REDES SOCIAIS E A AUTO PUBLICAÇÃO DE LIVROS: POTENCIALIZADES NO CAMPO EDITORIAL

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1 1 REDES SOCIAIS E A AUTO PUBLICAÇÃO DE LIVROS: POTENCIALIZADES NO CAMPO EDITORIAL Bruno Carvalho de Melo Rodrigues 1 Resumo: Este artigo teve como objetivo discutir como o fenômeno das redes sociais potencializam a auto publicação de livros digitais, relacionando os fluxos de produção do livro tradicional e do livro digital auto publicado. A abordagem metodológica é exploratória e descritiva. Após fundamentação sobre o livro, o livro digital, os fluxos tradicionais do campo editorial e as redes sociais, realiza-se a análise de dois exemplos, a saber, os sites Wattpad e Widbook. Em seguida, são identificadas e sintetizadas algumas formas de auto publicação e as contribuições que os sites de redes sociais digitais apresentam para este campo. Palavras-chave: livro digital, design editorial, auto publicação, redes sociais. 1 Mestrando no Programa de Pós-graduação em Design e Expressão Gráfica da Universidade Federal de Santa Catarina. Bacharel em Comunicação Social pela Universidade Federal do Pará.

2 2 REDES SOCIAIS E A AUTO PUBLICAÇÃO DE LIVROS: POTENCIALIDADES NO CAMPO EDITORIAL INTRODUÇÃO O início do XXI tem apresentado uma expansão tecnológica sem precedentes, principalmente em relação aos computadores e smartphones, assim como a vários sistemas de tecnologias móveis (devices). Conforme a pesquisa divulgada em junho de 2013 pelo Centro de Estudo sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br) 2, a população brasileira está cada vez mais online. Isto ocorre pelo surgimento de aparatos tecnológicos móveis que facilitam o acesso à rede, o que proporciona um gasto de tempo maior utilizando a internet e, principalmente, usando as redes sociais digitais. Nesse contexto digital, é possível observar que o livro eletrônico está, aos poucos, ganhando mais público no Brasil. A Amazon, por exemplo, inaugurou seu site em 06 dez 2012, já vendendo livros na moeda Real 3 e fazendo pré-venda do Kindle 4. A empresa Google também apresentou uma novidade no mesmo dia, vendendo livros e filmes pela sua loja virtual, a Google Play. Deve-se destacar, contudo, que a preferência por livros digitais no país ainda é baixa, tomando como base a pesquisa lançada em 2012 pelo Instituto Pró-Livro Retratos da Leitura no Brasil 5. Como consequência do avanço tecnológico, houve um maior acesso à informação e o surgimento de outros serviços que, associados às mídias digitais, proporcionaram que certas atividades fossem feitas de forma mais rápida e econômica. Um fenômeno a ser destacado é o surgimento de sites de redes sociais que, inseridas no contexto do campo editorial, potencializaram o processo da auto publicação de livros. A auto publicação online é uma oportunidade para escritores iniciantes, que ainda não possuem uma editora, de publicar gratuitamente e vender seus originais em formato digital. Os sites de auto publicação também fornecem soluções tecnológicas para que autores suprimam as etapas da publicação tradicional de livros e, possivelmente, cheguem mais rápido aos seus leitores. Os sites de redes sociais, por sua vez, vêm a contribuir com a distribuição e a divulgação desses livros auto publicados. É possível compartilhar links do livro, atrair fãs, obter classificações e formar uma espécie de ranking das melhores histórias. Deste modo, o autor pode compor um público e fazer divulgação da sua obra no ambiente online. Por outro lado, os sites de redes sociais colaboram com a popularização da leitura em meio digital, indicando um maior acesso à leitura. 2 Disponível em: Acesso em 20/07/ Disponível em: Acesso em 21/07/ Um dos leitores eletrônicos mais baratos do Brasil, à R$ Disponível em: Acesso em: 20/08/2013.

