UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE

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1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE APLICAÇÃO DE TECNOLOGIA PARA REDUÇÃO DE CUSTOS E MELHORIA DE SERVIÇO NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS Por: Rodrigo Teixeira de Freitas Braga Orientador Prof. Jorge Tadeu Rio de Janeiro 2009

2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE APLICAÇÃO DE TECNOLOGIA PARA REDUÇÃO DE CUSTOS E MELHORIA DE SERVIÇO NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS Apresentação de monografia ao Instituto A Vez do Mestre Universidade Candido Mendes como requisito parcial para obtenção do grau de especialista em Gestão de Projetos Por:. Rodrigo Braga 2

3 AGRADECIMENTOS...aos meus familiares, noiva e amigos pelo apoio durante o curso. Aos meus companheiros de turma, pelas discussões valiosas. Aos professores do curso, pela contribuição no meu aprendizado. Ao meu orientador Prof. Jorge Tadeu pelo incentivo e apoio. 3

4 DEDICATÓRIA...dedica-se pai, mãe, avô, noiva e todos amigos que torceram por esse feito. 4

5 RESUMO Embora na literatura científica haja relatos quanto às vantagens e às desvantagens obtidas com a aplicação da tecnologia de rastreamento no modal rodoviário de cargas, percebe-se que a investigação quanto à utilização destas ainda constitui uma lacuna, especialmente em relação ao impacto na utilização destas tecnologias na visão dos embarcadores. Neste sentido, o objetivo do trabalho foi analisar como a utilização da tecnologia de rastreamento de veículos pode influenciar o nível de serviço no setor de transporte rodoviário de cargas, na perspectiva dos embarcadores. Além de vasta revisão de literatura, o presente trabalho apresentou um estudo de caso referente a análise dos dados de uma empresa de grande porte atuante no setor de setor de combustíveis, lubrificantes e gás natural veicular, que adota o sistema de rastreamento de sua frota de veículos com vistas à maior eficiência do seu serviço. Foi observada a melhoria na eficiência da operação da empresa BETA através do aumento do número de entregas realizadas dentro do prazo estipulado pelos clientes da mesma e a redução da ociosidade da frota (diminuição de paradas não programadas e de paradas desnecessárias na garagem da transportadora). Palavras-chave: Transporte de cargas, tecnologia de rastreamento, monitoramento por satélite, GPS. 5

6 METODOLOGIA As consultas a estudos e avaliações relacionadas à temática aqui proposta foram realizadas através da revisão da literatura científica especializada como, por exemplo, livros, artigos impressos e em formato eletrônico, monografias, dissertações, teses, revistas e homepages disponíveis na internet. 6

7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 APLICAÇÃO DA TECNOLOGIA DE RASTREAMENTO DE VEÍCULOS: UMA REVISÃO DE LITERATURA Introdução Tecnologias de Informação Sistemas de Rastreamento CAPÍTULO 2 A ABORDAGEM METODOLÓGICA Introdução Tipos de Pesquisa Questão Central do Estudo Hipóteses Universo e Amostra Etapas da Pesquisa Revisão Bibliográfica Estudo de Caso Coleta de Dados Tratamento de Dados CAPÍTULO 3 POTENCIALIDADES E DESAFIOS DA TECNOLOGIA DE RASTREAMENTO: UM ESTUDO DE CASO Características do Estudo de Caso

8 3.2. Indicadores Analisados Tempo Médio de Parada Não Programada (TMPNP) Tempo Médio de Parada na Transportadora (TMPT) Percentual de Entregas Dentro do Prazo (EDP) Produtividade por Veículo (PPV)...43 CONSIDERAÇÕES FINAIS...45 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

