FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS DE SÃO PAULO HENRIQUE OTI SHINOMATA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS DE SÃO PAULO HENRIQUE OTI SHINOMATA"

Transcrição

1 FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS DE SÃO PAULO HENRIQUE OTI SHINOMATA RETORNO SOBRE O INVESTIMENTO DE UM PROGRAMA DE ATENÇÃO DOMICILIAR EM UMA SEGURADORA ESPECIALIZADA EM SAÚDE SÃO PAULO 2007

2 HENRIQUE OTI SHINOMATA RETORNO SOBRE O INVESTIMENTO DE UM PROGRAMA DE ATENÇÃO DOMICILIAR EM UMA SEGURADORA ESPECIALIZADA EM SAÚDE Dissertação apresentada à Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Administração de Empresas. Área de concentração: Administração e Planejamento em Saúde. Campos de conhecimento: Administração Hospitalar e Sistema de Saúde Orientador: Prof. Dr. Álvaro Escrivão Júnior. SÃO PAULO 2007

3 Shinomata, Henrique Oti Retorno sobre o investimento de um programa de atenção domiciliar em uma seguradora especializada em saúde / Henrique Oti Shinomata f. Orientador: Álvaro Escrivão Júnior. Dissertação (MPA) - Escola de Administração de Empresas de São Paulo. 1. Medicina preventiva. 2. Saúde - Administração. 3. Seguro-saúde. 4. Economia da saúde. 5. Atenção domiciliar. I. Escrivão Junior, Álvaro. II. Dissertação (MPA) - Escola de Administração de Empresas de São Paulo. III. Título. CDU

4 HENRIQUE OTI SHINOMATA RETORNO SOBRE O INVESTIMENTO DE UM PROGRAMA DE ATENÇÃO DOMICILIAR EM UMA SEGURADORA ESPECIALIZADA EM SAÚDE Dissertação apresentada à Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Administração de Empresas. Área de concentração: Administração e Planejamento em Saúde. Campos de Conhecimento: Administração Hospitalar e Sistema de Saúde. Orientador: Prof. Dr. Álvaro Escrivão Júnior. Data de aprovação: 03/05/2007 Banca examinadora: Prof. Dr. Álvaro Escrivão Júnior (Orientador) FGV-EAESP Profª. Dra. Ana Maria Malik FGV-EAESP Prof. Dr. Olímpio José Nogueira Viana Bittar Faculdade de Saúde Pública FSP USP SÃO PAULO 2007

5 Aos meus pais, Aline e Pedro Henrique. Obrigado pela compreensão e pelo amor.

6 AGRADECIMENTOS Ao meu orientador, Dr. Álvaro Escrivão Júnior, pela paciência e pela dedicação em compartilhar a sua sapientia durante todo esse período de crescimento intelectual. À Unimed Seguros, pela iniciativa de investir no aprimoramento profissional e intelectual dos seus colaboradores. À Dra. Ana Maria Malik, pelo exemplo de empreendedorismo e cultura, mas, principalmente, pela postura irradiante diante das dificuldades. Ao Professor João Carlos Douat, pela total disponibilidade de ensinar e apoiar, será sempre um modelo de docente para mim. À Dra. Andrea Bancher, nunca te vi, sempre te admirei, muito obrigado! Ao Dr. Marcos Fumio Koyama, pela amizade e pela dedicação. Aos anjos da guarda Vanessa S. Chaer Kishima, Aline Cassi Yukimitsu e Leila Dall Acqua, da FGV, sempre dispostas a levantar os ânimos em todas as situações. Aos meus amigos, colegas e companheiros do MPA, pelo longo caminho percorrido juntos. À minha tia Célia, ao primo Fábio, pela ajuda voluntária inesperada, fiquei muito agradecido. E a todos que torceram para que conseguisse fechar esse ciclo da minha vida.

7 (...) É Deus quem governa o mundo, não nós. Prestamos-lhe apenas o nosso serviço, por quanto podemos e até onde ele nos dá a força. Mas, fazer tudo o que nos for possível e com a força de que dispomos, tal é o dever que mantém o servo bom de Cristo sempre em movimento (...) Bento XVI, Deus Caritas Est, 2005

8 RESUMO O objetivo do presente trabalho é apresentar possíveis aplicações de métodos de avaliação financeira em práticas preventivas de uma seguradora especializada em saúde, especificamente na atenção domiciliar, utilizando conceitos de valor presente líquido (VPL), taxa interna de retorno (TIR), retorno sobre o investimento (ROI), retorno sobre o patrimônio (ROE em inglês, return on equity) e valor econômico adicionado (EVA em inglês, economic value added), e, adaptados para uma análise gerencial, não-contábil, para conseguir demonstrar a contribuição destes para atingir uma análise mais consistente da atenção domiciliar estudada. Os resultados obtidos mostraram a viabilidade na aplicação desses indicadores financeiros para analisar os programas de atendimento domiciliar, e são necessários mais estudos para verificar também a aplicabilidade em programas de medicina preventiva. Palavras-chave: Medicina preventiva, Planos de saúde, Saúde-administração, Gestão em saúde, Programas preventivos, ROI Saúde, ROE Saúde, Economia em saúde, Atenção domiciliar.

9 ABSTRACT The goal of the present work is to show possible applications of methods of financial evaluation in preventive practice of an insurance company specialized in health, specifically in the domiciliary attendance using concepts of net present value (NPV), internal rate of return (IRR), return on investment (ROI), return on equity (ROE) and economic value added (EVA ), and adapted for a managerial analysis, not countable, to demonstrate the contribution of the same ones to reach a more consistent analysis of the studied domiciliary attendance. The results have shown the viability in the application of these financial ratios to analyze the programs of domiciliary attendance, and are necessary more studies to also verify the applicability in programs of preventive medicine. KEYWORDS: Preventive medicine, Preventive plans of health, Health-administration, Management in health, Programs, ROI - Health,.ROE - Health, Health economics, domiciliary attendance, Homecare.

10 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ANS BOVESPA CAPM CID DALY DMAA DRE EAP EVA HRA IANs IRR NCCDPHP NPV OMS OPAS P/L QALY RPM ROE ROI SAD TIR VPL WACC WHO YLD YLL Agência Nacional de Saúde Suplementar Bolsa de Valores de São Paulo Capital Asset Pricing Model Classificação Internacional de Doenças Carga de Doença (Disability Adjusted Life of Years) Disease Management of America Demonstrativo do Resultado do Exercício Employee Assistance Program Valor Econômico Adicionado (Economic Value Added) Análise Crítica dos Riscos de Saúde (Health Risk Appraisal) Informações Adicionais nas Informações Anuais Internal Rate of Return National Center for Chronic Disease Prevention and Health Promotion (Centro Nacional para Prevenção de Doenças Crônicas e Promoção da Saúde) Net Present Value Organização Mundial de Saúde Organização Panamericana de Saúde Preço/Lucro Quality Adjusted Life Years Remote Patient Monitoring Return on Equity Return on Investment Serviço de Atenção Domiciliar Taxa Interna de Retorno Valor Presente Líquido Weighted Average Cost of Capital World Health Organization Anos de vida vividos com incapacidade (Years Lived with Disability) Anos de vida perdidos por morte prematura (Years of Life Lost)

