ANÁLISE, CLASSIFICAÇÃO E SIMULAÇÃO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE TIPOLOGIAS COMERCIAIS DA ZONA CENTRAL DA CIDADE DE PELOTAS-RS

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1 ANÁLISE, CLASSIFICAÇÃO E SIMULAÇÃO DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DE TIPOLOGIAS COMERCIAIS DA ZONA CENTRAL DA CIDADE DE PELOTAS-RS PEGLOW,Jaqueline da Silva¹;CUNHA,Eduardo Grala da²; BERALDI, Gabriela³; QUINTANA, Luiza Coelho 4 ; MENDONÇA,Oberdan 5 ; DIAS, Patrícia Malffati 6 ; MOTA, Raquel Ramos Silveira da 7 ; FERNANDES, Tatiane Ballerini 9. ¹Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo - PROGRAU, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade Federal de Pelotas - ² Dr. Professor do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo PROGRAU, Universidade Federal de Pelotas - ³Graduanda da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade Federal de Pelotas - ; 4 Graduanda da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, Universidade Federal de Pelotas - 5 Graduando da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, universidade Federal de Pelotas - 6 Graduanda da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, universidade Federal de Pelotas - 7 Graduanda da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, universidade Federal de Pelotas - 8 Graduanda da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, universidade Federal de Pelotas -

2 RESUMO A situação energética atual faz com que a preocupação com a conservação dos recursos naturais e suas fontes tome cada vez mais espaço no cenário mundial, vários países já adotaram políticas de conservação de energia, fazendo com que o paradigma do modo de projetar mude. O Brasil iniciou sua caminhada em busca de diretrizes de desempenho térmico de edificações após o apagão energético de 2001, a partir de então normas e regulamentos foram sendo criados e aprovados visando responder este problema. Nesse contexto de implementação a divulgação da nova regulamentação torna-se fundamental para a consolidação do novo modelo de eficiência energética. Este trabalho se propõe a identificar o padrão de eficiência energética de edifícios comerciais da zona central da cidade de Pelotas, localizada na região sul do Brasil. Baseando-se em uma análise tipológica e escolha de edifícios emblemáticos para a observação, com o intuito de se obter uma caracterização e entendimento do padrão de eficiência energética das tipologias comerciais, compreendendo as diferentes possibilidades de melhoria do desempenho térmico e energético, com base nos resultados de simulação computacional. Para isso o método utilizado foi dividido em quatro partes, dentre elas: Levantamento das tipologias comerciais presentes na zona central da cidade de Pelotas-RS, com base na metodologia proposta por Marina Waisman (1972), esta etapa encontra-se em andamento; Classificação tipológica das edificações; Simulação de diferentes configurações da envoltória, do sistema de iluminação, e do sistema de condicionamento de ar; Compilação e definição do desempenho das diferentes tipologias no que diz respeito à eficiência energética;. O trabalho encontra-se em fase de andamento, porém pode-se perceber que edificações de até dois pavimentos, construídas entre lotes, até a década de 80, com predominância de cores claras nas fachadas e percentual de fechamentos transparentes médios caracterizam as edificações da zona central da cidade. Palavras-Chave: Simulação computacional e eficiência energética. 2

3 ABSTRACT The current energy situation causes concern with conservation of natural resources and their sources occupy more space on the world stage, several countries have adopted policies of energy conservation, making the paradigm of how to design change. Brazil started its journey in search of guidelines for thermal performance of buildings after the "blackout" of energy in 2001, since then rules and regulations were created and approved in order to address this problem. In this context of implementing the new regulation the divulgation is essential to consolidate the new model of energy efficiency. This study aims to identify the pattern of energy efficiency of commercial buildings in the city downtown of Pelotas, in southern Brazil. Based on a typological analysis and choice of landmark buildings to observe in order to obtain a characterization and understanding of the level of energy efficiency of commercial typologies, including different ways to improve the thermal and energy performance, based on results of computer simulation. The method was divided into four parts: Survey of commercial typologies present in the central city zone of Pelotas, based on the methodology proposed by Marina Waisman (1972), this stage is in progress; Typologies classification of the buildings; Compilation and definition of the performance of different typologies with regard to energy efficiency; simulation of different configurations of the envelope, the lighting system, and air conditioning system. The work is in progress, but it is possible to observe that the buildings of up to two floors, buildings evaluated with relation to their envelope are located in the middle of blocks and among buildings, were constructed before the 1980s, have façades painted with clear colors and a mean percentage of transparent envelope characterize the buildings downtown the city. Keywords: Computer simulation, energy efficiency. INTRODUÇÃO A situação energética no mundo agravou-se com a crise de energia da década de 70 e com o aumento da população nos centros urbanos na década de 80. 3

