Alguns conceitos... FÁRMACOS: São substância químicas conhecidas e de estrutura química definida dotada de propriedade farmacológica.

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1 PSICOFARMACOLOGIA UNIDADE 1 - NEUROANATOMIA E NEUROFISIOLOGIA BÁSICA Professora Jane Beatriz Limberger Por que o Psicólogo deve estudar farmacologia? 1 2 Farmacologia Ciência que estuda a interação entre uma substância química e um organismo vivo ou sistema biológico, resultando em um efeito maléfico (tóxico) ou benéfico (medicamento). A farmacologia preocupa-se com o efeito das drogas nos sistemas vivos ou nos seus componentes tais como células, membranas ou enzimas. Como resultado sua abrangência inclui desde a compreensão da interação molecular das drogas até o efeito das drogas sobre a população. 3 4 Alguns conceitos... FÁRMACOS: São substância químicas conhecidas e de estrutura química definida dotada de propriedade farmacológica. MEDICAMENTO: É um preparado capaz de curar, prevenir ou diagnosticar uma enfermidade. REMÉDIO: É toda substância ou medida utilizada para curar uma determinada enfermidade. PLACEBO: é como se denomina um fármaco ou procedimento inerte, e que apresenta efeitos terapêuticos devido aos efeitos fisiológicos da crença do paciente de que está a ser tratado. POSOLOGIA: Dosagem dos medicamentos, e a freqüência com que estes devem ser administrados. DROGA PSICOATIVAOUSUBSTÂNCIA PSICOTRÓPICA: substância química que age principalmente nosnc, onde altera a função cerebral e temporariamente muda a percepção, ohumor, ocomportamento e aconsciência

2 Farmacologia FARMACOCINÉTICA: Estuda o movimento dos fármacos no organismo. FARMACODINÂMICA: Estuda a ação do fármaco e o mecanismo desta ação no organismo. 7 8 A farmacocinéticaestuda o caminho percorrido pelo medicamento no organismo, desde a sua administração até a sua eliminação. Estudo quantitativo dos processos de absorção, distribuição, biotransformação e eliminação dos fármacos ou dos seus metabólitos. A farmacodinâmicaestuda os efeitos bioquímicos e fisiológicos dos fármacos e seus mecanismos de ação. Farmacocinética Absorção 9 10 Farmacocinética Distribuição Farmacocinética Metabolismo e eliminação

3 Farmacodinâmica Psicofarmacologia A história da psicofarmacologia moderna inicia-se no final da década de 40, quando foram introduzidos os primeiros fármacos com a finalidade específica de tratar os transtornos psiquiátricos. Data de 1949 o primeiro relato de tratamento da mania com lítio seguido pela descrição dos efeitos antipsicóticos da clorpromazina em Os primeiros ansiolíticos foram o meprobamato (1954) e o clordiazepóxido (1957), seguido por uma ampla gama de benzodiazepínicos Pode-se dizer que a psicofarmacologia emergiu empiricamente. Por exemplo, a origem dos antidepressivos inibidores da monoaminoxidase (IMAO) foi a partir da observação de que a iproniazida, usada no tratamento da tuberculose, era capaz de produzir elevação de humor e euforia. A iproniazida foi introduzida no tratamento de pacientes hospitalizados com depressão. Quase simultaneamente à introdução dos IMAO, a pesquisa de novos compostos anti-histamínicos conduziu ao aparecimento da imipramina (1958), que foi o primeiro de uma série de antidepressivos tricíclicos. Assim, até o final da década de 50 já haviam sido descobertos cinco grupos de drogas capazes de promover efeitos clínicos em transtornos psiquiátricos: antipsicóticos (clorpromazina, haloperidol), antidepressivos tricíclicos (imipramina), antidepressivos IMAO (iproniazida), ansiolíticos(meprobamato e clordiazepóxido) e antimania (lítio) O número de pacientes psicóticos hospitalizados nos EUA diminuiu de em1954para77.000em1993,quase40anosdepois. Psicofarmacologia Em termos de número de drogas disponíveis, houve uma considerável ampliação do arsenal terapêutico, tanto com a expansão do número de compostos dentro do mesmo grupo farmacológico, como com o surgimento de drogas com perfil de ação diferente das originais. Já quanto à eficácia, parece que os compostos mais recentes muito pouco acrescentaram aos originais, embora há de se reconhecer que muitos deles são realmente mais seletivos, levando à maior tolerabilidade e aderência ao tratamento. Para entender as ações das drogas no cérebro, compreender o impacto das doenças sobre o sistema nervoso central (SNC) e interpretar as conseqüências comportamentais dos medicamentos utilizados em psiquiatria, deve-se ter fluência na linguagem e nos princípios da neurotransmissão química

