Taxa de Semeadura do Capim-piatã em Consórcio com Sorgo de Corte e Pastejo em Sistema de Integração Lavoura-Pecuária, na Safrinha 1

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1 Taxa de Semeadura do Capim-piatã em Consórcio com Sorgo de Corte e Pastejo em Sistema de Integração Lavoura-Pecuária, na Safrinha 1 ALMEIDA, R. G. 2, COSTA, J. A. A. 2, KICHEL, A. N. 2, ZIMMER, A. H. 2, MACEDO, M. C. M. 2 e CARDOSO, R. A. 3 1 Trabalho financiado pela Embrapa; 2 Pesquisador da Embrapa Gado de Corte, Rodovia BR 262, km 4, Caixa Postal 154, CEP , Campo Grande, MS. 3 Estudante do curso de Agronomia da Uniderp/Anhanguera, Campo Grande, MS. Palavras-chave: estrato superior do dossel, massa seca de forragem, porcentagem de capimpiatã, sorgo cv. BRS 800. Revisão Bibliográfica No Centro-Sul do Brasil, em sistemas de integração lavoura-pecuária (SILPs), onde o objetivo é a produção de forragem no período de outono-inverno e de palhada para plantio direto, normalmente, a soja é cultivada no verão e, na safrinha, culturas como milho ou sorgo são consorciadas com forrageiras perenes dos gêneros Brachiaria ou Panicum (Kluthcouski et al., 2003). Em ambientes onde há restrições hídricas, a partir de março, tanto em quantidade como em regularidade, como é o caso de grandes áreas do Cerrado, e da microrregião de Campo Grande, MS, em particular, o problema da estacionalidade da produção forrageira torna-se mais evidente. Nessas condições, a opção pelo sorgo é preferencial, pelo fato desta espécie ser tolerante a estresses hídricos, apresentar boa resposta à adubação e capacidade de rebrotação (Kluthcouski et al., 2003; Machado et al., 2004). Os híbridos de sorgo (Sorghum sudanense x S. bicolor), chamados de sorgo de corte e pastejo, são mais precoces no estabelecimento e apresentam maior proporção de folhas do que as cultivares de sorgo forrageiro, podendo ser utilizados para antecipar o período de pastejo ou de corte, permitindo a terminação de animais com forragem de alta qualidade no período de outono-inverno (Rodrigues, 2000). Entretanto, para uso em SILPs, o sorgo de corte e pastejo, em monocultivo, tem apresentado baixa produção de palhada para cobertura do solo e para o plantio direto da cultura subsequente (Almeida et al b). Assim, Almeida et al. (2009 c) avaliaram sete braquiárias em cultivo simultâneo com sorgo de corte e pastejo (cv. BRS 800), para uso no outono-inverno, sendo que o capim-piatã se destacou por apresentar maior acúmulo de forragem na rebrotação. Almeida et al. (2009 a) avaliaram três taxas de semeadura do capim-piatã (2; 4 e 6 kg/ha de sementes puras viáveis) em cultivo simultâneo com sorgo cv. BRS 800, sobre palhada de capim, e observaram que o aumento na taxa de semeadura do capim-piatã não alterou a produtividade de forragem do sorgo, mas aumentou a produtividade de lâminas foliares do capim no estrato superior do dossel, proporcionando forragem em maior quantidade e qualidade, no início do período seco. Neste contexto, o presente trabalho teve por objetivo avaliar taxas de semeadura do capim-piatã (4; 8 e 12 kg/ha de sementes puras viáveis) em consórcio com sorgo cv. BRS 800, em sucessão à cultura da soja, visando maior produção de forragem no outono-inverno. 2517

