474 di Reptilthca, 1."sene.V." de!anew, de 2014

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1 474 di Reptilthca, 1."sene.V." de!anew, de 2014 PRESIDENCIA DO CONSELHO DE MINISTROS E MINIS- TERIOS DAS FINAKAS, DA DEFESA NACIONAL, DA ECONOMIA, DO AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITORIO E ENERGIA E DA AGRICULTURA E DO MAR. Portaria n. 14/2014 de 23 de janeiro 0 Decreto-kei n. 246/2000. de 29 de setembro. alterad pelos Decretos-leis n.''s 112/2005. de 8 de julho. 56/2007. de 13 de marco. e 101/2013. de 25 de julho. que define o quadro legal do exercicio da pescaludica, guard praticada em aguas ocean icas. em aguas interiores maritimas ou ern aguas interiores nao maritimas, determina, nos artigos 27-A, 47, 9., 10., 127, 127-A e 147. que seja objeto de portarta a regulamentacgo dos condicionamentos do exercicio da atividade. incluindo a defin lea. das artes permitidas. hem como os termos de I icenc lament e taxas aplicaveis a pratica da pesca I6dica. Ern cumprimento do legalmente determinado. a preseine Portaria estabeleee a referida regulamentacao e procede a integracao. num 6n ico instrumento normativo, das diversas disposic6es que regulamentam a atividade. que anteriormente se encontravam dispersas por d iversas portarias. atual i7ando-as. a1117 da atual redacao do Decreto- Lei n. 246/2000. de 29 de setembro. alterado pclos Decretos-Leis n.'s 112/2005, de 8 de julho, 56/2007, de 13 de mare. e 101/2013. de 25 de julho. na perspetiva de facilitar a apreensao da integralidade do regime aplicavel a pesca I6dica. Concretamente. no que se refere aos metodos de emissao de licenca e respetivos uso e fiscalizacao previstos respetivamente nos artigos 12. e 13. do eitado Deereto- Lei. a presente regulamentacao caminlia no sentido da modem izacao administrativa e simplificacao dos procedimentos necessarios a obtencao e utili7acao da I icenca. A referida I icenca passa a constar de registo eletronico no sistema de informacao da pesca I6dica. mantido pela Direcao-Geral de Recursos Naturals. Seguranca e Servicos Maritimos. sem prejui70 da possibilidade de emissab de eomprovativos desse registo. em formato de papel. assim se el i minando o risco de perda. roubo ou extravio da I icenca. Sao. ainda. estabelecidos os montantes das taxas a cobrar pela emissab de I icencas de pesca I6dica. ao abrigo do estabelecido no artigo 12. -A do referido Decreto-kei e do n. 3 do artigo 6. do Decreto-kei n. 49-A/20I2, de 29 de fevereiro. alterado pelo Decreto-kei n. 237/2012. de 31 de outubro. Nas Areas Protegtdas corn area marinha (Parque Natural do SudoesteAlentejano e Costa Vicentina, Parque Natural da Arrabida. Parque Natural do I. itoral Norte e Reserva Natural das Berlengas), de Comm a conservar a biodiversidade e a estabelecer uma clara distincao entre pescadores I6dicos e pescadores profissionais. a pesca I6dica embareada dentro dessas areas flea lirnitada a 5 dias por semana, corn excecao dos meses de junho a setembro. Procede-se. a reuniao. numa Unica lista. das especies cuja captura ou retencao esta proibida em todas as moda- I idades da pesca I6dica. incluindo nessa lista a fundamentack) tecn ica da proibicao e estabelecem-se novos I imites para as capturas diarias por praticante. iguais em todo territerio nacional, definindo I im ites de captura especificos para determinados organ ismos marinhos. Ass im. ao abri go do disposto no n. 2 do artigo 2. -A. no artigo e no n. I do artigo 12. do Decreto- Lei n. 246/2000. de 29 de setembro. alterado pelos Decretos- -Leis ib's 112/2005. de 8 de julho. 