MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE SECRETARIA-EXECUTIVA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE GESTÃO DE PESSOAS

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1 MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE SECRETARIA-EXECUTIVA SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO COORDENAÇÃO-GERAL DE GESTÃO DE PESSOAS DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO, TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO BOLETIM DE SERVIÇO ANO 2011 Nº 10 28/10/2011 1

2 SUMÁRIO 1.SEÇÃO I - Atos Administrativos Página Portaria n 412 de 25/10/2011 GM Portaria n 414 de 25/10/2011- GM Portaria n 415 de 25/10/2011 GM Portaria n 416 de 25/10/2011 GM Portaria n 426 de 27/10/2011 GM Suplemento I da Portaria n 426 de 27/10/2011-GM 36 Suplemento II da Portaria n 426 de 27/10/2011-GM 37 Suplemento III da Portaria n 426 de 27/10/2011-GM 38 Suplemento IV da Portaria n 426 de 27/10/2011-GM Suplemento V da Portaria n 426 de 27/10/2011-GM 56 2

3 Ministério do Meio Ambiente PORTARIA N o 412, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011 A MINISTRA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE, no uso de suas atribuições e tendo em vista as disposições específicas contidas no Decreto n o 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, resolve: Art. 1 o Estabelecer normas e procedimentos relativos ao Programa de Incentivo ao Estudo de Língua Estrangeira-PROLÍNGUE para os servidores do Ministério do Meio Ambiente. Art. 2 o À Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração caberá, no cumprimento ao disposto nesta Portaria, o estabelecimento das orientações complementares, além de dirimir as dúvidas e decidir sobre os casos omissos. Art. 3 o A competência relativa ao PROLÍNGUE é da Divisão de Capacitação, Treinamento e Desenvolvimento da Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas. Art. 4 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. IZABELLA TEIXEIRA 3

4 ANEXO Art. 1 o Poderão ingressar no Programa de Incentivo ao Estudo de Língua Estrangeira-PROLÍNGUE os servidores: I - ocupantes de cargo efetivo pertencentes ao quadro de pessoal e em exercício no Ministério do Meio Ambiente; Ambiente. II - requisitados de órgãos e entidades da Administração Pública; e III - integrantes de carreiras descentralizadas com exercício no Ministério do Meio Art. 2 o O Programa de Incentivo ao Estudo de Língua Estrangeira PROLÌNGUE, será constituído somente dos seguintes idiomas: inglês, espanhol, francês e alemão. Parágrafo único. Não será permitida concessão ao incentivo de mais de um idioma estrangeiro, concomitantemente. do servidor. Art. 3 o O curso de idioma estrangeiro deverá ser realizado fora da jornada de trabalho Art. 4 o Estarão impedidos de usufruir do benefício, os servidores: I - em gozo de licença para tratamento de interesses particulares; II - cedidos para outro órgão; III - aposentados; e IV - em processo de redistribuição. Art. 5 o São critérios de priorização para a concessão do reembolso do pagamento do Programa de Incentivo ao Estudo de Língua Estrangeira-PROLÍNGUE, na seguinte ordem: I - servidor pertencente ao quadro de pessoal do Ministério do Meio Ambiente; II - servidor com maior tempo de efetivo exercício no Ministério do Meio Ambiente; III - servidor com maior pontuação na última Avaliação de Desempenho Individual; IV - servidor que não possua curso de idioma na língua requerida; e V - servidor com menor remuneração. Art. 6 o O servidor participante do Programa de Incentivo ao Estudo de Língua Estrangeira-PROLÍNGUE deverá: I - ter frequência mínima de 80% (oitenta por cento) às aulas; e II - ter aprovação no semestre, para conclusão do curso no prazo previsto pela instituição de ensino. Art. 7 o O Programa de Incentivo ao Estudo de Língua Estrangeira-PROLÍNGUE terá programação semestral, seguindo as normas administrativas do programa orçamentário do Ministério do Meio Ambiente. Art. 8 o O período para solicitação de ingresso no Programa de Incentivo ao Estudo de Língua Estrangeira-PROLÍNGUE ocorrerá nos meses de fevereiro e julho de cada ano. Art. 9 o As propostas de ingresso do servidor no Programa de Incentivo ao Estudo de Língua Estrangeira- PROLÍNGUE deverão ser encaminhadas à Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas, até o dia 10 (dez) dos meses citados no art. 8 o deste Anexo, e deverão ser aprovadas pelo Comitê de Desenvolvimento de Pessoas-CDP no prazo de 7 (sete) dias úteis, por meio de parecer motivado e devolvidos à Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas. 4

