Plano de Gerência de Configuração

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1 Plano de Gerência de Configuração Objetivo do Documento Introdução A aplicação deste plano garante a integridade de códigos-fonte e demais produtos dos sistemas do, permitindo o acompanhamento destes itens durante todo o ciclo de vida do projeto, e preservando o histórico de evolução dos sistemas da instituição. O Plano de Gerência de Configuração auxilia profissionais de desenvolvimento e produção a: gerenciar o estado dos itens de configuração dos sistemas; controlar as mudanças em itens de configuração; rastrear modificações nos itens de configuração ao longo do tempo. Por ser um plano institucional, sua aplicação em projetos pode demandar a definição de informações específicas como, por exemplo, responsáveis pela realização das atividades de gerência de configuração e localização e estrutura dos repositórios do projeto. Estas informações devem estar descritas em documentação própria de cada projeto. Apesar de serem englobadas pela Gerência de Configuração, as seguintes informações não serão tratadas neste plano, e deverão ser estabelecidas em momento futuro: itens de configuração de hardware; itens configuração de software; itens de configuração de rede; políticas de controle de mudanças. Aplicação O Plano de Gerência de Configuração tem aplicação direta nas atividades dos profissionais de desenvolvimento e manutenção de sistemas. No entanto, as informações aqui contidas servirão de referências para profissionais de outras áreas como: produção e operação, testes, homologação, documentação, entre outras. Itens de Configuração Itens de configuração são os artefatos do sistema, arquivos ou conjunto de arquivos, produzidos ou utilizados como insumos em suas atividades. São tratados como uma única unidade e devem estar sob gerência de configuração. Os itens de configuração sob gerência de configuração nos sistemas devem incluir: documentos gerenciais; requisitos, casos de uso, especificações; modelos da análise e projeto (modelos de banco de dados / ER, diagramas UML etc.); códigos-fonte; arquivos de configuração; scripts de banco de dados; executáveis; manuais; pacotes de instalação. Havendo necessidade de gerência de outros itens não listados acima, os itens faltantes devem ser definidos pelo Gerente de Configuração e inseridos no repositório do sistema. Equipe do Sistema Papéis e Responsabilidades A equipe do sistema mantém os itens de configuração no ambiente de desenvolvimento do repositório do sistema através de suas atividades diárias. As atividades de manutenção dos itens de configuração envolvem a inclusão, exclusão e, fundamentalmente, modificações nos itens de configuração do sistema. Gerente de Configuração Cada líder ou gerente de sistema deve indicar um profissional da equipe para exercer o papel de Gerente de Configuração. Este profissional deve apresentar o seguinte perfil: experiência prática nas ferramentas de gerência de configuração utilizadas (controle de versão, Arquivo: PGC-GPSL-PDS-001-PlanoGerenciaConfiguracao.odt Modelo: - Pág.: 1/8

