PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA - PPP 7 DE OUTUBRO DE 2016

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA - PPP 7 DE OUTUBRO DE 2016"

Transcrição

1 PARCERIA PÚBLICO-PRIVADA - PPP 7 DE OUTUBRO DE 2016

2 OBJETO DA PPP Parceria Público-Privada para: 1) Manutenção e Operação dos edifícios já existentes (câmpus Barcelona e Centro); 2) Construção do novo edifício no campus Barcelona; 3) Manutenção e Operação do novo edifício; 4) Readequação dos edifícios já existentes.

3 SUMÁRIO FRENTES DE TRABALHO ENGENHARIA ECONÔMICO-FINANCEIRA JURÍDICA 3

4 ASPECTOS DE ENGENHARIA

5 ENGENHARIA OBJETIVOS DEMOLIR os Blocos D (Núcleo de Comunicação, Biblioteca e Estúdios), E (Centro de Concursos) e F (CIDAP) no Campus Barcelona e implantar o Prédio Novo; READEQUAR os Blocos Remanescentes para qualidade compatível com a do Prédio Novo; OPERAR E MANTER todas as unidades dos Campi BARCELONA e CENTRO.

6

7 ENGENHARIA PROGRAMA DE NECESSIDADES População de alunos por piso; Cursos de Pós-graduação, Engenharia, Direito, Educação Física, Pedagogia, Biblioteca, Auditórios, Teatro, Laboratórios, Serviços/Administração, Praça de Alimentação e Futuras Ampliações; Docentes - Discentes (graduação e pós-graduação) - Técnicos administrativos.

8 ENGENHARIA PREMISSAS ARQUITETÔNICAS Acesso pela Rua Maceió; 03 subsolos para estacionamentos (perímetro externo máximo e acessos independentes pela Rua Conselheiro Lafayete); 04 pavimentos superiores (térreo + 03 ou térreo + mezanino + 02); Soluções estruturais e infraestrutura que permitam futuras ampliações verticais: Previsão para implantação de transportes verticais, Interconexões das instalações prediais.

9 ENGENHARIA PREMISSAS DE SUSTENTABILIDADE Racionalização da utilização de recursos naturais: Cogeração de energia elétrica; Coleta e disposição do lixo; Aeração eólica com complemento elétrico; Sistema a vácuo limpeza e hidro sanitário; Água aquecimento solar; Águas de chuva reuso.

10 ENGENHARIA MANUTENÇÃO E OPERAÇÃO CAMPUS BARCELONA (incluso FARMÁCIA ESCOLA) E CAMPUS CENTRO. Edificações e seus entornos; o Limpeza Predial e de Reservatórios, o Manutenção Predial - Energia e Recursos, o Manutenção de Áreas Verdes e Áreas Urbanizadas, o Controle de Pragas (Desinsetização e Desratização). Comunicação Visual; Serviços de Teleinformática e Comunicação; Manutenção de Elevadores; Sistemas de Controle de Acessos; Treinamento, Capacitação e Reciclagem de Treinamentos.

11 FRENTE: ENGENHARIA E OPERACIONAL INDICADORES DE DESEMPENHO ÍNDICE DE DESEMPENHO CONSOLIDADO (IDC) Elementos e indicadores da qualidade da prestação dos serviços da CONCESSIONÁRIA; Vinculado diretamente os valores a serem pagos da CONTRAPRESTAÇÃO PÚBLICA; Índice de Disponibilidade de Infraestrutura (IDI): Avalia o nível de disponibilidade da infraestrutura; Índice de Qualidade da Gestão (IQG): Avalia a qualidade técnica da gestão e dos serviços

12 ASPECTOS ECONÔMICO-FINANCEIROS

13 ECONÔMICO-FINANCEIRO Visão Geral Fontes de receitas do projeto: i. Receitas de Prestação de Serviços Parcela A; ii. i. Parcela A.1: Referente aos serviços prestados nos campi atuais ii. Parcela A.2: Referente aos serviços a serem prestados no prédio novo Receitas de Prestação de Serviços Parcela B ou Receitas de Construção iii. Receita Financeira, referente a atualização financeira dos saldos devedores dos serviços prestados; iv. Receitas Complementares, oriundas da exploração comercial da infraestrutura; e v. Receitas Acessórias, não previstas no modelo econômico-financeiro, serão compartilhadas entre o concedente e o concessionário. Contraprestações USCS 13

14 ECONÔMICO-FINANCEIRO Linha do Tempo 20 Valor das Parcelas da Contraprestação USCS (em moeda constante - R$ milhão) Parcelas A.2 e B são devidas apenas após o término da construção do prédio novo Parcela A.1 - existente Parcela A.2 - novo Parcela B Receitas Complementares

15 ECONÔMICO-FINANCEIRO Manutenção e Operação Comparação com Valores Atuais 15

16 ECONÔMICO-FINANCEIRO Contraprestação e Orçamento da USCS Dos valores revisados para a contraprestação, parte já está no orçamento da USCS Valores Contraprestações Orçamento USCS (Valores corrigidos para 2016) Parcela A Custos Contratos Atuais Serviços para os campi atuais Valores corrigidos pelo IPCA 2015 Parcela B Custos Funcionários Total Construção do Prédio novo % Funcionários Manutenção TOTAL* (10%) * Não estão inclusos os serviços do prédio novo, que serão cobertos pelas novas matrículas TOTAL Orçamento FORA DO ORÇAMENTO

17 ECONÔMICO-FINANCEIRO Superávit Financeiro 2016 Ano de 2016 aponta para superávit significativo da USCS 17

18 ECONÔMICO-FINANCEIRO Viabilidade Projetada Projeto é viável R$2,751,320 75% 50% USCS não deveria comprometer mais do que os 75% projetados de sobra de caixa; Projeto é viável, para tanto, R$5,502,640 R$4,544,991 USCS deve manter a geração de caixa apresentada no início do ano. CAPACIDADE USCS CONTRAPRESTAÇÃO 18 * Considerando apenas o valor dos serviços dos campi atuais e construção do prédio novo, já descontados os valores que estão hoje no orçamento da USCS (R$ 8,3 mi)

19 19 ECONÔMICO-FINANCEIRO Value for Money Vantajosidade da PPP 1. Disponibiliza o Empreendimento para a USCS quase imediatamente; 2. Foco na atividade principal da USCS; 3. Duração contrato por 20 anos, com Redução significativa da quantidade de licitações; 4. Licitações tem um aumento histórico esperado de 19,59% no preço final das obras; 5. Manutenção do padrão de qualidade dos serviços; 6. Conservação permanente das edificações; 7. Transferência de Riscos para o parceiro privado.

