PREDOMINÂNCIA DO VENTO NA REGIÃO DE TABULEIROS COSTEIROS PRÓXIMO A MACEIÓ AL. Roberto Lyra ABSTRACT

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PREDOMINÂNCIA DO VENTO NA REGIÃO DE TABULEIROS COSTEIROS PRÓXIMO A MACEIÓ AL. Roberto Lyra ABSTRACT"

Transcrição

1 PREDOMINÂNCIA DO VENTO NA REGIÃO DE TABULEIROS COSTEIROS PRÓXIMO A MACEIÓ AL Roberto Lyra UFAL/CCEN/Dpto. de Meteorologia Maceió AL ABSTRACT A survey of the wind predominance is made from measures carried through in an automatic station in the coastal region of Alagoas State - Brazil, near Maceió Town (9 o S, 35 o W, 17m). The results had shown that the predominant diretion of the wind is dictated by the great scale: trade winds. In the summer the predominant diretion is Northeast (39.95%) being that during day time the predominance is East (56.3%) and by nigth Northeast (45.97%). In the winter the predominance is Southeast (35.38%), being that during day time it it is 44.93% and by night 25.74%. 1- INTRODUÇÃO O vento é um importante parâmetro meteorológico e o conhecimento da sua direção predominante é de grande importância para muitas atividades humanas tais como, agricultura, construção civil, transportes, principalmente aéreo e marítimo, etc. Na Meteorologia o conhecimento deste parâmetro é importante principalmente no que diz respeito ao clima e/ou microclima de um determinado local. Oke (1983) por exemplo, ressalta a importância do vento com relação a difusão e transporte de poluentes atmosféricos. As estações meteorológicas convencionais fornecem dados sobre a direção do vento apenas nos horários de observações que são apenas 4 por dia: 6, 12, 18 e 24 TMG WMO(1969). Portanto, quando é necessário mais informação como no caso da pesquisa ou da construção de um aeroporto, por exemplo, a melhor maneira de obter uma boa série de dados é através da utilização de estações automáticas onde pode ser realizadas medidas e o registro das mesmas em intervalo menores, podendo até mesmo serem inferior ao segundo. Utilizando este tipo de estação, Camargo et al (1996) realizaram um estudo para detectar a ocorrência de brisas no Sul do Paraná. Visando estudar as possíveis implicações climáticas da substituição da Mata Atlântica Alagoana por canaviais foi idealizado o projeto MICROMA (Micrometeorologia da Mata Atlântica Alagoana) que no momento concentra as suas atividades em uma estação automática instalada dentro de um canavial na região conhecida como tabuleiros costeiros alagoanos. Naturalmente, para este tipo de estudo, é de vital importância saber quando a massa de ar é de origem continental ou marítima.

2 2- MATERIAL E MÉTODOS São utilizados dados direção do vento, coletados na estação automática do projeto MICROMA (9 o S, 35 o W, 17m) a uma altura de 9,84m, a aproximadamente 1km a Oeste da costa. O sensor utilizado foi um R.M. YOUNG (modelo 31-5). As medidas foram realizadas na freqüência de 1Hz sendo registrada uma média a cada 1 minutos (144 valores médios por dia) com exceção julho e agosto de 1996 onde a média foi feita a cada 6 minutos (24 valores médios por dia). Foi utilizada uma aquisição automática: CR1 da Campbell Scientific inc. USA. Os dados são divididos em 2 grupos, segundo a estação do ano: inverno: jul/96, ago/96, jul/97, ago/97; verão: dez/96, jan/97, dez/97 e jan/98. Não foi possível utilizar 3 meses para cada estação porque a estação começou a operar em 23 de junho de A estatística é feita através da contagem do número de casos (valores médios em 6 ou 1 minutos) durante cada mês em cada direção. Foi escolhida uma janela de 45 o, ± 25,5 o entorno de cada direção, por exemplo: Nordeste - 22,5 a 67,5, Este - 67,5 a 112,5, etc. Inicialmente é feita a contagem para o mês inteiro e em seguida são separados os casos ocorridos durante o dia (6h a18h) e durante a noite (18h a 6h). A hora utilizada foi a de Brasília sem mudança durante o horário de verão. Em seguida os resultados são agrupados segundo a estação do ano. 3- RESULTADOS E DISCUSSÃO Levando-se em conta que o local em estudo fica na costa alagoana a direção predominante logicamente é Este. No entanto, a distribuição no inverno e no verão apresentam particularidades em função dos ventos alísios. No verão a direção predominante é Nordeste com 39,95% dos casos seguida de E (33,89%) e Norte (12,49%) (fig. 1a). A noite a predominância é de Nordeste (45,97%) seguida de Norte com 24,11% e Este com 1,86% (fig.1b). Um fato interessante é que a maioria dos casos no setor Oeste (SO, O e NO) ocorrem durante a noite (15,23%) contra 4,34% de dia. Isto certamente é conseqüência do efeito de brisa terrestre. Durante o dia (fig.1c), a maioria absoluta dos casos é de E (56,3%) seguida de NE (34,1%), o setor Este representa 76% dos casos. É importante assinalar que o vento raramente ocorre no setor Sul, tanto de dia como à noite.

3 Dia e Noite ,95 33,89 12,49 2,63 1,32 1,34 2,26 6,1 Figura 1a: Distribuição percentual da direção do vento no verão Noite 45,97 24,11 1,86 1,13 2,14 1,69 1,59 3,51 Figura 1b: Distribuição percentual da direção do vento no verão, durante o período noturno Dia 56,3 34,1 1,18 3,12,96 1,1 1,5 2,19 Figura 1c: Distribuição percentual da direção do vento no verão, durante o período diurno. No inverno, a direção predominante é Sudeste com 35,38% dos casos. Ao contrário do que foi observado no verão onde quase 2/3 dos casos ocorreram em apenas duas direções (NE e E) e que em 4 direções (SE,S,SO e O) a freqüência é menor que 3%, a direção varia mais (fig. 2a), apenas na direção Norte a freqüência foi inferior a 3%. Durante a noite (fig.2b) a predominância é de Sudeste (25,74%) seguida de Sudoeste (17,94%) e Oeste

4 (15,77%), o setor Sul (SE,S e SO) representa 59,45% dos casos. De dia, a predominância também é de Sudeste (44,93%) e 74,85% dos casos ocorrem no setor Este. É importante observar que a direção predominante é a mesma tanto de dia como à noite ao contrário do que foi observado no verão (fig. 2c). Dia e Noite ,38 18,49 13,69 12,76 7,56 4,6 6,59,93 Figura 2a: Distribuição percentual da direção do vento no inverno. Noite ,74 15,77 17,94 1,73 11,94 1,68 5,46 1,74 Figura 2b: Distribuição percentual da direção do vento no inverno, durante o período noturno. Dia ,93 26,17 11,63 7,64 3,75 3,22,13 2,53 Figura 2c: Distribuição percentual da direção do vento no inverno, Durante o período diurno.

5 4- CONCLUSÃO Os resultados mostraram que a direção predominante do vento na região de tabuleiros costeiros, próximo a Maceió - AL, é ditada pelo grande escala: ventos alísios. No verão a direção predominante é NE (39,95%) e no inverno SE (35,38%). A análise feita com os dados diurnos e noturnos separadamente mostrou que no verão, durante o dia, a predominância é de E(56,3%) enquanto que à noite ela é de NE (45,97%). No inverno, a predominância é de NE tanto o dia (44,93%) como à noite (25,74%). 5- BIBLIOGRAFIA Camargo, R., Marone, E., Silva Dias, P.L. Detecção do sinal de brisa no registro de vento no pontal do Sul (PR). IX Congresso Brasileiro de Meteorologia, Vol.2, Campos do Jordão, Oke, T.R., Boundary Layer Climates. Mathuen, London, WMO. Guide to meteorological instrument and observing pratices. Genebre, 23p., 1969.