11 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO PROGRAMA E AÇÕES DE MEDICINA PREVENTIVA E PRÁTICAS RELACIONADAS DEFINIÇÕES E CONCEITOS A importância da medicina preventiva MOTIVAÇÃO PARA INCORPORAÇÃO PRINCIPAIS PRÁTICAS NO GERENCIAMENTO DE DOENÇAS DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS DE GERENCIAMENTOS DE DOENÇA O RELATÓRIO DA OMS (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE, 2005) SOBRE DOENÇAS CRÔNICAS O Brasil no relatório da OMS O PASSADO, O PRESENTE E O FUTURO NATIONAL CENTER FOR CHRONIC DISEASE PREVENTION AND HEALTH PROMOTION (NCCDPHP) O EXEMPLO AMERICANO NO TRATO DAS DOENÇAS CRÔNICAS ATENÇÃO DOMICILIAR (HOMECARE) GRANDES TENDÊNCIAS Métodos para priorizar os gastos com a assistência com saúde Escala de ponderação de benefícios Quality Adjusted Life Years (QALY) Disability Adjusted Life of Years (DALY) Carga de Doença ASPECTOS ECONÔMICOS FINANCEIROS DEFINIÇÕES E CONCEITOS CUSTO DE CAPITAL NOVO MERCADO DA BOVESPA, FUNDOS DE RISCO, FUNDOS DE HEDGE, PRIVATE EQUITY Fundos de Capital de Risco (Hedge Funds e Private Equity) INDICADORES FINANCEIROS Retorno sobre o investimento (ROI) Valor Presente Líquido (VPL) ou Net Present Value (NPV) Taxa Interna de Retorno (TIR) ou Internal Rate of Return (IRR) Retorno sobre o Patrimônio ou Return On Equity (ROE)... 51

12 3.4.5 Valor econômico adicionado ou Economic Value Added (EVA) RELAÇÃO COM O MERCADO DE SAÚDE OBJETIVO METODOLOGIA LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO LEVANTAMENTO DAS PRÁTICAS PREVENTIVAS EM UMA SEGURADORA ESPECIALIZADA EM SAÚDE IDENTIFICAÇÃO DOS INDICADORES FINANCEIROS RESULTADOS E DISCUSSÃO CUSTOS DA AÇÃO PREVENTIVA INDICADORES FINANCEIROS CONSIDERAÇÕES FINAIS...64 REFERÊNCIAS GLOSSÁRIO... 75

13 12 1 INTRODUÇÃO Este trabalho analisa o uso de alguns conceitos e métodos da teoria e da prática das Finanças Corporativas na análise de programas desenvolvidos nas empresas de saúde. Iniciaremos apontando alguns conceitos de medicina preventiva e de finanças corporativas, depois mostraremos os resultados do programa de atenção domiciliar (Homecare) de uma seguradora especializada em saúde e discutiremos as relações entre esses conceitos com a tomada de decisão estratégica da empresa, com o intuito de estimular o interesse dos investidores e a valorização das empresas. Conscientes do impacto do crescimento dos gastos com o pagamento de serviços prestados aos seus beneficiários, as operadoras de planos estão tentando diminuir as despesas por meio de programas que visam a prevenir a ocorrência de doenças e diminuir o custo dos tratamentos. (BANCHER, 2004). Porém, esses programas também geram custos para as operadoras, que necessitam demonstrar aos seus controladores, acionistas, financiadores, entre outros, a viabilidade financeira destes. Como aponta Sammer (2006): business is not content to simply throw money at the problem; they want to measure the financial return from their wellness programs. Assim, é muito importante que os profissionais da saúde conheçam essa relação e utilizem-na nos aspectos práticos do seu trabalho. Diversos estudos têm demonstrado que, quando algumas ações implantadas melhoram a qualidade de vida dos beneficiários e, conseqüentemente, diminuem a utilização de recursos de saúde, o indicador de retorno do investimento- Return on Investment (ROI) demonstra com facilidade os resultados financeiros (BLASSINGAME, 2004). Um exemplo recente é o trabalho de Curtin (2006), que utilizou o ROI para o cálculo do pagamento de incentivos aos prestadores em um ambiente de remuneração por desempenho (pay for perfomance). Os executivos da saúde aprendem com a experiência a superar as demandas rotineiras, mas também devem ser capazes de responder a outros desafios. A profissionalização da gestão na área de saúde não é mais uma vantagem competitiva entre as instituições, e sim um determinante básico, como na maioria dos outros setores da economia. (ESCRIVÃO, 2003). Para Escrivão e Picchiai (2007), os gestores precisam:

14 13 ter o conhecimento da estrutura organizacional ideal das operadoras, do perfil dos recursos humanos qualificação e qualidade, dos processos críticos de sucesso, dos fluxos de relacionamento com os demais stakeholders do setor e dos indicadores estratégicos de gestão de desempenho institucional... Nesse cenário, torna-se imprescindível que a gestão das operadoras seja exercida por profissionais e com sólida formação em administração em saúde e competência para utilizar intensamente a tecnologia de informação e adotar formas de gestão inovadoras. Outro aspecto a ser trabalhado pelo gestor é o da qualidade, o que implica, segundo Bittar (2005), demonstrar a efetividade, a eficácia, a produtividade e os custos na provisão de programas, serviços, ações das unidades de saúde. Para serem mais completos, os gestores também precisam entender como se comporta o mercado financeiro em relação às empresas, utilizando conhecimentos presentes na esfera da teoria financeira. Esse conhecimento ajuda a entender o cenário atual da saúde e também a fazer a pergunta certa quando aparecem novos problemas e mudanças na organização para serem analisados. Além disso, aponta os assuntos que não são relevantes. (BREALEY et al, 2006). Ou seja, o uso de conceitos e métodos econômico-financeiros poderá auxiliar a resolução prática de vários problemas de decisão e controle de rentabilidade em uma empresa de saúde. Segundo Howe (2005), são características desejadas desse novo gestor: identificar o conhecimento fundamental aplicável e utilizar métodos científicos para aumentá-lo; validar casos de negócios com proposta de valor que contribui positivamente nos resultados clínicos e financeiros; reconhecer e integrar-se ao sistema de saúde; certificar os profissionais; efetuar a acreditação de organizações; formalizar estudos acadêmicos e programas de educação continuada; normatizar práticas médicas; desenvolver um código de ética para os negócios salientando os assuntos éticos legais únicos para atuar como gestor. Iniciaremos apontando alguns conceitos de medicina preventiva e de finanças corporativas; posteriormente apresentaremos os resultados do programa de Atenção domiciliar (Homecare) da seguradora especializada em saúde e discutiremos as relações desses conceitos com a tomada de decisões estratégicas da empresa, com o intuito de estimular o interesse dos investidores e a valorização das empresas.

15 14 2 PROGRAMA E AÇÕES DE MEDICINA PREVENTIVA E PRÁTICAS RELACIONADAS No presente capítulo, iremos abordar o conceito de Medicina Preventiva e a relevância de alguns de seus programas e práticas relacionadas. A identificação dos fatores de risco responsáveis pelo aumento do custo da saúde é um importante passo para a redução dos custos da assistência à saúde. Embora o retorno do investimento seja difícil de ser mensurado, as empresas que implementaram programas de promoção à saúde tiveram um impacto importante na utilização dos serviços e produtos, bem como nos seus custos. (GONZALEZ, 2007). 2.1 Definições e conceitos Partiremos da obra clássica de Leavell e Clark (1965), Preventive Medicine for the doctor in his community, para definir a medicina preventiva e posicionar alguns programas e práticas relacionadas realizados por empresas de saúde dentro dessa definição. A Medicina Preventiva é a ciência e a arte de evitar doenças, prolongar a vida e promover a saúde física e mental. (LEAVELL; CLARK, 1976, p. 7). A partir deste conceito, esses autores definem um modelo da história natural das doenças para identificar os pontos de intervenção, ou níveis de aplicação das medidas preventivas. O processo saúde-doença é analisado como um sistema evolutivo, no qual existem momentos de atuação preventiva para minimizar a progressão da doença. Apresentam o conceito da tríade ecológica, que representa a interação entre fatores causais relacionados ao agente, ao hospedeiro e ao ambiente, o que explica o processo doença com o conceito de multicasualidade, isto é, existe uma interdependência entre eles para o aparecimento da doença.

