Curso de Capacitação e Treinamento no Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Curso de Capacitação e Treinamento no Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro"

Transcrição

1 Curso de Capacitação e Treinamento no Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro Apoio: Brasília - DF, 07 de Outubro de 2014.

2 ANATOMIA DO CRIME ORGANIZADO Marco Teórico

3 O Crime Organizado como ameaça ao Estado Importância do Estudo Conceito Referência Normativa (Palermo-2000/ONU) Características Modalidades Pontos de Interesse Mecanismos de Enfrentamento Técnicas Especiais de Investigação Estratégia Policial Indicadores de Potencial Ofensivo (Instituto da Seletividade) Fundamentos da Estratégia Recomendações

4 AMEAÇA AO ESTADO IMPORTÂNCIA DO ESTUDO CONSTRUINDO O CONCEITO CARACTERÍSTICAS MODALIDADES PONTOS DE INTERESSE

5 AMEAÇA AO ESTADO VIOLÊNCIA ESTRUTURAL PODER ECONÔMICO VALORES ÉTICOS

6 IMPORTÂNCIA DO ESTUDO AVALIAÇÃO PLANEJAMENTO SELETIVIDADE & PRIORIDADE

7 SELETIVIDADE ALVOS EXPRESSIVOS AVALIAÇÃO DO POTENCIAL OFENSIVO CAPACIDADES

8 PRIORIDADE DECISÃO SUPERIOR DISCIPLINA OPERACIONAL OPORTUNIDADE - CONVENIÊNCIA

9

10 CONVENÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS CONTRA O CRIME ORGANIZADO TRANSNACIONAL Palermo/Itália

11 Grupo criminoso organizado grupo estruturado de três ou mais pessoas, existente há algum tempo e atuando concertadamente com o propósito de cometer uma ou mais infrações graves ou enunciadas na presente Convenção, com a intenção de obter, direta ou indiretamente, um benefício econômico ou outro benefício material. Convenção de Palermo

12 Infração grave ato que constitua infração punível com uma pena de privação de liberdade, cujo máximo não seja inferior a quatro anos ou com pena superior. Convenção de Palermo 2000

13

14 ELEMENTOS DO CONCEITO GRUPO CRIMINOSO PRÉ-EXISTENTE VANTAGEM FINANCEIRA POTENCIAL OFENSIVO

15 INFRAÇÕES GRAVES & CRIMES SÉRIOS GRUPO CRIMINOSO ORGANIZADO & DURADOURO VANTAGEM MATERIAL & FINANCEIRA $$$$$ ELEMENTOS ESSENCIAIS DO CONCEITO... POTENCIAL OFENSIVO & TRANSNACIO- NALIDADE

16 Lei de agosto de 2013

17 Define ORCRIM e dispõe sobre a investigação criminal, os meios de obtenção da prova, infrações penais correlatas e o procedimento criminal

18 Associação de 4 (quatro) ou mais pessoas estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas, ainda que informalmente, com objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagem de qualquer natureza, mediante a prática de infrações penais cujas penas máximas sejam superiores a 4 (quatro) anos, ou que sejam de caráter transnacional. 1º Art. 1º da Lei /2013.

19 CARACTERÍSTICAS DO CRIME ORGANIZADO

20 ATIVIDADE DE FACHADA NEGÓCIOS LÍCITOS LAVAGEM DE DINHEIRO SUPORTE FINANCEIRO

21 PLANEJAMENO EMPRESARIAL CUSTOS RISCOS LUCROS

22 CADEIA DE COMANDO HIERARQUIA DISCIPLINA DECISÃO

23 ANTIJURIDICIDADE ATIVIDADES ILEGAIS POTENCIAL OFENSIVO

24 PLURALIDADE DE AGENTES ALCANCE INDISPENSÁVEL TIPIFICAÇÃO LEGAL

25 ESTABILIDADE JURISPRUDÊNCIA PERMANÊNCIA NEGÓCIO

26 DIVERSIFICAÇÃO TENDÊNCIA VÁRIAS MODALIDADES RETORNO FINANCEIRO

27 COMPARTIMENTAÇÃO ETAPAS NÍVEIS DA ORGANIZAÇÃO FATOR DE SEGURANÇA

28 CONTROLE TERRITORIAL DOMÍNIO LIMITES ALIANÇAS

29 CÓDIGO DE HONRA CÓDIGOS PRÓPRIOS LEI DO SILÊNCIO FIDELIDADE

30 FINS LUCRATIVOS SUPORTE BÁSICO COMPETIÇÃO CONTROLE DE MERCADOS

31 PRINCIPAIS MODALIDADES OU FORMAS DE MANIFESTAÇÃO

32 TRÁFICO DE ARMAS COLARINHO BRANCO TRÁFICO DE PESSOAS TRÁFICO DE DROGAS

33

34 MODALIDADES EMERGENTES

35 TRÁFICO DE ÓRGÃOS LAVAGEM DE DINHEIRO ESPIONAGEM INDUSTRIAL CRIMES CIBERNÉTICOS PIRATARIA E BIOPIRATARIA

36

37 ROTAS CLANDESTINAS INFLUÊNCIA POLÍTICA CAOS INITIMIDAÇÃO

38 ALIANÇAS LUCRO SEGURANÇA INIMIGO COMUM BENEMERÊNCIAS

39 REFLEXÃO

40 MECANISMOS ESTRATÉGIA POLICIAL RECOMENDAÇÕES

41 Técnicas Especiais de Investigação Meios de Obtenção de Provas

42 MECANISMOS NORMAS TÉCNICAS ESTRATÉGIA

43 AÇÃO CONTROLADA

44 AÇÃO CONTROLADA ENTREGAS VIGIADAS - CONTROLADAS AÇÃO LEGAL MÚLTIPLO EMPREGO CONTROLES

45 CONVENÇÃO DE VIENNA ONU 1988 CONVENÇÃO DA ONU CONTRA A CORRUPÇÃO 2006 CONVENÇÃO INTERAMERICANA CONTRA O TRÁFICO DE ARMAS CIFTA 1999 CONVENÇÃO DE PALERMO CONTRA O CRIME ORGANIZADO ONU

46 CONSISTE EM RETARDAR A INTERDIÇÃO POLICIAL DO QUE SE SUPÕE A AÇÃO PRATICADA POR ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS OU A ELA VINCULADO, DESDE QUE MANTIDA SOB OBSERVAÇÃO E ACOMPANHAMENTO PARA QUE A MEDIDA LEGAL SE CONCRETIZE NO MOMENTO MAIS EFICAZ DO PONTO DE VISTA DA FORMAÇÃO DE PROVAS E FORNECIMENTO DE INFORMAÇÕES.

