A contribuição norte-americana para o voleibol

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1 A contribuição norte-americana para o voleibol Mestre em Ciência da Motricidade Humana (CMH) pela UCB do RJ (Brasil) La contribución de Estados Unidos al voleibol The North American contribution for the volleyball Nelson Kautzner Marques Junior Resumo O objetivo da revisão foi de apresentar a contribuição norte-americana para o voleibol de alto nível. O voleibol masculino dos Estados Unidos contribuiu na qualidade da estruturação e prescrição do treino físico, inovou com a redução de atletas no passe, melhorou a tarefa do bloqueio e da defesa. No voleibol de dupla na areia, a execução do bloqueio e da defesa era diferente das demais duplas. Em conclusão, o treino físico e o trabalho técnico e tático durante a partida eram inovadores para os anos 80. Unitermos: Voleibol. Esporte. Educação Física. História. Abstract The objective of the review was to present the North American contribution to the high level volleyball. The men's volleyball in the United States of American contributed to the quality of the structure and prescription of the physical training, innovated with the reduction of athletes in the pass, improved the block and the defense. In double sand volleyball, the block execution and the defense execution was different from the others doubles. Keywords: Volleyball. Sport. Physical Education. History. Recepção: 20/12/ Aceitação: 17/03/2015 EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, Año 20, Nº 203, Abril de / 1 Introdução Em 1895 o voleibol foi criado pelo norte-americano Morgan, diretor da Associação Cristã de Moços (ACM) com o intuito de esse esporte ocasionar menor esforço do que o basquete e ser praticado por idosos (Marques Junior, 2012) e também por sedentários. Outra contribuição norte-americana para o voleibol foi o saque tipo tênis, elaborado em 1956 e sendo introduzido no Mundial desse mesmo ano (Marques Junior, 2013). Após esses acontecimentos, o voleibol dos Estados Unidos nas competições teve discreta participação e nada aconteceu para proporcionar evolução desse esporte neste país. Os anos 70 a 80, o voleibol norte-americano dispunha de melhores atletas no jogo de dupla na areia do que o na quadra (Shewman, 1995). Então, a partir de 1979 a 1981 (3 anos), os jogadores que se destacaram no Circuito de Voleibol na Areia dos Estados Unidos - ocorre predominante na Califórnia (Kiraly, Pat Powers, Dvorak, etc.), foram convidados para treinar com a seleção norte-americana, com o objetivo de futuramente disputar os Jogos Olímpicos de 1984 pelo seu país. Porém, para fazer parte do elenco, o técnico Doug Beal exigia que os

2 jogadores se dedicassem apenas ao voleibol na quadra, devendo abandonar o voleibol de dupla na areia (Marques Junior, 2012b). Segundo o técnico de voleibol dos Estados Unidos, Doug Beal (2014), o treino para os Jogos Olímpicos de 1984 começou em 1981, mas no verão de 1983, que a seleção masculina de voleibol estadunidense evoluiu fisicamente, tecnicamente e taticamente significativamente. Porém, até 1983, a seleção norte-americana feminina e masculina tinha ruim ou mediana participação nas disputas. Mas nos Jogos Olímpicos de 1984, a seleção masculina dos Estados Unidos foi medalha de ouro e a feminina conquistou a prata. Outras competições aconteceram, e o voleibol norte-americano masculino venceu todas as principais disputas (Copa do Mundo do Japão de 85, Mundial de 86, Pan-Americano de 87 e Olimpíada de 88). A figura 1 mostra o excelente técnico Doug Beal. Figura 1. (A) Doug Beal orientando a equipe norte-americana nos Jogos Olímpicos de 1984 e (B) sendo apresentado de perto Quais foram os benefícios dos norte-americanos do voleibol masculino na maneira de treinar e jogar? No fim dos anos 80 e no início da época de 90, começaram aparecer às primeiras publicações sobre a seleção masculina norte-americana (Alberda, 1995; Kiraly, 1986, McGown et al, 1990), mas até data presente não foi reunido em um único documento a contribuição do voleibol dos Estados Unidos para o voleibol adulto de alto nível. Então, essa revisão é relevante para os envolvidos no voleibol.