16 15 Inter-relações de fatores ligados ao agente, ao hospedeiro e ao meio ambiente Período de Pré-Patogênese Promoção Saúde da Prevenção Primária Proteção Específica Reação do HOSPEDEIRO ao ESTÍMULO Período de Patogênese Diagnóstico precoce e Pronto-Atendimento Prevenção Secundária Limitação da Invalidez Reabilitaçã o Prevenção Terciária Quadro 1 Níveis de aplicação de medidas preventivas na história natural da doença Fonte: Adaptado de LEAVELL e CLARK (apud BANCHER, 2004). Conforme o quadro 1., o período que antecede a patogênese (doença), se configura Prevenção Primária, no qual aparecem dois níveis: Promoção da Saúde e Proteção Específica. O primeiro nível (Promoção da Saúde) tem ações que promovem o bem-estar geral mais voltado para a manutenção do estado de saúde, sem atuar em uma doença específica. No segundo nível (Proteção Específica) existe um enfoque dirigido a patologias específicas, e aqui incorpora-se o sentido de prevenção de doenças comumente reconhecido pelas pessoas. No período de patogênese, a doença está instalada, e teremos os outros níveis de aplicação de medidas preventivas. Aqui inicia-se a prevenção secundária, com dois processos de aplicação das medidas preventivas: diagnóstico precoce/pronto-atendimento e limitação da invalidez. O primeiro processo é também conhecido como detecção precoce e tratamento imediato, ou como busca ativa de casos, e é constituído de ações de busca ativa de uma doença já instalada, e realizar o melhor tratamento possível para impedir a sua progressão e tentar chegar à sua cura. O objetivo destas ações é o de interromper a evolução da doença com a aplicação de medidas preventivas, visando a limitar a invalidez, o último nível da prevenção secundária. O último nível de prevenção (terciária) é a Reabilitação, que se refere a medidas que previnem as complicações da doença em curso. Esse modelo proposto por Leavell e Clark, apesar de antigo, ainda é importante, pois predomina na formulação de políticas e de programas de intervenção sobre os problemas de saúde na maioria dos países (ESCRIVÃO, 1998, p. 8), embora modificado pela contribuição de outros autores.

17 16 É possível observar que tal prática tem sido aplicada como forma de promover a qualidade da saúde da população e diminuir a utilização dos serviços oferecidos. Modificando o foco para o gerenciamento de pacientes com doenças crônicas, ressalta-se a obrigatoriedade da inclusão deste grupo de risco como conseqüência da implementação da lei 9656/98 que regulamentou a saúde suplementar. Em relação a isso, o relatório Preventing Chronic Disease: A Vital Investment (Prevenindo Doenças Crônicas: um investimento Vital), apresentado em 2005 pela Organização Mundial de Saúde (OMS), traz dados concretos sobre o volume dos doentes crônicos no mundo e programas gerados com o intuito de reverter este quadro. O Brasil não se encontra ausente deste relatório, apresentando um quadro em que mais de 60% de todas as mortes no país estão relacionadas às doenças crônicas. No entanto, a referência a este relatório não se limita a apresentar números estritamente negativos, uma vez que nele são identificadas as possibilidades de gerenciamento deste problema. Para tal, serão apresentados dados do National Center for Chronic Disease Prevention and Health Promotion (NCCDPHP Centro Nacional para Prevenção de Doenças Crônicas e Promoção da Saúde), com sede nos Estados Unidos, que atua na área de prevenção e controle de doenças crônicas. Outro foco deste capítulo é a Atenção Domiciliar (Homecare) que é definida como termo genérico que envolve ações de promoção à saúde, prevenção, tratamento de doenças e reabilitação desenvolvidas em domicílio (BRASIL, 2006). Como tem essa característica de prevenir e de reabilitar as complicações das doenças, pode-se classificá-la dentro da prevenção terciária proposta por Leavell e Clark, e que Bancher (2004) cita como uma prática relacionada à medicina preventiva. E, por fim, mostrar a sua relevância dentro da saúde suplementar, exemplificando, com a apresentação de um estudo sobre atenção domiciliar realizado em uma seguradora especializada em saúde, no ano de Trata-se, assim, de um capítulo que trabalha a questão da saúde pela perspectiva preventiva, cujos instrumentos de análise não refletem apenas a saúde da população, mas também a saúde financeira das empresas; tornando-se as

18 17 práticas preventivas nas empresas uma proposta viável e adequada aos desafios do setor da saúde suplementar A importância da medicina preventiva Medicina Preventiva é uma designação que indica uma série de medidas que são tomadas no sentido de se exercer uma valorização da saúde enquanto ela existe, justificando, desta forma, ações tomadas como esforço para sua manutenção. As medidas preventivas utilizadas pelas empresas do setor privado podem ser classificadas: Primárias quando atinge uma população sem doenças, mas que de alguma forma está exposta a algum tipo de risco em tê-las. Trata-se de uma prevenção que se situa na esfera educativa, possibilitando o acesso ao conhecimento da saúde e a fatores de risco que porventura os usuários estejam expostos. É disseminada de diversas formas, podendo ser por orientações médicas, campanhas, folhetos educativos ou outros meios e recursos similares. Trata-se, assim, de um instrumento que motiva o indivíduo a desenvolver hábitos e costumes positivos para sua saúde. Secundárias quando a doença já está instalada, mas ainda há a ausência de manifestações clínicas. Objetiva, desta forma, minimizar o quadro clínico do paciente. Terciárias são voltadas aos doentes crônicos, portadores de quadros complexos de saúde e que necessitam de um acompanhamento constante, o que é feito por equipes médicas e com participação de cuidadores (pessoas do convívio do paciente). Leavell e Clark (1976) denominam este nível como reabilitação. Segundo eles, a Reabilitação corresponde ao último nível de prevenção (terciária), uma vez que as medidas aplicadas visam a prevenir as complicações da doença já instalada. A medicina preventiva recebe, pela dimensão que atinge, nomes como arte e ciência (LEAVELL; CLARK, 1976, p. 7). Sua aplicação e eficácia promovem não apenas o impedimento em relação ao surgimento da doença, mas atuam também evitando, ou até mesmo atrasando, o progresso de determinada doença.

19 18 Do ponto de vista de sua aplicação, a medicina preventiva tem sido historicamente utilizada pelo poder público como forma de promover a saúde da população e diminuir a utilização dos serviços por ele oferecidos, visando, assim, a oferecer um atendimento de melhor qualidade. É importante ressaltar que medidas de natureza preventiva são também aplicadas pelo próprio indivíduo que, ao adotar iniciativas às vezes simples, apropria-se de uma melhor condição de vida e saúde. 2.2 Motivação para incorporação As principais motivações das empresas de planos de saúde no sentido de atuarem a partir desse modelo de assistência são, segundo Bancher (2004): redução de custos assistenciais, satisfação do cliente, marketing, avaliação externa da qualidade do plano para a acreditação, melhora das condições de saúde da população de beneficiários e competição de mercado. Mas, tudo isso se resume na proposta de valor de cada ação ou prática para os diversos atores do sistema de saúde. Os principais aspectos de valor na saúde são: valor clínico, valor financeiro, valor educacional e valor-satisfação do paciente. Como exemplificado no quadro 2 da página seguinte.

