MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO Procuradoria Geral Departamento de Administração Coordenação de Arquitetura e Engenharia

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1 ANEXO VIII ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO EXECUTIVO DE INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS 1. Os projetos de instalações hidrossanitárias deverão atender às recomendações e especificações da ABNT e da concessionária local. 2. Deverão ainda estar em perfeita compatibilidade com os demais projetos complementares do prédio (arquitetura, estrutura, instalações elétricas, de incêndio, de climatização etc.). 3. Deverá constar nas especificações técnicas do projeto que a instalção de água fria e esgoto existente deverão ser totalmente recuperadas, com substituição das peças hidráulicas necessárias ao perfeito funcionamento; 4. Para a reforma da PTM Dourados/MS não deverão ser aproveitadas quaisquer instalações existentes. Deve ser prevista, no projeto, a substituição de toda a rede de água e esgoto existente. 5. Os Projetos de Instalações Hidrosanitárias serão compostos de: Projeto de instalações de águas pluviais; Projeto de instalações de esgotos sanitários; Projeto de instalações de água fria; Projeto de irrigação dos jardins e drenagens. 6. OS PROJETOS DE INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS serão compostos de: Distribuição da rede interna: banheiros, áreas públicas, garagem e demais dependências; Sistema de bombeamento, se necessário, com detalhes de instalação do conjunto moto-bomba, incluindo toda a tubulação de sucção e recalque, conforme figuras abaixo: 1

2 2

3 Detalhe de reservatórios e barriletes na escala 1:20, conforme abaixo: Isométricos e detalhes na escala 1:20; Esquema vertical, conforme abaixo: Cortes com detalhes da instalação de equipamentos (lavatórios, pias, vasos, chuveiros, etc, na escala 1:20; Demais detalhes necessários na escala 1:20; Memória de cálculo, contemplando o cálculo dos vários elementos do projeto, tais como: barriletes, colunas de água, sistema de sucção, recalque, cálculo do consumo diário, cálculo do volume dos reservatórios, verificação da pressão no ponto mais desfavorável e outros; Caderno de especificações e relação completa de materiais, com as descrições abaixo: 3

4 a) Tubos, conexões, registros e válvulas - Bitola; b) Reservatórios - Capacidade; c) Bombas - Potência (CV); - Vazão (m³/h); - Altura manométrica; - Alimentação elétrica (voltagem); - Tipo de motor; Orçamento detalhado dos materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica (em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários); 7. O Memorial Descritivo deve apresentar as principais justificativas para a escolha da solução adotada, referentes à concepção do projeto, definição de todos os elementos que compõem o projeto das instalações prediais de água fria, levando em conta os parâmetros de cálculo como: número de pessoas atendidas, cotas per capita, especificações de todos os materiais (aquisição e aplicação) e serviços (normas de execução). Devem ser fornecidos os quantitativos, orçamentos e as descrições de todos os materiais necessários à execução da obra. 4

5 8. OS PROJETOS DE INSTALAÇÕES SANITÁRIAS serão compostos de: Planta de situação/locação: com coletores sanitários e rede de águas pluviais, ambas da concessionária local; Distribuição da rede interna: banheiros, copas, cozinhas, garagem e demais dependências; Detalhes de tubulações sanitárias na escala 1:20; Detalhes de ralos, caixas de sabão, gordura e inspeção na escala 1:20; Detalhes de fossas sépticas, tanques e sumidouros, se for o caso, na escala 1:20; Detalhes gerais, ventilação de ramais e colunas; Projeto de calhas, descidas e ralos; Esquema vertical, conforme abaixo; Memória de cálculo, contemplando o cálculo dos vários elementos de tratamento de esgoto, como fossas e tanques épticos, sumidouros, etc.; Memorial descritivo do projeto e caderno de especificações, com as descrições abaixo: a) Tubos e conexões, caixas e ralos - Bitola; Orçamento detalhado dos materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica (em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários); Aprovação junto à concessionária local. 5

