Alice Rodrigues. Recomendações da ACT para a melhoria da prestação de serviços externos de SST

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Alice Rodrigues. Recomendações da ACT para a melhoria da prestação de serviços externos de SST"

Transcrição

1 A Alice Rodrigues Recomendações da ACT para a melhoria

2 Suporte para as recomendações: Enquadramento legal vigente Informação objetiva disponível GEP e ACT Constatações de auditorias EPSE

3 DL 26/94 DL 109/ 2000 Pª 467/ 3 anos Fev ª autorização 2002 Pª 1009/ 2002 Lei 35/ 2004 Lei 102/ 2009 Pª 275/ 2010 Lei 3/ anos 2.º sem. Auditorias 20 anos

4 Deve-se considerar que o primeiro dever ético de qualquer pessoa ou organização é o de cumprir a lei. Para cumprir a lei, é necessário conhecê-la. Joaquim Manhães Moreira, br

5 Definição das atividades principais dos serviços de SST DL 26/ 94 DL 109/ 2000 L 35/ 2004 L 102/ 2009 L 3/ 2014 Notificação da modalidade de organização dos serviços atos excluídos do contrato com o serviço externo DL 26/ 94 DL 109/ 2000 L 35/ 2004 Notificação da modalidade de organização dos serviços L 102/ 2009

6 GARANTIA MINIMA FUNCIONAMENTO 1 - Qualquer que seja a modalidade adoptada ( ), deve ser assegurada a sua actividade diária no próprio estabelecimento pelo tempo considerado necessário, sempre que, no mesmo horário, laborem mais de 150 trabalhadores. 2 ( ), mais de 60 trabalhadores, a actividade dos serviços de SST deve ser assegurada regularmente no próprio estabelecimento pelo tempo considerado necessário. 3 - Nos restantes casos, a actividade dos serviços de SST deve ser assegurada pelo tempo considerado necessário e realizada, na parte relativa à segurança e higiene, com regularidade no próprio estabelecimento.( ) DL 26/ 94 GARANTIA MÍNIMA FUNCIONAMENTO (define o n.º de horas para os médicos dp trabalho) 4 A actividade dos serviços de SST, a ser desenvolvida pelos técnicos referidos no artigo 24.º (Segurança), deve ser assegurada regularmente no próprio estabelecimento pelo tempo considerado necessário DL 109/ 2000 L 35/ 2004 L 102/ 2009 L 3/ 2014

7 A capacidade dos serviços externos autorizados é avaliada através de auditoria, que incide sobre os requisitos de autorização DL 109/ 2000 Pª 467/ 2002 L 35/ 2004 A capacidade dos serviços externos autorizados e a qualidade da sua prestação é avaliada através de auditoria, que incide sobre os requisitos de autorização; No a mbito das auditorias, a qualidade dos serviços prestados pode ser avaliada através de visitas de controlo às condições de SS nos locais de trabalho das empresas a quem são prestados os serviços L 102/ 2009 L 3/ 2014 Introdução do conceito de auditoria (Art.º 4.º) de forma a definir claramente a natureza e os objetivos da auditoria

8 Constitui contra-ordenação muito grave o exercício da actividade por serviço externo sem autorização, nomeadamente para a área, o sector ou a actividade de risco elevado em causa, imputável ao serviço externo. DL 26/ 94 DL 109/ 2000 L 35/ 2004 L 102/ 2009 L 3/ 2014 A responsabilidde CO recai sobre o empregador contratante e o serviço externo contratado. L 102/ 2009 L 3/ 2014 As entidades prestadoras de serviços externos passam a ter responsabilidade CO expressa, quer quando prestam serviços não estando autorizadas para tal (art.º 84.º n.º 7), quer quando incumprem as atividades principais do serviço de segurança e saúde no trabalho que lhes estão acometidas por Lei (art.º 73.º- B, n.º 7 alínea a)): L 3/ 2014

9 Art.º 73.º - B Atividades principais do serviço de SST 7 A responsabilidade contraordenacional pela violação do disposto nos n.ºs 1 a 3 recai sobre: a) O serviço externo de SST que viole os deveres em causa b) MATÉRIAS Procedimentos inspetivos em SST ADVERTÊNCIAS INFRAÇÕES AUTUADAS Prestação de serviços externos de SST sem autorização Organização dos serviços de SST Atividades principais do serviço de SST Fonte: Relatório atividades IT

10 Unidades Locais-Organização dos serviços Unidades locais com resposta ao anexo D e com pelo menos 1 trabalhador ao serviço Unidades locais com organização de ambos os serviços (segurança e saúde) Fonte: Gabinete de Estratégia e Planeamento Segurança e Saúde (RU Anexo D) 2014

11 Modalidades de organização dos serviços de segurança Número UL Serviço Interno Serviço Comum Serviço Externo O próprio empregador O trabalhador designado Fonte: Gabinete de Estratégia e Planeamento Segurança e Saúde (RU Anexo D) 2014

12 Modalidades de organização dos serviços de segurança % UL 100,0% 90,0% 80,0% 70,0% 60,0% 50,0% 40,0% 30,0% 20,0% 10,0% Serviço interno Serviço comum Serviço externo O empregador O trabalhador designado 0,0% Fonte: Gabinete de Estratégia e Planeamento Segurança e Saúde (RU Anexo D) 2014

13 N.º TRABALHADORES* ABRANDIDOS PELOS SERVIÇOS EXTERNOS SEGURANÇA % % * Vinculados à entidade empregadora - Total trab Trab serv. Seg. Trab serv. externos Fonte: Gabinete de Estratégia e Planeamento Segurança e Saúde (RU Anexo D) 2014

14 Total acidentes de trabalho Acidentes de trabalho mortais Nº Total Nº Total , ,00 Taxa de incidência 7,00 6,00 Taxa de incidência 4 000, , , ,00 0, ,00 4,00 3,00 2,00 1,00 0, Fonte: GEP Estatísticas em síntese 2014 acidentes de trabalho

15 ACIDENTES DE TRABALHO MORTAIS COMUNICADOS À ACT * * À data de 3 nov.

16 ACIDENTES DE TRABALHO GRAVES COMUNICADOS À ACT * * À data de 3 nov.

17 Expressão dos serviços externos nas empresas N.º de trabalhadores cuja segurança depende destes serviços Responsabilidade da Intervenção dos serviços externos nas empresas N.º elevado de AT N.º (?) DP