3 3 A partir das abordagens feitas, o artigo teve por objetivo discutir como os sites de redes sociais potencializam a auto publicação de livros digitais, relacionando os fluxos de produção do livro tradicional e do livro digital auto publicado. Como metodologia, buscou-se uma abordagem exploratória e descritiva a partir dos conceitos de livro, livro digital, fluxo tradicional de publicação e as redes sociais. Após isso, realiza-se a análise de dois exemplos de sites, o Wattpad e o Widbook. Em seguida, pretendeu-se mostrar como os sites de redes sociais contribuem com a auto publicação de livros digitais, finalizando com uma discussão sobre as mudanças no campo literário ocorridas com estes fenômenos. 1. O LIVRO E AS NOVAS PERSPECTIVAS DE PUBLICAÇÃO O livro é um mestre que fala mas que não responde. Essa é uma frase de Platão, citada por um dicionário online 6, que busca o significado da palavra livro. Existem muitas maneiras para se conceituar o que seja livro. Entre tantas abordagens é possível delimitar algumas disciplinas, bem como autores, que utilizam paradigmas que tornam mais compreensível sua conceituação. Alguns estudiosos do design gráfico estabelecem o paradigma material, sendo assim, é possível considerá-lo como um suporte portátil que consiste de uma série de páginas impressas e encadernadas que preserva, anuncia, expõe e transmite conhecimento ao público, ao longo do tempo e do espaço (HASLAM, 2007, p. 9). Ainda nessa linha, livro é uma publicação não periódica que reúne folhas impressas, organizadas em cadernos grampeados, costurados ou colados, formando um bloco, ligados a uma capa flexível ou rígida (RIBEIRO, 2003, p. 371). O dicionário Priberam online 7 define livro assim: 1. conjunto de folhas de papel, em branco, escritas ou impressas, soltas ou cosidas, em brochura ou encadernadas. 2. Obra organizada em páginas, manuscrita, impressa ou digital (ex.: livro escolar, livro infantil, livro técnico). 3. Cada uma das partes de uma obra [...]. Embora a materialidade até hoje pareça delimitar as bordas do conceito livro, o fim do século XX e início do XXI vieram como uma onda que remexeu com a compreensão do mundo. Todas as fontes de informação foram homogeneizadas em cadeias sequenciais de 0 e 1. Nas últimas décadas, o vocabulário binário foi se expandindo crescentemente, e, muito mais do que apenas números, foi possível digitalizar diferentes tipos de informação, tal como imagens de todas as espécies, áudio e vídeo, reduzindo-os também a uns e zeros (SANTAELLA, 2013, p. 190). Antes da digitalização, os suportes das diferentes linguagens eram incompatíveis, cada linguagem possuía o seu próprio suporte e mídia: papel-texto, película-fotografia ou filme, fita magnética-som ou vídeo. A onda da tecnologia, com o tempo, foi cercando e aglutinando todas essas linguagens e suportes, produzindo a convergência de vários campos midiáticos tradicionais, desenvolvendo a multimídia. Atualmente, a transmissão da informação digital é independente do meio de transporte. Foram fundidas, em um único setor do todo digital, as quatro formas principais da comunicação humana: o documento escrito (imprensa, magazine, livro); o áudio-visual (televisão, vídeo, cinema), as telecomunicações (telefone, satélites, cabo) e a informática (computadores e 6 Disponível em Acesso em 20/06/ Disponível em Acesso em 20/06/2014.

4 4 programas informáticos), produzindo o que passou a ser chamado de convergência das mídias [...]. Ao mesmo tempo, o computador passou a ser chamado de metamídia, a mídia das mídias. (SANTAELLA, 2013, p ). A mesma onda de tecnologia finalmente atinge o campo literário e, com o surgimento dos e-books ou livros eletrônicos, fez-se um hiato entre a forma e o conteúdo do livro. Tem-se aí uma mudança na forma de produção, quanto à conversão de arquivos feitos originalmente para livros impressos, mas também a partir de um conteúdo próprio, que não tenha sido criado para a impressão. As interfaces dos livros proporcionaram aos escritores e leitores o advento de uma nova forma de apreciar a leitura. Os livros digitais, assim chamados os livros publicados e pensados para o suporte de tecnologia digital (PAIVA, 2010), são livros em formato digital, que podem ser lidos a partir de dispositivos, tais como computadores, PDAs ou até mesmo celulares que suportam esse recurso. Para Burke (2013) a forma de publicação impressa não está morta, apenas a impressão passa a não ser a única maneira de publicar. Para ele, e-book define-se como: [...] uma publicação que é principalmente texto, como um romance ou outro livro projetado para ser lido na íntegra, capa a capa. Ebooks podem incluir imagens ou videos aqui e ali, mas não são de modo algum considerados os melhores [...] Ebooks podem ser criados utilizando qualquer formato digital, mas normalmente se usa, e é o mais adequado, o formato EPUB, tornando-os legíveis por uma ampla gama de dispositivos, incluindo ereaders portáteis e softwares de leitura disponíveis para quase todos os computadores, tablets e smartphones. (BURKE, 2013, pp.52-53, tradução do autor). Burke define alguns dos formatos de publicação digital mais utilizados, que são: EPUB; Amazon Kindle Formats (MOBI, AZW e KF8); PDF (Portable Document Format); Digital Replica; Aplicativo (app-based); e, mais recentemente, o HTML5. Os e-readers são dispositivos utilizados para se ler exclusivamente e-books e, dependendo do formato destes, usam-se diferentes dispositivos. Esses são os leitores dedicados, que alguns possuem tecnologia de tinta eletrônica (e-ink), simulando a leitura em papel. Em relação aos livros impressos, eles possuem suas vantagens e desvantagens, principalmente em relação à sensação de leitura. Segundo Santaella (2013), O e-reader é um dispositivo eletrônico portátil voltado para a leitura de livros e periódicos digitais. [...] Por não utilizar a iluminação típica da tela de cristal líquido, mas a tinta eletrônica ou papel eletrônico, a sensação de leitura é muito semelhante à do papel, pois o papel eletrônico reflete luz à maneira do papel comum, permitindo a leitura à luz do sol (SANTAELLA, 2013, p. 200). Como exemplo de e-readers mais famosos são: Kindle, NOOK, Kobo, Sony Reader, entre outros. Em contraste com eles, existem os tablets, que são como computadores portáteis, apresentando uma gama de funções e opções multimídias que tornam a leitura digital um aplicativo a mais. Não são leitores dedicados, porém, é a classe de dispositivos de conteúdo digital que teve o maior e mais rápido crescimento no consumo (BURKE, 2013, p. 4). Entre eles, podem ser citados o Acer Iconia Tab, Samsung Galaxy Tab e o ipad.