3 O objetivo da revisão foi de apresentar a contribuição norte-americana para o voleibol de alto nível. Inovação da seleção masculina dos Estados Unidos para o voleibol As vitórias do voleibol masculino dos Estados Unidos nas Olimpíadas de 1984 e 1988 proporcionaram interesse dos adversários sobre o voleibol desse país no aspecto tático e na maneira de estruturar e prescrever o treino, sendo aplicado até hoje pelas principais potências mundiais, inclusive no Brasil. O modelo de periodização utilizado pelos norte-americanos foi o de Matveev adaptado com uso de treino físico, treino técnico e treino tático (McGown et al, 1990). Segundo o capitão da equipe estadunidense, Kiraly (1986), a seleção treinava 5 dias na semana (2ª a 6ª feira), somente acontecia folga no sábado e no domingo. A tabela 1 apresenta o treino da seleção masculina permanente dos Estados Unidos (Kiraly, 1986). Tabela 1. Treino dos norte-americanos Consultando algumas obras de especialistas do treinamento esportivo (Barbanti, 2010; Oliveira, 2003; Platonov, 2004), o treino dos Estados Unidos era muito atualizado para o voleibol dos anos 80. Por exemplo, os estadunidenses treinavam com bola pela manhã, segundo Reilly et al (2003), efetuar essa sessão de manhã permite uma melhor absorção do conteúdo na memória porque os voleibolistas estão mais descansados intelectualmente e fisicamente. Veja o treino de defesa da seleção norte-americana, Kiraly efetuando essa sessão em Segundo Bacurau et al (2003) O treino de força no fim da tarde e à noite é melhor aproveitado pelo atleta por causa do aumento do hormônio do crescimento e da testosterona, gerando em ganhos de força mais significativos. Então, o treino de força do voleibol masculino

4 dos Estados Unidos estava seguindo as diretrizes da cronobiologia que estabelece o melhor desempenho de determinadas respostas fisiológicas ao longo do dia, podendo ser aproveitada para maximizar o treinamento (Weineck, 1991). Segundo alguns pesquisadores (Esper, 2001; Simões et al, 2009), o treino de velocidade (corrida e/ou trabalho de força) e/ou treino com bola, pode acarretar um incremento no condicionamento aeróbio. Talvez seja esse o motivo da não realização da sessão aeróbia pelos norte-americanos, também, McGown et al (1990) (VO2máx) informou os voleibolista costumam não ter um excelente consumo máximo de oxigênio (VO2máx) quando são comparados com outros esportes, mas mesmo assim desempenham alta performance na partida. Nos Jogos Olímpicos a seleção dos Estados Unidos estava com um VO2máx de 52,3 ml/kg/min (McGown et al, 1990). Marques Junior (2010) informou que o VO2máx de atletas de elite do voleibol se encontra na faixa de 46 a 65 ml/kg/min, o mesmo autor em outro estudos (2005) informou que o valor do VO2máx está relacionado com a posição do atleta, os levantadores costumam ter um VO2máx de 60 ml/kg/min, seguido dos centrais e por último os atacantes de ponta. Alguns resultados da periodização adaptada de Matveev (Obs.: Detalhes sobre a periodização de Matveev, leia as obras de 1991, 1995 e 1997) para os Jogos Olímpicos de 1984 chamam atenção nos seus resultados (McGown et al, 1990). O treino foi composto pelas seguintes tarefas. Legenda: Aqu aquecimento, TT e/ou Jogo treino tático e/ou jogo, TS e/ou T - Treino Situacional e/ou Treino Técnico, Des desaquecimento. Figura 2. Tempo das sessões em minutos.

5 O treino de força na periodização adaptada de Matveev foi dado muita atenção. Os jogadores norte-americanos praticaram trabalho de força reativa através de vários saltos e musculação de alta intensidade. O treino de força reativa foi efetuado antes do treino com bola e antes do desaquecimento, com duração média entre 35 a 40 minutos. O volume dessa sessão é exposto na figura 3, sendo iniciado em março de 1983 (McGown et al, 1990). Legenda: PPP Esp período preparatório de preparação especial. Figura 3. Volume do treino de força reativa Os jogadores norte-americanos trabalharam 3 anos e meio até os Jogos Olímpicos de 1984, e efetuaram um total de 3500 horas de treino. A quantidade de sessões é apresentada na figura 4 (McGown et al, 1990). Legenda: JO Jogos Olímpicos. Figura 4. Total de sessões

6 As medidas antropométricas (massa corporal total e percentual de gordura, %G) e as mediadas dos testes físicos (VO2máx) pouco se alteraram, mas o salto vertical ocorreu um incremento significativo (p 0,05), os jogadores aumentaram a impulsão em 10 centímetros (cm). A tabela 2 apresenta os resultados das avaliações (McGown et al, 1990). Tabela 2. Resultados dos testes Os resultados dos jogos dos norte-americanos entre 1981 a 1984 foi o seguinte (McGown et al, 1990): Tabela 3. Resultados dos Jogos dos Estados Unidos A figura 5 mostra a equipe que foi campeã em 1984.