20 19 Eventos agudos Doença crônica comum Outras doenças Doenças raras Exemplo Clínico Financeiro Educacional Satisfação Pacientes de Coordenação Custo evitado Aprendizado Percepção alto custo do no de cada de toda atendimento, atendimento situação equipe intensa em prontosocorro comunicação entre a equipe Diabetes, -valores dos Total de Habilidades Foco no insuficiência testes clínicos despesas de autogestão paciente; cardíaca, Melhora dos médicas da doença, médicoassistente pneumopatias, sinais e reduzidas redução do doença sintomas pelas risco com bônus coronariana melhores práticas realizadas Dor lombar, Controle dos Total de Conhecimento Foco no hepatite c, sintomas, despesas adquirido e paciente fibrilação atrial, manter estado médicas habilidades osteoporose de saúde reduzidas requeridas pelas para a melhores condição práticas Myasthenia gravis, artrite reumatóide, fibrose cística Triagem Hepatite c, depressão, diabetes, câncer, mamografia, densitometria ossea População Aquisição de exposta conhecimento, triagem por sintomas, aconselhament o de saúde Prevenção primária Uso do cinto de segurança, tabagismo, planejamento familiar, ácido fólico Polimedicação, medicações complexas Controle dos sintomas, manter o estado de saúde, manter resultados dos exames laboratoriais Diagnóstico precoce, estagio da doença Utilização dos recursos de assistência medica Anular eventos clínicos adversos os realizadas Custo das medicações e procedimentos, controle das internações Total de despesas médicas durante um período de 3 a 5 anos Total de despesas médicas durante um período de 3 a 5 anos, ênfase no direcionament o da utilização Custo de eventos específicos de utilização dos recursos de saúde Taxa de aderência por medicação Farmácia Taxa de reações adversas por medicação Quadro 2- Proposição de Valor para o Gerenciamento de doenças Fonte: HOWE, Monitorament o específico, autogestão da doença Consciência da condição de doença, mensuração do risco evitado Educação geral Tópicos específicos de prevenção primária Educação da medicação especifica Paciente e medicoassistente e possivelme nte de outro integrante da equipe Paciente e empregador Paciente e empregador Paciente e empregador Paciente

21 Principais práticas no gerenciamento de doenças O gerenciamento de doenças tornou-se uma preocupação efetiva das empresas integrantes do mercado da assistência à saúde suplementar, tendo em vista o novo perfil instalado a partir da entrada em vigor da lei 9.656/98 da ANS que, entre outras coisas, contempla o associado pertencente a este grupo específico com doenças crônicas. O termo gerenciamento de doenças crônicas é geralmente associado a um sistema de comunicação e intervenções coordenadas que melhoram o controle e/ou a prevenção da piora das condições dos pacientes com patologias crônicas (DISEASE MANAGEMENT ASSOCIATION OF AMERICA, 2005). Em geral, incluem atividades de suporte no relacionamento médico/ paciente e cuidados de saúde que previnem eventos agudos e complicações, usando protocolos de medicina baseados em evidências, estratégias de autosuficiência dos pacientes e avaliações clínicas, qualidade de vida, resultados financeiros e o resultado de melhora no status de saúde. (BOLIN et al, 2003). Pacientes que participam desses programas atingem uma melhor condição de saúde, e sua freqüência aos serviços de emergência diminui. (KASH et al, 2005). Reflexões sobre esta questão foram feitas por Koyama (2005), as quais estão presentes em estudos como os de Gama (2003), e que refletem sobre as particularidades seletivas e de risco que rondam este setor. Entre as seletivas, o autor destaca a chamada seleção de risco. Antes da lei 9.656/98, não havia cobertura mínima definida para os planos e seguros de saúde, sendo esta estabelecida unicamente pelos contratos firmados entre a operadora e o beneficiário. Conseqüentemente, o que se observava eram os mais variados tipos de exclusões de cobertura e restrições do acesso a serviços e procedimentos médico-hospitalares. Algumas operadoras excluíam de seus contratos as doenças crônicas e degenerativas, doenças infecciosas, doenças préexistentes, doenças mentais, exames e tratamentos de alto custo, ou apresentavam limitações para a utilização de procedimentos e dias de internação, além de restrições de idade para acesso e permanência no plano. Parte destas restrições são proteções que as operadoras de saúde utilizam para não incorporar os

22 21 indivíduos de maior risco, cujos gastos esperados são maiores que o previsto, a denominada seleção de risco. (underwritting). Orientação médica por telefone: O gerenciamento de doenças é realizado via telefone, e o maior desafio é envolver o paciente logo no primeiro contato; é uma prática pró-ativa agindo antes do evento, assim a adesão tem que ser efetiva. A segunda chamada telefônica seria a confirmação dos dados, o início da história clínica do paciente e informações das medicações em uso, como, por exemplo, a prescrição, se possui a medicação em casa, se toma regularmente, conhecimento dos efeitos da droga, dosagem, interações com outros medicamentos, entre outros. Além disso, constitui-se um ótimo momento de ensinar maneiras adequadas de cuidados e aspectos da doença. Alguns serviços têm uma lista dos principais problemas que podem ocorrer e a conduta a ser tomada, sendo uma grande oportunidade de uma intervenção efetiva, evitando, por exemplo, a ida desnecessária ao pronto-socorro. Gerenciamento de internações: Existem programas que vão desde orientação profissional (de enfermagem, farmacêutico, médico) até avaliação clínica e reabilitação do paciente internado. O gestor é responsável por aplicar e coordenar os protocolos clínicos que o paciente está recebendo do hospital a partir do momento que necessita de um recurso hospitalar, e o seu seguimento em conjunto com a equipe de saúde assistente até a alta. Também fica responsável pelo aconselhamento de paciente e familiares. (RYAN et al, 1999). Gerenciamento por meio da medicina baseada em evidências: Toda ação parte de uma base clínica, de um conhecimento sobre a doença com o objetivo de melhorar o estado de saúde do paciente. Há uma combinação de pesquisa da literatura acadêmica e da prática médica. Os gestores se utilizam dessas informações para guiar a interação com os seus pacientes, isto é, tomar decisões certas sobre o tratamento destes, tendo em vista que este é o objetivo central da Medicina Baseada em Evidências. O gerenciamento é feito sob quatro aspectos: financeiro, clínico, qualidade de vida e satisfação do paciente. O gestor incorpora a soma de todas essas informações para conhecer a característica

23 22 do paciente, formular a questão clínica do caso, seguir a melhor intervenção possível e ter o melhor resultado clínico e financeiro. (SACKETT et al, 1991; STEPHENSON et al, 1997; CALVERT, 2001). 2.4 Desenvolvimento de programas de gerenciamentos de doença Em relação ao desenvolvimento adequado de programas de gerenciamento de doenças, deve-se ter uma contínua avaliação daqueles já existentes, no sentido de identificar quais são os melhores para os pacientes e para a empresa. O desenvolvimento de novos programas deve ser uma prática constante em qualquer organização que se propõe a realizar o acompanhamento da população coberta pelo plano de saúde. Os componentes principais seriam a proposição de valor, financiamento, recursos humanos e tecnologia disponível. Aconselhamento e treinamento dos pacientes: O aconselhamento e o treinamento dos pacientes têm como meta melhorar o estado de saúde destes, fazendo que eles entendam melhor sua doença, identificando o que irá prevenir sua saúde ou melhorá-la, conscientizando-os sobre esses pontos. O gestor deverá tomar cuidado na abordagem certa para a situação e também no tempo oportuno. A totalidade do treinamento e do aconselhamento deve seguir uma metodologia, sendo as duas mais comuns: 1) A primeira e também a mais popular é a de tomar a decisão certa informada e compartilhada, isto é, o gestor deve ajudar a pessoa a chegar à conclusão sobre o problema ou a ocorrência da sua saúde. Seria um processo de ajuntar informações relevantes para a tomada de decisão, advindas do seu médico-assistente ou de outra origem clínica ou não clínica. 2) A segunda metodologia é de superação de metas, as quais devem ser atingidas em um determinado período de tempo. Esta prática de aconselhamento e treinamento é muito importante para a aderência do paciente ao programa. (BRISS et al, 2004; U.S. PREVENTIVE SERVICES TASK FORCE, 1996).