4 Para superar a crise a produção de energia teve de crescer muito desde então. Entretanto, esta alternativa traz os inconvenientes do impacto ambiental causados por novas usinas, como: as possíveis inundações e deslocamentos de populações, no caso de hidrelétricas, a poluição e os riscos com a segurança pública, no caso de termoelétricas e nucleares. Além disso, a exigência de grandes investimentos do governo nestes investimentos implica na redução dos investimentos em outras áreas como: saúde, educação e habitação, antagonizando a idéia de progresso embutida nessa política (LAMBERTS et al,2004). A alternativa que se mostra mais adequada a esse quadro é aumentar a eficiência energética no uso de energia. Sendo mais viável economizar energia do que fornecê-la, pois se reduz a necessidade de gastos com o setor público, passando aos fabricantes de equipamentos e aos consumidores os investimentos necessários. Vale ressaltar que a energia elétrica passa por três fases distintas até chegar à edificação: geração, transmissão, distribuição e finalmente o consumo. Quanto maior for o desempenho dos componentes de cada uma destas fases, menores serão as perdas de energia do processo como um todo. Já ao arquiteto cabe a concepção de projetos que possibilitem a execução de edifícios mais eficientes, logrando com essa postura o conforto dos usuários e o uso racional de energia (GELLER, 1994). Muitos países iniciaram a sua pesquisa no sentido da busca da eficiência energética, após a primeira crise de petróleo na década de 70. No Brasil o principal marco foi o apagão energético de 2001, desde então a preocupação com a conservação de energia vem cada vez mais tomando espaço no cenário nacional. Após este fato foi promulgada a Lei n Lei de Eficiência Energética (Brasil, 2001a) que dispõe sobre a Política Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia. Posteriormente à aprovação do Decreto n de 19 de dezembro de 2001, e da criação do Grupo de Trabalho Edificações, para propor uma forma de regulamentar as edificações construídas no Brasil visando o uso racional da energia elétrica (Brasil, 2001b). Então o Brasil iniciou a sua caminhada no sentido da mudança de paradigma na relação geração X economia de energia. Até o apagão energético de

5 a proposta governamental, no que tange à matriz energética, estava claramente pautada no aumento da matriz de geração, tratando de forma inadequada o necessário enfoque da eficiência energética das edificações, já que os edifícios consomem em torno de 42% da energia brasileira (LAMBERTS et al, 2004). Diversos estudos já foram realizados no que diz respeito ao consumo de energia elétrica por uso final em edificações comerciais e públicas (GELLER, 1994). Os edifícios comerciais e públicos consomem 19% da produção de energia elétrica nacional. Destes 19% de consumo de energia, em média 44% é consumido em iluminação, 20% em aparelhos de ar condicionado e 36% em outros equipamentos (LAMBERTS et al, 2004). Os primeiros passos concretizados no sentido do desempenho térmico das edificações se tornaram realidade com a NBR (ABNT, 2005), que define requisitos mínimos aceitáveis de desempenho térmico para habitações de interesse social e dividi o território brasileiro em oito zonas bioclimáticas, indicando estratégias para melhorar o conforto térmico das edificações de forma passiva; Posteriormente a NBR (ABNT, 2008), determinou que edifícios de até 5 pavimentos seriam regulamentados no sentido da avaliação de desempenho. Dando sequência à caminhada, a aprovação pelo Ministério de Minas e Energia do Regulamento Técnico da Qualidade do Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais, de Serviços e Públicos (RTQ-C, 2010) e do Regulamento Técnico da Qualidade do Nível de Eficiência Energética em Edifícios Residências (RTQ-R, 2010), foram importantes passos no sentido da mudança de paradigma no mercado da construção civil brasileira no que diz respeito á Eficiência Energética nas Edificações. A regulamentação de etiquetagem em caráter voluntário define que todos os edifícios comerciais, públicos e de serviços deverão ser etiquetados no sentido da caracterização da sua eficiência energética. Os níveis de eficiência variam de A a E, sendo A o melhor índice e E caracterizando a menor eficiência. Dentro da regulamentação foi definido que cada edificação deverá possuir 5

