KALLYNE MACHADO BONIFÁCIO

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1 UFPB UEPB UERN UESC UFAL UFC UFS UFPI UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA / UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA PROGRAMA REGIONAL DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE KALLYNE MACHADO BONIFÁCIO EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS OLHARES DE EDUCANDOS E MORADORES DO RIO JAGUARIBE, JOÃO PESSOA, PARAÍBA Foto: Souza/2005 João Pessoa-PB 2008

2 KALLYNE MACHADO BONIFÁCIO EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS OLHARES DE EDUCANDOS E MORADORES DO RIO JAGUARIBE, JOÃO PESSOA, PARAÍBA Dissertação apresentada ao Programa Regional de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente PRODEMA Universidade Federal da Paraíba, Universidade Estadual da Paraíba em cumprimento às exigências para a obtenção do grau de Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente Orientador: Prof. Dr. Francisco José Pegado Abílio DME/CE/UFPB João Pessoa - PB 2008

3 B 715 e Bonifácio, Kallyne Machado Educação Ambiental nos olhares de educandos e moradores do Rio Jaguaribe, João Pessoa, Paraíba / Kallyne Machado Bonifácio. - João Pessoa, p Orientador: Francisco José Pegado Abílio. Dissertação (Mestrado) CCEN/PRODEMA/UFPB 1. Educação Ambiental 2. Rio Jaguaribe preservação UFPB/BC CDU: 37: 504 (043.2)

4 KALLYNE MACHADO BONIFÁCIO EDUCAÇÃO AMBIENTAL NOS OLHARES DE EDUCANDOS E MORADORES DO RIO JAGUARIBE, JOÃO PESSOA, PARAÍBA Dissertação apresentada ao Programa Regional de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente PRODEMA Universidade Federal da Paraíba, Universidade Estadual da Paraíba em cumprimento às exigências para a obtenção do grau de Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente. Aprovado em / / BANCA EXAMINADORA Prof. Dr. Francisco José Pegado Abílio DME/CE/UFPB Orientador Prof. Dr. José Etham Lucena Barbosa UEPB/DFB Examinador Interno Prof. Dr. Ramiro Gustavo Valera Camacho Examinador Externo DECB/UERN/FANAT Prof. Dr. Jorge Chaves Cordeiro DME/CE/UFPB Suplente

5 ATÉ QUANDO Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente. A gente muda o mundo na mudança da mente. E quando a mente muda a gente anda pra frente. E quando a gente manda ninguém manda na gente. Na mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura. Na mudança de postura a gente fica mais seguro, na mudança do presente a gente molda o futuro! (GABRIEL O PENSADOR)

6 A meus Pais, Arlino e Edna: O que eu sou os devo; o que serei é um presente que darei á eles. Dedico.

7 AGRADECIMENTOS A Deus, por guiar meus passos por estradas com acertos e falhas, alegrias e decepções, na busca de um ideal... Hoje me sinto mais realizada para realizar os outros; A meus Pais Arlino e Edna por investirem em mim tudo o que conquistaram e acima de tudo se fazerem presentes com ensinamentos, gestos e atitudes, orgulhando-se de cada feitio concretizado; A minha irmã Kátia, também amiga, companheira e conselheira; Juntas compartilhamos sonhos, medos, aflições e comemoramos vitórias; A Tia Graça e Vovó Nininha pelo carinho, hospitalidade e atenção dispensada sempre que precisei; Ao Prof. Dr. Francisco José Pegado Abílio pela fantástica orientação e pela empolgação a cada resultado obtido no trabalho. Saiba que as palavras... tenho certeza que você irá desenvolver a dissertação com êxito e sucesso, na fase de elaboração do projeto, foi a força propulsora para que eu fizesse o que deveria ser feito, sem temer... sou extremamente grata por isso; Aos Professores José Etham Lucena Barbosa, Ramiro Gustavo Valera Camacho, Jorge Chaves Cordeiro por aceitarem a fazer parte da banca; Ao colega Arthur de Souza pela disponiblização de materiais sobre o rio Jaguaribe ; Aos amigo André Castro, pela amizade, por está sempre á disposição em ajudar e Hermes pelas indicações de bibliografias e facilitar contatos na Geografia. Grata!; A Hélia, ex-secretária do PRODEMA, pela ajuda prestada me mantendo sempre informada de tudo sobre educação ambiental, quando ainda me encontrava na graduação; A grande amiga Manoela Capla pelas palavras de otimismo e bate-papos sempre recheado de coisa séria, mais também de boas risadas. Dizem que quando nascemos passamos por uma fila de qualidade, essa pessoa deve ter passado por várias; A Madrinha Paula por simplesmente torcer por mim e pela minha felicidade. É tão bom sentir-se querida... A Turma PRODEMA 2006 pela união e ajuda mútua em especial ao amigo Coisa (Guilherme Debeus) por transformar os meus momento de desequilíbrios em minuto de humor e mais que isso, por amenizar as tarefas difíceis. Obrigada pela consideração!; Aos alunos das Escolas Raul Córdula, Seráfico da Nóbrega e Luiz Mendes pela participação no trabalho e as comunidades do paul do rio Jaguaribe, em especial, ao Sr. Ivan pela companhia intensiva e por dedicar seus domingos em prol da concretização desse trabalho.