20 ASPECTOS JURÍDICOS

21 JURÍDICO PPP CONCESSÃO ADMINISTRATIVA Poder Concedente (USCS) CONCESSÃO ADMINISTRATIVA CONCESSÃO ADMINISTRATIVA Concessão administrativa é o contrato de prestação de serviços de que a Administração Pública seja a usuária direta ou indireta, ainda que envolva execução de obra ou fornecimento e instalação de bens. Concessionário Comunidade Acadêmica Beneficiários: Poder Concedente (USCS) Comunidade Acadêmica 21

22 JURÍDICO CARACTERÍSTICAS GERAIS Modalidade da Licitação: Concorrência Nacional Critério de Julgamento: Menor contraprestação pela USCS Parcela A1 dos Serviços Concedidos Prazo de Vigência: 20 (vinte) anos, permitida prorrogação a critério da USCS Contados a partir da assinatura do Contrato de Concessão Administrativa 22

23 JURÍDICO INVESTIMENTOS PREVISTOS PRAZO MARCOS CONTRATUAIS 6 meses Conclusão dos Estacionamentos 11 meses Conclusão do Térreo e do 1º Andar do Edifício Novo 24 meses Conclusão do Edifício Novo 30 meses Conclusão das Obras de Readequação Após a conclusão do Edifício Novo: Início das Obras de Readequação nos Edifícios Remanescentes Obras e intervenções: integralmente concluídas em 30 meses 23

24 JURÍDICO 24 ETAPAS DO PROCEDIMENTO LICITATÓRIO 1. Audiência Pública realizada nesta data 2. Publicação do minutas de edital e contrato para Consulta Pública 3. Apresentação de Pedidos de Esclarecimentos ao Edital 4. Sessão Pública de Recebimento dos Envelopes Credenciamento e Garantia da Proposta 5. Sessão Pública de Recebimento dos Envelopes de Habilitação 6. Sessão Pública de Recebimento dos Envelopes da Proposta Econômica 7. Recursos em relação à habilitação e ao julgamento das proposta econômicas 8. Adjudicação do Objeto ao Licitante Vencedor pela USCS

25 JURÍDICO 25 ETAPAS DO PROCEDIMENTO LICITATÓRIO 9. Condições precedentes à assinatura do Contrato de Concessão Administrativa: Constituição de Sociedade de Propósito Específico (SPE) Capital social mínimo da SPE Vinculo entre a SPE e os profissionais indicados na qualificação técnica Apresentação das apólices previstas no plano de seguros Constituição da garantia de execução do contrato Reembolso dos estudos realizados 10. Celebração do Contrato de Concessão Administrativa

26 JURÍDICO CAPITAL MÍNIMO DA SPE Antes da assinatura do Contrato: capital mínimo de R$ 12 milhões de reais Durante a Concessão: Integralização de 10% na assinatura do Contrato de Concessão Integralização de 50% até o fim do primeiro ano da Concessão Integralização de 100% até o segundo ano da Concessão Após conclusão das obras e intervenções mínimas, possibilidade de redução 26

27 JURÍDICO QUALIFICAÇÃO TÉCNICA COMPROVAÇÃO DE EXPERIÊNCIAS MÍNIMAS: Operacionais para as empresas licitantes Operação de empreendimentos com monitoramento centralizado, controle de acesso e fluxos de pessoas em local com circulação de pessoas/dia Manutenção predial, de sistemas elétrico, hidráulico e de comunicações (TI e CFTC) em área construída de m² Execução de serviços de limpeza, disposição de resíduos sólidos e conservação de áreas verdes em área construída de m² Comprovação da participação em empreendimento(s) que envolvam investimentos mínimos de R$ ,00 com recursos próprios ou de terceiros 27

28 JURÍDICO QUALIFICAÇÃO TÉCNICA COMPROVAÇÃO DE EXPERIÊNCIAS MÍNIMAS: Profissionais para agentes que integrarão a SPE 1 Administrador, Engenheiro Civil, Engenheiro Eletricista ou Engenheiro Mecânico (8 anos de experiência mínima) 1 Engenheiro Civil, Engenheiro de Instrumentação, Engenheiro Mecânico ou Engenheiro Eletricista (2 anos de experiência mínima) 1 Engenheiro Civil para a coordenação das obras de implantação do edifício novo e das obras de readequação (5 anos de experiência mínima) 28

29 JURÍDICO GARANTIAS NA CONCESSÃO ADMINISTRATIVA Garantias a serem oferecidas pelos interessados: Garantia de Proposta 1% do Valor do Contrato Garantia de Execução 5% do Valor do Contrato Liberação gradual redução de 1% a cada cinco anos da vigência da concessão Garantia do Poder Concedente - Conta Garantia: Vigência pelo prazo da Concessão Agente financeiro selecionado pela USCS: operação da conta garantia Conta Garantia formada por mensalidades, matrículas e rematrículas dos cursos 29 Saldo mínimo: valor equivalente a 6 contraprestações

30 JURÍDICO 30 PODER CONCEDENTE Modificação unilateral do Contrato Alteração de tributos Atrasos imputáveis ao Poder Público Risco de demanda pelos Serviços Concedidos Riscos ambientais anteriores ao Contrato de Concessão Caso fortuito e força maior por eventos não seguráveis ALOCAÇÃO DE RISCOS CONCESSIONÁRIO Não obtenção de retorno econômico em função dos riscos assumidos Alteração nas premissas que ensejaram a Proposta Econômica Atualização nas condições de prestação dos Serviços Concedidos Disponibilização dos Serviços Concedidos e do Edifício Novo Segurança dos serviços e bens reversíveis Variação nas receitas extraordinárias

31 JURÍDICO MECANISMO DE SOLUÇÃO AMIGÁVEL DE DIVERGÊNCIAS Solução amigável: Comunicação das motivações para instauração da divergência com sugestão para sua solução Resposta da outra parte em 10 dias Prazo de 30 dias para a composição amigável Possibilidade de composição de Junta Técnica divergência técnica e/ou econômicofinanceira Arbitragem: Condução: 3 árbitros Câmara de Arbitragem Empresarial Brasil CAMARB 31

32

COMPLEXO HOSPITALAR IMASF MODELAGEM 1

COMPLEXO HOSPITALAR IMASF MODELAGEM 1 COMPLEXO HOSPITALAR IMASF MODELAGEM 1 Legislação Aplicável Esta Audiência Pública está sendo realizada nos termos do ART. 39 da Lei 8.666/1993. Lei nº 11.079, de 30 de Dezembro de 2004 Lei de Parcerias

Leia mais

PPPs PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS. DARCI FERNANDES PIMENTEL Advogada, Especialista em Direito Público

PPPs PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS. DARCI FERNANDES PIMENTEL Advogada, Especialista em Direito Público PPPs PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS DARCI FERNANDES PIMENTEL Advogada, Especialista em Direito Público 1 PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS, DIRETA E INDIRETA: CONCESSÕES E PERMISSÕES 1.1 FUNDAMENTO CONSTITUCIONAL:

Leia mais

PARCERIAS PÚBLICO PRIVADAS E CONCESSÕES DE SERVIÇOS PÚBLICOS

PARCERIAS PÚBLICO PRIVADAS E CONCESSÕES DE SERVIÇOS PÚBLICOS CURSO DE CAPACITAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO PARCERIAS PÚBLICO PRIVADAS E CONCESSÕES DE SERVIÇOS PÚBLICOS Com análise das principais normas da Medida Provisória nº 727 de 12 de maio de 2016 que instituiu o Programa

Leia mais

Concessão de Serviço Público e Parceria Público-Privada

Concessão de Serviço Público e Parceria Público-Privada Concessão de Serviço Público e Parceria Público-Privada Câmara de Transporte e Logística FIESC Florianópolis/SC 26 de julho de 2012 Histórico O Reino Unido foi o pioneiro na institucionalização financeira,

Leia mais

ANEXO X GLOSSÁRIO. Página 1 de 8

ANEXO X GLOSSÁRIO. Página 1 de 8 ANEXO X GLOSSÁRIO Página 1 de 8 1. Para os fins do disposto neste EDITAL, entende-se por: ACESSIBILIDADE: condição para utilização, por qualquer pessoa (seja ela portadora ou não de deficiência ou com

Leia mais

Saneamento e Infraestrutura

Saneamento e Infraestrutura Saneamento e Infraestrutura Desempenho 2014 Contratação SUSAN Desempenho 2014 Desembolso SUSAN Perspectivas 2015 Linhas de Financiamento: SANEAMENTO PARA TODOS Tipos de Financiamento Financiamento Corporativo