5 5 É possível compreender, portanto, que o formato do livro passou a não ser conhecido apenas por folhas impressas, mas também por formatos digitais, bem como por dispositivos eletrônicos. Logo, para a compreensão do conceito de livro neste artigo, busca-se uma perspectiva mais profunda a partir de seu aspecto funcional, não importando seu suporte. Assim, assumese neste estudo que o livro é uma expressão do pensamento humano e sua função, no decorrer do tempo, veio como registro, discurso de época e veículo de informações e ideias. Ele deixa de ser um objeto em si e passa a ser um conteúdo a ser moldado em diferentes formas (PINSKY, 2013). Mesmo com o surgimento de novos suportes midiáticos ao longo dos últimos anos, a importância do livro em sua tarefa de educar, informar, entreter, documentar, registrar, reunir, mediar, autenticar, interpretar, possibilitar, demonstrar, ilustrar, repertoriar, oferecer, divertir, intrigar, sugerir, resgatar, viajar, (des)localizar, fazer refletir nunca perdeu força; pelo contrário, esses novos suportes vieram contribuir, fortalecer e modernizar sua atividade e sua função na sociedade (PAIVA, 2010, p.85). Desta maneira, parece que a frase de Platão, supracitado no início deste tópico, o livro é um mestre que fala mas que não responde, se justifica pelo significado mais profundo do termo, sob todos os aspectos mencionados por Pinsky (2013) e Paiva (2010), e que se deseja ter neste artigo. 2. O FLUXO TRADICIONAL DE PRODUÇÃO DE UM LIVRO NO SISTEMA EDITORIAL Segundo Knapp (1986), a forma tradicional para publicar um livro é a partir de uma editora, esta considerada como indústria e comércio, que contribui para a cultura e influi na educação. Seu produto final o livro intervém em quase todas as atividades da vida: através do livro de lazer e infantil; do livro didático e do técnico; do livro de arte; do religioso; de política, etc. As editoras são, portanto, instituições que influem no que sabemos ou podemos saber. Os editores praticamente formam nossa opinião, por que filtram, por gosto pessoal, juízo próprio ou formação e por força de seu programa editorial, as informações que recebem, transmitindo aquelas que julgam importantes. (KNAPP, 1986, p.13). Busca-se, a seguir, apresentar uma descrição pormenorizada de como funciona uma editora e como um livro tradicional é publicado. Para Haslam (2007, p.13) o livro impresso é um produto resultante de um processo colaborativo. O esquema a seguir explicita o fluxo tradicional da publicação de um livro impresso: Figura 1 O fluxo tradicional do sistema editorial de produção de um livro. Fonte: adaptado de HASLAM (2007).

6 6 Segundo ARAÚJO (1995), uma editora, fundamentalmente, é sustentada por essas três bases: edição, produção e prestação de serviços. O autor discrimina os processos envolvidos nessas bases: No âmbito do livro, as empresas publicadoras estruturadas comercialmente para a produção racional não dispensam um departamento de editoração encarregado de: a) escolher e normalizar os originais; b) elaborar os projetos gráficos; c) acompanhar o restante de todo o processo industrial que transformará esses originais em texto impresso. A promoção e a comercialização (distribuição) do produto final, o livro, compete a um departamento especializado em pesquisa de mercado e circulação. (ARAÚJO, 1995, p.31). O primeiro passo da editora é o exame do conteúdo textual do escritor, para identificar e adequar a linha editorial. Essa função é da Edição 8. Procuram-se informações sobre a originalidade do texto e estuda-se a viabilidade econômica da publicação. Esse exame é feito geralmente pelo editor ou colaboradores fixos da editora (KNAPP, 1986, p.41). Antonio Suliani (apud BOCCHINI, 2007, p. 95) ressalta o aspecto comercial da edição quando afirma que um editor precisa é produzir um livro a custo razoável, com qualidade profissional. Knapp esclarece que o trabalho da edição é diferente para cada tipo de livro. Assim, livros de ficção, ficção científica, livros infanto-juvenis, biografias, autobiografias são pesquisados (ou intuídos) de forma diferente dos livros de arte, científicos ou didáticos (1986, p.42). O autor ainda afirma que quanto mais poético e imaginativo o texto for, menor a intervenção do editor no conteúdo do livro. Ao mesmo tempo, quanto mais o livro for técnico, científico ou didático, maior será a contribuição da editora para a verossimilhança do conteúdo. É possível verificar isso a partir do esquema: Figura 2 Grau de colaboração de uma editora no conteúdo do livro. Fonte: adaptado de KNAPP (1986). 8 Sobre o conceito básico de editor, no conteúdo semântico do latim editoris, indica aquele que gera, que produz, o que causa, o autor, em consonância com o verbo edere, parir, publicar (uma obra), produzir, expor. É, por fim, a pessoa encarregada de produzir, dentro de determinados padrões literários e gráficoestéticos, uma obra destinada à divulgação comercial (ARAÚJO, 1995).