6 9. O PROJETO DE DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS serão compostos de: Planta de cobertura com caimento e inclinação de telhados e calhas, indicação ralos e descidas, indicação de dimensões de condutores verticais e horizontais; Planta dos demais pavimentos nos quais existam terraços, varandas ou quaisquer áreas sujeitas a inundações; Detalhes de calhas, ralos, condutores verticais, na escala 1:20; Detalhes de caixas de areia e bacia de retenção, se for o caso, na escala 1:20; Detalhes de grelhas de piso, bocas de lobo, se for o caso, na escala 1:20; Demais detalhes necessários, na escala 1:20; Projeto de calhas, descidas e ralos; Esquema vertical, conforme abaixo; Memória de cálculo, contemplando o cálculo dos vários elementos de drenagem; Memorial descritivo do projeto e caderno de especificações, com as descrições abaixo: a) Tubos e conexões, caixas e ralos - Bitola; Orçamento detalhado dos materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica (em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários); 10. Deve apresentar posições, tipos e dimensões das tubulações verticais, horizontais, desvios, caixas, dispositivos de inspeção, ralos e ligações aos coletores públicos, necessários à instalação do sistema de captação, drenagem e esgotamento das águas pluviais do prédio, da área livre do terreno e demais áreas descobertas. 11. Deverão ser apresentadas tantas folhas de perfis, quantas forem as instalações sanitárias projetadas (esgoto e águas pluviais). 6

7 12. Os tubos de queda devem ser o mais verticais possível, empregando-se sempre curvas de raio longo nas mudanças de direção, com diâmetro sempre superior ou igual a qualquer canalização a eles ligada e tê de inspeção. 13. O comprimento máximo dos subcoletores deverá ser de 15 m, espaçando-se caixas ou peças de inspeção para permitir desobstruções. O diâmetro mínimo do subcoletor e do coletor predial deverá ser de 100 mm. 14. Mudanças de direção no coletor predial devem ser feitas mediante caixas de inspeção. 15. O Memorial Descritivo deve apresentar as principais justificativas para a escolha da solução adotada, referente à concepção do projeto, a definição de todos os elementos que compõem o projeto das instalações prediais de esgoto, levando-se em conta parâmetros como unidades padrão Hunter, declividade, diâmetro e conjunto motorbomba. Apresentar as especificações de todos os materiais (aquisição e aplicação) e serviços (normas de execução) e os quantitativos e orçamentos. 7

8 16. O PROJETO DE IRRIGAÇÃO AUTOMÁTICA serão compostos de: Planta de todos os pavimentos com área de jardim com indicação de todos os aspersores e seu raio de alcance; Planta com indicação da posição da controladora eletrônica e sensor de chuva; Detalhes de bombas, controladoras, sensores e aspersores; Detalhes de tubulação enterrada; Demais detalhes necessários; Memória de cálculo, contemplando o cálculo dos vários elementos de drenagem; Memorial descritivo do projeto e caderno de especificações, com as descrições abaixo: a) Tubos e conexões - Tipo de aspersão; - Área e ângulo de alcance; b) Aspersores - Bitola; c) Bombas - Potência (CV); - Vazão (m³/h); - Altura manométrica; - Alimentação elétrica (voltagem); - Tipo de motor; Orçamento detalhado dos materiais e serviços necessários para a execução do projeto, na forma sintética e analítica (em planilhas que expressem a composição de todos os seus custos unitários); 17. O projeto de irrigação automática é automatizado por uma controladora eletrônica que é acionada por horário e/ou pelos ensor de chuva, que deve estar localizado em local descoberto,s em interferências de marquises ou muros. 18. A partir da bomba sai a tubulação de irrigação enterrada no jardim. Esta tubulação será dividida em setors ou zonas de aspersores (sprinklers) que serão comandadas pela controladora. 19. A controladora definirá qual zona será alimentada por água emd etermiando período. A alteração das zonas será feitas por válvulas solenoides, instaladas no tubo alimentador de cada zona. 20. O tipo dos aspersores deverá ser definido para cada tipo de utilização (área, ângulo de alcance, etc.). 8

9 21. A distribuição final deve ficar conforme esquema abaixo: 9

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