56/2007. de 13 de marco. e 101/2013. de 25 de julho. manda o Govern. pela Ministra de Estado e das Financas. pela Secretaria de Estado Adjunta e da Defesa Nacional. pelo Secretario de Estado do Desporto e da Juventude. pelo M in istro da Economia, pelo M in istro do Ambiente. Ordenamento do Ierritorio e Energia e pela M in istra da Agricultura e do Mar. o seguinte: Art igo I. Objeto A presente portaria de line as artes perm itidas, condicionamentos. termos do I icenc lament e taxas aplicaveis ao exercicio da pesca I6dica em aguas ocean icas. em aguas interiores maritimas oil em aguas interiores nao maritimas sob jurisdicao da autoridade maritima. Art igo 2. Definicoes Para Os efeitos da presente portaria. entende-se por: co «Anelideoso. os animals invertebrados. de eorpo cilindrico e dividido em segmentos. corn ampla distribuicab em ambientes aquaticos ou terrestres. pertencentes ao filo Annelida: b) «A priciar, a tecnica de mergulho na qual o praticante nab recorre a qualquer equipamento auxil tar de respiracao, corn excecao de tubo de respiracao: «Arrelhada ou arrilhada». 0 utensilio metalieo de comprimento variavel. corn a face frontal cortante cuja lamina nab excede 20 cm de comprimento por 3 cm de largura no bordo de ataque. sendo este bordo o Unica) cortante. fixo a um cab curt que nab excede 60 cm de comprimento: d)«arte calada». a arte de pesca em ato de pesca. mantida fixa numa determinada posicao atraves de poitas ou chumbos e bolas: «Camaroeiro». o utensilio constituido por um cab e um aro. ao qual e fixada rede simples: J) «Cana de pesca». o aparelho de an7olconstituido por umaltnha que contenha anzots simples ou in61141os, que c manobrado por intermedio de umacana ou vara, equipada, ou nab. corn tambor ou carreto: «Cesto ou rabeca». o utensil io constituido por dois aros metal icos abertos, interligados entre si por uma estrutura metal ica. envolta em rede corn malhagem minima de 16 mm. que atua I igado a ma do praticante por uma I nha ou corda. uti I indo como auxiliar na elevacao de grandes exemplares. na pesca apeada: h «Comp ou corricoa, o aparclho de anzol constituido por uma I inha simples coin ate tres anzois ou amostras que podem ter acoplados an7ois triplos tipo fateixa. que e rebocado a superficie ou subsuperficie por uma embarcacao ou a partir da cost& «Equipamento de apoio». 0 equipamento que. nao perm itindo a captura direta, apenas pode ser utilizado para o levantamento do pescado desde a saida de agua ate a mao do pescador: «Equipamento auxiliar de respiracao artificial. o equipamento que permite ou auxilia a respirayab do mergu- I hador em submersoo, quer autonomo, como, por exemplo,

2 Orio In Repidilica, 1."serie.V." de inneiro de garrafas de mergulho e respirador. quer semiautonomo. como compressores. mangueiras de ar e respiradores: (<1«quipamento de sinali7acao». 0 equipamento util 7ado para alertar terceiros para a presenca de um mergulhador a exercer a pesca submarina. constituido por uma bola. de forma redonda ou cilindrica. de cor vermelha, laranja ou amarela. corn um volume minim de 8 litros e munida de uma bandeira Alfa do codigo internacional de sinais. ou. em alternativa. uma prancha ou similar corn pelo menos 70 cm de comprimento. 40 cm de largura e 5 cm de espessura. corn um mastro de bandeira nao inferior a 40 cm. munido de uma bandeira Alfa do codigo internacional de sinais: «Esgoto», as aguas que, apos utiii7açao humana, apresentem caracteristicas naturais alteradas: no «Espingarda submarina. tambem designada por arma de caca submarina. um instrumento de mao ou de arremesso,nda forca propulsora nab e devida a poder detonante resultante de substancia quimica ou de gas artificialmente comprimido. tench como nnico projetil permitido uma haste ou arpao corn uma ou mais pontas: ii) <<hspingarda de pesca submarina em condicoes de disparo imediato>, aquela em que os elasticos propulsores estao armados. exercendo tensao sobre o respetivo arpao: NoEaca de mariscar». o utensilio constituido por uma lamina metal ica corn forma variavel. de bordos cortantes. fixada a um cabo curto: «Gancho, btchetro ou puxetro, o utensil to conslituido por um cabo ou haste. que possui na extremidade inferior ate tres an76is sem barbela. destinando-se a pesca ao ou um gancho ou anzol para recolha ou elevacao de exemplares de grandcs dtmensoes,como auxtl tar de pesca, omalhada», o aparelho constituido por uma cana. sem qualquer an701. no extremo da qual e colocado um isco. quer amarrado. quer corn o auxilio de uma pequena bolsa de rede. podendo ser uti I indo um camaroeiro como