9 LISTA DE QUADROS, FIGURAS E TABELAS Quadro 1 Caracterização dos principais Sistemas de Rastreamento disponíveis no mercado nacional em Tabela 1 Número de entregas realizadas e realizadas dentro do prazo solicitado pelo cliente do embarcador, a partir das unidades 1 e 2, no período de fevereiro de 2008 a abril de 2009, Brasil. Figura 1 Evolução do Tempo Médio de Parada Não Programada (TMPNP) dos veículos monitorados, no período de fevereiro de 2008 a abril de 2009, Brasil. Figura 2 Evolução do Tempo Médio de Parada nas Transportadoras (TMPT) dos veículos monitorados, no período de fevereiro de 2008 a abril de 2009, Brasil. Figura 3 Evolução do percentual de Entregas Dentro do Prazo (EDP) dos veículos monitorados, no período de fevereiro de 2008 a abril de 2009, Brasil. Figura 4 Evolução da Produtividade por Veículo (EDP) no período de fevereiro de 2008 a abril de 2009, Brasil. 9

10 LISTA DE SIGLAS E ABREVIATURAS AVL: Automatic Vehicle Location (Localização Automática de Veículos) GPRS: General Packet Radio Service (Serviço Geral de Pacotes por Rádio) GPS: Global Positioning System (Sistema de Posicionamento Global) RFID: Radio Frequency Identification (Identificação por Rádio Frequência) TI: Tecnologia da Informação TMS: Transport Management System (Sistema de Gerenciamento de Transportes) ANTT: Agência Nacional de Transportes Terrestres TMPNP: Tempo Médio de Parada Não Programada TMPT: Tempo Médio de Parada na Transportadora, EDP: Percentual de Entregas Dentro do Prazo PPV: Produtividade por Veículo 10

11 INTRODUÇÃO O setor de transporte de cargas possui um papel preponderante na economia de forma geral. De acordo com OLIVEIRA et al (2006), constitui o principal gargalo logístico atualmente encontrado em nosso país. Esse setor responde por cerca de 60% dos custos logísticos e mais que o dobro do lucro das empresas, como é o caso, por exemplo, do setor de distribuição de combustíveis (KATO, 2005; NAZÁRIO et al, 2009). Além disso, o transporte influencia diretamente a qualidade dos serviços logísticos prestados por uma empresa, pois impacta diretamente o tempo de entrega, a confiabilidade e a segurança dos produtos transportados (MACHRY, 2008 apud FLEURY, 2002). O sistema de transportes possui importantes responsabilidades em relação à sociedade como, por exemplo, o aumento da disponibilidade e da competitividade, fazendo com que bens produzidos em um determinado local possam ser disponibilizados em outras localidades e vendidos com preços competitivos, beneficiando a população residente. Outra atribuição é a garantia da economia de escala na produção de bens, pois o transporte eficiente garante que uma produção em maior quantidade seja deslocada a diversos mercados consumidores. Por fim, podemos citar a redução do preço das mercadorias, uma vez que os custos de transporte são adicionados ao preço de venda dos produtos acabados e, se tivermos um transporte eficiente, esses custos repassados aos consumidores podem ser reduzidos. NAZÁRIO et al (2009) destacam que o transporte é fundamental para atingir o objetivo logístico, que é o produto certo, na quantidade certa, na hora certa e no lugar certo ao menor custo possível. No entanto, os sistemas de transporte são bastante complexos e sua estruturação depende de inúmeros fatores como o tipo de carga transportada, as características do trecho por onde a carga será deslocada e claro, as vantagens e desvantagens que cada modalidade de transporte oferece. Os sistemas de transporte utilizam cinco modais para escoamento da produção, divididos em três sistemas, entre eles, temos o rodoviário, dutoviário e ferroviário (transporte terrestre), aquaviário (marítimo, lacustre e fluvial) e o 11