8 SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS LISTA DE TABELAS 1 INTRODUÇÃO GERAL OBJETIVO GERAL Objetivos Específicos REFERENCIAL TEÓRICO Aspectos Gerais da Educação Ambiental A Percepção e os Problemas Ambientais ÁREA DE ESTUDO Características da Área de Estudo Universo da Pesquisa REFERÊNCIAS CONCEPÇÕES DE EDUCANDOS DE ESCOLAS PÚBLICAS SOBRE O RIO JAGUARIBE, JOÃO PESSOA-PB RESUMO ABSTRACT Introdução Materiais e Métodos Resultados e Discussão Conclusões Referências REPRESENTAÇÕES DE MEIO AMBIENTE E PROBLEMA AMBIENTAL POR EDUCANDOS DE ESCOLAS PÚBLICAS SITUADAS NO ENTORNO DO RIO JAGUARIBE, JOÃO PESSOA PARAÍBA RESUMO ABSTRACT Introdução Materiais e Métodos Resultados e Discussão Conclusões Referências... 54

9 8 O PROGRESSO VEM, MAS ACABA COM A NATUREZA : O RIO JAGUARIBE NA VISÃO DOS MORADORES RESIDENTES NO ENTORNO DO RIO JAGUARIBE, JOÃO PESSOA, PARAÍBA RESUMO ABSTRACT Introdução Materiais e Métodos Resultados e Discussão Conclusões Referências CONSIDERAÇÕES FINAIS APÊNDICES ANEXOS

10 LISTA DE FIGURAS Figura 01 - Mapa da Bacia Hidrográfica do rio Jaguaribe Trecho Baixo Jagauribe. As áreas hachuradas em preto indicam os bairros onde as escolas estudadas estão situadas. Fonte: Laboratório de Ensino e Pesquisa em Análise Espacial - LEPAN UFPB Figura 02 - Representação esquemática da Bacia Hidrográfica do rio Jaguaribe, adaptado do mapa pictórico da cidade de João Pessoa e de Cabedelo. (Fonte: PBtur ) Figura 03 - Escolas estudadas: (A) Escola Raul Córdula, (B) Escola Seráfico da Nóbrega, (C) Escola Luiz Mendes Figura 04 - Distribuição por sexo dos educandos do 6º ano do Ensino Fundamental das três Escolas estudadas Figura 05 - Distribuição dos educandos do 6º ano do Ensino Fundamental quanto as atividades que costumam fazer quando não estão na Escola Figura 06 - Concepção de meio ambiente dos educandos do 6º ano do Ensino Fundamental segundo a classificação de Sauvé (1997) Figura 07 - Concepção dos educandos do 6º Ano do Ensino Fundamental das Escolas estudadas sobre problema ambiental Figura 08 - Concepção dos educandos do 6º Ano do Ensino Fundamental das Escolas estudadas sobre Educação Ambiental Figura 09 - Oficina pegagógica com educandos de uma das escolas estudadas: (A) Produção de desenho e (B) Socialização dos desenhos Figura 10 - Maquete do rio Jaguaribe produzida pelos educandos da Escola Raul Córdula Figura 11- Representação do meio ambiente natural de um dos educandos do 6º Ano do Ensino Fundamental Figura 12 - Categorias para meio ambiente encontradas nos desenhos dos educandos do 6º Ano do Ensino Fundamental das escolas estudadas Figura 13 - Categorias para problema ambiental encontradas nos desenhos dos educandos do 6º Ano do Ensino Fundamental das escolas estudadas Figura 14 - Representação de problema ambiental dos educandos do 6º Ano do Ensino Fundamental. (A) Categoria de ambiente natural sem a presença humana e (B) Categoria de ambiente natural e antrópico destruído ou poluído com a presença humana Figura 15 - Residências as margens do rio Jaguaribe no Bairro São José (A) e paul da Paulino Pinto (Bairro de Tambaú) no município de João Pessoa-PB (B) Figura 16 - Diversas formas de degradação que afetam á vida dos moradores do paul: despejo de resíduos (poluentes orgânicos) in natura no rio (A), lixo á montante ás margens do rio (B) e o assoremaneto resultante de obras de infraestrututa inacabada.(c) Figura 17 - Problemas verificados no paul que causam preocupação aos moradores nele atuante Figura 18 - Trecho do paul agricultável, bairro de Tambaú (destaque para o plantio de gerimum e coqueiro) (A) e servindo de criatório de animais (B) Figura 19 - Usos múltiplos do paul do rio Jaguaribe por moradores nele residente Figura 20 - Trecho do paul loteado (bairro de Tambaú), cheio de mato, servindo de local de soltura de animais e depósito de comércio de móveis... 67

