INCLUSÃO PRODUTIVA COM SEGURANÇA SANITÁRIA. VIII Reunião de Vigilância Sanitária de Alimentos Goiânia

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1 INCLUSÃO PRODUTIVA COM SEGURANÇA SANITÁRIA VIII Reunião de Vigilância Sanitária de Alimentos Goiânia

2 BRASIL SEM MISÉRIA Uma das principais macro-políticas sociais brasileiras relacionadas ao desenvolvimento social do país Objetivos: - Elevar a renda e as condições de bem-estar da população - Identificar e inscrever pessoas que precisam e ainda não recebem o Bolsa Família. - E ajudar, quem já recebe, a buscar outras formas de renda e melhorar suas condições de vida - 16 milhões de pessoas ainda permanecem na pobreza extrema (renda familiar é de até R$ 70 por pessoa - sem acesso bolsa família e a serviços essenciais como água, luz, educação, saúde e moradia). Resultados dos programas sociais: - 28 milhões de brasileiros saíram da pobreza absoluta - 36 milhões entraram na classe média. -

3 BRASIL SEM MISÉRIA Eixos de atuação: Transferência de renda Acesso aos serviços públicos Inclusão Produtiva da população mais pobre AÇÕES RELACIONADAS COM O EMPREEDORISMO, PRODUTOS DA AGRICULTURA FAMILIAR E COOPERATIVISMO: - Promover a articulação de diversos programas governamentais - Criar novas oportunidades de desenvolvimento econômico local - Ampliar o mercado das micro e pequenas empresas - Estimular a formação de empreendimentos cooperativados - Apoiar o micro empreendedor individual, as políticas de microcrédito e a Economia Popular e Solidária

4 LEGISLAÇÃO FEDERAL Constituição Federal: Art Cabe à lei complementar: III - estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária, especialmente sobre: d) definição de tratamento diferenciado e favorecido para as microempresas e para as empresas de pequeno porte, inclusive regimes especiais ou simplificados no caso do imposto previsto no art. 155, II, das contribuições previstas no art. 195, I e 12 e 13, e da contribuição a que se refere o art Art A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios dispensarão às microempresas e às empresas de pequeno porte, assim definidas em lei, tratamento jurídico diferenciado, visando a incentivá-las pela simplificação de suas obrigações administrativas, tributárias, previdenciárias e creditícias, ou pela eliminação ou redução destas por meio de lei."

5 LEGISLAÇÃO FEDERAL Lei nº /2007 Cria a Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios - REDESIM e estabelece normas gerais para a simplificação e integração do processo de registro e legalização de empresários e de pessoas jurídicas. Lei Complementar nº 123/2006 Institui o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, também conhecido como a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa. Da Fiscalização Orientação Art. 55. A fiscalização, no que se refere aos aspectos trabalhista, metrológico, sanitário, ambiental e de segurança, das microempresas e empresas de pequeno porte deverá ter natureza prioritariamente orientadora, quando a atividade ou situação, por sua natureza, comportar grau de risco compatível com esse procedimento. Lei Complementar nº 128/2008 Cria a figura do Microempreendedor Individual - MEI e modifica partes da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/2006).

6 Resolução 22/ Comitê Gestor da Redesim - CGSIM Trata sobre regras a serem seguidas quanto às pesquisas prévias e à regulamentação da classificação de risco da atividade para a concessão do Alvará de Funcionamento Provisório ou Definitivo, no âmbito da REDESIM. Art. 4º Em um único atendimento, a Prefeitura Municipal ou a Junta Comercial, juntamente com o parecer de viabilidade, deverá fornecer todas as informações sobre os requisitos a serem cumpridos pelo interessado para obtenção de licenças de autorização de funcionamento do empreendimento. Art. 5º Caberá aos órgãos e entidades dos entes federativos responsáveis pelo licenciamento definir atividades cujo grau de risco seja considerado alto e exija vistoria prévia em função de seu potencial de infringir requisitos de segurança sanitária, controle ambiental, prevenção contra incêndios e demais requisitos previstos na legislação. Art. 6º Quando o grau de risco envolvido na solicitação de licenciamento for classificado como alto, o empresário, a sociedade empresária e/ou a sociedade simples observarão o procedimento administrativo determinado pelo respectivo órgão competente para comprovação do cumprimento das exigências necessárias à sua obtenção, antes do inicio de funcionamento.

7 ATUAÇÃO DA VIGILÂNCIA SANITÁRIA PROTEGER A SAÚDE DA POPULAÇÃO Minimizar riscos à saúde decorrentes da produção e do consumo de bens e serviços PROMOVER A SAÚDE DA POUPLAÇÃO Ampliar o acesso a bens e serviços que melhorem a saúde e a qualidade de vida da população

8 Risco Sanitário e os Determinantes Sociais da Saúde Fatores determinantes no processo saúde e doença da população Relação direta com as condições sociais em que as pessoas vivem e trabalham (renda, educação, emprego, desenvolvimento infantil, cultura, gênero e condições ambientais) Desigualdades: diferenças sistemáticas na situação de saúde de grupos populacionais Iniqüidades: desigualdades evitáveis, injustas e desnecessárias Maior Desigualdade e Iniquidade Maior o Risco Sanitário

9 Mudança de paradigma das ações de Vigilância Sanitária - PDVISA ENFOQUE CARTORIAL DOS SERVIÇOS

10 Mudança de paradigma das ações de Vigilância Sanitária - PDVISA ENFOQUE NO RISCO SANITÁRIO

11 OBJETIVO GERAL Integrar as ações do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária - SNVS com as macro-políticas sociais brasileiras relacionadas ao desenvolvimento social do país, com foco na erradicação da pobreza extrema e avanço na formalidade do mercado de trabalho.

