Guia de Integração SAP PI

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1 Guia de Integração SAP PI Guia de Integração SAP PI Versão 3.2 / Maio-2013 DSI-Arquitetura Aplicacional DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2010 Galp Energia, SA 1 de 19

2 Controlo de Versões V1 Criação de documento Rui Miguel (DSI) V2 Actualização do PIGENT120 - Communication Channels Rui Ventura (DSI) V3 Alteração da forma de obtenção od PIARQT Rui Ventura (DSI) V3.1 Correção do português com o novo acordo ortográfico Rui Ventura (DSI) V3.2 Alteração da designação do PIGENT Rui Ventura (DSI) DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2010 Galp Energia, SA 2 de 19

3 Direitos Autorais Documento inédito com todos os direitos reservados. A inscrição COPYRIGHT 2010 Galp Energia, SA foi atribuída a este documento para, em caso de publicação acidental, proteger os direitos da Galp Energia SA. Nenhuma parte deste documento pode ser reproduzida sob qualquer forma, inclusive fotocópia ou transmissão eletrónica para qualquer computador, sem o prévio consentimento escrito da Galp Energia SA. Confidencialidade As informações contidas neste documento são confidenciais e da propriedade exclusiva da Galp Energia SA, não podendo ser utilizadas, divulgadas, ou cedidas a terceiras partes, sem o prévio consentimento escrito da Galp Energia SA. DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2010 Galp Energia, SA 3 de 19

4 Índice 1. INTRODUÇÃO OBJETIVOS DO DOCUMENTO DOCUMENTOS DE SUPORTE CICLO DE VIDA DE PROJETO DEFINIÇÃO CONCEPTUAL DESENHO DETALHADO CONSTRUÇÃO DA SOLUÇÃO TESTES E ACEITAÇÃO PASSAGEM A PRODUÇÃO EXPLORAÇÃO ARQUITECTURA TÉCNICA DOS AMBIENTES DESENVOLVIMENTO QUALIDADE PRODUÇÃO NORMAS, STANDARDS E MELHORES PRÁTICAS ARQUITECTURA GLOBAL NORMAS STANDARDS DEPLOYMENT DOCUMENTOS DO PROJETO PIARQT011 CHECKLIST DE PROJETO PIARQT012 MÉTRICAS DE PROJETO PIGENT004 ANÁLISE DE GAP S PIGENT005 INVENTÁRIO DE REQUISITOS PIGENT010 DEFINIÇÃO CONCEPTUAL DA SOLUÇÃO PIGENT011 DEFINIÇÃO DESENHO FUNCIONAL DA SOLUÇÃO PIGENT012 DEFINIÇÃO DESENHO TÉCNICO DA SOLUÇÃO PIGENT113 DEPLOYMENT PIGENT115 INVENTÁRIO DE ERROS E AVISOS PIGENT016 MAPEAMENTO DE DADOS PIGENT119 ESPECIFICAÇÃO DO SERVIÇO PIGENT120 COMMUNICATION CHANNELS PIGENT022 CHECKLIST DEPLOY PIQAST001 PLANO DE ABORDAGEM AO TESTE PIQAST003 PLANO DE TESTES CHANGE ORDER DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2010 Galp Energia, SA 4 de 19

5 1. INTRODUÇÃO 1.1. OBJETIVOS DO DOCUMENTO Este documento tem por objetivo realizar o enquadramento às várias áreas interessadas que diretas ou indiretamente estejam envolvidas em projetos de SI em que exista componente de integração via SAP PI. Nesse sentido o documento aborda as seguintes vertentes: Ciclo de Vida de Projetos Apresentação de uma visão geral das várias fases que compõem um projeto de SI na Galp Energia. Ambiente de trabalho Identificação dos ambientes utilizados e respetivas responsabilidades. Modelo de Referência da Galp Energia Integração de dados Especificação do modelo conceptual de integração definido. Normas, Standards e Melhores Práticas Identificação das normas, standards e melhores práticas a seguir durante o Ciclo de Vida de Projetos Documentação do Projeto Apresentados os documentos que deverão ser entregues em cada fase do projeto Só com o cumprimento das regras definidas é que projetos ou ações de manutenção poderão ser aceites no que respeita a passagem das respetivas capacidades pelos vários ambientes (desenvolvimento, qualidade e produção) DOCUMENTOS DE SUPORTE Os documentos associados são os seguintes (a validar): Logging; PIARQD018 Códigos de Erros Comuns PIARQD103 Normas Funcionais e Técnicas de Integração PIQASD001 Metodologia de Testes; PIQASD002 Gestão da Configuração PIGENT004 Análise de Gap s; PIGENT005 Requisitos Técnicos; DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2010 Galp Energia, SA 5 de 19

