Prof. Claudio Gerheim Porto Dep. Geologia,UFRJ / Divisão de Geoquímica, CPRM

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Prof. Claudio Gerheim Porto Dep. Geologia,UFRJ / Divisão de Geoquímica, CPRM"

Transcrição

1 Exploração Geoquímica para Ouro e Metais Base nos Terrenos Lateríticos do Brasil Central: estudos de caso dos depósitos de Chapada (Cu-Au) e Palmeirópolis (Cu-Pb-Zn) Prof. Claudio Gerheim Porto Dep. Geologia,UFRJ / Divisão de Geoquímica, CPRM Objetivo: Investigar a distribuição geoquimica no regolito e a resposta geoquímica das mineralizações em diferentes meios de amostragem no ambiente laterítico.

2 Áreas de estudo Chapada: 319 0,31% Cu; 0,21 g/t Au. Estilo Pórfiro Cu-Au-(Zn, Mo, Pb) Hospedado em quartzofeldspato-biotita xisto da seqüência vulcano-sedimentar de Mara Rosa de idade neoproterozóica Area de Estudo Palmeiropolis: 9,3 3,1% Zn; 091% Cu; 0.89% Pb; 22 g/t Ag. Tres corpos independentes sendo o C-3 alvo deste estudo. Tipo VMS hospedado no contato entre anfibolitos e xistos felsicos

3 Ambiente do regolito Regolito lateríticos de m de espessura em platôs e encostas suaves relacionadas a uma superfície de aplainamento desenvolvida durante o ciclo geomorfológico Velhas (Oligoceno Mioceno); Clima tropical sazonal, Cerrado Palmeirópolis platô Chapada antes Encosta suave Chapada depois

4 Meios de amostragem investigados Latosolos Lags Crosta Termitárias Aberturas: Aq Régia; Multiácida; Fe amorfo Termitárias Lag laterítico Crosta laterítica

5 Chapada: Mapa do regolito Foto aérea convencional; mapas topograficos e geológicos com controle de campo ~1:25.000

6 Chapada: Perfil completo no regime relictual Estratigrafia do regolito

7 Chapada: Estratigrafia do regolito Lag Crosta Latossolo Zona mosqueada Zona nodular

8 Chapada: Estratigrafia do regolito Stone Line laterítico em encosta suave: Regime erosional Crosta degradada em platô: Regime relictual

9 Chapada: regimes do regolito

10 Chapada: regime relictual Cu Au Cu: forte depleção na zona laterítica. Retenção parcial na crosta e Lag Au: pouca depleção na zona laterítica. Exceto latosolo e Lag

11 Chapada: regime erosivo Cu Au Cu: pouca depleção devido ausência de crosta e derivados Au: sem depleção e com enriquecimento na zona mosqueada por reprecipitação pós-laterítica

12 C u p p m C u p p m C u p p m C u p p m Chapada: linha 2600N Cu ppm L a g D i s t â n c i a ( m ) L a t o s s o l o D i s t â n c i a ( m ) C r o s t a d e s u p e r f í c i e S a p r o l i t o Cs Lag Solo D i s t â n c i a ( m ) Cs Lag Solo D i s t â n c i a ( m )

13 5 0 0, 0 L a t o s s o l o 5 0, 0 A u p p b A u p p b A u p p b Chapada: linha 2600N Au ppb 5 0 0, 0 L a g 5 0, 0 5, 0 5, 0 0, 5 0, D i s t â n c i a ( m ) D i s t â n c i a ( m ) 5 0 0, 0 C r o s t a d e s u p e r f í c i e 5 0 0, 0 S a p r o l i t o 5 0, 0 5 0, 0 5, 0 A u p p b 5, 0 0, 5 0, 5 Cs Lag Solo D i s t â n c i a ( m ) Cs Lag Solo D i s t â n c i a ( m )

14 Chapada: Aq. Régia e extração parcial - Cu Extração Fe amorfo Extração Água Régia

15 Chapada: Contraste x Dispersão Benn & Porto, 2005 IGES

16 Chapada: tipos de Lag Magnetic Lag Metallic Lag Laterite Lag

17 Chapada: tipos de Lag Teores de Cu e Au mais alto no Lag laterítico e Mo no Lag metalico (rico em Fe). Mas Lag total também tem bom contraste.

18 Palmeirópolis

19 Palmeirópolis: estratigrafia do regolito Perfil em platô: regime relictual thick red clay rich soil with disseminated metallic concretions or buck shot gradually more abundant downwards greater accumulation of metallic concretions in a latosol matrix. Variously enriched in quartz and microgossan fragments Darker red clay rich soil with disseminated metallic concretions

20 C u p p m Palmeirópolis: Cu ppm 160 Ant Hill (4 acid) 120 Aqua Regia (latosol) Foxy (latosol) D i s t a n c e ( m ) Orebody Points represent background samples

21 P b p p m Palmeirópolis: Pb ppm 60 Ant Hill (4 acid) Aqua Regia (latosol) 40 Foxy (latosol) D i s t a n c e ( m ) Orebody Points represent background samples

22 Z n p p m Palmeirópolis: Zn ppm Ant Hill (4 acid) Aqua Regia (latosol) Foxy (latosol) D i s t a n c e ( m ) Orebody Points represent background samples

23 140 Cu ppm Buck Magn Total Pb ppm Zn ppm oreboby samples background samples PM PM019 PM115 RE PM019

24 Palmeirópolis: Contraste x Dispersão 7 6 Bi_Lag Pb_AQ 5 Bi_AH Pb_AH 4 As_AQ As_AH Zn_AH Contrast 3 2 Pb_foxy Cu_lag As_Lag Pb_Lag Cu_AQ SB_AH Cu_AH Zn_AQ Zn_lag Dispersion(m)

25 Conclusões 1. The transformation of lateritic crust into latosol is more advanced at Palmeirópolis than Chapada. This transformation is largely in-situ and the regolith materials, including surface latosols, are lithodependent. 2. Despite strong base metal leaching tendency upwards in the regolith, the geochemical signal in the latosol is of a high enough contrast to indicate mineralization. But Latosol has lower response when developed over laterite (relictual regime) and higher response over saprolite (erosional regime). Latosol sample preferred for local ( grid ) based surveys. 3. Surface crust can be effective but not always present - Lag is more widespreadly distributed potential for regional survey 4. At Chapada Lag shows good dispersion for Cu, Mo, Au. At Palmeirópolis Lag show high contrast for base metals. Lateritic Lag fraction are richer in Cu, Au while more Fe rich metallic Lag is richer in Mo (As, Bi etc.) But total Lag is OK 5. There is indication that, ant hills, if present, may also be an affective sample media as they show better contrast/dispersion than latosol because they represent a more homogenized sample media and are potentially usefull for regional surveys 6. Partial extractions show no advantage over conventional digest in locating the position of the orebodies.