auxiliar da pesca: r) <Pá ou enxada de cabo curto,>, o utensil io constituido por uma lamina metalica e um cabo. como instrumento auxiliar da recolha de poliquetas. para isco:.3) otoneira», o aparelho constituido por uma I inha de mao c D01 um lastro com forma rust forme, podendo a I tnha ser ainda armada com um maximo de tres boias fusiformes, geralmente des ignadas por pal hacos. devendo. quer lastro, quer os pal haws, possuir, na extremidade inferior, uma ou duas coroas de an76 is sem barbela. I igando-se a I i n ha de mao ou a cana de pesca pela extremidade superior 0 «Tubo respiradom, tam ham conhccido como snorkel. urn equipamento auxil iar de respiracao constituido por um bocal e um tubo. que permite ao praticante de pesca submarina. quando se encontra em flutuacao a superfic ie. respirar corn a cara submersa. Artigo 3. Artes, utensilios e eguipansentos I Sem prejui7o do disposto nos nnmeros seguintes. a pesca Indica s6 pode ser exercida por mem das artes de I inha de mao. cana de pesca. corripo ou corrico e toneira. sendo atnda permtlida a utd Inca de equtpamento de apoto 2-0s aparelhos de anzol podem incluir outros artefactos destinados a melhorar a sua operacionalidade. des ignadamente lastros e bolas. desde que tais artefactos nab permitam a captura de espec les por atuacao direta. 3 Na pesca submarina podem ser utili7adas a espingarda submarina, a faca de mariscaro puxeiro e a arrel hada ou arrilhada. 4 Na pescaapeada, podem ser utilizados o camaroeiro, afaca de mariscar, a mal hada, o Rancho, bicheiro ou puxeiro, a pa ou enxada de cabo curto e a arrelhada ou arrilhada. 5 A utilincao de fontes luminosas e permitida na pesca apeada ou de embarcacao. exercida corn toneiras. hem como em indicadores de bolas e canas de pesca. 6 h proibido o transporte ou a manutencao a bordo de embarcacao. em simultaneo. de espingarda submarina e de equipamento auxiliar de respiracao artificial, bem ass im como o porte. fora de agua. ou em 7onas onde a pesca submarina esteja interdita, de espingarda submarina em condicoes de disparo imediato. 7 F proibido deter. transportar ou manter a bordo. artes de pesca ou utensilios distintos dos previstos na presente portaria. Artigo 4 Eguipansentos de seguranga e sinalizarao I Na pesca submarina podem ser utilindos outros equipamentos para protecao contra o frio, para melhorar a flutuabilidade. para protecao ou seguranca ou para transporte do produto da pesca e. hem assim. quaisquer outros equipamentos que nao permitam a captura direta de exemplares. 2 0 exercicto da pcsca submartna c obrtgatortamente assinalado. a superfic ie. por equipamento de sinalincao. o qual nao pode estar a uma di static ia superior a 30 m do prat icante de pesca submarina. 3 Sempre que uma embarcacao esteja a exercer a atividade de pesca hdica. em aguas ocean icas. interiores maritimas ou interiores nab maritimas sob jurisdicao da autoridade maritima. todos os tripulantes estao obrigados a envergar colete de salvacao ou aux iliar de flutuacao individual. 4 Em determinadas areas de risco. o exercicio da pesca apeada pode ser interditado ou condicionado ao uso de meios de seguranca individual, por despacho dos membros do Govern responsaveis pelas areas do ambiente, do mar e da autoridade maritima. Artigo 5. twos e engodos I OS iscos e engodos podem ser artificiais ou naturals. nab podendo ser constituidos por ovas de peixe ou per substanc las passive's de provocar danos ambientais. nomeadamentesubstanctasvenenosas,toxtcasouexplostvos 2 Na pesca apeada e na pesca embarcada podem ser utili7ados iscos e engodos. 3 Na pesca submarma nao e permitida a utili7acao de iscos e engodos. AD Igo 6. Deveres dos praticantes I Os praticantes de pesca lidica. quando operem a partir de terra. devem guardar entre si ou em relacao a pescadores profissionais. salvo acordo em contrario. uma di static la minima de 5 m. 2 Quando a pesca Indica se exerca a partir de uma embarcacao. dew ser guardada uma distanc la minima de 50 m ern relacao a outras embareacoes, pratteantes de pesca submanna ou de artes de pesca caladas.