18 Revogadas; 57 Suspensas; 10 Autorizadas; 428

19 AUDITORIAS realizadas pela ACT suspensas EPSE auditadas 31 revogadas Ainda sem decisão

20 Constatações críticas: Alteração instalações autorizadas Quadro técnico Manual procedimentos Atividade desenvolvida nos clientes e qualidade técnica

21 Requisitos legais Técnicos ST Suficiência/n.º Téc. Qualificações RE Atualização CAP/TP Aut. atividades R.E. Equipamentos Mínimos (aut) Controlo metrológico EPI s Manual procedimentos Instalações DL 347/93, Pª 987/93, 10-10

22 Empresa ind. 30 trab. 2 x ano (!) Garantia mínima de funcionamento do servic o de seguranc a no trabalho Empresa ind. Mais de 500 trab. 8h /técnico/mês (!) A atividade dos servic os de seguranc a deve ser assegurada regularmente no próprio estabelecimento durante o tempo necessário. A afetac ão dos técnicos ( ) às atividades de seguranc a no trabalho ( ) a) Em estabelecimento industrial até 50 trabalhadores, um técnico e, acima de 50, dois técnicos, por cada 1500 trabalhadores abrangidos ou frac ão ( ) b) Nos restantes estabelecimentos até 50 trabalhadores, um técnico, e, acima de 50 trabalhadores, dois técnicos, por cada 3000 trabalhadores abrangidos ou frac ão ( )

23 Atividade prestada Art.º 73.º-B Afetação de técnicos às empresas (tempo e competências) Conhecimento do cliente (atividade, proc. Produtivo, equipamentos,...) e acompanhamento Avaliações de risco adequadas (à atividade e ao empregador) Envolvimento do empregador e dos trabalhadores Atividades coerentes Articulação efetiva seg./saúde

24 Recomendações da ACT para a melhoria da prestação de serviços externos de SST Cumprimento dos requisitos legais subjacentes à autorização Desenvolvimento das atividades legalmente previstas Exigência na qualidade das atividades desenvolvidas/prestação do serviço Responsabilidade, ética Qualificação, competências

25 ESTRATÉGIA NACIONAL DE SST Diminuição 30% de acidentes de trabalho e taxa de incidência 3 O.E. Promoção da qualidade de vida no trabalho e competitividade das empresas Diminuição dos fatores de risco associados às doenças profissionais

26 Acidentes de trabalho Acidentes de trabalho mortais Nº Total Nº Total 6 000,00 Taxa de incidência Taxa de incidência 5 000, , , , ,00 7,00 6,00 5,00 4,00 3,00 2,00 1,00 0,00 0,00

27 ESTRATÉGIA NACIONAL DE SST Melhorar a prevenção das doenças profissionais e dos acidentes de trabalho 6 Obj. Específicos Apoiar as empresas na implementação da SST, designadamente as micro, pequenas e médias empresas Promover a informação, formação, participação e cooperação nos locais de trabalho Promover o cumprimento da legislação em matéria de segurança e saúde no trabalho...

28 Externos Qualidade dos Serviços de SST A segurança é responsabilidade de todos nós! Obrigada

MÓDULO 2. Organização dos Serviços de Higiene e Saúde no Trabalho. Formadora - Magda Sousa

MÓDULO 2. Organização dos Serviços de Higiene e Saúde no Trabalho. Formadora - Magda Sousa Qualificação dos Profissionais da Administração Pública Local MÓDULO 2 Organização dos Serviços de Higiene e Saúde no Trabalho Formadora - Magda Sousa INTRODUÇÃO Se na empresa ou estabelecimento não houver

Leia mais

IV Jornadas de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho 1 de junho de 2016 TEMA: QUAIS AS OBRIGAÇÕES DE EMPREGADORES/TRABALHADORES EM MATÉRIA DE SHST?

IV Jornadas de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho 1 de junho de 2016 TEMA: QUAIS AS OBRIGAÇÕES DE EMPREGADORES/TRABALHADORES EM MATÉRIA DE SHST? IV Jornadas de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho 1 de junho de 2016 TEMA: QUAIS AS OBRIGAÇÕES DE EMPREGADORES/TRABALHADORES EM MATÉRIA DE SHST? QUAIS AS OBRIGAÇÕES DE EMPREGADORES/TRABALHADORES EM

Leia mais

III Jornadas Técnicas de Segurança e Higiene do Trabalho

III Jornadas Técnicas de Segurança e Higiene do Trabalho III Jornadas Técnicas de Segurança e Higiene do Trabalho ACT Comunicações e Autorizações Obrigatórias à ACT Ana Cristina Moreira Escola Profissional de Aveiro Auditório Eng.º Victor Matos 4 de Maio de

Leia mais

Programa Nacional de Saúde Ocupacional (PNSOC): o estado da arte

Programa Nacional de Saúde Ocupacional (PNSOC): o estado da arte Programa Nacional de Saúde Ocupacional (PNSOC): o estado da arte Carlos Silva Santos Coordenador do Programa Nacional de Saúde Ocupacional Carolina Nunes Equipa de Coordenação do Programa Nacional de Saúde

Leia mais

Ficha Informativa + Segurança

Ficha Informativa + Segurança Ficha Informativa + Segurança Saúde Edição N.º 19 Atividades Técnicas do Serviço de Segurança no Trabalho dezembro de 2016 O desenvolvimento da prevenção de riscos profissionais no local de trabalho é

Leia mais

Conhecer Melhor para Prevenir Melhor

Conhecer Melhor para Prevenir Melhor CAMPANHA IBÉRICA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO 2016/2017 Conhecer Melhor para Prevenir Melhor A CAMPANHA Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) e a Inspección de Trabajo y Seguridad Social

Leia mais

HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO

HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO Qualificação dos Profissionais da Administração Pública Local HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO Formadora - Magda Sousa MÓDULO 1 NORMATIVOS LEGAIS OBJECTIVO Interpretar e aplicar a legislação, regulamentos

Leia mais

ANEXO D - Relatório Anual da Actividade do Serviço de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho

ANEXO D - Relatório Anual da Actividade do Serviço de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho CERTIFICADO Data e hora de entrega: 2017-04-07 17:50 Chave de certificação: 35804WNB997222D MINISTÉRIO DO TRABALHO, SOLIDARIEDADE E SEGURANÇA SOCIAL Autoridade para as Condições de Trabalho Gabinete de