2 Material e Métodos O experimento foi realizado na Embrapa Gado de Corte, Campo Grande, MS, localizada à 20 o 27 de latitude Sul, 54 o 37 de longitude Oeste e a 530 m de altitude. O padrão climático da região é descrito, segundo Köppen, na faixa de transição entre Cfa e Aw tropical úmido. A precipitação média anual é de mm, sendo considerados meses de seca, de maio a setembro (30% da precipitação anual). Os dados de precipitação pluviométrica, durante o ensaio, foram registrados pela estação meteorológica INMET - A702, localizada a cerca de 500 m da área experimental, com um índice acumulado de 199 mm. O solo da área experimental foi caracterizado como Latossolo Vermelho Distroférrico, de textura muito argilosa. Adotou-se delineamento inteiramente casualizado em esquema de parcelas subdivididas, com três repetições. Os tratamentos principais (parcela) corresponderam às taxas de semeadura do capim-piatã (Brachiaria brizantha cv. BRS Piatã), de 4; 8 e 12 kg/ha de sementes puras viáveis (SPV), em consórcio com sorgo de corte e pastejo (Sorghum spp. cv. BRS 800), e os tratamentos secundários (subparcela), aos estratos verticais do dossel, de 0-20 cm e acima de 20 cm do nível do solo. As parcelas experimentais apresentavam área de 4,0 m x 5,0 m. As forrageiras foram semeadas sobre palhada de soja, em sistema plantio direto. O sorgo foi semeado com semeadora-adubadora, no dia 12/03/2010, utilizando-se 12 kg/ha de SPV, com espaçamento das entrelinhas de 45 cm e a profundidade de 4-6 cm, sendo aplicados 300 kg/ha da fórmula 0:20:20 nas linhas do sorgo. O capim-piatã foi semeado manualmente, entre os dias 15 e 16/03/2010, com espaçamento das entrelinhas de 28 cm e a profundidade de 3-4 cm, de modo a não coincidir com as linhas de sorgo. Em abril, foram feitas aplicações de inseticida a base de clorpirifós, para controle de lagartas, e de herbicida a base de atrazina, para controle de plantas daninhas. As avaliações foram realizadas aos 62 dias após a semeadura do sorgo, em 13/05/2010, em área amostral de 1,0 m x 1,0 m por parcela, onde foram medidas duas plantas de sorgo e duas plantas de capim por linha, na altura da inserção da última folha. Também, foi feita a contagem do número de plantas de cada forrageira e a avaliação visual da cobertura do solo. Após, a biomassa da área amostral (capim-piatã e sorgo) foi cortada nos estratos de 0-20 cm e acima de 20 cm do nível do solo. O material cortado foi pesado em campo e, posteriormente, separado nos seguintes componentes: lâmina foliar, colmo com bainha e material senescente de capim-piatã e de sorgo. Essas amostras foram encaminhadas para estufa a C por 72 horas. As produtividades de cada componente foram expressas em base seca. Os dados foram submetidos à análise de variância e, para o fator quantitativo, taxa de semeadura, foi realizada análise de regressão. Para o fator qualitativo, estrato vertical do dossel, as médias foram comparadas pelo teste t. A interação foi devidamente desdobrada. Adotou-se o nível de probabilidade de 5% e utilizou-se o aplicativo estatístico Sisvar versão 4.6 (Ferreira, 2000). Resultados e Discussão A taxa de semeadura do capim-piatã não influenciou (P>0,05) as variáveis do sorgo cv. BRS 800: densidade de plantas (média de 42 plantas/m 2 ), altura de planta (média de 1,28 m), razão lâmina foliar: colmo com bainha (média de 0,42) e razão material vivo: morto (média de 44,56). As produtividades dos componentes da forragem de sorgo também não foram influenciadas (P>0,05) pela taxa de semeadura do capim-piatã, entretanto, variaram quanto à distribuição pelo estrato vertical do dossel, conforme disposto na Tabela

