CAPÍTULO I Disposições gerais

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CAPÍTULO I Disposições gerais"

Transcrição

1 REGULAMENTO DO CARTÃO SOCIAL MUNICIPAL Preâmbulo O Cartão Social Municipal é um documento emitido pela câmara municipal de Proença-a-Nova, com o objetivo de conceder benefícios na utilização de bens e serviços públicos existentes no concelho, bem como de serviços privados, mediante o estabelecimento de parcerias. A câmara municipal, atenta à situação social e económica dos seus munícipes, nomeadamente, idosos, portadores de deficiência e reformados por invalidez, pretende com a criação deste cartão melhorar as condições de vida dos seus beneficiários, numa perspetiva de motivação e valorização da realização pessoal; De facto, não pode a autarquia demitir-se das suas funções sociais, sendo pertinente a criação de instrumentos reguladores que permitam diminuir situações carenciadas e ajudar a inverter condutas de exclusão; A reforçar este cenário e inserido na prossecução de uma política social de responsabilidade, entendeu-se ser pertinente a inserção neste regulamento de um anexo contendo as normas de funcionamento da Oficina Domiciliária Municipal, no sentido de contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos agregados familiares mais vulneráveis. Tanto mais, que compete à câmara municipal prestar apoio a estratos sociais desfavorecidos ou dependentes pelos meios adequados e nas condições constantes de regulamento municipal; A construção de um percurso individual e coletivo de plena cidadania apela ao esforço de todos, no sentido da promoção da inclusão e do desenvolvimento social dos munícipes em situação de carência socioeconómica, alicerçada nos princípios da discriminação positiva, da equidade e da subsidiariedade. O presente regulamento foi elaborado ao abrigo e nos termos do disposto no art.º 241.º da Constituição da República Portuguesa, no âmbito da alínea h) do n.º 1 do art.º 13.º da Lei n.º 159/99, de 14 de setembro, conjugado com a alínea c) do n.º 4 do art.º 64.º da Lei nº 169/99, de 18 de setembro, na redação dada pela Lei nº 5-A/2002 de 11 de janeiro, sendo da competência da câmara municipal elaborar e aprovar regulamentos em matérias da sua competência exclusiva. Assim, o preconiza a alínea a) do n.º 7 do art.º 64.º da Lei n.º 169/99, de 18 de setembro. CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º Lei habilitante O presente regulamento tem como lei habilitante a Lei n.º 169/99, de 18 de setembro, na sua atual redação, conforme a alínea c) do n.º 4 do seu artigo 64.º.

2 Artigo 2.º Âmbito Este cartão destina-se a apoiar os idosos, portadores de deficiência e reformados por invalidez em situação de carência económica, residentes no concelho de Proença-a-Nova. Artigo 3.º Objeto O presente regulamento tem por objeto definir os critérios de atribuição do Cartão Social Municipal de Proença-a-Nova, bem como todos os procedimentos relativos à concessão do mesmo. Artigo 4.º Conceitos Para efeitos do presente regulamento considera-se: a) Rendimento - conjunto de todos os rendimentos (incluindo os subsídios de natal e de férias) ilíquidos dos membros do agregado, qualquer que seja a sua origem e natureza, e ainda outros rendimentos de caráter não eventual, excetuando-se o subsídio de renda de casa, os valores correspondentes às prestações familiares e bolsas de estudo. b) Agregado familiar - considera-se agregado familiar, para além do requerente ao Cartão Social Municipal, as pessoas a seguir discriminadas que com ele vivam em economia comum: i. O cônjuge ou pessoa que viva com o titular, em união de facto, há mais de um ano; ii. Parentes em linha reta e colateral até ao terceiro grau; iii. Os jovens adotados; iv. Os menores em vias de adoção, desde que o processo legal tenha sido iniciado; v. Os menores que lhe tenham sido confiados por decisão judicial ou administrativa de entidades ou serviços legalmente competentes para o efeito c) Rendimento per capita - é o rendimento mensal ilíquido de todos os membros do agregado familiar, tal como é definido na alínea anterior, a dividir pelo número de pessoas do agregado familiar. Artigo 5.º Cálculo do Rendimento O cálculo do rendimento per capita mensal do agregado familiar é o realizado de acordo com a aplicação da seguinte fórmula:

3 Sendo que: RIA - Rendimento Individual do Agregado RGA - Rendimento Global do Agregado RP - Rendimento per capita N - Número de elementos do Agregado Familiar CAPÍTULO II Processo de Candidatura Artigo 6.º Condições de acesso 1. A concessão do Cartão Social Municipal depende dos seguintes requisitos em relação ao requerente: a) Ter idade igual ou superior a 65 anos; b) Ter deficiência, comprovada, com incapacidade maior ou igual a 60%; c) Ser reformado por invalidez. 2. Além de preencher um dos requisitos enunciados nas alíneas anteriores, o requerente deve possuir um rendimento per capita mensal igual ou inferior ao IAS. Artigo 7.º Documentos necessários Os documentos necessários para a adesão ao Cartão Social Municipal são: a) Requerimento devidamente preenchido e assinado pelo requerente, de acordo com o Anexo I, do presente regulamento; b) Fotocópia do bilhete de identidade e cartão de contribuinte ou cartão do cidadão; c) Atestado de residência emitido pela respetiva junta de freguesia; d) Uma fotografia tipo passe; e) Documento comprovativo da Pensão Nacional ou proveniente do Estrangeiro; f) Cópia da declaração do I.R.S. ou certidão emitida pela Direção-Geral dos Impostos que comprove a sua não apresentação por estar isento; g) Fotocópia do recibo da renda de casa, água e eletricidade, relativos ao mês anterior ao pedido do cartão. h) No caso de deficiência, declaração passada pelo médico de família, onde conste o grau de deficiência atribuído; i) Qualquer outro documento solicitado pela autarquia, com vista à análise do processo.

4 Artigo 8.º Análise das candidaturas 1. A decisão da atribuição do Cartão Social Municipal é da competência da câmara municipal de Proença-a-Nova, que para o efeito, contará com a análise circunstanciada, levada a efeito pelo Gabinete de Ação Social e Saúde, o qual nesse âmbito poderá realizar as diligências que repute necessárias. 2. Concluída a instrução do processo, o Gabinete de Ação Social e Saúde procederá à emissão de um parecer sobre o deferimento do pedido, num prazo máximo de 30 dias úteis após a receção do mesmo. 3. Caso a proposta de decisão seja de indeferimento há lugar à audiência dos interessados, nos termos consignados no Código do Procedimento Administrativo. 4. A decisão prevista no n.º 1 deste artigo é comunicada aos interessados, por correio, nos dez dias úteis subsequentes à deliberação. 5. Só haverá lugar à concessão dos apoios previstos no presente regulamento após a emissão do Cartão Social Municipal. CAPÍTULO III Dos titulares do cartão Artigo 9.º Benefícios O Cartão Social Municipal atribui aos seus titulares os seguintes benefícios: a) Desconto de 25% nas taxas municipais, com exceção das taxas relativas a operações de loteamento; b) Nas licenças/autorizações/comunicações prévias de edificações, o desconto, mencionado na alínea anterior, abrangerá, exclusivamente, as construções referentes a moradias unifamiliares; c) Desconto de 50% no acesso à Piscina Municipal, Ginástica Sénior e espetáculos promovidos pela câmara municipal de Proença-a-Nova; d) Acesso gratuito ao cinema no Auditório Municipal; e) Acesso gratuito aos serviços prestados pela Oficina Domiciliária Municipal, cujas normas de funcionamento constam do Anexo III, o qual faz parte integrante deste regulamento; f) Acessos gratuitos ou os preços reduzidos, em viagens e programas turísticos, organizados pela câmara municipal; g) Usufruir dos tarifários especiais nos termos e nas condições previstas no artigo 80.º do Regulamento de Abastecimento Público de Água e de Saneamento de Águas Residuais Urbanas do Município de Proença-a-Nova. h) O Cartão Social Municipal será extensível à sociedade civil mediante protocolos a celebrar com as entidades aderentes donde constem os produtos passíveis de desconto e respetivo valor.