6 PIGENT010 Desenho Conceptual da Solução; PIGENT011 Desenho Funcional da Solução; PIGENT012 Definição Desenho Técnico da Solução; PIGENT113 Galp Deployment; PIGENT115 Inventário de Erros e Avisos; PIGENT016 Mapeamento de Dados; PIQAST001 Plano de Abordagem ao Teste; PIQAST003 Plano de Testes; PIARQD018 Códigos de Erros Comuns PIARQD020_A - Cockpit de Integração Manual de Utilizador PIARQD021 Galp Regras de Promoção entre Ambientes PIARQD022 Galp Regras de utilização do TFS PIARQD023 Galp Regras de Roteamento PIARQD024 Galp Regras Cálculo de consumo espaço EH PIARQT011 Checklist de Projeto PIARQT012 Métricas de Projeto PIGENT120 Communication Channels DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2010 Galp Energia, SA 6 de 19

7 2. CICLO DE VIDA DE PROJETO Apesar de este documento estar relacionado com Projetos de SI, conforme definido atrás, em muitos casos os SI são apenas uma das componentes da solução global. As fases apresentadas neste documento têm exclusivamente a haver com a realização do Projeto (estão fora do âmbito as fases que vão desde a Definição de Requisitos até ao Procurement ) até à passagem a produção e acompanhamento inicial. As fases para realização de um projeto de SI na Galp Energia são as apresentadas na figura seguinte: 2.1. DEFINIÇÃO CONCEPTUAL Esta fase consiste essencialmente em definir, de forma conceptual, qual será a situação após a realização do projeto, e quais as necessidades de intervenção, nas seguintes vertentes: Recursos Humanos; Competências; Estrutura Organizacional; Processos de Negócio; Métricas (Modelo de avaliação / Gestão de Performance); Arquitectura Tecnológica; Instalações Físicas; Definir plano de testes de aceitação dos utilizadores (através da aplicação da metodologia selecionada pela Galp Energia, o V-Model); Plano de Comunicação. DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2010 Galp Energia, SA 7 de 19

8 2.2. DESENHO DETALHADO A Fase de Desenho Detalhado consiste em: Definir a nova estrutura organizacional e os novos perfis de funções; Definir as novas competências e identificar as necessidades de formação para o seu desenvolvimento; Definir detalhadamente os novos processos de negócio; Definir o novo modelo de avaliação de performance; Definir e selecionar, se necessário, a infraestrutura tecnológica necessária para os ambientes de desenvolvimento, teste e exploração; Identificação dos objetos/serviços a implementar/reutilizar e respetiva distribuição física (Arquitectura); Desenhar a aplicação; Complementar o plano de testes com os testes técnicos, de integração e de carga; Desenhar o layout das instalações físicas que é necessário criar ou transformar; Desenhar o plano de comunicação interno e externo CONSTRUÇÃO DA SOLUÇÃO Nesta fase são implementados os diversos componentes da solução: os novos processos e os procedimentos associados, a nova organização, as arquiteturas de desenvolvimento, teste e produção, os módulos da aplicação, as parametrizações, os interfaces, a base de dados, os módulos de conversão, os materiais para as ações de formação, as instalações físicas e os materiais de comunicação. São também realizados os testes unitários dos módulos desenvolvidos à medida. Todo este conjunto de ações deve ser efetuado no denominado Ambiente de Desenvolvimento TESTES E ACEITAÇÃO Na fase de testes e aceitação são realizados os testes de integração entre os módulos desenvolvidos, dos interfaces com outras aplicações e o teste global da solução por forma a validar se a mesma corresponde aos requisitos (funcionais, técnicos, performance e segurança) anteriormente identificados. Os testes e Aceitação nesta fase deverão ser executados nos ambientes de qualidade de forma a simular o mais possível o ambiente real em que a solução vai ser colocada. DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2010 Galp Energia, SA 8 de 19