11 Figura 21 - Entulho no paul de Manaíra (Setor Maria Rosa) resultante da construção de um lava-jato (A) e entulho no paul da Rui Carneiro resultante da construção civil (B) Figura 22 Ocupação do paul da Rui Carneiropor quadra de esporte (São Caetano) (A), Faculdade (B), Igreja Católica (Comunidade Eucarística Maná) (C), seguido pelo lagoazul assoreado (D) Figura 23 paul da Epitássio coberto pelo tapete verde de aningas (A) e o loteamento dentro do paul de Manaíra (B) Figura 24 Trecho do rio Jaguarieb em processo de dragagem limpeza manual (A), entulho ás margens do rio após a dragagem (B) e dragagem concluída em alguns trechos com incidência de gansos (C)... 72

12 LISTA DE TABELAS Tabela 01 - Distribuição por faixa etária dos educandos do 6º ano do Ensino Fundamental das três escolas Estudadas Tabela 02 - Número de educandos do 6º ano do Ensino Fundamental que brincam com amigos quando não estão na Escola Tabela 03 - Comparação entre as informações dos educandos e classificação de Sauvé sobre as concepções de meio ambiente Tabela 04 - Concepções dos educandos do 6º Ano do Ensino Fundamental e citações da literatura sobre problema ambiental

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14 12 1. INTRODUÇÃO GERAL De maneira geral a degradação ambiental decorrente de ações antrópicas é vista como uma realidade constante nas Bacias Hidrográficas do Brasil (MELO e FILHO, 2004). No caso das bacias urbanas o quadro de degradação é ainda mais agravante, pois além da intensificada expansão urbana, soma-se à devastação da cobertura vegetal e o lançamento de esgotos. A Bacia Hidrográfica do rio Jaguaribe, no município de João Pessoa, por sua localização predominantemente urbana, não foge á regra, apresentando desde a sua nascente e ao longo de seu curso uma diminuição intensa na qualidade ambiental (ESPINOLA et al, 1992; MELO, 2001). Guimarães (1999) ressalta que estudos em Bacias Hidrográficas constituem um poderoso instrumento para a melhoria da qualidade da Educação formal e informal na medida em que esta unidade de estudo possui elevado potencial aglutinador de várias ciências para os trabalhos interdisciplinares, que se fazem necessários à sua compreensão. Conforme assinala Segura (2001), a Educação Ambiental fortaleceu-se no contexto de multiplicação de problemas ecológicos, tendo como missão sensibilizar a população sobre os efeitos da poluição e formas de prevení-los, mudando assim, o curso histórico da degradação ambiental provocada pela ação humana. Para tal reforça-se a importância de trabalhos prévios de percepção ambiental quando na elaboração de estratégias de ação de Educação Ambiental (MARIN, OLIVEIRA e COMAR, 2003). Compreender fenomenologicamente as percepções de uma população local podem também subsidiar trabalhos de Educação Ambiental, tendo em vista ao sofisticado conhecimento que essas pessoas detêm do lugar onde vivem. Whitaker (2005) assinala que o homem local tem uma experiência interdisciplinar ímpar sem necessidade de estudo. O tratamento científico dessas informações podem subsidiar um melhor entendimento da degradação de um dado ambiente e de que forma tal ambiente é manejado por esses povos.