26 Mapa do regolito região Chapada Mara Rosa (Porto, 2011)

27 Obrigado pela atenção

Avaliação da contaminação potencial de As numa zona de minas abandonadas uma abordagem geoestatística

Avaliação da contaminação potencial de As numa zona de minas abandonadas uma abordagem geoestatística Avaliação da contaminação potencial de As numa zona de minas abandonadas uma abordagem geoestatística ALBUQUERQUE, MTD & ANTUNES, IMHR Polytechnic Institute of Castelo Branco Castelo Branco, Portugal.

Leia mais

15º Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental

15º Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental 15º Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental CARTA DE SUSCETIBILIDADE A MOVIMENTOS GRAVITACIONAIS DE MASSA E INUNDAÇÃO DO MUNICÍPIO DE BOM JESUS DO NORTE - ES Marcely Ferreira Machado

Leia mais

ALTERAÇÕES GEOQUÍMICAS EM ÁGUAS SUBTERRÂNEAS IMPACTADAS POR VAZAMENTOS DE CO 2 PROVENIENTES DE SEQUESTRO GEOLÓGICO

ALTERAÇÕES GEOQUÍMICAS EM ÁGUAS SUBTERRÂNEAS IMPACTADAS POR VAZAMENTOS DE CO 2 PROVENIENTES DE SEQUESTRO GEOLÓGICO Universidade Federal de Santa Catarina Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental Núcleo Ressacada de Pesquisas em Meio Ambiente ALTERAÇÕES GEOQUÍMICAS EM ÁGUAS SUBTERRÂNEAS IMPACTADAS POR VAZAMENTOS

Leia mais

Jazigos Marinhos Tipo Placer

Jazigos Marinhos Tipo Placer Jazigos Marinhos Tipo Placer Placer Define-se como um depósito mineral de superfície, formado através da concentração das partículas minerais libertadas da rocha alterada O processo de concentração da-se

Leia mais

Software reliability analysis by considering fault dependency and debugging time lag Autores

Software reliability analysis by considering fault dependency and debugging time lag Autores Campos extraídos diretamente Título Software reliability analysis by considering fault dependency and debugging time lag Autores Huang, Chin-Yu and Lin, Chu-Ti Ano de publicação 2006 Fonte de publicação

Leia mais

Prospecção geológica. Investigações em superfície e subsuperfície

Prospecção geológica. Investigações em superfície e subsuperfície Prospecção geológica Investigações em superfície e subsuperfície Investigações em superfície e subsuperfície Complementar as informações adquiridas durante mapeamento geológico de detalhe e prospecção

Leia mais

2.Óxidos!!! Óxidos Modelo Simples 16/08/2012. Óxidos de ferro Modelo Simples Hematita, Goethita

2.Óxidos!!! Óxidos Modelo Simples 16/08/2012. Óxidos de ferro Modelo Simples Hematita, Goethita 2.Óxidos!!! Geralmente são mais abundantes à medida em que o solo fica mais intemperizado (lembrese do índice ki calculado na aula prática); Além de CTC, podem desenvolver cargas positivas (CTA), que quando

Leia mais

Bacia do Paraná: Rochas e solos. Almério Barros França Petrobrás Claudinei Gouveia de Oliveira Instituto de Geociências-UnBi

Bacia do Paraná: Rochas e solos. Almério Barros França Petrobrás Claudinei Gouveia de Oliveira Instituto de Geociências-UnBi Bacia do Paraná: Rochas e solos Almério Barros França Petrobrás Claudinei Gouveia de Oliveira Instituto de Geociências-UnBi Bacia Hidrográfica do Rio Paraná versus Bacia Sedimentar do Paraná = Bacia do

Leia mais

Ruy Lacourt Rodrigues et al.

Ruy Lacourt Rodrigues et al. Ruy Lacourt Rodrigues et al. Mineração Definição e plano de produção de um depósito típico de níquel laterítico aproveitado através de rota de lixiviação ácida sob pressão (Definition and production plan

Leia mais

MAPEAMENTO GEOQUÍMICO DE BAIXA DENSIDADE NO ESTADO DE PERNAMBUCO - ASPECTOS GEOQUÍMICOS AMBIENTAIS DO CHUMBO

MAPEAMENTO GEOQUÍMICO DE BAIXA DENSIDADE NO ESTADO DE PERNAMBUCO - ASPECTOS GEOQUÍMICOS AMBIENTAIS DO CHUMBO MAPEAMENTO GEOQUÍMICO DE BAIXA DENSIDADE NO ESTADO DE PERNAMBUCO - ASPECTOS GEOQUÍMICOS AMBIENTAIS DO CHUMBO Enjôlras de A. Medeiros LIMA 1 * & Melissa FRANZEN 1 & Rogerio CAVALCANTE 1 & Dannyelle F. V.

Leia mais

Viabilização da Mina de Cobre do Salobo

Viabilização da Mina de Cobre do Salobo Viabilização da Mina de Cobre do Salobo Do Estratégico ao Tático Alexandro Pinto SIMEXMIN Maio 2012 Agenda Estratégia da Vale em Cobre e Aprendizado Mina do Sossego Descrição e Soluções para Viabilidade

Leia mais

Paulo de Tarso Ferro de Oliveira Fortes 1, 2 Gustavo Isac Monteiro de Oliveira 1 Edison Crepani 3 José Simeão de Medeiros 3

Paulo de Tarso Ferro de Oliveira Fortes 1, 2 Gustavo Isac Monteiro de Oliveira 1 Edison Crepani 3 José Simeão de Medeiros 3 Geoprocessamento aplicado ao planejamento e gestão ambiental na Área de Proteção Ambiental de Cafuringa, Distrito Federal Parte 2: processamento de dados espaciais Paulo de Tarso Ferro de Oliveira Fortes

Leia mais

Depósitos de enriquecimento supergênico

Depósitos de enriquecimento supergênico Depósitos de enriquecimento supergênico Depósitos de enriquecimento supergênico Os depósitos de enriquecimento supergênico ocorrem em sub-superfície na altura e abaixo do lençol freático. Pode haver uma

Leia mais

Coeficientes de distribuição de metais pesados em solos de São Paulo. Luís Reynaldo F. Alleoni ESALQ/USP Dep. de Ciência do Solo

Coeficientes de distribuição de metais pesados em solos de São Paulo. Luís Reynaldo F. Alleoni ESALQ/USP Dep. de Ciência do Solo Coeficientes de distribuição de metais pesados em solos de São Paulo Luís Reynaldo F. Alleoni ESALQ/USP Dep. de Ciência do Solo Definição de metais pesados Química - grande grupo de elementos com: densidade

Leia mais

Classificação Periódica dos Elementos

Classificação Periódica dos Elementos Classificação Periódica dos Elementos 1 2 3 1 Massa atômica relativa. A incerteza no último dígito é 1, exceto quando indicado entre parênteses. Os valores com * referemse Número Atômico 18 ao isótopo