12 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Aperfeiçoar o trabalho realizado pelo Sistema Nacional de Vigilância Sanitária - SNVS junto aos micro e pequenos empreendedores, empreendedores individuais, Associativismo, Cooperativismo e Agricultura familiar, visando a promoção da geração de renda, do emprego e da inclusão social com segurança sanitária; Integrar e fortalecer as ações do SNVS com os demais órgãos e instituições governamentais e não governamentais, contribuindo desta forma com o Programa Brasil sem Miséria, através de políticas públicas que visam a erradicação da miséria e o crescimento econômico do país.

13 Propostas de ações INCLUSÃO PRODUTIVA COM SEGURANÇA SANITÁRIA 1. Sensibilizar os profissionais de Vigilância Sanitária sobre a importância de adequação dos processos de trabalho e priorização das ações de inclusão social 2. Fortalecimento de parcerias com entidades relevantes para desenvolvimento social e econômico dos municípios. 3. Elaborar Instrumento Legal orientativo para as VISAS para amparar as Micro e Pequenas Empresas, Empreendedores Individuais, Associativismo, Cooperativismo, Agricultura familiar. 4. Elaborar materiais didáticos para auxiliar na capacitação das Vigilâncias Sanitárias e demais órgãos governamentais e não governamentais.

14 Ações Realizadas INCLUSÃO PRODUTIVA COM SEGURANÇA SANITÁRIA 1. Anvisa Debate: A Visa e as Políticas Públicas, Desafios e Estratégia (3/11/2011). Participação do MDS, MDIC, Secretaria Executiva/MS e ANVISA 2. Anvisa Debate: Micro Empreendedor Individual e o Risco Sanitário (24/11/2011). Participação do MDS, MDIC, SEBRAE, ABIPLA - Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza e ANVISA 3. Roda de Conversa: Inclusão Produtiva e Segurança Sanitária - Fórum Social Temátic o (27/1/2012), organizado pela ANEPS e RECID. Participação do MDS, SEBRAE, Secretaria Nacional de Economia Solidária SENAES/TEM, ANEPS, RECID e ANVISA 4. Reunião de Articulação Intersetorial sobre Inclusão Produtiva com Segurança Sanitária (15/2012 ). Participação: Anvisa, Conass, Conasems, Secretaria Executiva/MS, SEGEP/MS, MDS, MTE, MDIC, Secretaria Nacional de Articulação Social da Presidencia, Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Frente Nacional dos Prefeitos FNP, SEBRAE,, ANEPS, RECID, FNECDC - Fórum Nacional de Entidades Civis de Defesa do Consumidor, etc.

15 Ações Realizadas INCLUSÃO PRODUTIVA COM SEGURANÇA SANITÁRIA Visitas em estados e municípios -, Aracaju, João Pessoa, Belo Horizonte, São Luiz, Maceió, São Paulo, São Carlos/SP, Lins/SP; Participação e apresentação do projeto no I encontro dos municípios com desenvolvimento sustentável: pequenos negócios, qualidade ambiental urbana e erradicação da miséria, realizada pela FNP; Assinatura de acordo de cooperação entre Anvisa e Frente Nacional de Prefeitos; Participação e apresentação do projeto na I semana de vigilância sanitária no congresso; Parceria com o SEBRAE, através de acordo de cooperação; Participação e apresentação do projeto no congresso do CONASSEMS Alagoas 2012

16 Ações Realizadas INCLUSÃO PRODUTIVA COM SEGURANÇA SANITÁRIA PORTARIA N 933/ANVISA, DE 15 DE JUNHO DE Institui Grupo de Trabalho na Anvisa para elaboração de Instrumento Legal Sanitário voltado para amparar as Micro e Pequenas Empresas, Empreendedores Individuais, Associativismo, Cooperativismo, Produtores Rurais da Agricultura Familiar e dá outras providências. Art. 4º Para auxiliar no desenvolvimento das atividades do grupo serão organizados subgrupos de trabalho, os quais serão coordenados pelas áreas da Anvisa, abaixo relacionadas: I - Subgrupo 1 - elaboração de instrumento legal e procedimentos sanitários, coordenado pelo Núcleo de Regulação e Boas Práticas Regulatórias NUREG; II - Subgrupo 2 - elaboração de Materiais Formativos e Informativos, coordenado pelo Núcleo de Educação, Pesquisa e Conhecimento NEPEC; III - Subgrupo 3 - acompanhamento de atividades, promoção, sensibilização e mobilização do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária SNVS, e aos demais órgãos púb licos e privados, coordenado pela Assessoria de Articulação e relações Institucional ASREL e Núcleo de Assessoramento na Descentralizacão das Ações de Vigilância Sanitária NADAV; Parágrafo único. Os subgrupos que tratam o artigo 4º serão compostos por representantes da Anvisa e das Visas Estaduais e Municipais, assim como por representantes das instituições públicas e privadas e das entidades representativas da sociedade, que tenham interface com as ações de inclusão produtiva, a serem convidados oficialmente pela coordenação do Grupo de Trabalho.

17 Obrigado Rose Mendes Assessoria de Articulação e relações Institucionais ASREL

18 Sítio eletrônico Central de Atendimento Ligação gratuita de qualquer estado do Brasil. O horário de funcionamento é das 7h30 às 19h30, de segunda a sexta-feira, exceto feriados. Fale Conosco Correio Eletrônico Atendimento Eletrônico

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