Condições socioeconômicas de agricultores da comunidade São Vicente, Crato- CE e o fornecimento de alimento para o PAA e o PNAE.

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1 Condições socioeconômicas de agricultores da comunidade São Vicente, Crato- CE e o fornecimento de alimento para o PAA e o PNAE. 1 Introdução Jaiane da Silva Barbosa Evangelista 1 Ailton Cezar Alves da Silva 2 Antonia Almeida da Silva 3 Joana Gomes de Moura 4 Sebastião Cavalcante de Sousa 5 A comunidade São Vicente está situada na zona rural do município de Crato, no Estado do Ceará, e foi uma das duas comunidades escolhidas para serem atendidas e beneficiados com o projeto PROEXT 2011 da Universidade Federal do Ceará aprovado pelo Ministério da Educação (MEC). São dez famílias que recebem as capacitações e treinamentos sobre assuntos de interesse coletivo. Segundo Rezende et- al (2012), as políticas de transferência de renda podem ter papel relevante na melhoria das condições sociais dos agricultores familiares, especialmente entre aqueles em situação de extrema pobreza. Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome (MDS), o PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) garante renda aos agricultores familiares, promove a segurança alimentar e ajuda a movimentar as economias locais. Além disso, dá outra contribuição à política de superação da extrema pobreza: a produção comprada abastece equipamentos públicos e pessoas em situação de vulnerabilidade social. O PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar) contribui para a formação de estoques estratégicos e para o abastecimento de mercado institucional de alimentos, que compreende as compras governamentais de gêneros alimentícios para fins diversos e permite aos agricultores familiares que estoquem seus produtos para serem comercializados a preços mais justos. Ainda segundo o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a Fome (MDS), o PAA e o PNAE, além de garantir o acesso a uma alimentação diversificada para uma população em insegurança alimentar e nutricional, também cumprem um importante papel de apoio à comercialização, tendo em vista, que proporcionam a inserção da agricultura familiar no mercado. Possibilitando a promoção e valorização dos agricultores familiares, até então, excluídos do processo de comercialização imposto pelo modelo produtivista. Este estudo tem como objetivo expor e discutir algumas condições socioeconômicas dos agricultores dessa comunidade que estão ligados ao projeto PROEXT 2011 de articulação, desses, para fornecimento de alimentos ao PAA e PNAE, já que esses programas são exemplos dessas políticas públicas. São questões de fundamental importância, pois, alguns desses dados podem se tornar limitante para a produção de alimentos. 1 Estudante de Agronomia, Universidade Federal do Ceará Campus Cariri, Crato-CE 2 Estudante de Agronomia, Universidade Federal do Ceará Campus Cariri, Crato-CE 3 Estudante de Agronomia, Universidade Federal do Ceará Campus Cariri, Crato-CE 4 Estudante de Agronomia, Universidade Federal do Ceará Campus Cariri, Crato-CE 5 Professor do Curso de Agronomia, Universidade Federal do Ceará Campus Cariri, Crato-CE

2 2 Metodologia/ Resultados Para realização do presente trabalho foram retirados alguns dados de um questionário aplicado junto às comunidades envolvidas no projeto, mais especificamente da comunidade São Vicente na parte referente às condições socioeconômicas. As questões tratadas neste trabalho foram: a condição de posse do domicílio; o tipo de construção do domicílio; a origem da água utilizada; origem da energia utilizada; condição de esgoto sanitário e; o destino do lixo domiciliar. Os resultados obtidos a partir dessas questões anteriormente citadas estão dispostos nos gráficos abaixo com uma breve discussão sobre temática abordada. O primeiro assunto discutido se deu à cerca da condição de posse do domicílio dos agricultores, pois, é muito relevante a questão de ser dono da terra quando o assunto é produção de alimentos. Como mostra o gráfico 1, 7 dos entrevistados tem um domicílio próprio, mas, sem registro. Isso porque, segundo relatos de alguns moradores, eles têm o direito por muito tempo de moradia que foi passado de geração à geração, no entanto, a prefeitura ainda não liberou a documentação oficial de posse o que lhes impede de produzir em escala de fornecimento por não se sentirem os donos da terra. Os 2 que tem o registro foi através da compra direta ao fazendeiro dono grande parte da área onde se encontra a comunidade os quais têm total direito de produzir da forma que acharem necessário e 1 marcou outra situação de moradia Alugado Próprio sem registro Próprio com registro cedido Outro Gráfico 1: Condição de posse de domicílio de agricultores da comunidade rural São Vicente de Crato. A segunda abordagem leva em consideração o tipo de construção de domicílio, pois, através desse dado é possível identificar a condição de vida dessas famílias. Com os resultados obtidos é possível identificar que 9 delas possuem um domicílio de alvenaria, o que é significativo mostrando que a comunidade já tem um desenvolvimento acentuado e possui uma moradia digna, enquanto que 1 respondeu outro não sendo especificado qual (Gráfico 2).