3 No estrato superior do dossel (> 20 cm), foram observadas maiores (P<0,05) produtividades de massa seca de lâminas foliares e de colmo com bainha, além da inflorescência, refletindo em maior produtividade de forragem total nesse estrato (3.597 kg/ha). A produtividade de material senescente, no entanto, não variou (P>0,05) entre os estratos, com valor médio de 53,5 kg/ha. Mesmo comportamento do sorgo cv. BRS 800, em função de taxas de semeadura do capim-piatã em consórcio, foi relatado por Almeida et al. (2009 a), entretanto, esses autores observaram uma produtividade média de kg/ha de massa seca de sorgo no estrato superior do dossel. No presente trabalho, as produtividades de sorgo foram inferiores, pela ausência de adubação nitrogenada de cobertura e pelo menor índice pluviométrico ocorrido no período experimental. A produtividade de forragem de sorgo no estrato superior do dossel apresentou apenas 1,36% de material senescente, no entanto, a razão lâmina foliar: colmo com bainha foi inferior a 0,50, indicando que o corte do sorgo poderia ter sido antecipado, para promover forragem com maior proporção de folhas. Tabela 1. Massa seca (kg/ha) dos componentes da forragem de sorgo cv. BRS 800 nos estratos verticais do dossel, de 0-20 cm e acima de 20 cm do nível do solo, aos 62 dias após a semeadura, em maio de 2010 (médias de três taxas de semeadura do capim-piatã) Componente da forragem Estrato do dossel de sorgo 0-20 cm > 20 cm Total (kg/ha de massa seca) Inflorescência 0 b 533 a 533 Lâmina foliar 21 b a Colmo com bainha 730 b a Material senescente 58 a 49 a 107 Total 809 b a a>b, na linha, pelo teste t (P<0,05). A taxa de semeadura do capim-piatã, os estratos do dossel e a interação taxa x estrato, não influenciaram (P>0,05) as variáveis do capim-piatã: densidade de plantas (média de 35 plantas/m 2 ), altura de planta (média de 0,24 m), razão lâmina foliar: colmo com bainha (média de 2,42), massa seca de lâminas foliares (média de 49 kg/ha), massa seca de colmo com bainha (média de 24 kg/ha), massa seca de material senescente (média de 7 kg/ha) e massa seca total de capim (média de 80 kg/ha). A densidade de plantas de capim-piatã foi adequada, de acordo com Zimmer et al. (2008), que indicam de 15 a 20 plantas/m 2 para um bom estabelecimento da pastagem. As produtividades do capim-piatã, no entanto, foram baixas, provavelmente, em consequência do período de 14 dias sem chuva, antes da semeadura, e pela competição exercida pela cultura do sorgo. Apesar de não ter sido observada variação na produtividade de forragem, foi observado aumento linear da porcentagem de capim-piatã na massa seca total de forragem (sorgo + capim), em função da taxa de semeadura do capim, de acordo com a equação de regressão ajustada: Ŷ = 0, ,812 x (r 2 = 0,72; P<0,05). Também, foi observada maior (P<0,05) porcentagem de capim-piatã na massa seca total de forragem no estrato inferior (11,37%) do que no estrato superior do dossel (1,97%), ocorrendo o inverso com a porcentagem de sorgo. 2519

4 Ao contrário do observado no presente trabalho, Almeida et al. (2009 a), trabalhando na mesma área, na safrinha do ano anterior, relataram aumentos lineares na densidade de plantas e na produtividade de massa seca total, de lâminas foliares e de colmo com bainha do capim-piatã, em função de aumentos na taxa de semeadura do capim (de 2 a 6 kg/ha de sementes puras viáveis), em cultivo simultâneo com sorgo cv. BRS 800. Os motivos para esses resultados divergentes parecem recair sobre o menor índice pluviométrico durante o período experimental do presente trabalho, com 84,2 mm de chuva a menos do que no ano anterior, caracterizando