Leia mais

Indicadores de Saúde Ocupacional

Indicadores de Saúde Ocupacional TRABALHO, SOLIDARIEDADE E SEGURANÇA SOCIAL Indicadores de Saúde Ocupacional SANDRA MOREIRA Direção-Geral da Saúde Equipa de Coordenação do Programa Nacional de Saúde Ocupacional INÊS GONÇALVES Gabinete

Leia mais

Projecto de Proposta de Lei que altera a Lei nº 102/2009, de 10 de Setembro, que aprova o regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho

Projecto de Proposta de Lei que altera a Lei nº 102/2009, de 10 de Setembro, que aprova o regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho Projecto de Proposta de Lei que altera a Lei nº 102/2009, de 10 de Setembro, que aprova o regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho APRECIAÇÃO DA CGTP-IN Considerações gerais De acordo

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA SELEÇÃO DE EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL PROJETO ACT-APSEI-IPQ GUIAS DE APOIO À SELEÇÃO DE EPI

A IMPORTÂNCIA DA SELEÇÃO DE EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL PROJETO ACT-APSEI-IPQ GUIAS DE APOIO À SELEÇÃO DE EPI A IMPORTÂNCIA DA SELEÇÃO DE EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL PROJETO ACT-APSEI-IPQ GUIAS DE APOIO À SELEÇÃO DE EPI Seminário-Exposição Ocupacional a Agentes Químicos IPQ- 8 de maio de 2017 Contexto Necessidade

Leia mais

Resolução do Conselho de Ministros n.º 77/2015, de 10 de Setembro

Resolução do Conselho de Ministros n.º 77/2015, de 10 de Setembro Comissão Executiva da Especialização em Engenharia de Segurança ORDEM DO 16 de Dezembro, 2015 ESTRATÉGIA NACIONAL DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO 2015-2020 - Por um trabalho seguro, saudável e produtivo

Leia mais

SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO

SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO Sistemas de Responsabilidades 1 Filosofia Europeia para a SST Directiva Europeia 89/391/CEE SST: deve ser assumida nas empresas como uma obrigação de resultados(e não de meios)

Leia mais

Organização dos serviços de SST nas empresas: aspetos críticos na seleção. Rogério Filipe

Organização dos serviços de SST nas empresas: aspetos críticos na seleção. Rogério Filipe Organização dos serviços de SST nas empresas: aspetos críticos na seleção Rogério Filipe Enquadramento Em Portugal, o mercado dos serviços externos de Segurança e Saúde no Trabalho (SST), apresenta disparidades

Leia mais

José Magalhães. Fevereiro de 2013

José Magalhães. Fevereiro de 2013 SESSÃO DE ESCLARECIMENTO OBRIGAÇÕES LEGAIS NO QUADRO DA LEGISLAÇÃO LABORAL José Magalhães Fevereiro de 2013 OBRIGAÇÕES DO EMPREGADOR EM MATÉRIA DE SHST O empregador deve assegurar aos trabalhadores condições

Leia mais

ST Segurança e Higiene no Trabalho e Legislação em Vigor

ST Segurança e Higiene no Trabalho e Legislação em Vigor ST Segurança e Higiene no Trabalho e Legislação em Vigor Colóquio Saúde no Trabalho Gestão do Stress e Motivação Porto 30 de setembro Auditório do ISMAI Fonte: https://tecnologiaegestao.files.wordpress.com/2010/03/stress.gif

Leia mais

RESULTADOS RELATÓRIO ÚNICO

RESULTADOS RELATÓRIO ÚNICO RESULTADOS do RELATÓRIO ÚNICO Inês Gonçalves Gabinete de Estratégia e Estudos (GEE) / Ministério da Economia (ME) PROCESSO DE PRODUÇÃO ESTATÍSTICA RECOLHA DE DADOS TRATAMENTO E ANÁLISE DIVULGAÇÃO GEE /

Leia mais

Conhecer Melhor para Prevenir Melhor

Conhecer Melhor para Prevenir Melhor CAMPANHA IBÉRICA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO 2016/2017 Conhecer Melhor para Prevenir Melhor Os Acidentes de Trabalho Organização dos serviços de SST Realização dos exames médicos Seguro de acidentes

Leia mais

Ação 35. Catálogo de Formação

Ação 35. Catálogo de Formação Catálogo de Formação Ação 35 Empresa do Grupo: CENA CONSULTORES, ENGENHARIA E AMBIENTE, LDA. Rua Dr. Mota Pinto nº 300 3220 201 MIRANDA DO CORVO Tel.: 239 532 246 E-mail: geral@cena.com.pt Site: http//www.cena.com.pt

Leia mais

Sistema de Gestão da Prevenção em

Sistema de Gestão da Prevenção em Sistema de Gestão da Prevenção em SST Trabalho realizado por: André Andrade nº18990 Curso: Engenharia do Ambiente Data: 29/10/2008 Disciplina: PARP Índice Introdução... 3 Sistema de gestão da prevenção

Leia mais

Programa Nacional de Saúde Ocupacional:

Programa Nacional de Saúde Ocupacional: Programa Nacional de Saúde Ocupacional: 2º Ciclo 2013/2017 Carlos Silva Santos Coordenador do PNSOC A OIT (1) estima que no ano 2008 mais de 2,34 milhões tenham morrido por acidente de trabalho ou doença

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DA QUALIDADE. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a da Qualidade Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DA QUALIDADE. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a da Qualidade Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DA QUALIDADE PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a da Qualidade Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 ÁREA DE ACTIVIDADE - ENQUADRAMENTO NA ORGANIZAÇÃO/EMPRESA OBJECTIVO

Leia mais

Conteúdos sobre segurança e saúde no trabalho Organismos e instituições

Conteúdos sobre segurança e saúde no trabalho Organismos e instituições ISHST - Instituto para a Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Criado em 2004, pelo Decreto-lei n.º 171, de 17 de Julho, o Instituto para a Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho (ISHST), I. P., é o organismo

Leia mais

ANEXO D - Relatório Anual da Actividade do Serviço de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho

ANEXO D - Relatório Anual da Actividade do Serviço de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho CERTIFICADO Data e hora de entrega: 2013-04-16 16:14 Chave de certificação: 30019WVD972195I MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO Autoridade para as Condições de Trabalho MINISTÉRIO DA SAÚDE Direcção Geral

Leia mais

ANEXO D - Relatório Anual da Actividade do Serviço de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho

ANEXO D - Relatório Anual da Actividade do Serviço de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho CERTIFICADO Data e hora de entrega: 2012-06-11 13:09 Chave de certificação: 95512JNE593754N MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL Autoridade para as Condições de Trabalho Gabinete de Estratégia

Leia mais

Nota: Todos os preceitos desacompanhados de referência ao respectivo diploma pertencem ao Código do Trabalho.