5 cada ano. Art. 10. A implementação da bolsa ocorrerá a partir dos meses de março e agosto de Art. 11. Para ingresso no Programa de Incentivo ao Estudo de Língua Estrangeira - PROLÍNGUE é necessário a apresentação da seguinte documentação: I - formulário preenchido de solicitação do benefício e o Termo de Compromisso do Programa de Incentivo ao Estudo de Língua Estrangeira-PROLÍNGUE, disponibilizados na intranet; II - contrato com a instituição de ensino, contendo prazo para conclusão do curso; e III - comprovante de matrícula com identificação do turno matriculado. Art. 12. Somente após a entrega da documentação e aprovação do Comitê de Desenvolvimento de Pessoas-CDP, o servidor fará jus ao Programa de Incentivo ao Estudo de Língua Estrangeira-PROLÍNGUE. Art. 13. Havendo recursos financeiros adicionais, decorrentes de perda do direito à concessão, serão convocados os servidores imediatamente a seguir classificados e não selecionados. Art. 14. Novas solicitações somente poderão ser efetivadas mediante confirmação de disponibilidade orçamentária e financeira. Art. 15. A concessão do incentivo ao estudo de língua estrangeira será na modalidade de reembolso no porcentual de 90% (noventa por cento) da despesa mensal realizada com matrícula, material didático e mensalidade, até o limite de R$ 300,00 (trezentos reais). 1 o Entende-se como material didático, para fins desta Portaria, o livro texto e o livro de exercícios, discriminados na nota fiscal ou recibo. e dicionário. 2 o Não serão considerados como materiais didáticos livros de literatura, gramática Art. 16. A solicitação de reembolso deverá ocorrer dentro do exercício financeiro. Art. 17. O reembolso ficará condicionado à apresentação da nota fiscal da instituição de ensino, ou comprovante de cobrança bancária, com autenticação mecânica de pagamento ou comprovante bancário de quitação, ou recibo de quitação do débito em nome do beneficiário. 1 o Na comprovação do pagamento por meio de cobrança bancária ou do recibo de quitação do débito, deverá constar: I - nome do beneficiário; II - CNPJ da instituição de ensino; III - razão social da instituição de ensino; IV - discriminação do serviço; V - mês e ano da prestação de serviço; e VI - valor da matrícula e/ou mensalidade. 2 o O reembolso deverá ser solicitado à Divisão de Capacitação, Treinamento e Desenvolvimento da Coordenação Geral de Gestão de Pessoas, após o pagamento da mensalidade, acompanhado de documentos de comprovação da despesa conforme especificada no 1 o deste artigo, até o dia 8 (oito) de cada mês ou primeiro dia útil subsequente, nos casos de feriados ou pontos facultativos, gerando um processo por servidor. 3 o Fica vedado o reembolso de mais de uma parcela do incentivo a cada mês, salvo motivo devidamente justificado pelo servidor. Art. 18. Serão excluídos do cálculo do reembolso juros, multas, correção monetária 5

6 ou qualquer outro acréscimo que porventura tenham sido pagos e que deverão vir discriminados na nota fiscal, no comprovante de cobrança bancária ou recibo de quitação, visto que o reembolso será com base no valor real da matrícula e/ou mensalidade. Art. 19. Não serão processados os pedidos que não cumprirem com o estabelecido nos arts. 15, 16 e 17 do anexo desta Portaria. Art. 20. O reembolso deverá ser creditado na conta bancária do servidor, conforme informado no formulário de solicitação ao Programa de Incentivo ao Estudo de Língua Estrangeira- PROLÍNGUE. Art. 21. O Ministério do Meio Ambiente não se responsabilizará por qualquer outro reembolso que não o definido nesta Portaria. Art. 22. Em caso de mudança de estabelecimento de ensino no decorrer do período estipulado no contrato, o servidor deverá arcar com as despesas decorrentes de nova taxa de matrícula. Parágrafo único. A mudança de que trata o caput deste artigo deverá ser informada à Divisão de Capacitação, Treinamento e Desenvolvimento da Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas, antecipadamente, para atualização dos registros cadastrais. Art. 23. No caso de reprovação caberá ao servidor arcar com a despesa correspondente ao período, ao módulo, ao semestre ou ano, conforme o caso, repetido, a fim de continuar usufruindo da concessão no período letivo subseqüente, salvo na hipótese comprovada de força maior ou de caso fortuito, a critério do dirigente máximo do órgão ou entidade Art. 24. A Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas solicitará, quando necessário, declaração expedida pela instituição de ensino constando o motivo da reprovação. Art. 25. Perderá a condição de beneficiário do PROLÍNGUE, ficando obrigado a devolver todo o valor correspondente ao semestre ou ano em curso na ocasião do desligamento, nos termos dos arts. 46 e 47 da Lei n o 8.112, de 11 de dezembro de 1990, salvo na hipótese comprovada de força maior ou de caso fortuito, a critério do dirigente máximo do órgão ou entidade, o servidor que: I - desistir ou abandonar o curso no semestre do benefício; II - afaste-se nas hipóteses de licenças ou afastamentos previstos nos incisos II, IV, VI e VII do art. 81, arts. 94, 95 e 96, da Lei n o 8.112, de 1990, durante o recebimento do benefício de incentivo PROLÍNGUE; e III - for reprovado. Art. 26. O servidor perderá a condição de beneficiário, caso seja exonerado, solicite vacância por posse em outro cargo inacumulável, aposentadoria ou retornar ao seu Órgão de origem durante o recebimento do benefício de incentivo ao PROLÍNGUE, ficando, contudo, desobrigado a devolver o valor recebido. Art. 27. A constatação, a qualquer tempo, da existência de declarações inexatas ou de irregularidades na documentação apresentada, acarretará: I - a imediata interrupção do reembolso; II - a devolução dos valores já ressarcidos pelo Ministério do Meio Ambiente até a data da referida constatação; e III - aplicação das sanções disciplinares cabíveis. Art. 28. É obrigatória a comprovação de aproveitamento ao final do curso, até 30 (trinta) dias após o encerramento do curso. 6