7 Figura 5. Seleção norte-americana campeã olímpica em 1984 As inovações do treino com bola pela seleção masculina dos Estados Unidos foi copiada pela maioria das equipes do voleibol de alto nível da época e são utilizadas atualmente. O treino dos fundamentos ou da equipe de voleibol dos norte-americanos era baseado na especialização (Bizzocchi, 2004). Os atletas treinavam somente a função que exerceriam na partida. Uma das inovações táticas realizadas pela comissão técnica liderada por Doug Beal foi a diminuição de atletas na recepção, sendo efetuado apenas por jogadores especialistas. Segundo Beal (2014), até 1983 ele jogava com 5 passadores, mas em 1984, foram colocados 2 atletas especialistas pela recepção (Jogos Olímpicos de 1984: os pontas Kiraly e Berzins, Jogos Olímpicos de 1988: os pontas Kiraly e Ctvrtlik), isso permitiu maior variação do ataque, então estávamos prontos para os Jogos Olímpicos de A figura 6 mostra os responsáveis pelo passe dos Estados Unidos. A B C Figura 6. Atletas da recepção dos Estados Unidos da América, (A) Kiraly, (B) Berzins e (C) Ctvrtlik

8 O sistema com 2 passadores permitiu 87% de acertos dos norte-americanos nos Jogos Olímpicos de 1984, enquanto que as outras seleções efetuaram 70% de acertos (Ugrinowitsch e Uehara, 2006). Porém, com a evolução do saque, principalmente do saque em suspensão, atualmente o passe é realizado por 3 jogadores (Marques Junior, 2013b), geralmente por dois atletas da ponta e pelo líbero, que hoje é fundamental no voleibol atual, sendo comprovada a sua eficiência no estudo de Marques Junior (2014). O bloqueio dos norte-americanos era praticado através da interpretação das ações do levantador e do cortador para o jogador realizar esse fundamento com qualidade, sendo uma inovação para época (Matias e Greco, 2009). Também tinha sincronismo perfeito na junção dos jogadores e durante o salto (Russo, 1986). Outra inovação aconteceu no posicionamento da defesa, na zona 6, onde o jogador do meio ou pivô ficava preparado para pegar as bolas espirradas no bloqueio (Russo, 1986). Como a maioria dos jogadores eram oriundos do voleibol de dupla na areia, a defesa era muito ágil e atenta quanto a direção do ataque, isso era previamente estudado pela estatística e com os recursos de filmagem antes, durante e após o jogo. Nas partidas o técnico era imediatamente informado no O que fazer e Como fazer para posicionar seus jogadores nos melhores locais para defenderem as bolas. Esse procedimento também era aplicado aos outros fundamentos. A figura 7 apresenta a zona 6 para os que não conhecem a numeração dos setores da quadra. Figura 7. Zona 6 onde o voleibolista defende as bolas espirradas no bloqueio Russo (1986) também analisou os outros fundamentos dos norte-americanos, o saque era preciso e variado, sendo efetuado pelo saque tipo tênis ou saque em suspensão, sendo direcionado no fundo da quadra, no meio da quadra e próximo da rede conhecido por saque curto. Ainda os estadunidenses possuíam um ataque certeiro e dispunham de um levantamento com boa variação de jogadas.

9 Portanto, atualmente qualquer equipe ou seleção do voleibol de alto rendimento seguem muitos dessas inovações que foram apresentadas na Olimpíada de 1984 pelo voleibol masculino dos Estados Unidos. Outra contribuição norte-americana para o voleibol, mas no de dupla na areia, foi o modelo de jogo utilizado por Smith e Stoklos no final dos anos 80 e início da época de 90. A figura 8 mostra esses sensacionais jogadores. Figura 8. Stoklos de testeira o bloqueador de 1,94 m e Smith de boné amarelo o defensor de 1,92 m Nessa dupla dos Estados Unidos, o bloqueio sempre tratava de interceptar a cortada, visando o ponto ou dificultar essa atividade ofensiva. Enquanto que o defensor, em alguns momentos da partida, se posicionava na mesma linha do bloqueio com o intuito de se esconder do atacante adversário para conseguir praticar a defesa. Em outros lances do jogo, o defensor se colocava fora da linha do bloqueio para a tarefa de defesa. Porém, poucas duplas do voleibol na areia conseguiram realizar esse sistema de bloqueio e posicionamento de defesa com a qualidade que Smith e Stoklos efetuaram. A figura 9 ilustra essas explicações: Figura 9. (A) Mesma linha entre bloqueio e defesa e (B) jogador fora da região que o bloqueio protege a quadra