5 Artigo 10.º Obrigações dos beneficiários 1. Constituem obrigações dos beneficiários do Cartão Social Municipal: a) Informar, previamente, a câmara municipal, da mudança de residência bem como de todas as circunstâncias que alterem a sua situação económica; b) Não permitir a utilização por terceiros; c) Informar, a câmara municipal, sobre a perda, roubo ou extravio do cartão; d) Devolver o cartão aos serviços competentes da câmara municipal sempre que perca o direito ao mesmo. 2. A responsabilidade do titular só cessará após comunicação por escrito da ocorrência. Se após a comunicação o titular encontrar o cartão, deve, junto da câmara municipal, fazer prova da sua titularidade, sob pena do mesmo ser anulado. Artigo 11.º Cessação do direito de utilização 1. Constituem, nomeadamente, causas de cessação do direito de utilização do Cartão Social Municipal: a) As falsas declarações para obtenção do cartão; b) A não apresentação da documentação solicitada; c) A não participação por escrito, no prazo de 30 dias úteis, a partir da data em que ocorra, da alteração das condições económicas do beneficiário, suscetível de influir no quantitativo do rendimento e de que resulte prejuízo para a câmara municipal; d) O recebimento de outro benefício ou subsídio, não eventual, concedido por outra instituição e destinado aos mesmos fins, salvo se for dado conhecimento à câmara municipal e esta, ponderadas as circunstâncias, considerar justificada a acumulação; e) A não participação por escrito, num prazo de 30 dias da alteração de residência; f) A transferência do recenseamento eleitoral para outro concelho. 2. As situações indicadas no presente artigo terão como consequência imediata a anulação do cartão, a devolução dos valores correspondentes aos benefícios indevidamente obtidos e a interdição, por um período de três anos, de qualquer apoio da autarquia. CAPÍTULO IV Validade e utilização do cartão Artigo 12.º Validade e modelo 1. O Cartão Social Municipal é de modelo próprio, contendo o nome do beneficiário, número de ordem e período de validade, conforme o Anexo II, do presente regulamento.

6 2. O Cartão Social Municipal tem a validade de 5 anos, a partir da data da sua emissão, sendo renovável desde que solicitado, pelo beneficiário, com a antecedência mínima de trinta dias do termo do prazo de validade e mediante apresentação dos documentos enunciados no artigo 7.º deste regulamento. 3. Sem prejuízo do mencionado no número anterior, o beneficiário deverá apresentar, anualmente, Prova de Vida e declaração de rendimentos. Artigo 13.º Caducidade do cartão O cartão caduca na data do termo da sua validade, se não for requerida a sua renovação, nos termos do artigo anterior, ou com o falecimento do respetivo titular. Artigo 14.º Utilização do cartão O cartão é pessoal e intransmissível, só podendo ser utilizado pelo respetivo titular e desde que se encontre dentro do respetivo prazo de validade. Artigo 15.º Renúncia O titular pode renunciar a todo o tempo à utilização do cartão, mediante declaração escrita e devolução do mesmo junto do Gabinete de Ação Social e Saúde da câmara municipal de Proença-a- Nova. CAPÍTULO V Disposições Finais Artigo 16.º Normas 1. O desconhecimento deste regulamento não poderá ser invocado para justificar o não cumprimento das suas disposições. 2. Este regulamento poderá sofrer, a todo o tempo e, nos termos legais, as alterações consideradas indispensáveis. Artigo 17.º Dúvidas e omissões Os casos omissos ou as dúvidas suscitadas na interpretação do presente regulamento serão resolvidos por deliberação da câmara municipal de Proença-a-Nova.

7 Artigo 18.º Disposições transitórias Para os beneficiários que à data da entrada em vigor das alterações ao presente regulamento sejam titulares de cartão válido, o prazo de validade do mesmo mantém-se, regendo-se em tudo mais pelo, agora, regulamentado. Artigo 19.º Entrada em vigor O presente regulamento entra em vigor no dia seguinte à data da sua publicação no site do Município.

8 Anexo I Requerimento nos termos da alínea a) do artigo 7.º

9 Anexo II Cartão Social Municipal conforme previsto no n.º 1 do artigo 12.º

10 Anexo III Normas de funcionamento da Oficina Domiciliária Municipal conforme o previsto na alínea e) do artigo 9.º Artigo 1.º Âmbito Pelo presente, pretende-se definir as normas de funcionamento da Oficina Domiciliária Municipal, enquanto medida de apoio social, atendendo às necessidades socioeconómicas da população idosa e das pessoas com deficiência, residentes no concelho de Proença-a-Nova. Artigo 2.º Objetivo A Oficina Domiciliária Municipal destina-se a apoiar através de pequenas reparações domésticas, a executar no seu domicílio, os munícipes que se encontrem em situação de fragilidade económica ou social, sendo portadores do Cartão Social Municipal. Artigo 3.º Gestão da Oficina Domiciliária O Gabinete de Ação Social e Saúde da câmara municipal de Proença-a-Nova é o serviço responsável pela coordenação e gestão da Oficina Domiciliária Municipal, cabendo-lhe: a) O atendimento dos munícipes; b) Analisar os pedidos e proceder ao seu encaminhamento para o serviço responsável pela realização das reparações; c) Organizar e manter atualizado uma base de dados dos respetivos utentes; d) Verificar o cumprimento das presentes normas; e) Realizar, anualmente, um relatório de todos os apoios concedidos. Artigo 4.º Pequenas reparações Para efeitos do disposto no artigo segundo, consideram-se pequenas reparações domésticas as seguintes: a) Reparação e substituição de torneiras, loiças sanitárias, sifões e acessórios de bancada de cozinha; b) Reparação de canalizações e tubagens de água e de esgotos; c) Reparação e instalação de filtro ou de esquentador; d) Reparação de pavimentos cerâmicos ou de azulejos de parede; e) Pinturas e remates em paredes e tetos;

11 f) Reparações simples de serralharia, incluindo substituição de fechaduras e chaves; g) Reparação de estores e persianas; h) Desempeno de portas e janelas; i) Substituição de vidros partidos; j) Reparação e substituição de tomadas de eletricidade, casquilhos, lâmpadas e interruptores; k) Limpeza de caldeiras e desobstrução de tubos de queda; l) Ligação, afinação e sintonização de televisores, vídeos, DVD`s e outros equipamentos elétricos de uso corrente, bem como o fornecimento de indicações básicas de utilização; m) Transporte de eletrodomésticos ou de mobiliário ligeiro para reparação. Artigo 5.º Pedido 1. O pedido de intervenção poderá ser apresentado: a) Presencialmente, no Gabinete de Ação Social e Saúde da câmara municipal; b) Através do telefone O pedido será devidamente registado, obedecendo ao Modelo I, apenso a estas normas. Artigo 6.º Benefícios da Oficina Domiciliária Municipal 1. Os serviços da Oficina Domiciliária Municipal traduzem-se nos seguintes benefícios: a) Mão-de-obra gratuita em todos os trabalhos prestados; b) Serviço prestado por pessoal técnico qualificado, que garanta a qualidade na execução dos trabalhos. 2. É da responsabilidade do interessado a aquisição dos materiais para a concretização das reparações. 3. Cada agregado familiar pode recorrer a este serviço, num total de 21 horas anuais. Artigo 7.º Execução das intervenções 1. As intervenções só serão executadas na presença do requerente ou de alguém que o represente. 2. Depois de finalizada a execução do serviço, deverá o requerente verificar se o mesmo ficou de acordo com o solicitado, e assinar o registo da intervenção efetuada, conforme o Modelo II.