9 2.5. PASSAGEM A PRODUÇÃO A Passagem a Produção inclui as tarefas preparatórias e a própria Passagem a Produção. Nesta fase deverá ser definido e executado o plano detalhado das catividades (quer de SI ou não) necessárias para que a solução desenvolvida possa entrar em funcionamento pleno EXPLORAÇÃO Embora a fase de exploração seja da competência das entidades responsáveis pelo on-going da solução, a mesma deverá ser inicialmente efetuada com o apoio das entidades que estiveram envolvidas nas fases anteriores no sentido de garantir a passagem do know-how. Este apoio deverá ocorrer normalmente durante o período designado como Apoio pós-entrada em Exploração, e é por norma, da responsabilidade da equipa do fornecedor da implementação. Neste período, é fundamental ainda existir a passagem de conhecimento necessário e suficiente, de forma a que a aplicação possa a partir de uma determinada data, passar a estar sobre a responsabilidade do fornecedor de Manutenção Aplicacional. DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2010 Galp Energia, SA 9 de 19

10 3. ARQUITECTURA TÉCNICA DOS AMBIENTES Os ambientes disponíveis no âmbito da componente de integração SAP PI são os seguintes: Desenvolvimento; Qualidade; Produção DESENVOLVIMENTO Ao nível do ambiente de desenvolvimento, existem duas máquinas sendo que: X04 Projeto que são realizados por outras consultoras; X05 Projetos que são realizados por equipas da HP. É também nesta máquina que são efetuadas manutenções evolutivas e corretivas (validar)? No início do projeto serão atribuídos os acessos necessários sendo da responsabilidade do projeto identificar as respetivas necessidades. Qualquer software, patch, adicional ao disponibilizado, que seja necessário ao projeto, deverá ser identificado e solicitado à Galp Energia com a devida antecedência, de forma a possibilitar a avaliação do pedido. A instalação do mesmo é da responsabilidade da Galp Energia. Necessidades de alterações às parametrizações base do software deverão ser solicitadas à Galp Energia que avaliará os impactos da solicitação e respetiva alteração. Todas as sources e bibliotecas serão disponibilizadas via ferramenta TFS (Team Foundation Server) da Microsoft. Para maiores detalhes sobre a sua utilização ver documento TFS.ppt disponível no site Programa de Integração, na pasta Guia de Integração. (Ainda não ativo) Quando exista a necessidade de desenvolver um conjunto de interface entre duas aplicações, e estas se encontrem sob a responsabilidade de equipas de implementação distintas, cada equipa deverá desenvolver internamente cada um dos processos e proceder ao teste end-to-end ao nível do ambiente de qualidade (testes integrados e de carga). Caso seja considerado que os interfaces/serviços a implementar sobre a plataforma devem efectuar o respetivo logging para o sistema de logging transversal, os códigos de erro retornados por cada serviço/interface deverão obedecer à lista de códigos de erro comuns definida pela GALP Energia. A necessidade de novos códigos deverá ser acordada previamente com a equipe de Arquitectura de integração. Os códigos que podem ser usados encontram-se disponíveis da documentação específica da plataforma TIBCO, no documento PIARQD018 Códigos de Erro Comum. Uma vez testadas, as interfaces/serviços deverão ficar disponíveis para todas as equipas, passando a constar da lista de interfaces/serviços existentes para (re) utilização. DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2010 Galp Energia, SA 10 de 19

11 3.2. QUALIDADE O ambiente de qualidade disponibilizado tenta refletir, tanto quanto possível, a Arquitectura técnica e respetiva infraestrutura de servidores de produção. A máquina associada a este ambiente é a máquina X03. É o primeiro ambiente onde as questões de cariz de infraestrutura (rede, clusters, switches, balanceamento de carga, etc.) se encontram pela primeira vez disponíveis às equipas de desenvolvimento, permitindo a estas conduzirem ciclos e condições de teste específicos (por exemplo testes de performance aplicacional ou testes de exceção/falha de um dos servidores em balanceamento de carga) que no ambiente de desenvolvimento tipicamente não são controladas. Adicionalmente, é o ambiente onde as soluções desenvolvidas são testadas de forma integrada com uma garantia mínima de controlo sobre as alterações a componentes que, tipicamente, num ambiente de desenvolvimento, se encontram sujeitos a um maior número de atualizações. A colocação das componentes desenvolvidas no âmbito do projeto neste ambiente é da responsabilidade da equipa de projeto, com a supervisão da equipa de manutenção. O acompanhamento por parte da equipa de manutenção, tem como objetivo validar o plano de instalação fornecido, previamente, pela equipa de projeto. Após a instalação do projeto neste ambiente, a garantia de funcionamento (levantar e baixar serviços/interfaces) dos serviços/interfaces é da responsabilidade da equipa de manutenção com o apoio da equipa de projeto PRODUÇÃO A máquina associada a este ambiente é a máquina X02. A colocação das componentes desenvolvidas no âmbito do projeto neste ambiente é da responsabilidade da equipa de manutenção com o apoio da equipa de projeto. O acompanhamento por parte da equipa de projeto, tem como objetivo garantir a correta instalação das componentes desenvolvidas e assegurar a passagem do know-how para a equipa de manutenção. Após o período de transição, a equipa de manutenção será, ao nível aplicacional, a entidade responsável pela operacionalidade das componentes que foram desenvolvidas no âmbito do projeto. No entanto, qualquer situação em que se verifique a existência de erros decorrentes de uma falha de implementação e caso esteja a decorrer o período de garantia, a responsabilidade pela correção do erro é da responsabilidade da equipa de projeto. DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2010 Galp Energia, SA 11 de 19

