AVANÇOS NA IMPLEMENTAÇÃO E APRIMORAMENTO DA LEI GERAL DAS MPE

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1 AVANÇOS NA IMPLEMENTAÇÃO E APRIMORAMENTO DA LEI GERAL DAS MPE O MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL - MEI Seminário tripartite - OIT Políticas para superar a informalidade Maio/09 - Brasília - DF

2 12/08 07/09 10/07 03/07 03/07 07/07 09/07 09/07 Sanção da Lei Geral da MPE (re)fundação da Frente Parlamentar da MPE Criação da subcomissão Permanente da MPE Entrada em vigor do Simples Nacional Publicação do Decreto Federal que regulamenta compras governamentais Sanção da Lei Complementar nº 127 Apresentação do Projeto de Lei Complementar nº 126/07 Fim do prazo para parcelamento de débitos tributários Sanção da Lei Complementar nº 128 Vigência do MEI 10/07 Linha do tempo 12/06

3 DEFINIÇÃO O MEI é o empresário individual a que se refere o art. 966 do Código Civil, que tenha auferido receita bruta, no anocalendário anterior, de até R$ ,00, optante pelo Simples Nacional, que tenha até um empregado e não possua mais de um estabelecimento nem participe de outra empresa como titular, sócio ou administrador.

4 Atividades enquadráveis: I Comércio em geral; II Indústria em geral (poucas exceções); III Serviços de natureza não intelectual/sem regulamentação legal, como, por exemplo, lavanderia, salão de beleza, lava jato, reparação, manutenção, instalação, auto escolas, chaveiros, organização de festas, encanadores, borracheiros, trabalhos complementares da constr. civil, tais como a colocação de piso, forro, serviços de pintura e revestimentos, digitação, usinagem, solda, transporte municipal de passageiros, agências as de viagem, dentre inúmeros outros. IV Escritórios rios de serviços contábeis. Atividades não enquadráveis: I - Construção de imóveis e obras de engenharia em geral, inclusive sob a forma de subempreitada,, execução de projetos e serviços de paisagismo, bem como decoração de interiores, II - Serviços de natureza intelectual/regulamentados por lei, como, por exemplo, consultórios médicos/odontolm dicos/odontológicos, empresas de consultoria/instrutoria instrutoria,, escritórios rios de advocacia, dentre inúmeros outros. III - Conservação, vigilância e limpeza.

5 INSS R$ 51,15 Quanto vai pagar ISS R$ 5,00 ICMS R$ 1,00 MEI ZERO taxas abertura? Pagamento via carnê, conta de luz

6 EMPREGADO Admite-se o enquadramento do empreendimento que possua 1 único empregado que receba exclusivamente 1 salário mínimo ou o piso salarial da categoria profissional. Obrigações correlatas: I deverá reter e recolher a contribuição previdenciária desse empregado, que é de 8%. Esse não é um custo do MEI e sim uma retenção; II deverá prestar informações relativas a esse empregado, na forma estabelecida pelo Comitê Gestor; III deverá recolher contribuição patronal previdenciária de 3% sobre o salário empregado. desse

7 OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS poderão fornecer notas fiscais avulsas, I poderão fornecer caso o consumidor deseje. Obrigatoriamente deve emitir notas fiscais se a venda for para outras pessoas jurídicas. II farão a comprovação da receita bruta por meio do registro de vendas/prestação de serviços os,, que pode ser de próprio prio punho. IIII - deverão ser anexados ao registro de vendas ou de prestação de serviços as notas fiscais relativos às s compras de mercadorias/serviços os;

8 INSCRIÇÃO I - Deverá ter trâmite especial, opcional para o empreendedor na forma a ser disciplinada pelo Comitê para Gestão da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios. II Tem reduzidos a zero os valores referentes a taxas, emolumentos e demais custos relativos à abertura, inscrição, registro, alvará,, licença a e cadastro. III - Os escritórios rios de serviços contábeis, individualmente ou por meio de suas entidades representativas de classe, deverão: promover atendimento gratuito relativo i. promover relativo à inscrição, à opção do MEI e à 1ª declaração anual simplificada da microempresa individual, podendo, para tanto, por meio de suas entidades representativas de classe, firmar convênios e acordos com a União, os Estados, o DF e os Municípios, por intermédio dos seus órgãos vinculados; ii. fornecer, na forma estabelecida pelo Comitê Gestor, resultados de d pesquisas quantitativas e qualitativas relativas às s ME e EPPs optantes pelo Simples Nacional por eles atendidas; iii. promover eventos de orientação fiscal, contábil e tributária ria para os optantes pelo Simples por eles atendidas.