Leia mais

Gestão Ambiental 19/3/2012. MÓDULO Gerenciamento e Controle de Poluição da Água. Tema: DISPONIBILIDADE HÍDRICA: as Águas do Planeta

Gestão Ambiental 19/3/2012. MÓDULO Gerenciamento e Controle de Poluição da Água. Tema: DISPONIBILIDADE HÍDRICA: as Águas do Planeta Gestão Ambiental Profª Denise A. F. Neves MÓDULO Gerenciamento e Controle de Poluição da Água Tema: DISPONIBILIDADE HÍDRICA: as Águas do Planeta Objetivos: Entender a distribuição da água no Planeta. Reconhecer

Leia mais

Exploração geológica e prospecção em superfície

Exploração geológica e prospecção em superfície Exploração geológica e prospecção em superfície Métodos geoquímicos Métodos geofísicos A prospecção geológica ainda é necessária? Métodos computacionais Sensoriamento remoto Produção x Exploração? Uma

Leia mais

SEDIMENTOS, INDICADORES DE CONTAMINAÇÃO HÍDRICA POR METAIS PESADOS. Cabaleiro, S 1.; Horn, A 2.

SEDIMENTOS, INDICADORES DE CONTAMINAÇÃO HÍDRICA POR METAIS PESADOS. Cabaleiro, S 1.; Horn, A 2. SEDIMENTOS, INDICADORES DE CONTAMINAÇÃO HÍDRICA POR METAIS PESADOS Cabaleiro, S 1.; Horn, A 2. 1 Instituto de Geociências- Departamento de Geologia - Universidade Federal de Minas Gerais - email: selmacabaleiro@codemig.com.br.

Leia mais

Análise hipsométrica da região nordeste do Quadrilátero Ferrífero associado ao material de origem.

Análise hipsométrica da região nordeste do Quadrilátero Ferrífero associado ao material de origem. Análise hipsométrica da região nordeste do Quadrilátero Ferrífero associado ao material de origem. Leonardi, F.A. (UNICAMP) ; Ladeira, F.S.B.L. (UNICAMP) RESUMO Este trabalho apresenta observação de campo

Leia mais

Descobre a Mina no Museu. - A Geologia -

Descobre a Mina no Museu. - A Geologia - Descobre a Mina no Museu - A Geologia - Há cerca de 280 milhões de anos (durante a Era Paleozóica, no período Pérmico), um magma ascendeu no interior da crosta e cristalizou dando origem a um granito.

Leia mais

Relevo GEOGRAFIA DAVI PAULINO

Relevo GEOGRAFIA DAVI PAULINO Relevo GEOGRAFIA DAVI PAULINO Relevo É a forma da superfície terrestre, que apresenta variação de nível de um local para outro. Tem uma influência pesada em outros fenômenos, como a urbanização e as atividade

Leia mais

SUSCETIBILIDADE A EROSÃO DO SOLO NA CIDADE DE SALVADOR BAHIA

SUSCETIBILIDADE A EROSÃO DO SOLO NA CIDADE DE SALVADOR BAHIA SUSCETIBILIDADE A EROSÃO DO SOLO NA CIDADE DE SALVADOR BAHIA Guimarães, T. (UEFS) ; Vale, R.M.C. (UEFS) RESUMO O presente trabalho pretende identificar, a partir de parâmetros físicos as áreas mais suscetíveis

Leia mais

Pedologia. Professor: Cláudio Custódio. www.espacogeografia.com.br

Pedologia. Professor: Cláudio Custódio. www.espacogeografia.com.br Pedologia Professor: Cláudio Custódio Conceitos: Mineração: solo é um detrito que deve ser separado dos minerais explorados. Ecologia: é um sistema vivo composto por partículas minerais e orgânicas que

Leia mais

CALAGEM NA SUPERFÍCIE DO SOLO NO SISTEMA PLANTIO DIRETO EM CAMPO NATIVO. CIRO PETRERE Eng. Agr. (UEPG)

CALAGEM NA SUPERFÍCIE DO SOLO NO SISTEMA PLANTIO DIRETO EM CAMPO NATIVO. CIRO PETRERE Eng. Agr. (UEPG) CALAGEM NA SUPERFÍCIE DO SOLO NO SISTEMA PLANTIO DIRETO EM CAMPO NATIVO CIRO PETRERE Eng. Agr. (UEPG) CALAGEM NA SUPERFÍCIE DO SOLO NO SISTEMA PLANTIO DIRETO EM CAMPO NATIVO" Autor: Ciro Petrere Orientador:

Leia mais

3 ASPECTOS GERAIS DA ÁREA ESTUDADA

3 ASPECTOS GERAIS DA ÁREA ESTUDADA 3 ASPECTOS GERAIS DA ÁREA ESTUDADA 3.1. Localização O aproveitamento Hidrelétrico de Itumbiara, com potência instalada de 2080 MW, situa-se no rio Paranaíba, na divisa dos estados de Minas Gerais e Goiás,

Leia mais

CONCLUSÃO DO PROGRAMA DE SONDAGENS EM MALHA APERTADA NO PROJECTO DE OURO EM BOA FÉ REINÍCIO DA PERFURAÇÃO NO PROJETO DE TUNGSTENIO EM TABUAÇO

CONCLUSÃO DO PROGRAMA DE SONDAGENS EM MALHA APERTADA NO PROJECTO DE OURO EM BOA FÉ REINÍCIO DA PERFURAÇÃO NO PROJETO DE TUNGSTENIO EM TABUAÇO COMUNICADO À IMPRENSA 18 de Junho de 2014 GTP (TSX-V) P01 (FRANKFURT) COLTF - (OTCQX) CONCLUSÃO DO PROGRAMA DE SONDAGENS EM MALHA APERTADA NO PROJECTO DE OURO EM BOA FÉ REINÍCIO DA PERFURAÇÃO NO PROJETO

Leia mais

Materiais / Materiais I

Materiais / Materiais I Materiais / Materiais I Guia para o Trabalho Laboratorial n.º 4 CORROSÃO GALVÂNICA E PROTECÇÃO 1. Introdução A corrosão de um material corresponde à sua destruição ou deterioração por ataque químico em

Leia mais

Jonathan Kreutzfeld RELEVO BRASILEIRO E FORMAS

Jonathan Kreutzfeld RELEVO BRASILEIRO E FORMAS Jonathan Kreutzfeld RELEVO BRASILEIRO E FORMAS RELEVO BRASILEIRO FORMAS DO RELEVO BRASILEIRO Escudos cristalinos: 36% Bacias sedimentares: 64% Escudos Cristalinos - Armazenamento de jazidas minerais -

Leia mais

Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Agrárias Departamento de Solos

Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Agrárias Departamento de Solos Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Agrárias Departamento de Solos Metais Pesados em Solos do Brasil: Influência do Material de Origem e Valores Anômalos Jaime W. V. de Mello Walter A. P.