7 Art. 29. As propostas de ingresso do servidor no Programa de Incentivo ao Estudo de Língua Estrangeira-PROLÍNGUE, aprovadas, deverão ser incluídas no Plano Anual de Capacitação-PAC e as realizadas deverão ser informadas no relatório anual das atividades de capacitação do servidor do Ministério do Meio Ambiente. Art. 30. No Plano Anual de Capacitação-PAC será definido o número de servidores que poderão participar do Programa de Incentivo ao Estudo de Língua Estrangeira-PROLÍNGUE, conforme a disponibilidade orçamentária. Art. 31. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação Geral de Gestão de Pessoa da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração, juntamente com o Comitê de Desenvolvimento de Pessoas-CDP. 7

8 MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE PORTARIA N o 414, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011 A MINISTRA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE, no uso de suas atribuições e tendo em vista as disposições específicas contidas no Decreto n o 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, resolve: Art. 1 o Estabelecer normas e procedimentos relativos ao Programa de Incentivo à Graduação-PROGRAD para os Servidores do Ministério do Meio Ambiente. Art. 2 o À Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração caberá, no cumprimento ao disposto nesta Portaria, o estabelecimento das orientações complementares, além de dirimir as dúvidas e decidir sobre os casos omissos. Art. 3 o A competência relativa ao PROGRAD é da Divisão de Capacitação, Treinamento e Desenvolvimento da Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração. Art. 4 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. IZABELLA TEIXEIRA 8

9 ANEXO Art. 1 o Para ingresso no Programa de Incentivo à Graduação-PROGRAD, os servidores deverão atender aos seguintes critérios: I - ser ocupante de cargo efetivo de nível intermediário do quadro de pessoal do Ministério do Meio Ambiente e estar em efetivo exercício no Ministério do Meio Ambiente; II - ter pontuação mínima de 80% (oitenta por cento) na última avaliação de Desempenho Individual; III - ser o primeiro curso de graduação; IV - estar regularmente matriculado em curso superior autorizado ou reconhecido pelo Ministério da Educação; V - não ser beneficiário de bolsa de ensino na instituição em que estiver matriculado ou de qualquer outra bolsa de estudos relativa ao curso em questão; e VI - a instituição de ensino possua, no mínimo, nota 03 (três) no Índice Geral de Cursos das Instituições-IGC do Ministério da Educação. Art. 2 o O Ministério do Meio Ambiente arcará com 90% (noventa por cento) das despesas realizadas com a matrícula e a mensalidade até o limite de R$ 900,00 (novecentos reais), que será reembolsado mensalmente, desde que esteja de acordo com o art. 10 deste Anexo. Art. 3 o Para ingresso no PROGRAD é necessário a apresentação da seguinte documentação: I - formulário preenchido de solicitação do benefício e o Termo de Compromisso do PROGRAD, disponibilizados na intranet; II - certificado de conclusão ou diploma de ensino médio; III - histórico escolar do último semestre ou ano letivo cursado; VI - grade das disciplinas do curso, constando prazo mínimo e máximo para conclusão do curso; V - comprovante de matrícula com identificação do turno matriculado; VI - currículo do servidor; e VII - declaração da instituição de ensino constando a autorização ou o reconhecimento do curso pelo Ministério da Educação e o custo por semestre. Art. 4 o Somente após a entrega da documentação especificada no art. 3 o acima e aprovação do Comitê de Desenvolvimento de Pessoas, o servidor fará jus ao PROGRAD. Art. 5 o Para comprovação, o servidor participante do PROGRAD, deverá entregar semestralmente à Divisão de Capacitação, Treinamento e Desenvolvimento da Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas: I - histórico escolar do último semestre; e II - comprovante de matrícula no semestre. Art. 6 o São critérios de priorização para a concessão do ressarcimento do pagamento de cursos de graduação, na seguinte ordem: I - servidor pertencente ao quadro de pessoal do Ministério do Meio Ambiente; II - servidor com maior tempo de efetivo exercício no Ministério do Meio Ambiente; III - servidor com maior pontuação na última Avaliação de Desempenho Individual; IV - servidor com menor tempo para conclusão do curso; 9

