Universidade Técnica de Lisboa Instituto Superior Técnico. Guia de Laboratório de Gestão de Redes e Sistemas Dsitribuídos

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1 Universidade Técnica de Lisboa Instituto Superior Técnico Guia de Laboratório de Gestão de Redes e Sistemas Dsitribuídos Teresa Maria Sá Ferreira Vazão Vasques LERCI LEIC Versão 3.0 Setembro de 2005

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3 Conteúdo 1 Introdução Objectivos Componente laboratorial Manual de laboratório Estrutura Metodologia de trabalho Estruturação dos trabalhos Modelo de funcionamento Planeamento Informação Equipamentos existentes Documentação Ferramentas disponíveis Ferramentas de configuração Ferramentas de diagnóstico/ Ferramentas de gestão Ferramentas de geração de carga Manual de configuração Estrutura geral Estrutura detalhada Secção de Identificação Funcionalidades Plataforma de teste Configuração Plano de testes Resultado dos testes Avaliação Norma de apresentação i

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5 Capítulo 1 Introdução 1.1 Objectivos Componente laboratorial A componente laboratorial da disciplina de Gestão de Redes e de Sistemas Distribuídos tem por objectivos: Colocar os alunos em contacto com diferentes tecnologias e equipamentos, possibilitandolhes a descoberta das suas funcionalidades, de forma tão autónoma quanto possível. Dotar os alunos da capacidade de configurar equipamentos, efectuar testes funcionais e de desempenho, bem como gerir uma rede. Dotar os alunos da capacidade de elaboração de relatórios técnicos, que possam ser utilizados como documentação. Fomentar a capacidade de planeamento e de trabalho em equipa, de forma a que consigam atingir os objectivos mínimos propostas para cada trabalho Manual de laboratório Este manual tem por objectivo orientar os alunos na realização da componente laboratorial da disciplina de Gestão de Redes e de Sistemas Distribuídos, sem contudo limitar a sua experiência de aprendizagem autónoma e estruturada. São objectivos deste manual: 1 Definir a metodologia de trabalho em laboratório. Calendarizar as experiências a realizar. Definir, para cada experiância, os objectivos mínimos a atingir. Fornecer indicações sobre as características dos equipamentos disponíveis no laboratório. Fornecer informação sobre a documentação existente. Fornecer informação sobre as ferramentas disponíveis para a realização e teste de trabalhos.

6 1. INTRODUÇÃO Não é objectivo deste manual: Conduzir os alunos na realização de cada experiência Estrutura O presente manual está organizado em cinco capítulos: Introdução descreve os objectivos da componente laboratorial, o tipo de apoio que pode ser encontrado neste manual e a estrutura do mesmo. Metodologia de trabalho apresenta a metodologia de trabalho a utilizar na componente laboratorial da disciplina. Informação descreve a documentação existente, equipamento e ferramentas de teste disponíveis. Manual de configuração descreve uma estrutura tipo do manual de configuração a produzir por cada grupo de alunos, no final da cada trabalho. 2

7 Capítulo 2 Metodologia de trabalho 2.1 Estruturação dos trabalhos Os trabalhos de laboratório repartem-se em três temas diferentes, que correspondem a três aspectos fundamentais que são objecto de estudo da disciplina, nomeadamente: Tema 1 Configuração de equipamentos, utilizando para tal equipamento comerciais. Tema 2 Configuração de serviços],usando para tal software open source, usualmente utilizado para o efeito. Tema 3 Gestão de redes, utilizando ferramentas comerciais ou software open source, de uso generalizado. Dentro de cada tema, existem vários trabalhos disponíveis, os quais se indica na tabela 2.1. Tema Trabalho Id-Trabalho Configuração de rede Pontos de Acesso Conf_Rede_T1 Comutadores Conf_Rede_T2 Terminadores de túneis Conf_Rede_T3 Encaminhadores Conf_Rede_T4 Configuração de serviços Gestão de Nomes Conf_Serv_T1 Servidor WWW Conf_Serv_T2 Correio Electrónico Conf_Serv_T3 Gestão de rede Monitorização de Rede Gestão_T1 Gestão de Alarmes Gestão_T2 Gestão de Desempenho Gestão_T3 Tabela 2.1: Estrutura dos trabalhos de avaliação 2.2 Modelo de funcionamento Os alunos organizam-se em 6 grupos, tendo de realizar três trabalhos de avaliação, cada um dos quais pertencendo a um tema diferente. Dentro de cada tema, os alunos podem 3