Leia mais

METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO DE FRAÇÃO DE VIDA CONSUMIDA DE AÇOS 1CR-0,5MO ATRAVÉS DE ENSAIOS ACELERADOS DE FLUÊNCIA

METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO DE FRAÇÃO DE VIDA CONSUMIDA DE AÇOS 1CR-0,5MO ATRAVÉS DE ENSAIOS ACELERADOS DE FLUÊNCIA METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO DE FRAÇÃO DE VIDA CONSUMIDA DE AÇOS 1CR-0,5MO ATRAVÉS DE ENSAIOS ACELERADOS DE FLUÊNCIA Hector Reynaldo Meneses Costa CEFET-RJ/DEPES Ari Sauer Guimarães UFRJ/PEMM/COPPE Ivani

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE RISCO DE EROSÃO NA ÁREA URBANA DA GRANDE NATAL/RN - BRASIL

CONSIDERAÇÕES SOBRE RISCO DE EROSÃO NA ÁREA URBANA DA GRANDE NATAL/RN - BRASIL CONSIDERAÇÕES SOBRE RISCO DE EROSÃO NA ÁREA URBANA DA GRANDE NATAL/RN - BRASIL Maria Francisca Jesus Lírio Ramalho Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Departamento de Geografia/Area Geomorfologia

Leia mais

COMANDO DA AERONÁUTICA ESCOLA DE ESPECIALISTAS DE AERONÁUTICA SUBDIVISÃO DE ADMISSÃO E DE SELEÇÃO

COMANDO DA AERONÁUTICA ESCOLA DE ESPECIALISTAS DE AERONÁUTICA SUBDIVISÃO DE ADMISSÃO E DE SELEÇÃO Questão: 26 30 41 A questão 26 do código 02, que corresponde à questão 30 do código 04 e à questão 41 do código 06 Nº de Inscrição: 2033285 2041257 2030195 2033529 2032517 2080361 2120179 2120586 2037160

Leia mais

Simulação de um catálogo espectrofotométrico III ABC do método de Monte Carlo. Laerte Sodré Jr. Fevereiro, 2011

Simulação de um catálogo espectrofotométrico III ABC do método de Monte Carlo. Laerte Sodré Jr. Fevereiro, 2011 Simulação de um catálogo espectrofotométrico III ABC do método de Monte Carlo Laerte Sodré Jr. Fevereiro, 2011 O começo: População e Amostra População: uma coleção completa de objetos (pessoas, animais,

Leia mais

Serviço Geológico do Brasil CPRM

Serviço Geológico do Brasil CPRM Serviço Geológico do Brasil CPRM Terras Raras no Brasil: Novas Perspectivas de Prospecção Roberto Ventura Santos & Lucy Chemalle Sumário Serviço Geológico do Brasil CPRM Introdução Objetivos Contexto Geológico

Leia mais

CONTAMINAÇÃO POR MERCÚRIO ANTRÓPICO EM SOLOS E SEDIMENTOS DE CORRENTE DE LAVRAS DO SUL, RS, BRASIL

CONTAMINAÇÃO POR MERCÚRIO ANTRÓPICO EM SOLOS E SEDIMENTOS DE CORRENTE DE LAVRAS DO SUL, RS, BRASIL Contaminação por Mercúrio Antrópico em Solos e Sedimentos de Corrente de Lavras do Sul, RS, Brasil CONTAMINAÇÃO POR MERCÚRIO ANTRÓPICO EM SOLOS E SEDIMENTOS DE CORRENTE DE LAVRAS DO SUL, RS, BRASIL ¹Carlos

Leia mais

Anexo Técnico de Acreditação Nº L0381-1 Accreditation Annex nr.

Anexo Técnico de Acreditação Nº L0381-1 Accreditation Annex nr. A entidade a seguir indicada está acreditada como Laboratório de Ensaios, segundo a norma NP EN ISO/IEC 17025:2005 Endereço Address Contacto Contact Telefone Fax E-mail Internet Rua Eça de Queiroz, 1-C

Leia mais

AbineeTec 2015. Seminário Sustentabilidade. Gestão e Tecnologias Disponíveis para. Logística Reversa e Reciclagem UMICORE BRASIL LTDA.

AbineeTec 2015. Seminário Sustentabilidade. Gestão e Tecnologias Disponíveis para. Logística Reversa e Reciclagem UMICORE BRASIL LTDA. AbineeTec 2015 Seminário Sustentabilidade Gestão e Tecnologias Disponíveis para Logística Reversa e Reciclagem UMICORE BRASIL LTDA set/14 Ricardo Rodrigues Umicore Brasil Ltda Março/15 Grupo Umicore Fluxo

Leia mais

Serrote da Laje. Caboclo

Serrote da Laje. Caboclo BRAZIL Maio 2012 Serrote da Laje Caboclo 1960 DNPM - ocorrência de magnetita 1979 DNPM CPRM descrição de magnetitito 1982 DOCEGEO - geoquímica ( 0,8% Cu) 1984-2001 CVRD pesquisa e estudo de viabilidade

Leia mais

PRINCIPAIS SECAS OCORRIDAS NESTE SÉCULO NO ESTADO DO CEARÁ: UMA AVALIAÇÃO PLUVIOMÉTRICA

PRINCIPAIS SECAS OCORRIDAS NESTE SÉCULO NO ESTADO DO CEARÁ: UMA AVALIAÇÃO PLUVIOMÉTRICA PRINCIPAIS SECAS OCORRIDAS NESTE SÉCULO NO ESTADO DO CEARÁ: UMA AVALIAÇÃO PLUVIOMÉTRICA José M. Brabo Alves; Rubenaldo A. Silva; Everaldo B. Souza; Carlos A. Repelli Departamento de Meteorologia -Divisão

Leia mais

Geomorfologia. Professor: Cláudio custódio. www.espacogeografia.com.br

Geomorfologia. Professor: Cláudio custódio. www.espacogeografia.com.br Geomorfologia Professor: Cláudio custódio A um quilometro dali havia um morro com um grande desbarrancado a barreira, como se dizia lá no sítio. O Visconde levo-os para lá. Diante da barreira, parou e

Leia mais

MACRO CAPTURA FLUVIAL NO NORDESTE DO PLANALTO CENTRAL: RESULTADOS PRELIMINARES

MACRO CAPTURA FLUVIAL NO NORDESTE DO PLANALTO CENTRAL: RESULTADOS PRELIMINARES MACRO CAPTURA FLUVIAL NO NORDESTE DO PLANALTO CENTRAL: Cherem, L.F.S. 1 ; Zancopé, M.H.C. 2 ; Bayer, M. 3 ; 1 UFG Email:luis.cherem@gmail.com; 2 UFG Email:zancope@terra.com.br; 3 UFG Email:maxibayer@yahoo.com.ar;

Leia mais

Exploração. Programa de Exploração AngloGold Ashanti Brasil

Exploração. Programa de Exploração AngloGold Ashanti Brasil Exploração 2012 Programa de Exploração AngloGold Ashanti Brasil AngloGold Ashanti AngloGold Ashanti 2011 Produção mundial - 4.33 MOz Brasil 428KOz produzidas $6.6 bilhões de faturamento 61.242 empregados

Leia mais

Braskem Maxio. Resinas da linha Braskem Maxio Braskem Maxio Grades. Redução de Consumo Energético Lower Energy Consumption.