7 7 Como existe a contribuição do editor no texto, o livro precisa voltar ao escritor para que este faça também sua aprovação, tornando este processo cíclico. Dessa forma é possível criar uma adaptação ao fluxo de publicação, a entender: Figura 3 Fluxo tradicional de publicação de um livro com retorno ao autor. Fonte: arquivo do autor. Após a fase da edição, ocorre a fase da produção do livro. Essa atividade compete à produção gráfica do livro, onde entra em cena o trabalho dos designers, que tratam dos elementos materiais do livro: cobertura ou capa, miolo, folhas de guarda, frontispício, folha de rosto, numeração das páginas, sumário, índice, errata, mancha gráfica, formato, margens, ilustração, etc. A escolha correta do tipo, do sistema de composição em que se devem gravar os caracteres, do papel onde se imprimirá essa composição e, finalmente, o cálculo prévio da quantidade de páginas que deverá ter o livro, constituem o âmbito do projeto gráfico. (ARAÚJO, 1995, p.299). Quanto à atividade do produtor, Martins Filho (2007) esclarece: O produtor é o intermediário entre o editor e o prestador de serviços. É o catalisador da pressão do editor. Ele domina todo o processo de feitura do produto editorial, para que, conforme os recursos disponíveis e a finalidade do seu produto, saiba escolher a maneira mais adequada e eficiente de produzi-lo. Portanto, ele deve ter todo conhecimento da parte gráfico-visual; conhecer em profundidade o processo integrado de todas as etapas de edição do livro, desde a determinação do aspecto estético, à escolha do melhor ou mais adequado processo de edição do produto no qual está trabalhando. (MARTINS FILHO, 2007, p.48). Na categoria dos prestadores de serviços encontram-se as gráficas e os distribuidores (fornecedores). Aquelas possuem o trabalho de preparação de originais, marcação de textos, composição, revisão de provas, fotolitos, impressão e acabamento. A distribuição é encarregada de fornecer e distribuir livros pelos PDVs 9 (MARTINS FILHO, 2007). Neste ponto, abre-se um parêntese em relação à produção dos livros digitais. Antes de serem formatados para a impressão, todos os livros são digitais, pois são editados em programas de computador. A lógica para publicação digital é que, em vez de serem enviados para uma gráfica, eles passam pelas mãos de programadores e outros profissionais que vão inseri-lo de hiperlinks e multimídias e, logo após, disponibilizados em livrarias virtuais (SANTAELLA, 2013). A importância dada à etapa comercial do livro está inserida na pós-produção. É quando ele recebe preço, é divulgado, promovido e distribuído. Um produto é tudo o que pode ser oferecido a um mercado para satisfazer uma necessidade ou um desejo. Entre os produtos comercializados estão bem 9 Pontos-de-Venda: Local onde as vendas são efetivamente realizadas (SAMPAIO, 2003, p.360).

8 8 físicos, serviços, experiências, eventos, pessoas, lugares, propriedades, organizações, informações e idéias. (KOTLER; KELLER, 2006, p.366). Neste momento, o livro deixa de ser um objeto apenas didático, lúdico, cultural, para assumir a faceta de um produto. Agora ele estará dentro do mercado varejista e concorrerá com inúmeros outros livros e, por que não, com outros tipos de produtos. Logo, é possível observar que o fluxo tradicional de produção de um livro é colaborativo (participação de diversos atores), obedece a uma lógica de mercado e, amiúde, todo esse processo é organizado pela figura do editor. Porém, atualmente já existem alternativas diferenciadas a esse cenário de publicação. Elas tornaram alguns dos processos tradicionais de edição dispensáveis, como será visto a seguir. 3. OS SITES DE REDES SOCIAIS E A AUTO PUBLICAÇÃO 3.1 O contexto da auto publicação online Embora haja um modelo tradicional de produção e publicação de livros, o avanço da tecnologia permitiu o surgimento de outros percursos para realizar esta publicação. O autor, se desejar, não é mais obrigado a enviar seu original ao conselho editorial de uma editora clássica, esperando, dessa forma, o aceite para publicação. Ele pode se utilizar dos recursos online de auto publicação. Assim, existem sites que fornecem softwares que publicam, geralmente de forma gratuita, livros em formato digital e os comercializa em suas próprias lojas virtuais. Exemplos são Amazon Kindle Direct Publishing 10 e a Publique-se! 11 da Saraiva.com.br. Outros sites de auto publicação surgiram com a intenção de viabilizar a impressão de livros e comercializá-los; com o tempo, acrescentaram a opção de publicar como e-book no formato EPUB e os vender em lojas online. Como exemplo: Clube de Autores 12 e a Bookess 13. Outros avanços que podem ser destacados são sites que, além de publicarem um e-book gratuitamente, também criam redes sociais que formam um público que compartilha, comenta e até avalia os livros. As redes sociais podem ser um ótimo instrumento para popularizar o hábito de leitura em suportes digitais, já que os usuários podem compartilhar, curtir e indicar para outros amigos, criando assim um canal, já que, segundo Recuero (2009), faz parte do mundo digital este cenário de conexões. Em termos gerais, as conexões em uma rede social são constituídas dos laços sociais, que, por sua vez, são formados através da interação social entre os atores. De um certo modo, são as conexões o principal foco do estudo das redes sociais, pois é sua variação que altera as estruturas desses grupos. (RECUERO, 2009, p.30). 10 https://kdp.amazon.com/