Longo caminho. Acontece no mundo inteiro. Os doentes crônicos

Longo caminho. Acontece no mundo inteiro. Os doentes crônicos Gestão Foto: dreamstime.com Longo caminho Medida da ANS inicia discussão sobre a oferta de medicamentos ambulatoriais para doentes crônicos pelas operadoras de saúde Por Danylo Martins Acontece no mundo

Leia mais

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros.

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros. 3 - Introdução 4 - Quais são as métricas para alcançar uma boa ÍNDICE As Métricas Fundamentais da Gestão Hospitalar gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos 11 - Indicadores operacionais 14 - Indicadores

Leia mais

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA DO TRABALHADOR Prof. Dr. Jones Alberto de Almeida Divisão de saúde ocupacional Barcas SA/ CCR ponte A necessidade de prover soluções para demandas de desenvolvimento, treinamento

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ SABER Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 AUDITORIA NA SAÚDE Na saúde, historicamente, as práticas, as estruturas e os instrumentos de controle, avaliação e auditoria das ações estiveram,

Leia mais

Junho 2013 1. O custo da saúde

Junho 2013 1. O custo da saúde Junho 2013 1 O custo da saúde Os custos cada vez mais crescentes no setor de saúde, decorrentes das inovações tecnológicas, do advento de novos procedimentos, do desenvolvimento de novos medicamentos,

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Manter o incentivo aos Programas do Núcleo Apoio da Saúde da Família

Leia mais

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Uma evolução nos sistemas de controle gerencial e de planejamento estratégico Francisco Galiza Roteiro Básico 1 SUMÁRIO:

Leia mais

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Universidade de Cuiabá - UNIC Núcleo de Disciplinas Integradas Disciplina: Formação Integral em Saúde SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Profª Andressa Menegaz SUS - Conceito Ações e

Leia mais

Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde. Experiência Bradesco Saúde

Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde. Experiência Bradesco Saúde Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde Experiência Bradesco Saúde Pontos O Mercado de Saúde Suplementar O Contexto da Bradesco Saúde A Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde 2 Despesas Totais

Leia mais

1 em cada 4 pessoas são afetadas por um problema de saúde mental a cada ano. Vamos falar sobre isso?

1 em cada 4 pessoas são afetadas por um problema de saúde mental a cada ano. Vamos falar sobre isso? 1 em cada 4 pessoas são afetadas por um problema de saúde mental a cada ano Vamos falar sobre isso? Algumas estatísticas sobre Saúde Mental Transtornos mentais são frequentes e afetam mais de 25% das pessoas

Leia mais

A integração entre saúde ocupacional e assistencial. Dr. Marcos J. C. Baptista, MBA 30.06.2011

A integração entre saúde ocupacional e assistencial. Dr. Marcos J. C. Baptista, MBA 30.06.2011 A integração entre saúde ocupacional e assistencial Dr. Marcos J. C. Baptista, MBA 30.06.2011 Evolução dos modelos de saúde nas empresas Medicina Industrial Medicina do Trabalho Saúde Ocupacional Saúde

Leia mais

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 Cenário 1) Nas últimas décadas, os países da América Latina e Caribe vêm enfrentando uma mudança

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 529, DE 1º DE ABRIL DE 2013

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 529, DE 1º DE ABRIL DE 2013 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 529, DE 1º DE ABRIL DE 2013 Institui o Programa Nacional de Segurança do

Leia mais

DR. Eduardo Reis de Oliveira CEO

DR. Eduardo Reis de Oliveira CEO DR. Eduardo Reis de Oliveira CEO Percentual dos consumidores por tipo de contratação 19.9% Individual Planos novos 66.9% Coletivo Empresarial 13.2% Coletivo por Adesão 202.455.983 Brasileiros 50.270.398

Leia mais

Política de Gestão de Riscos

Política de Gestão de Riscos Política de Gestão de Riscos 1 OBJETIVO Fornecer as diretrizes para a Gestão de Riscos da Fibria, assim como conceituar, detalhar e documentar as atividades a ela relacionadas. 2 ABRANGÊNCIA Abrange todas

Leia mais

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA ABRAMGE-RS Dr. Francisco Santa Helena Presidente da ABRAMGE-RS Sistema ABRAMGE 3.36 milhões de internações; 281.1 milhões de exames e procedimentos ambulatoriais; 16.8

Leia mais

Estratégia Saúde Integrada

Estratégia Saúde Integrada Departamento de Saúde e Segurança Por trás de uma vida existem muitas outras. Estratégia Saúde Integrada Fernando Coelho Neto Gerente de Saúde Corporativa Evolução da estratégia em Saúde Corporativa Cumprimento

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

Estratégia Saúde Integrada

Estratégia Saúde Integrada Departamento de Saúde e Segurança Por trás de uma vida existem muitas outras. Estratégia Saúde Integrada Fernando Coelho Neto Gerente de Saúde Corporativa Evolução da estratégia em Saúde Corporativa Cultura

Leia mais

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO Indicadores e Diagnóstico para a Inovação Primeiro passo para implantar um sistema de gestão nas empresas é fazer um diagnóstico da organização; Diagnóstico mapa n-dimensional

Leia mais

www.grupoidealbr.com.br

www.grupoidealbr.com.br www.grupoidealbr.com.br Programa Nacional de Segurança do Paciente Introdução Parágrafo 12 do primeiro livro da sua obra Epidemia: "Pratique duas coisas ao lidar com as doenças; auxilie ou ao menos não

Leia mais

VIGILÂNCIA AMBIENTAL

VIGILÂNCIA AMBIENTAL VIGILÂNCIA AMBIENTAL VIGILÂNCIA AMBIENTAL Introdução Considera-se a vigilância ambiental como o processo contínuo de coleta de dados e análise de informação sobre saúde e ambiente, com o intuito de orientar

Leia mais

INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO

INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PARA A CASSI DIRETORIA DE PLANOS DE SAÚDE E RELACIONAMENTO COM CLIENTES DIRETORIA DE SAÚDE E REDE DE ATENDIMENTO PANORAMA DO SETOR DE SAÚDE - ANS Beneficiários Médico-Hospitalar

Leia mais

Inovações Assistenciais para Sustentabilidade da Saúde Suplementar. Modelo Assistencial: o Plano de Cuidado

Inovações Assistenciais para Sustentabilidade da Saúde Suplementar. Modelo Assistencial: o Plano de Cuidado Inovações Assistenciais para Sustentabilidade da Saúde Suplementar Modelo Assistencial: o Plano de Cuidado Linamara Rizzo Battistella 04.10.2012 Universal Irreversível Heterôgeneo Perda Funcional Progressiva

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999

PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999 COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999 Dispõe sobre o atendimento obrigatório aos portadores da Doença de Alzheimer no Sistema Único de Saúde - SUS, e dá outras providências.