47 COLABORAÇÃO PREMIADA

48 COLABORAÇÃO PREMIADA COLABORAÇÃO EFICAZ BARGANHA ECONÔMICA

49 INFILTRAÇÃO POLICIAL

50 INFILTRAÇÃO POLICIAL RECURSO LEGAL ALTO RISCO SETELETIVA

51 VIGILÂNCIA ELETRÔNICA

52 VIGILÂNCIA ELETRÔNICA COMPLEMENTO PROVA / INTELIGÊNCIA DIFICULDADES

53 FORÇA TAREFA EIC- Equipes de Investigação Conjuntas (ONU Palermo 2000)

54 FORÇA TAREFA INTEGRAÇÃO DE AGÊNCIAS ALVOS SELETIVOS GRAVE AMEAÇAS

55 INTEGRAÇÃO DE DISTINTAS AGÊNCIAS OFICIAIS, CONSTITUINDO UM SÓ CORPO OPERACIONAL, ATUANDO DE FORMA COORDENADA PARA ENFRENTAMENTO DE ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS DE ALTO POTENCIAL OFENSIVO E/OU A PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO ESTRATÉGICO.

56 CONCEITO OPERACIONAL FORÇAS COMBINADAS INTEGRADAS 1 OBJETIVO 5 OPERANDO CONJUNTAMENTE 2 DE MODO COORDENADO 3 COM TAREFAS ESPECÍFICAS 4

57 DIRETRIZES ACORDO INTER AGÊNCIAS E MEMORANDO DE ENTEDIMENTO SELEÇÃO DE OBJETIVOS INDICAÇÃO DE PESSOAL BASE FÍSICA

58 DIRETRIZES ADMINISTRAÇÃO E GERENCIAMENTO OPERACIONAL RELAÇÕES COM A MÍDIA RESOLUÇÃO DE CONTROVÉRSIAS TREINAMENTO DA FORÇA TAREFA MJ - PORTARIA Nº 624, DE 04 DE JUNHO DE 2002

59 OPERAÇÕES ENCOBERTAS

60 Inteligência Ação Controlada Infiltração

61 CONFISCO DE BENS

62 CONFISCO DE BENS MEDIDA EFICAZ VISÃO CAPITALISTA REAPARELHAMENTO

63

64

65 INVESTIGAÇÃO FINANCEIRA

66 MJ DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL INVESTIGAÇÃO FINANCEIRA RECOMENDAÇÃO INTERNACIONAL VISÃO CAPITALISTA CONFISCO

67 MJ DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL INVESTIGAÇÃO FINANCEIRA LIMPA FIDEDIGNA DADOS PROTEGIDOS

68 MJ DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL INVESTIGAÇÃO FINANCEIRA ECONÔMICA SINAIS EXTERIORES FATOR DE INTEGRAÇÃO

69 ESTRATÉGIA POLICIAL

70 PRIORIZAR O CONHECIMENTO SOBRE AS ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS, DE MAIOR POTENCIAL OFENSIVO, ATRAVÉS DE ATIVIDADES PERMANENTES DE INTELIGÊNCIA, COM ÊNFASE ESPECIAL À INVESTIGAÇÃO FINANCEIRA.

71 PRIORIZAR O CONHECIMENTO SOBRE AS ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS... RELAÇÕES SOCIAIS, POLÍTICAS E ECONÔMICAS ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ACÚMULO DE PODER INTERESSE FINANCEIRO

72 ...DE MAIOR POTENCIAL OFENSIVO... CRIMES GRAVES E SÉRIOS AMEAÇA AO ESTADO PODER PARALELO

73 ... DE MAIOR POTENCIAL OFENSIVO... AVALIAÇÃO E INDICADORES DO POTENCIAL OFENSIVO...

74

75 ÁREA DE ATUAÇÃO OU IRRADIAÇÃO TERRITORIAL INTIMIDAÇÃO E AMEAÇA DANO SOCIAL CORRUPÇÃO E INFILTRAÇÃO

76 ENVOLVIMENTO DE AGENTES PÚBLICOS SOFISTICAÇÃO VALORES ENVOLVIDOS TRANSNACIONALIDADE

77 GRUPOS ARMADOS COLABORAÇÃO DE MENORES CONEXÕES INTERNAS FINANCIAMENTO DE CAMPAHA

78 ...ATRAVÉS DE ATIVIDADES PERMANENTES DE INTELIGÊNCIA... REPRESSÃO CONTINUADA INFORMAÇÕES PROCESSADAS SOBRE DETERMINADO ASSUNTO TÉCNICAS DE INVESTIGAÇÃO

79 ...COM ÊNFASE ESPECIAL A INVESTIGAÇÃO FINANCEIRA... RECOMENDAÇÃO INTERNACIONAL SUPORTE INDISPENSÁVEL PARA O CONFISCO DE BENS MEDIDA EFICAZ PARA O DESMANTELAMENTO DOS GRUPOS CRIMINOSOS ORGANIZADOS

80 PRIORIZAR O CONHECIMENTO SOBRE AS ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS, DE MAIOR POTENCIAL OFENSIVO, ATRAVÉS DE ATIVIDADES PERMANENTES DE INTELIGÊNCIA, COM ÊNFASE ESPECIAL À INVESTIGAÇÃO FINANCEIRA.