15 13 Os trabalhos que utilizam a bacia hidrográfica como unidade de pesquisa, têm sido estudados, na maioria dos casos, mediante levantamento de conceitos de meio ambiente e problemas ambientais no contexto escolar (ALVES e BORDEST, 1999; FARIAS e BORTOLOZZI, 2000; FRANK, SCHOLL e THEIS, 2003; SANTOS e RUFFINO, 2003; STORTTI, 2004). Dentre os trabalhos relacionados com a Bacia hidrográfica do rio Jaguaribe destacam-se aqueles que enfatizam a Revitalização do rio como uma proposta de gerenciamento das suas potencialidades (ESPÍNOLA, et al., 1992); A análise geoambiental dos vales do Jaguaribe e Timbó (GUIMARÃES, GOMES e HECKENDORFF, 2001); A Poluição do Rio Jaguaribe (RAFAEL e SOUZA, 2002); A Dinâmica urbana e degradação ambiental do Alto Jaguaribe (LEMOS, 2003); entretanto, estudos de percepção na referida área ainda encontram-se inexistentes. Segundo Cunha e Zeni (2007) a percepção ambiental é um meio gerador de informações sobre a realidade local tendo em vista que diagnosticam com eficiência a realidade a qual se deseja trabalhar. Assim, a compreensão das diferentes representações devem ser a base da busca de soluções para os problemas ambientais (SAHEB e CIESC, 2006). O presente trabalho estruturou-se da seguinte forma: Introdução geral, seguida de um referencial teórico e área de estudo. Optou-se por apresentar e discutir os resultados em três capítulos distintos: Concepções dos educandos de escolas públicas sobre o rio Jaguaribe, João Pessoa, Paraíba (Capítulo 1) investigou-se as concepções dos educandos sobre os problemas ambientais do rio Jaguaribe, bem como as concepções de meio ambiente e educação ambiental; Representações de meio ambiente e problema ambiental por estudantes de escolas públicas situadas no entorno do rio Jaguaribe, João Pessoa, Paraíba (Capítulo 2) buscou-se analisar por meio da leitura de imagem de que forma os educandos representam suas percepções de meio ambiente e problema ambiental; O progresso vem, mas acaba com a natureza : o rio Jaguaribe na visão dos moradores residentes no entorno do rio Jaguaribe, João Pessoa, Paraíba (Capítulo 3) por meio de relatos orais, visou-se desvendar informações acerca dos problemas ambientais que agem sobre o rio Jaguaribe. Finaliza-se com as considerações finais.

16 14 2. OBJETIVO GERAL Investigar a percepção de atores sociais de Escolas do Ensino Público e a comunidade atuante no entorno do rio Jaguaribe acerca dos problemas ambientais da referida bacia e que suscitam maiores preocupações nessas pessoas Objetivos Específicos Investigar a percepção de educandos de escolas do ensino público sobre os problemas ambientais da Bacia Hidrográfica do rio Jaguaribe, assim como analisar as concepções de Meio Ambiente e Educação Ambiental; Analisar a partir da leitura de imagem e de paisagem, de que forma os educandos de escolas públicas representam suas percepções de meio ambiente e problema ambiental e que vínculos estabelecem com eles; Desvendar informações acerca dos problemas ambientais atuais, sejam de ordem natural ou antrópica, que agem e que interferem no cotidiano da comunidade atuante no paul da Bacia Hidrográfica do rio Jaguaribe.