Leia mais

As novidades da Saúde Suplementar e seus Impactos. Erimar Carlos Brehme de Abreu

As novidades da Saúde Suplementar e seus Impactos. Erimar Carlos Brehme de Abreu As novidades da Saúde Suplementar e seus Impactos Assistência Farmacêutica, Qualificação de Prestadores, Ouvidoria, CNS e Pagamento por Pacotes Erimar Carlos Brehme de Abreu Águas de Lindóia 13/09/2012

Leia mais

Como competir com produtos inovadores no Brasil até 2010? Patrice Zagamé Presidente Novartis Brasil 18 de agosto, 2005

Como competir com produtos inovadores no Brasil até 2010? Patrice Zagamé Presidente Novartis Brasil 18 de agosto, 2005 Como competir com produtos inovadores no Brasil até 2010? Patrice Zagamé Presidente Novartis Brasil 18 de agosto, 2005 O que é um produto inovador? Dois caminhos para oferecer melhores medicamentos aos

Leia mais

ANS 3º Workshop Regional de Promoção de Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças Brasília/DF 09/10/2014

ANS 3º Workshop Regional de Promoção de Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças Brasília/DF 09/10/2014 ANS 3º Workshop Regional de Promoção de Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças Brasília/DF 09/10/2014 ANS Panorama dos Programas para Promoção de Saúde e Prevenção de Riscos e Doenças na Saúde Suplementar

Leia mais

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES JANEIRO 2013 ÍNDICE DE CONTEÚDOS Introdução...1 Antes das Três Linhas: Supervisão do Gerenciamento

Leia mais

Towers Watson. Pública

Towers Watson. Pública Towers Watson Pública Gestão Estratégica da Saúde Corporativa 2012 3ª edição Seminário Anual de Saúde 2012 A Nova Era da Gestão de Saúde nas Empresas Dividindo responsabilidades, otimizando resultados

Leia mais

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior

5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior 5.1 Nome da iniciativa ou Projeto Academia Popular da Pessoa idosa 5.2 Caracterização da Situação Anterior O envelhecimento é uma realidade da maioria das sociedades. No Brasil, estima-se que exista, atualmente,

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Data da Criação: 09/11/2012 Dara de revisão: 18/12/2012 1 - Sumário - 1. A Instant Solutions... 3 1.1. Perfil da empresa... 3 1.2. Responsabilidade ambiental...

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL 1.1. Perfil Comum: Farmacêutico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva.

Leia mais

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 28 de setembro a 2 de outubro de 2009 CD49.R10 (Port.) ORIGINAL:

Leia mais

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS

MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS ANEXO 1 MODELO 1 PARA SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARRANJOS PRODUTIVOS LOCAIS Este documento serve como base orientadora para a apresentação de propostas de Arranjos Produtivos Locais para enquadramento no

Leia mais

PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE)

PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE) PROGRAMA DE MELHORIA CONTÍNUA DA QUALIDADE DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM (PMCQCE) INSTITUIÇÃO Nome Morada Código Postal CONTEXTO PRÁTICA CLÍNICA ou UNIDADE DE SAÚDE FUNCIONAL Nome CONTATOS Enfermeiro(a) Chefe

Leia mais

Política de Sustentabilidade

Política de Sustentabilidade Política de Sustentabilidade Sul Mineira 1 Índice Política de Sustentabilidade Unimed Sul Mineira Mas o que é Responsabilidade Social? Premissas Básicas Objetivos da Unimed Sul Mineira Para a Saúde Ambiental

Leia mais

Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology

Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology RESIDÊNCIA MÉDICA Seminário de Residência Médica de Cancerologia Clínica Seminar of Residence in Clinical Oncology José Luiz Miranda Guimarães* Neste número estamos divulgando o resultado parcial do Seminário

Leia mais

CARTA DE BRASÍLIA. Com base nas apresentações e debates, os representantes das instituições e organizações presentes no encontro constatam que:

CARTA DE BRASÍLIA. Com base nas apresentações e debates, os representantes das instituições e organizações presentes no encontro constatam que: CARTA DE BRASÍLIA Contribuições do I Seminário Internacional sobre Políticas de Cuidados de Longa Duração para Pessoas Idosas para subsidiar a construção de uma Política Nacional de Cuidados de Longa Duração

Leia mais

Os Desafios Assistenciais na Saúde Suplementar Martha Oliveira Gerente Geral de Regulação Assistencial- ANS

Os Desafios Assistenciais na Saúde Suplementar Martha Oliveira Gerente Geral de Regulação Assistencial- ANS Os Desafios Assistenciais na Saúde Suplementar Martha Oliveira Gerente Geral de Regulação Assistencial- ANS O Envelhecimento Populacional é um fenômeno Mundial Fonte: United Nations Department of Economic

Leia mais

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO FUNDO COMUM PARA OS PRODUTOS BÁSICOS (FCPB) BUSCA CANDIDATURAS A APOIO PARA ATIVIDADES DE DESENVOLVIMENTO DOS PRODUTOS BÁSICOS Processo de

Leia mais

ENCONTROS DE SAUDE CORPORATIVA ESC III

ENCONTROS DE SAUDE CORPORATIVA ESC III ENCONTROS DE SAUDE CORPORATIVA ESC III PESQUISA SOBRE SAÚDE CORPORATIVA EFETUADA POR UM CONSORCIO DE EMPRESAS DA ÁREA DE SAUDE CONSTATAÇÕES E IMPLICAÇÕES Duração: 4 semanas 44 respondentes Respondentes

Leia mais

Elevação dos custos do setor saúde

Elevação dos custos do setor saúde Elevação dos custos do setor saúde Envelhecimento da população: Diminuição da taxa de fecundidade Aumento da expectativa de vida Aumento da demanda por serviços de saúde. Transição epidemiológica: Aumento

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços - ANS

Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços - ANS Programas de Qualificação dos Prestadores de Serviços - ANS São Paulo - 18 de junho de 2013 GERPS/GGISE/DIDES/ANS Agenda Cenário Atual da Qualidade no Setor. Programas de Qualificação dos Prestadores de

Leia mais

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial

Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial Seção 2: Atenção ao Paciente Subseções: Gestão do Acesso, Internação, Atendimento em Emergência e Atendimento Ambulatorial Flávia Soveral Miranda Luciana de Camargo Requisitos necessários a todos as subseções

Leia mais

Prof. MS. Ellen H. Magedanz

Prof. MS. Ellen H. Magedanz Prof. MS. Ellen H. Magedanz As transformações nos padrões de saúde/doença constituíram-se em uma das características do último século, estão associadas às mudanças na estrutura etária populacional. América

Leia mais

Segurança do Paciente e Atendimento de Qualidade no Serviço Público e Privado

Segurança do Paciente e Atendimento de Qualidade no Serviço Público e Privado Simpósio Mineiro de Enfermagem e Farmácia em Oncologia Belo Horizonte - MG, setembro de 2013. Segurança do Paciente e Atendimento de Qualidade no Serviço Público e Privado Patricia Fernanda Toledo Barbosa

Leia mais

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve.

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve. Balanced Scorecard BSC 1 2 A metodologia (Mapas Estratégicos e Balanced Scorecard BSC) foi criada por professores de Harvard no início da década de 90, e é amplamente difundida e aplicada com sucesso em

Leia mais

1º Seminário de Melhores Práticas

1º Seminário de Melhores Práticas 1º Seminário de Melhores Práticas SESI /DR/ACRE Painel 3 Educação e Saúde SESISAÚDE Programa de Saúde do Trabalhador Aparecida Ribeiro Tagliari Costa Sumário O Programa SESISAUDE foi implantado no ano

Leia mais

METODOLOGIA HSM Centrada nos participantes com professores com experiência executiva, materiais especialmente desenvolvidos e infraestrutura tecnológica privilegiada. O conteúdo exclusivo dos especialistas

Leia mais

4º SEMINÁRIO AUTOGESTÃO COMO MODELO IDEAL PARA A SAÚDE CORPORATIVA A SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE NAS -

4º SEMINÁRIO AUTOGESTÃO COMO MODELO IDEAL PARA A SAÚDE CORPORATIVA A SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE NAS - 4º SEMINÁRIO AUTOGESTÃO COMO MODELO IDEAL PARA A SAÚDE CORPORATIVA A SUSTENTABILIDADE DA SAÚDE NAS - EMPRESAS - OS DESAFIOS PARA O SEGMENTO DE AUTOGESTÃO Vilma Dias GERENTE DA UNIDADE CASSI SP AGENDA 1.