12 4. NORMAS, STANDARDS E MELHORES PRÁTICAS No sentido de garantir a eficiência e a rentabilização dos recursos utilizados estão definidas normas, standards e melhores práticas a serem aplicadas às implementações no SAP PI ARQUITECTURA GLOBAL <..> - SAP PI Global Architecture (Documento em Elaboração) Este documento contém a Arquitectura base da Galp assim como todas as regras que deverão ser seguidas, tendo como objetivo normalizar o desenvolvimento e permitir uma maior reutilização das várias componentes. <..> - SAP PI Monitorization (Documento em Elaboração) Este documento contém a Arquitectura de monitorização a usar NORMAS PIARQD103 - SAP PI Normas Funcionais e Técnicas de Integração (Documento em Elaboração) Este documento define um conjunto de normas funcionais e técnicas que pretendem assegurar uma correta implementação das funcionalidades sobre a plataforma SAP PI. PIQASD001 Metodologia de Testes Em face da importância que a componente de testes tem para o sucesso dos projetos, no sentido de reduzir os riscos de inconformidade da solução desenvolvido face aos requisitos do negócio, foi definida uma metodologia de abordagem ao teste, baseado no modelo V-Model. O documento apresenta o modelo e a forma como as diferentes fases de teste se encontram associadas às diferentes catividades do ciclo de vida de desenvolvimento de aplicações. Para cada fase de teste são identificados os aspetos que deverão ser validados e monitorizados, em que ambientes é que os testes devem ser efetuados, em que fases devem ser efetuados os planeamentos dos testes e quando é que estes devem ser executados. PIQASD002 - Gestão da Configuração (Documento em Elaboração) Estabelece as regras a serem seguidas no que respeita à gestão de configuração de Software aplicacional, no âmbito da equipa de qualidade. No entanto, estas regras deverão ser do conhecimento da equipa de projeto no sentido de facilitar o trabalho entre todos os intervenientes. <.> - Error Handling Estabelece as regras a serem seguidas no que respeita ao registo e tratamento de erros, de forma transversal aos vários sistemas, bem como as guidelines para a correta utilização deste serviço. Este documento é aplicável sempre que seja definido que o serviço/interface a implementar deverá efetuar logging para o logging transversal PIARQD018 Códigos de Erro Comuns DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2010 Galp Energia, SA 12 de 19

13 Identifica os códigos de erros que podem ser usados e respetivo contexto < > Galp Regras de Promoção entre Ambientes (Documento em Elaboração) Explica o processo de promoção dos objetos de ambientes. < > Galp Regras de utilização do TFS (Documento em Elaboração) Explica a estrutura definida ao nível do TFS e como o mesmo é utilizado. < > Regras de Filtragem (Documento em Elaboração) Define as regras de utilização das regras de roteamento e como é que as mesmas devem ser implementadas. < > Regras Cálculo consumo de espaço (Documento em Elaboração) Define um método para o cálculo do espaço adicional na plataforma. < > Cockpit de Monitorização SAP PI (Documento em Elaboração) Nesta pasta estão disponíveis os documentos que explicam: o o o Xxxxx Yyyy Zzzz 4.3. STANDARDS <..> (Documento em Elaboração) 4.4. DEPLOYMENT <..> - Deployment Rules (Documento em Elaboração) Contém as regras, variáveis e nomenclaturas que deverão ser seguidas em todos os deployments no SAP PI. DSI Arquitetura Aplicacional COPYRIGHT 2010 Galp Energia, SA 13 de 19