Braskem Maxio. Resinas da linha Braskem Maxio Braskem Maxio Grades. Redução de Consumo Energético Lower Energy Consumption. Maio / May 2015 Resinas da linha Grades Redução de Consumo Energético Lower Energy Consumption RP 141 RP 347 RP 340S RP 340R RP 149 H 105 Produtividade Higher Productivity H 202HC CP 191XP VA8010SUV Redução

Leia mais

15º Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental

15º Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental 15º Congresso Brasileiro de Geologia de Engenharia e Ambiental Comparação da temperatura de brilho de superfície do período seco com o chuvoso no Distrito Federal calculada a partir de imagens do Landsat

Leia mais

Reflexos da extração de areia na morfologia do ribeirão dos Macacos-MG, entre 1989 e 2010

Reflexos da extração de areia na morfologia do ribeirão dos Macacos-MG, entre 1989 e 2010 Reflexos da extração de areia na morfologia do ribeirão dos Macacos-MG, entre 1989 e 2010 Carvalho, A. (PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA, IGC/UFMG) ; Raposo, A.A. (PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOGRAFIA,

Leia mais

COSEC. Valorização do Real e Mercado Futuro de Câmbio

COSEC. Valorização do Real e Mercado Futuro de Câmbio COSEC 8 de Agosto de 2011 Valorização do Real e Mercado Futuro de Câmbio Roberto Giannetti da Fonseca Diretor Titular Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior Mitos e Mistérios do Mercado

Leia mais

A ESCOLA COMO TRANSFORMADOR SOCIAL

A ESCOLA COMO TRANSFORMADOR SOCIAL A ESCOLA COMO TRANSFORMADOR SOCIAL MORAIS, Rafael Oliveira Lima Discente do curso de Pedagogia na Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva RESUMO O profissional que entender que é importante

Leia mais

MINERAÇÃO URBANA. A saída para a reciclagem valores metálicos. renováveis. de fontes nãoclique para editar o estilo do subtítulo mestre

MINERAÇÃO URBANA. A saída para a reciclagem valores metálicos. renováveis. de fontes nãoclique para editar o estilo do subtítulo mestre MINERAÇÃO URBANA A saída para a reciclagem de valores metálicos de fontes não renováveis. D. Monteiro de Oliveira & L. Sobral Metais Ferrosos: V, Cr, Fe, Mn, Ni, Nb, Mo Metais Não-Ferrosos: Mg, Al, Ti,

Leia mais

Palavras-chave: Sub bacia, Caracterização Ambiental, Sustentabilidade.

Palavras-chave: Sub bacia, Caracterização Ambiental, Sustentabilidade. CARACTERIZACÃO AMBIENTAL DA SUB-BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO DO SANGUE, JAURU - MT, VISANDO O LEVANTAMENTO DE RECONHECIMENTO E CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS Aldo Max Custódio (1) ; Ms. Juberto Babilônia de

Leia mais

Comportamento e Destino Ambiental de. Produtos Fitossanitários 18/09/2015. Produtos Fitossanitários

Comportamento e Destino Ambiental de. Produtos Fitossanitários 18/09/2015. Produtos Fitossanitários 2015 Comportamento e Destino Ambiental de Produtos Fitossanitários Claudio Spadotto, Ph.D. Pesquisador da Embrapa Gerente Geral da Embrapa Gestão Territorial Membro do Conselho Científico para Agricultura

Leia mais

Braskem Máxio. Maio / May 2015

Braskem Máxio. Maio / May 2015 Maio / May 2015 Braskem Máxio Braskem Máxio Braskem Maxio é um selo que identifica resinas de PE, PP ou EVA dentro do portfólio da Braskem com menor impacto ambiental em suas aplicações. Esta exclusiva

Leia mais

COMPARTIMENTAÇÃO DO RIFTE GUARITAS, BACIA DO CAMAQUÃ - RS

COMPARTIMENTAÇÃO DO RIFTE GUARITAS, BACIA DO CAMAQUÃ - RS COMPARTIMENTAÇÃO DO RIFTE GUARITAS, BACIA DO CAMAQUÃ - RS preissler; a.g.- rolim; s.b.a. - philipp, r.p. CEPSRM - UFRGS e-mail: dricagp@hotmail.com RESUMO O estudo contribui no conhecimento da evolução

Leia mais

CONCEITO DE GEOQUÍMICA

CONCEITO DE GEOQUÍMICA UNIVERSIDADE FEDEREAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA GEOQUÍMICA GC 012 CONCEITO DE GEOQUÍMICA Profa. Dra. Eleonora Maria Gouvea Vasconcellos Introdução distribuição dos elementos químicos controlada

Leia mais

AULA 11a: MINERALIZAÇÃO PLACAS BORDAS TRANSFORMANTES

AULA 11a: MINERALIZAÇÃO PLACAS BORDAS TRANSFORMANTES GEOTECTÔNICA TECTÔNICA GLOBAL Prof. Eduardo Salamuni AULA 11a: MINERALIZAÇÃO ASSOCIADA A BORDAS DE PLACAS BORDAS DIVERGENTES E TRANSFORMANTES MINERALIZAÇÕES E TECTÔNICA DE PLACAS INTRODUÇÃO A Tectônica

Leia mais

o 5 Projetos de Ouro em diferentes estados Brasileiros. o Províncias minerais com histórico de produção de Ouro.

o 5 Projetos de Ouro em diferentes estados Brasileiros. o Províncias minerais com histórico de produção de Ouro. Projetos Projetos Mapa de Localização Projeto Pau D arco (Estado do Pará) Projetos Igaracy 1 e 2 (Estado da Paraíba) Projeto Jatobá (Estado do Pará) o 5 Projetos de Ouro em diferentes estados Brasileiros.