OCORRÊNCIA DE BRISAS NA REGIÃO DE TABULEIROS COSTEIROS PRÓXIMO A MACEIÓ -AL

OCORRÊNCIA DE BRISAS NA REGIÃO DE TABULEIROS COSTEIROS PRÓXIMO A MACEIÓ -AL OCORRÊNCIA DE BRISAS NA REGIÃO DE TABULEIROS COSTEIROS PRÓXIMO A MACEIÓ -AL Carlos Henrique Eça D Almeida Rocha UFAL/CCEN-Departamento de Meteorologia Maceió-AL, 5772-97 e-mail: chac@ccen.ufal.br Roberto

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DO REGIME DE VENTO NO MUNICÍPIO DE SEROPÉDICA-RJ

CARACTERIZAÇÃO DO REGIME DE VENTO NO MUNICÍPIO DE SEROPÉDICA-RJ CARACTERIZAÇÃO DO REGIME DE VENTO NO MUNICÍPIO DE SEROPÉDICA-RJ (2001-2011) Flavia de Oliveira Dias 1 ; Jessica Cristina dos Santos Souza 2 ; José Francisco de Oliveira Júnior 3 1,2 Curso Técnico em Meio

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA PROGNÓSTICO DE PRECIPITAÇÃO

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA PROGNÓSTICO DE PRECIPITAÇÃO 1 PROGNÓSTICO TRIMESTRAL Novembro-Dezembro-Janeiro 2003. Este período é caracterizado por chuvas em grande parte do Brasíl, com temporais, trovoadas, vendavais e queda de granizo nas Regiões Sul, Sudeste

Leia mais

Prognóstico Climático

Prognóstico Climático Prognóstico Climático PROGNÓSTICO TRIMESTRAL Trimestre: ago/set/out - 2001 O prognóstico climático do Instituto Nacional de Meteorologia - INMET, órgão do Ministério da Agricultura e do Abastecimento,

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DO REGIME DE VENTO PRÓXIMO À SUPERFÍCIE NA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO NO PERÍODO

CARACTERIZAÇÃO DO REGIME DE VENTO PRÓXIMO À SUPERFÍCIE NA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO NO PERÍODO CARACTERIZAÇÃO DO REGIME DE VENTO PRÓXIMO À SUPERFÍCIE NA REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO NO PERÍODO 2002-2006 Pedro Jourdan 1, Edilson Marton², Luiz Cláudio Pimentel² RESUMO O objetivo deste estudo

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA INMET 5º DISME BELO HORIZONTE. BOLETIM AGROMETEOROLÓGICO DECENDIAL PARA MINAS GERAIS, 11 a 20 de Março de 2011

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA INMET 5º DISME BELO HORIZONTE. BOLETIM AGROMETEOROLÓGICO DECENDIAL PARA MINAS GERAIS, 11 a 20 de Março de 2011 BOLETIM AGROMETEOROLÓGICO DECENDIAL PARA MINAS GERAIS, 11 a 20 de Março de 2011 I. DIAGNÓSTICO Comportamento das Chuvas O segundo decêndio de março, em Minas Gerais, foi caracterizado por chuvas frequentes,

Leia mais

ESTUDO DA VARIABILIDADE CLIMÁTICA NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, ATRAVÉS DAS REPETIÇÕES DE ANOMALIAS DE TEMPERATURAS MÍNIMAS DIÁRIAS

ESTUDO DA VARIABILIDADE CLIMÁTICA NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, ATRAVÉS DAS REPETIÇÕES DE ANOMALIAS DE TEMPERATURAS MÍNIMAS DIÁRIAS ESTUDO DA VARIABILIDADE CLIMÁTICA NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, ATRAVÉS DAS REPETIÇÕES DE ANOMALIAS DE TEMPERATURAS MÍNIMAS DIÁRIAS André Moura Gonçalves Centro de Pesquisas Meteorológicas - UFPel Av.

Leia mais

COMPARAÇÃO DOS PADRÕES DE VENTO DE SUPERFÍCIE ENTRE CARAGUATATUBA (SP) E CACHOEIRA PAULISTA (SP)

COMPARAÇÃO DOS PADRÕES DE VENTO DE SUPERFÍCIE ENTRE CARAGUATATUBA (SP) E CACHOEIRA PAULISTA (SP) COMPARAÇÃO DOS PADRÕES DE VENTO DE SUPERFÍCIE ENTRE CARAGUATATUBA (SP) E CACHOEIRA PAULISTA (SP) João Augusto HACKEROTT 1 Adilson Wagner GANDU 2 Abstract The purpose of this article is to compare the daily

Leia mais

MODELOS DE CIRCULAÇÃO. Teorias sobre a circulação geral da atmosfera

MODELOS DE CIRCULAÇÃO. Teorias sobre a circulação geral da atmosfera MODELOS DE CIRCULAÇÃO Teorias sobre a circulação geral da atmosfera Circulação do Ar nos Centros de Alta e Baixa Pressão Estados de Tempo Centro de Baixas Pressões ou Depressão ou ciclone Convergência

Leia mais

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2002).

PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2002). 1 PROGNÓSTICO TRIMESTRAL (Setembro Outubro e Novembro de- 2002). O prognóstico climático do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), órgão do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, para

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA INMET 5º DISME BELO HORIZONTE

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA INMET 5º DISME BELO HORIZONTE BOLETIM AGROMETEOROLÓGICO DE MAIO E PROGNÓSTICO CLIMÁTICO PARA O TRIMESTRE JUNHO, JULHO E AGOSTO DE 2011. I. DIAGNÓSTICO Maio foi um mês seco e com temperaturas amenas em Minas Gerais. As chuvas foram

Leia mais

LOCALIZAÇÃO E COORDENADAS GEOGRÁFICAS. Luiz Fernando Wisniewski

LOCALIZAÇÃO E COORDENADAS GEOGRÁFICAS. Luiz Fernando Wisniewski LOCALIZAÇÃO E COORDENADAS GEOGRÁFICAS Prof.º Luiz Fernando Wisniewski lfw.geografia@gmail.com LOCALIZAÇÃO E COORDENADAS GEOGRÁFICAS Orientação através da rosa dos ventos Paralelos e Meridianos Latitude

Leia mais

Boletim Climatológico Sazonal Verão 2015

Boletim Climatológico Sazonal Verão 2015 ISSN 2183-1084 Resumo Boletim Climatológico Sazonal Verão 2015 O verão 2015 (junho, julho, agosto) em Portugal Continental foi caracterizado por valores da temperatura média do ar superiores ao valor normal

Leia mais

ANÁLISE DA VARIABILIDADE E VARIAÇÃO DOS ÍNDICES EL NIÑO, OSCILAÇÃO SUL E CHUVAS NOS ESTADOS DO RIO GRANDE DO SUL E SANTA CATARINA DO BRASIL

ANÁLISE DA VARIABILIDADE E VARIAÇÃO DOS ÍNDICES EL NIÑO, OSCILAÇÃO SUL E CHUVAS NOS ESTADOS DO RIO GRANDE DO SUL E SANTA CATARINA DO BRASIL ANÁLISE DA VARIABILIDADE E VARIAÇÃO DOS ÍNDICES EL NIÑO, OSCILAÇÃO SUL E CHUVAS NOS ESTADOS DO RIO GRANDE DO SUL E SANTA CATARINA DO BRASIL ABSTRACT Ilia S. Kim Centro de Pesquisas Meteorológicas, Faculdade