17 15 3. REFERENCIAL TEÓRICO 3.1. Aspectos Gerais da Educação Ambiental Desde o primeiro momento em que os seres humanos começaram a interagir com o mundo ao seu redor e a ensinar seus filhos a fazerem o mesmo, estava havendo Educação e Educação Ambiental (Secretaria do Meio Ambiente, 1999). Esse atributo ambiental até então, usado para especificar uma educação em particular é vista por Carvalho (2002) como o traço identitário da Educação Ambiental e cuja origem aparece no contexto dos movimentos sociais e ambientais. Foi da Conferência de Tbiliise, 1977, um dos movimentos de grande importância no campo ambiental, que reconheceu-se a educação ambiental como um processo complexo, que vai além da abordagem ecológica da questão ambiental. (LOZANO e MUCCI, 2005). Já a educação ambiental praticada no ensino formal data de 1950, ainda que com ações muito isoladas de alguns professores e apresentada com outros nomes dentro das atividades das Ciências Naturais nas escolas básicas (STORTTI, 2004). O conceito da Educação Ambiental sempre limitou-se à proteção dos ambientes naturais (a seus problemas ecológicos, econômicos ou valores estéticos), desconsiderando as necessidades dos direitos das populações associados com esses ambientes, como parte integral dos ecossistemas (SAUVÉ, 1997). A Política Nacional de Educação Ambiental, Lei 9.795/99 no seu art. 1 conceitua a Educação Ambiental da seguinte maneira:... processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e á sua sustentabilidade (BRASIL, 1999). Nas últimas décadas a valoração do meio passou muito despercebida, pois estas gerações nasceram e cresceram em um espaço totalmente construído, não tendo assim oportunidade de perceber o seu meio natural (PALMA, 2004). Com a crescente pressão humana nos ambientes naturais e urbanos, a Educação Ambiental tem se tornado cada vez mais importante como um meio de buscar apoio,

18 16 participação e melhoria da qualidade de vida (CASTRO, 2001). Além disso, potencializa a visão de um grupo social sobre o mundo e seus problemas na medida que gera um continium de aprendizagem (MEYER,1991; BARRETO, SEDOVIM e MAGALHÃES, 2006), aparecendo como uma alternativa de superação a crise ambiental, onde nossas práticas têm reflexos na própria qualidade de vida (LOZANO e MUCCI, 2005; JANSEN, VIEIRA e KRAISCH,2007). Não se pode conceber a Educação Ambiental como um remédio para todos os problemas que se fazem presentes em nossa sociedade, e sim como um caminho para a compreensão da relação ser humano/natureza (BEZERRA, 2003,) A Percepção e os Problemas Ambientais O estudo das representações sociais teve seu início com Moscovici baseado em traduções de conceitos científicos para o grande público, na tentativa de explicar os critérios utilizados pelo grupo social para estabelecer a representação que confere identidade grupal e orienta suas ações (MAZZOTTI, 1997). Tradicionalmente entendido como sinônimo de conhecimento, o termo Percepção refere-se a nossas interpretações de mundo. Entretanto, no entender de Addison (2003) a percepção é um processo psicológico e conhecimento é um processo epistemológico, portanto, expressões distintas. Souto (2003) define percepção como o ato de captar os diferentes tipos de estímulos do ambiente, com o auxílio dos órgãos dos sentidos. A Percepção Ambiental representa uma tomada de consciência do ambiente pelo indivíduo (PALMA, 2004). Seu objetivo principal é entender os fatores, os mecanismos e os processos que levam o ser humano a possuir percepções e comportamentos distintos em relação ao meio ambiente (PEIXOTO, 2004). Os impactos ambientais de origem antrópica estão entre os mais graves problemas a serem resolvidos neste século, uma vez que trata-se de salvar a humanidade (NEULS, 2004; CHAVES e FARIAS, 2005; WHITAKER e BENZON, 2006; ROSA, LEITE e SILVA, 2007). Segundo Meyer (1991) os problemas do meio ambiente, são de natureza complexa, destacando-se: a fome e a desnutrição; a deterioração dos ecossistemas e das paisagens; as disparidades entre as populações humanas relacionadas à qualidade de sua existência; a desertificação; a crescente escassez dos recursos e os desperdícios.

19 17 A grande preocupação atual com os problemas ambientais é citada por Maia (2006) em trabalho de percepção com jovens do ensino médio, como tema obrigatório de estudo no ensino formal. É notório que a civilização ocidental tem se apoiado num sistema anti-ecológico e gerador de miséria, e, por conseguinte de perda da qualidade ambiental. Todavia Whitaker e Bezzon (2006) alerta que a única maneira de se contrapor a essa modernização produtora de problemas como poluição, erosão, desmatamento é gerando conhecimento endógeno. Faz-se necessário a troca de saberes: homem local, ensino formal e comunidade científica, pois trata-se de conhecimentos complementares capazes de subsidiar um futuro manejo ambiental de um dado recurso e/ou ecossistema.