6 quatro avaliações de eficiência, sendo os itens avaliados o sistema de iluminação, o de ar condicionado, a envoltória e a edificação como um todo (INMETRO, 2010). O RTQ-C apresenta os critérios para classificação completa do nível de eficiência energética do edifício através de classificações parciais da envoltória, do sistema de iluminação e do sistema de condicionamento de ar. Uma equação pondera estes sistemas através de pesos estabelecidos no regulamento e permite somar à pontuação final bonificações que podem ser adquiridas com inovações tecnológicas, uso de energias renováveis, cogeração ou com a racionalização no consumo de água (INMETRO, 2010). No contexto de implementação da nova regulamentação a divulgação da mudança de paradigma no que tange às novas prescrições é indispensável, e nesse sentido o mapeamento e análise das tipologias comerciais, no que tange os níveis de eficiência, é um aspecto fundamental para a consolidação do novo modelo de eficiência. MÉTODO O método utilizado para se alcançar o objetivo desta pesquisa está divido em quatro partes, partes estas as quais serão detalhadas a seguir: Levantamento das tipologias comerciais presentes na zona central da cidade de Pelotas-RS, com base na metodologia proposta por (Marina Waisman, 1972). Esta etapa consiste em dois tipos de levantamento: Geral e específico. Levantamento Geral: Para se obter uma caracterização das tipologias situadas na zona central da cidade de Pelotas definiu-se um recorte que engloba 22 vias, no eixo Leste- Oeste entre as ruas Almirante Barroso e General Osório e no eixo Norte-Sul entre as ruas Av. Bento Gonçalves e Dom Pedro II. Vias estas que representam o núcleo comercial da cidade. Nesse recorte irá se levantar os dados de todos os prédios da zona central, classificando-os quanto à função, idade, localização no lote, cores das fachadas, número de pavimentos, 6

7 percentual de fechamentos opacos e transparentes, etc. Para isso se utiliza fichas de catalogação das edificações, levantamento fotográfico e pesquisa em arquivos da Prefeitura Municipal da Cidade de Pelotas. Esta etapa da pesquisa encontra-se em andamento com o auxílio de bolsistas do CNPq. Com os dados obtidos até o presente momento já se pode visualizar resultados importantes que auxiliam na definição de parâmetros de escolha das tipologias a serem analisadas no levantamento específico. Levantamento Específico: Para se elencar os prédios a serem simulados, no caso os prédios mais representativos das tipologias existentes na zona central de Pelotas, será calculada uma amostra representativa do total de prédios que serão levantados e desta será necessário realizar um levantamento mais detalhado que explicite as características construtivas de cada edificação, como: Tipo de materiais utilizados no envelope da edificação, suas transmitâncias, cores dos revestimentos externos, pé- direito dos ambientes, tipo de revestimentos internos, posicionamento das esquadrias, tipo de esquadrias, seus materiais, tipo de vidro, fator solar; Percentual de aberturas das fachadas (PAFT) de todas as faces do edifício; Sistema de iluminação e condicionamento de ar, quando estes dados estiverem disponíveis nos projetos arquivados na secretaria de obras da cidade, fonte de pesquisa do levantamento específico. Após a análise da amostra representativa das tipologias do centro comercial serão escolhidas as edificações mais representativas das diferentes configurações espaciais analisadas, com base em uma classificação espacialtemporal. Classificação tipológica das edificações. Nesta etapa serão classificadas as edificações quanto à estrutura, função e relação com o entorno definidos como categorias de análise de (WAISMAN, 1972) serão tratados na pesquisa como construção, programa e lugar. Com base na análise programática serão definidas relações espaciais entre os espaços interiores, como também interior x exterior. A análise programática permitirá o entendimento das variáveis: uso dos espaços, áreas dos espaços 7