3 476 Dhirioda Reptilthca, 1."sene.V." de!anew, de Os praticantes de pesca submarina. no exercicio da atividade. devem Ruardar entre si. salvo acordo em contrario. uma distancia minima de 20 m. Artigo 7. Embarcaroes I No exercicio da pesca ludica apenas e permitida a utilincao de embarcacoes de recreio registadas ou que exercam a atividade maritimo-turistica. salvo o disposto no numero seguinte. 2 No exercicio da pesca desportiva podem ser utilizadas embarcacks reristadas na pesca. desde que se verifiquem. cumulativamente. as seguintes condicoes: a) A prova ou competicao tenha lugar em aguas ocean icas ou interiores maritimas: 19 A capitania do porto corn jurisdicao na area de rea- I i7acao do event previamente 0 autorin: Seja devidamente justificada a ausencia de alternativas para o recurs() a tal tipo de embarcacoes. 3-0 pedido de autori7acao a que se refere a al inea do numero anterior deve ser dirigido a capitania do porto corn jurisdicao na area de realincao do event. instruido corn a justificacao prevista na al inea ci. corn a antecedencia minima de 30 dias Uteis sobre a data prevista para a real Inca do event. 4 As embarcacoes registadas na pesca autorindas para a prattca da pesca desportt a, nos termos do fl 2, nao podem, enquanto decorrer a prona ou competicao, e ercer qualquer tipo de at ividade de pesca profissional nem ter a bordo ou utili7ar qualquer tipo de arte de pesca com Caracteristicas distintas das autoriyadas na presente portaria 5 As embarcacoes que. nos termos dos numeros anteriores. prestem apoio a at ividades de pesca submarina de em hastear,em local visivcl. a bandeira Alfa do cod' go internacional de sinais. 6 Qualquer embarcacao deve guardar uma distancia minima de seguranca de 50 m em relacao a equipamento de sinali7acao da pesca submarina em flutuacao ou a embarcacoes que apresentem hasteada a bandeira Alfa do cadigo internacional de sinais. Artigo 8. Pesti-ivies A pesca ledica per area e period() E proibido o exercicio da pesca a) Ern areas del imitadas de estaleiros de construcao e reparacao naval e estabelec 'mentos de aquicultura. salvo. nestes lutimos. quando formalmente autori7ado pelo concessionario ou proprietario. 19 A menos de 100 m da desembocadura de qualquer esgoto desde que este esteja devidamente assi naiad. c) Nos pianos de agua associados as concessoes balneares. nos termos do disposto nos respetivos Pianos de Ordenamento da Orla Costeira. d) km outras areas que venham a ser limitadas e devidamente assinaladas pela autoridade portuaria ou pela autoridade maritima. 2 proibido o exercicio da pesca submarina e da pesca embarcada: a) Nos canais de navegacao das barras de acesso aos portos e embocaduras dos rios: /,) Nos canals de acesso, canals de aproxtmacao c canals estreitos em portos. c) Ern canals bali7ados. 3 E proibida a pesca submarina no period() compreendido entre o por-do-sol eo nascer do sol. 4 Sem prelim/0 da plena eficacia das proibicoes estabelecidas nas al Incas a). Ncc!) do fl. I. aquelas restricoes devem ser dtvulgadas atraves dacolocacao de placas corn a indicacao «Proibido pescar»ou «Proibido pescar a menos de 100 m», por parte das entidades com responsabilidades na administracao das areas em causa. 5 As restricoes referidas nos numeros anteriores nao prejudicam quaisquer outras que devam ser decretadas pelas autoridades competentes. designadamente pela autoridade sanitaria. cuja publicitacao e efetuada por edital a afixar pela capitania do porta Artigo 9. Pesca hidica em areas protegidas I Semi prejuizo do disposto no artigo anterior, o exercicio da pescaludica nas areas protegidas ficacondicionado ao disposto nos respetivos pianos de ordenamento. 2-0 exercicto da pcsca cm barcada nas areas martnhas incluidas no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. no Parque Natural da Arrabida. no Parque Natural do I,itoral Norte. e na Reserva Natural das Berlengas e autori7ado de quinta-feira a segunda-feira e nos dtas fertados, nao se apl tcando csta restrtcao entre 1 de junho e 30 de setembro. 