TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DOCENTE: EDUARDO MANGABEIRA

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1 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DOCENTE: EDUARDO MANGABEIRA

2 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO

3 TRANSPORTE TRANSPORTE EM LOGÍSTICA É a movimentação de produtos entre regiões geográficas ou área de comércio, elevando o nível de serviço do sistema logístico.

4 TRANSPORTE O PAPEL DO TRANSPORTE NA LOGÍSTICA A atividade de transporte representa o elemento mais visível e importante do custo logísticos na maior parte das empresas, pois o transporte de materiais é considerado um dos elementos de maior complexidade nas organizações, gerando um custo de 70% a 80% em toda atividade industrial e comercial.

5 TRANSPORTE UM SISTEMA DE TRANSPORTE BEM ESTRUTURADO GARANTE: Aumento da competitividade; Redução de preços dos produtos; Qualidade no serviço prestado.

6 MATRIZ DE TRANSPORTES DO BRASIL

7 MODAIS DE TRANSPORTE Os transportes de cargas possuem cinco tipos de modais: Modal Rodoviário; Modal Ferroviário; Modal Aéreo; Modal Aquaviário; Modal Dutoviário.

8 MODAIS DE TRANSPORTE MODAL RODOVIÁRIO O transporte rodoviário no Brasil é o principal sistema logístico do país e conta com uma rede de quilômetros de estradas e rodovias nacionais (a quarta maior do mundo), por onde passam cerca de 56% de todas as cargas movimentadas no território brasileiro.

9 MODAIS DE TRANSPORTE MODAL RODOVIÁRIO Vantagens: entrega porta a porta, movimentação menor de mercadoria e menor exigência de embalagem, maior disponibilidade de vias de acesso, facilidade de substituir o veículo em caso de quebra ou acidente, embarques e partidas mais rápidos, adequado para curtas e médias distâncias. Desvantagens: fretes mais altos em alguns casos, menos competitivos para longas distâncias, está sujeito a congestionamento nas estradas.

10 MODAIS DE TRANSPORTE MODAL RODOVIÁRIO Custo fixo: seguro do veículo, rodovias construídas mantidas com fundos públicos. Custo variável: combustível, manutenção, etc.

11 MODAIS DE TRANSPORTE MODAL FERROVIÁRIO É um modal de transporte com uma elevada capacidade de carga e energeticamente eficiente, embora careça de flexibilidade e exija uma contínua aplicação de capital.

12 MODAIS DE TRANSPORTE MODAL FERROVIÁRIO Vantagens: adequado para longas distâncias e grandes quantidades, menor custo de frete e seguro com relação ao modal rodoviário. Desvantagens: menor flexibilidade de rotas, necessidade maior de transporto e alta exposição a furtos.

13 MODAIS DE TRANSPORTE MODAL FERROVIÁRIO Custo fixo: equipamentos, terminais. Custo variável: combustível.

14 MODAIS DE TRANSPORTE MODAL AÉREO: é o modal de transportes que consiste em transportar mercadorias (cargas) e/ou pessoas através de aeronaves.

15 MODAIS DE TRANSPORTE MODAL AÉREO Vantagens: velocidade, confiabilidade, atinge regiões inacessíveis para outros modais, Desvantagens: menor capacidade de peso e volume das cargas, custo de fretes elevados.

16 MODAIS DE TRANSPORTE MODAL AÉREO Custo fixo: aeronaves, manuseios. Custo variável: combustível, manutenção.

17 MODAIS DE TRANSPORTE MODAL MARÍTIMO: É o modal que se realiza nos mares e oceanos, sendo o meio de transporte mais utilizado internacionalmente para o deslocamento de mercadorias.

18 MODAIS DE TRANSPORTE MODAL MARÍTIMO Vantagens: maior capacidade de carga, carrega qualquer tipo de carga, menor custo de transporte. Desvantagens: necessidade de transbordo nos portos, distância dos centros de produção, rapidez limitada, frequente congestionamentos nos portos.

19 MODAIS DE TRANSPORTE MODAL MARÍTIMO Custo fixo: navios e equipamentos. Custo variável: capacidade para transportar grandes tonelagens.