8 funcionais, pé-direito, volumes internos, áreas de fechamentos opacos e transparentes, tanto no plano vertical, como também horizontal. A análise tecnológica permitirá a definição de variáveis como fator solar tipo de vidro, características do sistema de ar condicionado, transmitância dos fechamentos verticais e horizontais, características do sistema de iluminação artificial, e natural, entre outros aspectos. A análise do lugar permitirá verificar a relação do edifício com os adjacentes no sentido de acessibilidade solar, como também de sombreamento do sistema de ar condicionado. Simulação do nível de eficiência energética de exemplares de cada tipologia verificada. A terceira fase da pesquisa consiste em simular os prédios analisados para verificar o nível de eficiência energética considerando como referência comparativa os níveis de eficiência A, B, C e D, ou seja, serão comparados os modelos reais, seguindo o projeto, com os de referência. Para se simular os prédios irá se adotar critérios que levam em conta as mesmas características do modelo real e dos de referência, como: Mesmo programa de simulação, arquivo climático, geometria, orientação com relação ao norte geográfico, valor de DCI(Densidade de Carga Interna) em equipamentos, padrão de uso de pessoas, com o mesmo valor de calor dissipado, sistema de condicionamento de ar, entretanto se utilizará o COP (Coeficiente de Performance) estabelecido no modelo de referência de acordo com o nível de eficiência pretendido, mesmo padrão de uso e operação dos sistemas; o padrão de uso será de acordo com o uso e ocupação real do edifício. O programa computacional de simulação termo-energética será o software inglês DesignBuilder versão 2.0.3, cujos algoritmos são compatíveis com os requisitos validados pela (ASHRAE, 1993), verificando-se a modelagem anual de 8760 horas, com variações horárias de ocupação, potência de iluminação e equipamentos e sistemas de ar condicionado, como também observando-se a modelagem de multizonas térmicas, modela efeitos de inércia térmica. Modelo do Edifício Real 8

9 O modelo que representa o edifício real deve utilizar todas as características da edificação de acordo com o projeto proposto (transmitância de paredes e coberturas); tipo de vidro, PAFT (Percentual de Área de Abertura na Fachada Total), absortância de paredes e coberturas, AVS (Ângulo Vertical de Sombreamento), AHS (Ângulo Horizontal de Sombreamento), no caso do edifício real possuir diferentes sistemas de condicionamento de ar, todos os diferentes sistemas existentes de cada zona térmica devem ser representados; Utilizar a Densidade de Potência de Iluminação do projeto proposto; Considerar os dispositivos de sombreamento quando os mesmos estiverem acoplados no edifício proposto; Sombreamento proveniente do entorno pode fazer parte do método de simulação (uso opcional) e, quando usado, deve ser incluído somente no modelo do edifício real. Modelos de Referência Os modelos de referência serão simulados, considerando que: A envoltória deverá atingir o nível de classificação pretendido. Utilizar-se-á a equação cuja volumetria indicada seja semelhante à do projeto e se adotará o valor de ICenv do limite máximo do intervalo do nível de classificação desejado. Caso o fator de forma do edifício projetado esteja acima ou abaixo do Fator de Forma limite da equação, irá se utilizar o valor limite; Na classificação geral, os modelos de referência devem atingir o nível de eficiência pretendido de acordo com a distribuição dos pesos na equação de classificação geral, Equação (1); Serão utilizados os valores máximos de transmitância térmica e de absortância solar para o nível de eficiência pretendido e de pré-requisitos específicos da envoltória; Adotar-se-á um PAFT calculado de acordo com: A fórmula do ICenv referente à envoltória do edifício proposto de acordo com a Zona Bioclimática da localização do edifício; Adotar-se-á AVS=0 e AHS=0, vidro simples 3 mm, com um fator solar de 0,87; O valor de PAFT deve ser o maior possível para o nível de eficiência pretendido. No caso de existir iluminação zenital com PAZ (Percentual de Abertura Zenital) maior que 5% no modelo real, os modelos de referência para os níveis A e B devem possuir PAZ de 2% com vidro claro e fator solar de 0,87; A Densidade de Potência de Iluminação deve ser modelada dentro dos limites máximos tabelados de acordo com a função e W/m², em 9