8 2. METODOLOGIA DE TRABALHO escolher o trabalho que pretendem realizar. No entanto, sugere-se que em cada turno todos os trabalhos sejam realizados. Para cada trabalho estão previstos três tipos de aulas: Aulas de aquisição de conhecimentos, nas quais os alunos tomam contacto com a tecnologia, identificam as funcionalidades disponíveis nos equipamentos e programam e realizam a sua actividade subsequente. Aulas de apresentação de trabalhos, nas quais os alunos demonstram o resultado do seu trabalho e entregam o manual de configuração, resultante do trabalho realizado. O manual deverá vir previamente preparado, podendo ser entregue, por , 24 horas após a apresentação do trabalho. Aulas de avaliação de trabalhos, nas quais os alunos avaliam o trabalho realizado por outro grupo de colegas, através da realização da experiência efectuado por esse grupo, utilizando como guião o manual de laboratório que o grupo elaborou. No final da aula, o resultado da avaliação deverá ser entregue, por escrito, ao corpo docente e comunicado, oralmente, ao grupo avaliado. A avaliaçãp deverá estar devidamente fundamentada. No final do semestre realizar-se-á uma discussão final dos trabalhos, que envolve os trabalhos realizados e as avaliações efectuadas. Existem vários turnos a utilizar o laboratório durante o semestre. Para permitir uma gestão racional dos recursos, no final de cada aula os alunos devem limpar as configurações que tiverem realizado. Recomenda-se portanto que anotem os seus valores, de forma a que possam repor a situação com facilidade, no início da aula seguinte. 2.3 Planeamento O semestre está organizado conforme se ilustra na tabela 2.2. Semana Trabalho Actividade Comentários Semana 1 Organização dos grupos e selecção do trabalhos Semana 2 Trabalho 1 Estudo Tema 1: G1 a G3; Tema 2: G4 a G6 Semana 3 Realização Semana 4 Apresentação/Entrega Semana 5 Avaliação G1->G2; G2->G3; G3->G4; G4->G5; G5->G6 Semana 6 Trabalho 2 Estudo Tema 1: G4 a G6; Tema 3: G1 a G3 Semana 7 Realização Semana 8 Apresentação/Entrega Semana 9 Avaliação G1->G3; G2->G4; G3->G5; G4->G6; G5->G1; G6->G2 Semana 10 Trabalho 3 Estudo Tema 3: G1 a G6 Semana 11 Realização Semana 12 Apresentação/Entrega Semana 13 Avaliação G1->G4; G2->G5; G3->G6; G4->G1; G5->G2; G6->G3 Tabela 2.2: Estrutura de funcionamento do semestre A distribuição dos grupos a avaliar poderá ser alterada, afim de garantir que nenhum grupo avalia um trabalho que já tenha realizado. 4