10 V - servidor que apresentar o melhor rendimento acadêmico; e VI - servidor com menor remuneração. Art. 7 o O PROGRAD terá programação semestral, seguindo as normas administrativas do programa orçamentário do Ministério do Meio Ambiente. Art. 8 o O período para solicitação de ingresso no PROGRAD ocorrerá nos meses de fevereiro e julho de cada ano. Art. 9 o A implementação da bolsa ocorrerá nos meses de março e agosto de cada ano. Art. 10. O servidor participante do PROGRAD deverá: I - ter frequência mínima de 80% (oitenta por cento) às aulas; e II - ter aprovação em todos os créditos matriculados no semestre, obedecendo o número de créditos exigidos no semestre de enquadramento para conclusão do curso no prazo previsto pela instituição de ensino. Art. 11. No caso de reprovação em uma ou mais disciplinas, caberá ao servidor ressarcir ao Ministério do Meio Ambiente o(s) valor(es) correspondente(s) a(s) disciplina(s). Não sendo possível quantificar o valor correspondente à disciplina reprovada, será realizado o cálculo do custo com base na média aritmética do semestre, para que possa continuar usufruindo da concessão no período subseqüente, salvo na hipótese comprovada de força maior ou de caso fortuito, a critério do dirigente máximo do órgão ou entidade. Art. 12. O curso de graduação que for parcialmente financiado pelo Ministério do Meio Ambiente deverá ser realizado no período noturno. Art. 13. As propostas de ingresso do servidor no PROGRAD deverão ser encaminhadas à Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas, até o dia 10 (dez) dos meses citados no art. 8º do anexo desta Portaria, e deverão ser aprovadas pelo Comitê de Desenvolvimento de Pessoas-CDP no prazo de 7 (sete) dias úteis, por meio de parecer motivado e devolvidos à Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas. Art. 14. A solicitação de reembolso deverá ocorrer dentro do exercício financeiro. Art. 15. O reembolso ficará condicionado à apresentação da nota fiscal da instituição de ensino, ou comprovante de cobrança bancária, com autenticação mecânica de pagamento ou comprovante bancário de quitação, ou recibo de quitação do débito em nome do beneficiário. Art. 16. O reembolso deverá ser solicitado à Divisão de Capacitação, Treinamento e Desenvolvimento da Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas, após o pagamento da mensalidade, acompanhado de documentos de comprovação da despesa conforme especificada no art. 16 acima, até o dia 08 de cada mês ou primeiro dia útil subsequente, nos casos de feriados ou pontos facultativos, gerando um processo por servidor. 1 o Na comprovação do pagamento por meio de cobrança bancária ou do recibo de quitação do débito, deverá constar: I - nome do beneficiário; II - CNPJ da instituição de ensino; III - razão social da instituição de ensino; IV - discriminação do serviço; V - mês e ano da prestação de serviço; e VI - valor da matrícula e/ou mensalidade. 2 o Fica vedado o reembolso de mais de uma parcela do incentivo a cada mês, salvo motivo devidamente justificado pelo servidor. 10

11 3 o Não serão reembolsados os pagamentos de disciplinas cursadas por dependência/adaptação, recuperação, cursos de verão, taxas para transferência de curso e realização de provas. Art. 17. Serão excluídos do cálculo do reembolso juros, multas, correção monetária ou qualquer outro acréscimo que porventura tenha sido pago, bem como gastos com material didático, que deverão vir discriminados na nota fiscal, no comprovante de cobrança bancária ou recibo de quitação, visto que o ressarcimento será com base no valor real da matrícula e/ou mensalidade. Art. 18. Não serão processados os documentos que não cumprirem com o estabelecido nos arts. 14, 15 e 16 deste Anexo. Art. 19. O reembolso deverá ser creditado na conta bancária do servidor, conforme informado no formulário de solicitação ao PROGRAD. Art. 20. O Ministério do Meio Ambiente não se responsabilizará por qualquer outro reembolso que não o definido nesta Portaria. Art. 21. Em caso de mudança de estabelecimento de ensino no decorrer do ano, o servidor deverá arcar com as despesas decorrentes de nova taxa de matrícula. Parágrafo único. A mudança de que trata o caput deste artigo deverá ser informada à Divisão de Capacitação, Treinamento e Desenvolvimento da Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas, antecipadamente, para atualização dos registros cadastrais. Art. 22. Perderá a condição de beneficiário do PROGRAD, ficando obrigado a devolver todo o valor correspondente ao semestre ou ano em curso na ocasião do desligamento, nos termos dos arts. 46 e 47 da Lei n o 8.112, de 11 de dezembro de 1990, salvo na hipótese comprovada de força maior ou de caso fortuito, a critério do dirigente máximo do órgão ou entidade, o servidor que: I - desistir ou abandonar o curso no semestre do benefício; II - afaste-se nas hipóteses de licenças ou afastamentos previstos nos incisos II, IV, VI e VII do art. 81, arts. 94, 95 e 96, da Lei n o 8.112, de 1990, durante o recebimento do benefício de incentivo PROGRAD; e III - for reprovado. Art. 23. O servidor perderá a condição de beneficiário, caso seja exonerado, solicite vacância por posse em outro cargo inacumulável, aposentadoria ou retornar ao seu Órgão de origem durante o recebimento do benefício de incentivo ao PROGRAD, ficando, contudo, desobrigado a devolver o valor recebido. Art. 24. A constatação, a qualquer tempo, da existência de declarações inexatas ou de irregularidades na documentação apresentada, acarretará: I - a imediata interrupção do reembolso; II - a devolução dos valores já reembolsados pelo Ministério do Meio Ambiente até a data da referida constatação; e III - aplicação das sanções disciplinares cabíveis. Art. 25. É obrigatória a comprovação de aproveitamento ao final do curso, até 30 (trinta) dias após o encerramento do curso. Art. 26. As propostas de ingresso do servidor no PROGRAD, aprovadas, deverão ser incluídas no Plano Anual de Capacitação-PAC e as realizadas deverão ser informadas no relatório anual das atividades de capacitação do servidor do Ministério do Meio Ambiente. 11