10 função dos índices de ambiente, da atividade e do nível de eficiência desejado; Adotar-se-á o mesmo Sistema de Condicionamento de Ar proposto no Modelo Real. A classificação geral inclui todos os sistemas mais bonificações e referem-se ao edifício completo ou a uma parte deste. As etiquetas parciais referem-se à eficiência dos sistemas separadamente; a etiqueta geral é definida pela Equação (1) que contém pesos para balancear a relação entre os sistemas, estes pesos são apresentados na Tabela 1. 0, 0. E umenv. AC A A A. A C A.E um 0, 0. E umd 0, 0. E umca. AC A A A. A C A.E um b (Eq. 1) EqNumEnv: equivalente numérico da envoltória; EqNumDPI: equivalente numérico do sistema de iluminação, identificado pela sigla DPI,de Densidade de Potencia de Iluminação; EqNumCA: equivalente numérico do sistema de condicionamento de ar; EqNumV, equivalente numérico de ambientes não condicionados e/ou ventilados naturalmente; APT: área útil dos ambientes de permanência transitória, desde que não condicionados; ANC: área útil dos ambientes não condicionados de permanência prolongada, com comprovação de percentual de horas ocupadas de conforto por ventilação natural (POC) através do método da simulação; AC: área útil dos ambientes condicionados; AU: área útil; b: pontuação obtida pelas bonificações, que varia de zero a 1. Tabela 1: Pesos para balancear a relação entre os sistemas VARIÁVEL PESO Sistema de Iluminação (DPI) 30% Sistema de Ar condicionado (AC 40% Envoltória (Env) 30% 10

11 Compilação e definição do desempenho das diferentes tipologias no que diz respeito à eficiência energética. Com base na análise do processo de simulação das tipologias comerciais escolhidas como amostra de análise na cidade de Pelotas-RS, os resultados serão contextualizados e será possível a compreensão da totalidade dos aspectos envolvidos na análise da eficiência energética das edificações. Nesta etapa, serão analisadas as possíveis estratégias de melhoria do desempenho energético das tipologias em questão, considerando as variáveis ar condicionado, sistema de iluminação e envoltória das edificações. Aspectos como a necessidade do retrofit dos sistemas de iluminação, incluindo o conjunto reator, lâmpada, luminária e ar condicionado, como também a necessidade de proteção solar, ou alteração no fator solar de fechamento opaco, deverão ser analisados. DISCUSSÃO E ANÁLISE DE RESULTADOS Os resultados do trabalho serão obtidos no decorrer do curso de pósgraduação e serão apresentados e defendidos em formato de Dissertação de Mestrado submetida à avaliação do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFPel. Até o presente momento foram levantadas 60% das edificações da zona central de Pelotas estando a pesquisa na fase de levantamento e classificação das tipologias arquitetônicas. Pode-se constatar um percentual de 58% das tipologias da zona central são destinadas ao uso comercial e misto, conforme Gráfico 1, destas 71% foram construídas antes da década de 80, conforme Gráfico 2. 11

12 18% 3% 4% 35% 25% 11% 4% Lojas Escritórios Comercial - Outros Residencial 23% 6% 71% Com mais de 30 anos, construídas até Com mais de 10 anos, 1990 a Misto Inst. Educacional Com 10 anos ou menos, 2000 a Gráfico 1: Funções das tipologias centrais Gráfico 2: Idade das construções Os prédios da zona central são caracterizados por dois pavimentos em sua grande maioria, com um percentual de 80%, conforme o Gráfico 3. Já com relação às características de absortância das fachadas percebe-se a predominância de cores claras, com um percentual de 61% das fachadas possuírem absortância menor/igual a 0,4, conforme o Gráfico 4. 13% 7% 37% 80% Até 2 pavimentos 3-4 pavimentos Mais de 4 pavimentos 63% Absortância α> 0,4 Absortância α 0,4 Gráfico 3: Altura das tipologias centrais centrais Gráfico 4: Percentual de absortância das fachadas Observou-se que 54% das fachadas possuem um percentual de fechamentos transparentes de 30% a 70%, em relação aos fechamentos opacos, conforme o Gráfico 5; e 68% das edificações avaliadas com relação ao seu entorno localizam-se em lotes de meio de quadra e entre prédios, conforme Gráfico 6. 12