9 Capítulo 3 Informação 3.1 Equipamentos existentes O laboratório dispõe dum conjunto de equipamentos destinados a utilização no âmbito dos trabalhos de configuração de rede e de serviços. Estes equipamentos não fazem parte da infra-estrutura que está montada nos bastidores do laboratório, devendo ser guardados no armário no final da aula, juntamente com os cabos, respectivos. São eles: Pontos de Acesso 2 APs, modelo Wireless LAN 2220, com uma interface Ethernet 10/100Mb/s, uma interface a e b e uma interface série para a consola de gestão. Placas placas wireless com suporte a e b, para colocar nos portáteis. Switches 1 switch, modelo BayStack420, de 24 portas Ethernet 10/100 Mb/s e uma porta série para a consola de gestão; 1 switch, modelo Passport 1600, com 48 portas Ethernet 10/100 Mb/s e uma porta série para a consola de gestão. Gateways 2 gateways, modelo Contivity, com duas interface Ethernet - uma pública e outra privada - e uma interface série para aceder à consola de gestão. Cabos alimentação, série e Ethernet (directos ou cruzados). Alguns destes equipamentos possuem outras interfaces, não tendo sido efectuada nenhuma descrição das funcionalidades que permitem implementar. Sugiro que as descumbram por vós mesmos! Existe ainda uma rede previamente montada, a qual será objecto de utilização do último conjunto de trabalhos. Esta rede está configurada, sem funcionalidades adicionais, fornecendo os serviços básicos de conectividade. O desenho da rede será fornecido oportunamente. Para além dos equipamentos activos, existe um conjunto de sistemas terminais, constituído por Desktops e Portáteis. Cada um deles está equipado com os Sistemas Operativos MS Windows XP e Debian/GNU/Linux. Pretende-se que os alunos não se fixem num dado sistema operativo particular, devendo ser capazes de permutarem de sistema, sem dificuldades de maior. Os referidos Sistemas Terminais fazem parte da rede que está montada no laboratório. A sua utilização no âmbito das experiências de configuração de rede e de serviços implica 5

10 3. INFORMAÇÃO que estes sejam desligados da rede e se liguem aos equipamentos a serem utilizados no trabalho. No final da experiência as ligações originais têm de ser repostas. 3.2 Documentação A documentação dos equipamentos encontra-se disponível nos PCs, numa directoria denominada manuais, existindo quer em Windows, quer em Linux. Adicionalmente, podem consultar a Internet, sempre que precisarem de obter informação adicional. 3.3 Ferramentas disponíveis A lista de ferramentas instalada nos Sistemas Terminais, nomeadamente em Linux, é bastante vasta. Embora nas secções seguintes se indiquem algumas destas ferramentas, sugere-se que efectuem uma pesquisa durante a primeira aula de trabalho, para terem uma ideia mais precisa das funcionalidades ao vosso dispôr! Ferramentas de configuração Os fabricantes disponibilizam um conjunto de ferramentas para configuração dos equipamentos, nomeadamente, a consola de gestão, a interface Web e, para alguns equipamentos, outras ferramentas. Nalguns casos, este último grupo só se encontra disponível à partir do Windows. Em qualquer um dos sistemas operativos, existem diversas ferramentas de configuração disponíveis. Nomeadamente, quando estiverem a utilizar o Sistema Operativo Linux, tem à sua disposição as interfaces de configuração web webmin e usermin. A configuração dos Sistemas Terminais a partir do Windows é efectuada atraves do Control Panel Ferramentas de diagnóstico/ Para auxiliar no processo de configuração da rede existe um conjunto de ferramentas que pode ser utilizado para o efeito, nomeadamente, sondas, como por exemplo o Ethereal, e utilitários como o ping, o traceroute, o dhcpdump etc.. Existem diversos programas deste tipo, configurados no Linux Ferramentas de gestão Dois dos equipamentos possuem sondas de monitorização remota RMON. Existe ainda uma plataforma de gestão, equipada com a plataforma proprietária da Nortel - Optivity - e com a plataforma da HP - HP Open View. Existe ainda, em Linux, a possibilidade de activar agentes SNMP nos Sistemas Terminais, enviar comandos, receber respostas, pesquisar MIBs e monitorizar elementos de rede. 6

11 3.3.4 Ferramentas de geração de carga Ferramentas disponíveis Em Linux, estão disponíveis diversas ferramenta de geração de carga, que geram tráfego TCP, UDP ou de nível IP. Pesquise e seleccione a mais adequada às suas necessidades. 7