Leia mais

PROJETO BÁSICO AMBIENTAL UHE TELES PIRES

PROJETO BÁSICO AMBIENTAL UHE TELES PIRES PROJETO BÁSICO AMBIENTAL UHE TELES PIRES P.10 PROGRAMA DE MONITORAMENTO CLIMATOLÓGICO Parecer Técnico EQUIPE TÉCNICA RESPONSÁVEL PELO DESENVOLVIMENTO DAS ATIVIDADES DO PROGRAMA INTEGRANTES CONSELHO CTF

Leia mais

ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA E DO NÚMERO DE DIAS COM CHUVA EM CALÇOENE LOCALIZADO NO SETOR COSTEIRO DO AMAPÁ

ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA E DO NÚMERO DE DIAS COM CHUVA EM CALÇOENE LOCALIZADO NO SETOR COSTEIRO DO AMAPÁ ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO PLUVIOMÉTRICA E DO NÚMERO DE DIAS COM CHUVA EM CALÇOENE LOCALIZADO NO SETOR COSTEIRO DO AMAPÁ Leidiane L. Oliveira¹, Daniel G. Neves¹, Alan C. Cunha², Edmir S. Jesus², Jonathan

Leia mais

Análise da distribuição da velocidade dos ventos em Piracicaba/SP

Análise da distribuição da velocidade dos ventos em Piracicaba/SP Análise da distribuição da velocidade dos ventos em Piracicaba/SP Lêda Valéria Ramos Santana Prof. Dra. Cláudia Helena Dezotti Prof. Dra. Tatijana Stosic Evelyn Souza Chagas Hérica Santos da Silva Introdução

Leia mais

BOLETIM CLIMÁTICO - NOVEMBRO 2015

BOLETIM CLIMÁTICO - NOVEMBRO 2015 BOLETIM CLIMÁTICO - NOVEMBRO 2015 1. Condições meteorológicas sobre o Brasil No mês de novembro de 2015 os valores acumulados de precipitação mais significativos ocorreram nas regiões Sul, São Paulo, e

Leia mais

XII Congresso Brasileiro de Meteorologia, Foz de Iguaçu-PR, 2002

XII Congresso Brasileiro de Meteorologia, Foz de Iguaçu-PR, 2002 CARACTERÍSTICAS ATMOSFÉRICAS ASSOCIADAS AO JATO EM BAIXOS NÍVEIS A LESTE DOS ANDES EM UMA SIMULAÇÃO COM O MCGA CPTEC/COLA E EM DADOS DA REANÁLISE NCEP/NCAR Iracema F A Cavalcanti Cleber A Souza CPTEC/INPE

Leia mais

Clima, Vegetações e Impactos

Clima, Vegetações e Impactos Clima, Vegetações e Impactos 1. Observe o climograma de uma cidade brasileira e considere as afirmativas relacionadas a este. I. O clima representado é denominado equatorial, em cuja área está presente

Leia mais

ESTUDO OBSERVACIONAL DOS JATOS DE BAIXOS NÍVEIS NA REGIÃO DO LAGO DE ITAIPU

ESTUDO OBSERVACIONAL DOS JATOS DE BAIXOS NÍVEIS NA REGIÃO DO LAGO DE ITAIPU ESTUDO OBSERVACIONAL DOS JATOS DE BAIXOS NÍVEIS NA REGIÃO DO LAGO DE ITAIPU Sônia Maria Soares Stivari Departamento de Física - Universidade Estadual de Maringá Av. Colombro 579, Maringá-PR. stivari@dfi.uem.br

Leia mais

Boletim Climatológico Mensal Janeiro de 2014

Boletim Climatológico Mensal Janeiro de 2014 Boletim Climatológico Mensal Janeiro de 2014 CONTEÚDOS Vestígios de neve no ponto mais alto da ilha do Faial, a 7 de janeiro de 2014. (Cortesia de António Maia) 01 Resumo Mensal 02 Resumo das Condições

Leia mais

Boletim Climatológico Mensal Março de 2015

Boletim Climatológico Mensal Março de 2015 Boletim Climatológico Mensal Março de 2015 CONTEÚDOS Imagens MODIS de ondas de montanha causadas pela orografia da ilha de S. Miguel em 23.03.2015 01 Resumo Mensal 02 Resumo das Condições Meteorológicas

Leia mais

Deydila Michele Bonfim dos SANTOS 1 Natalia FEDOROVA 2 Vladimir LEVIT 3 Antônio Marcos Delfino de ANDRADE 4

Deydila Michele Bonfim dos SANTOS 1 Natalia FEDOROVA 2 Vladimir LEVIT 3 Antônio Marcos Delfino de ANDRADE 4 ESTUDO PRELIMINAR SOBRE OS PROCESSOS DA FORMAÇÃO DA VISIBILIDADE BAIXA NO AEROPORTO ZUMBI DOS PALMARES, MACEIÓ ALAGOAS. PARTE I: FREQÜÊNCIA DE VISIBILIDADE BAIXA NO ANO DE 2004 Deydila Michele Bonfim dos

Leia mais

CONFORTO AMBIENTAL Aula 2

CONFORTO AMBIENTAL Aula 2 TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS CONFORTO AMBIENTAL Aula 2 M.Sc. Arq. Elena M. D. Oliveira Diferença entre Tempo e Clima TEMPO: Variações diárias das condições atmosféricas. CLIMA: É a condição média

Leia mais

COMPARAÇÃO ENTRE MEDIDAS DE VELOCIDADE DO VENTO EM RIO GRANDE, RS, DE 2001 A 2006

COMPARAÇÃO ENTRE MEDIDAS DE VELOCIDADE DO VENTO EM RIO GRANDE, RS, DE 2001 A 2006 COMPARAÇÃO ENTRE MEDIDAS DE VELOCIDADE DO VENTO EM RIO GRANDE, RS, DE 2001 A 2006 Joel Rubert 1, Margareth Badejo dos Santos 2, Nisia Krusche 3 RESUMO: Diferenças entre as medidas de vento, realizadas

Leia mais

O RELEVO E AS TEMPERATURAS MÍNIMAS NO SUL-BRASILEIRO

O RELEVO E AS TEMPERATURAS MÍNIMAS NO SUL-BRASILEIRO O RELEVO E AS TEMPERATURAS MÍNIMAS NO SUL-BRASILEIRO Adriano BATTISTI 1,2, Bruno Vidaletti BRUM 1, Otávio Costa ACEVEDO 1, Pablo Eli Soares de OLIVEIRA 1 1 Universidade Federal de Santa Maria UFSM Avenida

Leia mais

Boletim Climatológico Mensal Abril de 2015

Boletim Climatológico Mensal Abril de 2015 Boletim Climatológico Mensal Abril de 2015 CONTEÚDOS Preparação de uma sondagem nos anos 30-40 (arquivo fotográfico do Observatório José Agostinho). 01 Resumo Mensal 02 Resumo das Condições Meteorológicas

Leia mais

ANÁLISE DAS CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE SUPERFÍCIE ANTECEDENTES À PRECIPITAÇÃO DE ORIGEM CONVECTIVA NA CIDADE DE SÃO PAULO