10 Conclusão Através dessa revisão o leitor conheceu a contribuição norte-americana para o voleibol de alto nível. Foi identificado que o treino físico era muito bem estruturado e era embasado cientificamente, também foi observado que a execução de determinados fundamentos passe, defesa e bloqueio, permitiu uma superioridade técnica e tática durante 1984 a 1988 dos Estados Unidos em relação às demais seleções masculinas. Referências Alberda, J. (1995). Greater variability and versatility. Int Volley Tech (4): 4-8. Bacurau R. et al (2001). Hipertrofia-Hiperplasia. São Paulo: Phorte, p Barbanti, V. (2010). Treinamento esportivo: as capacidades motoras dos esportistas. Barueri: Manole. Bizzocchi, C (2004). O voleibol de alto nível: da iniciação à competição. Barueri: Manole. Beal, D. (2014). O homem que reinventou o vôlei. Esper, A. (2001). El entrenamiento de la potencia aeróbica en el voleibol. Lecturas: Educ Fís Deportes 7(43): Kiraly, K. (1986). Entrevista com Kiraly. Saque:27-9. Marques Junior, N. (2005). Testes para o jogador de voleibol. Rev Min Educ Fís 13(1): Marques Junior, N. (2010). Seleção de testes para o jogador de voleibol. Mov Percep 11(16): Marques Junior, N. (2012). História do voleibol, parte 1. Lecturas: Educ Fís Dep 17(169): Marques Junior, N. (2012b). História do voleibol na areia. Lecturas: Educ Fís Dep 17(169): Marques Junior, N. (2013). Sugestão do saque tipo tênis com gyaku zuki do karatê shotokan. Lecturas: Educ Fís Dep 18(185): Marques Junior, N. (2013b). Evidências científicas sobre os fundamentos do voleibol: importância desse conteúdo para prescrever o treino. Rev Bras Prescr Fisio Exerc 7(37): Marques Junior, N. (2014). O líbero do voleibol de alto nível melhora a recepção? Rev Bras Prescr Fisio Exerc 22(2): Matias, C., Greco, P. (2009). Análise de jogo nos jogos esportivos coletivos: a exemplo do voleibol. Pens Prat 12(3):1-16.

11 Matveev, L. (1991). Fundamentos do treino desportivo. 2ª ed. Lisboa: Horizonte. p Matveev, L. (1995). Preparação desportiva. São Paulo: FMU. Matveev, L. (1997). Treino desportivo: metodologia e planejamento. Guarulhos: Phorte. McGown, C. et al (1990). Gold medal volleyball: the training program and physiological profile of the 1984 Olympic Champions. Res Q Exerc Sport 61(2): Oliveira, P. (2003). O processo de desenvolvimento da resistência motora e sua relação com a preparação geral e especial. In. I. Pellegrinotti (Org.). Performance humana. Ribeirão Preto: Tecmedd, p Platonov, V. (2004). Teoria geral do treinamento desportivo olímpico. Porto Alegre: Artmed. Reilly, T. et al (2003). Cronobiologia e desempenho físico. In. Garrett Jr W, Kirkendall D (Org.). A ciência do exercício e dos esportes. Porto Alegre: Artmed. p Russo, P. (1986). Campeonato Mundial masculino da França: como jogam. Saque: Simões, R. et al (2009). Efeitos do treinamento neuromuscular na aptidão cardiorrespiratória e composição corporal de atletas de voleibol do sexo feminino. Rev Bras Med Esporte 15(4): Ugrinowitsch, C., Uehara, P. (2006). Modalidades esportivas coletivas: o voleibol. In. D. Rose Junior (Org.). Modalidades esportivas coletivas. Rio de Janeiro: Guanabara. p Weineck, J. (1991). Biologia do esporte. São Paulo: Manole.

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