14 Guia de Integração SAP PI 5. DOCUMENTOS DO PROJETO De acordo com as fases definidas para a realização de um projeto de SI na Galp Energia apresenta-se de seguida a documentação que deverá ser elaborada em cada fase: Fase Documento Definição Conceptual Desenho Detalhado Construção da Solução Teste e Aceitação Passagem a Produção Exploração PIARQT011 Checklist Projecto C A A A PIGENT004 - Análise de Gap's C A A PIGENT005 - Requisitos Técnicos C/A A A A PIGENT010 - Definição Conceptual da Solução C A PIGENT011- Definição Desenho Funcional da Solução C A A A PIGENT012 - Definição Desenho Técnico da Solução C A A PIGENT119 Especificação de Serviço/Interface C A PIGENT120 Communication Channels C A A A A PIGENT113 - Deployment C A A PIGENT022 - Checklist Deploy C A A PIGENT115 - Inventário de Erros_Avisos_Monitorização A A A PIGENT016 - Mapeamento de dados - Projeto C A PIQAST001 - Plano de abordagem ao teste C A A A PIQAST003 - Plano de testes C A A A PIARQT012 Métricas de Projeto C A A A Change Order C A A A (C)riar; (A)ctualizar. De notar que a entrega desta documentação, por parte da Equipa de Projeto, é fundamental para se assegurar a total aceitação do sistema por parte do fornecedor de manutenção aplicacional, e que servirá de base ao bom cumprimento das suas funções DSI Arqutiectura Aplicacional COPYRIGHT 2010 Galp Energia, SA 14 de 19

15 Guia de Integração SAP PI 5.1. PIARQT011 CHECKLIST DE PROJETO Este documento tem como objetivo: Identificar os serviços/interfaces a serem utilizados pelo projeto; Possibilitar a verificação de eventuais conflitos com outros projetos; Controlo dos serviços/interfaces a serem disponibilizados pela equipa de manutenção ao projeto Controlo dos serviços/interfaces que o projeto está autorizado a solicitar pedidos de promoção de ambiente Controlo sobre o estado de aprovação da documentação do projeto Do mesmo consta: o o o Documentos a serem produzidos; Os serviços/interfaces/ações a criar, alterar e/ou usar, com a respetiva caracterização; Relações de conectividade diretas - entre os serviços/interfaces No início do projeto este documento é preenchido pela equipa de projeto com os serviços que pretende criar, alterar ou utilizar. Após a entrega deste documento o mesmo será mantido pela equipa de Arquitectura Aplicacional numa pasta, em que o projeto só terá acesso em modo de consulta. Após entrega inicial por parte do projeto o documento será a base para: Aprovação dos nomes dos serviços/interfaces/ações a serem usados pelo projeto; Identificação de eventuais conflitos com outros projetos em termos da utilização dos mesmos recursos. Caso tal aconteça haverá que definir um processo de mitigação. Disponibilização por parte da equipa de manutenção dos objetos ao projeto; Controlo por parte da equipa de manutenção dos objetos para os quais o projeto tem autorização para solicitar pedidos de promoção de ambiente; Verificação do status de aprovação da documentação do projeto PIARQT012 MÉTRICAS DE PROJETO Este documento tem como objetivo dar visibilidade sobre os resultados dos testes efetuados em cada um dos ambientes. Este documento é obrigatório para a autorização de passagem de ambiente, sendo que sempre que é efetuado um ciclo de testes os resultados dos mesmos devem ser incluídos no documento. Os dados recolhidos irão permitir efetuar avaliação a: Serviços/interfaces executados; Todos os serviços/interfaces deverão ter sido executados antes de ser solicitada a passagem de ambiente. PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL PÁG. 15 DE 19