ANÁLISE DAS CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE SUPERFÍCIE ANTECEDENTES À PRECIPITAÇÃO DE ORIGEM CONVECTIVA NA CIDADE DE SÃO PAULO ANÁLISE DAS CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE SUPERFÍCIE ANTECEDENTES À PRECIPITAÇÃO DE ORIGEM CONVECTIVA NA CIDADE DE SÃO PAULO Alessandro Santos Borges Augusto José Pereira Filho Universidade de São Paulo

Leia mais

ANÁLISE DO CLIMA URBANO DE MACEIÓ-AL: COMPARAÇÕES ENTRE DIVERSAS ESCALAS

ANÁLISE DO CLIMA URBANO DE MACEIÓ-AL: COMPARAÇÕES ENTRE DIVERSAS ESCALAS ANÁLISE DO CLIMA URBANO DE MACEIÓ-AL: COMPARAÇÕES ENTRE DIVERSAS ESCALAS Gianna Melo Barbirato Departamento de Arquitetura / CTEC / UFAL Universidade Federal de Alagoas - UFAL Campus A.C. Simões Tabuleiro

Leia mais

Meteorologia e sua importância no Brasil e no Mundo

Meteorologia e sua importância no Brasil e no Mundo UNIDADE 1: APRESENTAÇÃO Meteorologia e sua importância no Brasil e no Mundo Departamento de Meteorologia Universidade Federal de Pelotas Professora Luciana Barros Pinto E-mail: luciana.pinto@ufpel.edu.br

Leia mais

Estudo da ilha de calor urbana em cidade de porte médio na Região Equatorial

Estudo da ilha de calor urbana em cidade de porte médio na Região Equatorial Estudo da ilha de calor urbana em cidade de porte médio na Região Equatorial Paulo Wilson de Sousa UCHÔA (1); Antônio Carlos Lola da COSTA (2) Mestrando em Recursos Naturais da Amazônia Universidade Federal

Leia mais

TABELA DAS PRECIPITAÇÕES MENSAIS NO ESTADO DO PARÁ RELATÓRIO TÉCNICO

TABELA DAS PRECIPITAÇÕES MENSAIS NO ESTADO DO PARÁ RELATÓRIO TÉCNICO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE DIRETORIA DE RECURSOS HÍDRICOS TABELA DAS PRECIPITAÇÕES MENSAIS NO ESTADO DO PARÁ RELATÓRIO TÉCNICO Belém-PA 2013 1 TABELA DAS PRECIPITAÇÕES

Leia mais

TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS. Estratégias por TRY e Normais Climatológicas. M.Sc. Arq. Elena M. D. Oliveira

TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS. Estratégias por TRY e Normais Climatológicas. M.Sc. Arq. Elena M. D. Oliveira TECNOLOGIA EM CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS ARQUITETURA BIOCLIMÁTICA Estratégias por TRY e Normais Climatológicas M.Sc. Arq. Elena M. D. Oliveira CARTA PSICROMÉTRICA CARTA BIOCLIMÁTICA CARTA BIOCLIMÁTICA CARTA

Leia mais

Análise da precipitação na Região Metropolitana de Belém (PA) ao longo de um ano (agosto/2008 a julho/2009)

Análise da precipitação na Região Metropolitana de Belém (PA) ao longo de um ano (agosto/2008 a julho/2009) Análise da precipitação na Região Metropolitana de Belém (PA) ao longo de um ano (agosto/2008 a julho/2009) Clara Teixeira Figueiredo¹ Maria Aurora Santos da Mota 2 ¹Bolsista PIBIC - Universidade Federal

Leia mais

LEVANTAMENTO DAS OBSERVAÇÕES METEOROLÓGICAS DISPONÍVEIS NO INMET

LEVANTAMENTO DAS OBSERVAÇÕES METEOROLÓGICAS DISPONÍVEIS NO INMET LEVANTAMENTO DAS OBSERVAÇÕES METEOROLÓGICAS DISPONÍVEIS NO INMET Tatiane Felinto Barbosa 1, Victória Farinole Dall Antonia 1, Reinaldo Bonfim da Silveira 2 RESUMO É realizado um levantamento das estações

Leia mais

INFLUÊNCIA DO EL NIÑO-OSCILAÇÃO SUL (ENOS) NOS REGIMES PLUVIOMÉTRICO E TÉRMICO NA ILHA DE SÃO LUIS, MA RESUMO 1. INTRODUÇÃO

INFLUÊNCIA DO EL NIÑO-OSCILAÇÃO SUL (ENOS) NOS REGIMES PLUVIOMÉTRICO E TÉRMICO NA ILHA DE SÃO LUIS, MA RESUMO 1. INTRODUÇÃO INFLUÊNCIA DO EL NIÑO-OSCILAÇÃO SUL (ENOS) NOS REGIMES PLUVIOMÉTRICO E TÉRMICO NA ILHA DE SÃO LUIS, MA 1 Gunter de Azevedo Reschke 2 Ronaldo Haroldo N. de Menezes 3 Alan de Castro Leite RESUMO Entre as

Leia mais

MONITORAMENTO ATMOSFÉRICO NOÇÕES SOBRE A ATMOSFERA TERRESTRE

MONITORAMENTO ATMOSFÉRICO NOÇÕES SOBRE A ATMOSFERA TERRESTRE EMED - Empreendimentos Educacionais Ltda Centro de Formação Profissional BOM PASTOR MONITORAMENTO ATMOSFÉRICO NOÇÕES SOBRE A ATMOSFERA TERRESTRE Centro de Formação Profissional Colégio Bom Pastor Curso

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DA VELOCIDADE E DIREÇÃO PREDOMINANTE DOS VENTOS PARA A LOCALIDADE DE RIO DO SUL-SC

CARACTERIZAÇÃO DA VELOCIDADE E DIREÇÃO PREDOMINANTE DOS VENTOS PARA A LOCALIDADE DE RIO DO SUL-SC CARACTERIZAÇÃO DA VELOCIDADE E DIREÇÃO PREDOMINANTE DOS VENTOS PARA A LOCALIDADE DE RIO DO SUL-SC Isaac Weber Pitz¹, Leonardo de Oliveira Neves², Joabe Weber Pitz 3, Katiani Eli 3, Evandro Chaves de Oliveira

Leia mais

Chuvas Intensas em Brasília nos últimos cinco anos.

Chuvas Intensas em Brasília nos últimos cinco anos. Chuvas Intensas em Brasília nos últimos cinco anos. Nadir Dantas de Sales nadir.dantas@inmet.gov.br; Expedito Rebello expedito.rebello@inmet.gov.br; José de Fátima da Silva- jose.fatima@inmet.gov.br Instituto

Leia mais

Supporting Information I

Supporting Information I Revista de Gestão Costeira Integrada / Journal of Integrated Coastal Zone Management, 15(3):353-370 (2015) http://www.aprh.pt/rgci/pdf/rgci-570_pereira.pdf DOI:10.5894/rgci570 Pereira & Klumb-Oliveira

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DA PRECIPITAÇÃO NO SERTÃO DE PERNAMBUCO E SUA RELAÇÃO COM EL NIÑO E LA NIÑA

CARACTERÍSTICAS DA PRECIPITAÇÃO NO SERTÃO DE PERNAMBUCO E SUA RELAÇÃO COM EL NIÑO E LA NIÑA CARACTERÍSTICAS DA PRECIPITAÇÃO NO SERTÃO DE PERNAMBUCO E SUA RELAÇÃO COM EL NIÑO E LA NIÑA Alaerte da Silva Germano 1, Heliofabio Barros Gomes 2, Ricardo Ferreira Carlos de Amorim 3, Maurílio Neemias

Leia mais

ESTUDO TEMPORAL DO PERFIL DE TEMPERATURA NO SOLO NA EACF DURANTE PERÍODO DE OCORRÊNCIA DO FENÔMENO EL NIÑO (1997-1998)