Nota: Todos os preceitos desacompanhados de referência ao respectivo diploma pertencem ao Código do Trabalho. Lei n.º 53/2011 de 14 de Outubro, que procede à segunda alteração ao Código do Trabalho, aprovado em anexo à Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro, estabelecendo um novo sistema de compensação em diversas

Leia mais

GOVERNO DOS AÇORES. A M.M. Medeiros Inspeção Regional do Trabalho

GOVERNO DOS AÇORES. A M.M. Medeiros Inspeção Regional do Trabalho A RESPONSABILIDADE DO EMPREGADOR, TRABALHADOR, TÉCNICO DE SEGURANÇA E OUTROS Em conformidade com o artigo 281º. do Código do Trabalho, o trabalhador tem direito a prestar trabalho em condições de segurança

Leia mais

PROGRAMA OPERACIONAL DE APOIO À PROMOÇÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROAP)

PROGRAMA OPERACIONAL DE APOIO À PROMOÇÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROAP) PROMOÇÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO (PROAP) 15 DE JANEIRO DE 2010 PROMOÇÃO DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO 1. INTRODUÇÃO A Estratégia Nacional para a Segurança e Saúde no Trabalho, aprovada pela

Leia mais

MISSÃO VISÃO VALORES 1/5

MISSÃO VISÃO VALORES 1/5 A Administração Central do Sistema de Saúde, I.P. (ACSS, IP) é um Instituto Público, criado em 2007, integrado na administração indireta do Estado, dotado de autonomia administrativa, financeira e patrimonial

Leia mais

GUIÃO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO/ACREDITAÇÃO DE CICLOS DE ESTUDO EM FUNCIONAMENTO (AACEF) (Ensino Universitário)

GUIÃO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO/ACREDITAÇÃO DE CICLOS DE ESTUDO EM FUNCIONAMENTO (AACEF) (Ensino Universitário) GUIÃO PARA ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO/ACREDITAÇÃO DE CICLOS DE ESTUDO EM FUNCIONAMENTO (AACEF) (Ensino Universitário) Versão de 17 de maio de 2012 1 CARACTERIZAÇÃO DO CICLO DE ESTUDOS A.1. Instituição

Leia mais

Grupo Parlamentar PROPOSTA DE ALTERAÇÃO PROPOSTA DE LEI 42/XI ORÇAMENTO DO ESTADO PARA Artigo 66.º

Grupo Parlamentar PROPOSTA DE ALTERAÇÃO PROPOSTA DE LEI 42/XI ORÇAMENTO DO ESTADO PARA Artigo 66.º Grupo Parlamentar PROPOSTA DE ALTERAÇÃO PROPOSTA DE LEI 42/XI ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2011 Artigo 66.º Alteração à Lei n.º 110/2009, de 16 de Setembro 1- Os artigos 4.º e 6.º da Lei n.º 110/2009, de 16

Leia mais

CIRCULAR. Assunto: Regime Jurídico dos Fundos de Compensação do Trabalho, Mecanismo Equivalente e Fundo de Garantia de Compensação do Trabalho

CIRCULAR. Assunto: Regime Jurídico dos Fundos de Compensação do Trabalho, Mecanismo Equivalente e Fundo de Garantia de Compensação do Trabalho CIRCULAR N/ REFª: 64/15 DATA: 22/07/2015 Assunto: Regime Jurídico dos Fundos de Compensação do Trabalho, Mecanismo Equivalente e Fundo de Garantia de Compensação do Trabalho Exmos. Senhores Pelo eventual

Leia mais

REGULAMENTOS ESPECÍFICOS

REGULAMENTOS ESPECÍFICOS Programa Operacional Factores de Competitividade Deliberações CMC POFC: 16/07/2008 Assistência Técnica do POFC Entrada em vigor DA ÚLTIMA ALTERAÇÃO em 17/07/2008 Artigo 1.º Objecto O presente regulamento

Leia mais

Alteração ao regime jurídico de segurança e saúde no trabalho

Alteração ao regime jurídico de segurança e saúde no trabalho Alteração ao regime jurídico de segurança e saúde no trabalho A Lei nº. 3/2014, de 28 de janeiro, procede à segunda alteração do regime jurídico de segurança e saúde no trabalho (Lei nº.102/2009). Este

Leia mais

R T S S T Representantes dos Trabalhadores para a Segurança e Saúde no Trabalho 30 MARÇO Mário Rui Mota. Caso Prático: RTSST-Montepio (1)

R T S S T Representantes dos Trabalhadores para a Segurança e Saúde no Trabalho 30 MARÇO Mário Rui Mota. Caso Prático: RTSST-Montepio (1) 30 MARÇO 2011 Mário Rui Mota Caso Prático: RTSST-Montepio (1) RESUMO 1. Enquadramento da SST 2. SST nos serviços financeiros 3. Gestão da SST no Montepio 4. Os RTSST-Montepio 5. Conclusões Caso Prático:

Leia mais

Assunto: 1ª Alteração do Plano de Pormenor da Cidade Desportiva Justificação para não sujeição a avaliação ambiental estratégica

Assunto: 1ª Alteração do Plano de Pormenor da Cidade Desportiva Justificação para não sujeição a avaliação ambiental estratégica PLANO DE PORMENOR DA CIDADE DESPORTIVA ALTERAÇÃO NOVEMBRO DE 2015 Assunto: 1ª Alteração do Plano de Pormenor da Cidade Desportiva Justificação para não sujeição a avaliação ambiental estratégica Data:

Leia mais

BOAS PRÁTICA EM GESTÃO DE ENFERMAGEM

BOAS PRÁTICA EM GESTÃO DE ENFERMAGEM BOAS PRÁTICA EM GESTÃO DE ENFERMAGEM 2º Congresso APEGEL - 2011 DESAFIO PARA O 3º CONGRESSO ESTRATÉGICO Competências Enfermeiro Gestor Normas e Indicadores TÁTICO Por nível OPERACIONAL ESTRATÉGICO PRÁTICA