12 Art. 27. No PAC será definido o número de servidores que poderão participar do PROGRAD, conforme a disponibilidade orçamentária. Art. 28. O Ministério do Meio Ambiente poderá manter o custeio de incentivo à graduação até o término do curso, desde que cumpridas as exigências previstas neste Anexo e de acordo com a disponibilidade orçamentária. Parágrafo único. Novas solicitações só poderão ser efetivadas mediante confirmação de disponibilidade orçamentária. Art. 29. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração, juntamente com o Comitê de Desenvolvimento de Pessoas-CDP. 12

13 MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE PORTARIA N o 415, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011 A MINISTRA DO MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, no uso das atribuições e tendo em vista o disposto na forma das disposições específicas contidas no disposto no Decreto n o 5.707, de 23 de fevereiro de 2006 e nos termos do art. 96-A da Lei n o 8.112, de 11 de dezembro de 1990, resolve: Art. 1 o Estabelecer normas e procedimentos relativos ao Programa de Incentivo à Pós-Graduação para os Servidores do Ministério do Meio Ambiente. Art. 2 o À Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração caberá, no cumprimento ao disposto nesta Portaria, o estabelecimento das orientações complementares, além de dirimir as dúvidas e decidir sobre os casos omissos. Art. 3 o A competência relativa ao Programa de Incentivo à Pós-Graduação é da Divisão de Capacitação, Treinamento e Desenvolvimento da Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas. Art. 4 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. IZABELLA TEIXEIRA 13

14 ANEXO Art. 1 o Poderão ingressar no Programa de Incentivo à Pós-Graduação os servidores: I - ocupantes de cargo efetivo pertencentes ao quadro de pessoal e em exercício no Ministério do Meio Ambiente; Ambiente. II - requisitados de órgãos e entidades da Administração Pública; e III - integrantes de carreiras descentralizadas com exercício no Ministério do Meio Art. 2 o Para ingresso no Programa de Incentivo à Pós-Graduação os servidores deverão atender os seguintes requisitos: I - não ser beneficiário de bolsa de ensino na instituição em que estiver matriculado ou de qualquer outra bolsa de estudos relativa ao curso em questão; II - ter colado grau em curso superior reconhecido pelo Ministério da Educação em data anterior à da matrícula no curso de pós-graduação pretendido; III - apresentar comprovação de que a instituição de ensino de especialização é credenciada pelo Conselho Nacional de Educação e, na hipótese de mestrado, de avaliação atual do curso pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior-CAPES; IV - ser aprovado no processo seletivo do curso de pós-graduação pretendido; e V - correlação entre o conteúdo do curso com as competências do cargo e as atividades desenvolvidas pelo servidor no âmbito do Ministério do Meio Ambiente. Art. 3 o Para ingresso no Programa de Incentivo à Pós-Graduação é necessária a apresentação da seguinte documentação: I - contrato com a instituição de ensino, contendo prazo para conclusão do curso; II - comprovante de matrícula com identificação do turno matriculado; III - justificativa elaborada pelo servidor e atestada pela chefia imediata, que fundamente a escolha do curso, da instituição pretendida e do tema a ser estudado; IV - formulário preenchido de solicitação para participação no Programa de Incentivo à Pós-Graduação; caso; V - termo de compromisso preenchido; VI - requerimento de solicitação para licença capacitação ou afastamento, se for o VII - cópia do projeto de pesquisa inicialmente apresentado à instituição de ensino superior e indicação do professor orientador, se for possível; VIII - cópia do Currículo Lattes do servidor; IX- programa e estrutura do curso; e X - anuência da chefia imediata e autoridade máxima da unidade, por meio de parecer fundamentado, em formulário próprio. Art. 4 o O Ministério do Meio Ambiente arcará com 90% (noventa por cento) das despesas realizadas com a matrícula e a mensalidade para os cursos de Pós-Graduação Lato Sensu e Mestrado Stricto Sensu até o limite de R$ 1.000,00 (um mil reais) e R$ 1.100,00 (um mil e cem reais), respectivamente, que será ressarcido mensalmente. Art. 5 o Somente após a entrega da documentação e aprovação do Comitê de Desenvolvimento de Pessoas-CDP, o servidor fará juz ao Programa de Incentivo à Pós-Graduação, sendo no exterior, é imprescindível a autorização do Ministro de Estado do Meio Ambiente. 14