12 transporte aéreo. A escolha do tipo de modal afeta o tempo de trânsito, sendo que a escolha dependerá do nível de serviço desejado pelo cliente e dos custos associados a cada opção (NAZÁRIO et al; 2009). O papel decisivo do setor de transporte de cargas na qualidade do serviço logístico é reconhecido pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), lançado em 2007 pelo Governo Federal. Este pretende promover o desenvolvimento econômico e social, através de medidas econômicas e investimentos em infra-estrutura nas áreas de transporte, energia, saneamento básico, habitação e recursos hídricos. A área de infra-estrutura Logística contempla a construção e a ampliação de rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e hidrovias, com previsão de investimentos na ordem de R$ 58,3 bilhões (PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO, 2009). O Brasil apresenta um forte desbalanceamento de sua matriz de transportes, onde o modal rodoviário responde por cerca de 60% do total transportado, seguido pelo modal ferroviário com cerca de 20%, aquaviário com 14%, dutoviário de 4% e o aéreo com aproximadamente 0,3% do total da carga transportada (GEIPOT, 2000). Mesmo com as obras previstas pelo PAC, tal desbalanceamento ainda se manterá, visto que a maior parte dos investimentos está voltada para a construção, duplicação e recuperação de rodovias (PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO, 2009). A opção pelo modal rodoviário teve início na década de 50 com a expansão da indústria e do transporte e a chegada da indústria automobilística no Brasil. Até meados da década de 70, o modal rodoviário permaneceu recebendo incentivos. O principal incentivador do desenvolvimento da infra-estrutura de transportes rodoviários foi Juscelino Kubitschek que, com o seu plano de metas e a transferência da capital para Brasília, proporcionou o desenvolvimento da malha viária para as regiões centro-oeste, norte e nordeste. Este modelo de desenvolvimento adotado pelo país privilegiou as rodovias como fator de integração econômica e social e como elemento de interiorização da ocupação territorial (KATO, 2005). 12

13 A elevada concentração do transporte de cargas no modal rodoviário trouxe alguns problemas, pois o Brasil possui dimensões continentais e este tipo de transporte não é indicado para distâncias superiores a 500 quilômetros. Além disso, temos outros fatores negativos em relação a esta modalidade de transporte como os elevados valores de fretes cobrados pelos transportadores, a dificuldade de manutenção da malha viária com baixos investimentos para aprimoramento de sua infra-estrutura e a baixa capacidade de carga dos veículos quando comparados com os veículos adequados a outras modalidades de transporte. A combinação com outros modais de transporte poderia melhorar de forma considerável o sistema de transporte nacional, mas para isso são necessários maciços investimentos por parte do governo na criação e recuperação da infraestrutura de transportes. Enquanto aguardamos tais investimentos governamentais, para melhorar o transporte rodoviário através da redução dos custos, aumento da qualidade, da segurança e do nível de serviço, os embarcadores e os transportadores podem associar ferramentas tecnológicas que auxiliam na programação e no monitoramento dos veículos às suas operações de transporte. No entanto, ainda é baixo o índice de utilização de tais tecnologias no modal rodoviário (OLIVEIRA et al, 2006). Existem diversas tecnologias que podem ser empregadas em operações de transporte como, por exemplo, os roteirizadores e os formadores de carga na programação das viagens; os sistemas de gestão de pátio via Identificação por Rádio Freqüência (Radio Frequency Identification - RFID) para controle de movimentação interna de veículos em unidades produtivas; o Sistema de Posicionamento Global (Global Positioning System - GPS) ou Serviço Geral de Pacotes por Rádio (General Packet Radio Service - GPRS) para controle de movimentação externa de veículos no deslocamento para coletas, transferências ou entregas de produtos acabados e matérias-primas; os sistemas de gerenciamento de frota para controle de gastos e manutenção da frota de veículos e os sistemas de gerenciamento de transporte para realizar a gestão das atividades de transporte de uma companhia. 13