20 MODAIS DE TRANSPORTE MODAL FLUVIAL: é a navegação realizada em rios. A exemplo do marítimo, também pode ser nacional ou internacional, se tiver ligando países ou continentes.

21 MODAIS DE TRANSPORTE MODAL FLUVIAL Vantagens: maior capacidade de carga, carrega qualquer tipo de carga, menor custo de transporte. Desvantagens: necessidade de transbordo nos portos, distância dos centros de produção, rapidez limitada.

22 MODAIS DE TRANSPORTE MODAL FLUVIAL Custo fixo: navios e equipamentos. Custo variável: capacidade para transportar grandes tonelagens.

23 MODAIS DE TRANSPORTE ALGUNS TIPOS DE NAVIOS: Cargueiros: são navios construídos para o transporte de carga geral, ou seja, carga acondicionada. Normalmente, seus porões são divididos horizontalmente, formando o que poderíamos chamar de prateleiras, onde diversos tipos de cargas podem ser acomodadas para o transporte.

24 MODAIS DE TRANSPORTE ALGUNS TIPOS DE NAVIOS: Roll-on / Roll-off (Ro-Ro): são navios especiais para o transporte de veículos, carretas, trailers. Dispõem de rampas na proa ou na lateral, por onde a carga sobre rodas se desloca para entrar ou sair da embarcação. Graneleiros: são navios destinados apenas ao transporte de granéis sólidos. Seus porões, além de não possuírem divisões, têm cantos arredondados, o que facilita a estiva da carga.

25 MODAIS DE TRANSPORTE ALGUNS TIPOS DE NAVIOS: Multipurpose: são navios projetados para linhas regulares, para transportar cargas diversas como: neogranéis (aço, tubos) e container. Porta-container: são navios especializados, utilizados exclusivamente para transportar containers.

26 MODAIS DE TRANSPORTE Navegação de longo curso: aquela realizada entre portos de países diferentes. Navegação de cabotagem: aquela realizada entre portos do mesmo país.

27 MODAIS DE TRANSPORTE MODAL DUTOVIÁRIO: se traduz no transporte de granéis líquidos e sólidos, por gravidade ou pressão mecânica, através de dutos adequadamente projetados à finalidade que se destina.

28 MODAIS DE TRANSPORTE MODAL DUTOVIÁRIO Vantagens: o transporte opera vinte e quatro horas por dia e sete dias por semana, é o mais confiável de todos os modais. Desvantagens: os dutos não são flexíveis e são limitados quanto aos produtos que podem transportar.

29 MODAIS DE TRANSPORTE MODAL DUTOVIÁRIO Custo fixo: CF mais elevado, direitos de acesso, construção, requisitos para controle das estações e capacidade de bombeamento. Custo variável: custo com mão de obra sem grande expressão.

30 MODAIS DE TRANSPORTE ESCOLHA DO MODAL DE TRANSPORTE Deve-se escolher a melhor opção de modal, analisando os custos, características de serviços, rotas possíveis, capacidade de transporte, segurança e rapidez.

31 INTERMODALIDADE INTERMODALIDADE: é a utilização sequencial de duas ou mais formas de transporte para completar um movimento coordenado de mercadorias e pessoas de uma origem a um destino final recorrendo em cada um deles a um conhecimento (bilhete) diferente.

32 MULTIMODALIDADE MULTIMODALIDADE: é uma operação integrada, atribuída ao operador de transporte multimodal (OTM) ou transitário de cargas, envolvendo mais de uma forma de transporte durante uma mesma viagem, incluída em um só conhecimento (bilhete). O operador logístico é responsável por toda a operação, assumindo todos os riscos desde a origem até seu destino final.

33 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO FRETE: é a remuneração paga pelo serviço contratado de transporte de uma mercadoria. Os custos do transporte são influenciados por diversas características, tais como: - Tipo de carga, peso e volume, distância e localização dos pontos de embarque e desembarque.

34 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO FRETE FOB E CIF O significado das siglas FOB e CIF está relacionado com o pagamento de frete no transporte marítimo de mercadorias. Estas siglas são utilizadas para distinguir dentre comprador e fornecedor quem arca com os custos do frete, ou seja, quem suporta os custos e riscos do transporte.

