UCE- Computação Paralela e Distribuída Paradigmas de Computação Paralela

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UCE- Computação Paralela e Distribuída Paradigmas de Computação Paralela"

Transcrição

1 UCE- Computação Paralela e Distribuída Paradigmas de Computação Paralela João Luís Ferreira Sobral 2/03/2010 1

2 Paradigmas de Computação paralela Resultados da Aprendizagem Conceber, implementar e optimizar aplicações que executem de forma eficiente numa gama alargada de arquitecturas: multi-processador (multi-core e multi-thread) e/ou arquitecturas distribuídas (clusters) Programa (resumido) Arquitectura dos sistemas de computação sistemas de memória partilhada e sistemas de memória distribuída. introdução à GRID (rede mundial de sistema de computação). Modelos de programação paralela e linguagens processos comunicantes, objectos distribuídos e workflows distribuição de componentes pelos recursos computacionais mecanismos de especificação de concorrência/paralelismo Projecto de aplicações paralelas algoritmos paralelos típicos: pipelining, farming, heartbeat e divide & conquer gestão eficiente da distribuição de componentes; medição, análise e optimização do desempenho relação custo/benefício de concorrência/paralelismo e sua quantificação (métricas); adaptação da granularidade da computação/comunicação; estratégias de distribuição da carga de dados/computação/comunicação. Análise de ambientes comerciais/tecnologias 2

3 Computação Paralela Avaliação Um trabalho prático (desenvolvimento aplicação Java para um ambiente de cluster) Pequenos trabalhos de síntese / benchmark (30%) Pré-requesitos Conhecimentos de Java e de C /SCD Bibliografia (Base) Acetatos M. Quinn. Parallel programming in C with C nad OpenMP, McGraw Hill, 2003 I. Foster. Designing and Building Parallel Programs, Addison-Wesley, D. Lea. Concurrent Programming in Java: Design Principles and Patterns, Addison-Wesley, Bibliografia (Adicional) R. Gerber, A. Binstock. Programming with Hyper-Threading Technology, Intel Press, F. Buschmann, D. Schmidt, M. Stal, H. Rohnert, Pattern-oriented Software Architecture Vol 2: Patterns for Concurrent and Networked Objects, John Wiley and Sons Ltd, T. Christopher, G. Thiruvathukal, High-performance Java platform computing, Prentice Hall, I. Foster, C. Kesselman (ed). The Grid2, Morgan Kaufmann,

4 Paradigms for parallel Computing Lecture scheduling Week Subject 1 Course Introduction & Overview of parallel computing systems 2 Multi-core architectures 3 Multi-core programming 1 : OpenMP 4 Multi-core programming 2 : Java Concurrency 5 Multi-core programming 3 :Memory consistency models 6 Distributed Memory Programming: Overview of Programming Models 7 DM: MPI programming 8 DM: Distributed Object Systems 9 Design of Parallel Aplications 10 Measuring and Optimising performance 11 Talk: Aspect oriented programming for parallel computing 12 Talk: Parallel Molecular dynamics 13 Talk: Structured Parallel Programming 4

5 Microprogramação Pipelining Superescalaridade Caches Timeshared Memória Virtual RISC VLIW (EPIC) CC-UMA CC-NUMA Not-CC-NUMA Passagem de Mensagens GRID/Internet SIMD Computação Paralela Futuro da arquitectura de computadores Evolução ILP Multithreading Processos comunicantes Revolução Os processadores actuais exploram paralelismo ao nível da instrução de forma transparente Uma revolução obriga à alteração da forma de pensar dos programadores A ênfase de computação paralela é na programação deste tipo de arquitecturas 5

6 Computação Paralela Memória partilhada centralizada (CC-UMA, CC-NUMA) Vários processadores partilham um barramento de acesso à memória As caches de cada processador contribuem para reduzir o tráfego no barramento e a latência dos acessos à memória um valor pode estar replicado em vários sítios => são necessários mecanismos para assegurar a coesão entre as caches dos vários processadores e a memória A largura de banda de acesso à memória é partilhada pelos vários processadores => limitação à escalabilidade deste tipo de arquitectura: P r o c e s s o r P r o c e s s o r P r o c e s s o r C a c h e C a c h e C a c h e S i n g l e b u s M e m o r y I / O 6

7 Computação Paralela Memória distribuída processadores conectados por uma rede de interligação (CC-NUMA, passagem de mensagens) Os sistemas interligados por um barramento tendem a limitar o número de processadores que efectivamente podem ser ligados A alternativa reside na utilização de uma rede dedicada à interligação dos vários processadores, possuindo cada processador a sua memória dedicada P r o c e s s o r P r o c e s s o r P r o c e s s o r C a c h e C a c h e C a c h e M e m o r y M e m o r y M e m o r y N e t w o r k 7

8 Computação Paralela Cluster de máquinas Constituídos pode HW normal, interligados por uma rede de alta velocidade (Gbit/s com muito baixa latência) Cada nodo de processamento pode ser uma máquina de memória partilhada com vários processadores Cada nodo possui uma cópia do SO Alta disponibilidade: quando falha uma máquina basta substituí-la por outra Custos de administração na ordem do número de máquinas Exemplo (Cluster investigação da Universidade do Minho ): 8 nodos com SAN FC 3TB 8 nodos com NVIDIA 7800 GTX CPU Processador Freq. Relógio Memória Actual/Máxima Comunicação Nodos Máximo de nodos 8 AMD Athlon MP 1,5 GHz 4GB/16 GB 14 Intel Xeon 3,2 GHz 10 GB / 112 GB 250 MB/s, 10us (2,0 Gbit/s) 250 MB/s, 10us (2,0 Gbit/s) 2-way 4 2-way 7 96 Intel Xeon 3,0 GHz 2,0 GHz 96GB / 768GB 1 GB/s, 3us (10 Gbit/s) 2-way / 4-way 48 8

9 Computação paralela : Cluster Search Services and Advanced Research Computing with HTC/HPC clusters 30 nós duplo Xeon 3.2GHz, 2 GB RAM 8 nós duplo Xeon-dual core 2.0 GHz, 4 GB RAM rede 10Gbit/s Myrinet armazenamento central SAN com 3TB Total de 92 cores, 92 GB RAM! 9

10 Computação Grid Outline Introdução à Grid Génese e Evolução Tipos de grelhas Grificação de aplicações Grids vs Internet, Cloud computing e P2P Projectos Grid EGEE (glite) CrossFire Simulação de incêndios florestais P-Found Simulação de desdobragem de proteínas AspectGrid Gridificação não invasiva de aplicações científicas Computação Grid 10