Leia mais

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO

ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO ANEXO RESOLUÇÃO COFEN Nº 468/2014 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO ACONSELHAMENTO GENÉTICO I. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para atuação privativa do Enfermeiro em Aconselhamento Genético, no âmbito da equipe

Leia mais

qualidade do cuidado em saúde A segurança

qualidade do cuidado em saúde A segurança A Segurança nos serviços de saúde é um problema tão grande e as causas tão diversas e complexas que não é mais possível não separar as práticas da Qualidade e as práticas da Segurança. A qualidade do cuidado

Leia mais

Workshop SESI SC Florianopolis 27 Setembro

Workshop SESI SC Florianopolis 27 Setembro Workshop SESI SC Florianopolis 27 Setembro 1. Por que Promoção da Saúde no Trabalho (PST)? 2. PST funciona? 3. Tendências Globais e Programas em PST 4. Guias e Critérios Internacionais de Qualidade 5.

Leia mais

Gestão estratégica em processos de mudanças

Gestão estratégica em processos de mudanças Gestão estratégica em processos de mudanças REVISÃO DOS MACRO PONTOS DO PROJETO 1a. ETAPA: BASE PARA IMPLANTAÇÃO DE UM MODELO DE GESTÃO DE PERFORMANCE PROFISSIONAL, que compreenderá o processo de Análise

Leia mais

Epidemiologia e Planejamento em Saúde como Ferramentas para a Assistência Farmacêutica

Epidemiologia e Planejamento em Saúde como Ferramentas para a Assistência Farmacêutica Epidemiologia e Planejamento em Saúde como Ferramentas para a Assistência Farmacêutica Gabriela Bittencourt Gonzalez Mosegui Instituto de Saúde da Comunidade ISC/UFF Adaptado de Carlos Magno C.B.Fortaleza

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

MARCA BRADESCO RECURSOS HUMANOS

MARCA BRADESCO RECURSOS HUMANOS ATIVOS INTANGÍVEIS Embora a Organização não registre seus ativos intangíveis, há evidências da percepção de sua magnitude pelos investidores e que pode ser encontrada na expressiva diferença entre o Valor

Leia mais

Avaliação Atuarial de Banco de Dados

Avaliação Atuarial de Banco de Dados Avaliação Atuarial de Banco de Dados ASSOCIAÇÃO POLICIAL DE ASSISTÊNCIA A SAÚDE DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA - SP São José dos Pinhais, 12 de Junho de 2007. Índice 1. Introdução---------------------------------------------------------------------------------------------------3

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL. Roberta Dalvo

RESPONSABILIDADE SOCIAL. Roberta Dalvo RESPONSABILIDADE SOCIAL Roberta Dalvo Objetivo: Histórico e definições Panorama Social Oportunidades para as empresas (Vantagem Competitiva) Pesquisa realizada pelo Instituto Ethos/Valor Casos de sucesso

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 Institui as diretrizes gerais de promoção da saúde do servidor público federal, que visam orientar os órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil da Administração

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo I Conceitos Iniciais

Gerenciamento de Projetos Modulo I Conceitos Iniciais Gerenciamento de Projetos Modulo I Conceitos Iniciais Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento

Leia mais

Gerenciamento de Riscos em Segurança da informação. cynaracarvalho@yahoo.com.br

Gerenciamento de Riscos em Segurança da informação. cynaracarvalho@yahoo.com.br $XWDUTXLD(GXFDFLRQDOGR9DOHGR6mR)UDQFLVFR± $(96) )DFXOGDGHGH&LrQFLDV6RFLDLVH$SOLFDGDVGH3HWUROLQD± )$&$3( &XUVRGH&LrQFLDVGD&RPSXWDomR Gerenciamento de Riscos em Segurança da informação cynaracarvalho@yahoo.com.br

Leia mais

Código de prática para a gestão da segurança da informação

Código de prática para a gestão da segurança da informação Código de prática para a gestão da segurança da informação Edição e Produção: Fabiano Rabaneda Advogado, professor da Universidade Federal do Mato Grosso. Especializando em Direito Eletrônico e Tecnologia

Leia mais

História Natural das Doenças e Níveis de Aplicação de Medidas Preventivas

História Natural das Doenças e Níveis de Aplicação de Medidas Preventivas Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina / Instituto de Estudos em Saúde Coletiva - IESC Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia História

Leia mais

Saúde Ativa Gestão de Saúde: Bem Estar, Doenças / Alto Risco e Casos Complexos

Saúde Ativa Gestão de Saúde: Bem Estar, Doenças / Alto Risco e Casos Complexos 1 Saúde Ativa Gestão de Saúde: Bem Estar, Doenças / Alto Risco e Casos Complexos Resultados A SulAmérica e o Saúde Ativa Ações para Adesão Nova fase Adesão e Engajamento Experiência da SulAmérica Programas

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO MBA ADMINISTRAÇÃO EM SAÚDE PROGRAMA GERAL. Módulo I Sociologia da saúde 30 h. Módulo IV Epidemiologia e Estatística vital 30 h

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO MBA ADMINISTRAÇÃO EM SAÚDE PROGRAMA GERAL. Módulo I Sociologia da saúde 30 h. Módulo IV Epidemiologia e Estatística vital 30 h CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO MBA ADMINISTRAÇÃO EM SAÚDE PROGRAMA GERAL Módulos Disciplinas Carga Horária Módulo I Sociologia da saúde 30 h Módulo II Economia da saúde 30 h Módulo III Legislação em saúde 30 h

Leia mais

Inovação em serviços de saúde: experiência da Unimed-BH. CISS Congresso Internacional de Serviços de Saúde

Inovação em serviços de saúde: experiência da Unimed-BH. CISS Congresso Internacional de Serviços de Saúde Inovação em serviços de saúde: experiência da Unimed-BH CISS Congresso Internacional de Serviços de Saúde Quem somos Por que inovar Qualificação da rede Adoção do DRG Acreditação da Operadora Inovação

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres

Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres Atenção à Saúde e Saúde Mental em Situações de Desastres Desastre: interrupção grave do funcionamento normal de uma comunidade que supera sua capacidade de resposta e recuperação. Principais causas de

Leia mais

Organização de serviços para o tratamento da dependência química

Organização de serviços para o tratamento da dependência química Organização de serviços para o tratamento da dependência química Coordenação: Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Apresentação: Dr. Elton P. Rezende UNIAD /INPAD/UNIFESP Agradecimentos: Dr. Marcelo Ribeiro Fatores

Leia mais

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778

ANAIS DA 4ª MOSTRA DE TRABALHOS EM SAÚDE PÚBLICA 29 e 30 de novembro de 2010 Unioeste Campus de Cascavel ISSN 2176-4778 ORGANIZAÇÃO DAS AÇÕES EM SAÚDE DO TRABALHADOR NA ATENÇÃO BÁSICA NOS MUNICÍPIOS DA 20ª REGIONAL DE SAÚDE DO PARANÁ 1 Viviane Delcy da Silva 2 Neide Tiemi Murofuse INTRODUÇÃO A Saúde do Trabalhador (ST)

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA CONSULTOR NACIONAL OPAS/OMS

TERMO DE REFERÊNCIA CONSULTOR NACIONAL OPAS/OMS TERMO DE REFERÊNCIA CONSULTOR NACIONAL OPAS/OMS 1.Objetivo geral: Apoiar tecnicamente a gestão e implementação das atividades dos Projetos de Fortalecimento da Assistência Farmacêutica (Termo de Cooperação