3 As embareacoes em que se exerca a atividade maritimo-turistica nao estao sujeitas as restricoes previstas no niimero anterior. Artigo 10 Proibicao de captura oil retencao IE proibida a captura e retencao das especies constantes do anexo 1 a presente portaria. que dela fa7 parte Integrante, sendo obrtgatorta a sua tmedtataltbertacao, em caso decaptura acidental. 2 h proibida a retencao de poxes. crustaceos e moluscos cujo tamanho seja inferior aos tamanhos mini mos fixados na legislacao em vigor para a pesca comercial. devendo os especimes ser imediatamente devolvidos a agua. exceto em competicoes de pesca desportiva. 3 A medicao de peixes. crustaceos e moluscos e feita de acordo corn as regras fixadas no anew XIII do Regulamento (Ch) n. 850/98. do Conselho. de 30 de marco. no artigo 48. do Decreto Regulamentar n. 43/87. de 17 de Jul ho, na suaatual redacao e, atnda na Portarta n. 27/2001, de 15 de janeiro. na sua atual redacao. 4 Nao e permitida a pesca ludica de especies em epocas e 7onas onde a pesca profissional esteja interdita por moti NOS biologicos, nem de espec les interditas a pesca comercial, con fonne in fonnacao din ulgada na pagina eletrontca da Dtrecao-Geral de Recursos Naturals, Seguranca e Servicos Maritimos (1)612M). devendo Os especimes capturados ser imediatamente devolvidos ao mar. 5 F protbtda a retencao ou comerctal Inca, por parte das empresas maritimo-turisticas ou respetivos trabalhadores. de quaisquer especimes capturados no exercicio da pesca turistica.

4 Dhirio In RepthLica, 1."serie.V." de Janeiro de Artigo Autorizarao para captura de akin' rabilho no exercicio da pesca turistica I Sem prejuizo do disposto no artigo anterior, e admitida pcsca turistica de atum rabilho mediante a autorizacao previa a emitir pela DGRM. a requerer anualmente. em conformidade corn as recomendacoes da Comissab Internacional para a Conservacab dos 'Fun ideos do Atlantic. 2-0 titular da autorizacao e obrigado a prestar informacao a DGRM sobre o nitmero, peso e comprimento dos animals capturados. atraves do endereco eletran lc dsite7j dum.mamaot.pt, no prazo de 48 horas a contar da captura. 3-0 atum rabtlho capturado Ivo, nos termos da autorizacab referida no n. I do presente &fig. deve ser I ibertado ou, se rettdo c descarregado nos tcrmos do arttgo I 3., apresentado inteiro. eviscerado e sem guelras. em conform idade corn as recomendacoes da Com issao Internacional para a Consen'acab dos 'Fun ideos do Atlantic. Artigo 12. Linsites A captura diaria I 0 peso total das capturas diarias na pesca IUdica nab pode. no seu conjunto. exceder 10 kg por praticante. nab send contabilizado parao efeito o exemplar de major peso, send que para a pesca submarina este I imite e de 15 kg, nao send igualmente contabil izado o maior exemplar. 2-0 peso das capturas diarias de organisms marlnhos. excluindo peixes e cefalopodes. nab pode. no seu conjunto. exceder 2 kg por praticante. 3 Cumulativamente corn o I im ite estabelecido no numero anterior. e sem prej 0170 do disposto no n. I. e autortzada a captura de 3 Ica de mextlhao ( Wytiliaspp), de 5 Ica de ostra (Crassosirea spp) e de 5 kg de ameijoa-japonesa (Rudilapes philippinarum). por dia e por praticante. 4-0 limite de eaptura diaria para anelideos e de 0.5 I itros pot- praticante. na incluindo os casulos neste I imite. nab send permitida a sua captura corn raspagem das superficies rochosas. 5 Com excecao da pescasubmarinae da pesca-turistica e sem prejuizo do disposto nos mimeros anteriores, quando a bordo de uma embarcacao de recreio existam mais de tres praticantes. o I imite total das capturas nab pode exceder 25 kg. nab send contabil izado para o efeito urn exemplar de maior peso para cada praticante. 