Leia mais

metais não ferrosos aluminio-cobre-latão - aço inoxidável

metais não ferrosos aluminio-cobre-latão - aço inoxidável metais não ferrosos aluminio-cobre-latão - aço inoxidável Arames Barras chatas Bobinas Cantoneiras Chapas Discos Perfis Buchas Tubos Tubos de cobre para refrigeração Vergalhões, redondos, sextavados e

Leia mais

UNINGÁ UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ FACULDADE INGÁ CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM IMPLANTODONTIA KELLIN PIVATTO

UNINGÁ UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ FACULDADE INGÁ CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM IMPLANTODONTIA KELLIN PIVATTO UNINGÁ UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ FACULDADE INGÁ CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM IMPLANTODONTIA KELLIN PIVATTO ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE IMPLANTES CÔNICOS E IMPLANTES CILÍNDRICOS PASSO FUNDO 2008 KELLIN

Leia mais

ANEXO 3. Imagens das Unidades de Relevo e Terreno do Parque Estadual da Cantareira. Anexo 3 Imagens das Unidades de Terreno e Relevo do PEC 1

ANEXO 3. Imagens das Unidades de Relevo e Terreno do Parque Estadual da Cantareira. Anexo 3 Imagens das Unidades de Terreno e Relevo do PEC 1 ANEXO 3 Imagens das Unidades de Relevo e Terreno do Parque Estadual da Cantareira Anexo 3 Imagens das Unidades de Terreno e Relevo do PEC 1 2 Anexo 3 Imagens das Unidades de Relevo e Terreno do PEC Foto

Leia mais

APÊNDICE H-DIAGNÓSTICO FÍSICO- CONSERVACIONISTA

APÊNDICE H-DIAGNÓSTICO FÍSICO- CONSERVACIONISTA APÊNDICE H-DIAGNÓSTICO FÍSICO- CONSERVACIONISTA O DFC tem por objetivo determinar o estado de deterioração ou de conservação de uma região. É levado a efeito, correlacionando-se uma série de parâmetros

Leia mais

GUIÃO A. Ano: 9º Domínio de Referência: O Mundo do Trabalho. 1º Momento. Intervenientes e Tempos. Descrição das actividades

GUIÃO A. Ano: 9º Domínio de Referência: O Mundo do Trabalho. 1º Momento. Intervenientes e Tempos. Descrição das actividades Ano: 9º Domínio de Referência: O Mundo do Trabalho GUIÃO A 1º Momento Intervenientes e Tempos Descrição das actividades Good morning / afternoon / evening, A and B. For about three minutes, I would like

Leia mais

GEOQUÍMICA DOS FILITOS CARBONOSOS DO DEPÓSITO MORRO DO OURO, PARACATU, MINAS GERAIS

GEOQUÍMICA DOS FILITOS CARBONOSOS DO DEPÓSITO MORRO DO OURO, PARACATU, MINAS GERAIS UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS GEOQUÍMICA DOS FILITOS CARBONOSOS DO DEPÓSITO MORRO DO OURO, PARACATU, MINAS GERAIS DISSERTAÇÃO DE MESTRADO N 249 BRUNA SAAR DE ALMEIDA Orientador: Prof.

Leia mais

Metais alcalinos - Grupo 1A

Metais alcalinos - Grupo 1A Metais alcalinos - Grupo 1A Li / Na / K / Rb / Cs / Fr Na e K são os mais abundantes ns 1 - aparecem normalmente como iões positivos ( +) Não se encontram isolados na natureza / reacção com não-metais

Leia mais

CONTEÚDO 1.1 OBJETIVOS...1.1 1.2 ESTRUTURA DO DOCUMENTO...1.2 1.3 ESTRUTURA DOS PROGRAMAS AMBIENTAIS...1.3 3.1 INTRODUÇÃO...3.1

CONTEÚDO 1.1 OBJETIVOS...1.1 1.2 ESTRUTURA DO DOCUMENTO...1.2 1.3 ESTRUTURA DOS PROGRAMAS AMBIENTAIS...1.3 3.1 INTRODUÇÃO...3.1 CONTEÚDO Pág. 1 INTRODUÇÃO...1.1 1.1 OBJETIVOS...1.1 1.2 ESTRUTURA DO DOCUMENTO...1.2 1.3 ESTRUTURA DOS PROGRAMAS AMBIENTAIS...1.3 2 CONTEXTO GEOGRÁFICO...2.1 3 CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO MINERAL...3.1

Leia mais

LÍNGUA INGLESA CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA AULA. Conteúdo: Reading - Typographic Marks

LÍNGUA INGLESA CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA AULA. Conteúdo: Reading - Typographic Marks Conteúdo: Reading - Typographic Marks Habilidades: Utilizar as Marcas Tipográficas para facilitar a compreensão e também chamar a atenção do leitor. Typographic Marks O que são marcas tipográficas? As

Leia mais

QUÍMICA VESTIBULAR 2005 2ª ETAPA

QUÍMICA VESTIBULAR 2005 2ª ETAPA QUÍMICA VESTIBULAR 2005 2ª ETAPA 1 2 3 4 5 6 7 1 1 1, 00 2 3 4 Li Be 6, 94 9, 01 11 12 Na Mg 22, 99 24, 31 19 20 K Ca 39, 10 40, 08 37 38 Rb Sr 85, 47 87, 62 55 56 Cs Ba 132, 91 137, 33 87 88 Fr Ra 223,

Leia mais

A contribuição do coaching executivo para o aprendizado individual: a percepção dos executivos

A contribuição do coaching executivo para o aprendizado individual: a percepção dos executivos Bianca Snaiderman A contribuição do coaching executivo para o aprendizado individual: a percepção dos executivos Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada ao Programa de Pósgraduação em Administração

Leia mais

Rumo a uma legislação racional, cientificamente robusta e eficaz:

Rumo a uma legislação racional, cientificamente robusta e eficaz: Rumo a uma legislação racional, cientificamente robusta e eficaz: Contribuições da Espeleobiologia Prof. Dr. Eleonora Trajano Instituto de Biociências Universidade de São Paulo TRES ASPECTOS: Ω Conceitos

Leia mais

LAUDO TÉCNICO DA PRAIA DA PONTA NEGRA MANAUS - AM

LAUDO TÉCNICO DA PRAIA DA PONTA NEGRA MANAUS - AM LAUDO TÉCNICO DA PRAIA DA PONTA NEGRA MANAUS - AM Manaus 21 de Novembro de 2012 LAUDO TÉCNICO DA PRAIA DA PONTA NEGRA MANAUS - AM 1. INTRODUÇÃO Por solicitação da Câmara dos Vereadores da cidade de Manaus,

Leia mais

Mapeamento do potencial de 220 Rn e 222 Rn no interior de imóveis no arquipélago de Fernando de Noronha PE, Brasil.