os riscos climáticos na implantação de culturas consorciadas na safrinha. Não foi observada a presença de invasoras, tendo em vista que foi realizada aplicação de herbicida seletivo cerca de 30 dias antes do corte da forragem. A cobertura do solo não foi influenciada (P>0,05) pela taxa de semeadura do capim-piatã, apresentando valor médio de 65,00%. Resultado semelhante foi obtido por Almeida et al. (2009 a) na safrinha do ano anterior, com sorgo cv. BRS 800 em consórcio com capim-piatã, com índice de cobertura do solo de 57,78%. A produtividade de massa seca total de forragem (sorgo + capim) do estrato superior do dossel foi maior (P<0,05) do que a do estrato inferior, kg/ha e 907 kg/ha, respectivamente. Considerando-se perdas de forragem de 10%, a forragem do estrato superior do dossel seria suficiente para suportar uma carga animal de 2,74 UA/ha em um período de 120 dias durante a época seca, até setembro, quando o pasto deveria ser vedado para acúmulo de forragem para formação de palhada para plantio direto da soja, em outubro. Conclusões O aumento na taxa de semeadura do capim-piatã, em consórcio com sorgo de corte e pastejo, não altera a produtividade total de forragem na safrinha, mas aumenta a porcentagem de capim na massa seca de forragem. A produtividade de forragem no estrato superior do dossel é maior do que no estrato inferior. Literatura citada ALMEIDA, R. G.; COSTA, J. A. A.; KICHEL, A. N.; MACEDO, M. C. M.; ZIMMER, A. H.; GODINHO, V. B. Densidade de semeadura para capim-piatã em cultivo simultâneo com sorgo na safrinha. In: CONGRESSO DE FORRAGICULTURA E PASTAGENS, 3., 2009, Lavras, MG. Anais... Lavras, MG: NEFOR; UFLA, 2009a. 4 p. 1 CD-ROM. ALMEIDA, R. G.; MACEDO, M. C. M.; ZIMMER, A. H.; RODRIGUES, J. A. S.; EUCLIDES, V. P. B. Produção de forragem e de palhada no outono-inverno em sistemas de integração lavoura-pecuária. In: REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, 46., 2009, Maringá, PR. Anais... Maringá, PR: SBZ; UEM, 2009b. 3 p. 1 CD-ROM. ALMEIDA, R. G.; MACEDO, M. C. M.; ZIMMER, A. H.; RODRIGUES, J. A. S.; KICHEL, A. N. Produção de forragem e de palhada de capins do gênero Brachiaria em monocultivo e em consórcio com sorgo de corte e pastejo, no outono-inverno. In: REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, 46., 2009, Maringá, PR. Anais... Maringá, PR: SBZ; UEM, 2009c. 3 p. 1 CD-ROM. FERREIRA, D. F. Análises estatísticas por meio do Sisvar para Windows versão 4.0. In: REUNIÃO ANUAL DA REGIÃO BRASILEIRA DA SOCIEDADE INTERNACIONAL 2520

5 DE BIOMETRIA, 45., 2000, São Carlos, SP. Anais... São Carlos, SP: UFSCar, p KLUTHCOUSKI, J.; STONE, L. F.; AIDAR, H. Integração lavoura-pecuária. Santo Antônio de Goiás: Embrapa Arroz e Feijão, p. MACHADO, L. A. Z.; ASSIS, P. G. G.; PALOMBO, C. Sorgo para pastejo/corte e cobertura do solo no período de outono/inverno (safrinha) em Mato Grosso do Sul. Dourados, MS: Embrapa Agropecuária Oeste, p. (Embrapa Agropecuária Oeste. Documentos, 16). RODRIGUES, J. A. S. Híbridos de sorgo sudão e sorgo bicolor: alternativa de forrageira para corte e pastejo. Sete Lagoas, MG: Embrapa Milho e Sorgo, p. (Embrapa Milho e Sorgo. Circular Técnica, 4). ZIMMER, A. H.; LAURA, V. A.; MACEDO, M. C. M.; KICHEL, A. N.; ALMEIDA, R. G.; COSTA, J. A. A.; VALLE, C. B. Estabelecimento da pastagem. In: CURSO DE FORMAÇÃO, RECUPERAÇÃO E MANEJO DE PASTAGENS, 2008, Campo Grande, MS. [Palestras apresentadas]. Campo Grande, MS: Embrapa Gado de Corte, f

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