11 Computação Grid Génese e Evolução das Grids Inicialmente os supercomputadores eram recursos dedicados, apenas utilizados por um número reduzido de programadores A progressão da Internet levou uma mais fácil utilização de recursos computacionais remotos A partilha dos supercomputadores e de clusters de máquinas origina uma utilização mais eficiente dos recursos (em termos de grau de utilização das máquinas) A crescente disponibilidade máquinas multi-core aumentou a quantidade de ciclos de CPU disponíveis Os recursos partilhados e heterogéneos exigem ferramentas que permitam efectuar a gestão das tarefas submetidas pelos vários utilizadores: Determinar em que instante um utilizador pode aceder ao recurso Escolher as máquinas mais adequadas para a execução da tarefa requerida. Efectuar a autenticação e autorização dos utilizadores em vários domínios organizacionais Personal Device SMPs or SuperComputers Local Cluster Enterprise Cluster/Grid Global Grid Inter Planet Grid Computação Grid 11

12 Computação Grid Tipos de Grelhas GRID = agregação de recursos distribuídos e autónomos (e.g., distribuídos por várias organizações) Conceito inspirado na rede eléctrica Computacionais partilha de capacidade de cálculo agregando clusters, supercomputadores ou estações de trabalho LHC Grid) Dados partilha de dados, distribuição de dados (base de dados do gnoma humano, sistemas peer-to-peer, gmail?), selecção/agregação de múltiplas fontes de dados escience partilha de instrumentos científicos (telescópios, etc..) Aplicacionais servidores de aplicações, licenças (netsolve, Google Map?) Interacção elearning, access Grid, Visualização remota Conhecimento Desafios: Segurança, acesso uniforme, descoberta de recursos, alocação e escalonamento de recursos, localização de dados, construção de aplicações, gestão da rede Computação Grid 12

13 Computação Grid Exemplo de uma GRID Computação Grid 13

14 Computação paralela Tecnologias para desenvolvimento de aplicações em GRID 14

15 Computação Grid Gridificação de aplicações Paralelização de algoritmos Disponibilização de uma aplicações na Grid (e.g., Web service based) Composição de aplicações (e.g., workflows) Utilização de dados remotos Computação Grid 15

16 Computação Grid Grid vs Internet As Grids focam no fornecimento de serviços (e.g., Google Maps) Nos últimos anos as Grids convergiram para adesão a standards da Internet (e.g., Web services) Grid vs P2P Existem várias Grids implementadas sobre P2P OurGrid, Kaza? Implementação mais complexa O controlo sobre a infra-estrutura é muito mais limitado: recursos mais voláteis e menos fiáveis Grid vs Cloud computing Conceito semelhante ao das Grids, com objectivos próximos, mas em estágios distintos de desenvolvimento (ex. Elastic Computing Cloud (EC2) and Simple Storage Service (S3)). A tecnologia Grid permite oferecer cloud computing ou cloud storage cloud computing é frequentemente utilizado para oferecer serviços de longa duração, numa perspectiva mais comercial (e.g., deploy a VM image ) as principais Grids (TeraGrid, EGEE) baseiam-se em financiamento público e são usadas principalmente para investigação Computação Grid 16

17 Projectos Grid EGEE Enabling Grids for E-sciencE 120 organizações, 250 sites, 48 países e mais de CPU No Site Reports GIIS Host totalcpu freecpu 1 CERN-PROD prod-bdii.cern.ch FZK-LCG2 giis-fzk.gridka.de Computação Grid 17 3 USCMS- FNAL-WC1 uscmsbdii.fnal.gov IN2P3-CC cclcgip01.in2p3.fr UKI- NORTHGRID- niels002.tier2.hep.manchester.ac.uk MAN-HEP UKI-LT2- QMUL ce01.esc.qmul.ac.uk SARA-LISA mu9.matrix.sara.nl INFN-T1 sg01-lcg.cr.cnaf.infn.it RAL-LCG2 site-bdii.gridpp.rl.ac.uk gihecie gridgate.ichec.ie UKI-LT2-IC- LeSC mars-ce2.mars.lesc.doc.ic.ac.uk INFN-LNL-2 t2-ce-02.lnl.infn.it INFN- CATANIA 14 grid012.ct.infn.it UKI- NORTHGRID- hepgrid9.ph.liv.ac.uk LIV-HEP 15 INFN-PISA gridbdii.pi.infn.it Taiwan-LCG2 lcg00125.grid.sinica.edu.tw UKI- SCOTGRID- GLASGOW svr021.gla.scotgrid.ac.uk HG-06-EKT ce01.athena.hellasgrid.gr UKI-LT2- Brunel dgc-grid-44.brunel.ac.uk maxcpu avgcpu

18 Projectos Grid Iniciativa nacional GRID (www.gridcomputing.pt) - apoiar o desenvolvimento de estruturas de suporte à computação distribuída para a partilha de recursos na resolução de problemas complexos com necessidade de processamento intensivo de dados - assegurar o desenvolvimento de competências e capacidades nacionais de interesse estratégico para a evolução deste tipo de computação distribuída 18

19 Projectos Grid CrossFire Pretende criar uma infra-estruturas que permite reagir de forma mais eficaz a focos de incêndio Uma correcta previsão da progressão do incêndio é essencial para planear os mecanismos de acção A simulação requer acesso a informação distribuída por várias entidades: Acesso a recursos computacionais para efectuar a simulação Dados sobre a meteorologia (vento, temperatura, etc) Informação sobre a geografia do terreno, incluindo tipo de vegetação, populações existentes, etc. Actualmente não existem standard para acesso à informação necessária Computação Grid 19

20 Projectos Grids P-Found Pretende criar uma repositório global de simulações de processos de desdobragem de proteínas Actualmente cada cientista possui a sua própria bases de experiências Benefícios da utilização de tecnologia Grid: execução das simulações em menor tempo (usando grelhas computacionais) disponibilização das simulações a outros investigadores, bem como a caracterização das condições em que foram realizadas partilha de mecanismos de análise das simulações (e.g. programas de mining ) análise cooperativa de resultados utilização de armazenamento distribuído (e.g. Data Grid) Computação Grid 20