9 9 Esse cenário ajuda a definir o conceito de redes sociais, que, para Recuero (2009) envolve várias abordagens, mas quando associado ao ambiente digital é possível determinálas como redes de pessoas conectas pela comunicação mediada pelo computador. Como objeto de análise, este artigo foca-se neste tipo de site que é tanto uma forma de auto publicação de livros eletrônicos, quanto promove redes sociais. Assim, foram considerados dois sites: Wattpad e Widbook. Esses dois sites podem ser considerados Sites de Redes Sociais (SRSs), à luz dos conceitos de Recuero (2009). Segundo a autora, SRSs não são redes sociais em si, mas uma consequência da apropriação das ferramentas de comunicação mediada pelo computador pelos atores sociais, de modo a permitir que se expressem as redes sociais suportadas por eles (RECUERO, 2009, p. 102). Boyd & Ellison (apud RECUERO, 2009) definem os sites de redes sociais como aqueles que permitem: a) A construção de uma persona através de um perfil ou página pessoal; b) A interação através de comentários; c) A exposição pública da rede social de cada ator. Para complementar, Recuero (2009) afirma que existem dois tipos de sites de redes sociais: aqueles propriamente ditos e aqueles apropriados. O primeiro é um site que compreende a categoria dos sistemas focados em expor e publicar as redes sociais dos atores. São sites cujo foco principal está na exposição pública das redes conectadas aos atores, ou seja, cuja finalidade está relacionada à publicização dessas redes. É o caso do Orkut, do Facebook, do Linkedin e vários outros. São sistemas onde há perfis, e há espaços específicos para a publicização das conexões com os indivíduos. Em geral, esses sites são focados em ampliar e complexificar essas redes, mas apenas nisso. O uso do site está voltado para esses elementos, e o surgimento dessas redes é consequência direta desse uso (RECUERO, 2009, p. 104). No caso dos sites Wattpad e Widbook, é preciso construir um perfil para interagir com outros usuários. E é só a partir dessa construção que é possível seguir, convidar, encontrar ou conversar com amigos, assim como ler e dar notas às histórias. Toda a interação está focada na publicização dessas redes. Já os sites de redes sociais apropriados, destaca Recuero, são aqueles que originalmente não são voltados para mostrar redes sociais, mas são apropriados pelos atores para este fim. São espaços onde não há lugar específico para perfil e para a publicização das conexões. A autora cita os weblogs, Twitter, fotologs. Por exemplo, em um blog onde o autor publica textos próprios, as redes sociais se constroem a partir dos comentários e dos links feitos por outras pessoas. Portanto, a estrutura do blog foi apropriada como espaço de construção e exposição dessas redes. Sendo assim, também é possível classificar o Wattpad e o Widbook, em parte, como apropriados, pois a função principal deles é publicar e ler histórias, e não expor a publicização das redes sociais dos usuários, sendo esta uma função secundária. Antes da análise

10 10 Essa duplicidade ocorre devido às outras características que esses sites possuem. Muitos atores utilizam sites de redes sociais diferentes para redes sociais diferentes, como para construir valores diferentes (RECUERO, 2009, p. 105). Também é preciso observar que o uso das ferramentas de comunicação mediada pelo computador pode variar de acordo com o grupo de atores sociais envolvidos (KIM et al, apud RECUERO, 2009, p. 105). Ou seja, um grupo de diferentes sites de redes sociais poderia servir a diferentes propósitos para um mesmo ator. Um escritor independente, por exemplo, poderia usar o Wattpad ou o Widbook para auto publicar seu livro; compartilhar o link do livro no Facebook para amigos no geral; compartilhá-lo via Twitter e Google Mais; postar a capa no Pinterest ou no Instagram; convidar os amigos mais próximos via GoogleTalk para lê-lo; assim como postar um resumo do livro no seu Blog pessoal ou Tumblr e aguardar os comentários. Seriam formas de utilizar sites de redes sociais diferentes para: 1) publicar a versão digital do livro; 2) formar público; 3) distribuir; 4) divulgar pela internet. A seguir, será feita uma descrição para cada caso dos sites Wattpad e Widbook, especificamente. 3.2 Wattpad O Wattpad 14 é a maior comunidade do mundo de leitores e escritores 15, uma empresa sediada em Toronto, Canadá, fundada em 2006 e financiada por empresas de capital de risco de Nova York, São Francisco e Toronto. Seus recursos estão disponíveis em doze línguas e em dez nacionalidades. Segundo o site, Wattpad é um lugar para descobrir e compartilhar histórias: uma plataforma social que conecta pessoas através das palavras. É uma comunidade que supera fronteiras, interesses, linguagens. Com Wattpad, qualquer pessoa pode ler ou escrever em qualquer dispositivo telefone, tablet ou computador e as histórias são livres 16. Elas podem estar online ou off, agregadas nos dispositivos móveis, e podem ser acessadas onde quer que o usuário esteja. O usuário também pode participar de conversas sobre histórias que leu e gostou, enviar mensagens para o autor e interagir com outras pessoas que gostaram da mesma história. 14 Disponível em Acessado em 21/01/ Segundo o próprio site. Disponível em Acessado em 21/01/ Tradução livre do seguinte trecho do site: Wattpad is a place to discover and share stories: a social platform that connects people through words. It is a community that spans borders, interests, languages. With Wattpad, anyone can read or write on any device: phone, tablet, or computer. Wattpad stories are free. Whether you re online or off, use the devices you already own to carry an entire library wherever you go. Join the conversation about the stories you read: message the writer and interact with other people who love the story as much as you. Em: Acessado em 21/01/14.