14 As empresas que utilizam algumas das tecnologias citadas acima na busca pela melhor utilização de seus ativos de transporte conseguem melhorias expressivas em suas operações. No entanto, o nível de melhoria que pode ser alcançado e as tecnologias (software e hardware) que podem ser utilizadas ainda são pouco difundidos no meio empresarial. Sendo assim, o objetivo do presente estudo foi analisar se a utilização da tecnologia de rastreamento de veículos pode melhorar o nível de serviço do transporte rodoviário de cargas na perspectiva do embarcador, ou seja, a empresa contratante do serviço. Nesta perspectiva, foi realizado um estudo de caso que acompanhou, durante o período de Fevereiro de 2008 a Abril de 2009 (15 meses), uma operação de coleta, transferência e distribuição de combustíveis. Foram analisados indicadores de nível de serviço e de produtividade do transportador e do embarcador referentes à operação de monitoramento da frota de veículos, como o tempo parado na transportadora, o tempo gasto em paradas não programadas (tempo parado fora do alvo), o percentual de entregas realizadas dentro do prazo programado e o aumento de número de viagens realizadas por cada veículo (produtividade). O presente trabalho será apresentado em três capítulos, além da introdução e da relevância do estudo: Aplicação da tecnologia de rastreamento de veículos: uma revisão de literatura, A Abordagem metodológica, Potencialidades e desafios da tecnologia de rastreamento: um estudo de caso e Considerações finais. No primeiro capítulo, foi realizada uma revisão da literatura científica acerca das aplicações do rastreamento de veículos em diferentes áreas de atuação. O segundo traz uma reflexão sobre os procedimentos metodológicos adotados para a elaboração do presente trabalho. O terceiro capítulo aponta os resultados apresentados após a aplicação da tecnologia de rastreamento de veículos em uma operação real de coleta, entrega e transferência de produtos, sob a ótica do embarcador da carga e, por fim, as considerações finais, que abordam as reflexões do pesquisador em relação aos limites e possibilidades da utilização desta tecnologia. 14

15 CAPÍTULO 1 APLICAÇÃO DA TECNOLOGIA DE RASTREAMENTO DE VEÍCULOS: UMA REVISÃO DE LITERATURA 1.1. Introdução Não existe pesquisa sem teoria; seja explícita ou implícita, ela está presente em todo projeto de pesquisa (RICHARDSON et al, 2007). Sendo assim, é possível dizer que o referencial teórico é uma revisão do conhecimento acumulado até o momento da pesquisa e tem como objetivos propor explicações acerca de determinados fatos e orientar os pesquisadores na busca por informações sobre um assunto em particular. De acordo com MARCONI & LAKATOS (2008) possui os seguintes papéis: (a) orientação dos objetivos da ciência no intuito de restringir a amplitude dos fatos a serem estudados; (b) determinação de um sistema de conceitos a fim de definir e classificar os fatos; (c) resumo do conhecimento visando agrupar os trabalhos já realizados sobre o tema em questão; (d) previsão de fatos baseando-se em fatos e relações já conhecidas e (e) identificação das lacunas de conhecimento sobre um determinado tema no intuito de direcionar os próximos estudos. O referencial teórico abordado neste estudo refere-se à tecnologia de rastreamento de veículos e como ela pode ajudar as empresas a obter melhores desempenhos em áreas como custos e nível de serviço. A escolha do material deveu-se à disponibilidade de acesso, uma vez que não existem muitos estudos a respeito do tema, e à qualidade do material produzido, uma vez que os autores trabalham com o tema em questão e as instituições às quais estão vinculados são de notória qualidade Tecnologias da Informação OLIVEIRA et al (2006) apud COPPEAD (2002) apontam que empresas que atuam no setor de transporte rodoviário de cargas sofrem com um baixo desempenho, em função da baixa eficiência e produtividade, além da precária 15