21 Projectos Grid : AspectGrid Goals To allow scientists transparently access to Grid resources, when requested: Support the migration of applications to Grids with less source code changes than current approaches Localise Grid-specific code into well defined modules Allow Grid-specific code to be unplugged from applications We intend to leverage existing Grid middleware not to built a new middleware Expected results (grid services to wrap) Computational Grid services - specification of concurrent tasks, specification of multi-level parallelism, mapping of tasks into distributed resources, task migration and support for multiple communication middleware Data Grid services - transparent access to multiple data sources and data distribution, replication and caching Utility services - mechanisms to address node faults, specification of execution points where application data must be check-pointed, remote IO and application monitoring. Computação Grid 21

Parallel Computing Paradigms

Parallel Computing Paradigms João Luís Ferreira Sobral www.di.uminho.pt/~jls jls@... Web: Elearning 1 At the end of the course, students should be able to: Design and optimise parallel applications that can efficiently run on a wide

Leia mais

Computação Paralela. João Luís Ferreira Sobral

Computação Paralela. João Luís Ferreira Sobral João Luís Ferreira Sobral www.di.uminho.pt/~jls jls@... http://gec.di.uminho.pt/micei/cp 1 Computação paralela Objectivo Desenvolvimento de aplicações que executem de forma eficiente numa gama alargada

Leia mais

Arquitecturas Paralelas I. Computação Paralela. João Luís Ferreira Sobral www.di.uminho.pt/~jls jls@... http://gec.di.uminho.

Arquitecturas Paralelas I. Computação Paralela. João Luís Ferreira Sobral www.di.uminho.pt/~jls jls@... http://gec.di.uminho. Arquitecturas Paralelas I Computação Paralela João Luís Ferreira Sobral www.di.uminho.pt/~jls jls@... http://gec.di.uminho.pt/lesi/ap1 1 Computação paralela Resultados da Aprendizagem Conceber, implementar

Leia mais

Paradigmas de Computação

Paradigmas de Computação UCE- Computação Paralela e Distribuída Paradigmas de Computação João Luís Ferreira Sobral www.di.uminho.pt/~jls jls@... http://alba.di.uminho.pt/... 1 Paradigmas de Computação Paralela Resultados da Aprendizagem!

Leia mais

Arquitecturas Paralelas I. Computação Paralela. João Luís Ferreira Sobral www.di.uminho.pt/~jls jls@... http://gec.di.uminho.

Arquitecturas Paralelas I. Computação Paralela. João Luís Ferreira Sobral www.di.uminho.pt/~jls jls@... http://gec.di.uminho. Arquitecturas Paralelas I Computação Paralela João Luís Ferreira Sobral www.di.uminho.pt/~jls jls@... http://gec.di.uminho.pt/lesi/ap1 1 Computação paralela Resultados da Aprendizagem Desenvolver aplicações

Leia mais

30/5/2011. Sistemas computacionais para processamento paralelo e distribuído

30/5/2011. Sistemas computacionais para processamento paralelo e distribuído Arquitetura de Computadores Sistemas computacionais para processamento paralelo e distribuído Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Processamento

Leia mais

Computação em Grid e em Nuvem

Computação em Grid e em Nuvem Computação em Grid e em Nuvem Grids Computacionais Características Infraestrutura Produtos Exemplos Computação em Nuvem Características Modelos Infraestrutura Exemplos 1 Grids Computacionais Definição

Leia mais

Arquitecturas Paralelas I Computação Paralela em Larga Escala. Introdução

Arquitecturas Paralelas I Computação Paralela em Larga Escala. Introdução Arquitecturas Paralelas I Computação Paralela em Larga Escala LESI - 4º Ano Introdução João Luís Ferreira Sobral Departamento do Informática Universidade do Minho Setembro 2003 Programa Introdução e objectivos

Leia mais

Introdução à Programação Paralela através de Padrões. Denise Stringhini Calebe Bianchini Luciano Silva

Introdução à Programação Paralela através de Padrões. Denise Stringhini Calebe Bianchini Luciano Silva Introdução à Programação Paralela através de Padrões Denise Stringhini Calebe Bianchini Luciano Silva Sumário Introdução: conceitos de paralelismo Conceitos básicos sobre padrões de programação paralela

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS SISTEMAS DISTRIBUÍDOS CUP Disk Memoey CUP Memoey Disk Network CUP Memoey Disk Introdução aos Sistemas Distribuídos 1 Sumário Evolução Problema/Contexto O que é um Sistema Distribuído? Vantagens e Desvantagens

Leia mais

Arquitectura de Computadores II. Introdução

Arquitectura de Computadores II. Introdução Arquitectura de Computadores II LESI - 3º Ano Introdução João Luís Ferreira Sobral Departamento do Informática Universidade do Minho Janeiro 2002 Objectivos da disciplina e relação com outras disciplinas

Leia mais

Arquitetura de Computadores Paralelos. Introdução Conceitos Básicos Ambientes de Programação Modelos de Programação Paralela

Arquitetura de Computadores Paralelos. Introdução Conceitos Básicos Ambientes de Programação Modelos de Programação Paralela Arquitetura de Computadores Paralelos Introdução Conceitos Básicos Ambientes de Programação Modelos de Programação Paralela Por que estudar Computação Paralela e Distribuída? Os computadores sequenciais

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Prof. Emerson Ribeiro de Mello Instituto Federal de Santa Catarina IFSC campus São José mello@ifsc.edu.br 29 de julho de 2015 1/21 Apresentação da disciplina Objetivo da disciplina

Leia mais

Caracterização de Sistemas Distribuídos

Caracterização de Sistemas Distribuídos Caracterização de Sistemas Distribuídos Roteiro Conceitos de Hardware Conceitos de Software Classificação de Flynn Classificação baseada no acesso a memória 2 Conceitos de HW Múltiplas CPUs Diferentes

Leia mais

Disciplina de Arquitetura de Computadores

Disciplina de Arquitetura de Computadores USP - ICMC - SSC SSC 0510 - Informática - 2o. Semestre 2009 Disciplina de Prof. Fernando Santos Osório Email: fosorio [at] { icmc. usp. br, gmail. com } Página Pessoal: http://www.icmc.usp.br/~fosorio/

Leia mais

Computadores e Programação (DCC/UFRJ)

Computadores e Programação (DCC/UFRJ) Computadores e Programação (DCC/UFRJ) Aula 3: 1 2 3 Abstrações do Sistema Operacional Memória virtual Abstração que dá a cada processo a ilusão de que ele possui uso exclusivo da memória principal Todo

Leia mais

Sistemas Operacionais Distribuídos

Sistemas Operacionais Distribuídos Sistemas Operacionais Distribuídos Introdução O uso de redes locais e da Internet está amplamente difundido mesmo para uso doméstico. Mas para que tais recursos físicos sejam aproveitados da melhor forma