11 11 Figura 4 Interface do site Wattpad. Disponível em Acesso em 20/04/2014. Em números apresentados pelo próprio site, existem 40 milhões de histórias para ler; 25 milhões de wattpaders (usuários do wattpad); e 85% dos acessos são feitos em dispositivos móveis. Para publicar no Wattpad, o usuário precisa realizar um cadastro e preencher informações básicas. Ele também pode criar um perfil a partir das informações importadas do Facebook ou Twitter. Para publicar histórias, basta clicar no link criar. Abre-se uma página onde o texto pode ser escrito ou importado em formato txt. O usuário tem a opção de salvar a história e não publicá-la ainda, ou publicá-la imediatamente. Ao selecionar para publicar, o usuário deve concordar com os termos de uso e política de copyright. Após a história ser publicada, ela estará automaticamente disponível para acesso no browse do site, em categorias de leitura selecionada pelo próprio autor no ato de publicação: Romance, Ficção Científica, Fantasia, Humor, Paranormal, Mistério/Thriller, Horror, Aventura, Historical, FictionTeen, FictionFan, Fiction, Poesia, Estória Curta, General Fiction, ChickLit, Action, Vampire, Werewolf, Espiritual, Non-Fiction, Clássicos, Outros. Os usuários leem a obra em um sistema de barra de rolagem do próprio site, que a divide em capítulos; também podem fazer buscas dentro do site a partir de menus suspensos, que classificam as histórias em mais populares, em destaque, novidades e joias inéditas. O site também permite a comunicação entre os usuários, que podem postar comentários, adicionar uma história à biblioteca pessoal, votar e compartilhá-la em outros sites de redes sociais. Os usuários também podem fazer parte de clubes temáticos, participar de premiações (The Wattys e The Wattpad Prize), e contar como o Wattpad mudou ou melhora sua vida na página Wattpad Life. Ademais, existe um Gift Shop online e um blog, bem como há oferta de trabalho em áreas como engenharia, marketing e design na sua sede em Toronto. 3.3 Widbook O Widbook 17 é um site de origem brasileira, fundado em junho de 2012 por três sócios de Campinas (SP) 18. Como afirma em seu próprio site, a missão do Widbook é quebrar o 17 Disponível em: Acessado em 20/04/ Originalmente desenvolvida como uma ferramenta para o professor universitário escrever e compartilhar projetos com os alunos. Quando a ideia atraiu a atenção de outros profissionais da educação, os criadores reconheceram uma oportunidade de negócio. Em janeiro de 2013, a empresa adquiriu fundos da W7 Brasil Capital. Disponível em e

12 12 mercado dos e-books com a melhor plataforma de escrita colaborativa do mundo. É uma comunidade digital colaborativa onde os usuários podem ler, escrever e publicar e-books gratuitamente pela rede. Seu principal diferencial é a possibilidade da coautoria o usuário/autor pode convidar outros usuários/autores para escrever uma obra ou contribuir com ela. Outros recursos disponíveis são a adição de vídeos, links, fotos e ilustrações para o livro. Figura 5 Interface do site Widbook. Disponível em Acesso em 20/04/2014 A empresa possui escritório em São Francisco, Estados Unidos, e afirma ter crescido de 2013 para 2014 de 30 mil para 200 mil membros, dos quais apenas 2% são brasileiros 19. Os norte-americanos somam 30% da base de membros, o site está na língua inglesa, mas os livros podem ser escritos em qualquer língua. Segundo um de seus fundadores, a empresa planeja fazer no meio do ano de 2014 uma transição do modelo gratuito para o freemium, com algumas funções adicionais oferecidas mediante pagamento. Tais funções ainda estão sendo estudadas. A Widbook permite a qualquer internauta se cadastrar e publicar e-books gratuitamente. As obras ficam disponíveis para leitura a todos os membros. Para utilizar o Widbook, o usuário precisa realizar um cadastro, podendo partilhar informações importadas do Facebook. Ao acessar o site, o usuário tem as opções de ver as atividades de outros integrantes em um feed de notícias; em Search & Discover é possível buscar livros de acordo com gênero, idioma e grau de popularidade. Também é possível procurar livros nas categorias apenas livros com capas personalizadas e apenas histórias finalizadas. Para publicar e-books, basta o usuário clicar no link My Ebooks, onde ele pode escolher entre editar uma obra já existente ou criar um novo e-book. Ao optar por criar novo e-book, o usuário é transportado para uma página com estilo livro para folhear. Existem menus suspensos em que o autor preenche informações básicas da obra, importa do computador a imagem de capa, escolhe se a obra poderá receber contribuição de outros autores e, finalmente, escolhe os capítulos que podem ser publicados. O texto pode ser importado do computador do usuário nos formatos TXT, DOC, DOCX, ou importado de um site específico chamado Evernote, onde já se deve ter um pré-cadastro. Uma vez o texto estando no site, já é possível incrementá-lo de vídeos, imagens e ilustrações. Também é possível convidar um coautor. Acessado em 20/04/ Dados obtidos em Acesso em 20/04/2014.