35 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO FOB Free on Board (Livre a Bordo)

36 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO FOB Free on Board (Livre a Bordo) Ao vendedor (exportador) fica a obrigação de colocar a mercadoria a bordo do navio, no porto de embarque designado pelo importador. Neste tipo de frete, o comprador assume todos os riscos e custos com o transporte da mercadoria, assim que ela é colocada a bordo do navio.

37 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO CIF Cost, Insurance and freight (Custo, Seguro e Frete)

38 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO CIF Cost, Insurance and freight (Custo, Seguro e Frete) Neste tipo de frete, o fornecedor é responsável por todos os custos e riscos com a entrega da mercadoria, incluindo o seguro marítimo e frete até o porto de destino designado pelo comprador.

39 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO Os transportadores lidam com carga e não com mercadoria. A carga, geralmente, é composta por mercadorias protegidas por embalagem apropriada, de modo que fiquem prontas para o transporte.

40 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO Segundo sua natureza, a carga pode ser classificada basicamente em: Carga geral: carga embarcada e transportada com acondicionamento (embalagem de transporte ou unitização), com marca de identificação e contagem de unidades. Se não estiver unitizada é chamada de carga solta, representada por itens avulsos embarcados separadamente em embrulhos, fardos, pacotes, caixas.

41 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO CARGA GERAL Carga solta Carga paletizada

42 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO Carga a Granel: é carga líquida ou seca embarcada e transportada sem acondicionamento, sem marca de identificação e sem contagem de unidades, tais como petróleo, trigo etc. Granel sólido

43 Granel Líquido TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO

44 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO Carga Frigorificada: é a carga que necessita ser refrigerada ou congelada para conservar as qualidades essenciais do produto durante o transporte, tais como frutas frescas, carnes etc

45 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO Carga Perigosa: é a carga que, em virtude de sua natureza, pode provocar acidentes, danificando outras cargas ou os meios de transporte e colocando em risco as pessoas que a manipulam. Ex: Explosivos, líquidos inflamáveis, gases, etc.

46 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO Neo-Granel: Corresponde ao carregamento formado por conglomerados homogêneos de mercadorias, de carga geral, sem acondicionamento específico, cujo volume ou quantidade possibilita o transporte em lotes, em um único embarque (exemplo: veículos, tubos).

47 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DISTRIBUIÇÃO: é a parte da logística que trata das relações empresa-cliente-consumidor, realizando a distribuição física do produto acabado até os pontos de venda ao consumidor, assegurando a pontualidade, a precisão e que os pedidos estejam completos. DISTRIBUIÇÃO FÍSICA Trata-se do deslocamento do produto acabado da manufatura até o consumidor final.

48 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO OBJETIVO GERAL DA DISTRIBUIÇÃO FÍSICA Levar os produtos certos, para os lugares certos, no momento certo e com o nível de serviço desejado, pelo menor custo possível.

49 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO IMPORTÂNCIA DA DISTRIBUIÇÃO A distribuição física é vital para as nossas vidas, até porque muitas vezes os fabricantes, clientes e clientes potenciais estão geograficamente mal distribuídos, ocasionando sérios transtornos logísticos.

50 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO IMPORTÂNCIA DA DISTRIBUIÇÃO Pode-se afirmar que a distribuição física agrega valor de lugar e tempo, colocando os produtos em mercados onde eles ficam disponíveis para os clientes no momento em que desejarem.

51 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO O PAPEL DO DISTRIBUIDOR Agregar valor, interligando compradores e vendedores, providenciar meios eficientes de vendas e entrega de produtos aos clientes.

52 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO Constituem em conjuntos de organizações interdependentes envolvidas no processo de tornar um produto ou serviço disponível para consumo.

53 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO TIPOS DE CANAIS DISTRIBUIÇÃO Canal direto é o circuito em que não existem intermediários, isto é, o produto transita diretamente do produtor para o consumidor final. Têm a vantagem de ser completamente controlados pelos produtores e de proporcionarem um melhor conhecimento do mercado; por outro lado, têm o inconveniente de não permitirem uma grande dispersão geográfica.