4 Quando um indivíduo recebe um estímulo, através de seus órgãos do sentido, a mensagem é enviada ao SNC, onde ocorre o processamento da informação, interpretação, elaboração, memorização, associações, entre outros. Esses processamentos ocorrem em milésimos de segundos e se repetem milhares de vezes ao longodeumúnicodia Oqueaconteceu? Águanaboca Pontada no estômago Dilatação da pupila Tudo começou pela visão: a imagem do bolo atinge a retina do olho e de lá parte um impulso nervoso ("impulso elétrico") que caminha até a parte posterior do cérebro, atingindo o córtex visual Uma vez identificada a imagem, o impulso nervoso caminha ate outra região do cérebro, que decodifica aquela como uma "coisa gostosa, já experimentada muitas vezes antes". Agora, dessa região, o impulso nervoso vai para duas outras, uma que manda um impulso para as glândulas salivares secretarem a saliva ( água na boca) e outra que envia uma "ordem" (impulso nervoso) para o estômago se contrair("a pontada")

5 Sistema Nervoso SNC (sistema nervoso central) Encéfalo medula SNP (sistema nervoso periférico) Somático Autônomo Simpático Parassimpático O Sistema Nervoso O SNC recebe, analisa e integra informações. Éolocal ondeocorreatomada dedecisões eoenviodeordens. Suas principais funções são: integrar e coordenar os sinais neurais que chegam e saem e executar as funções mentais mais elevadas, tais como pensar e aprender. O SNP carrega informações dos órgãos sensoriais para o sistema nervoso central e do sistema nervoso central para os órgãos efetores(músculos e glândulas). Sistema Nervoso Periférico Autônomo Somático Sistema nervoso autônomo -SNA É a parte do sistema nervoso que está relacionada ao controle da vida vegetativa, ou seja, controla funções como a respiração, circulação do sangue, controle de temperatura e digestão. É também o principal responsável pelo controle automático do corpo frente às modificações do ambiente. Ex. ar condicionado Acetilcolina Adrenalina Osistemanervoso autônomo sedivide em Sistema Nervoso Simpático (S) estimula as atividades que são levadas a efeito durante situações de emergência ou estresse, quando o coração bate rapidamente e a pressão sangüínea se eleva. Sistema Nervoso Parassimpático (PS) estimula atividades que conservam e restauram a energia corporal (quando o coração bate lentamente). Medula gânglio Tecido efetor

6 Medula óssea Gânglio Tecido efetor ORGANIZAÇÃO GERAL: AUnidadeFuncional básicadosistemanervosoéoneurônio. Atuam tipicamente em grandes conjuntos de células associadas entre si (redes ou circuitos) e não isoladamente. Produzem e emitem pequenos sinais elétricos que codificam informações do ambiente interno e externo, além das informações geradas no próprio SN. Esses sinais elétricos são chamados de impulsos nervosos e estes nada mais são do que potenciais de ação que se propagam pela membrana do neurônio. Pode-se afirmar então que neurônios geram e emitem potenciais de ação e através desses potenciais codificam informações específicas Neurônio Dendritos: pequenos e numerosos prolongamentos que atuam como receptores de estímulos, funcionando portanto, como antenas para o neurônio Corpo celular: corresponde ao centro nutricional do neurônio e onde encontramos a maioria das organelas. Axônio: prolongamento geralmente único e grande. O final do axônio apresenta uma dilatação chamada de terminação axônica Dendritos: recebem os estímulos nervosos, que podem ser do meio ambiente oude outrosneurônios. Axônio: responsável pela condução do impulso elétrico que parte do corpo celular, atéoutro localmais distante, como ummúsculo ou outro neurônio. - É envolto pelas células de Schwann no sistema nervoso periférico, e pelos oligodendrócitosno sistema nervoso central. Células de Schwann e oligodendrócitos Esses tipos celulares determinam a formação da bainha de mielina invólucro principalmente lipídico que atua como isolante térmico e facilita a transmissão do impulso nervoso