13 13 Depois de publicado, o e-book estará automaticamente disponível para leitura, classificado em gêneros selecionados no ato de publicação. Os usuários leem a obra em uma interface de livro virtual para folhear. Eles também podem comentar a obra, classifica-la, compartilha-la em outras redes sociais, adicioná-la à estante, enviar mensagem e seguir pessoas. Um recurso voltado para o leitor é o hightlight, que consiste em destacar com uma caneta os trechos favoritos do livro, que, posteriormente, podem ser compartilhados. 3.4 Outras potencialidades no fluxo de publicação a partir de sites de redes sociais Após essas apresentações, é possível estabelecer um esquema para representar os fluxos de publicação gerados pelos sites de redes sociais: Figura 6 Novos fluxos para a publicação de um livro. Fonte: Arquivo do autor. Considerando a figura 6, observa-se proposta difere do fluxo linear da publicação tradicional. Neste caso, o processo é mais integrado e autônomo. Os sites de auto publicação oferecem ferramentas, as quais permitem o autor ter maior autonomia para realizar sua própria produção a partir de ferramentas digitais disponíveis 20. Observa-se, também, que a versão impressa é apenas mais uma alternativa, pois alguns desses sites também oferecem tal serviço. Porém, vê-se um leque de outras oportunidades ao se escolher a vertente digital. Existem sites com softwares próprios, que publicam a versão e-book. Depois de enviar a história para um upload automático, alguns desses sites especializados disponibilizam-na para venda em lojas virtuais próprias, em formato específico, tendo a seu favor a experiência de mercado, bem como a confiança da marca para atrair mais clientes ao produto. Outros sites, por sua vez, são uma opção sem fins lucrativos, pois disponibilizam o livro gratuitamente aos seus leitores. Nesse caso, a história passa a ser o ator principal, deixando a questão do formato em segundo plano. Além de terem um software para a publicação imediata do livro, também utilizam as redes sociais digitais como artifício para criar um público definido de leitores que podem escolher, entre várias categorias, o livro que desejam ler, além de avaliá-los. Exemplos desses sites são o Wattpad e o Widbook. 20 Softwares de edição de texto e imagem, tais como Photoshop, Illustrator, indesign, entre outros.

14 14 Portanto, o autor é autônomo para escolher qual caminho tomar na auto publicação, visto que é assessorado pelos sites de redes sociais. Destaca-se, ademais, que ele mesmo pode optar por mais de um caminho de publicação, uma vez que nenhum exige exclusividade. Quando opta pela auto publicação em meio digital, o autor tem como aliada outras ferramentas: as mídias digitais. Em um contexto geral da publicação de livros eletrônicos, existe a possibilidade de inserir no conteúdo do livro imagem, som e vídeo, e incrementá-lo com mais recursos midiáticos, características desse meio. Livros mais elaborados com imagens, sons, vídeos e links podem ser feitos em formato EPUB3 ou em HTML5, considerando algumas limitações a respeito de e-readers. Esses tipos de livros eletrônicos já são produzidos pelas editoras, mas, dependendo das possibilidades do autor, esse também pode produzir seu livro nesses formatos e disponibilizar para download. No caso específico do site Wattpad, não há possibilidade de hipertextualidade e interatividade no livro publicado, somente um sumário com link direto aos capítulos. Como apresentado no tópico específico, Wattpad não permite imagens nem vídeos ao longo do livro. Em contrapartida, o Widbook indica uma interação maior, pois possibilita o uso de imagens, sons e vídeos, tal como links no corpo do texto. Sendo assim, este tem mais recursos disponíveis. Deve-se frisar, contudo, que os recursos midiáticos não são fatores que tornam o livro digital melhor, apenas o incrementam de mais recursos (SANTAELLA, 2013). Os sites de redes sociais, portanto, contribuem para que haja uma potencialização no fluxo de publicação de um livro. Eles podem substituir algumas das etapas de publicação tradicional de uma editora, tanto na produção (formatação, adição de recursos) como na pósprodução (formação de público, distribuição e divulgação). Eles também proporcionam que os usuários sejam os próprios formadores de opinião dos livros, pois os atores que participam das redes sociais inseridos neles vestem o papel tanto de leitores quanto de críticos. Esse é o momento que o leitor entra no fluxo da auto publicação e tem sua participação nesse processo. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS Este artigo teve como objetivo discutir como o fenômeno das redes sociais digitais potencializa o sistema editorial de publicação de livros, relacionando os fluxos de produção do livro tradicional e do livro auto publicado. Ao se considerar o conceito de livro pelo seu conteúdo e não pelo suporte, expandem-se as oportunidades para a publicação. Permite-se, por exemplo, que um mesmo livro seja publicado em formatos alternativos, como no caso dos sites Wattpad e Widbook, em que a história possa ser lida tanto em computador, quanto em dispositivos móveis. Além disso, estes sites possibilitam que redes sociais sejam formadas, abrindo espaço para que o livro digital tenha público, seja compartilhado e criticado. Considerando este parâmetro, o fluxo linear da publicação tradicional perde seu monopólio, em benefício da ascensão de novas opções para publicar, facilitando que qualquer pessoa veja seu livro disponível no mercado. Sendo assim, observa-se uma transformação no contexto da atuação das editoras, sendo o fenômeno das redes sociais atreladas à auto publicação uma tendência que pode levar à criação de novos modelos de negócio, não apenas