81

82 COOPERAÇÃO INTERCÂMBIO IMPACTO

83

84 COMUNICAÇÕES TRANSPORTES DINHEIRO

85 RECOMENDAÇÃO

86 CAPACITAÇÃO DOS QUADROS E APERFEIÇOAMENTO DAS INSTITUIÇÕES

87 INTEGRAÇÃO DAS AGÊNCIAS DE APLICAÇÃO DA LEI

88 CONSOLIDAÇÃO DE LEGISLAÇÃO EFICAZ

89 El crimen organizado ha abandonado la marginalidad y se ha instalado en el corazón de nuestros sistemas políticos y economicos. Jean François Gayraud El G9 de las Máfias en el mundo: Geopolitica do Crime Organizado

90 GETÚLIO BEZERRA SANTOS Delegado de Polícia Federal

COMITÊ INTERAMERICANO CONTRA O TERRORISMO (CICTE)

COMITÊ INTERAMERICANO CONTRA O TERRORISMO (CICTE) COMITÊ INTERAMERICANO CONTRA O TERRORISMO (CICTE) DÉCIMO PERÍODO ORDINÁRIO DE SESSÕES OEA/Ser.L/X.2.10 17 a 19 de março de 2010 CICTE/DEC.1/10 Washington, D.C. 19 março 2010 Original: inglês DECLARAÇÃO

Leia mais

SUBCOMISSÃO PERMANENTE DE SEGURANÇA PÚBLICA Comissão de Constituição e Justiça - SENADO FEDERAL PLANO DE TRABALHO

SUBCOMISSÃO PERMANENTE DE SEGURANÇA PÚBLICA Comissão de Constituição e Justiça - SENADO FEDERAL PLANO DE TRABALHO SUBCOMISSÃO PERMANENTE DE SEGURANÇA PÚBLICA Comissão de Constituição e Justiça - SENADO FEDERAL PLANO DE TRABALHO 1. Contextualização e finalidades A violência, a falta de segurança e o medo da criminalidade

Leia mais

Perspectiva 1 - Enfrentamento à Criminalidade

Perspectiva 1 - Enfrentamento à Criminalidade Perspectiva 1 - Enfrentamento à Criminalidade Objetivo Estratégico 1: ENFRENTAR O CRIME ORGANIZADO Programa 1.1 Enfrentamento ao crime de lavagem de dinheiro Consultar quanto à possibilidade de celebração

Leia mais

Perfil G.A Global Advising Projetos e Serviços!

Perfil G.A Global Advising Projetos e Serviços! 1 of 14 Perfil G.A Global Advising Projetos e Serviços! 2 of 14 Quem somos Criada em 2002 - Equipe de especialistas oriundos de unidades especiais das áreas de inteligência e segurança do Estado de Israel.

Leia mais

PNLD TÉCNICAS DE INVESTIGAÇÃO AÇÃO CONTROLADA VIGILÂNCIA ESTÓRIA COBERTURA COLABORAÇÃO PREMIADA INFORMANTES BANCOS DE DADOS INFILTRAÇÃO POLICIAL

PNLD TÉCNICAS DE INVESTIGAÇÃO AÇÃO CONTROLADA VIGILÂNCIA ESTÓRIA COBERTURA COLABORAÇÃO PREMIADA INFORMANTES BANCOS DE DADOS INFILTRAÇÃO POLICIAL VIGILÂNCIA AÇÃO CONTROLADA ESTÓRIA COBERTURA TÉCNICAS DE INVESTIGAÇÃO MONITORAMENTO DAS COMUNICAÇÕES INFORMANTES COLABORAÇÃO PREMIADA BANCOS DE DADOS INFILTRAÇÃO POLICIAL Técnicas Tradicionais de Investigação

Leia mais

PAUTAS NEGOCIADORAS DA RED

PAUTAS NEGOCIADORAS DA RED MERCOSUL/GMC/RES. Nº 39/00 PAUTAS NEGOCIADORAS DA RED TENDO EM VISTA: o Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e a Resolução Nº 76/98 do Grupo Mercado Comum e a Recomendação N 1/00 da RED. CONSIDERANDO:

Leia mais

Pesquisa Nacional Sobre as Centrais Disque Denúncia no Brasil. Ministério da Justiça Secretaria Nacional de Segurança Pública

Pesquisa Nacional Sobre as Centrais Disque Denúncia no Brasil. Ministério da Justiça Secretaria Nacional de Segurança Pública Pesquisa Nacional Sobre as Centrais Disque Denúncia no Brasil Ministério da Justiça Secretaria Nacional de Segurança Pública Considerando necessidade de: Portaria SENASP/MJ nº 10 de 25/04/2011 Intensificar

Leia mais

Investigação Patrimonial

Investigação Patrimonial Investigação Patrimonial 1º Curso de Formação Continuada em Estratégias de Investigação Patrimonial em Execução Trabalhista ENAMAT 02.09.2015 Objetivo: Apresentar aspectos práticos sobre as técnicas de

Leia mais

CRIMES CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - ATUALIZAÇÕES

CRIMES CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - ATUALIZAÇÕES CRIMES CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - ATUALIZAÇÕES - Evasão de divisas e lavagem de capitais as alterações da Lei 12.683/12 - Investigação de crimes financeiros - Cooperação jurídica internacional

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico Análise externa Roberto César 1 A análise externa tem por finalidade estudar a relação existente entre a empresa e seu ambiente em termos de oportunidades e ameaças, bem como a

Leia mais

Norma Permanente Assunto: Política de Combate à Corrupção Código da Norma: NAD-41 Data da publicação: 01/09/2015

Norma Permanente Assunto: Política de Combate à Corrupção Código da Norma: NAD-41 Data da publicação: 01/09/2015 Página 1 de 7 Resumo: Estabelecer os princípios de combate à corrupção no relacionamento da Organização com os agentes da Administração Pública, seguindo as diretrizes estabelecidas na Lei nº 12.846/13

Leia mais

Crack, é possível vencer

Crack, é possível vencer Crack, é possível vencer Prevenção Educação, Informação e Capacitação Aumento da oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários Autoridade Enfrentamento ao tráfico de drogas e às organizações criminosas

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

CAPITAL INTELECTUAL DA EMPRESA: PROTEÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO

CAPITAL INTELECTUAL DA EMPRESA: PROTEÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO CAPITAL INTELECTUAL DA EMPRESA: PROTEÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO Resende, J.M.; Nascimento Filho, W.G.; Costa S.R.R. INEAGRO/UFRuralRJ INTRODUÇÃO O patrimônio de uma empresa é formado por ativos tangíveis