6 Quando tenha sido atingido o peso maxim a que se referem os numeros anteriores e proibido continuar a pescar. exceto nas competicoes de pesca desportiva. 7-0s exemplares capturados ern Gam peticoes de pesca desportiva devem ser mantidos em condicoes de sobrevivencia e devolvidos a agua. 8 Para efeitos do controlo das quantidades capturadas, o pescado apenas pode ser transportado pelo praticante de pesca 10dica que efetuou a captura. 9 Para efeitos da difereneiacao do pescado objeto de captura na atividade de pesca 10dica. e obrigataria a marcacao de todos os exemplares capturados. antes do abandon do local de pesca, quando a mesma for prattcada a partir de terra, ou do desembarque, quando seja exereida em embarcacab. atraves da aplicacab de urn corte na respetiva barbatana caudal. conforme indica& no anew III presente portaria. que dela faz parte intearante. corn excecab da pesca submarina. 10 Por despacho do diretor-aeral da DGRM, mediante parecer do Institut POrtPaPoS do Mare daatmosiera, e. estando em causa areas class ificadas. do Institut da Conservacao da Natureza e das Florestas, I.P. (ICNF, I.P.). podem ser alterados ou fixados I imites diarios. por praticante. das capturas por especie e poi - local de pesca. Artigo Trofeus de pesca 1 Consideram-se trofeus de pesca os exemplares das espectes constantes do anexo II a presente portarta, que dela faz parte intearante, e que atinjam as dimensoes al i previstas. 2 Nab e permitida a retencab ou descarga de exemplares das especies constantes do anew II a presente portaria. corn dimensoes inferior -es as indicadas. exceto nas competicoes de pesca desportiva. 3-0 maxim de descarga. por embarcacab e per dia. de exemplares das especies referidas no n. 1 consta no anew II a presente portaria. Artigo Licenciamento I A I icenca para oexercicio da pesca I Cidica pode ser solicitada na pagina eletranica ou nos balcoes de atendimento da DGRM, atraves do sistema de mul (thane, junto de outras entidades corn quern esta estabeleca aeordos para o efeito ou. ainda. por correi eletran lc mediante a tdenttlicacao do requerente c panmento da respettva taxa, usando para o efeito a referenda de pagamento indicada na pagina eletranica da DG It M. 2 A I icenca e autornaticamente emitida ap6s o pagamento da taxa aplicavel ao period solicitado. habil itando os interessados a in ic iar a atividade. 3-0 comprovativo de emissab de I icenca e imediatamente comun lead ao interessado por mensagem telef6- nica, comer eletronico ou document() impress, e contem os seguintes &dos da I icenca: a) Data e Elora da emissab da I icenca: 19 Gilmer da I icenca: 0 Gilmer do bilhete de identidade ou do carta do cidadab do titular da I icenca ou. caso se trate de cidadab nab nacional. numer do passaporte ou do cartab de identificacab util inch no pals de origem: d) Tip de I icenca de acordo corn a classificacao referida no n. 3 do artigo 12. do Ikereto-Lei n. 246/2000, de 29 de setembro. alterado pelos Decretos-leis n.'s 112/2005. de 8 de julho. 56/2007. de 13 de marco. e 101/2013. de 25 de julho: e)(usto da I icenca: J) Period de validade. expresso em dia e Elora: g)cadigo de acesso a area reservada na pagina eletranica da DGRM. 4-0 titulo da I icenca para o exercicio da pesca 10dica flea registado eletronicamente no sistema de informacao da pesca ludica, mantido pelal)grm, que viabil iza a consulta dos titulos pelas entidades responsaveis pela fiscal izacab e control da atividade. 5 As empresas de an imacab turistica e os operadores maritimo-turisticosquedetenham embarcacoesdevidamente licenciadas paraestaatividade solicitam, nos termos do n. 2 eem moment previo ao embarque, as I icencas parao exercicio da pesca IUdica para os praticantes que delas necessitem. 6 Os titulares das I icencas podem aceder a sistema de informacao da pescaludica para consulta e atualizacao dos seus dados.