Leia mais

Contratação de Serviços Públicos

Contratação de Serviços Públicos Contratação de Serviços Públicos MODELOS DE CONTRATAÇÃO I. MODELO CONVENCIONAL DE CONTRATO DE EMPREITADA (LEI 8.666/93) II. MODELO DE CONCESSÃO PÚBLICA (Tradiconal) (LEI 8.987/95) III. MODELO DE PPP (Concessão

Leia mais

Terminal Rodoviário e Entorno

Terminal Rodoviário e Entorno Terminal Rodoviário e Entorno Agosto de 2010 ADVISORY Cronograma da Audiência Pública Agenda da audiência 1) Abertura 10 minutos 2) Apresentação do projeto 40 minutos 3) Manifestações e perguntas 40 minutos

Leia mais

O Regime Jurídico das SPEs, Sócios Estatais e Privados, Financiamento do setor. São Paulo 30 de outubro de 2014

O Regime Jurídico das SPEs, Sócios Estatais e Privados, Financiamento do setor. São Paulo 30 de outubro de 2014 O Regime Jurídico das SPEs, Sócios Estatais e Privados, Financiamento do setor. São Paulo 30 de outubro de 2014 Sociedade de Propósito Específico Legislação Antes 2004 Lei 8.666/93 (Lei de Licitações):

Leia mais

SEMINÁRIO SOBRE CONSÓRCIOS PÚBLICOS INTERMUNICIPAIS Castrolanda, 26 a 28 de outubro de 2011 ATERROS REGIONAIS

SEMINÁRIO SOBRE CONSÓRCIOS PÚBLICOS INTERMUNICIPAIS Castrolanda, 26 a 28 de outubro de 2011 ATERROS REGIONAIS SEMINÁRIO SOBRE CONSÓRCIOS PÚBLICOS INTERMUNICIPAIS Castrolanda, 26 a 28 de outubro de 2011 ATERROS REGIONAIS UMA SOLUÇÃO VIÁVEL PARA ERRADICAÇÃO DOS LIXÕES DO BRASIL Engo. ELEUSIS BRUDER DI CREDDO Conselheiro

Leia mais

Objetivos da Exposição

Objetivos da Exposição 1 Objetivos da Exposição Apresentar aos participantes do Fórum o modelo adotado pela Prefeitura Municipal de Caraguatatuba para gestão da Iluminação Pública seus principais desafios. 15 de setembro 2010

Leia mais

Concessão e PPP Fundamentos e oportunidades. Aldo Mattos Júlio Roppa Carlos Braga Daniel Szyfman

Concessão e PPP Fundamentos e oportunidades. Aldo Mattos Júlio Roppa Carlos Braga Daniel Szyfman Concessão e PPP Fundamentos e oportunidades Aldo Mattos Júlio Roppa Carlos Braga Daniel Szyfman AEERJ, 27 de julho de 2016 Fonte: Radar PPP Mercado de PPPs no Brasil Principais Conceitos Contratações de

Leia mais

ASPECTOS CONSTITUCIONAIS POLÊMICOS DAS PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS.

ASPECTOS CONSTITUCIONAIS POLÊMICOS DAS PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS. ASPECTOS CONSTITUCIONAIS POLÊMICOS DAS PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS. III Fórum Brasileiro de Direito Público da Economia Rio de Janeiro 11 de novembro de 2005 GUSTAVO BINENBOJM Prof. Dr. Direito Administrativo

Leia mais

Por que o Brasil tem dificuldades em atrair investimentos para concessões, privatizações e PPPs?

Por que o Brasil tem dificuldades em atrair investimentos para concessões, privatizações e PPPs? Por que o Brasil tem dificuldades em atrair investimentos para concessões, privatizações e PPPs? Bruno Werneck Março, 2017 Princípio do Equilíbrio Econômico-Financeiro Proteção da proporção entre encargos

Leia mais

FINANCIAMENTO A INFRAESTRUTURA ADAILTON FERREIRA TRINDADE SUPERINTENDENTE NACIONAL PARA SANEAMENTO E INFRAESTRUTURA

FINANCIAMENTO A INFRAESTRUTURA ADAILTON FERREIRA TRINDADE SUPERINTENDENTE NACIONAL PARA SANEAMENTO E INFRAESTRUTURA FINANCIAMENTO A INFRAESTRUTURA ADAILTON FERREIRA TRINDADE SUPERINTENDENTE NACIONAL PARA SANEAMENTO E INFRAESTRUTURA Atuação da CAIXA 2 Áreas de Atuação Carteira Ativa por Macrosegmento Saneamento e Infraestrutura

Leia mais

Sugestão para alteração: a outorga terá o prazo de 25 (vinte e cinco) anos, conforme estabelecido no Contrato.

Sugestão para alteração: a outorga terá o prazo de 25 (vinte e cinco) anos, conforme estabelecido no Contrato. 1 Item 7.1 do Edital Sugestão para alteração: a outorga terá o prazo de 25 (vinte e cinco) anos, conforme estabelecido no. Justificativa: Colabora na viabilidade do projeto. o prazo é adequado para a viabilidade

Leia mais

RELAÇÃO DE ANEXOS AO EDITAL

RELAÇÃO DE ANEXOS AO EDITAL ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA RELAÇÃO DE ANEXOS AO EDITAL [CONTENDO AS INFORMAÇÕES E DADOS TÉCNICOS, OPERACIONAIS E ECONÔMICO-FINANCEIROS DO EMPREEENDIMENTO: PROJETO BÁSICO E ORÇAMENTO DA EXECUÇÃO DAS OBRAS

Leia mais

FIESP O PACOTE DE SEGUROS TANTO PARA CONTRACTORS, COMO INVESTIDORES, OPERADORES E FINANCIADORES. JUN.17

FIESP O PACOTE DE SEGUROS TANTO PARA CONTRACTORS, COMO INVESTIDORES, OPERADORES E FINANCIADORES. JUN.17 FIESP O PACOTE DE SEGUROS TANTO PARA CONTRACTORS, COMO INVESTIDORES, OPERADORES E FINANCIADORES. JUN.17 FUNDAMENTOS Projetos de Infraestrutura Fundamentos 1 Modelagem Jurídica Financiabilidade Mitigação

Leia mais

Prefeitura Municipal de Porto Alegre. LEI Nº 9.875, de 08 de dezembro de Capítulo I DO OBJETO E DO ÂMBITO DE APLICAÇÃO

Prefeitura Municipal de Porto Alegre. LEI Nº 9.875, de 08 de dezembro de Capítulo I DO OBJETO E DO ÂMBITO DE APLICAÇÃO Prefeitura Municipal de Porto Alegre LEI Nº 9.875, de 08 de dezembro de 2005. Dispõe sobre o Programa Municipal de Parcerias Público-Privadas, cria o Comitê Gestor de Parcerias Público-Privadas do Município

Leia mais

CONCESSÃO DA ESTAÇÃO DE TRANSBORDO CLERISTON ANDRADE (ESTAÇÃO DA LAPA) SECRETARIA MUNICIPAL DE MOBILIDADE - SEMOB 1

CONCESSÃO DA ESTAÇÃO DE TRANSBORDO CLERISTON ANDRADE (ESTAÇÃO DA LAPA) SECRETARIA MUNICIPAL DE MOBILIDADE - SEMOB 1 CONCESSÃO DA ESTAÇÃO DE TRANSBORDO CLERISTON ANDRADE (ESTAÇÃO DA LAPA) SECRETARIA MUNICIPAL DE MOBILIDADE - SEMOB 1 ESTAÇÃO DA LAPA Inaugurada em 7 de novembro de 1982; Maior terminal rodoviário de Salvador;

Leia mais

A estruturação da PPP do SPSL. A ótica do Público

A estruturação da PPP do SPSL. A ótica do Público A estruturação da PPP do SPSL A ótica do Público Sumário PPP Sistema Produtor São Lourenço; Ciclo de vida; Lições I Modelagem Técnica; II Modelagem Jurídica; III Modelagem Financeira; IV Edital; V Contrato.