ESTUDO TEMPORAL DO PERFIL DE TEMPERATURA NO SOLO NA EACF DURANTE PERÍODO DE OCORRÊNCIA DO FENÔMENO EL NIÑO (1997-1998) ESTUDO TEMPORAL DO PERFIL DE TEMPERATURA NO SOLO NA EACF DURANTE PERÍODO DE OCORRÊNCIA DO FENÔMENO EL NIÑO (1997-1998) Thalison Lempke da Silva 1, Paulo Roberto Pelufo Foster 2 RESUMO - Este trabalho tem

Leia mais

Boletim Climatológico Mensal Julho de 2015

Boletim Climatológico Mensal Julho de 2015 Boletim Climatológico Mensal Julho de 2015 CONTEÚDOS Observatório da Horta, atual Príncipe Alberto de Mónaco, inaugurado a 1 de julho de 1915. 01 Resumo Mensal 02 Resumo das Condições Meteorológicas 02

Leia mais

ÁNALISE DAS OCORRÊNCIAS DE EVENTOS EXTREMOS DE PRECIPITAÇÃO NA REGIÃO DE RIO LARGO, ALAGOAS

ÁNALISE DAS OCORRÊNCIAS DE EVENTOS EXTREMOS DE PRECIPITAÇÃO NA REGIÃO DE RIO LARGO, ALAGOAS ÁNALISE DAS OCORRÊNCIAS DE EVENTOS EXTREMOS DE PRECIPITAÇÃO NA REGIÃO DE RIO LARGO, ALAGOAS André Luiz de Carvalho 1 José Leonaldo de Souza 2, Mônica Weber Tavares 3 1 Doutorando em Tecnologias Energéticas

Leia mais

UNIDADE DE CONSERVAÇÃO E ZONA DE AMORTECIMENTO

UNIDADE DE CONSERVAÇÃO E ZONA DE AMORTECIMENTO ANEXO 5.2 - CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DO PNSB E DA ZONA DE AMORTECIMENTO A 5.2.1 REGIME PLUVIOMÉTRICO O regime pluviométrico das áreas do PNSB e de sua Zona de Amortecimento foi avaliado com base nos dados

Leia mais

ESTUDO DA VARIABILIDADE SAZONAL E INTERANUAL DA PRECIPITAÇÃO DE IMPERATRIZ-MA. Márcio Nirlando Gomes Lopes 1, Dimitrie Nechet 2

ESTUDO DA VARIABILIDADE SAZONAL E INTERANUAL DA PRECIPITAÇÃO DE IMPERATRIZ-MA. Márcio Nirlando Gomes Lopes 1, Dimitrie Nechet 2 ESTUDO DA VARIABILIDADE SAZONAL E INTERANUAL DA PRECIPITAÇÃO DE IMPERATRIZ-MA Márcio Nirlando Gomes Lopes 1, Dimitrie Nechet 2 RESUMO A caracterização do regime pluviométrico de Imperatriz-MA foi realizada

Leia mais

Características Climáticas da Primavera

Características Climáticas da Primavera Previsão Climática para a Primavera/2014 Data da Previsão: 17/09/2014 Duração da Primavera: 22/09/2014(23h29min) a 21/12/2014 (20h03min*) *Não acompanha o horário de verão Características Climáticas da

Leia mais

Geografia. Climas Do Brasil. Professor Luciano Teixeira.

Geografia. Climas Do Brasil. Professor Luciano Teixeira. Geografia Climas Do Brasil Professor Luciano Teixeira www.acasadoconcurseiro.com.br Geografia CLIMAS DO BRASIL Tempo x Clima Tempo meteorológico estado momentâneo da atmosfera. Clima sucessão habitual

Leia mais

A INFLUÊNCIA DAS CARACTERÍSTICAS FISIOGRÁFICAS NO LESTE DO NORDESTE DO BRASIL UTILIZANDO O MODELO RAMS

A INFLUÊNCIA DAS CARACTERÍSTICAS FISIOGRÁFICAS NO LESTE DO NORDESTE DO BRASIL UTILIZANDO O MODELO RAMS A INFLUÊNCIA DAS CARACTERÍSTICAS FISIOGRÁFICAS NO LESTE DO NORDESTE DO BRASIL UTILIZANDO O MODELO RAMS Dirceu Luís Herdies* Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos CPTEC-INPE Rodovia Presidente

Leia mais

BOLETIM CLIMÁTICO - JULHO 2016

BOLETIM CLIMÁTICO - JULHO 2016 BOLETIM CLIMÁTICO - JULHO 2016 1. Condições meteorológicas sobre o Brasil No mês de julho de 2016, os valores acumulados de precipitação mais significativos ocorreram no noroeste do Amazonas, sul de Roraima

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DA VELOCIDADE E DIREÇÃO DO VENTO NA REGIÃO SUL NA CIDADE DE GOIÂNIA GOIÁS

CARACTERIZAÇÃO DA VELOCIDADE E DIREÇÃO DO VENTO NA REGIÃO SUL NA CIDADE DE GOIÂNIA GOIÁS CARACTERIZAÇÃO DA VELOCIDADE E DIREÇÃO DO VENTO NA REGIÃO SUL NA CIDADE DE GOIÂNIA GOIÁS Rosidalva Lopes Feitosa da Paz 1, Andre de Oliveira Amorim 2 e Raimundo Mainar de Medeiros 3 1 Física e Coordenadora

Leia mais

A VARIABILIDADE ANUAL DA TEMPERATURA NO ESTADO DE SÃO PAULO 1971/1998: UMA CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO MUNDO TROPICAL

A VARIABILIDADE ANUAL DA TEMPERATURA NO ESTADO DE SÃO PAULO 1971/1998: UMA CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO MUNDO TROPICAL A VARIABILIDADE ANUAL DA TEMPERATURA NO ESTADO DE SÃO PAULO 71/98: UMA CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS NO MUNDO TROPICAL João Lima Sant`anna Neto (*) RESUMO: Este trabalho de pesquisa, ainda

Leia mais

CARACTERlsTICAS DA PRECIPITAÇÃO NO RECIFE

CARACTERlsTICAS DA PRECIPITAÇÃO NO RECIFE 242 CARACTERlsTICAS DA PRECIPITAÇÃO NO RECIFE BERNADETE LIRA DOS ANJOS RAIMUNDO JAILDO DOS ANJOS 39 DISME: INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA RESUMO Igualmente como ocorre em quase toda a superficie da

Leia mais

Considerações sobre o clima do Algarve

Considerações sobre o clima do Algarve Paulo Oliveira (Engº Mecânico / Termodinâmica) Com o presente artigo pretende-se, de forma sucinta, tecer algumas considerações e de algum modo caracterizar o clima actual na região Algarvia. Para efectuar

Leia mais

Análise da evolução dos preços de milho no Brasil

Análise da evolução dos preços de milho no Brasil Introdução Análise da evolução dos preços de milho no Brasil Michele Souza Freitas (1), Rubens Augusto de Miranda (2), João Carlos Garcia (3) Segundo a Conab, na safra 2014/15, dos 202,3 milhões de toneladas

Leia mais

ANUÁRIO ESTATÍSTICO DA TAXA DE OCUPAÇÃO HOTELEIRA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

ANUÁRIO ESTATÍSTICO DA TAXA DE OCUPAÇÃO HOTELEIRA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO 2012 ABIH-RJ FECOMÉRCIO-RJ ANUÁRIO ESTATÍSTICO DA TAXA DE OCUPAÇÃO HOTELEIRA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO Pesquisa mensal da ABIH-RJ que visa acompanhar a taxa de ocupação nas unidades de hospedagem da