16 infra-estrutura de apoio, como, por exemplo, tecnologias da informação. Embora tais ferramentas tecnológicas sejam úteis enquanto estratégias para viabilizar ganhos na produtividade e na qualidade do serviço, ainda são subutilizadas no setor de transporte de cargas. Segundo os autores, apenas 46,8 % das empresas do setor informatizaram suas frotas. Alguns estudos discutem a aplicação de tais tecnologias e apontam benefícios quanto ao seu uso (BORDIN, 2008; REGIS & HERMOSILLA, 2007; OLIVEIRA et al, 2006; BELIZÁRIO et al, 2002), sendo inclusive utilizados em outras áreas que não o setor de transportes de cargas, como na saúde, no transporte de valores e no transporte de passageiros (PEREIRA & JUNIOR, 2008; MAGALHÃES, 2008; JUNIOR & VALENTE, 2005). GADDO (2006) destaca que serviços de frotas emergenciais (polícia, bombeiros e ambulâncias) têm utilizado o sistema GPS para contribuir na definição da rota durante o envio de um veículo localizado próximo do incidente. BELIZÁRIO et al (2002) ressaltam que a aplicação da Tecnologia da Informação (TI) no cenário mundial tem proporcionado economia de tempo e de custos. OLIVEIRA et al (2006) indicam que a aplicação da TI no setor de transporte rodoviário de cargas contribui tanto na eficiência interna das organizações como em ganhos de competitividade no mercado. OLIVEIRA et al (2006) apud MUKHOPADHYAY et al (1997) ressaltam que a aplicação de tais ferramentas provocou aumento na produtividade a partir de melhoria na qualidade da prestação dos serviços. MAGALHÃES & BALASSIANO (2009) descrevem como sistemas inteligentes de transportes o uso combinado de sistemas de informação, de telecomunicações e do próprio sistema de transporte, com o intuito de melhorar o aproveitamento da estrutura viária existente. BELIZÁRIO et al (2002) realizaram uma pesquisa de campo com o objetivo de identificar o grau de inserção e de aplicação de TI nas empresas de transporte rodoviário de cargas. Através da aplicação de um questionário, foram analisadas nove empresas de grande porte das regiões metropolitanas de Campinas e de São Paulo. Os resultados indicaram que, após a implantação de TI, houve aumento da segurança em sete empresas pesquisadas, aumento 16

17 do controle dos motoristas em seis empresas, melhoria dos serviços oferecidos aos clientes e da decisão quanto à mudança de trajetos em cinco delas e aumento de socorro a veículos quebrados em quatro empresas. Sete empresas consideraram boa a redução na ociosidade da frota de veículos. Ainda de acordo com os autores, oito empresas consideraram entre baixo e bom o aumento das vendas e seis consideraram baixo o aumento do lucro operacional. Cinco empresas consideraram baixa a diminuição do número de rotas e seis alegaram que a utilização de TI não provocou redução no número de funcionários. Cabe aqui destacar que apenas duas empresas indicaram que o investimento em TI resultou em maior vantagem competitiva, o que indica que o fator cultural pode ser um entrave à aplicação destas ferramentas tecnológicas no setor, visto que tal investimento poderia ser utilizado para, por exemplo, aumentar a frota de veículos ou contratar mais recursos humanos. Na pesquisa realizada, foi citado como um entrave à inovação tecnológica a falta de garantia do retorno financeiro do investimento, o que pode ratificar tal hipótese. Outro fator indicado foi a falta de recursos financeiros. Cabe aqui destacar que MOURA (2004), ao avaliar o impacto do uso dos sistemas integrados de rastreamento nos sistemas de logística empresarial, através de um questionário respondido por profissionais ligados às áreas de logística e segurança no estado do Rio de Janeiro, também considera como problema para aplicação desta TI a questão cultural e não o custo de aquisição ou de manutenção do sistema. Pode-se perceber que mesmo as empresas de grande porte como, por exemplo, as analisadas por BELIZÁRIO et al (2002) que possuem melhores condições financeiras para investir em TI, maior acesso a linhas de crédito e maior frota de veículos (o que aumenta a chance de negociação por maiores descontos no valor do equipamento) não apresentam 100% de sua frota rastreada. Nesta perspectiva, pode-se supor que empresas de pequeno e médio porte apresentam dificuldades para a implantação de equipamentos de TI. 17