Mapeamento do potencial de 220 Rn e 222 Rn no interior de imóveis no arquipélago de Fernando de Noronha PE, Brasil. Mapeamento do potencial de 220 Rn e 222 Rn no interior de imóveis no arquipélago de Fernando de Noronha PE, Brasil. Fernando Carlos Araujo Ribeiro 1, Dejanira da Costa Lauria 1, Wanderson de O. Sousa 1,

Leia mais

Recursos Minerais de Portugal

Recursos Minerais de Portugal VI Encontro de Professores de Geociências da Associação para a Defesa e Divulgação do Património Geológico do Alentejo e Algarve - DPGA Moura, 2 de Março de 2012 Recursos Minerais de Portugal - Importância

Leia mais

Estrutura Curricular do Curso de Engenharia Civil

Estrutura Curricular do Curso de Engenharia Civil Estrutura Curricular do Curso de Engenharia Civil 1º Semestre 1. Cálculo Diferencial e Integral I 2. Desenho Básico 3. Física I 4. Laboratório de Física I 1º Básica 5. Química Geral 6. Introdução a Engenharia

Leia mais

SPATIAL DISTRIBUITION OF TURBITY IN A STRETCH OF MADEIRA RIVER MONITORING MADEIRA RIVER PROJECT PORTO VELHO (RO)

SPATIAL DISTRIBUITION OF TURBITY IN A STRETCH OF MADEIRA RIVER MONITORING MADEIRA RIVER PROJECT PORTO VELHO (RO) SPATIAL DISTRIBUITION OF TURBITY IN A STRETCH OF MADEIRA RIVER MONITORING MADEIRA RIVER PROJECT PORTO VELHO (RO) 4th scientific meeting of the ORE-HIBAM. September 2011 4a Scientific Meeting ORE-HYBAM

Leia mais

Estabilização de uma área utilizando a contribuição da sucção: O caso de Barro Branco.

Estabilização de uma área utilizando a contribuição da sucção: O caso de Barro Branco. Estabilização de uma área utilizando a contribuição da sucção: O caso de Barro Branco. Campos, L. E. P. UFBA, Salvador, Bahia, Brasil, ledmundo@ufba.br Fonseca, E. C. UFBA, Salvador, Bahia, Brasil, evan@ufba.br

Leia mais

COMPARTIMENTAÇÃO MORFOPEDOLÓGICA E AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS DA BACIA DO CÓRREGO AMIANTO, MINAÇU GO

COMPARTIMENTAÇÃO MORFOPEDOLÓGICA E AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS DA BACIA DO CÓRREGO AMIANTO, MINAÇU GO COMPARTIMENTAÇÃO MORFOPEDOLÓGICA E AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS DA BACIA DO CÓRREGO AMIANTO, MINAÇU GO Uhênia Caetano PEREIRA Universidade Federal de Goiás (uhenea@hotmail.com) Cláudia Valéria LIMA

Leia mais

Lipídios e Membranas

Lipídios e Membranas Lipídios e Membranas Fórmula geral de triglicerídeos Gorduras E outros derivados Glicerol + H3PO4 X= açúcar Fluidez, Força para não romper, Permeabildade Fusão ~50 nm!!! Como deve ser a permeabilidade

Leia mais

MECANISMO DE ATENUAÇÃO NATURAL DE METAIS EM SOLOS DE ANTIGAS ÁREAS DE DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS

MECANISMO DE ATENUAÇÃO NATURAL DE METAIS EM SOLOS DE ANTIGAS ÁREAS DE DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS MECANISMO DE ATENUAÇÃO NATURAL DE METAIS EM SOLOS DE ANTIGAS ÁREAS DE DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS Evanisa F. R. Q. Melo - evanisa@upf.br Eduardo P. Korf - eduardokorf@gmail.com Antônio Thomé

Leia mais

Utilização de Lodo de Esgoto para Fins Agrícolas

Utilização de Lodo de Esgoto para Fins Agrícolas !"#$# $%$$& Utilização de Lodo de Esgoto para Fins Agrícolas Dr. Marcos Omir Marques Professor Adjunto e Sua Contribuição na Preservação Ambiental Departamento de Tecnologia Mailto: omir@fcav.unesp.br

Leia mais

Lista de Exercícios Espectrometria Atômica ALGUNS EXERCÍCIOS SÃO DE AUTORIA PRÓPRIA. OS DEMAIS SÃO ADAPTADOS DE LIVROS CITADOS ABAIXO.

Lista de Exercícios Espectrometria Atômica ALGUNS EXERCÍCIOS SÃO DE AUTORIA PRÓPRIA. OS DEMAIS SÃO ADAPTADOS DE LIVROS CITADOS ABAIXO. ALGUNS EXERCÍCIOS SÃO DE AUTORIA PRÓPRIA. OS DEMAIS SÃO ADAPTADOS DE LIVROS CITADOS ABAIXO. 1 No intuito de se determinar a pureza do sal Na 2 HPO 4, 2,469 g de amostra foi pesada, dissolvida e diluída

Leia mais

6º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM PETRÓLEO E GÁS

6º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM PETRÓLEO E GÁS 6º CONGRESSO BRASILEIRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EM PETRÓLEO E GÁS TÍTULO DO TRABALHO: Estudo da utilização de softwares alternativos para visualização e modelagem de poços petrolíferos. AUTORES:

Leia mais

GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 25 O PANTANAL, A MATA DE ARAUCÁRIAS E AS PRADARIAS

GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 25 O PANTANAL, A MATA DE ARAUCÁRIAS E AS PRADARIAS GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 25 O PANTANAL, A MATA DE ARAUCÁRIAS E AS PRADARIAS Como pode cair no enem? (FUVEST) Estas fotos retratam alguns dos tipos de formação vegetal nativa encontrados no território

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOLOGIA E GEOQUÍMICA l DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOLOGIA E GEOQUÍMICA l DISSERTAÇÃO DE MESTRADO 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM GEOLOGIA E GEOQUÍMICA l DISSERTAÇÃO DE MESTRADO ESTUDO SEDIMENTOLÓGICO E GEOQUÍMICO EM SEDIMENTOS DE FUNDO NA BAÍA DE

Leia mais

Geólogo um profissional multidisciplinar

Geólogo um profissional multidisciplinar Geólogo um profissional multidisciplinar Marco Antonio Ferreira Gomes Marco Antonio em área de algodão na Fazenda Graúna. Conceitos de geologia O termo Geologia vem do grego geo, que significa terra, e

Leia mais

Remoção de metais num sistema de. Pesquisador: Profº Dr. Ariston da Silva Melo Júnior

Remoção de metais num sistema de. Pesquisador: Profº Dr. Ariston da Silva Melo Júnior FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL ARQUITETURA E URBANISMO Remoção de metais num sistema de tratamento de esgoto por Filtro Lento Pesquisador: Profº Dr. Ariston da Silva Melo Júnior INTRODUÇÃO Crescimento acelerado

Leia mais

15- Representação Cartográfica - Estudos Temáticos a partir de imagens de Sensoriamento Remoto

15- Representação Cartográfica - Estudos Temáticos a partir de imagens de Sensoriamento Remoto 15- Representação Cartográfica - Estudos Temáticos a partir de imagens de Sensoriamento Remoto O Sensoriamento Remoto é uma técnica que utiliza sensores, na captação e registro da energia refletida e emitida

Leia mais

Total Knee Replacement

Total Knee Replacement Total Knee Replacement Total knee replacement is a surgery to replace worn or damaged parts of the knee joint. The surfaces of the diseased joint are removed and replaced with an artificial joint. This

Leia mais

4.2. Globalização, estado-nação e sistemas de ensino em mudança. 4.3. Descentralização, autonomia e sistemas de regulação