9 INSCRIÇÃO grau de risco da atividade seja considerado Exceto nos casos em que o grau de risco da atividade seja considerado alto,, os Municípios emitirão Alvará de Funcionamento Provisório, rio, permitindo o início de operação do estabelecimento imediatamente após s o ato de registro. O Município poderá conceder Alvará de Funcionamento Provisório: rio: I instaladas em áreas desprovidas de regulação fundiária legal ou com regulamentação precária ria; ; ou II em residência do MEI, na hipótese em que a atividade não gere grande circulação de pessoas. Deverá ter trâmite especial, opcional para o empreendedor na forma a ser disciplinada pelo Comitê para Gestão da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios.

10 Cobertura previdenciária e carências Contribuições mensais 10 CM 12 CM 12 CM 180 CM 180 CM Zero Zero Zero Salário Maternidade Auxílio doença Aposentadoria por invalidez Aposentadoria por idade Aposentadoria especial Auxílio acidente Pensão por morte Auxílio reclusão

11 Saída do regime + de de 1 empregado + de de R$ ,00/ano Entrada de de sócio(s) Microempresa da da primeira faixa do do Simples Nacional Tributação de de 4% 4% para para comércio, 4,5% 4,5% para para indústria e 6% 6% para para serviços.

12 Características Características das empresas ECINF/IBGE Evolução do número de empresas informais e das pessoas ocupadas, Variação % (1997/2003) Total Conta própria Empregador Empregador Total Conta própria Empregador Total Conta própria Número de Empresas ,1 11,6 (6,6) Pessoas Ocupadas ,7 10,7 (7,7) Fonte: Pesquisa Economia Informal Urbana Ecinf 2003, IBGE

13 Distribuição das empresas do setor informal, por grupos de atividade Brasil 2003 (%) 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 Comércio e reparação 32,9 Construção civil Indústria de transformação e extrativa Transporte, armazenagem e comunicações Serviços de alojamento e alimentação Atividades imobiliárias, aluguéis e serviços prestados às empresas Educação saúde e serviços sociais 8,0 7,0 6,3 3,3 17,5 15,8 Atividades mal definidas Outros serviços coletivos sociais e pessoais Outras atividades 0,9 0,3 8,0 Fonte: Pesquisa Economia Informal Urbana Ecinf 2003, IBGE

14 Distribuição das pessoas ocupadas nas empresas, segundo os grupos de atividades Brasil 2003 (%) 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 Comércio e reparação 34,9 Indústria de tansformação e extrativa Construção civil 16,2 15,3 Serviços de alojamento e alimentação Transporte, armazen. e comunicações Atividades imobiliárias, alugueis e serviços prestados às empresas Educação, saúde e serviços sociais 8,1 6,8 6,7 3,8 Atividades mal definidas Outros serviços coletivos sociais e pessoais Outras atividades 0,7 0,3 7,2 Fonte: Pesquisa Economia Informal Urbana Ecinf 2003, IBGE

15 Distribuição das empresas, segundo o número de pessoas ocupadas nas empresas Brasil 2003 (%) pessoa 80,1 2 pessoas 3 pessoas 4 pessoas 5 pessoas Mais de 5 12,2 3,9 2,0 1,0 0,8 Fonte: Pesquisa Economia Informal Urbana Ecinf 2003, IBGE

16 Distribuição das empresas, segundo o local de funcionamento Brasil 2003 (%) 8% 27% Só no domicilio Só fora do domicilio No domicilio e fora do domicilio 65% Fonte: Pesquisa Economia Informal Urbana Ecinf 2003, IBGE

17 Histórico do Empreendedor Tentativas de Legalização Instituto Análise 61,90% 37,20% Nunca tentou Já tentou Não Informou 0,90%

18 Análise das Motivações Como Gostariam que Fosse o Processo de Legalização Instituto Análise 32,70% 31,10% 23,30% Menor Custo 5,70% 3,30% 3,90% Maior Facilidade Maior Agilidade Benefícios Mais Informações Outras Respostas

19 Obrigada!

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