5 di Repidilica, 1."sene.\1" de inne00 de As empresas de an imacao turistica e os operadores maritimo-turisticos que detenham embarcacoes devidamente I teenetadas para esta atn tdade soltettam, nos termos do n. 2 e em moment previo ao embarque. as I icencas para o exercicio da pesca Indica para os praticantes que delas necessitem. Artigo Taxes Os montantcs das taxas a cobrar pcla DGRM pcla cm tssao de I icencas de pesca Indica constam do anexo IV a presente portaria. que dela faz parte integrante. Artigo Monitornacao da pesca ledica 1 Os praticantes de pesca Indica e os operadores marittmo-turisttcos estao obrthados a responder aos tnqueritos destinados a mon itorizacao da atividade promovidos pela Xi It M. 2-0s operadores maritimo-turisticos que real izam capturas de especies constantes do anexo là presente portaria estao obrigados ao preenchimento dos formularios disponibilizados pela IXIRM no seu sitio da pagina eletranica. 3-0 formulario referido no nnmero anterior deve ser preenchido no prazo maxim de 10 dias nteis contados a partir da data da captura. competindo a DCIR M dispon ibi- I izar a informacao resultante ao ICN F. I.R. sempre que as areas de captura se insiram em areas classificadas. Artigo Disposioles transithrias I Ate a entrada em funcionamento do sistema de I i- cenciamento por registo eleven ico recerido no artigo 14. 0, a emissao das I icencas de pesca Indica e titulada por document impress a emitir pela DeRM ou pelas outras entidades corn que esta tenha estabelecido acordo para o efeito. podendo esta emissao ser atestada mediante apresentacao do respetivo comprovativo do pagamento. 2 Das Itcencas emutdas ao abrtho do numero anterior constam os dados indicados nas al ineas a)aj)do n. 3 do artigo 3 A entrada em funcionamento do si sterna de I icenciamento por registo eletranico constante do artigo nao prejudica a validade das I icencas já emitidas. Sao revogadas: Artigo 18. Norma revogathria a) A Portaria n. 1399/2006. de 15 de dezembro: h) A Portaria it. 143/2009. de 5 de fevereiro. alterada pela Portarias n.us 458-A/2009. de 4 de maio. e n. 115-A/201I. de 24 de marco: c) A Portaria n. 144/2009. de 5 de fevereiro. alterada pela Portaria n. 458-A/2009. de 4 de maio. A Ministra de Estado e das Financas. Maria Luis Casanova Morgado Dias de Albuquerque. em 17 de dezembro de A Secretaria de Estado Adjunta e da Defesa Nacional. Berta Maria Correia de Ahneida de Melo Cabral em 12 de dezembro de Secretasio de Estado do Desporto e Juventude. EmIdio Guerreiro. em 12 de dezembro de M in istro da Economia. Antonio de Magalhdes I' fres de Lima. em 24 de dezembro de M in istro do Ambiente. Ordenamento do Terntorto e Energle, Jorge Manuel Lopes kverra c/a Silva ern 10 de dezembro de A M in istra da Agrieultura e do Mar. Maria de Assuncdo Oliveira Otos Machado da Graca. em 26 de novembro de ANEXO Lista de especies ou grupos de especies de capture proibida pare a pesca submarina e de retencao proibida para as outras modalidades (a que se refere o n. 1 do arligo 10.1 NtIllle COMM NOULCCICMall0 MOnOdepr Raia curva MO iifluui/uf a Pesca internee ionalmente prodfide Rale tairoue