15 Art. 6 o Caso haja número de solicitações de cursos de pós-graduação no Brasil ou no exterior e outros cursos elegíveis no exterior que superem a disponibilidade orçamentária do Ministério para esse fim, serão aplicados pelo Comitê de Desenvolvimento de Pessoas-CDP, os seguintes critérios de desempate, com ordem de prevalência em que se apresentam para destinação dos recursos: I - servidor pertencente ao quadro de pessoal do Ministério do Meio Ambiente; II - servidor com maior tempo de efetivo exercício no Ministério do Meio Ambiente; III - a relevância do projeto de pesquisa para desenvolvimento institucional do Ministério do Meio Ambiente, em caso de mestrado; IV - a relevância do curso e do seu conteúdo programático para o desenvolvimento institucional do Ministério do Meio Ambiente, em casos de cursos de especialização; e desempenho. V - favorecer o servidor com a maior nota na última avaliação individual de Art. 7 o O servidor que já tenha participado do Programa de Incentivo à Pós- Graduação lato ou Mestrado stricto sensu custeado pelo Ministério do Meio Ambiente, não poderá ser contemplado por este benefício na mesma modalidade. Art. 8 o O período para solicitação de ingresso no Programa de Incentivo à Pós- Graduação ocorrerá nos meses de fevereiro e julho de cada ano. Art. 9 o A implementação da bolsa ocorrerá nos meses de março e agosto de cada ano. Art. 10. As propostas de ingresso do servidor no Programa de Incentivo à Pós- Graduação deverão ser encaminhadas à Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas, até o dia 10 (dez) dos meses fevereiro e julho, citados no art. 8 o deste Anexo, e deverão ser aprovadas pelo Comitê de Desenvolvimento de Pessoas-CDP. 1 o Compete a Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas a instrução do processo que concluída será submetido ao Comitê de Desenvolvimento de Pessoas-CDP para manifestação no prazo de 7 (sete) dias úteis, por meio de parecer motivado, acerca da relevância e pertinência do tema do curso em relação às atividades do Ministério do Meio Ambiente, do interesse institucional e da excelência da instituição. 2 o A fim de contribuir para a qualidade da pesquisa, bem como para o seu melhor enquadramento em relação às atividades desenvolvidas pelo Ministério do Meio Ambiente, a chefia imediata e o Comitê de Desenvolvimento de Pessoas-CDP podem sugerir adequações e modificações no âmbito do projeto a ser desenvolvido pelo servidor. 3 o Na hipótese de indeferimento, o parecer do Comitê de Desenvolvimento de Pessoas-CDP também deve indicar as razões de fato e de direito que embasam a decisão. 4 o O Comitê poderá deferir pedido formulado pelo servidor público que tenha obtido bolsa junto à agência de fomento, desde que comprovada à relevância do seu projeto para o Ministério. Art. 11. O reembolso ficará condicionado à apresentação da nota fiscal da instituição de ensino, ou comprovante de cobrança bancária, com autenticação mecânica de pagamento ou comprovante bancário de quitação, ou recibo de quitação do débito em nome do beneficiário. Art. 12. O reembolso deverá ser solicitado à Divisão de Capacitação, Treinamento e Desenvolvimento da Coordenação Geral de Gestão de Pessoas, após o pagamento da mensalidade, acompanhado de documentos de comprovação da despesa conforme especificada no art. 11 deste Anexo, até o dia 8 (oito) de cada mês ou primeiro dia útil subsequente, nos casos de feriados ou pontos facultativos, gerando um processo por servidor. 1 o Na comprovação do pagamento por meio de cobrança bancária ou do recibo de 15