Leia mais

DESTACAMENTO DE TRABALHADORES NO ÂMBITO DE UMA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS. Lei n.º 29/2017

DESTACAMENTO DE TRABALHADORES NO ÂMBITO DE UMA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS. Lei n.º 29/2017 DESTACAMENTO DE TRABALHADORES NO ÂMBITO DE UMA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Lei n.º 29/2017 A Lei n.º 29/2017, de 30 de maio, veio transpor para a ordem jurídica interna a Diretiva 2014/67/UE, do Parlamento Europeu

Leia mais

A EXPERIÊNCIA DE MOÇAMBIQUE EM AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS

A EXPERIÊNCIA DE MOÇAMBIQUE EM AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS A EXPERIÊNCIA DE MOÇAMBIQUE EM AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS COMPETÊNCIA DO TRIBUNAL ADMINISTRATIVO Art. 228 Constituição da República O controlo da legalidade dos actos administrativos e da aplicação das

Leia mais

Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa

Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa Guião orientador Manual de Qualidade da Actividade Formativa I. INTRODUÇÃO A orientação para a qualidade deve constituir um pressuposto fundamental na actividade das entidades formadoras, traduzida na

Leia mais

Descrição da Organização e Funcionamento dos Serviços de Segurança e Saúde no Trabalho

Descrição da Organização e Funcionamento dos Serviços de Segurança e Saúde no Trabalho Descrição da Organização e Funcionamento dos Serviços de Segurança e Saúde no Trabalho A. ENQUADRAMENTO POLÍTICO-ORGANIZACIONAL A Arsenal do Alfeite, S.A., consciente da importância da qualidade dos seus

Leia mais

Proposta de Lei nº 10/XII/2ª (GOV.) (Estabelece o Estatuto do Administrador Judicial)

Proposta de Lei nº 10/XII/2ª (GOV.) (Estabelece o Estatuto do Administrador Judicial) S. R. PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA CONSELHO SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO Proposta de Lei nº 10/XII/2ª (GOV.) (Estabelece o Estatuto do Administrador Judicial) Solicitou o Senhor Presidente da Comissão

Leia mais

Segurança e Saúde no Trabalho (SST) em CIÊNCIAS

Segurança e Saúde no Trabalho (SST) em CIÊNCIAS Reunião de Trabalhadores de Ciências da ULisboa 24.2.2015 Edifico C3 Sala 3.2.16 11-13 h Objetivos: Ponto 1 da Ordem dos Trabalhos da reunião Segurança e Saúde no Trabalho (SST) em CIÊNCIAS * Defesa do

Leia mais

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO MUNICIPAL

REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO MUNICIPAL REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DO PAVILHÃO GIMNODESPORTIVO MUNICIPAL O desporto e a actividade física são elementos que contribuem para o bem-estar, para a saúde e para a qualidade de vida dos cidadãos. Assim,

Leia mais

Artigo 12.º. b) Operações que envolvam entidades não residentes em território português;

Artigo 12.º. b) Operações que envolvam entidades não residentes em território português; Regime Complementar do Procedimento de Inspeção Tributária Artigo 12.º 1 2 3 - O disposto nos números anteriores compreende, relativamente aos grandes contribuintes, a decisão antecipada, sobre a qualificação

Leia mais

Formador: Fátima Bernardo. Importância, Objectivos e Fundamentos da Segurança e Saúde no Trabalho

Formador: Fátima Bernardo. Importância, Objectivos e Fundamentos da Segurança e Saúde no Trabalho Importância, Objectivos e Fundamentos da Segurança e Saúde no Trabalho 1 CONCLUINDO A SST e a defesa do trabalhador, da comunidade e do meio ambiente Na promoção da segurança e saúde no trabalho o indivíduo

Leia mais

INFORMAÇÃO SOBRE AS NOVAS REGRAS PARA A ATRIBUIÇÃO DO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO

INFORMAÇÃO SOBRE AS NOVAS REGRAS PARA A ATRIBUIÇÃO DO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO INFORMAÇÃO SOBRE AS NOVAS REGRAS PARA A ATRIBUIÇÃO DO SUBSÍDIO DE DESEMPREGO O Governo publicou, a 15 de Março, dois diplomas em matéria de protecção no desemprego: Decreto-Lei nº 64/2012, de 15 de Março

Leia mais

PLANO TRIENAL 2008/2010

PLANO TRIENAL 2008/2010 Tribunal de Contas PLANO TRIENAL 2008/2010 (EXTRACTO) Departamento de Consultadoria e Planeamento LISBOA / 2007 ÍNDICE 1 Missão do Tribunal de Contas... 3 2. Valores... 3 3. Visão... 3 4. OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS

Leia mais

SEGURANÇA ALIMENTAR: UMA EXIGÊNCIA DO CONSUMIDOR

SEGURANÇA ALIMENTAR: UMA EXIGÊNCIA DO CONSUMIDOR SEGURANÇA ALIMENTAR: UMA EXIGÊNCIA DO CONSUMIDOR Apresentação denominação APHORT Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo Uma organização associativa, tal como as empresas de que emana

Leia mais

André Silva Saint-Gobain Weber Portugal, S.A. Contratação de Empresas Externas Aspectos da SHST

André Silva Saint-Gobain Weber Portugal, S.A. Contratação de Empresas Externas Aspectos da SHST André Silva Saint-Gobain Weber Portugal, S.A. Contratação de Empresas Externas Aspectos da SHST Escola Profissional de Aveiro Auditório Eng.º Victor Matos 4 de Maio de 2011 Aspectos da SHST na Contratação

Leia mais

26 e 27 de NOVEMBRO Sede APSEI (Sacavém)

26 e 27 de NOVEMBRO Sede APSEI (Sacavém) 26 e 27 de NOVEMBRO Sede APSEI (Sacavém) LOGO 1ª EMPRESA NA DISTRIBUIÇÃO EM PORTUGAL 2ª NO MUNDO COM CERTIFICAÇÃO EM RESPONSABILIDADE SOCIAL A LOJA JUMBO LOGO 3 ORGANIZAÇÃO Director Geral Segurança Nacional

Leia mais

O CASO MONTEPIO (CEMG)

O CASO MONTEPIO (CEMG) 4.ª CONFERÊNCIA FACTORES HUMANOS E PRODUTIVIDADE DESAFIOS NA ENGENHARIA INDUSTRIAL SECTOR SERVIÇOS Monte da Caparica, 2007-Janeiro-12 HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO COMISSÕES DE SHST E PRODUTIVIDADE O