Leia mais

SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA

SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA Segurança SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA A sensação de segurança é uma questão que influencia significativamente a qualidade de vida de toda a sociedade devendo ser tratada

Leia mais

ATO NORMATIVO Nº 006 /2007

ATO NORMATIVO Nº 006 /2007 ATO NORMATIVO Nº 006 /2007 Dispõe sobre os cargos em comissão do Ministério Público do Estado da Bahia, e dá outras providências. O PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA, no uso das atribuições

Leia mais

Operações Interagências na Faixa de Fronteira e Relações Internacionais

Operações Interagências na Faixa de Fronteira e Relações Internacionais Operações Interagências na Faixa de Fronteira e Relações Internacionais Cláudio Medeiros Leopoldino Coordenador-Geral Adjunto Brasil: 16.886 km de fronteiras terrestres 10 países vizinhos fronteiras plenamente

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICAS CORPORATIVAS

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICAS CORPORATIVAS 8 - Política de segurança da informação 8.1 Introdução A informação é um ativo que possui grande valor para a COOPERFEMSA, devendo ser adequadamente utilizada e protegida contra ameaças e riscos. A adoção

Leia mais

BANCO DO BRASIL. Profº. AGENOR PAULINO TRINDADE

BANCO DO BRASIL. Profº. AGENOR PAULINO TRINDADE BANCO DO BRASIL Profº. AGENOR PAULINO TRINDADE PREPARATÓRIO PARA O BANCO DO BRASIL Prof. AGENOR PAULINO TRINDADE LAVAGEM DE DINHEIRO 1. CONCEITO: Lavar recursos, em resumo, é fazer com que produtos de

Leia mais

Especificações Técnicas. Elaboração da Pesquisa

Especificações Técnicas. Elaboração da Pesquisa Especificações Técnicas Período 28 a 31 de julho de 2011 Abrangência Nacional Universo Eleitores com 16 anos e mais Amostra 2.002 entrevistas em 140 municípios Margem de erro 2 pontos percentuais e grau

Leia mais

A INTELIGÊNCIA NO COMBATE AO CRIME ORGANIZADO

A INTELIGÊNCIA NO COMBATE AO CRIME ORGANIZADO A INTELIGÊNCIA NO COMBATE AO CRIME ORGANIZADO Uma abordagem propositiva Karla Padilha Os desafios da inteligência no combate ao crime organizado As atividades de inteligência, ainda que tenham avançado

Leia mais

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de

Leia mais

ANEXO 01. CURSO: Tecnólogo em Segurança Pública e Social UFF

ANEXO 01. CURSO: Tecnólogo em Segurança Pública e Social UFF ANEXO 01 CURSO: Tecnólogo em e Social UFF SELEÇÃO DE VAGAS REMANESCENTES DISCIPLINAS / FUNÇÕES - PROGRAMAS / ATIVIDADES - PERFIS DOS CANDIDATOS - NÚMEROS DE VAGAS DISCIPLINA/FUNÇÃO PROGRAMA/ATIVIDADES

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM: POLÍTICAS E GESTÃO PRISIONAL

PÓS-GRADUAÇÃO EM: POLÍTICAS E GESTÃO PRISIONAL PÓS-GRADUAÇÃO EM: POLÍTICAS E GESTÃO PRISIONAL DISCIPLINAS MÓDULOS CH 01 ÉTICA NA SEGURANÇA PÚBLICA E PRISIONAL Capacitar o aluno para assumir uma conduta ética e legal no relacionamento profissional e

Leia mais

Branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo: Definições e explicações. E. Os processos

Branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo: Definições e explicações. E. Os processos Capítulo I Branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo: Definições e explicações A. O que é o branqueamento de capitais? B. O que é o financiamento do terrorismo? C. A ligação entre o branqueamento

Leia mais

Política de Responsabilidade Sócio Ambiental (PRSA) w w w. b a n c o g u a n a b a r a. c o m. b r

Política de Responsabilidade Sócio Ambiental (PRSA) w w w. b a n c o g u a n a b a r a. c o m. b r Sócio Ambiental (PRSA) w w w. b a n c o g u a n a b a r a. c o m. b r ÍNDICE: 1. SOBRE A DOCUMENTAÇÃO... 3 1.1. CONTROLE DE VERSÃO... 3 1.2. OBJETIVO... 4 1.3. ESCOPO... 4 2. RESPONSABILIDADE SÓCIO AMBIENTAL...

Leia mais

COMITÊ INTERAMERICANO CONTRA O TERRORISMO (CICTE)

COMITÊ INTERAMERICANO CONTRA O TERRORISMO (CICTE) COMITÊ INTERAMERICANO CONTRA O TERRORISMO (CICTE) DÉCIMO SEGUNDO PERÍODO ORDINÁRIO DE SESSÕES OEA/Ser.L/X.2.12 7 de março de 2012 CICTE/INF.1/12 Washington, D.C. 7 março 2012 Original: inglês DISCURSO

Leia mais

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4 ANEXO 4 RELATÓRIO PRELIMINAR DO CEED AO CONSELHO DE DEFESA SUL- AMERICANO SOBRE OS TERMOS DE REFERÊNCIA PARA OS CONCEITOS DE SEGURANÇA E DEFESA NA REGIÃO SUL- AMERICANA O é uma instância de conhecimento

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Turismo. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h

Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Turismo. Conteúdo Programático. Administração Geral / 100h Administração Geral / 100h O CONTEÚDO PROGRAMÁTICO BÁSICO DESTA DISCIPLINA CONTEMPLA... Administração, conceitos e aplicações organizações níveis organizacionais responsabilidades Escola Clássica história

Leia mais

Medidas de Combate à Corrupção e à Impunidade

Medidas de Combate à Corrupção e à Impunidade Medidas de Combate à Corrupção e à Impunidade Âmbito de Discussão Medidas discutidas com: Casa Civil Ministério da Justiça Controladoria-Geral da União Advocacia-Geral da União Ministério do Planejamento,

Leia mais

ARTHUR TRIGUEIROS e WANDER GARCIA. Edição 2013. Coordenadores CONCURSOS POLICIAIS. 2 a Edição 2013 2.000 QUESTÕES COMENTADAS

ARTHUR TRIGUEIROS e WANDER GARCIA. Edição 2013. Coordenadores CONCURSOS POLICIAIS. 2 a Edição 2013 2.000 QUESTÕES COMENTADAS Edição 2013 ARTHUR TRIGUEIROS e WANDER GARCIA Coordenadores CONCURSOS POLICIAIS 2 a Edição 2013 2.000 QUESTÕES COMENTADAS SUMÁRIO SUMÁRIO 1. Direito Constitucional 13 1. PODER CONSTITUINTE... 13 2. TEORIA

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº de de 2015.