Leia mais

Intel Xeon Phi. Abilio. Funcionamento. Modelo de. Abilio. Linguagens Suportadas. Exemplos de Produtos no Mercado. 13 de agosto de / 22

Intel Xeon Phi. Abilio. Funcionamento. Modelo de. Abilio. Linguagens Suportadas. Exemplos de Produtos no Mercado. 13 de agosto de / 22 13 de agosto de 2013 1 / 22 Sumário 1 2 3 4 5 6 2 / 22 Baseado na tecnologia Intel Many Integrated Core Co-processador ou um Supercomputador em uma placa 61 cores 8 GB de memória DDR5 Apresenta-se ao sistema

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE INFORMÁTICA. Sistemas Distribuídos

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE INFORMÁTICA. Sistemas Distribuídos UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE INFORMÁTICA Sistemas Distribuídos Mestrado em Ciência da Computação 1o. Semestre / 2006 Prof. Fábio M. Costa fmc@inf.ufg.br www.inf.ufg.br/~fmc/ds-msc2006 Aula

Leia mais

Paradigmas de Computação Paralela (UCE Computação Paralela Distribuída)

Paradigmas de Computação Paralela (UCE Computação Paralela Distribuída) Paradigmas de Computação Paralela (UCE Computação Paralela Distribuída) Modelos de consistência de memória João Luís Ferreira Sobral jls@... 29 Março 2011 Resumo Revisão: modelos de threads Qual a necessidade

Leia mais

Memória Compartilhada e Distribuída. _ Notas de Aula _ Prof. Tiago Garcia de Senna Carneiro DECOM/UFOP

Memória Compartilhada e Distribuída. _ Notas de Aula _ Prof. Tiago Garcia de Senna Carneiro DECOM/UFOP Introdução Memória Compartilhada e Distribuída _ Notas de Aula _ Prof. Tiago Garcia de Senna Carneiro DECOM/UFOP Um sistema de memória compartilhada faz a memória física global de um sistema igualmente

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Classificação de Flynn Fonte: Professoras. Sarita UFRJ e Thais V. Batista - UFRN Arquiteturas Paralelas Computação Paralela Conceitos Permite a execução das tarefas em menor tempo,

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Definição Sistema Distribuído é aquele onde os componentes de software e hardware localizados em redes de computadores comunicam-se e coordenam suas ações apenas por passagem de mensagens.

Leia mais

speedup aprimorado aprimorado Fração aprimorada speedup aprimorado Fração aprimorada speedup aprimorado Tempo original Fração aprimorada aprimorado

speedup aprimorado aprimorado Fração aprimorada speedup aprimorado Fração aprimorada speedup aprimorado Tempo original Fração aprimorada aprimorado Multiprocessadores - A evolução tecnológica dos processadores iria diminuir drasticamente. 2- O caminho para o aumento de desempenho é de unir mais de um processador para realizar a mesma tarefa em menos

Leia mais

Informática UFRGS. Programação com Objetos Distribuídos (C. Geyer) Java Comunicação 1

Informática UFRGS. Programação com Objetos Distribuídos (C. Geyer) Java Comunicação 1 Programação com Objetos Distribuídos (C. Geyer) Java Comunicação 1 Autor Autor Local Cláudio Geyer Instituto de Informática disciplinas: POD e PDP Versão v4 2010-1 Programação com Objetos Distribuídos

Leia mais

ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES PARALELISMO: SMP E PROCESSAMENTO VETORIAL. Prof. Dr. Daniel Caetano

ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES PARALELISMO: SMP E PROCESSAMENTO VETORIAL. Prof. Dr. Daniel Caetano ARQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES PARALELISMO: SMP E PROCESSAMENTO VETORIAL Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-2 Objetivos Compreender a Arquitetura SMP Conhecer a Organização SMP Apresentar o Conceito

Leia mais

Sistemas de Computação e Desempenho (UCE Computação Paralela Distribuída)

Sistemas de Computação e Desempenho (UCE Computação Paralela Distribuída) Sistemas de Computação e Desempenho (UCE Computação Paralela Distribuída) Arquitecturas Multi-Core João Luís Ferreira Sobral jls@... 9-Dez-2008 Hierarquia processador-memória Organização dos diversos níveis

Leia mais

Tipos de Sistemas Operacionais

Tipos de Sistemas Operacionais Tipos de Sistemas Operacionais Prof. Edwar Saliba Júnior Março de 2007 1 TIPOS DE S.O. Monoprogramáveis / monotarefas; Multiprogramáveis / multitarefas: Batch; Tempo compartilhado; Tempo real; Sistemas

Leia mais

Linguagem de Programação II

Linguagem de Programação II Linguagem de Programação II Carlos Eduardo Ba6sta Centro de Informá6ca - UFPB bidu@ci.ufpb.br Mo6vação Adaptar a estrutura lógica de um problema (Ex.: Servidores Web). Lidar com disposi6vos independentes

Leia mais

VMware vsphere: Install, Configure, Manage [v6.5] (VWVSICM6.5)

VMware vsphere: Install, Configure, Manage [v6.5] (VWVSICM6.5) VMware vsphere: Install, Configure, Manage [v6.5] (VWVSICM6.5) Formato do curso: Presencial Localidade: Porto Com certificação: VMware Certified Professional 6 Data Center Virtualization (VCP6-DCV) Data:

Leia mais

Ferramentas para Programação em Processadores Multi-Core

Ferramentas para Programação em Processadores Multi-Core Ferramentas para Programação em Processadores Multi- Prof. Dr. Departamento de Informática Universidade Federal de Pelotas Sumário Introdução Programação multithread Ferramentas de programação Prática

Leia mais

The future is parallel but it may not be easy

The future is parallel but it may not be easy The future is parallel but it may not be easy Adriano Tabarelli, Alex Morinaga, Caio Silva, Cássia Ferreira, Daniel Santos, Eduardo Apolinário, Hugo Posca, Thiago Batista, Paulo Floriano Universidade de

Leia mais

O que é um Servidor? COM SERVIDORES HPE TUDO É POSSÍVEL

O que é um Servidor? COM SERVIDORES HPE TUDO É POSSÍVEL O que é um Servidor? COM SERVIDORES HPE TUDO É POSSÍVEL Tecnologia de Informação O que é mais importante O principal objetivo dos departamentos de TI é proporcionar aos funcionários aplicações cruciais

Leia mais

ARQUITECTURA DE COMPUTADORES 2013/2014 2º SEMESTRE

ARQUITECTURA DE COMPUTADORES 2013/2014 2º SEMESTRE ARQUITECTURA DE COMPUTADORES 2013/2014 2º SEMESTRE Objectivos da Disciplina Príncipios gerais da arquitectura de computadores Estrutura e comportamento de um computador Programação em assembly Processadores

Leia mais

O que é um sistema distribuído?