Leia mais

ANAC 2ª FASE Guarulhos Viracopos Brasília concessão para ampliação, manutenção e exploração dos aeroportos

ANAC 2ª FASE Guarulhos Viracopos Brasília concessão para ampliação, manutenção e exploração dos aeroportos ANAC 2ª FASE Guarulhos Viracopos Brasília concessão para ampliação, manutenção e exploração dos aeroportos - Dia da Triunfo - 30-11-2011 1 Agenda Previsão inicial: 22/10/2011 Edital 22/12/2012 Leilão Obs:

Leia mais

Obrigações Supervenientes. Implicações para o Equilíbrio dos Contratos

Obrigações Supervenientes. Implicações para o Equilíbrio dos Contratos Obrigações Supervenientes Implicações para o Equilíbrio dos Contratos Características das Concessões Investimentos significativos Poucos usos alternativos Contratos de longa duração Exigência dos Concessionários

Leia mais

OFICINA DE ELABORAÇÃO DE EDITAL, TERMO DE REFERÊNCIA, PROJETO BÁSICO E JULGAMENTO DAS PROPOSTAS PARA OBRAS PÚBLICAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA

OFICINA DE ELABORAÇÃO DE EDITAL, TERMO DE REFERÊNCIA, PROJETO BÁSICO E JULGAMENTO DAS PROPOSTAS PARA OBRAS PÚBLICAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA TREINAMENTO PRÁTICO OFICINA DE ELABORAÇÃO DE EDITAL, TERMO DE REFERÊNCIA, PROJETO BÁSICO E JULGAMENTO DAS PROPOSTAS PARA OBRAS PÚBLICAS E SERVIÇOS DE ENGENHARIA MACEIÓ - AL 8 e 9 JUNHO/2015 APRESENTAÇÃO

Leia mais

Concessão administrativa para ampliação, manutenção e operação do sistema de esgotamento sanitário do município da Serra

Concessão administrativa para ampliação, manutenção e operação do sistema de esgotamento sanitário do município da Serra Sumário Executivo Concessão administrativa para ampliação, manutenção e operação do sistema de esgotamento sanitário do município da Serra Em 10/10/13 a CESAN realizou o leilão na Bovespa através da Concorrência

Leia mais

Workshop Parcerias Público- Privadas em Saneamento Básico PPP Alto Tietê Sabesp

Workshop Parcerias Público- Privadas em Saneamento Básico PPP Alto Tietê Sabesp Workshop Parcerias Público- Privadas em Saneamento Básico PPP Alto Tietê Sabesp Clique para editar o estilo do subtítulo mestre O projeto e sua importância O Projeto e sua importância Escopo Concessão

Leia mais

COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS ANEXO VI SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA SISTEMA RIO MANSO REMUNERAÇÃO E MECANISMOS DE PAGAMENTO

COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS ANEXO VI SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA SISTEMA RIO MANSO REMUNERAÇÃO E MECANISMOS DE PAGAMENTO COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS ANEXO VI SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA SISTEMA RIO MANSO REMUNERAÇÃO E MECANISMOS DE PAGAMENTO JULHO / 2013 1 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. MECANISMO DE PAGAMENTO...

Leia mais

Sumário. Capítulo 1 Contabilidade Pública Capítulo 2 Receita Pública... 41

Sumário. Capítulo 1 Contabilidade Pública Capítulo 2 Receita Pública... 41 Sumário Capítulo 1 Contabilidade Pública... 1 1.1. Introdução...1 1.2. Conceito...2 1.3. Princípios de Contabilidade x Estrutura Conceitual...3 1.4. Natureza do Registro dos Atos e Fatos na Contabilidade

Leia mais

Diretoria Executiva de Saneamento e Infraestrutura

Diretoria Executiva de Saneamento e Infraestrutura Diretoria Executiva de Saneamento e Infraestrutura 1 Visão Geral do Setor Visão Geral Setor Saneamento Grandes Números Brasil Abastecimento de Água Representação espacial do índice médio de atendimento

Leia mais

A PPP de Iluminação Pública de Belo Horizonte. quarta-feira, 7 de setembro de 2016

A PPP de Iluminação Pública de Belo Horizonte. quarta-feira, 7 de setembro de 2016 A PPP de Iluminação Pública de Belo Horizonte quarta-feira, 7 de setembro de 2016 PPP DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA AGENDA 1. DO PROJETO 2. DA ESTRUTURAÇÃO 3. PERCEPÇÕES, APRENDIZADOS E DESTAQUES 1 DO PROJETO

Leia mais

A Lei n 8.666/93, que institui normas para licitações e contratos da Administração Pública, prevê em seus artigos 27 e 30:

A Lei n 8.666/93, que institui normas para licitações e contratos da Administração Pública, prevê em seus artigos 27 e 30: Of. Circ. N 003CRA/BA/Fisc. Salvador, 7 de março de 2017. Prezado (a) Senhor(a), O CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DA BAHIA CRA/BA, Autarquia Federal criada pela Lei n.º 4.769/65, regulamentada pelo

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO Stricto Sensu e Lato Sensu (Campus Centro): 1183 estudantes

PÓS-GRADUAÇÃO Stricto Sensu e Lato Sensu (Campus Centro): 1183 estudantes ANEXO I Questionário sobre população dos Campi Barcelona e Centro 1. Qual a quantidade de alunos matriculados nos respectivos campi na atualidade? Qual a quantidade de vagas ofertadas anualmente? Favor

Leia mais

CAPACITAÇÃO. Legislação e Prática

CAPACITAÇÃO. Legislação e Prática CAPACITAÇÃO Funcionários Departamento de Compras e Licitações Membros da Comissão de Licitações Pregoeiro e Equipe de Apoio Legislação e Prática LICITAÇÃO Procedimento administrativo prévio à contratação

Leia mais

CONCORRÊNCIA Nº 01/2016 PROCESSO SESI-CN 0201/2016 SESSÃO DE ABERTURA: 16/12/2016 às 10h00 SESI - CONSELHO NACIONAL ESCLARECIMENTO 1

CONCORRÊNCIA Nº 01/2016 PROCESSO SESI-CN 0201/2016 SESSÃO DE ABERTURA: 16/12/2016 às 10h00 SESI - CONSELHO NACIONAL ESCLARECIMENTO 1 CONCORRÊNCIA Nº 01/2016 PROCESSO SESI-CN 0201/2016 SESSÃO DE ABERTURA: 16/12/2016 às 10h00 SESI - CONSELHO NACIONAL ESCLARECIMENTO 1 A Comissão de Licitação do Conselho Nacional do SESI vem por meio desta

Leia mais

Nova Fronteira das Parcerias: Infraestrutura Social. Karla Bertocco Trindade Subsecretaria de Parcerias e Inovação

Nova Fronteira das Parcerias: Infraestrutura Social. Karla Bertocco Trindade Subsecretaria de Parcerias e Inovação Nova Fronteira das Parcerias: Infraestrutura Social Karla Bertocco Trindade Subsecretaria de Parcerias e Inovação Nova Fronteira das Parcerias Parcerias entre Setor Público e Iniciativa Privada - Ferramenta