Leia mais

Responsabilidade Ambiental Obrigações do operador no âmbito do Regime RA. Vera Lopes, 27 de Junho, Alfragide

Responsabilidade Ambiental Obrigações do operador no âmbito do Regime RA. Vera Lopes, 27 de Junho, Alfragide Responsabilidade Ambiental Obrigações do operador no âmbito do Regime RA Vera Lopes, 27 de Junho, Alfragide Índice Decreto-Lei n.º 147/2008, de 29 de Julho Obrigações do operador Formulário de reporte

Leia mais

Responsabilidade do adquirente de serviços de segurança: realidade e miragem

Responsabilidade do adquirente de serviços de segurança: realidade e miragem serviços de segurança: realidade e miragem Rogério Alves 1 LOGO AES O que somos, o que queremos, o que fazemos Fundação: 1990 Objeto: promoção entre os associados e no seu sector de atividade, de princípios

Leia mais

VII Jornadas Técnicas de Segurança no Trabalho. Apresentação das campanhas da ACT

VII Jornadas Técnicas de Segurança no Trabalho. Apresentação das campanhas da ACT Apresentação das campanhas da ACT Se não há dinheiro para a carruagem, filma-se a roda, mas filma-se bem a roda! Informação e Sensibilização ACT 2015 Objetivos da Campanha Objetivo Estratégico

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 36/XII. Exposição de Motivos

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 36/XII. Exposição de Motivos Proposta de Lei n.º 36/XII Exposição de Motivos O Estado Português, através da assinatura do Memorando de Políticas Económicas e Financeiras, assumiu perante a União Europeia, o Fundo Monetário Internacional

Leia mais

MODELO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE. 9 de Janeiro de

MODELO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE. 9 de Janeiro de MODELO DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE 9 de Janeiro de 2010 1 Modelo CRITÉRIOS RIOS MEIOS CRITÉRIO 1. LIDERANÇA, PLANEAMENTO E ESTRATÉGIA Como a gestão desenvolve e prossegue a missão, a visão e os valores da

Leia mais

VOCÊ SABE. O que faz o formador? Quais os requisitos de acesso à profissão de formador? O que é a habilitação própria para a docência?

VOCÊ SABE. O que faz o formador? Quais os requisitos de acesso à profissão de formador? O que é a habilitação própria para a docência? VOCÊ SABE O que faz o formador? Quais os requisitos de acesso à profissão de formador? O que é a habilitação própria para a docência? Setembro 2014 www.in-formacao.com.pt Formador/a O formador é o técnico

Leia mais

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

O CONGRESSO NACIONAL decreta: REDAÇÃO FINAL PROJETO DE LEI Nº 4.302-E DE 1998 Altera dispositivos da Lei nº 6.019, de 3 de janeiro de 1974, que dispõe sobre o trabalho temporário nas empresas urbanas e dá outras providências; e dispõe

Leia mais

O Sistema de Gestão de Responsabilidade Social

O Sistema de Gestão de Responsabilidade Social Securitas Portugal O Sistema de Gestão de Responsabilidade Social Agosto de 2016 1 O Sistema de Gestão da Responsabilidade Social A SECURITAS desenvolveu e implementou um Sistema de Gestão de aspetos de

Leia mais

Política de Gestão do Risco de Compliance

Política de Gestão do Risco de Compliance Política de Gestão do Risco de Compliance Classificação: Público Última Atualização: 23 de dezembro de 2016 ÍNDICE 1. ÂMBITO... 3 2. SISTEMA DE CONTROLO INTERNO... 3 3. RISCO DE COMPLIANCE E FUNÇÃO DE

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE CASTELO BRANCO REGULAMENTO DAS SELECÇÕES DISTRITAIS

ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE CASTELO BRANCO REGULAMENTO DAS SELECÇÕES DISTRITAIS ASSOCIAÇÃO DE FUTEBOL DE CASTELO BRANCO REGULAMENTO DAS SELECÇÕES DISTRITAIS ÍNDICE Capítulo I página 3 Participação na Selecção Distrital Artigo 1º - Principio geral Artigo 2º - Participação na Selecção

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 40/XIII. Exposição de Motivos

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 40/XIII. Exposição de Motivos Proposta de Lei n.º 40/XIII Exposição de Motivos A aprovação de uma Lei de programação de infraestruturas e equipamentos para as Forças e Serviços de Segurança do Ministério da Administração Interna (Lei

Leia mais

De destacar, a obrigatoriedade de igualdade de tratamento, pelo Empregador, entre o Trabalhador Nacional e o Trabalhador Estrangeiro.

De destacar, a obrigatoriedade de igualdade de tratamento, pelo Empregador, entre o Trabalhador Nacional e o Trabalhador Estrangeiro. O Decreto n.º 6/01, de 19 de Janeiro aprova o Regulamento Sobre o Exercício da Actividade Profissional do Trabalhador Estrangeiro Não Residente, quer no sector público, quer no sector privado, tendo entrado

Leia mais

1802 Diário da República, 1.ª série N.º de Março de 2009

1802 Diário da República, 1.ª série N.º de Março de 2009 1802 Diário da República, 1.ª série N.º 56 20 de Março de 2009 actualiza o regime jurídico de protecção social na eventualidade desemprego. Artigo 2.º Prorrogação 1 É prorrogada, por um período de seis

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Programa Nacional de Saúde Ocupacional

Direcção-Geral da Saúde Programa Nacional de Saúde Ocupacional Programa Nacional de Saúde Ocupacional Assunto: Saúde do Trabalho/ Saúde Ocupacional nas Unidades de Saúde Pública DATA: Dezembro 2012 Contacto: Coordenador do Programa Nacional de Saúde Ocupacional 1.