2 controle de mudanças etc.); conhecimento das políticas, diretrizes, procedimentos e demais componentes indicados por este Plano de Gerência de Configuração; conhecimento básico no domínio da aplicação e no negócio do sistema. O Gerente de Configuração é responsável por: estruturar o ambiente de desenvolvimento no repositório do sistema e identificar e controlar os itens de configuração; estabelecer as versões do sistema, definindo números únicos para cada versão e rotulando os itens de configuração que a compõe com referências aos números de versão; apoiar a equipe do sistema no uso das ferramentas de gerência de configuração; elaborar registro das alterações implementadas em cada versão disponibilizada do sistema (changelog). Gerente do Sistema O Gerente do Sistema é o responsável por autorizar a atualização de uma versão de produção do sistema, por uma nova versão estabelecida pelo Gerente de Configuração. Qualquer mudança em versões de produção deverá ser autorizada pelo Gerente do Sistema. É, também, responsável por instituir o uso de uma ferramenta de controle de versão, garantindo que todos os itens de configuração sejam controlados por meios automatizados, e que somente alterações autorizadas sejam implementadas no sistema e em todos os itens de configuração. A atualização, propriamente dita, da versão de produção do sistema pela nova versão, é de responsabilidade da área de Implantação. Tipicamente, para autorização de uma atualização de versão, o Gerente do Sistema é apoiado por profissionais com os seguintes perfis e responsabilidades: gerente de configuração (descreve as alterações implementadas na versão) analistas e desenvolvedores (analisam o impacto de uma atualização) Áreas de teste e homologação (avaliam a adequação da versão aos requisitos do cliente) Implantação A área de Implantação é responsável pela publicação e controle das versões de produção dos sistemas. Suas atividades incluem: substituição das versões de produção dos sistemas por novas versões disponibilizadas pelos Gerentes de Configuração e autorizadas pelos Gerentes dos Sistemas; disponibilização de informações sobre versões de produção dos sistemas. A área de Implantação deve realizar as seguintes atividades como meio de garantir a segurança na obtenção e uso do sistema: descrever todos os passos para geração, instalação e inicialização segura do sistema; descrever todos os procedimentos para manter a segurança ao distribuir versões do sistema para o ambiente usuário. Além disso, a área de Implantação deve: Garantir que o sistema recebido pelo usuário corresponda precisamente à copia mestra do sistema; Evitar ou detectar qualquer falsificação da versão atual do sistema; Prevenir que versões adulteradas / fraudulentas do sistema sejam distribuídas; Evitar divulgação não autorizada da distribuição do sistema; Evitar que o sistema seja interceptado durante a entrega; Evitar atrasos ou extravios de distribuição do sistema. Infra-Estrutura A área de infra-estrutura é responsável pela disponibilização e guarda dos repositórios dos sistemas e dos servidores onde estão localizados. Suas atividades incluem: criação de repositórios; execução de processos operacionais como: backup e restauração, configuração e atualização de servidores, administração de usuários e permissões etc. Arquivo: PGC-GPSL-PDS-001-PlanoGerenciaConfiguracao.odt Modelo: - Pág.: 2/8

3 Controle da Configuração O processo básico do controle da configuração de um projeto é representado na figura abaixo: Gerente de Sistemas Gerente de Configuração Equipe do Sistema Infra-Estrutura PTS / PHS Implantação Início Solicita criação do repositório do sistema Cria repositório do sistema Estrutura área de desenvolvimento do repositório Mantém itens de configuração do sistema Estabelece nova versão / Define número de versão Testa versão Solicita homologação da versão Atualiza versão de teste / Homologa versão Solicita atualização da versão de produção Atualiza versão de produção do sistema Nova versão O controle de configuração de um sistema começa a partir da solicitação de criação de um repositório. O Gerente do Sistema é responsável por realizar a solicitação e a área de Infra-Estrutura por criar o repositório no servidor de controle de versão. Após a criação do repositório, o Gerente de Configuração do sistema estrutura o ambiente de desenvolvimento do repositório de acordo com a estrutura dos itens de configuração do sistema. Esta estrutura deve estar em conformidade com a estrutura básica de diretórios apresentada neste plano, mas terá variações em função de linguagens e metodologias de desenvolvimento utilizadas, distribuição de componentes, módulos e aplicativos do sistema etc. A partir deste momento, o repositório do sistema está disponível para uso pela equipe. A equipe manterá os itens de configuração do sistema (arquivos) até o momento de fechamento de uma nova versão. A atividade de manutenção dos itens de configuração envolve a inclusão, exclusão e, fundamentalmente, a atualização dos itens de configuração no repositório. No momento de estabelecimento de uma nova versão do sistema, o Gerente de Configuração é responsável por definir o número da nova versão (Operacional) e marcá-la no repositório, definindo os itens de configuração que a compõem. O Gerente do Sistema solicita, então, a homologação desta nova versão. A equipe do PHS ou do PHS copia esta nova versão para o ambiente de homologação e testes do repositório. Após a homologação, o Gerente do Sistema solicita a disponibilização desta versão (Homologada) como nova versão de produção do sistema. A área de Implantação atualiza, então, a versão de produção do sistema no ambiente de produção do repositório. É importante observar, que este plano não descreve o processo de efetiva implantação da nova versão no ambiente físico de produção, mas apenas o controle sobre versões formalmente autorizadas. Toda implantação e disponibilização de sistemas tomarão como base as versões disponíveis no ambiente de produção do repositório. Ferramenta Utilizada A ferramenta de controle de versão utilizada no é o Subversion, ou simplesmente SVN. O Subversion é um sistema de controle de versão, isto é, ele gerencia arquivos e diretórios ao longo do tempo. Uma árvore de arquivos é colocada em um repositório central. Este repositório se parece muito com um servidor de arquivos comum, exceto que ele se lembra de todas as mudanças feitas em seus arquivos e diretórios. Isso permite a você recuperar versões antigas dos seus dados, ou examine o histórico de como seus dados foram alterados. Maiores informações sobre o Subversion em si podem ser obtidas no site de seus desenvolvedores (http://subversion.tigris.org) ou no seu Manual On-Line (http://svnbook.red-bean.com/). Informações sobre o uso do SVN, criação de repositórios, permissões de acesso etc., devem ser obtidas junto ao pessoal da Administração de Redes, através do CATWEB. Arquivo: PGC-GPSL-PDS-001-PlanoGerenciaConfiguracao.odt Modelo: - Pág.: 3/8