Leia mais

Fórum modelos de negócios para eficiência energética em iluminação pública. Riscos e mecanismos de mitigação

Fórum modelos de negócios para eficiência energética em iluminação pública. Riscos e mecanismos de mitigação JCMiguez Fórum modelos de negócios para eficiência energética em iluminação pública Riscos e mecanismos de mitigação Junho de 2016 0 Agenda PPP como solução para projetos de IP Riscos e Mecanismos de mitigação

Leia mais

ANEXO V INSTRUMENTOS DE INCENTIVO À PRESERVAÇÃO AMBIENTAL E REMUNERAÇÃO DA CONCESSIONÁRIA

ANEXO V INSTRUMENTOS DE INCENTIVO À PRESERVAÇÃO AMBIENTAL E REMUNERAÇÃO DA CONCESSIONÁRIA ANEXO V INSTRUMENTOS DE INCENTIVO À PRESERVAÇÃO AMBIENTAL E REMUNERAÇÃO DA CONCESSIONÁRIA SUMÁRIO 1. ASPECTOS GERAIS... 3 2. SISTEMA DE MENSURAÇÃO DE DESEMPENHO... 3 3. MECANISMO DE PAGAMENTO... 6 EQUAÇÕES

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA

ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO PDI: Documento elaborado pela Equipe de Assessoria da Pró-reitoria de Planejamento da UEMA Agosto de 2015 INTRODUÇÃO O Ministério de Educação (MEC) através do Sistema Nacional

Leia mais

A REGULAÇÃO DE ATERROS SANITÁRIOS E O APROVEITAMENTO DO BIOGÁS Estado do Rio de Janeiro. Agosto

A REGULAÇÃO DE ATERROS SANITÁRIOS E O APROVEITAMENTO DO BIOGÁS Estado do Rio de Janeiro. Agosto A REGULAÇÃO DE ATERROS SANITÁRIOS E O APROVEITAMENTO DO BIOGÁS Estado do Rio de Janeiro ~ 16 milhões de habitantes - 92 municípios ~ 16 mil toneladas diárias SITUAÇÃO DO PROGRAMA LIXÃO ZERO MUNICÍPIOS

Leia mais

Como Superar o Desafio do Financiamento dos Projetos de Infraestrutura? Thomaz Assumpção

Como Superar o Desafio do Financiamento dos Projetos de Infraestrutura? Thomaz Assumpção Como Superar o Desafio do Financiamento dos Projetos de Infraestrutura? Thomaz Assumpção A Urban Systems é uma empresa de Inteligência de Mercado e Soluções há 17 anos no mercado. Realizou mais de 700

Leia mais

GARANTIAS EM PPP. Arena Fonte Nova

GARANTIAS EM PPP. Arena Fonte Nova GARANTIAS EM PPP Arena Fonte Nova I - Mecanismo de Pagamento SUMÁRIO Legislação; Fluxo Financeiro da Garantia de Pagamento; Adesões ao Mecanismo de Garantia; Bloco de Contratos; Controle de Pagamentos

Leia mais

CONCORRÊNCIA Nº 2016/02373 (7421) REGISTRO DE PREÇOS ESCLARECIMENTO 3

CONCORRÊNCIA Nº 2016/02373 (7421) REGISTRO DE PREÇOS ESCLARECIMENTO 3 CONCORRÊNCIA Nº 2016/02373 (7421) REGISTRO DE PREÇOS ESCLARECIMENTO 3 OBJETO: Registro de Preços para eventuais e futuras contratações visando à instalação, relocalização e adequações diversas em agências

Leia mais

ANEXO 6. Reajustes e Cálculos das Contraprestações Públicas Mensais de Amortização Fixa e Variável e Penalidades

ANEXO 6. Reajustes e Cálculos das Contraprestações Públicas Mensais de Amortização Fixa e Variável e Penalidades ANEXO 6 Reajustes e Cálculos das Contraprestações Públicas Mensais de Amortização Fixa e Variável e Penalidades 1 1. OBJETIVO O objetivo deste anexo é detalhar a forma de cálculo e de reajustes da receita

Leia mais

Sumário. Serviço Público e Administração Pública

Sumário. Serviço Público e Administração Pública Sumário Capítulo 1 Contabilidade Pública 1.1 Conceito 1.2 Objeto 1.3 Objetivo 1.4 Campo de Aplicação 1.5 Exercício Financeiro 1.6 Regime Orçamentário e Regime Contábil 1.6.1 Regime de Caixa 1.6.2 Regime

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Geraldo Alckmin. SECRETARIA DOS TRANSPORTES METROPOLITANOS Jurandir Fernandes

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Geraldo Alckmin. SECRETARIA DOS TRANSPORTES METROPOLITANOS Jurandir Fernandes GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Geraldo Alckmin SECRETARIA DOS TRANSPORTES METROPOLITANOS Jurandir Fernandes 1 A Secretaria dos Transportes Metropolitanos STM, nos termos da Ata da 52ª Reunião Ordinária

Leia mais

6 O Projeto da MG-050

6 O Projeto da MG-050 61 6 O Projeto da MG-050 Em 2006, foi lançado o edital do Projeto PPP da MG-050 com o objetivo de recuperação, ampliação e manutenção da Rodovia MG-050. O projeto engloba ainda trechos da BR-265 (entre

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE PROCESSAMENTO DE DADOS TÍTULO I DOS OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO DO CENTRO CAPÍTULO I DO CENTRO E DE SEUS OBJETIVOS

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE PROCESSAMENTO DE DADOS TÍTULO I DOS OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO DO CENTRO CAPÍTULO I DO CENTRO E DE SEUS OBJETIVOS REGIMENTO INTERNO DO CENTRO DE PROCESSAMENTO DE DADOS TÍTULO I DOS OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO DO CENTRO CAPÍTULO I DO CENTRO E DE SEUS OBJETIVOS Art. 1º O Centro de Processamento de Dados, Órgão Suplementar

Leia mais

SUPLEMENTO Nº 2. Leia-se: A documentação relativa à qualificação técnica do LICITANTE limitar-se-á à comprovação de

SUPLEMENTO Nº 2. Leia-se: A documentação relativa à qualificação técnica do LICITANTE limitar-se-á à comprovação de CO.GCM.A.00006.2016 1/6 SUPLEMENTO Nº 2 FURNAS Centrais Elétricas S.A. torna públicas as seguintes alterações no edital referente ao processo licitatório CO.GCM.A.00006.2016: Alteração 1) 1.1) SEÇÃO II

Leia mais

Secretaria de Estado de Desenvolvimento do Espírito Santo Secretário José Eduardo de Azevedo Secretaria de Estado de Desenvolvimento.

Secretaria de Estado de Desenvolvimento do Espírito Santo Secretário José Eduardo de Azevedo Secretaria de Estado de Desenvolvimento. Secretaria de Estado de Desenvolvimento do Espírito Santo Secretário José Eduardo de Azevedo 2015 Secretaria de Estado de Desenvolvimento. PROGRAMA ESTADUAL DE PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS Fórum Concessões

Leia mais

Licitação Pag 3.1 Descrição dos Fluxos de Trabalho 3.1 FLUXOGRAMA LICITAÇÃO FASE INTERNA.

