! se n 1 Recursão versus Iteração Problema: Cálculo de n! = n (n 1)... 1 int facti(int n) { int fac=n; while(n>0){ fac=fac*n; n--; } return fac; } [epd94, Cap. 5.13-15] Definição recursiva: n! = { 1 se n = 0 n

Leia mais

Prof. Yandre Maldonado - 1 PONTEIROS. Prof. Yandre Maldonado e Gomes da Costa

Prof. Yandre Maldonado - 1 PONTEIROS. Prof. Yandre Maldonado e Gomes da Costa Prof. Yandre Maldonado - 1 PONTEIROS Prof. Yandre Maldonado e Gomes da Costa PONTEIROS Prof. Yandre Maldonado - 2 Ponteiro é uma variável que possui o endereço de outra variável; É um poderoso recurso

Leia mais

Exemplos. char c; int i=67;... c= A ; c=c+1; if (c== B )... c=i; i=c; i++; if (i>= C )...

Exemplos. char c; int i=67;... c= A ; c=c+1; if (c== B )... c=i; i=c; i++; if (i>= C )... Caracteres Conceitos Tipo de dados simples (char), cujo valor é a codificação numérica de um caracter; Caracteres literais são representados por aspas simples, como em A e a ; Variáveis do tipo char podem

Leia mais

Curso C: Funções e Macros

Curso C: Funções e Macros Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Computação Curso C: Funções e Macros Prof. Ricardo Pezzuol Jacobi rjacobi@cic.unb.br Funções Fun es s o blocos de c digo que podem ser nomeados e chamados

Leia mais

- UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Curso: Informática / Ciência da Computação

- UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Curso: Informática / Ciência da Computação Programação 1I Prof. Osório Árvores Binárias Pag.: 1 - UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Curso: Informática / Ciência da Computação Programação II Disciplina: Linguagem

Leia mais

Linguagem de Programação C

Linguagem de Programação C ICMC USP Linguagem de Programação C Aula: Funções em C Prof Alneu de Andrade Lopes MODULARIZAÇÃO Um problema complexo é melhor abordado se for dividido primeiramente em vários subproblemas MODULARIZAÇÃO

Leia mais

Programação Engenharia Informática (11543) 1º ano, 1º semestre Tecnologias e Sistemas de Informação (6619) 1º ano, 1º semestre

Programação Engenharia Informática (11543) 1º ano, 1º semestre Tecnologias e Sistemas de Informação (6619) 1º ano, 1º semestre Programação Engenharia Informática (11543) 1º ano, 1º semestre Tecnologias e Sistemas de Informação (6619) 1º ano, 1º semestre Cap. 02 Fundamentos de Linguagens Sumário : Linguagem, alfabeto e gramática

Leia mais

Module Introduction. Programação. Cap. 4 Algoritmos e Programação Estruturada

Module Introduction. Programação. Cap. 4 Algoritmos e Programação Estruturada 5374 : Engenharia Informática 6638 : Tecnologias e Sistemas de Informação 9099 : Bioengenharia 10135 : Ciências Biomédicas Cap. 4 Algoritmos e Estruturada Module Introduction Algoritmos e Estruturada Objectivos:

Leia mais

Algoritmos de pesquisa. Tabelas de dispersão/hash

Algoritmos de pesquisa. Tabelas de dispersão/hash Algoritmos de pesquisa Tabelas de dispersão/hash Introdução Motivação: Considerar o problema de pesquisar um determinado valor num vetor (array). Se o vetor não está ordenado, a pesquisa requer O(n) de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO Curso: Engenharia de Computação e Ciência da Computação Data: 10/09/2013 Disciplina: Programação Estruturada Valor: 3,0 pontos Professor: Henrique Monteiro Cristovão Nota: Aluno: Prova resolvida 4ª Prova

Leia mais

DICIONÁRIOS. template class Par { public: K chave; T valor; Par():chave(),valor()

DICIONÁRIOS. template<class K,class T> class Par { public: K chave; T valor; Par():chave(),valor() DICIONÁRIOS Esta estrutura inclui-se nos chamados contentores associativos, que não são mais do que uma colecção de estruturas de tipo Par, com dois membros de dados (chave de pesquisa e valor associado),

Leia mais

Algoritmos de Busca em Tabelas

Algoritmos de Busca em Tabelas Dentre os vários algoritmos fundamentais, os algoritmos de busca em tabelas estão entre os mais usados. Considere por exemplo um sistema de banco de dados. As operações de busca e recuperação dos dados

Leia mais

Representação de Dados (inteiros não negativos)

Representação de Dados (inteiros não negativos) Representação de Dados (inteiros não negativos) 1 Memória Armazena instruções e dados durante a execução de um programa A memória principal pode ser vista como um array de bytes, cada um com seu endereço

Leia mais

2. Constantes e Variáveis

2. Constantes e Variáveis 2. Constantes e Variáveis Neste capitulo veremos como os dados constantes e variáveis são manipulados pela linguagem C. O que são constantes inteiras, reais, caracteres e strings. Quais são as regras de

Leia mais

Algoritmos e Estruturas de Dados: Árvore Binária de Busca

Algoritmos e Estruturas de Dados: Árvore Binária de Busca Busca pelo nodo 72 Árvore Binária de Busca Introdução 2/21 Algoritmos e Estruturas de Dados: Árvore Binária de Busca 44 Raiz Rômulo Silva de Oliveira Departamento de Automação e Sistemas DAS UFSC romulo@das.ufsc.br

Leia mais

CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PROVA PARA TRANSFERÊNCIA

CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PROVA PARA TRANSFERÊNCIA COM. 1 CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PROVA PARA TRANSFERÊNCIA 1. A CEF concederá um crédito especial com juros de 2% aos seus clientes de acordo com o saldo médio no último ano. Escreva um programa em C que leia

Leia mais

Técnicas de Programação: ESTRUTURAS, UNIÕES E TIPOS DEE UFPB

Técnicas de Programação: ESTRUTURAS, UNIÕES E TIPOS DEE UFPB Técnicas de Programação: ESTRUTURAS, UNIÕES E TIPOS DEFINIDOS PELO USUÁRIO Prof. Protásio DEE UFPB 1 Estruturas É uma coleção de variáveis que são referenciadas sob um único nome. Uma estrutura fornece

Leia mais

17 - Funções e Procedimentos em C Programação Modular

17 - Funções e Procedimentos em C Programação Modular 17 - Funções e Procedimentos em C Programação Modular Unesp Campus de Guaratinguetá Curso de Programação Computadores Prof. Aníbal Tavares Profa. Cassilda Ribeiro Ministrado por: Prof. André Amarante 17

Leia mais

cast poderia ser usado também para transformar um real (float) em inteiro. A sintaxe C (float)i pode ser substituída em C++ por float(i).

cast poderia ser usado também para transformar um real (float) em inteiro. A sintaxe C (float)i pode ser substituída em C++ por float(i). Cast (conversão) Um tipo de dado pode ser convertido momentaneamente em outro tipo com um cast. Em linguagem C a sintaxe usada é formada pelo tipo desejado entre parênteses precedendo a expressão a ser

Leia mais