O que é um sistema distribuído? Disciplina: Engenharia de Software 4 Bimestre Aula 1: ENGENHARIA DE SOFTWARE DISTRIBUÍDO O que é um sistema distribuído? Segundo Tanenbaum e Steen (2007) um sistema distribuído é uma coleção de computadores

Leia mais

Arquitectura de Computadores II. Multiprocessadores

Arquitectura de Computadores II. Multiprocessadores Arquitectura de Computadores II LESI - 3º Ano Multiprocessadores João Luís Ferreira Sobral Departamento do Informática Universidade do Minho Janeiro 2002 Uma forma lógica de aumentar o desempenho de uma

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos 12/13 Sistemas Distribuídos 1 O que é um sistema distribuído? Page 1 1 Sistema Distribuído Sistema de componentes software/hardware localizadas em computadores ligados em rede que

Leia mais

Supercomputador Pleiades

Supercomputador Pleiades Supercomputador Pleiades Introdução ao Processamento Paralelo e Distribuído Renato Marques Dilli Prof. Adenauer C. Yamin Universidade Católica de Pelotas 1 de maio de 2009 Mestrado em Ciência da Computação

Leia mais

COMPUTAÇÃO PARALELA E DISTRIBUÍDA

COMPUTAÇÃO PARALELA E DISTRIBUÍDA COMPUTAÇÃO PARALELA E DISTRIBUÍDA Aluno: Alessandro Faletti Orientadora: Noemi Rodriguez Introdução O objetivo inicial no projeto era aplicar a possibilidade de processamento em paralelo no sistema CSBase

Leia mais

trabalho Heitor Oliveira,Rafael Aleixo,Alex Rodrigues September 2013

trabalho Heitor Oliveira,Rafael Aleixo,Alex Rodrigues September 2013 trabalho Heitor Oliveira,Rafael Aleixo,Alex Rodrigues September 2013 Sistemas Distribuídos ea Internet Aplicacao Distribuida// 1 Aplicacao Distribuida O que é? É uma aplicação que consiste em 2 ou mais

Leia mais

Fábio Amado João Maio 33306

Fábio Amado João Maio 33306 Fábio Amado 33637 João Maio 33306 Universidade de Aveiro Especificação, Modelação e Projecto de Sistemas Embutidos 21-11-2009 1. UML - o que é? 2. A Natureza dos Sistemas Embutidos 1. Heterogeneidade 2.

Leia mais

Taxonomia de Flynn. Procura classificar todas as arquitecturas de computadores com base no processamento das instruções e dos dado.

Taxonomia de Flynn. Procura classificar todas as arquitecturas de computadores com base no processamento das instruções e dos dado. Multi-processamento Taxonomia de Flynn Arquitecturas SIMD Instruções vectoriais Arquitecturas MIMD Tipos de arquitectura MIMD Memória partilhada Multi-cores Taxonomia de Flynn Procura classificar todas

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Plano de Curso. Plano de Curso 04/03/12 ! EMENTA:

Sistemas Distribuídos. Plano de Curso. Plano de Curso 04/03/12 ! EMENTA: Sistemas Distribuídos Prof. Msc. André Luiz Nasserala Pires nassserala@gmail.com! EMENTA: Plano de Curso! Conceitos. Comunicação entre processos (IPC). Programação de aplicações cliente- servidor. Sincronização

Leia mais

Disciplina de. Organização de Computadores Digitais

Disciplina de. Organização de Computadores Digitais USP - ICMC - SSC SSC 0511 - Sist. Informação - 2o. Semestre 2014 Disciplina de Prof. Fernando Santos Osório Email: fosorio [at] { icmc. usp. br, gmail. com } Página Pessoal: http://www.icmc.usp.br/~fosorio/

Leia mais

PROCESSADORES Unidade de Controle Unidade Aritmética e Lógica efetua memória de alta velocidade registradores Program Counter Instruction Register

PROCESSADORES Unidade de Controle Unidade Aritmética e Lógica efetua memória de alta velocidade registradores Program Counter Instruction Register PROCESSADORES Um computador digital consiste em um sistema interconectado de processadores, memória e dispositivos de entrada e saída. A CPU é o cérebro do computador. Sua função é executar programas armazenados

Leia mais

Organização de Computadores 2005/2006

Organização de Computadores 2005/2006 GoBack 2005/2006 Paulo Ferreira paf a dei.isep.ipp.pt Fevereiro de 2006 Docentes Avaliação Pontos importantes Trabalho Apresentação do trabalho ORGC Apresentação da disciplina slide 2 Docentes Docentes

Leia mais

Introdução (hardware) INTRODUÇÃO Hardware. Introdução (hardware) Introdução (hardware) Introdução (hardware) Introdução (hardware)

Introdução (hardware) INTRODUÇÃO Hardware. Introdução (hardware) Introdução (hardware) Introdução (hardware) Introdução (hardware) Hardware Taxonomia de hardware (Flynn 1972) SISD: single instruction single data computadores com um processador SID: single instruction multiple data array de processadores (alguns supercomputadores)

Leia mais

5 Unidades de Processamento Gráfico GPUs

5 Unidades de Processamento Gráfico GPUs 5 Unidades de Processamento Gráfico GPUs As GPUs são processadores maciçamente paralelos, com múltiplos elementos de processamento, tipicamente utilizadas como aceleradores de computação. Elas fornecem

Leia mais

Arquitecturas Avançadas de Computadores MEEC (2008/09 2º Sem.)

Arquitecturas Avançadas de Computadores MEEC (2008/09 2º Sem.) Arquitecturas Avançadas de Computadores MEEC (2008/09 2º Sem.) Sistemas de Armazenamento Prof. Nuno Cavaco Gomes Horta Universidade Técnica de Lisboa / Instituto Superior Técnico Computing Revolution (1960-1980)

Leia mais

HARDWARE COMPONENTES DO COMPUTADOR

HARDWARE COMPONENTES DO COMPUTADOR 2009 HARDWARE COMPONENTES DO COMPUTADOR Breve descrição dos componentes físicos do computador. Sónia Rodrigues 07 09 2009 HARDWARE 2 ÍNDICE 1. HARDWARE... 3 2. MOTHERBOARD... 4 3. PROCESSADOR... 5 4. MEMÓRIAS...