16 quitação do débito, deverá constar: I - nome do beneficiário; II - CNPJ da instituição de ensino; III - razão social da instituição de ensino; IV - discriminação do serviço; V - mês e ano da prestação de serviço; e VI - valor da matrícula e/ou mensalidade. 2 o Fica vedado o reembolso de mais de uma parcela do incentivo a cada mês, salvo motivo devidamente justificado pelo servidor. Art. 13. Serão excluídos do cálculo do reembolso juros, multas, correção monetária ou qualquer outro acréscimo que porventura tenha sido pago, bem como gastos com material didático, que deverão vir discriminados na nota fiscal, no comprovante de cobrança bancária ou recibo de quitação, visto que o reembolso será com base no valor real da matrícula e/ou mensalidade. Art. 14. Não serão processados os documentos que não cumprirem com o estabelecido nos arts. 11, 12 e 13 deste Anexo. Art. 15. O reembolso deverá ser creditado na conta bancária do servidor, conforme informado no formulário de solicitação ao Programa de Incentivo à Pós-Graduação. Art. 16. O Ministério do Meio Ambiente não se responsabilizará por qualquer outro reembolso que não o definido nesta Portaria. Art. 17. A solicitação de reembolso deverá ocorrer dentro do exercício financeiro. Art. 18. Perderá a condição de beneficiário do Programa de Incentivo à Pós- Graduação, ficando obrigado a devolver todo o valor correspondente ao semestre ou ano em curso na ocasião do desligamento, nos termos dos arts. 46 e 47 da Lei n o 8.112, de 1990, o servidor que: I - desistir ou abandonar o curso; II - afaste-se nas hipóteses de licenças ou afastamentos previstos nos incisos II, IV, VI e VII do art. 81, arts. 94, 95 e 96, da Lei n o 8.112, de 1990, antes de decorrido igual período ao que esteve participando do incentivo Programa de Incentivo à Pós-Graduação; V - for reprovado; e VI - solicitar exoneração, vacância por posse em outro cargo inacumulável ou aposentadoria, antes de decorrido igual período ao que esteve participando no Programa de Incentivo à Pós-Graduação. Art. 19. Caso o servidor não obtenha o título ou grau que justificou seu afastamento no período previsto, aplica-se o disposto no caput deste art. 18 deste Anexo, salvo na hipótese comprovada de força maior ou de caso fortuito, a critério do dirigente máximo do órgão ou entidade. Art. 20. Excluem-se da obrigação de reembolso previsto no art. 18 do anexo desta Portaria, os servidores cuja aposentadoria se der por invalidez. Art. 21. Caso o servidor requisitado ou em exercício descentralizado retornar ao seu Órgão de origem perderá a condição de beneficiário do Programa de Incentivo à Pós-Graduação, ficando, contudo, desobrigado a devolver o valor recebido. Art. 22. O servidor beneficiário do Programa de Incentivo à Pós-Graduação deverá firmar com o Ministério do Meio Ambiente, termo de compromisso, assumindo: 16

17 I- permanecer no cargo por igual período ao da duração do afastamento; II - concluir o curso e cumprir os requisitos exigidos pela instituição de ensino; III - apresentar o certificado ou declaração de conclusão do curso à Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas, no prazo máximo de 15 (quinze) dias após emissão do mesmo pela instituição de ensino; em questão; e IV - aplicar e multiplicar o conhecimento adquirido durante a participação no curso V - não pedir licença para tratar de interesses particulares, exoneração ou vacância do cargo antes de decorrido igual período ao que estive afastado para realizar a capacitação, salvo mediante antecipada indenização das despesas havidas com o curso. Art. 23. O não cumprimento dos incisos I, II e V implicará na devolução, pelo servidor, dos recursos financeiros investidos pelo Ministério do Meio Ambiente, durante o curso, nos termos dos arts. 46 e 47 da Lei n o 8.112, de Art. 24. Após o término do afastamento ou da obtenção do título, o servidor deverá apresentar à Divisão de Capacitação, Treinamento e Desenvolvimento da Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas em até 15 (quinze) dias: I - exemplar da monografia, dissertação ou tese (versão final), as quais a Divisão de Capacitação, Treinamento e Desenvolvimento da Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas encaminhará ao Centro de Informação e Documentação Ambiental-CID, deste Ministério, aos interessados para pesquisa sobre o assunto tratado e cópia do diploma emitido pela instituição de ensino ou documento similar; II - formulário Avaliação de Reação ao Evento de Capacitação; e III - formulário Relatório de Participação em Evento, indicando as disciplinas cursadas, as atividades, trabalhos realizados e o desenvolvimento da pesquisa. Art. 25. O afastamento do servidor será admitido desde que sua participação no curso de pós-graduação lato sensu e Mestrado stricto sensu em instituição de curso superior no País não possa ocorrer simultaneamente com o exercício do cargo ou mediante compensação de horário, nos termos do art. 96-A da Lei n o 8.112, de o No caso de curso de pós-graduação lato sensu e Mestrado stricto sensu, o servidor poderá afastar-se do serviço, com fulcro na norma do art. 87 da Lei n o 8.112, de 1990 ou nos termos do art. 96-A da Lei n o 8.112, de o O deferimento de afastamento para realização de programas de mestrado somente será concedido aos servidores titulares de cargos efetivos no Ministério do Meio Ambiente há pelo menos 3 (três) anos, incluído o período de estágio probatório, que não tenham se afastado por licença para tratar de assuntos particulares, para gozo de licença capacitação ou com fundamento no 2 o, do art. 96-A da Lei n o 8.112, de 1990 nos 2 (dois) anos anteriores à data da solicitação do afastamento. 3 o Não será considerado nova solicitação de afastamento para o exterior e sim seguimento do período de afastamento, o retorno tenha por objeto a apresentação de trabalho ou de defesa de tese, indispensável à obtenção do correspondente título, após o tempo de permanência no Brasil, dedicado à preparação do trabalho ou da tese, ressalvada a exigência de autorização do Ministro de Estado do Meio Ambiente, devidamente publicada no Diário Oficial da União-DOU até o início do curso. Art. 26. O servidor afastado para cumprir programa de longa duração deverá comunicar à Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas o início do seu recesso escolar, para que suas férias sejam marcadas, ex-ofício, de modo a que ambas coincidam. 17