Licitação Pag 3.1 Descrição dos Fluxos de Trabalho 3.1 FLUXOGRAMA LICITAÇÃO FASE INTERNA. Licitação Pag 3.1 3.1 FLUXOGRAMA LICITAÇÃO FASE INTERNA. Princípio da motivação (interesse / necessidade) Solicitação/Requisição Objeto Obras Serviços Compras Alienações Concessões Permissões Locações

Leia mais

PLANO DE GESTÃO PROFº PAULO DE TARSO VILARINHO CASTELO BRANCO. Eleição de Reitor e Diretor Geral de Campus. EDITAL 01/2016 Comissão Eleitoral Central

PLANO DE GESTÃO PROFº PAULO DE TARSO VILARINHO CASTELO BRANCO. Eleição de Reitor e Diretor Geral de Campus. EDITAL 01/2016 Comissão Eleitoral Central GOVERNO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CAMPUS TERESINA CENTRAL Eleição de Reitor e Diretor Geral de Campus EDITAL 01/2016 Comissão Eleitoral Central PLANO DE GESTÃO PROFº PAULO DE TARSO VILARINHO CASTELO

Leia mais

VOTO. INTERESSADO: Ministério de Minas e Energia e Agentes do Setor Elétrico.

VOTO. INTERESSADO: Ministério de Minas e Energia e Agentes do Setor Elétrico. VOTO PROCESSO: 48500.002827/2013-76. INTERESSADO: Ministério de Minas e Energia e Agentes do Setor Elétrico. RELATOR: Diretor Romeu Donizete Rufino. RESPONSÁVEL: Comissão Especial de Licitação - CEL e

Leia mais

Superintendência Executiva de Saneamento e Infraestrutura para Grandes Empresas - SP

Superintendência Executiva de Saneamento e Infraestrutura para Grandes Empresas - SP Superintendência Executiva de Saneamento e Infraestrutura para Grandes Empresas - SP 1 Visão Geral do Setor Visão Geral Setor Saneamento Grandes Números Brasil Abastecimento de Água Representação espacial

Leia mais

Minas Gerais na Copa do Mundo de 2014

Minas Gerais na Copa do Mundo de 2014 Minas Gerais na Copa do Mundo de 2014 Brasil: sede da Copa do Mundo 2014 30/10/2007 Brasil é escolhido como sede da Copa do Mundo de 2014 (18 cidades-sede inscritas); 31/05/2009 Belo Horizonte é escolhida

Leia mais

Curso de Formação e Atualização de Pregoeiros e da Equipe de Apoio

Curso de Formação e Atualização de Pregoeiros e da Equipe de Apoio Curso de Formação e Atualização de Pregoeiros e da Equipe de Apoio Principais Destaques: Determinações do TCU, Gratificações, Competência e Responsabilidades, Julgamento da Proposta, Preços Inexequíveis,

Leia mais

Programa: Lei nº 8.666/93: Capítulo II Da Licitação: Seção I Das Modalidades, Limites e Dispensa (primeira parte: art. 20 a 23)

Programa: Lei nº 8.666/93: Capítulo II Da Licitação: Seção I Das Modalidades, Limites e Dispensa (primeira parte: art. 20 a 23) Olá, pessoal! Eis aqui a segunda aula sobre a Lei n 8.666/93 para o concur so da Câmara. Lembrem se que é fundamental a memor ização dos artigos da Lei par a as provas da FCC, que costumam trazer questões

Leia mais

O Saneamento Ambiental no BNDES: Estratégias de Financiamento ao Setor

O Saneamento Ambiental no BNDES: Estratégias de Financiamento ao Setor O Saneamento Ambiental no BNDES: Estratégias de Financiamento ao Setor Vanessa Duarte de Carvalho Deptº de Saneamento Ambiental do BNDES Belo Horizonte, 26 de novembro de 2010 Agenda RESÍDUOS SÓLIDOS BNDES

Leia mais

Infra Estrutura PRÉDIO A ARTUR GOMES PRÉDIO C CENTRAL

Infra Estrutura PRÉDIO A ARTUR GOMES PRÉDIO C CENTRAL Infra Estrutura PRÉDIO A ARTUR GOMES Portaria 1,80 Circulação Entrada 69,70 Circulação 41,58 Sanitário Feminino 10,64 Segurança 6,30 Escada 9,20 Hall 60,30 Enfermaria 15,75 Auditório 185,05 Lanchonete

Leia mais

OPORTUNIDADES. Apresentamos nova(s) oportunidade(s) na sua Área de atuação. BNDES Fundo Clima - Energias Renováveis 2017.

OPORTUNIDADES. Apresentamos nova(s) oportunidade(s) na sua Área de atuação. BNDES Fundo Clima - Energias Renováveis 2017. Apresentamos nova(s) oportunidade(s) na sua Área de atuação. BNDES Fundo Clima - Energias Renováveis 2017 O BNDES Fundo Clima - Energias Renováveis tem como objetivo apoiar investimentos em geração e distribuição

Leia mais

CURSO COMPLETO EM LICITAÇÕES E CONTRATOS ADMINISTRATIVOS

CURSO COMPLETO EM LICITAÇÕES E CONTRATOS ADMINISTRATIVOS PÚBLICO ALVO: CURSO COMPLETO EM LICITAÇÕES E CONTRATOS ADMINISTRATIVOS Todos os profissionais da iniciativa privada que se dispõem a contratar com a Administração Pública; profissionais que desejam reciclar

Leia mais

Programa Paulista de Concessões. Dr. Rodrigo José Oliveira Pinto de Campos Diretor de Assuntos Institucionais da ARTESP

Programa Paulista de Concessões. Dr. Rodrigo José Oliveira Pinto de Campos Diretor de Assuntos Institucionais da ARTESP Programa Paulista de Concessões Dr. Rodrigo José Oliveira Pinto de Campos Diretor de Assuntos Institucionais da ARTESP Foz do Iguaçu, 13 de Maio de 2016 Sobre a ARTESP Criada pela Lei Complementar nº 914,

Leia mais

BALANÇO DA POLÍTICA HABITACIONAL URBANA PMCMV - ENTIDADES FUNDO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL - FDS

BALANÇO DA POLÍTICA HABITACIONAL URBANA PMCMV - ENTIDADES FUNDO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL - FDS BALANÇO DA POLÍTICA HABITACIONAL URBANA PMCMV - ENTIDADES 2009-2014 FUNDO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL - FDS MINHA CASA, MINHA VIDA - ENTIDADES PMCMV ENTIDADES/ FDS Produção e aquisição de unidades habitacionais

Leia mais

PROGRAMA DE PARCERIAS DE INVESTIMENTOS (PPI), PRORROGAÇÃO E RELICITAÇÃO

PROGRAMA DE PARCERIAS DE INVESTIMENTOS (PPI), PRORROGAÇÃO E RELICITAÇÃO PROGRAMA DE PARCERIAS DE INVESTIMENTOS (PPI), PRORROGAÇÃO E RELICITAÇÃO Prezados leitores e alunos, tendo em vista a recente aprovação e sanção da Lei nº 13.448, de 05 de junho de 2017, que tratou sobre

Leia mais

Gestão Estratégica do Sistema de Iluminação Pública. Fernando Mirancos da Cunha Salto, 31 de julho de 2013

Gestão Estratégica do Sistema de Iluminação Pública. Fernando Mirancos da Cunha Salto, 31 de julho de 2013 Gestão Estratégica do Sistema de Iluminação Pública Fernando Mirancos da Cunha Salto, 31 de julho de 2013 1 InovaFocus Criada em 2008 Áreas de atuação Centros de Operação e Controle Contact Center e Callcenters

Leia mais

II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação

II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação 25 de maio de 2016 EIXO 1: PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Dimensão 8: Planejamento e avaliação Fragilidades Melhorar as reuniões da CPA e reestruturar