20 18 4. ÁREA DE ESTUDO 4.1. Característica da área de estudo A Bacia Hidrográfica do rio Jaguaribe (latitude de 7º 2 58 S e longitude de 7º W) trata-se de uma bacia urbana localizada no município de João Pessoa, Paraíba (Figura 01). Ocupa uma área total de 60 Km 2 e apresenta várias nascentes, sendo as principais situadas próximo ás lagoas de Oitizeiro e no bairro Boa Esperança, região sul de João Pessoa. O curso d água possui uma extensão aproximada de 21km até a sua desembocadura no oceano Atlântico, na divisa entre os bairros do Bessa (João Pessoa) e Intermares (Cabedelo) (ESPÍNOLA et al., 1992) (Figura 02). Contudo, devido aos múltiplos períodos de expansão urbana, retirada de areia para a construção civil, por exemplo, formou-se um lago artificial, fazendo necessário a drenagem dessa água. Segundo Lemos (2003) na década de 40 o Departamento de Obras Contra as Secas (DNOCS) desviou a desembocadura original do rio na antiga foz no Bessa para o rio Mandacaru, tributário do rio Paraíba. Ao desvio supramencionado passou-se a denominar esse trecho como Canal do Rio Morto. O rio limita-se a leste com o Oceano Atlântico, a oeste com o rio Marés, ao norte com o rio Mandacaru e Sanhauá e ao sul com o rio Cuiá (LEMOS, 2003). O rio Jaguaribe e seu principal afluente, o Timbó formam uma pequena bacia hidrográfica, típica da zona costeira e sub-costeira sedimentar do Nordeste Oriental, e encontra-se totalmente inserida na microrregião de João Pessoa (MELO, 2001), que compromete a preservação desse Rio. Atualmente, a vegetação restringe-se a calha do rio, sendo a cobertura vegetal herbáceo-arbustiva com espécies do tipo aninga, panã, oliveira (SMPO, 2002). A Bacia do Jaguaribe encontra-se em terrenos geomorfologicamente variados. As áreas mais elevadas dos topos aplainados dos tabuleiros foram ocupadas por bairros bastante antigos, como os de Cruz das Armas, Jaguaribe e Torre; os campos de restingas por bairros nobres, como o Bessa e Intermares; os terraços fluviais e as baixas encostas, por bairros pobres, como o Rangel e Oitizeiro, por exemplo. Mais recentemente, essas áreas foram sendo invadidas por favelas. Vale destacar que pelo fato do lençol freático situar-se próximo á superfície de um solo arenosos, com grande porosidade e permeabilidade, há uma contínua retenção de água em alguns ambientes dando condições a formação de lagos.

21 Figura 01 Mapa da Bacia Hidrográfica do rio Jaguaribe. Fonte: Laboratório de Ensino e Pesquisa em Análise Espacial - LEPAN - UFPB 19

22 20 1 Legendas 2 (1) Três lagoa do Oitizeiro e (2) Boa Esperança - principais nascentes rio Jaguaribe; (3) Foz do Jaguaribe (divisa do bairro do Bessa João Pessoa e bairro de Intermares - Cabedelo); (4) Rio Timbó principal afluente do rio Jaguaribe 4 3 Figura 02 - Representação esquemática da Bacia Hidrográfica do rio Jaguaribe, adaptado do mapa pictórico da cidade de João Pessoa e de Cabedelo. (Fonte: PBtur ).