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA INMET 5º DISME BELO HORIZONTE

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA INMET 5º DISME BELO HORIZONTE BOLETIM AGROMETEOROLÓGICO DE JANEIRO E PROGNÓSTICO CLIMÁTICO PARA O TRIMESTRE FEVEREIRO, MARÇO E ABRIL DE 2011. I. DIAGNÓSTICO Em Minas Gerais, janeiro iniciou-se com chuvas fortes, frequentes e generalizadas,

Leia mais

ATMOSFERA é o nome dado à camada gasosa que envolve os planetas. No caso da atmosfera terrestre ela é composta por

ATMOSFERA é o nome dado à camada gasosa que envolve os planetas. No caso da atmosfera terrestre ela é composta por ATMOSFERA é o nome dado à camada gasosa que envolve os planetas. No caso da atmosfera terrestre ela é composta por inúmeros gases que ficam retidos por causa da força da gravidade e do campo magnético

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA INMET 5º DISME BELO HORIZONTE. BOLETIM AGROMETEOROLÓGICO DECENDIAL 11 a 20 de Janeiro de 2011

INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA INMET 5º DISME BELO HORIZONTE. BOLETIM AGROMETEOROLÓGICO DECENDIAL 11 a 20 de Janeiro de 2011 BOLETIM AGROMETEOROLÓGICO DECENDIAL 11 a 20 de Janeiro de 2011 I. DIAGNÓSTICO Comportamento das Chuvas O segundo decêndio de janeiro foi caracterizado por chuvas fortes e recorrentes, principalmente no

Leia mais

ASPECTOS CLIMÁTICOS DA ATMOSFERA SOBRE A ÁREA DO OCEANO ATLÂNTICO SUL

ASPECTOS CLIMÁTICOS DA ATMOSFERA SOBRE A ÁREA DO OCEANO ATLÂNTICO SUL ASPECTOS CLIMÁTICOS DA ATMOSFERA SOBRE A ÁREA DO OCEANO ATLÂNTICO SUL Manoel F. Gomes Filho Departamento de Ciências Atmosféricas Universidade Federal da Paraíba UFPB Campina Grande PB, e-mail mano@dca.ufpb.br

Leia mais

COMPORTAMENTO DO VENTO NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE. Cristiane Nobre Prudente 1 Adma Raia 2 Ruibran Januário dos Reis 3

COMPORTAMENTO DO VENTO NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE. Cristiane Nobre Prudente 1 Adma Raia 2 Ruibran Januário dos Reis 3 COMPORTAMENTO DO VENTO NA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE Cristiane Nobre Prudente 1 Adma Raia 2 Ruibran Januário dos Reis 3 RESUMO A ação do vento é de grande importância para diversas áreas, como

Leia mais

Tempo e Clima. Professor Daniel Fonseca

Tempo e Clima. Professor Daniel Fonseca Tempo e Clima Professor Daniel Fonseca Tempo Tempo é a condição atmosférica temporária... Ou seja, pode mudar de uma hora para outra... Previsão do tempo Clima Clima é a condição atmosférica períodica,

Leia mais

METODOLOGIA PARA CÁLCULO DA CAPACIDADE SAZONAL DE PROJETO DE LINHAS DE TRANSMISSÃO A SEREM LICITADAS

METODOLOGIA PARA CÁLCULO DA CAPACIDADE SAZONAL DE PROJETO DE LINHAS DE TRANSMISSÃO A SEREM LICITADAS METODOLOGIA PARA CÁLCULO DA CAPACADE SAZONAL DE PROJETO DE LHAS DE TRANSMISSÃO A SEREM LICITADAS Operador Nacional do Sistema Elétrico Rua Júlio do Carmo, 251 Cidade Nova 20091-005 Rio de Janeiro RJ 2016/ONS

Leia mais

Evolução das Ocorrências de Sinistros de Morte no Feriado de Corpus Christi por Tipo de Veículo

Evolução das Ocorrências de Sinistros de Morte no Feriado de Corpus Christi por Tipo de Veículo Estatísticas Corpus Christi Nos últimos anos, as ocorrências de acidentes envolvendo veículos automotores, no período do feriado de Corpus Christi, cujas indenizações foram solicitadas à Seguradora Líder

Leia mais

Temperatura Pressão atmosférica Umidade

Temperatura Pressão atmosférica Umidade O CLIMA Elementos do clima Temperatura Pressão atmosférica Umidade São responsáveis por caracterizar os climas. TEMPERATURA Corresponde à quantidade de calor. Pressão atmosférica Força que o peso do ar

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA ZONA LESTE DE SÃO PAULO, UM EXEMPLO DE INTERAÇÃO ENTRE A EACH-USP E O BAIRRO JARDIM KERALUX

CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA ZONA LESTE DE SÃO PAULO, UM EXEMPLO DE INTERAÇÃO ENTRE A EACH-USP E O BAIRRO JARDIM KERALUX CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA DA ZONA LESTE DE SÃO PAULO, UM EXEMPLO DE INTERAÇÃO ENTRE A EACH-USP E O BAIRRO JARDIM KERALUX Rita Yuri Ynoue Escola de Artes, Ciências e Humanidades, Universidade de São Paulo.

Leia mais

ANÁLISE CLIMATOLÓGICA DA ALTA SUBTROPICAL DO ATLÂNTICO SUL

ANÁLISE CLIMATOLÓGICA DA ALTA SUBTROPICAL DO ATLÂNTICO SUL ANÁLISE CLIMATOLÓGICA DA ALTA SUBTROPICAL DO ATLÂNTICO SUL CAMILLA C. BASTOS Universidade do Vale do Paraíba / UNIVAP - CTI Rua: Arnaldino de Toledo, 53 bloco 33 apto. 32 Vila Tatetuba CEP 12220-110 São

Leia mais

Variabilidade na velocidade do vento na região próxima a Alta da Bolívia e sua relação com a temperatura máxima e mínima no Sul do Brasil

Variabilidade na velocidade do vento na região próxima a Alta da Bolívia e sua relação com a temperatura máxima e mínima no Sul do Brasil Variabilidade na velocidade do vento na região próxima a Alta da Bolívia e sua relação com a temperatura máxima e mínima no Sul do Brasil Luiz Carlos Salgueiro Donato Bacelar¹; Júlio Renato Marques ² ¹Aluno

Leia mais

LIQUENS DIVERSIDADE E DISTRIBUIÇÃO NO AMBIENTE

LIQUENS DIVERSIDADE E DISTRIBUIÇÃO NO AMBIENTE LIQUENS DIVERSIDADE E DISTRIBUIÇÃO NO AMBIENTE Denominamos liquens um conjunto de seres vivos resultantes da associação entre um fungo e uma alga, ou uma cianobactéria. Trata-se de uma relação simbiótica

Leia mais

INFLUÊNCIA DOS FENÔMENOS EL NIÑO E LA NIÑA NO BALANÇO DE ENERGIA DA CULTURA DA CANA DE AÇÚCAR NO ESTADO DE ALAGOAS

INFLUÊNCIA DOS FENÔMENOS EL NIÑO E LA NIÑA NO BALANÇO DE ENERGIA DA CULTURA DA CANA DE AÇÚCAR NO ESTADO DE ALAGOAS INFLUÊNCIA DOS FENÔMENOS EL NIÑO E LA NIÑA NO BALANÇO DE ENERGIA DA CULTURA DA CANA DE AÇÚCAR NO ESTADO DE ALAGOAS GABRIEL B. COSTA 1, IVENS BARBOSA LEÃO 2, MÔNICA RODRIGUES QUEIROZ 3, JOSIANE SARMENTO

Leia mais

ESTUDO PRELIMINAR DA TURBULÊNCIA DO VENTO NO CENTRO DE LANÇAMENTO DE FOGUETES DE ALCÂNTARA ( CLA ) CORRÊA, C. S.* e FISCH, G.