Leia mais

Proposta para o programa de 1 milhão de painéis solares até 2030

Proposta para o programa de 1 milhão de painéis solares até 2030 Proposta para o programa de 1 milhão de painéis solares até 2030 Brasilia, 8 de novembro de 2016 Sumário executivo A Rede de Mulheres Brasileiras Lideres pela Sustentabilidade levou à Paris 2015 - UN Conference

Leia mais

EDITAL 004/ PROUNI

EDITAL 004/ PROUNI EDITAL 004/2016 - PROUNI EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES PARA TRANSFERÊNCIA NO PROGRAMA UNIVERSIDADE PARA TODOS PROUNI 1 - Abertura O Supervisor Acadêmico da Universidade de Caxias do Sul, no uso de suas

Leia mais

Seminário Climatização & Cogeração a Gás Natural

Seminário Climatização & Cogeração a Gás Natural Seminário Climatização & Cogeração a Gás Natural Linhas de Financiamentos - BNDES 12 de julho de 2012. Nelson Granthon Barata Gerente Departamento de Fontes Alternativas de Energia Área de Infraestrutura

Leia mais

Balanço Orçamentário - Sebrae/MA R$ mil

Balanço Orçamentário - Sebrae/MA R$ mil Receitas Previsão no Ano Original (a) (b) % (b/a) Previsão no Ano Original (a) Receitas Correntes 67.944 79.229 116,6% Despesas Correntes 67.128 71.749 106,9% Contribuição Social Ordinária-CSO 53.620 57.895

Leia mais

Orçamento Quadro de Detalhamento de Despesas

Orçamento Quadro de Detalhamento de Despesas UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - UNIRIO PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO - PROPLAN DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO ORÇAMENTO 2012 - QUADRO DE DETALHAMENTO DA DESPESA RECURSOS DO TESOURO Material

Leia mais

Desafio: Licitação. 6. nos casos de alienação de bens ou concessão de direito real de uso qual tipo de licitação empregar?

Desafio: Licitação. 6. nos casos de alienação de bens ou concessão de direito real de uso qual tipo de licitação empregar? Desafio: Licitação 1. Modalidade de licitação entre quaisquer interessados para a venda de bens móveis inservíveis para a administração ou de produtos legalmente apreendidos ou penhorados, ou para a alienação

Leia mais

POTENCIAL DE PPPs NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

POTENCIAL DE PPPs NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO POTENCIAL DE PPPs NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RILEY RODRIGUES Conselho Empresarial de Infraestrutura Sistema FIRJAN Principais desafios Os programas precisam ser estruturados, dentro de seus setores, como

Leia mais

Audiência Pública Lei 8.666/93

Audiência Pública Lei 8.666/93 Audiência Pública Lei 8.666/93 Art. 39. Sempre que o valor estimado para uma licitação ou para um conjunto de licitações simultâneas ou sucessivas for superior a 100 (cem) vezes o limite previsto no art.

Leia mais

Licitações, Pregão e Contratos

Licitações, Pregão e Contratos Licitações, Pregão e Contratos Objetivo Destina-se Datas Carga horária Capacitar servidores municipais para a realização de licitações e gestão dos contratos da Administração Municipal. Aos profissionais

Leia mais

PROGRAMA IFNMG SUSTENTÁVEL Metas a serem alcançadas

PROGRAMA IFNMG SUSTENTÁVEL Metas a serem alcançadas Ações/Programas e Detalhamento PROGRAMA Unidades e áreas envolvidas e respectivos responsáveis Projeto de Boas práticas de gestão do serviço público: Redução dos gastos públicos e racionalização dos recursos

Leia mais

CONTRATAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SANEAMENTO BÁSICO

CONTRATAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SANEAMENTO BÁSICO NOTA TÉCNICA Nº 001/2011 Brasília, 16 de março de 2011. ÁREA: Saneamento Área de Desenvolvimento Urbano TÍTULO: Contratação dos serviços de saneamento básico REFERÊNCIA(S): Lei nº 11.445/2010, Decreto

Leia mais

Superintendência do Espaço Físico Diretrizes Orçamentárias para 2015

Superintendência do Espaço Físico Diretrizes Orçamentárias para 2015 Superintendência do Espaço Físico Diretrizes Orçamentárias para 2015 1. Recursos SEF 1.1. Custeio - Dotação Básica - Manutenção e Reposição de Equipamentos de Informática - Treinamento de Recursos Humanos

Leia mais

RELATÓRIO DE RESPOSTAS OBTIDAS NA PESQUISA DE AUTOAVALIAÇÃO 2016 CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS CCR: MODALIDADE PRESENCIAL

RELATÓRIO DE RESPOSTAS OBTIDAS NA PESQUISA DE AUTOAVALIAÇÃO 2016 CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS CCR: MODALIDADE PRESENCIAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO COORDENADORIA DE PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL RELATÓRIO DE RESPOSTAS OBTIDAS NA PESQUISA DE AUTOAVALIAÇÃO 2016 DE CIÊNCIAS RURAIS

Leia mais

ANEXO I MODELOS DE CARTAS E DECLARAÇÕES. Lista de modelos. Modelo 1 Carta de apresentação da PROPOSTA COMERCIAL (item 16.

ANEXO I MODELOS DE CARTAS E DECLARAÇÕES. Lista de modelos. Modelo 1 Carta de apresentação da PROPOSTA COMERCIAL (item 16. ANEXO I MODELOS DE CARTAS E DECLARAÇÕES Lista de modelos Modelo 1 Carta de apresentação da PROPOSTA COMERCIAL (item 16.1 do EDITAL) Modelo 2 Carta de apresentação dos documentos de HABILITAÇÃO (item 17.1.1

Leia mais

Questões Gerais Planejamento e Avaliação Institucional

Questões Gerais Planejamento e Avaliação Institucional Como você avalia a gestão ambiental da Instituição? Questões Gerais Planejamento e Avaliação Institucional 4 3,36% 8,53% Boa 28 23,53% 36,91% Como você avalia a divulgação dos resultados da Pesquisa de

Leia mais

Painel 4 Chamada Pública de Projetos 2016

Painel 4 Chamada Pública de Projetos 2016 Painel 4 Chamada Pública de Projetos 2016 CPFL Energia 2009. Todos os direitos reservados. CHAMADA PÚBLICA PEE 001/2014 EDITAL CPP CPFL ENERGIA A CPFL ENERGIA S.A., pessoa jurídica de direito privado,

Leia mais

RETIFICAÇÃO DE EDITAL DE LICITAÇÃO

RETIFICAÇÃO DE EDITAL DE LICITAÇÃO RETIFICAÇÃO DE EDITAL DE LICITAÇÃO PROCESSO Nº 23065.031800/2013-46 RDC PRESENCIAL Nº 001/2013 - CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETOS BÁSICOS E EXECUTIVOS DE ENGENHARIA E EXECUÇÃO DA OBRA

Leia mais

ARTESP - Especialista em Regulação de Transporte Ciências Contábeis FCC Prova tipo 001. Prof. Dr. Giovanni Pacelli

ARTESP - Especialista em Regulação de Transporte Ciências Contábeis FCC Prova tipo 001. Prof. Dr. Giovanni Pacelli ARTESP - Especialista em Regulação de Transporte Ciências Contábeis FCC Prova tipo 001 Prof. Dr. Giovanni Pacelli Agradecimentos aos alunos: Andressa Giglioli, Lin Chan, Regiane Aparecida pelo envio da