Ravrarma alba Pesca mternacionalmente prodfide Tuberao albefer Hesse/chin gri Pesca mternacionalmente prodfide Tuberao bra]] co ( -411thalighlICalt harun Pesca mternacionalmente prodfide Tuberao Fade georrinm maxim, v Pesca mternacionalmente prodfide Tuberao luzidlo ( -lilt harinux falcifimmi Pesca mternacionalmente prodfide Tulearao smiles brances ( -lilt harinux langimania Pesca mternacionalmente prodfide Tuberao sardo Larma flux it Pesca mternacionalmente prodfide Tuberao zorro A liven m(pcm dime Pesca mternacionalmente prodfide Pelee Ina 1 fola mala Consumo mternacionalmente pro Med Arteu rabilho Thumus thymus Umdade populacional ern recuperecaos Enema Anguilla mega/ Ila Umdade Posulacional ern recuperaeao Galhudo ma']] ado Se laiiiis licallth jay Recurs() vulneravel lurecalledlo) Meros uenero laarephelia Recurs() vulneravel lurecalledlo) Lauostas uenero PlIIIIIIIIIIN Recurs() vulneravel lurecallek) Lauprele PetramiSPII Inalillux Recurs() vulneravel lurecalledlo) Laveuente HIMIall IS gam / V Recurs() vulneravel lurecalledlo) Ostra plane Oxliell ell! SIN Recurs() vulneravel lurecallek) Selma Sa/mo allar Recurs() vulneravel lurecallek) Savel Alf All all Al Recurs() vulneravel lurecalledlo) Savelhe A Myfillax Recurs() vulneravel lurecallek) Aves marmhas (lodes) Proteeao Modiversidade Cavalommermhos e afins Familia.Simignathgla, Proteeao Modmorseled

6 1) Repehhen, I. seeie.\1" de lanele0 de NtIMC ltimum NtIMC lleln I Ellt) \ de prutudio Corals (todos) Mamileros mannhos (todos) Tartarunas marinhas (tolas) Proteeao Loodiversidade Proteeao Loodiversidade Proteeao Loodiversidade t perounda a retco,au Lac um Lome de 00 L ccuradou da quota mmonal para cuta Landade populauonal [yr Lame para a totalkladeda pcht ILdiHt ANEXO II Lista dos trofeus (a que se refere o artgo 131 E [E, LC NO II LC l LCM I t1,1 DIEM:11,0C, DI ftemunct cou 1 al NUMCNI Ma \ LOW de Hemplaccu por cothachkao c por dm Atum Patudo 16666,0 exit s Atum Ratalho thumers lilt IIIIIIS [25 15) Espadarte Birnan grabus 125 Espadirn Azul 1hdenra rugru Espadirn Branco Espathm de Bic Compri& iellaptill7is lliblthis lefruptunn pfluegen [00 [00 Espathm de Escama Redonda iellaptill7is gelligi'l [00 Espadi]11 do Mediterraneo iellaptill7is behne 100 Tubarao Azul lanturepa 150 Tubarao NIako Anequini In 150 ompnoftmo total a pacurdnutftoudad, da mandthula tokr tor La, a ha uchkao Htudal hip,rounda apt LT.I. at, um Fund, J._ 'UK! L fturadou quota ohumal parnuta umulad, populauonal por am), para a iunahulad, Hu," ludiht pl MIL Rd.1 a rh,o,au J,Haruut d, um,hotplar por LL C por unbachkao. d!hquno J,H. HrHu. lc) lc) ANEXO III Metodo de carte da barbatana caudal lem Euros/ lipo J._ I Ho, Hana 'u knual sok c (a que se refere o n 9 do arligo 121. cct'sr 1 Pesca submanna Ludica neral i-{lwsts, AN EXO IN Montantes das taxas a pagar pela licenga de praticante de pesca ludica valida para as Aguas oceanicas, Aguas interiores maritimas e Aguas interiores nao maritimas sob jurisdigao da autoridade maritima do continente. (a que se refere o arligo 15.) (em Euro$ I LH) de I u_coht Apeada Embarcada

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