ESTUDO PRELIMINAR DA TURBULÊNCIA DO VENTO NO CENTRO DE LANÇAMENTO DE FOGUETES DE ALCÂNTARA ( CLA ) CORRÊA, C. S.* e FISCH, G. ESTUDO PRELIMINAR DA TURBULÊNCIA DO VENTO NO CENTRO DE LANÇAMENTO DE FOGUETES DE ALCÂNTARA ( CLA ) CORRÊA, C. S.* e FISCH, G. ** * Oficial Meteorologista da FAB ( CMA-I / DPV-PA ) CINDACTA II, Aeroporto

Leia mais

Intoxicações por medicamentos foram o principal motivo das chamadas para o CIAV em 2010

Intoxicações por medicamentos foram o principal motivo das chamadas para o CIAV em 2010 MINISTÉRIO DA SAÚDE INFORMAÇÃO AOS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL Intoxicações por medicamentos foram o principal motivo das chamadas para o em 21 Lisboa, 25 de Fevereiro de 211 Entre as mais de 28 mil chamadas

Leia mais

Alterações Climáticas os possíveis efeitos no Algarve

Alterações Climáticas os possíveis efeitos no Algarve CCV Faro Março 2013 Alterações Climáticas os possíveis efeitos no Algarve Cristina Veiga-Pires Portugal Espanha Mar Mediterrânico Golfo de Cádiz Alterações climáticas Global? Alterações Climáticas os possíveis

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DAS ONDAS SEA AND SWELL OBSERVADAS NO LITORAL DO CEARÁ-BRASIL: VARIABILIDADE ANUAL E INTER-ANUAL Alex Costa da SILVA 1,* ABSTRACT

CARACTERÍSTICAS DAS ONDAS SEA AND SWELL OBSERVADAS NO LITORAL DO CEARÁ-BRASIL: VARIABILIDADE ANUAL E INTER-ANUAL Alex Costa da SILVA 1,* ABSTRACT UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO Departamento de Oceanografia TROPICAL OCEANOGRAPHY ONLINE ISSN: 1679-3013 D.O.I.: 10.5914/to.2011.055 CARACTERÍSTICAS DAS ONDAS SEA AND SWELL OBSERVADAS NO LITORAL DO

Leia mais

BOIA FORTALEZA. FABRICANTE: Axys Technologis Inc. MODELO: 3-Meters (3M)

BOIA FORTALEZA. FABRICANTE: Axys Technologis Inc. MODELO: 3-Meters (3M) BOIA FORTALEZA FABRICANTE: Axys Technologis Inc. MODELO: 3-Meters (3M) CARACTERÍSTICAS: Diâmetro: 3,4 metros Peso: 1500 kg Profundidade de fundeio: 200 metros -1/5- DESENHO ESQUEMÁTICO: SENSORES: Pressão

Leia mais

Avaliação de previsões de tempo do modelo ETA. para subsidiar pesquisas agrícolas no Brasil

Avaliação de previsões de tempo do modelo ETA. para subsidiar pesquisas agrícolas no Brasil MS777 - Projeto Supervisionado Avaliação de previsões de tempo do modelo ETA para subsidiar pesquisas agrícolas no Brasil Aluna: Dânia Naomi Osato Meira Orientadora: Doutora Ana Maria Heuminski de Ávila

Leia mais

Temporais na capital São Paulo e região metropolitana no dia 17/03/2009

Temporais na capital São Paulo e região metropolitana no dia 17/03/2009 Temporais na capital São Paulo e região metropolitana no dia 17/03/2009 A grande concentração de umidade, o calor e o deslocamento de áreas de baixa pressão bem como a intensadifluência na alta troposfera,

Leia mais

Laudo Meteorolo gico de Evento Clima tico - Coelba: 19 de janeiro de 2016

Laudo Meteorolo gico de Evento Clima tico - Coelba: 19 de janeiro de 2016 Laudo Meteorolo gico de Evento Clima tico - Coelba: 19 de janeiro de 2016 Climatempo Meteorologia Março de 2016 Sumário 1. Descrição do Evento... 2 2. Abrangência do Evento... 5 3. Classificação COBRADE...

Leia mais

INFLUÊNCIA DE LAGOS ARTIFICIAIS NO CLIMA LOCAL E NO CLIMA URBANO: ESTUDO DE CASO EM PRESIDENTE EPITÁCIO (SP)

INFLUÊNCIA DE LAGOS ARTIFICIAIS NO CLIMA LOCAL E NO CLIMA URBANO: ESTUDO DE CASO EM PRESIDENTE EPITÁCIO (SP) INFLUÊNCIA DE LAGOS ARTIFICIAIS NO CLIMA LOCAL E NO CLIMA URBANO: ESTUDO DE CASO EM Marcos Barros de Souza UNESP FCT souzamb@bol.com.br Zilda de Fátima Mariano UFG Campus de Jataí zildamariano@hotmail.com

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA CONCEITOS INICIAIS. Professor: Emerson Galvani

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA CONCEITOS INICIAIS. Professor: Emerson Galvani UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA Disciplina: FLG 0253 - CLIMATOLOGIA I CONCEITOS INICIAIS Professor: Emerson Galvani Atuação do Geógrafo Climatologista: Ensino, pesquisa e profissional

Leia mais

Estatística Básica. Matemática Professor: Paulo César 2/10/2014. Lista de Exercícios

Estatística Básica. Matemática Professor: Paulo César 2/10/2014. Lista de Exercícios Estatística Básica 1. (Enem) Em sete de abril de 2004, um jornal publicou o ranking de desmatamento, conforme gráfico, da chamada Amazônia Legal, integrada por nove estados. Considerando-se que até 2009

Leia mais

A importância da Metrologia na Meteorologia em Lançamento deveículos Espaciais. Uma Visão Simples)

A importância da Metrologia na Meteorologia em Lançamento deveículos Espaciais. Uma Visão Simples) A importância da Metrologia na Meteorologia em Lançamento deveículos Espaciais Uma Visão Simples) ( O QUE É ISTO Para realizar as atividades de meteorologia aeroespacial com precisão, são necessários

Leia mais

P. P. G. em Agricultura de Precisão DPADP0803: Geoestatística (Prof. Dr. Elódio Sebem)

P. P. G. em Agricultura de Precisão DPADP0803: Geoestatística (Prof. Dr. Elódio Sebem) Amostragem: Em pesquisas científicas, quando se deseja conhecer características de uma população, é comum se observar apenas uma amostra de seus elementos e, a partir dos resultados dessa amostra, obter

Leia mais

4 Estudo de casos. Janelas: 1 gene para o percentual da largura total da parede que a janela irá ocupar (número entre 0 e 1);

4 Estudo de casos. Janelas: 1 gene para o percentual da largura total da parede que a janela irá ocupar (número entre 0 e 1); 4 Estudo de casos Este capítulo apresenta estudo de casos para averiguar a eficácia do modelo definido no capítulo 3. Para provar que os conceitos funcionam e que o método é viável, decidiu-se otimizar

Leia mais

CHUVAS EM Campo Grande MATO GROSSO DO SUL. NOVEMBRO e DEZEMBRO/2015 JANEIRO e FEVEREIRO/2016

CHUVAS EM Campo Grande MATO GROSSO DO SUL. NOVEMBRO e DEZEMBRO/2015 JANEIRO e FEVEREIRO/2016 CHUVAS EM Campo Grande MATO GROSSO DO SUL NOVEMBRO e DEZEMBRO/2015 JANEIRO e FEVEREIRO/2016 1. DESCRIÇÃO DOS DADOS Os dados desse documento são da Estação Meteorológica Automática EMA -, do Instituto Nacional

Leia mais

Climatologia Agrícola Relatório Anual Ano de 2008

Climatologia Agrícola Relatório Anual Ano de 2008 Climatologia Agrícola Relatório Anual Ano de 28 No âmbito da actividade do Sistema Agrometeorológico para a Gestão da Rega no (SAGRA) e no seguimento de anos anteriores, apresenta-se no presente relatório,

Leia mais

Duração do Brilho do Sol e Períodos de Céu Encoberto Durante Dez Anos em Canoas, RS.