54 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO Canal Curto é o circuito em que o produto transita do produtor para um varejista, ou número reduzido de varejista. Os circuitos curtos permitem uma melhor cobertura do mercado; contudo, requerem uma rede de intermediários que, embora pequena, faz com que a empresa possa ficar dependente destes e perder o controle do circuito.

55 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO Canal Longo é o circuito em que intervém o atacadista e eventualmente outros intermediários tais como o importador. Estes canais são utilizados preferencialmente para produtos de grande consumo e requerem reabastecimentos frequentes dos intermediários. Possibilitam um alcance geográfico amplo, mas a gestão das relações internas do circuito é mais trabalhosa e complexa.

56 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO COMPONENTES DO SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO Estoque de produtos; Instalações físicas (CD, armazéns, etc); Área para carga e descarga de produtos; Equipamentos e Veículos; Informações diversas; Hardware e software diversos; Pessoal.

57 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO TIPOS DE SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO Distribuição um para um ou transferência de produtos: o veículo é totalmente carregado no depósito da fábrica ou num CD do varejista e carga é transportada para outro ponto de destino, podendo ser outro CD, uma loja, ou outra instalação qualquer.

58 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO TIPOS DE SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO Distribuição um para muitos ou compartilhada: o veículo é carregado no CD do varejista com mercadorias destinadas a diversas lojas ou clientes, executando um roteiro de entregas predeterminadas.

59 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO PROPRIEDADES DOS CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO Amplitude / largura do canal: diz respeito ao número de empresas que atuam no mesmo nível de uma mesma cadeia.

60 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DISTRIBUIÇÃO EXCLUSIVA (amplitude unitária) FABRICANTES VAREJISTA A CONSUMIDOR FINAL Ex: Produtos especiais ( jóias, aviões)

61 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DISTRIBUIÇÃO SELETIVA (amplitude múltipla, mas controlada) VAREJISTA A FABRICANTES VAREJISTA B CONSUMIDOR FINAL Ex: Produtos que envolvem pesquisa antes da compra (móveis, produtos eletrônicos)

62 TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO DISTRIBUIÇÃO INTENSIVA (amplitude múltipla e aberta) VAREJISTA A FABRICANTES VAREJISTA B CONSUMIDOR FINAL VAREJISTA C Ex: Produtos de consumo frequente (produtos alimentícios)

63 SCM - SUPPLY CHAIN MANAGEMENT SUPPLY CHAIN MANAGEMENT (SCM) GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTO É o caminho que um produto percorre desde a sua fabricação até o consumo, passando pelos distribuidores e revendedores. A logística vem para que este caminho seja percorrido de uma maneira mais rápida e com menor custo.

64 SCM - SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

65 SISTEMA DE MONITORAMENTO E RASTREABILIDADE O Sistema de monitoramento de transporte é um avançado sistema de coleta de informações da operação dos veículos. Nesse sistema utilizam-se módulos com tecnologia GPS Global Position System (Sistema de Posicionamento Global), um sistema que fornece a posição de qualquer ponto da terra através de coordenadas geográficas emitidas por um sistema de satélites.

66 SISTEMA DE MONITORAMENTO E RASTREABILIDADE O transporte de cargas no Brasil, é bastante prejudicado pelas condições de insegurança em nossas estradas, resultando numa alta incidência de roubos e de prejuízos para transportadores e operadores logísticos.

67 APLICAÇÕES COMERCIAIS DO GPS GERENCIAMENTO NAVEGAÇÃO PESSOAL AVIAÇÃO TRANSPORTE DE CARGAS REDES DE COMUNICAÇÃO FERROVIAS NAVEGAÇÃO

68 SISTEMA DE MONITORAMENTO E RASTREABILIDADE Os sistemas de monitoramento e rastreamento são utilizados para evitar problemas como: Combate ao tráfico de drogas e roubo de cargas praticadas por quadrilhas especializadas na interceptação de mercadorias;

69 SISTEMA DE MONITORAMENTO E RASTREABILIDADE O sistema de rastreamento veicular, além de monitorar as cargas quando roubadas, possibilita que as empresas monitorem seu produto e todo o seu ciclo de distribuição, em tempo real, proporcionando uma vantagem competitiva para o negócio.