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES

ARQUITETURA DE COMPUTADORES RCM00014 Haswell wafer ARQUITETURA DE COMPUTADORES Prof. Luciano Bertini Site: http://www.professores.uff.br/lbertini/ Objetivos do Curso Entendimento mais aprofundado do funcionamento

Leia mais

Cloud Computing. Prof. Marcio R. G. de Vazzi Analista De sistemas Especialista em Gestão Mestrando em Educação

Cloud Computing. Prof. Marcio R. G. de Vazzi Analista De sistemas Especialista em Gestão Mestrando em Educação Cloud Computing Prof. Marcio R. G. de Vazzi Analista De sistemas Especialista em Gestão Mestrando em Educação www.vazzi.com.br profmarcio@vazzi.com.br Your Logo Estrutura da palestra Estrutura da T.I.

Leia mais

InGriDE: Um Ambiente Integrado de Desenvolvimento para Computação em Grade

InGriDE: Um Ambiente Integrado de Desenvolvimento para Computação em Grade InGriDE: Um Ambiente Integrado de Desenvolvimento para Computação em Grade Eduardo Guerra eguerra@ime.usp.br Orientador: Prof. Dr. Alfredo Goldman Proposta de dissertação apresentada ao IME-USP para qualificação

Leia mais

Microcontroladores e Interfaces

Microcontroladores e Interfaces Microcontroladores e Interfaces 3º Ano Eng. Electrónica Industrial e Computadores Carlos Silva 2º Semestre de 2005/2006 Aula - A1 21 Fev 06 - M Sumário Objectivos da disciplina Programa de Microcontroladores

Leia mais

Conceitos de Sistemas Distribuídos

Conceitos de Sistemas Distribuídos Conceitos de Sistemas Distribuídos Roteiro Definição de Sistemas Distribuídos (SD) Evolução Histórica Exemplos (SD) Modelos (Vantagens x Desvantagens) 2 O que é um Sistema Distribuído? Definição Coleção

Leia mais

Sistemas distribuídos. Prof. Emiliano Monteiro

Sistemas distribuídos. Prof. Emiliano Monteiro Sistemas distribuídos Prof. Emiliano Monteiro Múltiplos processadores São arquiteturas que possuem duas ou mais CPU interligadas e que funcionam em conjunto na execução de tarefas independentes ou no processamento

Leia mais

Programação Paralela e Distribuída

Programação Paralela e Distribuída INE 5645 Programação Paralela e Distribuída Professor: Lau Cheuk Lung (turma A) INE UFSC lau.lung@inf.ufsc.br Conteúdo Programático 1. Introdução 2. Programação Paralela 3. Controle de Concorrência 4.

Leia mais

HARDWARE Componentes do Computador

HARDWARE Componentes do Computador 2009 HARDWARE 1 HARDWARE Componentes do Computador Breve descrição dos componentes físicos do computador Maria João Bastos 07-09-2009 HARDWARE 2 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO-HARDUARE... 3 2. MOTHERBOARDS ou PLACA

Leia mais

Programação Concorrente

Programação Concorrente INE 5410 Programação Concorrente Professor: Lau Cheuk Lung (turma A) INE UFSC lau.lung@inf.ufsc.br Conteúdo Programático 1. 2. Programação Concorrente 3. Sincronização 1. Condição de corrida, região critica

Leia mais

Infra Estrutura Hardware e Software

Infra Estrutura Hardware e Software Infra Estrutura Hardware e Software CEA145 Teoria e Fundamentos de Sistemas de Informação Universidade Prof. Federal George de H. G. Ouro Fonseca Preto DECEA / João Monlevade Universidade

Leia mais

Técnicas Avançadas de Programação

Técnicas Avançadas de Programação Sumário Técnicas Avançadas de Programação Prof. João Marcos M. da Silva Departamento de Engenharia de Telecomunicações Escola de Engenharia Universidade Federal Fluminense Agosto de 2011 Prof. João Marcos

Leia mais

INFORMÁTICA BÁSICA HARDWARE: COMPONENTES BÁSICOS E FUNCIONAMENTO.

INFORMÁTICA BÁSICA HARDWARE: COMPONENTES BÁSICOS E FUNCIONAMENTO. INFORMÁTICA BÁSICA HARDWARE: COMPONENTES BÁSICOS E FUNCIONAMENTO isabeladamke@hotmail.com Componentes de um Sistema de Computador HARDWARE: unidade responsável pelo processamento dos dados, ou seja, o

Leia mais

Roteiro da apresentação. Por que o alto desempenho? Máquinas de Alto desempenho. Projetos de Alto Desempenho

Roteiro da apresentação. Por que o alto desempenho? Máquinas de Alto desempenho. Projetos de Alto Desempenho Roteiro da apresentação O contexto: do Processamento de Alto Desempenho à programação paralela... Definição, Plataformas computacionais, Tendências arquiteturais. O problema: a programação tradicional

Leia mais

Arquitectura de Computadores II. Interface com Periféricos

Arquitectura de Computadores II. Interface com Periféricos Arquitectura de Computadores II 3º Ano Interface com Periféricos João Luís Ferreira Sobral Departamento do Informática Universidade do Minho Abril 2005 Aspecto frequentemente relegado para segundo plano

Leia mais

Arquitetura de Computadores

Arquitetura de Computadores Arquitetura de Computadores Prof. Eduardo Simões de Albuquerque Instituto de Informática UFG 1o. Semestre / 2006 Adaptado do material do prof. Fábio Moreira Costa Programa e Introdução Assunto do curso

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA DIVISÃO DE ASSUNTOS ACADÊMICOS Secretaria Geral de Cursos PROGRAMA DE DISCIPLINA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS CÓDIGO: EXA832 DISCIPLINA: SISTEMAS DISTRIBUÍDOS CARGA HORÁRIA: 60h EMENTA: Conceitos e

Leia mais

Capítulo 2 Livro do Mário Monteiro Componentes Representação das informações. Medidas de desempenho

Capítulo 2 Livro do Mário Monteiro Componentes Representação das informações. Medidas de desempenho Capítulo 2 Livro do Mário Monteiro Componentes Representação das informações Bit, Caractere, Byte e Palavra Conceito de Arquivos e Registros Medidas de desempenho http://www.ic.uff.br/~debora/fac! 1 2