Duração do Brilho do Sol e Períodos de Céu Encoberto Durante Dez Anos em Canoas, RS. Duração do Brilho do Sol e Períodos de Céu Encoberto Durante Dez em Canoas, RS. Pereira Neto, J.E., Hackbart, Eugênio J., Welzel, A., Xavier, Júlio A., Morcio, Daniel R.S. ULBRA - Universidade Luterana

Leia mais

ESCOLA PÚBLICA DE ASTROFOTOGRAFIA AULA 02 DADOS E COMPLEMENTOS ESSENCIAIS

ESCOLA PÚBLICA DE ASTROFOTOGRAFIA AULA 02 DADOS E COMPLEMENTOS ESSENCIAIS ESCOLA PÚBLICA DE ASTROFOTOGRAFIA AULA 02 DADOS E COMPLEMENTOS ESSENCIAIS SUMÁRIO 02. DADOS E COMPLEMENTOS ESSENCIAIS Sistema Horizontal ou Altazimutal de Coordenadas Pontos Cardeais Azimute Altura/Ângulo

Leia mais

SIMULADO DE GEOGRAFIA CURSINHO UECEVEST (ORIENTAÇÃO, FUSOS HORÁRIOS E CARTOGRAFIA) PROFESSOR RAONI VICTOR./DATA: 29/08/15

SIMULADO DE GEOGRAFIA CURSINHO UECEVEST (ORIENTAÇÃO, FUSOS HORÁRIOS E CARTOGRAFIA) PROFESSOR RAONI VICTOR./DATA: 29/08/15 SIMULADO DE GEOGRAFIA CURSINHO UECEVEST (ORIENTAÇÃO, FUSOS HORÁRIOS E CARTOGRAFIA) PROFESSOR RAONI VICTOR./DATA: 29/08/15 1. A distribuição de energia solar, ou insolação, depende dos movimentos de rotação

Leia mais

PLANEJAMENTO E MONITORAMENTO DE EVENTOS HIDROMETEOROLÓGICOS EXTREMOS

PLANEJAMENTO E MONITORAMENTO DE EVENTOS HIDROMETEOROLÓGICOS EXTREMOS PLANEJAMENTO E MONITORAMENTO DE EVENTOS HIDROMETEOROLÓGICOS EXTREMOS SISEMA Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos Palestrante: Jeane Dantas de Carvalho Instituto Mineiro de Gestão das Águas

Leia mais

Boletim Climatológico Março 2016 Região Autónoma dos Açores

Boletim Climatológico Março 2016 Região Autónoma dos Açores Boletim Climatológico Março 2016 Região Autónoma dos Açores Conteúdo Resumo...2 Situação sinóptica...2 Precipitação...3 Temperatura do ar...5 Vento...5 Radiação global...6 INSTITUTO PORTUGUÊS DO MAR E

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS COORDENAÇÃO DE GRADUAÇÃO EM METEOROLOGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS COORDENAÇÃO DE GRADUAÇÃO EM METEOROLOGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS INSTITUTO DE CIÊNCIAS ATMOSFÉRICAS COORDENAÇÃO DE GRADUAÇÃO EM METEOROLOGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA DISCIPLINA: METEOROLOGIA SINÓTICA 2 CÓDIGO: METR032 CARGA HORÁRIA: 80

Leia mais

Alturas mensais de precipitação (mm)

Alturas mensais de precipitação (mm) Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos AGUASPARANÁ - Instituto das Águas do Paraná Sistema de Informações Hidrológicas - SIH Alturas mensais de precipitação (mm) Estação: Município: Tipo: Altitude:

Leia mais

ANÁLISE DA FREQUENCIA DA PRECIPITAÇÃO DIÁRIA NO MUNICÍPIO DE ÁGUIA BRANCA ES.

ANÁLISE DA FREQUENCIA DA PRECIPITAÇÃO DIÁRIA NO MUNICÍPIO DE ÁGUIA BRANCA ES. ANÁLISE DA FREQUENCIA DA PRECIPITAÇÃO DIÁRIA NO MUNICÍPIO DE ÁGUIA BRANCA ES. José Geraldo Ferreira da Silva 1, Hugo Ely dos Anjos Ramos 2, Gizella Carneiro Igreja 3, Aline Oliveira da Silva 4, Roziane

Leia mais

Instituto de Meteorologia Departamento de Meteorologia e Clima

Instituto de Meteorologia Departamento de Meteorologia e Clima Instituto de Meteorologia Departamento de Meteorologia e Clima vanda.cabrinha@meteo.pt Clima conjunto das condições meteorológicas, num dado instante e num dado local condições médias do tempo Descrição

Leia mais

ALTA DO ATLÂNTICO SUL E SUA INFLUÊNCIA NA ZONA DE CONVERGÊNCIA SECUNDÁRIA DO ATLÂNTICO SUL

ALTA DO ATLÂNTICO SUL E SUA INFLUÊNCIA NA ZONA DE CONVERGÊNCIA SECUNDÁRIA DO ATLÂNTICO SUL ALTA DO ATLÂNTICO SUL E SUA INFLUÊNCIA NA ZONA DE CONVERGÊNCIA SECUNDÁRIA DO ATLÂNTICO SUL Hudson Ellen Alencar Menezes 1, José Ivaldo Barbosa de Brito 2, Lindenberg Lucena da Silva 3 1 LABMET/UNIVASF,

Leia mais

ENSINO MÉDIO Geografia

ENSINO MÉDIO Geografia ENSINO MÉDIO Geografia Conteúdos da 1ª Série 1º/2º Bimestre 2016 Trabalho de Dependência Nome: N. o : Turma: Professor(a): Bruno Data: / /2016 Unidade: Cascadura Mananciais Méier Taquara Resultado / Rubrica

Leia mais

Terrômetro Digital com Bluetooth

Terrômetro Digital com Bluetooth Terrômetro Digital com Bluetooth Características Fácil medição de resistência de terra: basta envolver o condutor de terra. Comunicação wireless com aplicação de Android. Monitor remoto, função de e mail,

Leia mais

CC54Z - Hidrologia. Precipitação: definição, métodos de medição e grandezas características. Universidade Tecnológica Federal do Paraná

CC54Z - Hidrologia. Precipitação: definição, métodos de medição e grandezas características. Universidade Tecnológica Federal do Paraná Universidade Tecnológica Federal do Paraná CC54Z - Hidrologia Precipitação: definição, métodos de medição e grandezas características Prof. Fernando Andrade Curitiba, 2014 Objetivos da aula Definir a importância

Leia mais