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA 554 Diário da República, 1.ª série N.º 19 28 de janeiro de 2014 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 3/2014 de 28 de janeiro Procede à segunda alteração à Lei n.º 102/2009, de 10 de setembro, que aprova o regime

Leia mais

QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO 2008 FCT

QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO 2008 FCT QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO 2008 Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Visão: Objectivos Estratégicos (OE): OE 1. Fomentar o desenvolvimento da competência científica e tecnológica

Leia mais

Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Gestão e Qualidade (GGQ)

Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Gestão e Qualidade (GGQ) Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Gestão e Qualidade (GGQ) 1 Índice I Disposições Legais...3 Artigo 1º - Objecto e âmbito de aplicação... 3 II Modelo Organizacional... 3 Artigo 2º - Definição

Leia mais

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO E AMBIENTE PLANO DE ESTUDOS

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO E AMBIENTE PLANO DE ESTUDOS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO E AMBIENTE PLANO DE ESTUDOS Componentes de Formação Componente de Formação Sociocultural Português (b) Língua Estrangeira I ou II (c) Área

Leia mais

Editorial. Prevenção de Riscos Profissionais. julho Boletim Informativo PRP. PRP Boletim de Prevenção de Riscos Profissionais

Editorial. Prevenção de Riscos Profissionais. julho Boletim Informativo PRP. PRP Boletim de Prevenção de Riscos Profissionais Boletim Informativo PRP Prevenção de Riscos Profissionais Editorial A utilização do trabalho temporário em Portugal tem vindo a constituir-se como um recurso cada vez mais utilizado pelas empresas. Tal

Leia mais

BOAS PRÁTICAS DE SST NA ANA, Aeroportos de Portugal

BOAS PRÁTICAS DE SST NA ANA, Aeroportos de Portugal BOAS PRÁTICAS DE SST NA ANA, Aeroportos de Portugal ANA, Aeroportos de Portugal SST _ BOAS PRÁTICAS Luísa Amaral 2017/05/26 1 QUEM SOMOS QUEM SOMOS ANA AEROPORTOS DE PORTUGAL Grupo ANA (ANA e Portway)

Leia mais

RELATÓRIO DE EXECUÇÃO 2015 PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS

RELATÓRIO DE EXECUÇÃO 2015 PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS RELATÓRIO DE EXECUÇÃO 2015 PLANO DE GESTÃO DE RISCOS DE CORRUPÇÃO E INFRAÇÕES CONEXAS Elaborado: Serviço de Auditoria Interna Data: 22.03.2016 Aprovado: Conselho de Administração Aprovado na reunião n.º

Leia mais

Decreto n.º 6/01 de 19 de Janeiro - Regulamento sobre o Exercício da Actividade Profissional do Trabalhador Estrangeiro Não Residente

Decreto n.º 6/01 de 19 de Janeiro - Regulamento sobre o Exercício da Actividade Profissional do Trabalhador Estrangeiro Não Residente Decreto n.º 6/01 de 19 de Janeiro - Regulamento sobre o Exercício da Actividade Profissional do Trabalhador Estrangeiro Não Residente e-mail: geral@info-angola.com portal: www.info-angola.com Página 1

Leia mais

Campanha de Prevenção da Exposição. grão a grão. ACT - Direcção Regional do Centro. Domitília Gomes

Campanha de Prevenção da Exposição. grão a grão. ACT - Direcção Regional do Centro. Domitília Gomes grão a grão destrói-te te o pulmão Domitília Gomes 17-Dez Dez-2008 Enquadramento Legal Decreto-Lei n.º 44 308/62, de 27 de Abril Prevenção Médica M da Silicose Trabalhos susceptíveis de dar origem à silicose

Leia mais

AUTORIZAÇÃO DAS ENTIDADES PRESTADORAS DE SERVIÇOS EXTERNOS DE SAÚDE NO TRABALHO

AUTORIZAÇÃO DAS ENTIDADES PRESTADORAS DE SERVIÇOS EXTERNOS DE SAÚDE NO TRABALHO AUTORIZAÇÃO DAS ENTIDADES PRESTADORAS DE SERVIÇOS EXTERNOS DE SAÚDE NO TRABALHO DEFINIÇÃO DE CRITÉRIOS A ADOTAR NA ANÁLISE E DECISÃO DOS PROCESSOS Na sequência da entrada em vigor da Lei nº 102/2009, de

Leia mais

1. DEFINIÇÃO, ANTECEDENTES E VISÃO DA ENAAC 2020

1. DEFINIÇÃO, ANTECEDENTES E VISÃO DA ENAAC 2020 Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas (ENAAC 2020) Avaliação do âmbito de aplicação do Decreto-Lei n.º 232/2007, de 15 de junho 1. DEFINIÇÃO, ANTECEDENTES E VISÃO DA ENAAC 2020 A Estratégia

Leia mais

Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea g) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea g) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea g) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: ( ) Artigo 116.º Alteração ao Código dos Regimes Contributivos

Leia mais

A Regulação e o Desenvolvimento das Energias Renováveis em Cabo Verde

A Regulação e o Desenvolvimento das Energias Renováveis em Cabo Verde AGÊNCIA DE REGULAÇÃO ECONOMICA Seminário Boa Governação em Energias Renováveis 29 de Junho 1 de Julho de 2015 São Tomé e Príncipe A Regulação e o Desenvolvimento das Energias Renováveis em Cabo Verde Apresentação

Leia mais

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho

Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho O QUE DIZ A LEI Todos os trabalhadores têm direito à prestação de trabalho em condições de segurança, higiene e saúde, competindo ao empregador assegurar estas condições

Leia mais

Lei n.º 28/2016, de 23/08/2016

Lei n.º 28/2016, de 23/08/2016 Lei n.º 28/2016, de 23/08/2016 Combate as formas modernas de trabalho forçado, procedendo à: - 11ª alteração à Lei n.º 7/2009, de 12/02, que aprova o Código do Trabalho (altera artº 174º e 551º); - 5ª

Leia mais

REGIME GERAL DAS TAXAS DAS AUTARQUIAS LOCAIS. CAPÍTULO I Princípios gerais

REGIME GERAL DAS TAXAS DAS AUTARQUIAS LOCAIS. CAPÍTULO I Princípios gerais REGIME GERAL DAS TAXAS DAS AUTARQUIAS LOCAIS CAPÍTULO I Princípios gerais Artigo 1.º Âmbito 1 A presente lei regula as relações jurídico-tributárias geradoras da obrigação de pagamento de taxas às autarquias

Leia mais

Évora 27 de Novembro de 2009 O Papel do Estado na Prevenção de Riscos Profissionais

Évora 27 de Novembro de 2009 O Papel do Estado na Prevenção de Riscos Profissionais Évora 27 de Novembro de 2009 O Papel do Estado na Prevenção de Riscos Profissionais O papel do Estado na PRP Organismos que nos antecederam Documentos estratégicos O papel do Estado na PRP As Campanhas