PROJETO DE LEI Nº de de 2015. PROJETO DE LEI Nº de de 2015. INSTITUI A POLÍTICA ESTADUAL PARA O SISTEMA INTEGRADO DE INFORMAÇÕES DE VIOLÊNCIA CONTRA O IDOSO NO ESTADO DE GOIÁS, DENOMINADO OBSERVATÓRIO ESTADUAL DA VIOLÊNCIA CONTRA O

Leia mais

SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA

SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA Segurança SEGURANÇA ALTERNATIVAS PARA TRATAR O TEMA DA (IN) SEGURANÇA A falta de segurança é uma questão que influencia significativamente a qualidade de vida de toda a sociedade devendo ser tratada pelos

Leia mais

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal I- Introdução Mestrados Profissionais em Segurança Pública Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal Este documento relata as apresentações, debates e conclusões

Leia mais

ACORDO SOBRE O PROJETO DE FOMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL E PRODUÇÃO MAIS LIMPA EM PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

ACORDO SOBRE O PROJETO DE FOMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL E PRODUÇÃO MAIS LIMPA EM PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 03/02 ACORDO SOBRE O PROJETO DE FOMENTO DE GESTÃO AMBIENTAL E PRODUÇÃO MAIS LIMPA EM PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e a

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

5º Cabe ao Cmt Mil A a fixação, dentro do limite estabelecido no 4º deste artigo, do acréscimo a que faz jus o militar. (NR)

5º Cabe ao Cmt Mil A a fixação, dentro do limite estabelecido no 4º deste artigo, do acréscimo a que faz jus o militar. (NR) 5º Cabe ao Cmt Mil A a fixação, dentro do limite estabelecido no 4º deste artigo, do acréscimo a que faz jus o militar. (NR)... Art. 2º Estabelecer que esta portaria entre em vigor na data de sua publicação.

Leia mais

O PAPEL DAS AUTORIDADES CENTRAIS E A SECRETARIA DE COOPERAÇÃO JURÍDICA INTERNACIONAL DO MPF

O PAPEL DAS AUTORIDADES CENTRAIS E A SECRETARIA DE COOPERAÇÃO JURÍDICA INTERNACIONAL DO MPF O PAPEL DAS AUTORIDADES CENTRAIS E A SECRETARIA DE COOPERAÇÃO JURÍDICA INTERNACIONAL DO MPF Curso de Cooperação Jurídica Internacional para membros e servidores da Procuradoria da República no Paraná 31

Leia mais

CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES FINAIS ADOTADAS PARA O RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO. Introdução

CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES FINAIS ADOTADAS PARA O RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO. Introdução MUS-12/1.EM/3 Rio de Janeiro, 13 Jul 2012 Original: Inglês ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A EDUCAÇÃO, A CIÊNCIA E A CULTURA REUNIÃO DE ESPECIALISTAS NA PROTEÇÃO E PROMOÇÃO DE MUSEUS E COLEÇÕES Rio

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

Política de Responsabilidade So cio Ambiental

Política de Responsabilidade So cio Ambiental Política de Responsabilidade So cio Ambiental Sumário 1. FINALIDADE:... 4 2. ABRANGÊNCIA:... 4 3. DIVULAGAÇÃO... 4 4. IMPLEMENTAÇÃO... 4 5. SUSTENTABILIDADE EM NOSSAS ATIVIDADES... 4 6. REVISÃO DA POLÍTICA...

Leia mais

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO 21 de novembro de 1978 SHS/2012/PI/H/1 Preâmbulo A Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura,

Leia mais

Secretaria de Estado da Administração e da Previdência Departamento de Recursos Humanos Escola de Governo do Paraná SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS

Secretaria de Estado da Administração e da Previdência Departamento de Recursos Humanos Escola de Governo do Paraná SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS 1º MÓDULO: SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS Economia e Sociedade do Conhecimento: Conceitos básicos: economia da informação e conhecimento. Investimentos tangíveis e intangíveis. Gestão do Conhecimento e

Leia mais

Condomínios mais Seguros

Condomínios mais Seguros Condomínios mais Seguros Palestra ministrada pelo Capitão Yasui Comandante da 2ª Companhia do 49º Batalhão de Polícia Militar. 13/04/2011 Formulado por um grupo de trabalho composto por policiais civis

Leia mais

Brasil. Relatório de Avaliação Sobre o Controle das Drogas ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS (OEA) MECANISMO DE AVALIAÇÃO MULTILATERAL (MAM)

Brasil. Relatório de Avaliação Sobre o Controle das Drogas ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS (OEA) MECANISMO DE AVALIAÇÃO MULTILATERAL (MAM) ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS AMERICANOS (OEA) MECANISMO DE AVALIAÇÃO MULTILATERAL (MAM) COMISSÃO INTERAMERICANA PARA O CONTROLE DO ABUSO DE DROGAS (CICAD) SECRETARIA DE SEGURANÇA MULTIDIMENSIONAL (SSM) Relatório

Leia mais

Trilhas Técnicas SBSI - 2014

Trilhas Técnicas SBSI - 2014 brunoronha@gmail.com, germanofenner@gmail.com, albertosampaio@ufc.br Brito (2012), os escritórios de gerenciamento de projetos são importantes para o fomento de mudanças, bem como para a melhoria da eficiência

Leia mais

LAVAGEM DE CAPITAIS E TERRORISMO NO BRASIL BREVE ANÁLISE PROFESSOR MS

LAVAGEM DE CAPITAIS E TERRORISMO NO BRASIL BREVE ANÁLISE PROFESSOR MS 1. Introdução. Como já foi exaustivamente debatido e reconhecido nos mais altos ciclos da intelectualidade jurídica, especialmente nos países sob regimes democráticoconstitucionais, o fenômeno da globalização