3 Alvenaria Taipa Barraco Outro 1 9 Gráfico 2: Tipo de construção de domicílio de agricultores da comunidade rural São Vicente de Crato. Uma questão de grande importância e limitante na produção de alimento é a origem da água utilizada nos domicílios, obteve-se a informação de que 7 dos entrevistados utilizam água advinda da nascente. Isso ocorre geralmente nas residências mais próximas da queda de água, onde puxam a água através de encanamentos clandestinos. Essa não é uma forma legalizada, mas, devida a necessidade eles se vêem obrigados à medida que têm que produzir para obter seu sustento e também por questões de higiene e serviços de casa (lavar roupa, tomar banho, consumo, etc). O restante respondeu outros, não sendo especificados quais métodos de obtenção da água. A origem da energia de toda a comunidade é da Coelce, empresa prestadora de serviços que distribui energia elétrica para todo o municio do Crato. De acordo com Reis (2000), o atendimento às regiões rurais proporciona impactos positivos na melhoria da qualidade de vida e acesso a condições básicas para o exercício da cidadania. Comunidades isoladas podem usar serviços como iluminação, bombeamento d água, comunicação, refrigeração, além de iluminação para postos de saúde, escolas e em processos da agricultura. As condições de esgoto sanitário ainda são precárias, pois, 6 dos agricultores responderam que não possuem esgotamento sanitário e os outros 4 a condição de esgoto é ligado à fossa rústica. O tratamento de esgotos sanitários está entre as principais estratégias de controle da poluição da água segundo o manual de saneamento da FUNASA (Fundação Nacional de Saúde). É de extrema importância ressaltar que a falta de um saneamento adequado pode haver uma série de contaminações que são prejudiciais a saúde humana e também animal. Em relação ao lixo domiciliar 6 respondeu que é destinado à coleta seletiva, 3 disse que é pela coleta sem separação e 1 faz a queima (Gráfico 3). Segundo Gazzinelli (2001), a solução para o destino do lixo ainda consiste em conduzi-lo para longe, preferencialmente, para locais afastados das áreas habitadas; são os vazadouros a céu aberto, mais conhecidos como lixões, situados na periferia dos grandes centros. Torna-se então necessária uma conscientização sobre os problemas causados com o lixo produzido nas comunidades rurais, além de se buscar alternativas para recuperar o que já foi prejudicado, para que estas áreas não sofram os problemas que existem na zona urbana com a degradação ambiental (LIMA, 2005).

4 Coleta sem separação Coleta seletiva Queima Terreno Baldio Transforma em adubo Outro Gráfico 3: Destino do lixo domiciliar de agricultores da comunidade rural São Vicente de Crato. 3 Considerações Finais 1. Apesar de já morarem a muito tempo na terra os agricultores não se sentem donos por não possuírem o registro, impossibilitando assim, a iniciativa de uma produção para fornecimento de alimento ao PAA e PNAE. 2. Apresentam condição de domicílio boa pela maioria ser de alvenaria. A condição de consumo da água ainda não está legalizada por ser encanação desviada das nascentes, esse é outro ponto chave para a produção de alimento. A rede de energia elétrica da cidade chega até a comunidade. 3. A situação de esgoto sanitário é precária, pois, a maioria não possui e os que têm, o acesso se resume a uma fossa rústica. Grande parte da comunidade sabe a importância da seletividade do lixo, no entanto, é interessante disseminar essa informação na comunidade para minimizar os impactos ambientais. 4 Referências BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. O Ministério. Disponível em: < Acesso em: 10 Nov GAZZINELLI, M. F. Educação e participação dos atores sociais no desenvolvimento de modelo de gestão do lixo em zona rural em Minas Gerais. Educação & Sociedade. v. 22, n. 74, Campinas, abril ISSN LIMA, A. A. The rural garbage in the municipal district of João Alfredo (PE). Revista Caminhos de Geografia. v. 1 n. 16, p. 1-5, out/2005. ISSN REIS, L.B.; SILVEIRA, S. (orgs) Energia elétrica para o desenvolvimento sustentável: introdução de uma visão mutidisciplinar. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2000.

5 REZENDE, S.M.M.; ALMEIDA, F.B. Proposta metodológica para avaliação da efetividade das políticas sociais para agricultores familiares do estado de Goiás. Disponível em VIANA, V.J. Manual de saneamento da Fundação Nacional de Saúde- FUNASA. 3. Ed. rev. Brasília, 2006.

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