4 Repositório do Sistema O repositório deve ser entendido como uma área em um servidor da rede, onde todo conteúdo armazenado está sob controle de versão. Toda alteração realizadas em seu conteúdo é registrada, sendo possível a recuperação de versões anteriores dos itens de configuração armazenados, bem como de informações sobre as modificações realizadas. Cada sistema possui um repositório, contendo ambientes específicos de: desenvolvimento, testes/homologação e produção. A utilização de cada um destes ambientes obedece a regras de acesso bem definidas e a interação entre eles está representada na figura abaixo: Desenvolvimento Homologação / Testes Produção /principal /versoes Equipe do Sistema /teste /producao Clientes e Usuários /temp /ramificacoes PTS / PHS Implantação Ambiente de Desenvolvimento Local de trabalho da equipe do sistema, onde ocorre a elaboração e atualização dos itens de configuração. Toda a equipe tem acesso aos itens de configuração deste ambiente, sendo possível a implementação de controle de permissões por diretório, caso seja necessário. Internamente, o ambiente de desenvolvimento do repositório é representada por 4 diretórios: /principal /temp /versoes /ramificacoes Armazena a versão do sistema que se encontra atualmente em desenvolvimento. Local principal de trabalho do desenvolvedor no dia-a-dia do projeto. Armazena versões temporárias onde desenvolvedores podem realizar modificações e testes sem impactar a versão principal do sistema. Armazena versões consolidadas do sistema que serão disponibilizadas para teste e, de acordo com o momento do projeto, para produção. Armazena versões, normalmente fechadas, do sistema sobre as quais serão realizadas implementações em paralelo ao desenvolvimento da versão principal do sistema. Ambiente de Testes/Homologação Este ambiente contém versões do sistema disponibilizadas para testes e homologação. Apenas as equipes do PHS e do PTS têm permissão de escrita neste ambiente. Internamente o ambiente de testes/ homologação é representada pelo diretório /teste. Ambiente de Produção Contém apenas versões do sistema formalmente autorizadas pelo Gerente do Sistema. Apenas a área de Implantação tem permissão de escrita neste repositório. Internamente a área de produção é representada pelo diretório /producao. Arquivo: PGC-GPSL-PDS-001-PlanoGerenciaConfiguracao.odt Modelo: - Pág.: 4/8

5 Papéis e Restrições de Acesso Considerando um conjunto definido de papéis exercidos pelos membros das equipes e diferentes áreas do, é possível definir permissões comuns de acesso aos diferentes diretórios de um repositório. A preocupação com a autenticação e autorização nos repositórios é fundamental para a segurança dos produtos desenvolvidos. A tabela abaixo relaciona a estrutura básica de um repositório com os papeis envolvidos nas atividades deste plano, indicando o tipo de permissão/restrição necessária para cada caso. Diretório Equipe do Sistema Gerente de Configuração PTS / PHS Implantação /principal L / E L / E L L /temp L / E L / E L L /ramificacoes L / E* L / E* L L /versoes L L / E L L /teste L L L / E L /producao L L L L / E L = leitura / E = escrita * Apenas o Gerente de Configuração tem permissão para criar uma nova ramificação (branch) do projeto, entretanto toda a equipe de desenvolvimento tem permissão para manter os itens de configuração desta ramificação. Arquivo: PGC-GPSL-PDS-001-PlanoGerenciaConfiguracao.odt Modelo: - Pág.: 5/8

