INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO

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2 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO A norma brasileira para instalações elétricas de baixa tensão é a NBR 5410 Fixa as condições que as instalações de baixa tensão devem atender; Primeira edição de 1941; É baseada na norma internacional IEC 60364: Electrical Installations of Buildings desde da década de 80; 2

3 NBR 5410 Estabelece as condições que as instalações elétricas de baixa tensão devem satisfazer Objetivo: garantir a segurança de pessoas e animais, o funcionamento adequado da instalação e conservação dos bens. Última versão de Válida desde 31 de março de

4 CAMPO DE APLICAÇÃO Edificações residenciais, comerciais industriais e institucionais; Estabelecimentos agropecuários e hortigranjeiros; Edificações pré-fabricadas, locais de acampamentos Instalações Temporárias (canteiros de obras, feiras, exposições, etc) 4

5 A NBR 5410 NÃO SE APLICA Instalações de tração elétrica; Instalações elétricas de veículos automotores; Instalações elétricas de embarcações e aeronaves; Equipamentos para supressão de perturbações radioelétricas, na medida que não comprometam a segurança das instalações; Instalações de iluminação pública; 5

6 A NBR 5410 NÃO SE APLICA Redes públicas de distribuição de energia elétrica; Instalações de proteção contra quedas diretas de raios. (a norma considera as conseqüências dos fenômenos atmosféricos sobre as instalações); Instalações em minas; Instalações de cercas eletrificadas (ver IEC ). 6

7 COMPLEMENTAÇÕES DA NBR 5410 NBR Instalações elétricas em locais de afluência de público - Requisitos específicos (cinemas, teatros, danceterias, escolas) NBR Instalações elétricas em estabelecimentos assistenciais de saúde - Requisitos para segurança (hospitais, ambulatórios, unidades sanitárias, clínicas médicas, clínicas veterinárias e odontológicas) 7

8 INSTALAÇÃO ELÉTRICA Conjunto de componentes elétricos, associados ou com características coordenadas entre si, constituído para uma finalidade determinada. Podem ser classificadas como: Baixa Tensão (BT): U N 1000V em ca, ou U N 1500V em cc. Alta Tensão (AT): U N > 1000V em ca, ou U N > 1500V em cc. Extra-baixa tensão: U N 50V em ca, ou U N 120V em cc. 8

9 INSTALAÇÃO ELÉTRICA Conjunto de componentes elétricos, associados ou com características coordenadas entre si, constituído para uma finalidade determinada. Podem ser classificadas como: Baixa Tensão (BT): U N 1000V em ca, ou U N 1500V em cc. Alta Tensão (AT): U N > 1000V em ca, ou U N > 1500V em cc. Extra-baixa tensão: U N 50V em ca, ou U N 120V em cc. 9

10 INSTALAÇÃO PREDIAL É qualquer instalação contida numa edificação INSTALAÇÃO TEMPORÁRIA É uma instalação prevista para uma duração limitada às circunstâncias que a motivam. São admitidas durante o período de construção, reforma, manutenção, reparo ou demolição de edificações, estruturas, equipamentos ou atividades similares. 10

11 ALIMENTAÇÃO EM INSTALAÇÕES DE BT Diretamente em baixa tensão: situação mais comum Por transformador exclusivo (edificações de uso coletivo, por exemplo) Em alta tensão, através de subestação: indústrias de médio e grande porte Por fonte própria em baixa tensão (é o caso dos sistemas para serviço de segurança) 11

12 ALIMENTAÇÃO EM INSTALAÇÕES DE BT 12

13 ESQUEMAS DE CONDUTORES NBR

14 COMPONENTES DA INSTALAÇÃO Equipamento elétrico: é uma unidade funcional, que gera, transmite, distribui ou utiliza energia elétrica Linha elétrica: é o conjunto de um ou mais condutores com seus elementos de fixação e suporte e, se for o caso, de proteção mecânica, destinado a transportar energia ou transmitir sinais elétricos. 14

15 COMPONENTES DA INSTALAÇÃO Dispositivo elétrico é ligado a um circuito com o objetivo de desempenhar uma ou mais das seguintes funções: Manobra Comando Proteção Seccionamento Conexão. 15