12 Artigo 8.º Prazo para a execução dos serviços Os serviços requisitados no âmbito da Oficina Domiciliária Municipal devem ser satisfeitos de acordo com a disponibilidade dos serviços afetos ao projeto. Artigo 9.º Obrigações dos beneficiários São obrigações dos beneficiários da Oficina Domiciliária Municipal, não permitir ou facilitar a utilização dos serviços por terceiros e informar atempadamente o Gabinete de Ação Social e Saúde da câmara municipal de: a) Quaisquer circunstâncias que alterem a sua situação económica e composição do seu agregado familiar; b) Alteração de residência para outro concelho. Artigo 10.º Cessação do direito de utilização do serviço da Oficina Domiciliária Constituem, nomeadamente, causas de não atribuição/cessação do direito de utilização dos serviços da Oficina Domiciliária Municipal: a) A não apresentação da documentação solicitada. b) As falsas declarações para obtenção dos serviços. Artigo 11.º Alterações às normas de funcionamento As presentes normas poderão sofrer, a todo o tempo e nos termos legais, as alterações consideradas indispensáveis. Artigo 12.º Dúvidas e Omissões Todas as dúvidas e omissões resultantes da aplicação das presentes normas serão resolvidas pela câmara municipal de Proença-a-Nova.

13 Modelo I

14 Modelo II

Município de Monforte REGULAMENTO CARTÃO MUNICIPAL DO IDOSO

Município de Monforte REGULAMENTO CARTÃO MUNICIPAL DO IDOSO Município de Monforte REGULAMENTO CARTÃO MUNICIPAL DO IDOSO Convertido para formato digital em 16 de fevereiro de 2013. Aplicação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa - Cumprimento da Resolução do

Leia mais

Regulamento do Cartão Municipal do Idoso do Concelho de Ferreira do Zêzere

Regulamento do Cartão Municipal do Idoso do Concelho de Ferreira do Zêzere REGULAMENTOS Regulamento do Cartão Municipal do Idoso do Concelho de Ferreira do Zêzere MUNICÍPIO DE FERREIRA DO ZÊZERE CÂMARA MUNICIPAL Aprovado pela Câmara Municipal por deliberação de 09 de fevereiro

Leia mais

MUNICÍPIO DE ALTER DO CHÃO

MUNICÍPIO DE ALTER DO CHÃO MUNICÍPIO DE ALTER DO CHÃO REGULAMENTO OFICINA DOMICILIÁRIA Preâmbulo O Município de Alter do Chão, no âmbito da prossecução de uma política social com responsabilidade, tem tido a preocupação de contribuir

Leia mais

Regulamento do Cartão Municipal do Idoso

Regulamento do Cartão Municipal do Idoso Regulamento do Cartão Municipal do Idoso Preâmbulo Considerando a importância crescente do papel das autarquias locais, no âmbito do apoio às populações, a Câmara Municipal de Grândola atenta que está

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DO CARTÃO OEIRAS SÉNIOR 65+ Preâmbulo

REGULAMENTO MUNICIPAL DO CARTÃO OEIRAS SÉNIOR 65+ Preâmbulo REGULAMENTO MUNICIPAL DO CARTÃO OEIRAS SÉNIOR 65+ Preâmbulo Considerando que nas últimas décadas temos vindo a assistir ao aumento dos índices de envelhecimento e de dependência das pessoas idosas entre

Leia mais

Regulamento do CARTÃO MUNICIPAL SÉNIOR. Nota Justificativa

Regulamento do CARTÃO MUNICIPAL SÉNIOR. Nota Justificativa Regulamento do CARTÃO MUNICIPAL SÉNIOR Nota Justificativa Perante o envelhecimento e solidão em que os idosos do concelho se encontram e, tendo em conta a saúde e rendimentos precários que os caracterizam,

Leia mais

REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL 65 +

REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL 65 + REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL 65 + Elaborado Por: Desenvolvimento Social Acção Social Data: Verificado Por: Data: Aprovado por: Câmara Municipal de Estremoz Data: 05/01/2011 Aprovado por: Assembleia

Leia mais

REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL DE FAMILIAS NUMEROSAS

REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL DE FAMILIAS NUMEROSAS REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL DE FAMILIAS NUMEROSAS PREAMBULO A Declaração Universal dos Direitos do Homem e a Constituição da República Portuguesa consideram a família como uma célula fundamental para

Leia mais

Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento estabelece as regras de adesão e utilização do Cartão Almodôvar Solidário.

Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento estabelece as regras de adesão e utilização do Cartão Almodôvar Solidário. Regulamento do Cartão Almodôvar Solidário Preâmbulo Decorridos cerca de seis anos sobre a implementação do Cartão Municipal do Idoso, o qual constituiu um importante marco no apoio aos mais desfavorecidos,

Leia mais

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DO CARTÃO SOCIAL DO MUNICÍPIO DE ALCOUTIM

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DO CARTÃO SOCIAL DO MUNICÍPIO DE ALCOUTIM MUNICÍPIO DE ALCOUTIM Câmara Municipal REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DO CARTÃO SOCIAL DO MUNICÍPIO DE ALCOUTIM REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DO CARTÃO SOCIAL DO MUNICÍPIO DE ALCOUTIM Preâmbulo Atenta à grave situação

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS. Regulamento Municipal para o Programa de Turismo Sénior

CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS. Regulamento Municipal para o Programa de Turismo Sénior CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS Regulamento Municipal para o Programa de Turismo Sénior Preâmbulo Considerando a necessidade de apoiar as pessoas idosas, proporcionando-lhes momentos lúdicos, de lazer e de

Leia mais

PROJETO CUIDAR TRATAR DAS NOSSAS PESSOAS REDE INTERMUNICIPAL DE CUIDADOS DE SAÚDE. Metodologia de Avaliação e Seleção de Candidatos

PROJETO CUIDAR TRATAR DAS NOSSAS PESSOAS REDE INTERMUNICIPAL DE CUIDADOS DE SAÚDE. Metodologia de Avaliação e Seleção de Candidatos PROJETO CUIDAR TRATAR DAS NOSSAS PESSOAS REDE INTERMUNICIPAL DE CUIDADOS DE SAÚDE PROTOCOLO INTERMUNICIPAL ENTRE OS MUNICÍPIOS DE VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO E OLHÃO Metodologia de Avaliação e Seleção de

Leia mais

Regulamento sobre a atribuição de apoios para aquisição de medicação e do cartão municipal do idoso. Preâmbulo

Regulamento sobre a atribuição de apoios para aquisição de medicação e do cartão municipal do idoso. Preâmbulo Regulamento sobre a atribuição de apoios para aquisição de medicação e do cartão municipal do idoso Preâmbulo Os apoios sociais assumem particular relevância perante o atual panorama de fragilidade em

Leia mais

REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL JOVEM. Introdução

REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL JOVEM. Introdução REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL JOVEM Introdução Considerando a importância crescente das autarquias locais, no âmbito do apoio social às populações; Considerando que as câmaras municipais podem apoiar