70 SISTEMA DE MONITORAMENTO E RASTREABILIDADE O GPS é um sistema eletrônico que fornece informações via satélite a um aparelho receptor móvel, indicando a posição do mesmo, tendo as coordenadas terrestres como referência.

71 ESTRUTURA DO SISTEMA DE RASTREABILIDADE As Coordenadas Geográficas (latitude e longitude) nos dão condições para localizar qualquer ponto sobre a superfície terrestre. São medidas em grau, minuto e segundo.

72 LATITUDE A latitude é a distância ao Equador medida ao longo do meridiano de Greenwich. Esta distância mede-se em graus, podendo variar entre 0º e 90º para Norte ou para Sul.

73 LONGITUDE A longitude é a distância ao meridiano de Greenwich medida ao longo do Equador. Esta distância mede-se em graus, podendo variar entre 0º e 180º para Leste ou para Oeste.

74 ESTRUTURA DO SISTEMA DE RASTREABILIDADE SUB-SISTEMA ESPACIAL SUB-SISTEMA DE CONTROLE SUB-SISTEMA DE USUÁRIO

75 SUB-SISTEMA ESPACIAL É composto de 28 satélites em órbita ao redor da terra, duas vezes por dia, a uma distância de km, emitindo simultaneamente sinais codificados.

76 SUB-SISTEMA DE CONTROLE É formado por um conjunto de estações de monitoramento terrestres que rastreiam e atualizam constantemente a posição de cada satélite, realizando as correções de rota e ajuste de hora. A estação mestre fica em uma base aérea da USAF no estado do Colorado/EUA.

77 SUB-SISTEMA DE USUÁRIO É composto pelos receptores dos usuários e pela comunidade GPS (centros de pesquisa, universidades, etc).

78 SISTEMA DE MONITORAMENTO E RASTREABILIDADE BENEFÍCIOS DO USO DO GPS: Correto uso do veículo: com o monitoramento o veículo só poderá ser utilizado para fins comerciais, evitando assim o uso do veículo para fins pessoais ou que não sejam de interesse da empresa.

79 SISTEMA DE MONITORAMENTO E RASTREABILIDADE Eliminação de manobras desnecessárias: os equipamentos de GPS já costumam fornecer o melhor caminho que o motorista deverá fazer para o trajeto desejado. Recuperação de veículos: com o sistema de rastreamento, ficou mais fácil encontrar o veículo após o roubo.

80 SISTEMA DE MONITORAMENTO E RASTREABILIDADE Rastreamento A rastreabilidade é um conceito que surgiu devido à necessidade de saber em que local é que um produto se encontra na cadeia logística.

81 SISTEMA DE MONITORAMENTO E RASTREABILIDADE O rastreamento exige três dados básicos: O produto necessita estar identificado (o que se está rastreando); A origem deve ser conhecida (de onde vem o produto que está sendo rastreado); O destino deve estar definido (para onde este produto será enviado).

82 TERCEIRIZAÇÃO TERCEIRIZAÇÃO É quando determinada atividade da empresa é realizada por terceiros, por motivos de especialização, de melhor gestão dos negócios, aumento da produtividade e redução de custo. É um contrato de prestação de serviços.

83 TERCEIRIZAÇÃO Embora haja uma tendência à terceirização no País, logística não é "uma receita de bolo". A decisão entre uma operação própria ou terceirizada deve ser tomada caso a caso. Para empresas que trabalham com produtos de baixo valor agregado, terceirizar o transporte representa quase sempre um ganho imediato. De acordo com o consultor, com a terceirização é possível que a empresa otimize gastos e se concentre em sua atividade principal.

84 TERCEIRIZAÇÃO Quando se terceiriza o transporte, a possibilidade de haver espaços ociosos dentro de contêineres é muito menor. Isso ocorre porque, como trabalham para várias empresas, as transportadoras geralmente carregam vários tipos de produtos que fazem com que os caminhões operem sempre na capacidade máxima.