13 1% 1% 45% 31% 54% Mais de 70% 30% a 70% Até 30% 69% Isolado no Lote Esquina Entre Prédios Gráfico 5: Percentual de fechamentos Gráfico 6: Posicionamento no lote transparentes das fachadas Seguindo os padrões encontrados nos levantamentos até o momento encontrase tipologias conforme as exemplificadas nas Figuras 1 e Figura 2. Figura 1: Exemplo de tipologia seguindo o padrão encontrado nos levantamentos. Figura 2: Exemplo de tipologia seguindo o padrão encontrado nos levantamentos. Conclusão Observando-se os dados levantados até o presente momento pode-se perceber que partes significativas das edificações do centro de Pelotas são destinadas ao setor comercial, que é o foco de estudo deste trabalho. Estas seguem um padrão em sua maioria com até dois pavimentos e implantadas em lotes de meio de quadra, sofrendo com isso limitações de insolação dependendo do posicionamento solar. Com relação à idade em sua maioria foram construídas até a década de 80 e possuem fachadas pintadas com cores claras, o que faz com que estas absorvam pouca radiação solar. Suas esquadrias quando comparadas aos fechamentos opacos das fachadas apresentam um percentual médio de 13

14 fechamentos transparentes, compreendidos entre 30 a 70%. Tais dados da primeira etapa da pesquisa servirão de base para a classificação tipológica destes prédios e irão ajudar a identificar o padrão de eficiência energética das tipologias comerciais da cidade de Pelotas. Tendo como base uma análise tipológica e escolha de edifícios emblemáticos para a observação, com o intuito de se obter uma caracterização e entendimento do nível de eficiência energética das tipologias, compreendendo as diferentes possibilidades de melhoria do desempenho térmico e energético, com base nos resultados de simulação computacional. REFERÊNCIAS ABNT ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR : Desempenho térmico de edificações Parte 3: Zoneamento bioclimático brasileiro e estratégias de condicionamento térmico passivo para habitações de interesse social. Rio de Janeiro: 2005b. NBR 15575: Desempenho de edifícios de até cinco pavimentos: parte 1: requisitos gerais. Rio de Janeiro: ABNT ASHRAE AMERICAN SOCIETY OF HEATING, REFRIGERATING AND AIR- CONDITIONING ENGINEERS. ASHRAE Handbook Fundamentals. Atlanta, ASHRAE Standard 55. Thermal Environmental Conditions for Human Occupancy Atlanta, BRASIL. Lei n , de 17 de outubro de Dispõe sobre a Política Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia. Lex: Diário Oficial da União, Brasília, 2001a. Disponível em: Acesso em: 25 de maio de 2011 Decreto n , de 19 de dezembro de Regulamenta a Lei no , de 17 de outubro de 2001, que dispõe sobre a Política Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia, e dá outras providências. Lex: Diário Oficial da União, Brasília, 2001b. 14

15 Disponível em: < Acesso em: 25 de maio de 2011 GELLER, H.; O uso eficiente da eletricidade uma estratégia de desenvolvimento para o Brasil. INEE, ACEEE, Rio de Janeiro-RJ, INMETRO - INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL. Regulamento Técnico da Qualidade do Nível de Eficiência Energética de Edifícios Comerciais, de Serviços e Públicos. INMETRO, 2010 INMETRO - INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL. Regulamento Técnico da Qualidade para o Nível de Eficiência Energética de Edificações Residenciais, RTQ-R. Eletrobrás, INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. ISO 7730: Ergonomics of the thermal environment. Analytical determination and interpretation of thermal comfort using calculation of PMV and PPD indices and local thermal comfort criteria. Geneva, 2005 LAMBERTS, R.; DUTRA, L.; PEREIRA, F. O. R. Eficiência Energética na Arquitetura. 2a edição. São Paulo: ProLivros, WAISMAN, Marina. Estructura del entorno. Buenos Aires: Nuevas Ediciones, AGRADECIMENTOS Os autores gostariam de agradecer ao CNPq e a CAPES pelo apoio à realização da pesquisa. 15

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