Leia mais

Regulamento Municipal de Atribuição do Cartão Social do Reformado, Pensionista e Idoso

Regulamento Municipal de Atribuição do Cartão Social do Reformado, Pensionista e Idoso Regulamento Municipal de Atribuição do Cartão Social do Reformado, Pensionista e Idoso Preâmbulo A Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, na redacção dada pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro, prevê, na

Leia mais

Proposta de Regulamento para atribuição do Cartão Municipal do Idoso

Proposta de Regulamento para atribuição do Cartão Municipal do Idoso Proposta de Regulamento para atribuição do Cartão Municipal do Idoso Nas sociedades contemporâneas reveste especial preocupação as condições e qualidade de vida, designadamente da população considerada

Leia mais

PROJETO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE INCENTIVO Á NATALIDADE

PROJETO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE INCENTIVO Á NATALIDADE PROJETO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE INCENTIVO Á NATALIDADE Preâmbulo Considerando: - A crescente intervenção dos Municípios, no âmbito das políticas de ação social, com vista, por um lado, à progressiva

Leia mais

Freguesia de Penela da Beira

Freguesia de Penela da Beira EDITAL Alexandre Rui Lopes Escudeiro, Presidente da Junta de Freguesia de Penela da Beira: Torna público que esta Junta de Freguesia em reunião extraordinária de 17 de Setembro de 2010, aprovou o seguinte

Leia mais

PROJETO DE REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL DO IDOSO. - Município da Ribeira Brava - Preâmbulo

PROJETO DE REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL DO IDOSO. - Município da Ribeira Brava - Preâmbulo PROJETO DE REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL DO IDOSO - Município da Ribeira Brava - Preâmbulo O Município da Ribeira Brava, à semelhança da generalidade dos concelhos da Região e do País em geral, tem uma

Leia mais

Regulamento Municipal do Cartão Social Municipal. Artigo 1.º Noção. Artigo 2.º Condições de acesso. Artigo 3.º Documentos de instrução do pedido

Regulamento Municipal do Cartão Social Municipal. Artigo 1.º Noção. Artigo 2.º Condições de acesso. Artigo 3.º Documentos de instrução do pedido REGULAMENTO MUNICIPAL DO CARTÃO SOCIAL MUNICIPAL Publicação APÊNDICE N.º 137 II SÉRIE N.º 250 29 de Outubro de 2002 Regulamento Municipal do Cartão Social Municipal Artigo 1.º Noção O cartão social municipal

Leia mais

Regulamento do Cartão Jovem Municipal Nota justificativa

Regulamento do Cartão Jovem Municipal Nota justificativa Regulamento do Cartão Jovem Municipal Nota justificativa Considerando que o Município do Barreiro tem como princípio o bem-estar, a realização pessoal e a plena participação social dos jovens. Considerando

Leia mais

ALTERAÇÃO AO REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL DO IDOSO

ALTERAÇÃO AO REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL DO IDOSO A CÂMARA MUNICIPAL DE ALENQUER Praça Luís de Camões -2580-318 ALENQUER - Telef. 263730900. Fax 263 711 504. e-mau: aerai6~cm-a eflaue.dt ALTERAÇÃO AO REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL DO IDOSO r Proposta

Leia mais

Regulamento do Cartão do Idoso do Município de Vila do Porto

Regulamento do Cartão do Idoso do Município de Vila do Porto MUNICÍPIO DE VILA DO PORTO Regulamento do Cartão do Idoso do Município de Vila do Porto Carlos Henrique Lopes Rodrigues, Presidente da Câmara Municipal do concelho de Vila do Porto: Torna público que,

Leia mais

Regulamento do Cartão Social do Município de Mértola

Regulamento do Cartão Social do Município de Mértola Preâmbulo O Município de Mértola tem vindo a desenvolver e a promover medidas sociais com o objectivo de erradicar fenómenos de pobreza e de exclusão social numa lógica de solidariedade social local activa,

Leia mais

Oficina do Reformado

Oficina do Reformado Capítulo 310 Oficina do Reformado MR.003.01.Vers.1.0.a Página 1 de 9 Conteúdo Preâmbulo... 3 Disposições... 4 Artigo 1.º Âmbito de aplicação... 4 Artigo 2.º Objeto... 4 Artigo 3.º Requisitos para aceder

Leia mais

Regulamento CARTÃO BARCELOS JOVEM

Regulamento CARTÃO BARCELOS JOVEM Regulamento CARTÃO BARCELOS JOVEM PREÂMBULO O projecto Cartão Barcelos Jovem é um documento emitido pela Casa da Juventude da Câmara Municipal de Barcelos, capaz de conceder benefícios na utilização de

Leia mais

Regulamento do Cartão Municipal do Idoso. Preâmbulo

Regulamento do Cartão Municipal do Idoso. Preâmbulo 1 Regulamento do Cartão Municipal do Idoso Preâmbulo O Município de Arronches, à semelhança da generalidade dos concelhos do interior do País, tem uma parte significativa da sua população composta por

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL LAJES SOLIDÁRIA PEQUENAS REPARAÇÕES DOMÉSTICAS AO DOMICÍLIO NOTA JUSTIFICATIVA

REGULAMENTO MUNICIPAL LAJES SOLIDÁRIA PEQUENAS REPARAÇÕES DOMÉSTICAS AO DOMICÍLIO NOTA JUSTIFICATIVA REGULAMENTO MUNICIPAL LAJES SOLIDÁRIA PEQUENAS REPARAÇÕES DOMÉSTICAS AO DOMICÍLIO NOTA JUSTIFICATIVA Tendo por base o diagnóstico social do concelho das Lajes das Flores, o qual refere que uma considerável

Leia mais

Regulamento do Cartão - Jovem Raiano Município de Idanha-a-Nova. Preâmbulo

Regulamento do Cartão - Jovem Raiano Município de Idanha-a-Nova. Preâmbulo MUNICÍPIO DE IDANHA-A-NOVA Contribuinte número 501 121 030 CÂMARA MUNICIPAL DE IDANHA-A-NOVA Regulamento do Cartão - Jovem Raiano Município de Idanha-a-Nova Preâmbulo Considerando que o Município de Idanha-a-Nova,

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DO TARIFÁRIO SOCIAL DE ÁGUA, SANEAMENTO E RESÍDUOS SÓLIDOS DA MAIA PREÂMBULO

REGULAMENTO MUNICIPAL DO TARIFÁRIO SOCIAL DE ÁGUA, SANEAMENTO E RESÍDUOS SÓLIDOS DA MAIA PREÂMBULO PREÂMBULO 1. A progressiva degradação da situação económica das famílias portuguesas, em virtude da situação em que se encontra todo o território nacional, exige aos serviços públicos, a tomada de decisões

Leia mais

PROJETO REGULAMENTO MUNICIPAL DO PROGRAMA DE COMPARTICIPAÇÃO DE MEDICAMENTOS AOS IDOSOS CARENCIADOS

PROJETO REGULAMENTO MUNICIPAL DO PROGRAMA DE COMPARTICIPAÇÃO DE MEDICAMENTOS AOS IDOSOS CARENCIADOS PROJETO REGULAMENTO MUNICIPAL DO PROGRAMA DE COMPARTICIPAÇÃO DE MEDICAMENTOS AOS IDOSOS CARENCIADOS PREÂMBULO Os idosos são tradicionalmente um grupo social com dificuldades reconhecidas que advém, sobretudo

Leia mais

REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL DAR VIDA AOS ANOS. Preâmbulo

REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL DAR VIDA AOS ANOS. Preâmbulo REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL DAR VIDA AOS ANOS Preâmbulo Tendo por base o n. 8 do artigo 112. e o artigo 241. da Constituição da República Portuguesa, e no âmbito da prossecução das suas atribuições

Leia mais

MUNICÍPIO DE BARRANCOS

MUNICÍPIO DE BARRANCOS MUNICÍPIO DE BARRANCOS Regulamento do Programa Casa Jovem Programa Municipal de Apoio ao Arrendamento Jovem e de Incentivo ao Mercado de Arrendamento Local Preâmbulo No âmbito do Programa de Intervenção

Leia mais

REGULAMENTO Oficina Solidária O SOL. Nota Justificativa

REGULAMENTO Oficina Solidária O SOL. Nota Justificativa Aprovado em reunião da Câmara Municipal em 11/06/2015. Aprovado em reunião da Assembleia Municipal em 27/06/2015. REGULAMENTO Oficina Solidária O SOL Nota Justificativa O Concelho de Alijó situa-se no

Leia mais

REGULAMENTO TARIFA SOCIAL E FAMILIAR. Preâmbulo

REGULAMENTO TARIFA SOCIAL E FAMILIAR. Preâmbulo REGULAMENTO TARIFA SOCIAL E FAMILIAR Preâmbulo Considerando que, nos termos do nº 1 do artigo 21º da Lei nº 73/2013, de 3 de Setembro: Os preços e demais instrumentos de remuneração a fixar pelos municípios,

Leia mais

Regulamento de implementação e funcionamento da Loja Social de Alenquer

Regulamento de implementação e funcionamento da Loja Social de Alenquer Regulamento de implementação e funcionamento da Loja Social de Alenquer Nota Justificativa Num contexto marcado por uma profunda crise sócio-económica, que origina o crescente aumento de situações de pobreza

Leia mais

PROJETO DE ALTERAÇÃO AO REGULAMENTO MUNICIPAL DO PROGRAMA APOIO AO IDOSO

PROJETO DE ALTERAÇÃO AO REGULAMENTO MUNICIPAL DO PROGRAMA APOIO AO IDOSO Câmara Municipal Gabinete de Apoio ao Presidente PROJETO DE ALTERAÇÃO AO REGULAMENTO MUNICIPAL DO PROGRAMA APOIO AO IDOSO Nota justificativa Em reunião de Câmara Municipal, de 05 de Abril de 2016, foi

Leia mais

Município de Chamusca AV I S O

Município de Chamusca AV I S O Município de Chamusca AV I S O Dr. Paulo Jorge Mira Lucas Cegonho Queimado, Presidente da Câmara Municipal de Chamusca. TORNA PÚBLICO que, nos termos e para os efeitos do disposto no art.118. º do Código

Leia mais

Regulamento de Atribuição de Bolsas de Estudo

Regulamento de Atribuição de Bolsas de Estudo Regulamento de Atribuição de Bolsas de Estudo Artigo 1º Objecto O presente regulamento estabelece as normas para atribuição de bolsas de estudo a estudantes do ensino secundário e superior, residentes

Leia mais

Regulamento do Cartão Sénior do Município do Funchal

Regulamento do Cartão Sénior do Município do Funchal Regulamento do Cartão Sénior do Município do Funchal Nota Justificativa O Município do Funchal, ao longo dos anos, tem vindo a implementar programas destinados à população sénior residente no concelho,

Leia mais

Regulamento Municipal Da Oficina do Idoso

Regulamento Municipal Da Oficina do Idoso Regulamento Municipal Da Oficina do Idoso ABRIL DE 2009 APROVADO PELA CÂMARA MUNICIPAL DE SINTRA EM 14 DE JANEIRO DE 2009 APROVADO PELA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE SINTRA EM 23 DE ABRIL DE 2009 NOTA JUSTIFICATIVA

Leia mais

REGULAMENTO DE COMPARTICIPAÇÃO EM DESPESAS COM MEDICAMENTOS. Nota Justificativa

REGULAMENTO DE COMPARTICIPAÇÃO EM DESPESAS COM MEDICAMENTOS. Nota Justificativa REGULAMENTO DE COMPARTICIPAÇÃO EM DESPESAS COM MEDICAMENTOS Nota Justificativa O quadro sócio demográfico atual diverge do tradicional. As questões do envelhecimento das populações estão em foco devido

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DA LAGOA Regulamento n.º 27/2007 de 3 de Setembro de 2007

CÂMARA MUNICIPAL DA LAGOA Regulamento n.º 27/2007 de 3 de Setembro de 2007 CÂMARA MUNICIPAL DA LAGOA Regulamento n.º 27/2007 de 3 de Setembro de 2007 Torna público, em conformidade com a deliberação tomada pela Câmara Municipal, em sua reunião ordinária realizada a 23 de Julho

Leia mais

REGULAMENTO. Projeto Esperança

REGULAMENTO. Projeto Esperança REGULAMENTO Projeto Esperança Aprovação Câmara Municipal: 21-12-2015 Assembleia Municipal: 12-02-2016 REGULAMENTO PROJETO ESPERANÇA PREÂMBULO O Município de Arruda dos Vinhos, no desenvolvimento da sua

Leia mais

REGULAMENTO. Gabinete de Consulta Jurídica e de Apoio Jurídico do Municipio de Arruda dos Vinhos

REGULAMENTO. Gabinete de Consulta Jurídica e de Apoio Jurídico do Municipio de Arruda dos Vinhos REGULAMENTO Gabinete de Consulta Jurídica e de Apoio Jurídico do Municipio de Arruda dos Vinhos Aprovação Câmara Municipal: 02-05-2016 Assembleia Municipal: 27-06-2016 REGULAMENTO DO GABINETE DE CONSULTA

Leia mais

Ação Social NORMAS DE FUNCIONAMENTO DA LOJA SOLIDÁRIA MUNICÍPIO DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO

Ação Social NORMAS DE FUNCIONAMENTO DA LOJA SOLIDÁRIA MUNICÍPIO DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO Ação Social NORMAS DE FUNCIONAMENTO DA LOJA SOLIDÁRIA MUNICÍPIO DE SOBRAL DE MONTE AGRAÇO Nota justificativa O Município de Sobral de Monte Agraço, no exercício das suas competências, deverá promover e/ou

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE BELMONTE REGULAMENTO. Subsídio "Apoio ao Estudante"

CÂMARA MUNICIPAL DE BELMONTE REGULAMENTO. Subsídio Apoio ao Estudante CÂMARA MUNICIPAL DE BELMONTE REGULAMENTO Subsídio "Apoio ao Estudante" A educação é a forma mais simples de transformar uma sociedade. Uma população mais culta permite acolher novas ideias de futuro e

Leia mais

REGULAMENTO DE INCENTIVO À NATALIDADE

REGULAMENTO DE INCENTIVO À NATALIDADE REGULAMENTO DE INCENTIVO À NATALIDADE JUNTA DE FREGUESIA DE CANDEMIL Regulamento de Incentivo à Natalidade na Freguesia de Candemil Nota Justificativa Considerando que a diminuição da Natalidade é um problema

Leia mais

Regulamento para a Atribuição de Apoio a Estratos Sociais Desfavorecidos. Nota justificativa (art. 116º do Código do Procedimento Administrativo)

Regulamento para a Atribuição de Apoio a Estratos Sociais Desfavorecidos. Nota justificativa (art. 116º do Código do Procedimento Administrativo) APÊNDICE N.º 60 II SÉRIE N.º 114 17 de Maio de 2002 Aviso n.º 4113/2002 Regulamento para a Atribuição de Apoio a Estratos Sociais Desfavorecidos Nota justificativa (art. 116º do Código do Procedimento

Leia mais

REGULAMENTO DO SUBSÍDIO AO ARRENDAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SANTO TIRSO

REGULAMENTO DO SUBSÍDIO AO ARRENDAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SANTO TIRSO REGULAMENTO DO SUBSÍDIO AO ARRENDAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SANTO TIRSO Artigo 1.º (Âmbito) 1 O presente regulamento regula a concessão de subsídio ao arrendamento pelo município de Santo Tirso. 2 Podem

Leia mais

Regulamento Municipal de Bolsas de Estudo

Regulamento Municipal de Bolsas de Estudo Regulamento Municipal de Bolsas de Estudo Preâmbulo A educação e formação dos jovens famalicenses são factores essenciais para o desenvolvimento económico e social do concelho e da região onde nos inserimos.