18 1.3. Sistemas de Rastreamento GARCIA et al (2007) destacam que a implantação de TI que influenciam diretamente a cadeia produtiva trazem maior produtividade e qualidade ao serviço e, consequentemente, maior competitividade. Dentre as ferramentas tecnológicas de maior importância no setor de transporte rodoviário de cargas, destacam-se as de gerenciamento de frotas por sistemas de rastreamento, que têm se revelado instrumentos de grande valia no dia-a-dia das empresas de transporte (BORDIN, 2008; GARCIA et al, 2007; ANEFALOS, 1999). As empresas de sistemas de rastreamento estão se ampliando no mercado brasileiro. Em 2003, existiam cerca de 33 empresas no mercado e, em 2005, este número já tinha ultrapassado 80 empresas. Possivelmente, o número atual seja ainda maior. Há perspectiva de contínua ampliação deste setor, em função do grande número de veículos que ainda não possuem equipamentos de rastreamento e da crescente preocupação com assaltos e roubos de cargas (BORDIN, 2008; ANUÁRIO TRANSPORTE DE CARGAS, 2006). Pode-se definir o conceito de rastreamento de veículos como sendo a atividade cuja finalidade é acompanhar o posicionamento dos veículos de transporte de carga (CARLOG, 2009). O sistema de rastreamento de veículos é a tecnologia utilizada para controlar a movimentação dos veículos no transporte de cargas e parte do pressuposto da necessidade de localização e posterior envio das informações de posicionamento do veículo para uma central de monitoramento (BELIZÁRIO et al, 2002; BORDIN, 2008). De acordo com MOURA (2004) e BORDIN (2008), os sistemas de rastreamento disponíveis são: localização por direcionamento, triangulação de antenas, opções que se baseiam na constelação GPS e outra, cujo funcionamento se faz inteiramente pela rede celular. Na localização por direcionamento, um dispositivo eletrônico é instalado no veículo e emite um sinal silencioso, que é monitorado em caso de aviso de roubo ou furto. A triangulação de antenas funciona baseada no mesmo conceito aplicado aos satélites, no entanto, utiliza antenas em terra, oferecendo precisão na localização e baixo custo de transmissão, porém com uma área de abrangência 18

19 limitada. O sistema pode ser acionado via telefone ou imediatamente quando o carro é violado ou quando um botão de pânico" é pressionado. Já em relação à localização de um ponto via satélite, é preciso que haja a coleta de sua posição pelo GPS. Conforme demonstrado abaixo, BORDIN (2008), a partir de revisão de literatura, elaborou um quadro onde são descritas as características principais, vantagens e desvantagens do uso para as mais importantes tecnologias de rastreamento encontradas no mercado nacional. Quadro 1 Caracterização dos principais Sistemas de Rastreamento disponíveis no mercado nacional em

20 Fonte: BORDIN, A tecnologia de rastreamento mais utilizada pelas transportadoras de cargas, segundo BORDIN (2008), são as de sistema GPS, podendo utilizar GPS com celular e GPS com satélite. Segundo ANEFALOS (1999) apud Reis (1997) os sistemas de rastreamento por satélites apresentam três funções básicas: a comunicação entre a estação de controle e os veículos; a localização on-line dos veículos; o controle da frota em relação aos elementos como nível de combustível, velocidade do veículo, temperatura do compartimento de cargas, fechamento das portas, entre outros. GADDO (2006) aponta que o sistema de GPS pode ser utilizado para o rastreamento de veículo por satélite em tempo real, o gerenciamento de congestionamento, a geração do histórico da base de dados, o gerenciamento de frota e a confecção de relatos dos registros das viagens. Cada veículo é equipado com um módulo eletrônico que inclui um GPS que calcula as coordenadas geográficas da localização do veículo, um receptor e um dispositivo de comunicação, que permite a troca de mensagens e informações entre os veículos e a Central de Monitoramento (BELIZÁRIO et al, 2002). A localização do veículo pode ser calculada por meio de duas tecnologias: o conjunto de satélites GPS e a de rádio-localização através do GPRS, que utiliza a infra-estrutura de antenas do sistema celular comercial (BORDIN, 2008). O sistema de GPS funciona com base no princípio da triangulação e, quando totalmente em operação, oferece informações sobre posição geográfica do ponto 24 horas por dia, permitindo que um usuário ou um objeto possa ser localizado com precisão média de 15 metros ou menos, dependendo do aparelhos receptores utilizados (MAGALHÃES & BALASSIANO, 2009; MAGALHÃES, 2008; MOURA, 2004; GUEDES, 2003). A localização do ponto é obtida por meio de cálculos matemáticos, determinados a partir dos sinais enviados por um conjunto de satélites com posições conhecidas. São mensuradas as distâncias entre o próprio receptor e os satélites com a presença de, no mínimo, quatro satélites através do método geométrico da triangulação, no qual a interseção entre as quatro esferas resulta em um ponto 20