Leia mais

A atuação do Banco Central do Brasil na prevenção à lavagem de dinheiro e no combate ao financiamento do terrorismo

A atuação do Banco Central do Brasil na prevenção à lavagem de dinheiro e no combate ao financiamento do terrorismo A atuação do Banco Central do Brasil na prevenção à lavagem de dinheiro e no combate ao financiamento do terrorismo Wolney José dos Anjos Coordenador do Decon Estrutura de Governança de PLD/CFT HISTÓRICO

Leia mais

VII Curso de Extensão em Defesa Nacional / UFMS. A segurança das áreas de fronteira Brasileira. Campo Grande - MS, 05 a 07 de junho de 2013

VII Curso de Extensão em Defesa Nacional / UFMS. A segurança das áreas de fronteira Brasileira. Campo Grande - MS, 05 a 07 de junho de 2013 SECRETARIA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA VII Curso de Extensão em Defesa Nacional / UFMS A segurança das áreas de fronteira Brasileira Campo Grande - MS, 05 a 07 de junho de 2013 Fronteira, aqui começa

Leia mais

Como o Brasil enfrenta a exploração sexualcomercial de crianças e adolescentes

Como o Brasil enfrenta a exploração sexualcomercial de crianças e adolescentes Como o Brasil enfrenta a exploração sexualcomercial de crianças e adolescentes 1. Introdução Fenômeno dos mais graves de nosso tempo, a exploração sexual-comercial de crianças e adolescentes não deve ser

Leia mais

Gangues, Criminalidade Violenta e Contexto Urbano: Um Estudo de Caso

Gangues, Criminalidade Violenta e Contexto Urbano: Um Estudo de Caso Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública (CRISP) Conferencia Internacional Violencia en Barrios en America Latina Sus Determinantes y Politicas

Leia mais

Analisar as iniciativas de cooperação para o enfrentamento ao tráfico de drogas e delitos conexos, ao tráfico de armas de fogo e de munições, ao

Analisar as iniciativas de cooperação para o enfrentamento ao tráfico de drogas e delitos conexos, ao tráfico de armas de fogo e de munições, ao Analisar as iniciativas de cooperação para o enfrentamento ao tráfico de drogas e delitos conexos, ao tráfico de armas de fogo e de munições, ao tráfico de pessoas e à segurança cibernética no âmbito da

Leia mais

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS Amplitude de Controle Conceito Também denominada amplitude administrativa ou ainda amplitude de supervisão, refere-se ao número de subordinados que um

Leia mais

Senado Federal. Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas SENAD Ministério da Justiça

Senado Federal. Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas SENAD Ministério da Justiça Senado Federal Comissão de Assuntos Sociais i Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas SENAD Ministério da Justiça Contexto mundial: Consumo de drogas ilícitas Estima, entre 149 e 272 milhões, o nº

Leia mais

PORTARIA Nº 1.849, DE 23 DE SETEMBRO DE 2005

PORTARIA Nº 1.849, DE 23 DE SETEMBRO DE 2005 PORTARIA Nº 1.849, DE 23 DE SETEMBRO DE 2005 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições e considerando o disposto na Lei nº 10.933, de 11 de agosto de 2004, que dispõe sobre o Plano Plurianual

Leia mais

O IDEC é uma organização não governamental de defesa do consumidor e sua missão e visão são:

O IDEC é uma organização não governamental de defesa do consumidor e sua missão e visão são: 24/2010 1. Identificação do Contratante Nº termo de referência: TdR nº 24/2010 Plano de aquisições: Linha 173 Título: consultor para desenvolvimento e venda de produtos e serviços Convênio: ATN/ME-10541-BR

Leia mais

NORMATIVAS INTERNACIONAIS Publicação/Origem

NORMATIVAS INTERNACIONAIS Publicação/Origem LEVANTAMENTO DOS MARCOS LÓGICOS E LEGAIS DO SERVIÇO DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA, ABUSO E EXPLORAÇÃO SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES 1. Marcos Lógicos NORMATIVAS INTERNACIONAIS DECLARAÇÃO DE GENEBRA

Leia mais

Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas

Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas Plano Nacional de Enfrentamento ao Plano Nacional de Enfrentamento ao Secretaria Nacional de Justiça Ministério da Justiça Ministério da Justiça MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Presidente da República Luiz Inácio

Leia mais

Serviço Público. Manutenção e Suporte em Informática

Serviço Público. Manutenção e Suporte em Informática Serviço Público Manutenção e Suporte em Informática Wilson Pedro Coordenador do Curso de Serviço Público etec_sp@ifma.edu.br Carla Gomes de Faria Coordenadora do Curso de Manutenção e Suporte em Informática

Leia mais

Compliance e Gestão de Terceiros A Importância para as Organizações. São Paulo, 22/09/15

Compliance e Gestão de Terceiros A Importância para as Organizações. São Paulo, 22/09/15 Compliance e Gestão de Terceiros A Importância para as Organizações São Paulo, 22/09/15 Nossa Agenda 1. Preocupações atuais no ambiente corporativo 2. Gestão de riscos e controles internos 3. Terceiros

Leia mais

GESTÃO, SINERGIA E ATUAÇÃO EM REDE. Prof. Peter Bent Hansen PPGAd / PUCRS

GESTÃO, SINERGIA E ATUAÇÃO EM REDE. Prof. Peter Bent Hansen PPGAd / PUCRS GESTÃO, SINERGIA E ATUAÇÃO EM REDE Prof. Peter Bent Hansen PPGAd / PUCRS Agenda da Conferência O que são redes? O que são redes interorganizacionais? Breve histórico das redes interorganizacionais Tipos

Leia mais

Roteiro para orientar o investimento social privado na comunidade 1

Roteiro para orientar o investimento social privado na comunidade 1 Roteiro para orientar o investimento social privado na comunidade 1 O IDIS Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social é uma organização da sociedade civil de interesse público, que tem como

Leia mais

SIMULAÇÃO NACIONAL DOS ORGANIZADORES DE MODELOS DAS NAÇÕES UNIDAS MODELOS DE DOCUMENTOS

SIMULAÇÃO NACIONAL DOS ORGANIZADORES DE MODELOS DAS NAÇÕES UNIDAS MODELOS DE DOCUMENTOS SIMULAÇÃO NACIONAL DOS ORGANIZADORES DE MODELOS DAS NAÇÕES UNIDAS MODELOS DE DOCUMENTOS Fortaleza/CE, 2015 Senhores Delegados, As simulações de organizações internacionais são, em sua essência, exercícios

Leia mais

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO PROGRAMAÇÃO DO EVENTO Dia 08/08 // 09h00 12h00 PLENÁRIA Nova economia: includente, verde e responsável Nesta plenária faremos uma ampla abordagem dos temas que serão discutidos ao longo de toda a conferência.