Leia mais

Regulamento para Atribuição de Bolsas de Estudo

Regulamento para Atribuição de Bolsas de Estudo Artigo 1º Objecto O presente regulamento estabelece as normas de atribuição de bolsas de estudo por parte da Câmara Municipal de Vila do Porto a estudantes residentes no concelho, matriculados e inscritos

Leia mais

MUNICIPIO DE MESÃO FRIO

MUNICIPIO DE MESÃO FRIO MUNICIPIO DE MESÃO FRIO REGULAMENTO MUNICIPAL DO PROGRAMA SOCIAL DE APOIO À HABITAÇÃO DO MUNICIPIO DE MESÃO FRIO A, em conformidade com as atribuições e competências consignadas aos Municípios, nomeadamente

Leia mais

Regulamento Municipal para a Concessão de Bolsas de Estudo a Estudantes do Ensino Superior MUNICIPIO DE FORNOS DE ALGODRES

Regulamento Municipal para a Concessão de Bolsas de Estudo a Estudantes do Ensino Superior MUNICIPIO DE FORNOS DE ALGODRES 2015 Regulamento Municipal para a Concessão de Bolsas de Estudo a Estudantes do Ensino Superior MUNICIPIO DE FORNOS DE ALGODRES Índice Nota Justificativa... 2 Capítulo I Disposições Gerais... 2 Artigo

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE SALVATERRA DE MAGOS. Regulamento para atribuição de bolsas de estudo a alunos do ensino superior. Preâmbulo

CÂMARA MUNICIPAL DE SALVATERRA DE MAGOS. Regulamento para atribuição de bolsas de estudo a alunos do ensino superior. Preâmbulo CÂMARA MUNICIPAL DE SALVATERRA DE MAGOS Regulamento para atribuição de bolsas de estudo a alunos do ensino superior Preâmbulo O desenvolvimento de medidas de carácter social com o intuito de melhorar as

Leia mais

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO. Preâmbulo

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO. Preâmbulo REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO Preâmbulo Faz parte da missão do grupo Águas de Portugal (Grupo AdP) constituir-se como uma referência no setor do ambiente, de forma a promover a universalidade,

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA MUNICIPAL DE INCENTIVO À NATALIDADE

REGULAMENTO DO PROGRAMA MUNICIPAL DE INCENTIVO À NATALIDADE REGULAMENTO DO PROGRAMA MUNICIPAL DE INCENTIVO À NATALIDADE Preâmbulo Considerando: - A importância que a área do desenvolvimento social assume na acção do Município de São Pedro do Sul; - O interesse

Leia mais

Proposta de Alterações ao Regulamento Municipal para Atribuição de Apoio ao Arrendamento. Preâmbulo

Proposta de Alterações ao Regulamento Municipal para Atribuição de Apoio ao Arrendamento. Preâmbulo Proposta de Alterações ao Regulamento Municipal para Atribuição de Apoio ao Arrendamento Preâmbulo A atual situação socioeconómica e a forma como atinge as famílias mais carenciadas do concelho é uma das

Leia mais

UNIÃO DAS FREGUESIA DE RECARDÃES E ESPINHEL

UNIÃO DAS FREGUESIA DE RECARDÃES E ESPINHEL UNIÃO DAS FREGUESIA DE RECARDÃES E ESPINHEL REGULAMENTO DE INCENTIVO À NATALIDADE Página 1 de 7 Nota Justificativa Considerando que a diminuição da Natalidade é um problema premente e preocupante nas regiões

Leia mais

PROJETO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO À VACINAÇÃO INFANTIL NÃO COMPARTICIPADA

PROJETO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO À VACINAÇÃO INFANTIL NÃO COMPARTICIPADA PROJETO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO À VACINAÇÃO INFANTIL NÃO COMPARTICIPADA Regulamento n.º / Aprovado em Câmara Municipal a Aprovado em Assembleia Municipal a PÁG. 01 / 09 CAPITULO I... 4 DISPOSIÇÕES

Leia mais

REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL DO IDOSO

REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL DO IDOSO REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL DO IDOSO REGULAMENTO DO CARTÃO MUNICIPAL DO IDOSO Preâmbulo O Concelho de Portel, à semelhança da generalidade dos Concelhos do interior do país, tem uma parte significativa

Leia mais

Normas para concessão de auxílios económicos no 1.º ciclo do ensino básico

Normas para concessão de auxílios económicos no 1.º ciclo do ensino básico Normas para concessão de auxílios económicos no 1.º ciclo do ensino básico ENQUADRAMENTO Desde a Constituição da República de 1976 que está consagrada a universalidade, obrigatoriedade e gratuitidade do

Leia mais

Regulamento do Programa Municipal de Incentivo à Natalidade Nota Justificativa

Regulamento do Programa Municipal de Incentivo à Natalidade Nota Justificativa Regulamento do Programa Municipal de Incentivo à Natalidade Nota Justificativa Considerando: - A importância que a área do desenvolvimento social assume na política de ação social do Município de Cinfães;

Leia mais

Universidade Lusófona do Porto Bolsas de Estudo. Regulamento

Universidade Lusófona do Porto Bolsas de Estudo. Regulamento Universidade Lusófona do Porto Bolsas de Estudo Regulamento 1. Requisitos a cumprir para candidatura - Não ser detentor/a de grau académico universitário; - Não beneficiar de outra bolsa de estudo ou vantagem

Leia mais

O Eixo 6 Cartão Mor Solidário do Programa Integrado de Apoio Social Mor Solidário tem como objectivos principais:

O Eixo 6 Cartão Mor Solidário do Programa Integrado de Apoio Social Mor Solidário tem como objectivos principais: Eixo 6 Cartão Mor Solidário O Eixo 6 Cartão Mor Solidário do Programa Integrado de Apoio Social Mor Solidário tem como objectivos principais: Apoiar os munícipes carenciados no acesso e uso de bens e serviços

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO À MELHORIA DAS CONDIÇÕES HABITACIONAIS DE ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS PREÂMBULO

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO À MELHORIA DAS CONDIÇÕES HABITACIONAIS DE ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS PREÂMBULO REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO À MELHORIA DAS CONDIÇÕES HABITACIONAIS DE ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS PREÂMBULO Considerando: 1. Os direitos consagrados aos cidadãos na Constituição da República Portuguesa

Leia mais

Tarifário para Tarifário para 2015

Tarifário para Tarifário para 2015 Tarifário para 2015 Setembro de 2014 Página 1 de 12 Índice Tarifas de Abastecimento... 3 Tarifas de Saneamento... 4 Outros serviços de abastecimento... 5 Outros serviços de saneamento... 7 Processos de

Leia mais

APOIO À RECUPERAÇÃO HABITACIONAL DE ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS

APOIO À RECUPERAÇÃO HABITACIONAL DE ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS APOIO À RECUPERAÇÃO HABITACIONAL DE ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS FORMULÁRIO DE CANDIDATURA I. Apoio à recuperação habitacional 1ª Candidatura Recandidatura POR FAVOR LEIA ATENTAMENTE O FORMULÁRIO DE

Leia mais

Câmara Municipal da Trofa

Câmara Municipal da Trofa Câmara Municipal da Trofa REGULAMENTO PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSÍDIO AO ARRENDAMENTO, A ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS NOTA JUSTIFICATIVA (Art. 116º do Código do Procedimento Administrativo) O quadro legal

Leia mais

BOLETIM MUNICIPAL CÂMARA MUNICIPAL DA AMADORA. Edição Especial 01 de julho de 2014 PROJETO DE REGULAMENTO DO PROGRAMA AMASÉNIOR LAZER

BOLETIM MUNICIPAL CÂMARA MUNICIPAL DA AMADORA. Edição Especial 01 de julho de 2014 PROJETO DE REGULAMENTO DO PROGRAMA AMASÉNIOR LAZER Edição Especial PROJETO DE REGULAMENTO DO PROGRAMA AMASÉNIOR LAZER (Deliberação da CMA de 21.05.2014) DISTRIBUIÇÃO GRATUITA APRECIAÇÃO PÚBLICA (Por um periodo de 30 dias úteis, a contar da data da publicação,

Leia mais

REGULAMENTO DO CARTÃO SÉNIOR MUNICIPAL NOTA JUSTIFICATIVA

REGULAMENTO DO CARTÃO SÉNIOR MUNICIPAL NOTA JUSTIFICATIVA REGULAMENTO DO CARTÃO SÉNIOR MUNICIPAL NOTA JUSTIFICATIVA Tendo em vista a reformulação do Regulamento do Cartão Municipal do Idoso em vigor desde 1999, considerando a realidade presente e a adequação

Leia mais

REGULAMENTO PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSÍDIO AO ARRENDAMENTO A ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS PREÂMBULO

REGULAMENTO PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSÍDIO AO ARRENDAMENTO A ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS PREÂMBULO REGULAMENTO PARA ATRIBUIÇÃO DE SUBSÍDIO AO ARRENDAMENTO A ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS PREÂMBULO O presente regulamento municipal constitui um dos instrumentos que permitirá materializar a intenção

Leia mais

UNIÃO DAS FREGUESIAS DE SÃO JOÃO DAS LAMPAS E TERRUGEM REGULAMENTO DE APOIOS SOCIAIS

UNIÃO DAS FREGUESIAS DE SÃO JOÃO DAS LAMPAS E TERRUGEM REGULAMENTO DE APOIOS SOCIAIS UNIÃO DAS FREGUESIAS DE SÃO JOÃO DAS LAMPAS E TERRUGEM REGULAMENTO DE APOIOS SOCIAIS Outubro de 2014 REGULAMENTO DE APOIOS SOCIAIS Nota justificativa (art.º 116.º do Código do Procedimento Administrativo)

Leia mais

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA AO APOIO AO ARRENDAMENTO HABITACIONAL. DOCUMENTAÇÃO OBRIGATÓRIA para instrução da candidatura

FORMULÁRIO DE CANDIDATURA AO APOIO AO ARRENDAMENTO HABITACIONAL. DOCUMENTAÇÃO OBRIGATÓRIA para instrução da candidatura FORMULÁRIO DE CANDIDATURA AO APOIO AO ARRENDAMENTO HABITACIONAL DOCUMENTAÇÃO OBRIGATÓRIA para instrução da candidatura (APRESENTAR ORIGINAIS E ENTREGAR FOTOCÓPIAS DE TODOS OS DOCUMENTOS) B.I./ C.C./Cédula

Leia mais

REGULAMENTO DA CONCESSÃO DE APOIO A ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS DO MUNICÍPIO DE MOURA

REGULAMENTO DA CONCESSÃO DE APOIO A ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS DO MUNICÍPIO DE MOURA REGULAMENTO DA CONCESSÃO DE APOIO A ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS DO MUNICÍPIO DE MOURA Regulamento da Concessão de Apoios a Estratos Sociais Desfavorecidos do Município de Moura Nota justificativa Em

Leia mais

CADERNO DE ENCARGOS AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA PARA AS INSTALAÇÕES DA DGSS PARTE I CÁUSULAS JURÍDICAS

CADERNO DE ENCARGOS AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA PARA AS INSTALAÇÕES DA DGSS PARTE I CÁUSULAS JURÍDICAS CADERNO DE ENCARGOS AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA PARA AS INSTALAÇÕES DA DGSS Referência: Manutenção das instalações - DGSS/2014 PARTE I CÁUSULAS JURÍDICAS Cláusula 1ª Objeto

Leia mais

CALHETA D ESPERANÇAS

CALHETA D ESPERANÇAS CÂMARA MUNICIPAL DA CALHETA MADEIRA REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO À FAMILIA E INCENTIVO À NATALIDADE CALHETA D ESPERANÇAS Página 1 de 5 Nota Justificativa Considerando a crescente intervenção deste Município

Leia mais

Regulamento da Ação Social Escolar - 1.º Ciclo do Ensino Básico

Regulamento da Ação Social Escolar - 1.º Ciclo do Ensino Básico Regulamento da Ação Social Escolar - 1.º Ciclo do Ensino Básico Preâmbulo A Educação constitui uma das atribuições fundamentais dos Municípios desde 1984 e a sua implementação obedece a um conjunto de

Leia mais

Termos e Condições de atribuição de Bolsas de Estudo para o Ensino Superior. Universidade Portucalense Infante D. Henrique

Termos e Condições de atribuição de Bolsas de Estudo para o Ensino Superior. Universidade Portucalense Infante D. Henrique Termos e Condições de atribuição de Bolsas de Estudo para o Ensino Superior Universidade Portucalense Infante D. Henrique 1. Requisitos a cumprir para candidatura a) Não ser detentor de grau académico

Leia mais

CAPÍTULO I Disposições Gerais

CAPÍTULO I Disposições Gerais REGULAMENTO PARA ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO A ESTUDANTES DO ENSINO SUPERIOR Preâmbulo O direito a uma justa e efetiva igualdade de oportunidades no acesso e sucesso escolares, consagrado constitucionalmente,

Leia mais

MUNICÍPIO DE VALPAÇOS PREÂMBULO

MUNICÍPIO DE VALPAÇOS PREÂMBULO REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO PREÂMBULO Nos termos do artigo 235.º n.º 2 da Constituição da República Portuguesa, as Autarquias são pessoas colectivas territoriais dotadas de

Leia mais

CANDIDATURA A BOLSA DE ESTUDO

CANDIDATURA A BOLSA DE ESTUDO Ex. mo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova I - IDENTIFICAÇÃO E RESIDÊNCIA BI/Cartão do Cidadão NIF E-mail Data de Nascimento NIB Estado Civil Naturalidade Sexo Filiação do Cônjuge (Se

Leia mais

REGULAMENTO DO SUBSIDIO AO ARRENDAMENTO DO MUNICÍPIO DE SANTO TIRSO. Nota Justificativa

REGULAMENTO DO SUBSIDIO AO ARRENDAMENTO DO MUNICÍPIO DE SANTO TIRSO. Nota Justificativa REGULAMENTO DO SUBSIDIO AO ARRENDAMENTO DO MUNICÍPIO DE SANTO TIRSO Nota Justificativa Com o novo quadro legal de atribuições e competências das autarquias locais, previstas no Anexo I da Lei 75/2013,