Leia mais

Financiamento e garantias em contratos de concessão e PPPs. Lucas Navarro Prado

Financiamento e garantias em contratos de concessão e PPPs. Lucas Navarro Prado Financiamento e garantias em contratos de concessão e PPPs Lucas Navarro Prado Goiânia, 28.10.2015 Objetivo desta palestra Apresentar visão geral sobre financiamento e garantias em Concessões e PPPs Discutir

Leia mais

Grupo de Trabalho Cais Mauá. Relatório Final (mar/16)

Grupo de Trabalho Cais Mauá. Relatório Final (mar/16) Grupo de Trabalho Cais Mauá Relatório Final (mar/16) OBJETIVO - Analisar as ações de implementação do projeto de Revitalização; - Diagnosticar os fatos ocorridos durante a execução do contrato de arrendamento;

Leia mais

Sugestões de pauta 01 a 07/08/2016

Sugestões de pauta 01 a 07/08/2016 Sugestões de pauta 01 a 07/08/2016 Paracuru: IFCE entrega campus e abre 190 vagas Juazeiro e Receita Federal desenvolvem projeto em energia solar Limoeiro inaugura nova unidade com destaque para a estrutura

Leia mais

COBRANÇA PELO USO DA ÁGUA Aplicação dos recursos arrecadados e sustentabilidade financeira da entidade delegatária CBH- PARANAIBA

COBRANÇA PELO USO DA ÁGUA Aplicação dos recursos arrecadados e sustentabilidade financeira da entidade delegatária CBH- PARANAIBA COBRANÇA PELO USO DA ÁGUA Aplicação dos recursos arrecadados e sustentabilidade financeira da entidade delegatária CBH- PARANAIBA 31/07/2014 - Brasília DF SERGIO RAZERA Diretor-Presidente Fundação Agência

Leia mais

TABELA DE PLANO INTERNO EXECÍCIO /9

TABELA DE PLANO INTERNO EXECÍCIO /9 Atualizada em 19 de janeiro de 2017 COM CUSTEIO BÁSICO COM A FROTA TABELA DE EXECÍCIO 2017 Combustíveis e Lubrificantes Gestão Administrativa da Unidade L 0000 P 01 00 N Locação de Veículos Gestão Administrativa

Leia mais

CCR S.A. Governança Corporativa: Contratação de Partes Relacionadas. Informação relativa à contratação realizada pela. Companhia do Metrô da Bahia

CCR S.A. Governança Corporativa: Contratação de Partes Relacionadas. Informação relativa à contratação realizada pela. Companhia do Metrô da Bahia CCR S.A. Governança Corporativa: Contratação de Partes Relacionadas Informação relativa à contratação realizada pela Companhia do Metrô da Bahia I. Preâmbulo: O Grupo CCR prima pela transparência, segurança

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA LEILÕES DE ENERGIA ANEEL 2013 SELEÇÃO DE EMPRESAS INTERESSADAS EM FORMAR PARCERIAS PARA PARTICIPAÇÃO NOS LEILÕES DE ENERGIA DE 2013

CHAMADA PÚBLICA LEILÕES DE ENERGIA ANEEL 2013 SELEÇÃO DE EMPRESAS INTERESSADAS EM FORMAR PARCERIAS PARA PARTICIPAÇÃO NOS LEILÕES DE ENERGIA DE 2013 CHAMADA PÚBLICA LEILÕES DE ENERGIA ANEEL 2013 SELEÇÃO DE EMPRESAS INTERESSADAS EM FORMAR PARCERIAS PARA PARTICIPAÇÃO NOS LEILÕES DE ENERGIA DE 2013 1. OBJETO A presente Chamada Pública tem por objeto o

Leia mais

FAQ da PPP do MINEIRÃO

FAQ da PPP do MINEIRÃO FAQ da PPP do MINEIRÃO 1) O que é uma Parceria Público-Privada? A PPP é uma espécie de concessão, realizada por meio de um contrato de gestão, precedido de reforma ou não, firmado entre o setor público

Leia mais

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, ENERGIA, INDÚSTRIA E SERVIÇOS P P P. Parcerias Público-Privadas Governo do Estado do Rio de Janeiro

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, ENERGIA, INDÚSTRIA E SERVIÇOS P P P. Parcerias Público-Privadas Governo do Estado do Rio de Janeiro SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, ENERGIA, INDÚSTRIA E SERVIÇOS P P P Parcerias Público-Privadas Governo do Estado do Rio de Janeiro MODALIDADE DE PPP s Característica Contratos de Concessão Lei

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA Bloco 1M - Campus Santa Mõnica Uberlândia MG

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA Bloco 1M - Campus Santa Mõnica Uberlândia MG ATA DA DÉCIMA SEGUNDA ASSEMBLEIA DA FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA. Aos dez dias do mês de fevereiro do ano de dois mil e quatorze, às oito horas e trinta minutos

Leia mais

Plano de Ação Coordenadoria de Desenvolvimento Ins9tucional

Plano de Ação Coordenadoria de Desenvolvimento Ins9tucional Plano de Ação 2013 Coordenadoria de Desenvolvimento Ins9tucional Áreas estratégicas Ensino Pesquisa Desenvolvimento Ins.tucional Administração Extensão Coordenadoria de Desenvolvimento Ins9tucional DIRETRIZES

Leia mais

EDITAL 006/ PROUNI

EDITAL 006/ PROUNI EDITAL 006/2013 - PROUNI EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES PARA TRANSFERÊNCIA NO PROGRAMA UNIVERSIDADE PARA TODOS PROUNI 1 - Abertura O Coordenador do ProUni na Universidade de Caxias do Sul, no uso de

Leia mais

Projetos de Engenharia e Arquitetura

Projetos de Engenharia e Arquitetura Projetos de Engenharia e Arquitetura Mudança de Paradigma No passado Projetos Centralizados Foco nas Tarefas Individuais Foco na Lucratividade Profissional Mono Tarefa Concorrência Local Foco no Documento

Leia mais

Estratégias de Implantação de PPPs. Guilherme Afif Domingos Vice-Governador

Estratégias de Implantação de PPPs. Guilherme Afif Domingos Vice-Governador Estratégias de Implantação de PPPs Guilherme Afif Domingos Vice-Governador Oportunidades globais Brasil: Uma parada obrigatória 2 O Brasil definitivamente entrou no grupo dos paises mais importantes do

Leia mais

Apoio do BNDES a projetos de Energia Elétrica

Apoio do BNDES a projetos de Energia Elétrica Apoio do BNDES a projetos de Energia Elétrica Eduardo Chagas Departamento de Energia Elétrica Área de Infraestrutura Maio de 2015 Papel da infraestrutura na retomada do crescimento Tendo em vista as dificuldades

Leia mais

Atuação do BDMG na estruturação e financiamento de PPPs para resíduos sólidos e tratamento de água

Atuação do BDMG na estruturação e financiamento de PPPs para resíduos sólidos e tratamento de água Atuação do BDMG na estruturação e financiamento de PPPs para resíduos sólidos e tratamento de água Seminário e oficina Técnica ABDE-BID: O Papel das Instituições Financeiras de Desenvolvimento no Financiamento

Leia mais

PPP Summit 2013 Desafios vinculados à estruturação dos projetos de PPP: Condução dos estudos de viabilidade Tomás Anker

PPP Summit 2013 Desafios vinculados à estruturação dos projetos de PPP: Condução dos estudos de viabilidade Tomás Anker PPP Summit 2013 Desafios vinculados à estruturação dos projetos de PPP: Condução dos estudos de viabilidade Tomás Anker Maio, 2013 Agenda 1. Fundo PSP Brazil e o que fazemos 2. Estruturação: Critérios

Leia mais