15 15 concentrados na auto publicação, mas estudando de que maneira se trabalha o contexto do livro digital potencializado pelos sites de redes sociais. O que se observa no universo tecnológico é que cada vez mais está crescendo a cultura do faça você mesmo, pois o acesso à informação permite pular barreiras e alcançar novos campos. Neste ponto, levantam-se várias discussão a respeito da auto publicação, por exemplo, sobre a qualidade dos livros lançados pelos próprios autores. Seria a ausência do filtro da editora um fator a desqualificar uma obra literária? As editoras servem como formadoras de opinião e transmitem informações que julgam importantes. Mas é fato a ser destacado que a editora não tem mais a exclusividade da publicação de livros. Neste conjunto, será que os leitores não são, também, críticos sobre aquilo que estão lendo, dando seu próprio parecer em postagens nas redes sociais e, até mesmo, gravando vídeos e fazendo resenhas em blogs sobre literatura? Esses são questionamentos e temas que podem ser explorados em pesquisas futuras. Contudo, é necessário frisar que a editora não perdeu seu papel. Ocorreram avanços no acesso à informação e à tecnologia, intensificadas pelas redes sociais, permitindo transformações nos fluxos da publicação de livros, em modos não lineares. Outros fluxos poderão surgir com o tempo, porém, o fluxo tradicional de publicação no design editorial não deve desaparecer ao contrário, continuará marcando seu papel na sociedade como uma instituição consolidada, somando-se às novas oportunidades que ganham cada vez mais adeptos da auto publicação. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARAÚJO, Emanuel. A Construção do livro: Princípios da técnica de editoração. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, BOCCHINI, M. In MARTINS FILHO, Plínio (org.) et al. Livros, Editoras e Projetos. 3ed. São Paulo: Ateliê Editorial, BURKE, Pariah. epublishing with InDesign CS6: Design and produce digital publications for tablets, ereaders, smartphones, and more. Ebook. Indiana: John Wiley & Sons, CHARTIER, Roger. A Ordem dos Livros: leitores, autores e bibliotecas na Europa entre os séculos XIV e XVIII. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1998, 2a ed. DESSAUER, John P. Tudo Sobre a Publicação de Livros: a experiência editorial nos Estados Unidos. São Paulo, Mosaico-Edusp, EPSTEIN, Jason. O Negócio do Livro: Passado, Presente e Futuro do Mercado Editorial. Rio de Janeiro: Record, HASLAM, Andrew. O livro e o designer II: como criar e produzir livros. São Paulo: Edições Rosari, KNAPP, Wolfgang. O Que É Editora. São Paulo: Editora Brasiliense, 1986.

16 16 KOTLER, Philip; KELLER, Kevin. Administração de Marketing. São Paulo: Pearson Prentice Hall, a edição. MARTINS FILHO, Plínio (org.) et al. Livros, Editoras e Projetos. 3ed. São Paulo: Ateliê Editorial, PAIVA, Ana Paula Mathias de. A Aventura do Livro Experimental. Belo Horizonte: Autêntica Editora; São Paulo, SP: Edusp, PINSKY, Luciana. Os editores e o livro digital: O que está sendo feito e pensado em tempos do incunábulo digital. In: LIVRO Revista do Núcleo de Estudos do Livro e da Edição. V. 3. São Paulo: Edusp, RECUERO, Raquel. Redes Sociais na Internet. Porto Alegre: Sulina, RIBEIRO, Milton. Planejamento Visual Gráfico. Brasília: LGE Editora, ed. SAMPAIO, Rafael. Propaganda de A a Z: como usar a propaganda para construir marcas e empresas de sucesso. Rio de Janeiro: Elsevier, ed. SANTAELLA, Lucia. Comunicação Ubíqua: repercussões na cultura e na educação. São Paulo: Paulus, 2013.

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