16 DEFINIÇÕES E CONCEITOS Isolação: é o material isolante utilizados para impedir a circulação entre partes condutoras. Falta elétrica: é o contato ou arco acidental num circuito ou equipamento energizado. Curto-circuito Capacidade de condução de corrente Corrente de projeto Corrente de fuga (Idr) Sobrecorrente Atenção: Falha e Defeito não são sinônimos de falta 16

17 INFLUÊNCIAS EXTERNAS A instalação está associada ao ambiente que se encontra (influência externa) Logo, condições ambientais devem ser consideradas nas medidas garantidoras de segurança A classificação das influências externas é um dos pilares da NBR

18 INFLUÊNCIAS EXTERNAS Característica Meio Ambiente: AA = temperatura ambiente; AC = altitude; AD = presença de água; AE = presença de corpos sólidos; AF = presença de substâncias corrosivas ou poluentes; AG = choques mecânicos; AH = vibrações; AK = presença de flora e mofo; AL = presença de fauna; AM = influências eletromagnéticas, eletrostáticas ou ionizantes; AN = radiações solares; AQ = raios. 18

19 INFLUÊNCIAS EXTERNAS Categoria: utilização BA = competência das pessoas; BB = resistência elétrica do corpo humano; BC = contato das pessoas com o potencial da terra; BD = condições de fuga das pessoas em emergências; e BE = natureza dos materiais processados ou armazenados. Categoria: construção dos prédios: CA = materiais de construção; e CB = estrutura dos prédios. 19

20 GRAUS DE PROTEÇÃO (IP) 20

21 21

22 INSTALAÇÕES DE BT Condutores mal identificados Padrão de cores utilizado para identificação dos condutores (NBR 5410:2004): 22

23 TEMPERATURAS CABOS ISOLADOS 23

24 TOMADAS Todas as tomadas de corrente fixas das instalações devem ser do tipo com contato de aterramento (PE). Devem ser do tipo 2P+T 24

25 25

26 CRITÉRIOS PRA O DIMENSIONAMENTO A seção dos condutores deve ser determinada de forma a que sejam atendidos no mínimo os critérios definidos na NBR

27 SEÇÃO (BITOLA) MÍNIMA DOS CONDUTORES CircuitosdeIluminação: 1,5 mm 2 Circuitos de Força (incluem tomadas de uso geral) : 2,5 mm 2 27

28 CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE Leva em consideração os efeitos térmicos A NBR 5410 apresenta tabelas para determinação da seção dos condutores Para utilização dessas tabelas, é necessário traduzir os dados para a situação real 28

29 QUEDA DE TENSÃO MÁXIMA Alimentadas por ramal de baixa tensão (5%) Transformador/gerador próprio (7%) 7% 5% 29

30 SOBRECARGA E CURTO-CIRCUITO Importante: A proteção dos condutores realizada de acordo com esta seção não garante necessariamente a proteção dos equipamentos ligados a esses condutores. Por exemplo, não se pode esperar que um disjuntor de 20 A, situado no quadro de distribuição de uma residência, e ao qual esteja ligado um condutor de 2,5 mm2, consiga proteger adequadamente contra sobrecorrentes um notebook (corrente solicitada baixa) 30

31 DIMENSIONAMENTO DOS CONDUTORES Geralmente o critério de capacidade de condução de corrente é o mais importante na prática Porém, deve-se testar todos os critérios. A bitola escolhida deverá ser a maior 31

32 QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO Devem ser instalados em locais de fácil acesso Deve ser reservado um espaço de reserva no quadro (depende do número de circuitos): no mínimo reserva para 2 circuitos 32

33 OS QDS RESIDENCIAIS DEVEM SER ENTREGUES COM A SEGUINTE ADVERTÊNCIA 33

34 DIVISÃO DE CIRCUITOS 34

35 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE MÉDIA TENSÃO A norma brasileira para instalações elétricas de baixa tensão é a NBR Tensão nominal: de 1,0kV a 36,2kV Não inclui as redes de distribuição das empresas concessionárias de energia elétrica. Essa norma estabelece critérios específicos de segurança para as subestações consumidoras, incluindo acesso, parâmetros físicos e de infraestrutura 35

36 A NBR NÃO SE APLICA Instalações elétricas de concessionários dos serviços de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica Às instalações de cercas eletrificadas Trabalhos em circuitos energizados 36

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