85 TERCEIRIZAÇÃO Principais Vantagens Percebidas com a Terceirização Logística: Redução de Custo e Investimentos: Possibilidade que as empresas têm de evitar altos investimentos de capital com armazéns, caminhões e sistemas de informatização através do uso de serviços logísticos provenientes de um operador logístico. Desta forma as empresas podem utilizar o capital disponível para aplicar em áreas que tragam maior retorno.

86 TERCEIRIZAÇÃO Melhora na Qualidade do Serviço Logístico para os Clientes: Melhora potencial do serviço prestado ao cliente em tempo, lugar e custo.

87 TERCEIRIZAÇÃO Foco nas Atividades Centrais: Eliminando as atividades que não estão relacionadas às competências essenciais a empresa poderia focar seus recursos em atividades ligadas as suas competências essenciais, aumentando a sua vantagem competitiva.

88 TERCEIRIZAÇÃO Principais Desvantagens Percebidas com a Terceirização Logística: Incerteza sobre o nível de serviço; Relacionamento com o mercado/cliente; Perda de acesso a informações críticas de clientes e mercado.

89 DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA O TRANSPORTE DE CARGA OS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA O TRANSPORTE DE CARGA: Fatura Comercial A fatura comercial é o documento de natureza contratual necessário para a operação de compra e venda entre o importador brasileiro e o exportador estrangeiro.

90 DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA O TRANSPORTE DE CARGA A fatura deve conter algumas indicações como: Nome e endereço, completos, do exportador; Nome e endereço, completos, do importador; especificação das mercadorias ; Peso e volume da mercadoria; País de origem e destino; Frete.

91 DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA O TRANSPORTE DE CARGA Conhecimento de carga O conhecimento de carga, também conhecido como conhecimento de transporte emitido pelo transportador, define a contratação da operação de transporte internacional, comprova o recebimento da mercadoria na origem e a obrigação de entregá-la no lugar de destino.

92 DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA O TRANSPORTE O conhecimento de carga recebe denominações específicas em função da via de transporte: CRT (Rodoviário), TIF (Ferroviário), BL (Marítimo) ou AWB (Aéreo).

93 DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA O TRANSPORTE DE CARGA SEGURO Os seguros existentes no mercado de transporte de carga são três: Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga (RCTR-C) Seguro obrigatório por lei e destinado ao Transportador Rodoviário cobre perdas ou danos sofridos pelos bens ou mercadorias pertencentes a terceiros e que lhe tenham sido entregues para transporte, desde que estas perdas ou danos sejam decorrentes de acidentes com o veículo transportador, tais como: colisão, capotagem, tombamento, incêndio ou explosão.

94 DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA O TRANSPORTE Responsabilidade Civil do Transportador Aéreo de Carga (RCTA-C) Seguro destinado a empresas que possuam autorização do Departamento de Aviação Civil - D.A.C., para operar como transportadora aérea, e que além do percurso rodoviário, tenham o percurso aéreo sob sua responsabilidade. Garante danos causados às mercadorias de terceiros em transporte.

95 LICENÇAS PARA O TRANSPORTE LICENÇAS Anvisa - Agência Nacional de Vigilância Sanitária A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi criada para proteger a saúde do cidadão, através do controle sanitário da produção e comercialização de produtos e serviços submetidos à vigilância sanitária. O órgão também exerce controle de portos, aeroportos e fronteiras e faz a interlocução do Ministério das Relações Exteriores com instituições estrangeiras para tratar de assuntos internacionais na área de vigilância sanitária.

96 LICENÇAS PARA O TRANSPORTE AUTORIZAÇÃO AMBIENTAL PARA O TRANSPORTE INTERESTADUAL DE PRODUTOS PERIGOSO É um documento obrigatório a partir de 10 de junho 2012, para o exercício da atividade de transporte aquaviário e interestadual (para os terrestres e fluviais), de produtos perigosos. Portanto, serão obrigatórios para os transportadores de produtos perigosos nos modais rodoviário (veículos), ferroviário (trens) ou aquaviário (embarcações), que exercerem a atividade em mais de um estado (configurando dessa forma o transporte interestadual), e os transportadores de produtos perigosos nos modais marítimos (embarcações).

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