4.2. Globalização, estado-nação e sistemas de ensino em mudança. 4.3. Descentralização, autonomia e sistemas de regulação 4.2. Globalização, estado-nação e sistemas de ensino em mudança 4.3. Descentralização, autonomia e sistemas de regulação Globalization may be defined as the process whereby domestic product, capital and

Leia mais

ESTRUTURA CRISTALINA DOS METAIS

ESTRUTURA CRISTALINA DOS METAIS ESTRUTURA CRISTALINA DOS METAIS Estrutura cristalina dos metais 1 DEFINIÇÃO DE CRISTAL - Sólidos cristalinos: Uma substância pode ser considerada cristalina quando os átomos (ou moléculas) que a constitui

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» MINERAÇÃO E PETRÓLEO E GÁS «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» MINERAÇÃO E PETRÓLEO E GÁS « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» MINERAÇÃO E PETRÓLEO E GÁS «21. As rochas selantes devem mostrar propriedades como impermeabilidade e plasticidade para manter sua condição de selante mesmo após ser submetida

Leia mais

CONTAMINAÇÃO DOS SEDIMENTOS DO RIO UBERABINHA, UBERLÂNDIA (MG)

CONTAMINAÇÃO DOS SEDIMENTOS DO RIO UBERABINHA, UBERLÂNDIA (MG) UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA 4ª Semana do Servidor e 5ª Semana Acadêmica 2008 UFU 30 anos CONTAMINAÇÃO DOS SEDIMENTOS DO RIO UBERABINHA, UBERLÂNDIA (MG) Patrícia Bonolo Cruvinel 1 Universidade Federal

Leia mais

O USO DE IRRIGAÇÃO EM PASTAGENS EM DIFERENTES REGIÕES DO PAÍS

O USO DE IRRIGAÇÃO EM PASTAGENS EM DIFERENTES REGIÕES DO PAÍS O USO DE IRRIGAÇÃO EM PASTAGENS EM DIFERENTES REGIÕES DO PAÍS BARBOSA, Rogério Zanarde¹ DOS SANTOS, Fernando Alexandre 1 Acadêmicos do curso de Agronomia da Faculdade de Agronomia e Engenharia Florestal

Leia mais

Métodos Formais em Engenharia de Software. VDMToolTutorial

Métodos Formais em Engenharia de Software. VDMToolTutorial Métodos Formais em Engenharia de Software VDMToolTutorial Ana Paiva apaiva@fe.up.pt www.fe.up.pt/~apaiva Agenda Install Start Create a project Write a specification Add a file to a project Check syntax

Leia mais

ENG. ELVIRA LÍDIA STRAUS SETOR DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS

ENG. ELVIRA LÍDIA STRAUS SETOR DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS 4a Reunião Ordinária do GT Interinstitucional sobre Uso de Resíduos Industriais Indicados como Matéria-Prima para Fabricação de Produtos Fornecedores de Micronutrientes Utilizados como Insumo Agrícola

Leia mais

Interpolação de Curvas de Nível por Difusão de Calor

Interpolação de Curvas de Nível por Difusão de Calor Interpolação de Curvas de Nível por Difusão de Calor ROBERTO DE BEAUCLAIR SEIXAS LUIZ HENRIQUE DE FIGUEIREDO CLAUDIO ANTONIO DA SILVA IMPA Instituto de Matemática Pura e Aplicada VISGRAF Laboratório de

Leia mais

Modelamento Banco de Dados e modelos de tendencia

Modelamento Banco de Dados e modelos de tendencia Modelamento Banco de Dados e modelos de tendencia NOTA: Cada barra representa o grau de partidas de uma determinada origem de um conhecido percurso. Por exemplo, em Dezembro o fator sazonal para Chicago

Leia mais

REDUÇÃO NO CUSTO DE ESTOQUE DE SOLO NO ANO DE 2009

REDUÇÃO NO CUSTO DE ESTOQUE DE SOLO NO ANO DE 2009 REDUÇÃO NO CUSTO DE ESTOQUE DE SOLO NO ANO DE 2009 Laércio Silva Rocha, Supervisor de Planejamento de Lavra, lsrocha@sama.com.br Júnior César Ferreira de Araújo, Geólogo Júnior Leida Ferreira da Silva,

Leia mais

AVALIAÇÃO DA EXATIDÃO ALTIMÉTRICA DE DADOS OBTIDOS POR PERFILAMENTO LASER AEROTRANSPORTADO EM ÁREAS DE MINERAÇÃO E RODOVIAS

AVALIAÇÃO DA EXATIDÃO ALTIMÉTRICA DE DADOS OBTIDOS POR PERFILAMENTO LASER AEROTRANSPORTADO EM ÁREAS DE MINERAÇÃO E RODOVIAS AVALIAÇÃO DA EXATIDÃO ALTIMÉTRICA DE DADOS OBTIDOS POR PERFILAMENTO LASER AEROTRANSPORTADO EM ÁREAS DE MINERAÇÃO E RODOVIAS Ronaldo Aparecido de Oliveira, MSc. ENGEFOTO Engenharia e Aerolevantamentos S.A.

Leia mais

Deslizamento rotacional da Costa de Cima, Distrito de Pântano do Sul, Florianópolis, SC Novembro de 2008.

Deslizamento rotacional da Costa de Cima, Distrito de Pântano do Sul, Florianópolis, SC Novembro de 2008. Deslizamento rotacional da Costa de Cima, Distrito de Pântano do Sul, Florianópolis, SC Novembro de 2008. Marimon, M.P.C., e-mail: f2mpcm@udesc.br Pimenta, L.H.F. Franco, A.C.V. Pedro Simas Resumo: Após

Leia mais

MAPEAMENTO DOS PONTOS DE DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL E DEMOLIÇÃO IRREGULARES NA CIDADE DE JUIZ DE FORA

MAPEAMENTO DOS PONTOS DE DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL E DEMOLIÇÃO IRREGULARES NA CIDADE DE JUIZ DE FORA 9 MAPEAMENTO DOS PONTOS DE DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL E DEMOLIÇÃO IRREGULARES NA CIDADE DE JUIZ DE FORA Lydia Dalamura Gomes Marciléia Darc Campos Cristiane Campos Toledo 3 Trabalho científico

Leia mais

REDUZA. REUTILIZE. RECICLE! NADA SE PERDE. TUDO SE TRANSFORMA. NOTHING GOES TO WASTE. EVERYTHING TRANSFORMS. PENSE VERDE. THINK GREEN é um movimento em torno de tudo o que pode ser reciclado. A pedra é

Leia mais

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO

ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO ESCOPO DA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025 ENSAIO Norma de Origem: NIT-DICLA-016 Folha: 1 Total de Folhas: 7 RAZÃO SOCIAL/DESIGNAÇÃO DO LABORATÓRIO CETESB - Companhia Ambiental do Estado de São Paulo

Leia mais