Leia mais

a) Situação-problema e/ou demanda inicial que motivou e/ou requereu o desenvolvimento desta iniciativa;

a) Situação-problema e/ou demanda inicial que motivou e/ou requereu o desenvolvimento desta iniciativa; TÍTULO DA PRÁTICA: PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS CASOS DE TUBERCULOSE DO DISTRITO SANITÁRIO CENTRO 2011: apresentação regular dos dados de tuberculose as unidades do Distrito Sanitário Centro CÓDIGO DA PRÁTICA:

Leia mais

Private Equity ADVISORY

Private Equity ADVISORY Private Equity ADVISORY Private Equity Excelentes profissionais que trabalham em equipe, transformando conhecimento em valor, em benefício de nossos clientes. Private Equity 1 Qualidade e integridade são

Leia mais

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos

Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos Formação de Recursos Humanos na área de fármacos e medicamentos A formação em Farmácia Seminário do BNDES 7 de maio de 2003 Por que RH para Fármacos e Medicamentos? Fármacos e Medicamentos como campo estratégico

Leia mais

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO)

EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA OPERACIONAL (PTO) EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 CONCESSÃO PARA AMPLIAÇÃO, MANUTENÇÃO E EXPLORAÇÃO DOS AEROPORTOS INTERNACIONAIS BRASÍLIA CAMPINAS GUARULHOS EDITAL DO LEILÃO Nº 2/2011 ANEXO 9 DO CONTRATO PLANO DE TRANSFERÊNCIA

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE PROGRAMAS DE QUALIDADE DE VIDA NAS EMPRESAS

IMPLANTAÇÃO DE PROGRAMAS DE QUALIDADE DE VIDA NAS EMPRESAS IMPLANTAÇÃO DE PROGRAMAS DE QUALIDADE DE VIDA NAS EMPRESAS O QUE É... SAÚDE? PREVENÇÃO DE DOENÇA STATUS DE SAÚDE?? PROMOÇÃO DE SAÚDE QUALIDADE DE VIDA? BEM-ESTAR? FELICIDADE Sâmia Simurro SAÚDE...Estado

Leia mais

UIPES/ORLA Sub-Região Brasil

UIPES/ORLA Sub-Região Brasil 1 A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE NO MUNDO GLOBALIZADO 1 Introdução Área de atuação. A Carta de Bangkok (CB) identifica ações, compromissos e garantias requeridos para atingir os determinantes

Leia mais

Modelo de Plano de Ação

Modelo de Plano de Ação Modelo de Plano de Ação Para a implementação da Estratégia Multimodal da OMS para a Melhoria da Higiene das Mãos Introdução O Modelo de Plano de Ação é proposto para ajudar os representantes de estabelecimentos

Leia mais

SOlUçõES PARA O CAPItAl HUMANO de SUA EMPRESA

SOlUçõES PARA O CAPItAl HUMANO de SUA EMPRESA SOlUçõES PARA O CAPItAl HUMANO de SUA EMPRESA fundada em 1986 É precursora na implementação de serviços especializados em mapeamentos de competências humanas. Empresa de pesquisa aplicada especializada

Leia mais

Ciclo de Debates GV Saúde: Quais as Perspectivas para as Operadoras de Planos de Saúde? Agosto 2014

Ciclo de Debates GV Saúde: Quais as Perspectivas para as Operadoras de Planos de Saúde? Agosto 2014 Ciclo de Debates GV Saúde: Quais as Perspectivas para as Operadoras de Planos de Saúde? Agosto 2014 1 Mercado de Planos de Saúde Impactado por 5 Tendências E o Mercado? Continuará a Crescer? 5 Usuário

Leia mais

APRESENTAÇÃO QUALIVIDA

APRESENTAÇÃO QUALIVIDA APRESENTAÇÃO QUALIVIDA (143.846 segurados ) (1.010.965 associados) (1.403.755 associados) (373.839 associados) 4.389 empresas 3.000.000 vidas * Dados jan 2013 2 MISSÃO NOSSA MISSÃO NOSSA MISSÃO Tornar

Leia mais

DECLARAÇÃO DE POSICIONAMENTO DO IIA: O PAPEL DA AUDITORIA INTERNA

DECLARAÇÃO DE POSICIONAMENTO DO IIA: O PAPEL DA AUDITORIA INTERNA Permissão obtida junto ao proprietário dos direitos autorais, The Institute of Internal Auditors, 247 Maitland Avenue, Altamonte Springs, Florida 32701-4201, USA, para publicar esta tradução, a qual reflete

Leia mais

PADRÕES DE CERTIFICAÇÃO LIFE. Versão 3.0 Brasil Português. LIFE-BR-CS-3.0-Português (NOVEMBRO/2014)

PADRÕES DE CERTIFICAÇÃO LIFE. Versão 3.0 Brasil Português. LIFE-BR-CS-3.0-Português (NOVEMBRO/2014) LIFE-BR-CS-3.0-Português Versão 3.0 Brasil Português (NOVEMBRO/2014) Próxima revisão planejada para: 2017 2 OBJETIVO A partir das Premissas LIFE, definir os Princípios, critérios e respectivos indicadores

Leia mais

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA GLOSSÁRIO DE TERMOS DO MARCO ANALÍTICO Avaliação de Projetos de Cooperação Sul-Sul: exercício fundamental que pretende (i ) aferir a eficácia, a eficiência e o potencial

Leia mais

Consultoria especializada no desenvolvimento de pessoas, com soluções e serviços em 3 áreas:

Consultoria especializada no desenvolvimento de pessoas, com soluções e serviços em 3 áreas: Consultoria especializada no desenvolvimento de pessoas, com soluções e serviços em 3 áreas: Missão, Visão & Valores Missão Prover os clientes com soluções e serviços que os levem ao alcance de suas metas

Leia mais

A Dinâmica Competitiva das OPS e sua Interface com o Setor de Serviços e a Indústria

A Dinâmica Competitiva das OPS e sua Interface com o Setor de Serviços e a Indústria A Dinâmica Competitiva das OPS e sua Interface com o Setor de Serviços e a Indústria Rio de Janeiro, Maio de 2008 Alfredo de Almeida Cardoso Diretor de Normas e Habilitação de Operadoras ANS Boa Tarde!

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GEFIS Nº 29 / 2010 Abordagem Sindrômica. Participação Legal do Enfermeiro. Programa de Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis. Programa de Atenção Integral em Doenças Prevalentes

Leia mais

V Congresso Auditar. Tema:

V Congresso Auditar. Tema: V Congresso Auditar Tema: Carreira em Organizações Públicas - Conceitos e Experiências Prof. Dr. José Antonio Monteiro Hipólito Brasília, 05 de setembro de 014 14:00 15:30h Agenda 1. Introdução: Importância

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

Debates GVsaúde. Perspectivas da Assistência para a População de Idosos Visão das Autogestões. Denise Eloi Maio/2014

Debates GVsaúde. Perspectivas da Assistência para a População de Idosos Visão das Autogestões. Denise Eloi Maio/2014 Debates GVsaúde Perspectivas da Assistência para a População de Idosos Visão das Autogestões Denise Eloi Maio/2014 Sistema de Saúde Suplementar 1.274 operadoras de planos de saúde com beneficiários Mais

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO CONSULTOR NACIONAL OPAS/OMS

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO CONSULTOR NACIONAL OPAS/OMS TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO CONSULTOR NACIONAL OPAS/OMS 1. Objetivo geral: Apoiar tecnicamente a gestão e a implementação das atividades do Termo de Cooperação 78 - Expansão da Estratégia Stop

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

Não fique para trás! Submeta seu projeto. Fonte de recursos para projetos julho 2012

Não fique para trás! Submeta seu projeto. Fonte de recursos para projetos julho 2012 Não fique para trás! Submeta seu projeto. Fonte de recursos para projetos julho 2012 1. Patrocínios 1.1 Patrocínio a Eventos e Publicações Data limite: 60 dias de antecedência da data de início do evento

Leia mais