Leia mais

COMBATE À FALSIFICAÇÃO E FRAUDE DE MEDICAMENTOS E PRODUTOS FARMACÊUTICOS NO BRASIL

COMBATE À FALSIFICAÇÃO E FRAUDE DE MEDICAMENTOS E PRODUTOS FARMACÊUTICOS NO BRASIL COMBATE À FALSIFICAÇÃO E FRAUDE DE MEDICAMENTOS E PRODUTOS FARMACÊUTICOS NO BRASIL Antônio Carlos da Costa Bezerra ANVISA - BRASIL VII EAMI - Cancun / México M - 15 a 17 de Outubro de 2008 Lei nº. 9.782,

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

CURSO DE PROTEÇÃO DA INFORMAÇÃO, ANÁLISES DE INTELIGÊNCIA E CONTRA INTELIGÊNCIA CORPORATIVA Modalidade a Distância Com Serviço de Tutoria

CURSO DE PROTEÇÃO DA INFORMAÇÃO, ANÁLISES DE INTELIGÊNCIA E CONTRA INTELIGÊNCIA CORPORATIVA Modalidade a Distância Com Serviço de Tutoria CURSO DE PROTEÇÃO DA INFORMAÇÃO, ANÁLISES DE INTELIGÊNCIA E CONTRA INTELIGÊNCIA CORPORATIVA Modalidade a Distância Com Serviço de Tutoria APRESENTAÇÃO Importância do curso para as empresas: A Gestão de

Leia mais

Cooperação judicial. O papel do juiz de ligação e de os demais atores da cooperação judicial na Europa

Cooperação judicial. O papel do juiz de ligação e de os demais atores da cooperação judicial na Europa Cooperação judicial O papel do juiz de ligação e de os demais atores da cooperação judicial na Europa 1. Bases normativas da cooperação judicial na Europa Antes do Tratado de Lisboa (entrado em vigor em

Leia mais

POLÍTICA ANTITRUSTE DAS EMPRESAS ELETROBRAS. Política Antitruste das Empresas Eletrobras

POLÍTICA ANTITRUSTE DAS EMPRESAS ELETROBRAS. Política Antitruste das Empresas Eletrobras Política Antitruste das Empresas Eletrobras Versão 1.0 19/05/2014 1 Sumário 1. Objetivo... 3 2. Conceitos... 3 3. Referências... 3 4. Princípios... 4 5. Diretrizes... 4 5.1. Corrupção, Suborno & Tráfico

Leia mais

PACTO PELA VIDA ANIMAL REDE DE DEFESA ANIMAL

PACTO PELA VIDA ANIMAL REDE DE DEFESA ANIMAL Pernambuco, 2012 PACTO PELA VIDA ANIMAL REDE DE DEFESA ANIMAL DOCUMENTO DE TRABALHO Sobre um Plano de Ação relativo à Proteção e ao Bem-Estar dos Animais 2012-2015 Base estratégica das ações propostas

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DAS ATIVIDADES DA CTI 1

RELATÓRIO FINAL DAS ATIVIDADES DA CTI 1 RELATÓRIO FINAL DAS ATIVIDADES DA CTI 1 1. INTRODUÇÃO A discussão em torno do tema criminalidade e violência é um assunto recorrente e atual em nossa sociedade. Aliado também ao crescente tráfico e uso

Leia mais

Um programa de compliance eficiente para atender a lei anticorrupção Lei 12.846/2013

Um programa de compliance eficiente para atender a lei anticorrupção Lei 12.846/2013 Um programa de compliance eficiente para atender a lei anticorrupção Lei 12.846/2013 FEBRABAN Arthur Lemos Jr Promotor de Justiça Lavagem de Dinheiro e de Recuperação de Ativos Compliance A LEI PROVOCA

Leia mais

Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer. SALVADOR/BA ABRIL de 2012

Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer. SALVADOR/BA ABRIL de 2012 Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer SALVADOR/BA ABRIL de 2012 MARCOS HISTÓRICOS 1998: Adesão do Brasil aos princípios diretivos

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS PARTE II POLÍTICAS CORPORATIVAS

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS PARTE II POLÍTICAS CORPORATIVAS 1 Política de segurança da informação 1.1 Introdução A informação é um ativo que possui grande valor para a COGEM, devendo ser adequadamente utilizada e protegida contra ameaças e riscos. A adoção de políticas

Leia mais

Seminário Regional sobre Administração de Bens Apreendidos e Confiscados

Seminário Regional sobre Administração de Bens Apreendidos e Confiscados Seminário Regional sobre Administração de Bens Apreendidos e Confiscados Organizado por: Comissão Interamericana para o Controle do Abuso de Drogas da Organização dos Estados Americanos (OEA/CICAD); Departamento

Leia mais

OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS

OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS FERRAMENTA A QUEM É DESTINADA? O QUE É O QUE FAZ OBJETIVOS Guia de finanças para as empresas sociais na África do Sul Guia Jurídico

Leia mais

Código de Conduta Ética

Código de Conduta Ética Código de Conduta Ética MENSAGEM DA DIRETORIA A todos os dirigentes e empregados A Companhia de Seguros Aliança do Brasil acredita no Respeito aos princípios éticos e à transparência de conduta com as

Leia mais

Declaração de Brasília Estratégia Nacional de Combate a Cartéis ENACC Combate a Cartéis: uma prioridade na política criminal e administrativa