Leia mais

Sistemas Operativos. Luís Paulo Reis. Sistemas Operativos. Sumário

Sistemas Operativos. Luís Paulo Reis. Sistemas Operativos. Sumário Sistemas Operativos Luís Paulo Reis Slide Nº 1 Sistemas Operativos Sumário O que é um Sistema Operativo (SO)? Modelo em Camadas de um SO Abstracções Suportadas por um SO: Utilizador Processo Ficheiro /

Leia mais

Introdução à Ciência da Computação

Introdução à Ciência da Computação 1 Universidade Federal Fluminense Campus de Rio das Ostras Curso de Ciência da Computação Introdução à Ciência da Computação Professor: Leandro Soares de Sousa e-mail: leandro.uff.puro@gmail.com site:

Leia mais

Ambientes de Desenvolvimento Avançados

Ambientes de Desenvolvimento Avançados Ambientes de Desenvolvimento Avançados http://www.dei.isep.ipp.pt/~jtavares/adav Aula 1 Engenharia Informática 2006/2007 José António Tavares jrt@isep.ipp.pt 1 Aula de Apresentação e de Introdução 2 1

Leia mais

Arquitetura de sistemas distribuídos

Arquitetura de sistemas distribuídos Arquitetura de sistemas distribuídos 1. Evolução da computação 1.1 Computação centralizada mainframe 1.2 Microcomputadores e redes de computadores 1.3 Sistemas distribuidos 1 Visão geral Na década de 1950:

Leia mais

Curso: Redes de Computadores

Curso: Redes de Computadores Curso: Redes de Computadores Cadeira de Introdução a Sistemas Operacionais. Bibliografia Sistemas Operacionais Modernos Andew S. Tanembaum Sistema Operacionais Abraham Silberchatz, Peter Galvin e Greg

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS. Arquitetura de Computadores

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS. Arquitetura de Computadores FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS DESIRON GONÇALVES, IURY NERES, JADER FIGUEIREDO E JEFFERSON MENDES. Arquitetura de Computadores Goiânia, dezembro de 2016. FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAC GOIÁS DESIRON

Leia mais

Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Ciência da Computação Disciplina de Algoritmos Paralelos e Distribuídos

Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Ciência da Computação Disciplina de Algoritmos Paralelos e Distribuídos Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul UEMS Curso de Ciência da Computação Disciplina de Algoritmos Paralelos e Distribuídos Pensando em Paralelo Pensar em paralelo é uma tarefa que exige disciplina

Leia mais

What is? Eduardo Viola Nicola Disciplina de IPPD

What is? Eduardo Viola Nicola Disciplina de IPPD What is? Eduardo Viola Nicola evnicola@inf.ufpel.edu.br Disciplina de IPPD Sumário 1)Introdução 2)Princípio Geral de Funcionamento 3)Exemplos de Aplicações 4)Modelo de Programação 5)Linguagens Suportadas

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos UERN Sistemas Distribuídos Prof. André Gustavo andregustavo@uern.br Sistemas Distribuídos Ementa: Conceitos relacionados com Sistemas Distribuídos. Mecanismos dos Sistemas Operacionais para suporte a distribuição.

Leia mais

Arquitetura NUMA 1. Daniel de Angelis Cordeiro. INRIA MOAIS project Laboratoire d Informatique de Grenoble Université de Grenoble, França

Arquitetura NUMA 1. Daniel de Angelis Cordeiro. INRIA MOAIS project Laboratoire d Informatique de Grenoble Université de Grenoble, França Arquitetura NUMA 1 Daniel de Angelis Cordeiro INRIA MOAIS project Laboratoire d Informatique de Grenoble Université de Grenoble, França 6 de Outubro de 2010 1 Baseado em slides feitos por Christiane Pousa

Leia mais

Computação de alto desempenho

Computação de alto desempenho Computação de alto desempenho Aleardo Manacero Jr. DCCE/UNESP Grupo de Sistemas Paralelos e Distribuídos Programa 1. Introdução 2. Processadores para CAD 3. Sistemas de memória 4. Programação paralela

Leia mais

1. Conceitos Básicos de Computação

1. Conceitos Básicos de Computação Introdução à Computação I IBM1006 1. Conceitos Básicos de Computação Prof. Renato Tinós Local: Depto. de Computação e Matemática (FFCLRP/USP) 1 Principais Tópicos 1.Conceitos Básicos de Computação 1.1.

Leia mais

TUTORIAL DE INSTAÇÃO DO WINDOWS SERVER 2008 R2

TUTORIAL DE INSTAÇÃO DO WINDOWS SERVER 2008 R2 Curso: Gerenciamento de Redes Matéria: Sistemas Operacionais de Rede (Windows\Linux) Grupo: Aldenice Nascimento, Anatanael França, Daniel Soares, Edvaldo Santos, Walter Rocha. TUTORIAL DE INSTAÇÃO DO WINDOWS

Leia mais

Cliente-servidor Código móvel Agentes de software Processos pares. Prof a Ana Cristina B. Kochem Vendramin DAINF / UTFPR

Cliente-servidor Código móvel Agentes de software Processos pares. Prof a Ana Cristina B. Kochem Vendramin DAINF / UTFPR n n n n Cliente-servidor Código móvel Agentes de software Processos pares Prof a Ana Cristina B. Kochem Vendramin DAINF / UTFPR Arquiteturas em Sistemas Distribuídos Cliente- Servidor Client invocation

Leia mais

Breve Introdução aos Sistemas Operativos. Disciplina de Informática PEUS, U.Porto

Breve Introdução aos Sistemas Operativos. Disciplina de Informática PEUS, U.Porto Breve Introdução aos Sistemas Operativos Disciplina de Informática PEUS, 2006 - U.Porto Definição de Sistema Operativo Um programa que funciona como intermediário entre o utilizador do computador e os

Leia mais

de petróleo. Um novo domínio chamado computação de propósito geral em processadores gráficos (GPGPU) surgiu quando os pipelines de gráficos de

de petróleo. Um novo domínio chamado computação de propósito geral em processadores gráficos (GPGPU) surgiu quando os pipelines de gráficos de 12 1 1.1. Motivações Dentre os tipos de técnicas de Inteligência Artificial existentes, as técnicas de Programação Genética (PG) continuam mudando rapidamente conforme os pesquisadores e profissionais