6 Estrutura Básica dos Repositórios A estrutura básica apresentada abaixo contempla as necessidades de praticamente todas as equipes de desenvolvimento/manutenção de sistemas. Entretanto, caso necessário, deverá ser adaptada a fim de cobrir necessidades específicas não previstas. Subdiretórios podem, e devem, ser criados para melhor organizar o conteúdo. /<Nome do Sistema> /principal /temp /1-Gerencia /2-Requisitos /3-AnaliseProjeto /4-BancoDados /5-Desenvolvimento /6-Testes /7-Homologacao /8-Manuais /9-PacoteDistribuicao /versoes Versão do sistema que se encontra atualmente em desenvolvimento. Local principal de trabalho do desenvolvedor no dia-a-dia do projeto. Documentos gerenciais como: DSAP, DDE, cronograma, atas de reunião, documento de contexto, matriz de riscos, planos etc. Documentação dos requisitos do projeto como: matriz de requisitos, modelos e especificações de casos de uso, atas de reunião, regras do negócios, regulamentações etc. Documentação gerada e utilizada pelas atividades de análise e projeto como: documento de arquitetura, modelos e diagramas UML, especificações funcionais, esboço de telas etc. Documentação do banco de dados como: modelos ER, dicionários de dados, especificação de arquivos de transferência, scripts etc. Código-fonte do projeto, incluindo arquivos de configuração, imagens, scripts de instalação/configuração etc. Documentação de testes do projeto, como: plano de testes, casos de teste, procedimentos, resultados etc.. Documentação da homologação do projeto, como: listas de verificação, relatórios de homologação etc. Documentação do usuário como: manuais de instalação, configuração, usuário e sistema. Kits de instalação completo do sistema, com instaladores, registros de mudanças da versão (changelog) etc. Versões temporárias onde desenvolvedores podem realizar modificações e testes sem impactar a versão principal do sistema. Versões fechadas do sistema. v1.0 Exemplo: versão 1.0 disponibilizada para homologação e, posteriormente, produção. v1.0.1 Exemplo: versão disponibilizada para homologação e, posteriormente, produção, contendo as implementações realizadas em /ramificacoes/v1.0. /ramificacoes /teste Versões fechadas do sistema, sobre as quais serão realizadas implementações (normalmente corretivas) em paralelo ao desenvolvimento da versão principal. v1.0 Exemplo: ramificação da versão 1.0 onde foram implementadas as correções sobre os erros observados pelo usuário. /producao Versões disponibilizadas para testes e homologação. Versões de produção. v1.0 Exemplo: versão 1.0 do sistema. Gerência de Versões Arquivo: PGC-GPSL-PDS-001-PlanoGerenciaConfiguracao.odt Modelo: - Pág.: 6/8