Declaração de Brasília Estratégia Nacional de Combate a Cartéis ENACC Combate a Cartéis: uma prioridade na política criminal e administrativa Declaração de Brasília Estratégia Nacional de Combate a Cartéis ENACC Combate a Cartéis: uma prioridade na política criminal e administrativa Os representantes da Secretaria de Direito Econômico do Ministério

Leia mais

Calendário reuniões ENCCLA

Calendário reuniões ENCCLA Nº 11 Fevereiro/2015 Há dez anos, teve início o modelo do hoje reconhecido Programa Nacional de Capacitação e Treinamento para o Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (PNLD). A percepção dos membros

Leia mais

ATO DO DIRETOR-GERAL Nº 1516, DE 2005

ATO DO DIRETOR-GERAL Nº 1516, DE 2005 ATO DO DIRETOR-GERAL Nº 1516, DE 2005 Estabelece as competências da Secretaria de Segurança Legislativa do Senado Federal e das Subsecretarias e Serviços a ela subordinados. O DIRETOR-GERAL DO SENADO FEDERAL,

Leia mais

CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma Complementar se aplica no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta. APROVAÇÃO

CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma Complementar se aplica no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta. APROVAÇÃO 05/IN01/DSIC/GSIPR 00 14/AGO/09 1/7 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Gabinete de Segurança Institucional Departamento de Segurança da Informação e Comunicações CRIAÇÃO DE EQUIPES DE TRATAMENTO E RESPOSTA A INCIDENTES

Leia mais

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

Perguntas e Respostas sobre a aplicação da Resolução CFC n.º 1.445/13

Perguntas e Respostas sobre a aplicação da Resolução CFC n.º 1.445/13 Perguntas e Respostas sobre a aplicação da Resolução CFC n.º 1.445/13 O Conselho Federal de Contabilidade é uma autarquia especial de caráter corporativo, criado pelo Decreto-Lei n.º 9295/46, que tem por

Leia mais

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack, Álcool e outras drogas. Governo Federal

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack, Álcool e outras drogas. Governo Federal Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack, Álcool e outras drogas. Governo Federal O QUE É? Conjunto de medidas, que pretende reorganizar o atendimento aos dependentes químicos na Rede do Sistema Único

Leia mais

Empresa como Sistema e seus Subsistemas. Professora Cintia Caetano

Empresa como Sistema e seus Subsistemas. Professora Cintia Caetano Empresa como Sistema e seus Subsistemas Professora Cintia Caetano A empresa como um Sistema Aberto As organizações empresariais interagem com o ambiente e a sociedade de maneira completa. Uma empresa é

Leia mais

Aliança do Brasil. É assim que a gente faz. Código de Conduta Ética

Aliança do Brasil. É assim que a gente faz. Código de Conduta Ética Aliança do Brasil. É assim que a gente faz. Código de Conduta Ética SUMÁRIO CONCEITO OBJETIVO ABRANGÊNCIA PRINCÍPIOS DE RELACIONAMENTOS CONFLITOS DE INTERESSE CONFIDENCIALIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESERVAÇÃO

Leia mais

CURSO Elaboração de Especificações de Itens para o Catálogo de bens, materiais e serviços.

CURSO Elaboração de Especificações de Itens para o Catálogo de bens, materiais e serviços. CURSO Elaboração de Especificações de Itens para o Catálogo de bens, materiais e serviços. FRANCISCO JOSÉ COELHO BEZERRA Gestor de Registro de Preços Fortaleza 26 a 28/11/2014 SORAYA QUIXADÁ BEZERRA Gestora

Leia mais

Presentation Title Presentation Subtitle

Presentation Title Presentation Subtitle Presentation Title Presentation Subtitle SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 ASPECTOS LEGAIS 3 ASPECTOS ESTRATÉGICOS 4 SISFRON Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica,

Leia mais

DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA. A segunda etapa do I Seminário Luso-brasileiro sobre Tráfico de Pessoas e

DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA. A segunda etapa do I Seminário Luso-brasileiro sobre Tráfico de Pessoas e DECLARAÇÃO DE BRASÍLIA A segunda etapa do I Seminário Luso-brasileiro sobre Tráfico de Pessoas e Imigração Ilegal/Irregular realizado em Brasília, Brasil, entre os dias 27 e 29 de novembro de 2006, reuniu

Leia mais

DESAFIO PORTUGAL 2020

DESAFIO PORTUGAL 2020 DESAFIO PORTUGAL 2020 Estratégia Europa 2020: oportunidades para os sectores da economia portuguesa Olinda Sequeira 1. Estratégia Europa 2020 2. Portugal 2020 3. Oportunidades e desafios para a economia

Leia mais

PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR

PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERA- CIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR ANTECEDENTES A Organização de Aviação Civil Internacional

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br A atividade de inteligência no combate ao crime organizado: o caso do Brasil RESUMO Joanisval Brito Gonçalves* Além de operações de busca dos conhecimentos protegidos, a atividade

Leia mais

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 Reunidos na cidade de Quebec de 18 a 22 de setembro de 1997, na Conferência Parlamentar das Américas, nós, parlamentares das Américas, Considerando que o

Leia mais

BANCO CENTRAL DO BRASIL 2009/2010

BANCO CENTRAL DO BRASIL 2009/2010 BANCO CENTRAL DO BRASIL 2009/2010 CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS E PLANOS DE CONTINGÊNCIA Professor: Hêlbert A Continuidade de Negócios tem como base a Segurança Organizacional e tem por objeto promover a proteção

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

Curso de Capacitação de Gestores de APLs

Curso de Capacitação de Gestores de APLs Programa de Fortalecimento das Cadeias e Arranjos Produtivos Locais Curso de Capacitação de Gestores de APLs Porto Alegre, 22-24/abril/2013 1 Objetivo: Capacitar os gestores (técnicos) a promoverem os

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

ARepressão à Criminalidade Organizada e os Instrumentos Legais: Ação Controlada

ARepressão à Criminalidade Organizada e os Instrumentos Legais: Ação Controlada ARepressão à Criminalidade Organizada e os Instrumentos Legais: Ação Controlada Rodrigo Carneiro Gomes* Resumo Indicativo Dentre os meios operacionais para a prevenção e repressão de ações praticadas por

Leia mais