21 (MAGALHÃES & BALASSIANO, 2009). A distância é calculada multiplicando o tempo que o sinal demora a chegar pela velocidade com que ele viaja (velocidade da luz» 3x108m/s) (GUEDES, 2003). Segundo MOURA (2004) e GUEDES (2003), o GPS foi desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos no início da década de 1960, sendo declarado operacional apenas em É composto por 24 satélites que percorrem a órbita da Terra a cada 12 horas. Estes satélites, que ficam posicionados em órbitas conhecidas, fornecem informações de velocidade, latitude, longitude e altura dos receptores e dos processadores GPS. MAGALHÃES & BALASSIANO (2009) destacam que, embora a constelação de satélites para sistemas GPS não seja atualmente a única existente, é a mais utilizada mundialmente. O GPS foi desenvolvido com fins militares e, nesta perspectiva, foram criados dois tipos de serviços de localização em função da preocupação com o uso inadequado: o Serviço de Posicionamento Preciso (Precision Positioning Service PPS) e o Serviço de Posicionamento Padrão (Standard Positioning Service - SPS). O uso do PPS restringe-se ao Departamento de Defesa americano, às forças militares aliadas aos Estados Unidos, às agências do governo americano e a alguns usuários civis autorizados pelo governo americano (observatórios, laboratórios, etc). Já o SPS é utilizado por qualquer usuário civil, sendo o uso padrão do GPS. No entanto, apresenta menor precisão na localização do objeto que o PPS (MOURA, 2004; GUEDES, 2003). De acordo com MOURA (2004), existem três possibilidades de sistemas baseados na tecnologia do GPS: GPS+ Celular, GPS + Satélite e Celular via célula (Estação Rádio Base ERB). Na primeira situação, o GPS transmite as informações de coordenadas por um telefone embarcado no veículo, assim como recebe os comandos de bloqueio da mesma forma. Entre as vantagens deste tipo de sistema, o autor destaca a precisão, o fácil acesso e a simplicidade da operação com celular. Dentre as desvantagens, são citadas a dependência de sinal do celular para o envio e recebimento de informações e de comandos e maior custo em relação à radiofreqüência. Quanto às vantagens do sistema GPS + Satélite, o autor destaca o acompanhamento 21