7 Propriedades - Excitabilidade - Condutibilidade Excitabilidade (Irritabilidade ou responsividade) é a capacidade que permite a uma célula responder a estímulos, sejam eles internos ou externos. Portanto, irritabilidade não é uma resposta, mas a propriedade que torna a célula apta a responder. A resposta emitida pelos neurônios assemelhase a uma corrente elétrica transmitida ao longo de um fio condutor: uma vez excitados pelos estímulos, os neurônios transmitem essa onda de excitação - chamada de impulso nervoso - por toda a sua extensão em grande velocidade e em um curto espaço de tempo. Esse fenômeno deve-se à propriedade de condutibilidade. De acordo com sua morfologia, os neurônios podem ser classificados nos seguintes tipos: Multipolares:apresentam vários dendritos, um corpo celular, um axônio e eles correspondem a maioria dos neurônios que possuímos. Bipolar: apresentam um dendrito, um corpo, e um axônio. Pseudo-unipolar:apresentam um corpo celular, um axônio que se bifurca Os neurônios podem ainda ser classificados segundo sua função: Neurônios motores (eferentes): efetuam uma ação, enviam mensagem para execução (vísceras, músculos, glândulas). Sai do sistema nervoso central em direção ao periférico. Exemplo: neurônio multipolar. Neurônios sensoriais (aferentes): captam a mensagem do meio externo, interno e de células sensoriais e manda para o sistema nervoso central. Exemplo: neurônio bipolar e pseudounipolar. Neurônios interneurônios: estabelecem conexões entre outros neurônios, formando circuitos complexos Células da Glia (neuróglia) As células da neuróglia cumprem a função de sustentar, proteger, isolar e nutrir os neurônios. Há diversos tipos celulares, distintos quanto à morfologia, a origem embrionária e às funções que exercem. Distinguem-se, entre elas, os astrócitos, oligodendrócitos e micróglia. Astrócitos Os astrócitos são as maiores células da neuróglia e estão associados à sustentação e à nutrição dos neurônios. Preenchem os espaços entre os neurônios, Regulam a concentração de diversas substâncias com potencial para interferir nas funções neuronais normais (como por exemplo as concentrações extracelulares de potássio), Regulam os neurotransmissores (restringem a difusão de neurotransmissores liberados e possuem proteínas especiais em suas membranas que removem os neurotransmissores da fenda sináptica)

8 Os oligodendrócitos são encontrados apenas no sistema nervosocentral(snc). No SNC, são as células responsáveis pela formação da bainha de mielina. Um único oligodendrócito contribui paraaformaçãodemielinadevários neurônios (no sistema nervoso periférico, cada célula de Schwann mieliniza apenas um único axônio) Oligodendrócitos Micróglia A micróglia é constituída por células fagocitárias, análogas aos macrófagos e que participam da defesa do sistema nervoso Funções da bainha de mielina: - Aumentar a velocidade de condução do impulso nervoso; - Revestir o axônio isolando a membrana citoplasmática do contato do meio extra-celular. Existem áreas desprovidas de bainha de mielina chamadas nódulos de Ranvier - regiões que permitem o contato do meio extra-celular com a membrana citoplasmática. Os axônios podem não apresentar bainha de mielina e neste caso chamados de axônios amielinizados ou amielínicos. Potencial de ação vai ser diferente para cada um deles Potencial de membrana O potencial de membrana existe sob duas formas principais: Potencial de repouso Estado onde oneurônio se encontraem repouso, ou seja, sem conduzir impulso nervoso onde o meio intra-celular é eletronegativo com grande concentração de potássio. E o meio extra-celular eletropositivo com grande concentração de sódio e cloro. o potencial de repouso potencial de ação