7 As equipes de sistema devem seguir uma política de numeração de versões que permita, facilmente, a identificação da estabilidade dos itens de configuração. Na grande maioria dos casos esta política será aplicável apenas ao sistema completo, entretanto podem existir situações onde seja necessária a numeração de componentes do sistema separadamente. Esta política se aplica aos dois casos de forma transparente. Formato do Número de Versão O número de versão dos sistemas deve seguir o formato abaixo: maior.menor[.correção][-rótulo] maior Número principal da versão. A atualização deste número indica uma quebra total de compatibilidade com a versão anterior. Normalmente esta situação ocorre a partir de modificações significativas na arquitetura do sistema ou componente. menor Número secundário da versão. A atualização deste número indica a implementação de alterações no sistema/componente, com impacto nas suas funcionalidades, porém mantendo compatibilidade com as versões secundárias anteriores. correção (opcional) Número de versões de correção disponibilizadas. A atualização deste número indica a correções de problemas existentes na versão anterior, mantendo total compatibilidade com a mesma. rótulo (opcional) Texto, preferencialmente em letras minúsculas, que descreve especificidades da versão disponibilizada. Por exemplo: alfa, beta, data de geração da versão ou nome da fase do projeto (interessantes durante o desenvolvimento do sistema), UF (nos casos de sistemas com versões customizadas para cada unidade da federação) etc. Evolução do Número de Versão Toda primeira versão gerada durante o desenvolvimento de um sistema/componente deverá ser chamada de 0.1. Toda primeira versão disponibilizada de um sistema/componente deverá ser chamada de 1.0. A partir destas premissas, a evolução dos números se dará de acordo com as regras apresentadas anteriormente. A relação a seguir descreve um exemplo de evolução das versões de um sistema: 0.1 Primeira versão gerada durante o desenvolvimento do projeto. 0.2 Segunda versão gerada durante o desenvolvimento do projeto. 0.2-iteracao3 Mesma versão 0.2, com indicação de que a versão foi gerada ao término da terceira iteração do projeto Versão contendo apenas correções de problemas observados na versão 0.2 (ou 0.2-iteracao3). 0.3 Nova versão de desenvolvimento, após a versão elaboracao Mesma versão 0.3, com indicação de que foi gerada ao fim da fase de elaboração do projeto. 0.4 Nova versão de desenvolvimento, após a versão 0.3 (ou 0.3-elaboracao). (...) 0.27 Mais uma versão de desenvolvimento. 1.0-beta1 1.0-beta2 Primeira versão beta do sistema, disponibilizada aos usuários para homologação. Segunda versão beta, corrigindo problemas observados na versão 1.0-beta Primeira versão final do sistema. A partir da disponibilização da versão 1.0, todo número subsequente de versão indicará nova versão disponibilizada aos usuários. Desta forma, sendo necessária a identificação de versões de desenvolvimento (por exemplo, durante um projeto de desenvolvimento de nova versão de um sistema), deve-se usar rótulos para indicar estas versões. Os exemplos a seguir demonstram algumas situações possíveis. Versões de manutenção do sistema Versão com correções de problemas identificados na versão Nova versão com correções de problemas identificados na versão Arquivo: PGC-GPSL-PDS-001-PlanoGerenciaConfiguracao.odt Modelo: - Pág.: 7/8

8 1.1 Nova versão com implementação de mudanças solicitadas pelos usuários. 1.2 Nova versão com implementação de mudanças solicitadas por usuários Versão com correções de problemas identificados na versão 1.2. Desenvolvimento de nova versão do sistema iteracao1 Versão gerada ao final da primeira iteração do projeto de desenvolvimento da versão 2.0 do sistema Versão gerada ao final do dia 31/12/2001, durante o desenvolvimento da versão 2.0 do sistema. 2.0-elaboracao 2.0-beta1 2.0-beta2 Versão gerada ao final da fase de elaboração do projeto de desenvolvimento da versão 2.0 do sistema. Primeira versão beta da versão 2.0 do sistema, disponibilizada aos usuários para homologação. Segunda versão beta da versão 2.0 do sistema, corrigindo problemas observados na versão 2.0-beta Nova versão do sistema. Rótulos Comuns Estão relacionados a seguir alguns rótulos comuns utilizados no desenvolvimento de sistemas: alfa versão instável, disponibilizada para testes pela equipe de desenvolvimento, testes e/ou homologação. beta versão instável, disponibilizada para testes pelos usuários finais do sistema. RC (release canditate) versão estável, possível versão final do sistema, caso não sejam identificados erros impeditivos durante os testes de aceitação pelos usuários finais. Exemplo v0.1 Para validação da arquitetura v0.1-elaboracao Arquitetura testada e validada v0.2 Operacional/desenvolvimento #1 v0.3 Operacional/desenvolvimento #2 v0.4 Operacional/desenvolvimento #3 v0.5-beta1 Testada / Para homologação Concepção Elaboração Construção Elaboração v0.6-beta2 Corrigida / Para nova homologação v1.0 Homologada / Para produção Arquivo: PGC-GPSL-PDS-001-PlanoGerenciaConfiguracao.odt Modelo: - Pág.: 8/8

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