23 Universo da Pesquisa O trabalho foi executado em três Escolas Públicas situadas no entorno do rio Jaguaribe, João Pessoa, Paraíba a uma distância aproximada de: 0,7km, Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Professor Raul Córdula (Bairro da Torre); 1km, Escola Municipal de Ensino Fundamental Seráfico da Nóbrega (Bairro de Tambaú); 0,5km, Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor Luiz Mendes Pontes (Bairro do Cristo) (Figura 03). As referidas escolas funcionam nos três turnos, atendem a educandos da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio - Raul Córdula,760; Seráfico da Nóbrega, 600 bem como Educação de Jovens e Adulto, no caso da Escola Luiz Mendes, 450. Contam ainda com Serviço de Assessoramento Sócio-psico-pedagógico, além de desenvolver ações que promovem a integração educador-educandocomunidade, a saber: Semana Anti-Drogas, Semana do Meio Ambiente, Semana Cultura, Semana do Trânsito, etc. È oportuno destacar que a Escola Luiz Mendes foi reconhecida com O Selo Escolar solidário da Secretaria de Educação, em 2005, por estar comprometida com uma educação fundamentada nos ideais de solidariedade, participação e cidadania. A B C Fotos: Bonifácio/2007 Figura 03 Escolas estudadas: (A) Escola Raul Córdula, Bairro da Torre (B) Escola Seráfico da Nóbrega, Bairro de Tambaú, (C) Escola Luiz Mendes, Bairro do Cristo.

24 22 5. REFERÊNCIAS ADDISON, E.E. A percepção ambiental da população do município de Florianópolis em relação à cidade. Dissertação de Mestrado (Engenharia de Produção), Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis-SC, ALVES, A.; BORDEST, S. M.. A Bacia Hidrográfica e o Bairro: Uma experiência de Educação Ambiental. Revista de Educação Pública, v.7, n.1. Jan/Junh BRASIL. Política Nacional de Educação Ambiental. Lei 9.795/1999. BARRETO, Leilane de Holanda; SEDOVIM, Waldelice Maria da Rocha; MAGALHÃES, Luiz Marconi Fortes. Percepções de alunos sobre problemas ambientais escolares In: 58ª REUNIÃO ANUAL DA SBPC, Florianópolis - SC. Resumos... BEZERRA, O.S. Temáticas Ambientais nos livros didáticos. Dissertação de Mestrado (Programa de Desenvolvimento e Meio Ambiente - PRODEMA). Universidade Federal da Paraíba (UFPB), João Pessoa, Paraíba-PB CARVALHO, Adriana Rosa. Conhecimento ecológico no varjão do alto rio Paraná: alterações antropogênicas expressas na linguagem dos pescadores. Acta Scientiarum Maringá, v. 24, n. 2, p CASTRO, Cecília ferreira. O meio ambiente visto pela comunidade escolar do Engenho Maranguape Município do Paulista PE: Concepções, problemas e relações sócio-ambientais. Dissertação de Mestrado (Programa regional de Desenvolvimento e Meio Ambiente PRODEMA). Universidade Federal da Paraíba (UFPB), João Pessoa, Paraíba PB p

25 23 CHAVES, André Loureiro; FARIAS, Maria Eloísa. Meio ambiente, escola e a Formação dos professores. Ciência & Educação, v. 11, n p. CUNHA,Taiana Silva; ZENI, Ana Lúcia Bertarello. A representação social de meio ambiente para alunos de ciências e biologia: subsídio para atividades em educação ambiental. In: Fundação Universidade Federal do Rio Grande. Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental, v. 18. Jan/Jun p ESPÍNOLA, A. L.; FALCÃO, S. M.; GRISI, B. M.; WATANABE, T. Revitalização do rio Jaguaribe: uma proposta ambiental, recuperação; Gerenciamento e desenvolvimento Racional. João Pessoa-PB, Monografia de Especialização (Centro de Educação-CE), Universidade Federal da Paraíba (UFPB), João Pessoa-PB FARIAS D.N.; BORTOLOZZI, A. Visão dos professores sobre a problemática ambiental urbanas em bacias hidrográficas. Anais do Congresso Interno de Iniciação Científica, v.8. Resumos... São Paulo: UNICAMP/Pró-Reitoria de Pesquisa, FRANK, B.; SCHOLL, M.; THEIS, I.M. A percepção dos problemas ambientais pelos professores do ensino fundamental (5ª a 8ª série) da Bacia do Itajaí (SC). Revista de Estudos Ambientais, v.5, n.2 e 3, Mai/Dez GUIMARÃES, E.M.A. Trabalho de campo em Bacias Hidrográficas: os caminhos de uma experiência em Educação Ambiental. Dissertação de Mestrado (Instituto de Geociência. Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Campinas, São Paulo- SP GUIMARÃES, M.M.M.; GOMES, R. L. P.; HECKENDORFF, W. D. Os Aglomerados Subnormais dos vales do Jaguaribe e do Timbó: Análise geo-ambiental e qualidade do meio ambiente. João Pessoa-PB.Projeto de Pesquisa Vale do Jaguaribe, UNIPE, JANSEN, Giane Roberta; VIEIRA,Rafaela; KRAISCH, Raquel. A educação ambiental como resposta à problemática ambiental. In: Fundação Universidade Federal do Rio Grande. Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental, v. 18. Jan/Jun p