18 Art. 27. A constatação, a qualquer tempo, da existência de declarações inexatas ou de irregularidades na documentação apresentada, acarretará: I - a imediata interrupção do reembolso; II - a devolução dos valores já reembolsados pelo Ministério do Meio Ambiente até a data da referida constatação; e III - aplicação das sanções disciplinares cabíveis. Art. 28. No Plano Anual de Capacitação-PAC será definido o número de servidores que poderão participar do Programa de Incentivo à Pós-Graduação, conforme a disponibilidade orçamentária. Parágrafo único. Novas solicitações só poderão ser efetivadas mediante confirmação de disponibilidade orçamentária. Art. 29. Para os cursos de pós-graduação a serem realizados no exterior ou quando o programa de capacitação exigir dedicação integral e exclusiva do servidor e forem custeados pelo Ministério do Meio Ambiente, somente serão autorizados, observados os seguintes prazos: I - até 24 (vinte e quatro) meses para mestrado; e II - até 12 (doze) meses para especialização. Art. 30. Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração, juntamente com o Comitê de Desenvolvimento de Pessoas-CDP. 18

19 MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE PORTARIA N o 416, DE 25 DE OUTUBRO DE 2011 A MINISTRA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE, no uso de suas atribuições e tendo em vista as disposições específicas contidas no Decreto n o 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, resolve: Art. 1 o Estabelecer normas e procedimentos relativos à implementação da Política de Desenvolvimento dos servidores do Ministério do Meio Ambiente. Art. 2 o À Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração caberá no cumprimento ao disposto nesta Portaria, o estabelecimento das orientações complementares, além de dirimir as dúvidas e decidir sobre os casos omissos. Art. 3 o A competência relativa à capacitação e treinamento é da Divisão de Capacitação, Treinamento e Desenvolvimento da Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração. Art. 4 o Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Art. 5 o Fica revogada a Portaria n o 23, de 19 de março de 2007, publicada no Diário Oficial da União de 21 de março de 2007, Seção 1, página 86. IZABELLA TEIXEIRA 19

20 ANEXO NORMAS E PROCEDIMENTOS DE CAPACITAÇÃO Art. 1 o Capacitação é um processo permanente e deliberado de aprendizagem, com o propósito de contribuir para o desenvolvimento de competências institucionais por meio do desenvolvimento de competências individuais. Art. 2 o Os eventos de capacitação serão classificados quanto: I - às formas de treinamento: a) atualização: visa à renovação de conhecimentos, habilidades e atitudes do servidor, buscando sua adaptação às mudanças sociais, ambientais, culturais e tecnológicas, assim como a qualidade de seu desempenho funcional; b) formação: visa atender à qualificação básica dos servidores, fornecendo meios de desenvolver habilidades, atitudes e conhecimentos indispensáveis ao seu adequado desempenho; c) aperfeiçoamento: visa desenvolver as competências gerenciais e as potencialidades do servidor, de forma a prepará-lo para a otimização dos resultados no desempenho de suas funções; d) pós-graduação: visa o aprimoramento do profissional graduado em nível superior, direcionado para especialização (lato sensu), mestrado, doutorado e pós-doutorado (stricto sensu), visando o crescimento profissional do servidor e à aplicação de novos conhecimentos na instituição; e e) ambientação: visa fornecer orientação geral aos servidores sobre o contexto organizacional, o conhecimento, a aplicação de normas e procedimentos da Administração Pública indispensáveis ao desempenho de suas funções, assim como de seus direitos e deveres; II - à duração: a) curta: aqueles com carga horária igual ou inferior a 88 horas; b) média: aqueles de aperfeiçoamento, com carga horária superior a 88 horas e inferior a 360 horas; e c) longa: aqueles de extensão, com carga horária igual ou superior a 360 horas; III - à forma de contratação: a) aberto: promovidos por instituições públicas e privadas que oferecem eventos a um público aberto e diversificado; b) fechado: promovidos especificamente para servidores do Ministério, podendo ser ministrados por instrutores internos, externos ou instituições contratadas para esse fim; e c) Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso: instrutoria interna, de acordo com art. 76-A da Lei n o 8.112, de 11 de dezembro de 1990; IV - à finalidade do treinamento: a) Técnico Operacional: visa atender as necessidades de formação e qualificação técnica, propiciando o desenvolvimento de habilidades imprescindíveis ao adequado desempenho das tarefas típicas de sua área de atuação; e b) Técnico Gerencial: visa desenvolver habilidades necessárias ao desempenho da função gerencial. 20

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