Leia mais

Regulamento da Galeria Municipal de Almeirim. Preâmbulo

Regulamento da Galeria Municipal de Almeirim. Preâmbulo Regulamento da Galeria Municipal de Almeirim Preâmbulo A Galeria Municipal de Almeirim é um espaço destinado à dinamização da cultura através de exposições temporárias, cabendo neste todas as áreas temáticas

Leia mais

MUNICÍPIO DE CASTRO VERDE CÂMARA MUNICIPAL. 02 Divisão de Administração e Finanças 02 Secção Administrativa. EDITAL (nº.19/06)

MUNICÍPIO DE CASTRO VERDE CÂMARA MUNICIPAL. 02 Divisão de Administração e Finanças 02 Secção Administrativa. EDITAL (nº.19/06) 02 Divisão de Administração e Finanças 02 Secção Administrativa EDITAL (nº.19/06) Fernando Sousa Caeiros, Presidente da Câmara Municipal de Castro Verde, torna público que, cumpridas as formalidades previstas

Leia mais

Câmara Municipal de Vila do Bispo. Regulamento Municipal de Apoio Social a Famílias Carenciadas

Câmara Municipal de Vila do Bispo. Regulamento Municipal de Apoio Social a Famílias Carenciadas Câmara Municipal de Vila do Bispo Regulamento Municipal de Apoio Social a Famílias Carenciadas Nota Justificativa A deliberação de Câmara de 17 de Fevereiro de 2009, que originou a criação do Regulamento

Leia mais

MUNICIPIO DE VILA DO BISPO REGULAMENTO DE ATRIBIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO E BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO

MUNICIPIO DE VILA DO BISPO REGULAMENTO DE ATRIBIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO E BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO MUNICIPIO DE VILA DO BISPO REGULAMENTO DE ATRIBIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO E BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO Preâmbulo É atribuição das Autarquias locais deliberar em matéria de acção social, designadamente no que

Leia mais

REGULAMENTO DE APOIOS SOCIAIS

REGULAMENTO DE APOIOS SOCIAIS REGULAMENTO DE APOIOS SOCIAIS NOTA JUSTIFICATIVA (art.º 116.º do Código do Procedimento Administrativo) Considerando que: Cada vez mais é imprescindível a intervenção da freguesia no âmbito da Acção Social,

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO À RECUPERAÇÃO HABITACIONAL DE ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS

REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO À RECUPERAÇÃO HABITACIONAL DE ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS REGULAMENTO MUNICIPAL DE APOIO À RECUPERAÇÃO HABITACIONAL DE ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS Preâmbulo Como sabemos as deficientes condições de habitabilidade ocupam um lugar central entre os factores

Leia mais

ABONO DE FAMÍLIA PARA CRIANÇAS E JOVENS E ABONO DE FAMÍLIA PRÉ-NATAL INFORMAÇÕES E INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DO REQUERIMENTO

ABONO DE FAMÍLIA PARA CRIANÇAS E JOVENS E ABONO DE FAMÍLIA PRÉ-NATAL INFORMAÇÕES E INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DO REQUERIMENTO ABONO DE FAMÍLIA PARA CRIANÇAS E JOVENS E ABONO DE FAMÍLIA PRÉ-NATAL INFORMAÇÕES E INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DO REQUERIMENTO O requerimento deve ser preenchido manualmente. Para este efeito utilize o

Leia mais

Município de Oliveira do Hospital REGULAMENTO DO PROGRAMA MUNICIPAL DE INCENTIVO À NATALIDADE

Município de Oliveira do Hospital REGULAMENTO DO PROGRAMA MUNICIPAL DE INCENTIVO À NATALIDADE REGULAMENTO DO PROGRAMA MUNICIPAL DE INCENTIVO À NATALIDADE REGULAMENTO DO PROGRAMA MUNICIPAL DE INCENTIVO À NATALIDADE NOTA JUSTIFICATIVA Considerando: A importância que a área do desenvolvimento social

Leia mais

Universidade Portucalense Infante D. Henrique

Universidade Portucalense Infante D. Henrique Universidade Portucalense Infante D. Henrique Bolsas de Estudo Regulamento 1. Requisitos a cumprir para candidatura a) Não ser detentor de grau académico universitário; b) Não beneficiar de outra bolsa

Leia mais

PROJETO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DA ATRIBUIÇÃO DE APOIOS À HABITAÇÃO

PROJETO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DA ATRIBUIÇÃO DE APOIOS À HABITAÇÃO PROJETO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DA ATRIBUIÇÃO DE APOIOS À HABITAÇÃO Considerando que o artigo 23º n.º 2 alíneas h) e i), da Lei n.º 75/2013, de 3 de Setembro, refere que os municípios dispõem de, entre

Leia mais

Regulamento de Concessão de Bolsas de Estudo Para o Ensino Superior. Aprovado após deliberação em reunião de Câmara de dia 16 de Dezembro de 2009

Regulamento de Concessão de Bolsas de Estudo Para o Ensino Superior. Aprovado após deliberação em reunião de Câmara de dia 16 de Dezembro de 2009 Regulamento de Concessão de Bolsas de Estudo Para o Ensino Superior Aprovado após deliberação em reunião de Câmara de dia 16 de Dezembro de 2009 Beja, 2009 Artigo 1º Objecto O presente regulamento estabelece

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO DA CÂMARA MUNICIPAL DE ALJUSTREL NOTA JUSTIFICATIVA

REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO DA CÂMARA MUNICIPAL DE ALJUSTREL NOTA JUSTIFICATIVA REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO DA DE ALJUSTREL NOTA JUSTIFICATIVA O Município de Aljustrel tem como objectivo primacial a prossecução dos interesses próprios e comuns dos seus

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE SUBSÍDIO AO ARRENDAMENTO A ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS

REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE SUBSÍDIO AO ARRENDAMENTO A ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE SUBSÍDIO AO ARRENDAMENTO A ESTRATOS SOCIAIS DESFAVORECIDOS Regulamento Municipal de Atribuição de Subsídio ao Arrendamento a Estratos Sociais Desfavorecidos 1 Nota

Leia mais

REGULAMENTO. PROGRAMA Natal Solidário

REGULAMENTO. PROGRAMA Natal Solidário REGULAMENTO PROGRAMA Natal Solidário Aprovado em Reunião de Câmara de 31/10/2012 e Assembleia Municipal de 29/11/2012 Fundamentação A Câmara Municipal de Gondomar, tem vindo a promover medidas de intervenção,

Leia mais

REQUERIMENTO PRESTAÇÕES POR ENCARGOS FAMILIARES ABONO DE FAMÍLIA PRÉ-NATAL E ABONO DE FAMÍLIA PARA CRIANÇAS E JOVENS

REQUERIMENTO PRESTAÇÕES POR ENCARGOS FAMILIARES ABONO DE FAMÍLIA PRÉ-NATAL E ABONO DE FAMÍLIA PARA CRIANÇAS E JOVENS REQUERIMENTO PRESTAÇÕES POR ENCARGOS FAMILIARES ABONO DE FAMÍLIA PRÉ-NATAL E ABONO DE FAMÍLIA PARA CRIANÇAS E JOVENS INFORMAÇÕES E INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO O requerimento deve ser preenchido manualmente.

Leia mais

PROJETO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DO TÁXI SOCIAL

PROJETO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DO TÁXI SOCIAL PROJETO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DO TÁXI SOCIAL APROVADO PELA CÂMARA MUNICIPAL DE SINTRA EM.. APROVADO PELA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE SINTRA EM. Página 1 PREÂMBULO As autarquias locais dispõem de competências

Leia mais