26 24 LEMOS, Niedja de Almeida Brito. Bacia Hidrográfica urbanizada e degradação ambiental: O Alto do Vale do rio Jaguaribe João Pessoa (PB). Dissertação de Mestrado (Programa Regional de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio ambiente PRODEMA). Universidade Federal da Paraíba (UFPB), João Pessoa-PB LOZANO, Márcia da Silva; MUCCI, José Luís Negrão. Educação Ambiental em uma Escola da Rede Estadual de Ensino do Município de Santo André: Uma análise situacional. In: Fundação Universidade Federal do Rio Grande. Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental, v. 14. Jan/Junh MAIA, Kércia Maria Pontes. Manancial do Mutuca: percepção ambiental entre jovens do ensino médio no mês comemorativo do dia mundial da água In: CONGRESSO IBERO-AMERICANO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL, 5., Joinville-SC. Resumos... MARIN, A. A; OLIVEIRA, H. T.; COMAR, V. A Educação Ambiental num contexto de complexidade do campo teórico da percepção. Interciência, v. 28, n. 10. Oct/ p MAZZOTTI, Tarso Bonilha. Representação Social de "Problema Ambiental": uma Contribuição à Educação Ambiental. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, v. 78, n. 188/189/190 Jan/Dez p MELO, Antonio Sérgio Tavares. Os aglomerados subnormais dos vales do Jaguaribe e do Timbó: análise geo-ambiental e qualidade do meio ambiente. João Pessoa: UNIPÊ Editora, MELO, N.A; FILHO, M.F.L. Expansão urbana sobre ambientes naturais: o caso da Bacia Hidrográfica do Rio Cuia PB. Anais do VI Congresso Brasileiro de Geografia. Resumos MEYER, Mônica Ângela de Azevedo. Educação Ambiental : uma proposta pedagógica. Em Aberto, Brasília, ano 10, n 49, jan./mar p

27 25 NEULS, G.S. A história da cidade nas páginas dos jornais um olhar sobre os usos da informação ambiental numa escola de Porto Alegre. Monografia de Graduação (Bacharel em Comunicação Social-Jornalismo), Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre-RS, PALMA, I.R. Percepção ambiental da comunidade educativa da UFRGS. Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre-RS, PEIXOTO, C.F. Gestão e percepção ambiental na Estação Ecológica de Juréia- Itatins (SP/Brasil). Presented at "The Commons in an Age of Global Transition: Challenges, Risks and Opportunities," the Tenth Conference of the International Association for the Study of Common Property, Oaxaca, Mexico, RAFAEL, R.L.; SOUZA, G.U.S. A Poluição do Rio Jaguaribe. Anais do Congresso Brasileiro de Extensão, v,1. Resumos... João Pessoa: UFPB/EDUFPB ROSA, Gonçalves Luciene; LEITE, Valderi Soares; SILVA, Mônica Maria Pereira. Concepções de ambiente e educação ambiental de educadores e educadoras de uma escola de formação inicial em pedagogia.in: Fundação Universidade Federal do rio Grande. Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental, v.18 Jan/ Junh p. SAHEB, Daniela; SIESC, Madre Clélia; ASSINELI-LUZ, Araci. As representações de meio ambiente de professores e alunos e a pedagogia de projetos: um estudo de caso em classes de alfabetização. In: Fundação Universidade Federal do Rio Grande. Revista eletrônica do mestrado em educação ambiental, v.16. Jan/Junh p SANTOS, S. A. M., RUFFINO, P. H. P. Proposta do programa de educação ambiental. In: O estudo de bacias hidrográficas uma estratégia para educação ambiental. São Carlos: Rima, SAUVÉ, L. Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável: uma análise complexa. Revista de Educação Pública, v.6, nº10. Jan/Dez 1997.

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