9 POTENCIAL DE AÇÃO É uma variação brusca do potencial de repouso (-65mV), provocada por estímulos externos. Este processo como um todo perdura por aproximadamente, 2 a 3 milisegundos na grande maioria das células do corpo humano. O potencial de ação de uma célula excitável dura apenas alguns milésimos de segundo, e pode ser dividido nas seguintes fases: DESPOLARIZAÇÃO Estado onde o neurônio se encontra conduzindo impulso nervoso. O potencial de membrana nesta fase é de aproximadamente +35mV. Abertura dos canais de sódio, isso propicia um fluxo intenso de íons Na+ de fora para dentro da células, por um processo de difusão simples acompanhado pela pequena saída de potássio. Esta inversão vai sendo transmitida ao longo do axônio onda de despolarização. Impulso nervoso causado pela despolarização da membrana. Como resultado do fenômeno, o líquido intracelular se carrega positivamente e a membrana passa a apresentar um potencial inverso daquele encontrado nas condições de repouso(positivo no interior e negativo no seu exterior) REPOLARIZAÇÃO Durante este espaço de tempo, a permeabilidade aos íons sódio retorna ao normal e, simultaneamente, ocorre um aumento na permeabilidade aos íons potássio (saída), devido ao excesso de cargas positivas encontradas no interior da célula(maior concentração de potássio dentro da célula). Jáosíonssódioqueestavamemgrandequantidadenointeriordacélula,vão sendo transportados ativamente para o exterior, pela bomba de sódiopotássio. Todo este processo faz com que o potencial da membrana celular volte a ser negativo. O potencial nesta fase passa a ser de aproximadamente de -70mV (pouco mais negativo que no potencial de repouso). REPOUSO É a fase em que a célula volta a situação anterior a excitação. Nesta fase a permeabilidade aos íons potássio retorna ao normal e a célula retorna as condições iniciais com potencial de membrana em torno de - 65mV IMPULSO NERVOSO Membrana em repouso: canais de sódio fechados Estímulo: abertura dos canais de sódio, possibilitando sua entrada despolarização potencial de ação

10 ETAPA DE HIPERPOLARIZAÇÃO É um período de alguns milissegundos em que a célula não reage aos neurotransmissores pois estão com excesso de negatividade em seu interior o que impede a ocorrência de um novo potencial de ação. Nesta fase a célula parte de -65mv e chega até -80 mv POTENCIAL DE AÇÃO - CARACTERÍSTICAS A estimulação de um neurônio obedece à lei do "tudo ou nada". Isto significa que o estímulo tem de ter uma determinada intensidade para gerar um potencial de ação. O estímulo mínimo necessário para desencadear um potencial de ação designa-se estímulo limiar. Uma vez ultrapassado esse estímulo limiar, e estimulado o neurônio, o potencial de ação é igual, independentemente da intensidade do estímulo. Um potencial de ação iniciado em uma extremidade de um axônio apenas se propaga em uma direção, não retornando pelo caminho já percorrido unidirecional. IMPULSO NERVOSO - PERCURSO Sempre no sentido: dendrito corpo celular axônio POTENCIAL DE AÇÃO - CARACTERÍSTICAS Opotencial deação sepropagasemdecaimento. A bainha de mielina acelera a velocidade da condução do impulso nervoso conduçãosaltatória. PQ?? A condução saltatória é importante por duas razões. - Primeira: por fazer com que a despolarização salte por sobre longos trechos, ao longo do eixo da fibra nervosa, esse mecanismo aumenta de muito a velocidade da transmissão neural na fibra mielinica. - Segunda: a condução saltatória conserva a energia para o axônio, pois apenas os nodos se polarizam, permitindo perda de íons cerca de 100 vezes menor do que seria necessária. 120 metros por segundo neurônio mielinizado e 0,5 metros por segundo o neurônio amielinizado Como na condução saltatória não há a necessidade de despolarizar toda a extensão da membrana citoplasmática a velocidade de condução do impulso nervoso é maior

11 Patologias ocasionadas por movimentos repetitivos podem ocasionar danos à bainha de mielina causando assim uma diminuição considerável na velocidade e controle dos movimentos do membro ou região afetada ETAPA DE DESPOLARIZAÇÃO: é a etapa em que a membrana torna-se extremamente permeável aos íons Na+. ETAPA DE REPOLARIZAÇÃO: é a etapa em que ocorre fechamento dos canais de Na+ e abertura dos canais de K+. ETAPA DE HIPERPOLARIZAÇÃO: é um período de alguns milissegundos em que a célula não reage aos neurotransmissores pois estão com excesso de negatividade em seu interior o que impede a ocorrência de um novo potencial de ação. ETAPA DO REPOUSO: é a fase em que a célula volta a situação anterior a excitação

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