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13 Capítulo 4 Manual de configuração 4.1 Estrutura geral O manual de configuração deverá ser composto pelo seguinte conjunto de secções: Identificação; Funcionalidade; Plataforma de teste; Configuração; Plano de testes; Resultado dos testes; Avaliação. Cada secção deve ser escrita em português correcto, de forma estruturada, sucinta e objectiva. Através do manual produzido deve ser possível a outro grupo repetir exactamente a experiência que foi realizada, sem ter de recorrer a outro tipo de informação. 4.2 Estrutura detalhada Secção de Identificação A presente secção tem por objectivo identificar os elementos constituintes do trabalho, sendo constituída por: Identificação do grupo Número, nome e licenciatura de cada elemento constituinte do grupo. Identificação do trabalho Título e objectivo do trabalho. Identificação das condições de teste Data de realização e elementos responsáveis pela experiência, (isto é, os elementos do grupo que participaram na sua realização Funcionalidades Nesta secção devem ser listadas todas as funcionalidades que foram implementadas. Adicionalmente, também podem listar as funcionalidades que a plataforma suporta, mas que não foram implementadas. Em opção, pode ser indicada a razão pela qual não foram implementadas, isto é, se foi por opção, por excesso de complexidade, por falta de componentes necessários à sua realização, ou mesmo por dificuldade de realização duma dada etapa. 9

14 4. MANUAL DE CONFIGURAÇÃO Plataforma de teste Nesta secção devem ser definidas as condições de realização da experiência, devendo incluir: Lista de equipamento Lista do equipamento activo, sistemas terminais e cabos de interligação utilizados na experiência; descrição das suas características. Lista de serviços Lista dos serviços implementados; indicação dos elementos que suportam cada serviço. Informação de serviços Identificação do serviço e indicação da informação relevante referente à programação das características do serviço. Plano de endereçamento Plano de endereçamento IP utilizado; identificação dos IP fixos atribuídos em cada rede. Topologia da rede Topologia da rede física e lógica (se for relevante considerar ambas); indicação dos endereços IP relevantes e da localização dos serviços Configuração Neste secção deve incluir dois tipos de informação: Etapas de configuração Todas as etapas de configuração dos vários elementos de rede e serviços, incluindo os scripts que foram gerados (quano tal se aplicar). Lista de verificação No final, poderá ser incluída uma tabela com indicação dos vários aspectos que devem ser considerados, de forma servir com lista de verificação para os próximos grupos Plano de testes Esta secção inclui: Lista de testes Lista dos testes funcionais e de desempenho (caso se aplique) a realizar, com indicação dos objectivos de cada teste. A cada teste indicado na lista deve ser atribuído um identificador. Procedimentos de teste Para cada teste, indicação das ferramentas e procedimento a utilizar, bem como dos resultados expectáveis Resultado dos testes Esta secção inclui: Lista de testes Lista dos testes funcionais e de desempenho que foram realizados, com indicação do responsável pela execução do teste e da data de realização. 10

15 Norma de apresentação Resultados obtidos Para cada teste, indicação do resultado do teste e informações adicionais sobre o mesmo. Por exemplo, se foi sempre executado com sucesso, se falhou algumas vezes. Em caso de falha, devem ser indicadas as condições em que falhou e os resultados que se obtiveram Avaliação Esta secção deverá ser reservada para preenchimento por: Corpo docente que avaliará: O grau de cumprimento dos objectivos mínimos. A qualidade do manual produzido. A capacidade de implementar funcionalidades para além dos mínímos requeridos. Grupos restantes que avaliará A facilidade de leitura/utilização do manual. A correcção da informação produzida. 4.3 Norma de apresentação O manual de configuração não deve exceder as 15 páginas, incluindo figuras e tabelas. Cada página deverá ter a dimensão A4 normalizada. O texto deve ser escrito com letra do tipo Times, tamanho 12 e espaçamento simples, a uma coluna. As figuras e tabelas devem numeradas e legendadas, tendo de ser referenciadas antes de aparecerem. As referências devem ser colocadas no final do manual. 11

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