Leia mais

Um Protótipo Para Visualização Científica Remota com o Cluster GradeBR/UFAL

Um Protótipo Para Visualização Científica Remota com o Cluster GradeBR/UFAL Um Protótipo Para Visualização Científica Remota com o Cluster GradeBR/UFAL Marco Antonio de A. Silva 1,2, Baltazar T. Vanderlei 1,3, Leonardo P. Viana 1,2,3 1 Instituto de Computação IC 2 Centro de Pesquisa

Leia mais

Arquitetura de computadores

Arquitetura de computadores Arquitetura de computadores Arquitetura de Microprocessadores Curso Profissional de Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Memória Cache Volátil; Memória RAM Volátil; Memória ROM Não volátil. Articulação

Leia mais

Barramento. Prof. Leonardo Barreto Campos 1

Barramento. Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Barramento Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Componentes do Computador; Funções dos Computadores; Estrutura de Interconexão; Interconexão de Barramentos Elementos de projeto de barramento;

Leia mais

PAULI FIGUEREDO GOMES USO DE COMPUTAÇÃO EM GRADE EM ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS

PAULI FIGUEREDO GOMES USO DE COMPUTAÇÃO EM GRADE EM ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS PAULI FIGUEREDO GOMES USO DE COMPUTAÇÃO EM GRADE EM ORGANIZAÇÕES VIRTUAIS FLORIANÓPOLIS 2007 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO USO DE COMPUTAÇÃO EM GRADE EM ORGANIZAÇÕES

Leia mais

Aula 3 Redes de Interconexão

Aula 3 Redes de Interconexão Aula 3 Redes de Interconexão As redes de interconexão são de fundamental importância nas arquiteturas paralelas Não importa o tipo da arquitetura, todo computador paralelo necessita de uma rede de interconexão

Leia mais

UFRJ IM - DCC. Sistemas Operacionais I. Unidade IV Gerência de Recursos Entrada e Saída. 02/12/2014 Prof. Valeria M. Bastos

UFRJ IM - DCC. Sistemas Operacionais I. Unidade IV Gerência de Recursos Entrada e Saída. 02/12/2014 Prof. Valeria M. Bastos UFRJ IM - DCC Sistemas Operacionais I Unidade IV Gerência de Recursos Entrada e Saída 02/12/2014 Prof. Valeria M. Bastos 1 ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE Gerência de Entrada e Saída Fundamentos Evolução Estrutura

Leia mais

Na Terra ou nas Nuvens, onde fica o HPC?

Na Terra ou nas Nuvens, onde fica o HPC? Na Terra ou nas Nuvens, onde fica o HPC? Fábio Andrijauskas e Sidney Pio de Campos Instituto de Física Gleb Wataghin - IFGW Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP 07/Abril/2014 3 o Cinfotec Unicamp

Leia mais

Arquitectura de Sistemas Paralelos e Distribuídos

Arquitectura de Sistemas Paralelos e Distribuídos Docentes Arquitectura de Sistemas Paralelos e Distribuídos 0. Introdução Prof. Paulo Marques Dep. Eng. Informática, Univ. Coimbra pmarques@dei.uc.pt Prof. Luís Silva Dep. Eng. Informática, Univ. Coimbra

Leia mais

Lic. Engenharia de Sistemas e Informática

Lic. Engenharia de Sistemas e Informática Conceitos de Sistemas Informáticos Lic. Engenharia de Sistemas e Informática 1º ano 2004/05 Luís Paulo Santos (baseado no trabalho de A.J.Proença) Módulo Arquitectura de Computadores LPSantos, CSI: Arquitectura

Leia mais

Introdução PARTE I. VISÃO GERAL

Introdução PARTE I. VISÃO GERAL Introdução PARTE I. VISÃO GERAL 1. Infraestrutura de TI e Virtualização 1.1. Introdução 1.2. Investimentos em Infraestrutura de TI 1.3. Maturidade da Infraestrutura de TI 1.3.1. Introdução 1.3.2. Modelo

Leia mais

TABELA DA FAMÍLIA DA HITACHI VIRTUAL STORAGE PLATFORM. Hitachi Virtual G600 720 SFF 720 LFF 720 SSD 720 FMD

TABELA DA FAMÍLIA DA HITACHI VIRTUAL STORAGE PLATFORM. Hitachi Virtual G600 720 SFF 720 LFF 720 SSD 720 FMD Product Line Card TABELA DA FAMÍLIA DA HITACHI VIRTUAL STORAGE PLATFORM 1 Especificações de capacidade Quantidade máxima (máx.) de discos rígidos, incluindo os spares 264 SFF 264 LFF 480 SFF 480 LFF 720

Leia mais

Ruby e JRuby em... Paralelos e Distribuídos. Felipe Barden Lucas Fialho Zawacki

Ruby e JRuby em... Paralelos e Distribuídos. Felipe Barden Lucas Fialho Zawacki Ruby e JRuby em... Paralelos e Distribuídos Felipe Barden 151343 Lucas Fialho Zawacki 172072 Sobre o que vamos falar? A linguagem Ruby e suas aplicações em programação paralela e distribuída. A implementação

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Introdução www.pearson.com.br capítulo 1 slide 1 O que são Sistemas Distribuídos? Um sistema distribuído é um conjunto de computadores independentes que se apresenta a seus usuários como um sistema único

Leia mais

Arquitectura de Computadores II

Arquitectura de Computadores II O Fosso de Performance Arquitectura de Computadores II 5. Hierarquia de Memória 5.1. Cache 2004/2005 Paulo Marques Departamento de Eng. Informática Universidade de Coimbra pmarques@dei.uc.pt 2 Hierarquia

Leia mais

Proposta Comercial CloudFlex

Proposta Comercial CloudFlex Transformando o mundo através da TI como Serviço Proposta Comercial CloudFlex www.centralserver.com.br Cloud Servers Hospedagem de Sites Email Corporativo 0800 701 1993 +55 11 4063 6549 AFICIONADOS POR

Leia mais

Sistemas Distribuídos e Paralelos

Sistemas Distribuídos e Paralelos Sistemas Distribuídos e Paralelos Aula #6: Programação paralela em sistemas de memória compartilhada. ISUTIC - 2016 Eng. Alexander Rodríguez Bonet Aula de hoje Regiões paralelas. Cláusulas de âmbito. Partilha

Leia mais

Programação Distribuída e Paralela Apresentação

Programação Distribuída e Paralela Apresentação Programação Distribuída e Paralela Apresentação Programação Distribuída e Paralela (C. Geyer) Apresentação V4.2 S 1 Autoria Autoria Local Versão 4.2 Fev 2014 C. Geyer INF UFRGS Disciplinas INF01008 Programação

Leia mais