Leia mais

Portugal 2020 Investir no futuro. R&D and Government Incentives

Portugal 2020 Investir no futuro. R&D and Government Incentives Portugal 2020 Investir no futuro R&D and Government Incentives 1 Qualificação e Internacionalização (QI) das Pequenas e Médias Empresas (PME) Síntese Tipologias de projetos Atividades económicas elegíveis

Leia mais

Revisor Data da Revisão Controlo de Versão. Natalia Costa, Carlos Costa 13/02/

Revisor Data da Revisão Controlo de Versão. Natalia Costa, Carlos Costa 13/02/ REGULAMENTO DE UTILIZAÇÃO DA REDE DE INFORMAÇÃO DA SAÚDE Revisor Data da Revisão Controlo de Versão Natalia Costa, Carlos Costa 13/02/2017 2.0 A Rede de Informação da Saúde (RIS) é uma rede privada multimédia

Leia mais

Portugal 2020 Investir no futuro. R&D and Government Incentives

Portugal 2020 Investir no futuro. R&D and Government Incentives Portugal 2020 Investir no futuro R&D and Government Incentives 1 Qualificação e Internacionalização (QI) das Pequenas e Médias Empresas (PME) Síntese Tipologias de projetos Atividades económicas elegíveis

Leia mais

Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Apoio à Qualidade (GAQ)

Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Apoio à Qualidade (GAQ) Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Apoio à Qualidade (GAQ) 1 Índice I Disposições Legais... 3 Artigo 1º - Objecto e âmbito de aplicação... 3 II Modelo Organizacional... 3 Artigo 2º - Definição

Leia mais

Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social. Programa EaSI. Antonieta Ministro

Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social. Programa EaSI. Antonieta Ministro Programa EaSI É um instrumento de financiamento, a nível europeu, gerido diretamente pela Comissão Europeia, para apoiar o emprego, a política social e a mobilidade profissional em toda a UE Visa contribuir

Leia mais

Sistemas de Incentivos do QREN

Sistemas de Incentivos do QREN Sistemas de Incentivos do QREN Sistemas de Incentivos do QREN 1. Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME 2. Sistema de Incentivos à Inovação 3. Sistema de Incentivos à Investigação

Leia mais

Capítulo I Disposições Gerais. Preâmbulo. Artigo 1º - Objeto. Artigo 2º - Competências Gerais do Serviço de Relações Externas

Capítulo I Disposições Gerais. Preâmbulo. Artigo 1º - Objeto. Artigo 2º - Competências Gerais do Serviço de Relações Externas Capítulo I Disposições Gerais Preâmbulo De acordo com os estatutos do Instituto Politécnico de Viseu (IPV), e tal como referenciado no nº5 do Artigo 82º, os Serviços de Relações Externas, doravante designados

Leia mais

Relatório de auditoria

Relatório de auditoria gabinete de auditoria interna Relatório de auditoria SIADAP 2012 sistema integrado de gestão e avaliação do desempenho na administração pública programa 2012 n.º1 >2014 Página1 Índice A. SUMÁRIO EXECUTIVO...

Leia mais

AUTORIZAÇÃO N.º ICP ANACOM - 2/ SP

AUTORIZAÇÃO N.º ICP ANACOM - 2/ SP AUTORIZAÇÃO N.º ICP ANACOM - 2/2012 - SP O Vice-Presidente do Conselho de Administração do ICP-Autoridade Nacional de Comunicações (ICP-ANACOM), decide, nos termos do artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 150/2001,

Leia mais

DECRETO N.º 41/XI. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:

DECRETO N.º 41/XI. A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte: DECRETO N.º 41/XI Derrogação do sigilo bancário (21.ª alteração à Lei Geral Tributária, aprovada pelo Decreto-Lei n.º 398/98, de 17 de Dezembro, e segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 62/2005, de 11 de

Leia mais

Alto Comissariado da Saúde

Alto Comissariado da Saúde Alto Comissariado da Saúde QUAR 2010 Projecto de Parecer emitido pelo Alto Comissariado da Saúde (GPEARI do Ministério da Saúde) com Análise Crítica da Auto-Avaliação da Direcção-Geral da Saúde Setembro

Leia mais

Regulamento do Programa Valorização Profissional

Regulamento do Programa Valorização Profissional Regulamento do Programa Valorização Profissional 1 - Objectivos: a) Qualificar activos que se encontram em períodos temporários de inactividade por baixa de actividade sazonal comprovada, através de Planos

Leia mais

REGIME DOS TRABALHADORES INDEPENDENTES

REGIME DOS TRABALHADORES INDEPENDENTES REGIME DOS TRABALHADORES INDEPENDENTES TERESA FERNANDES 1 REGIME DOS TRABALHADORES INDEPENDENTES Âmbito Pessoal Âmbito Material Relação Jurídica de Vinculação Relação Jurídica Contributiva 2 ÂMBITO PESSOAL

Leia mais

Nota de enquadramento à norma de redução remuneratória

Nota de enquadramento à norma de redução remuneratória Nota de enquadramento à norma de redução remuneratória 1. A norma da redução remuneratória assegura uma diminuição global de 5% na despesa com remunerações, conjugando-se com o impedimento de quaisquer

Leia mais

Artigo 2.º. 1 A presente lei transpõe para a ordem jurídica. 12 de junho, relativa à aplicação de medidas destinadas

Artigo 2.º. 1 A presente lei transpõe para a ordem jurídica. 12 de junho, relativa à aplicação de medidas destinadas 554 Artigo 2.º 1 A presente lei transpõe para a ordem jurídica Procede à segunda alteração à Lei n.º 102/2009, de 10 de setembro, que aprova o regime jurídico da promoção da segurança e saúde no trabalho,

Leia mais

Carta de Missão. Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves

Carta de Missão. Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves Carta de Missão Ministério da Economia e do Emprego Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves Diretor De de de 201. a.. de. de 201 1. Missão do organismo O Gabinete de Prevenção e

Leia mais

Guia Sudoe - Para a elaboração e gestão de projetos Versão Portuguesa Ficha 8.4 Custos de peritos e serviços externos

Guia Sudoe - Para a elaboração e gestão de projetos Versão Portuguesa Ficha 8.4 Custos de peritos e serviços externos Guia Sudoe - Para a elaboração e gestão de projetos Versão Portuguesa Ficha 8.4 Custos de peritos e serviços externos 2 Ficha 8.4 Custos de peritos e serviços externos Índice 1 Custos de peritos e serviços

Leia mais