22 contínuo em tempo real, ideal para o controle logístico de frotas. Entre as desvantagens, inclui o custo alto para aquisição do sistema e a dependência dos sinais dos satélites. Em relação ao tipo Celular via célula, a localização do ponto oferecido por este sistema não é precisa, sendo feita apenas por zoneamento, além de possuir custo mais elevado que o da radiofreqüência. Embora possua uma boa velocidade de transmissão de dados, o autor aponta que não é aconselhável para casos em que o contato com o veículo for constante, como para controle de frotas). Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), existem atualmente mais de 1,7 milhão de veículos de carga, sendo que mais de 90% desses caminhões não utilizam tecnologias de monitoramento, rastreamento ou bloqueio. Tais serviços assumem papel central quando se considera o risco crescente de roubo de cargas, além dos potenciais benefícios em relação à gestão eficiente da frota e ganho com a logística (BORDIN, 2008). PRADO et al (2008) e GARCIA et al (2004) apontam que o principal motivo para as empresas adotarem a tecnologia de rastreamento das suas frotas de veículos é a necessidade de garantir maior segurança ao serviço, além de maior eficiência na gestão logística. REGIS & HERMOSILLA (2007) também apontam que o GPS vem sendo utilizado enquanto um investimento na área de segurança de cargas, em função dos prejuízos com o roubo de cargas das empresas de transporte. Destacam que o sistema de rastreamento via satélite possui várias funções no caso de roubo do veiculo de cargas, como o bloqueio seguro do veículo em caso de roubo ou furto e sua localização precisa, além do monitoramento da frota de veículos através da Internet, identificando a posição atual e a rota. Os autores destacam, no entanto, o preço deste tipo de tecnologia, custosa àqueles que possuem veículo popular ou que fazem transporte de poucas mercadorias. Outros estudos também demonstram as vantagens e desvantagens do uso do sistema de rastreamento de veículos. PRADO et al (2008) que buscaram identificar, através de entrevistas, a percepção dos empresários do setor de transportes sobre a adequação do uso de um sistema de rastreamento de veículos e cargas para atender os objetivos do seu negócio. Os autores destacam 22

23 que os respondentes consideram os rastreadores de frota ferramentas capazes de melhorar os processos e o gerenciamento logístico corroborando a crescente importância dos sistemas de rastreamento de frotas para a melhoria do desempenho logístico. BORDIN (2008) apud VALENTE et al (1997), GADDO (2006), MAGALHÃES (2008) e MAGALHÃES & BALASSIANO (2009) citam, como potencialidades dos rastreadores, a possibilidade de localizar o veículo rapidamente e em tempo real; a troca segura de informações entre o motorista e a central de monitoramento; o controle da velocidade do veículo, do tempo de parada do motorista, bem como de sua maneira de condução; e, no caso de roubo ou de acidentes, agilização do acionamento de socorro via acionamento de um mecanismo denominado Botão de Pânico, pelo qual são emitidas mensagens para as centrais de monitoramento. Outras vantagens descritas por BORDIN (2008) e MAGALHÃES (2008) foram a melhoria no desempenho do motorista devido ao fato do mesmo estar sendo monitorado; a possibilidade de replanejamento logístico da frota de veículos com o atendimento de novos pedidos ou de encomendas urgentes; a agilização de carregamento e de descarregamento do veículo; a diminuição de paradas desnecessárias para comunicação com a empresa; a redução de sinistros, de gastos com seguros e de custos de comunicação; a redução da ociosidade e a possibilidade de permitir que o cliente acompanhe o processo de entrega de sua carga on-line. MAGALHÃES (2008) e MAGALHÃES & BALASSIANO (2009) citam ainda que o rastreamento via GPS permite ampla cobertura, com localização do veículo em qualquer região do país, além dos equipamentos utilizados serem portáteis. Entre as desvantagens apresentadas pelos autores, podemos apontar a vulnerabilidade do GPS em relação a interferências quanto à captação de seus sinais 1, o que afetaria a qualidade e precisão do GPS, e o alto investimento necessário para a implantação dos equipamentos (MAGALHÃES & BALASSIANO, 2009; BORDIN, 2008; MAGALHÃES, 2008). Pode-se acrescentar, ainda, o fator cultural já explicitado anteriormente que, aliado aos 1 Os autores destacam que tais falhas nos sistemas de GPS podem ser ocasionadas por erros no posicionamento dos satélites, pela disponibilidade seletiva devido a um erro intencional do sinal imposto pelo Departamento de Defesa americano (desde 2000 já não se encontra em uso) e erros relacionados com as antenas dos receptores (MAGALHÃES & BALASSIANO, 2009; MOURA, 2004). 23

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