16 Nº de execuções dos serviços/interfaces; Os serviços/interfaces deverão ser executados garantindo a passagem por todas as condições de teste. Tipo e Nº de erros ocorridos Os códigos de erros diferentes de sucesso, em caso de ocorrência terão que ser devidamente justificados. Tempos de execução Tempos de execução que fujam do previamente definido, terão que ser devidamente justificados. Serviços/interfaces com Código de erro diferente dos códigos definidos; Os códigos de erro possíveis de usar são os que se encontram publicados. Caso os projetos necessitem de novos códigos os mesmos têm que ser previamente discutidos com a área de Arquitectura Aplicacional. Este documento será gerado pela Arquitetura após o preenchimento por parte do projeto da folha de Integração-Métricas (PIARQT012) disponível no PIARQT011 Checklist de Projeto PIGENT004 ANÁLISE DE GAP S Este documento sistematiza os Gap s entre a situação atual e a situação desejada com a implementação do projeto, identificando as ações a executar para colmatar os mesmos. O documento encontra-se dividido em Gap s do tipo: Funcionais; Técnicos; Segurança; Outros (Adicionais). Os Gap s identificados deverão estar claramente associados aos requisitos do projeto, os quais deverão estar sistematizados no documento PIGENT005 Requisitos Técnicos PIGENT005 REQUISITOS TÉCNICOS Sistematiza os requisitos do projeto (funcionais, técnicos, de segurança e outros) definindo, entre outros aspetos, a respetiva importância (prioridade), dependência com outros requisitos, e a versão da release em que o mesmo será disponibilizado (caso exista faseamento) PIGENT010 DEFINIÇÃO CONCEPTUAL DA SOLUÇÃO Este documento tem como objetivo definir a alto nível (conceptual) a solução futura e o respetivo PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL PÁG. 16 DE 19

17 plano de implementação (faseamento dos trabalhos) PIGENT011 DEFINIÇÃO DESENHO FUNCIONAL DA SOLUÇÃO Com base no documento PIGENT010 Definição Conceptual da Solução é efetuada especificação funcional da solução a implementar em termos de: Processos de Negócio; Diagrama de estados de entidades; Arquitectura técnica de alto nível PIGENT012 DEFINIÇÃO DESENHO TÉCNICO DA SOLUÇÃO Neste documento é efetuado a especificação da Arquitectura técnica nas suas várias componentes de uma forma detalhada, é efetuado o desenho dos vários processos e das suas componentes. Este documento deverá ser complementado com o preenchimento dos documentos: PIGENT115 Inventário de Erros e Avisos; PIGENT016 Mapeamento de Dados. Atualmente o template disponível está orientada a dar uma visão mais focada na componente TIBCO. No entanto, o detalhe a disponibilizar ao nível do SAP PI deverá ser semelhante ao TIBCO PIGENT113 DEPLOYMENT Deverá ser preenchido sempre que um projeto passe de ambiente (Qualidade e Produção). Este documento conterá regras, variáveis e nomenclaturas adicionais que não se encontrem já definidas no documento de Deployment Global PIARQD114, nomeadamente: Arquitectura; Pré-requisitos de instalação; Identificação das componentes a instalar e respetiva localização; Variáveis globais utilizadas; Valores específicos utilizados; Distribuição dos objetos/serviços pelas máquinas; Instruções de instalação; Instruções de verificação da instalação; Análise de carga. Sempre que existir um conflito entre as regras globais PIARQD014 e o PIGENT013, este ultima prevalecerá já que deverá ser entendido como uma necessidade do projeto. PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL PÁG. 17 DE 19

18 5.9. PIGENT115 INVENTÁRIO DE ERROS E AVISOS Documento Único com a sistematização dos erros que podem ocorrer, das causas, impactos, criticidade e respetivas ações a desencadear. Este documento é Único e deverá ser atualizado aquando a conclusão de desenho de um novo projeto PIGENT016 MAPEAMENTO DE DADOS Documento por objeto/fluxo que estabelece a interligação entre interfaces/objetos ao nível de regras de validação e regras de conversão. Este documento será o ponto principal de contacto entre as equipes de projeto e a sua versão final será utilizada para atualizar o PIARQT103 Cadastro de Interfaces Unificado PIGENT119 ESPECIFICAÇÃO DO SERVIÇO Cada Documento conterá o desenho funcional e regras específicas do Serviço indicando: Os projetos onde o serviço é utilizado A Lógica (workflow) do serviço/interface Os Serviços Funcionais que serão invocados no caso de ser um serviço corporativo Os Sistemas destino e seus objetos que serão invocados no caso de ser um serviço Funcional Regras específicas do serviço A criação deste documento só é necessária caso o interface necessite de ser atualizado ou é novo na GALP PIGENT120 COMMUNICATION CHANNELS Este documento deve ser criado e atualizado pelos projetos sempre que existir a criação/alteração de Communication Channels PIGENT022 CHECKLIST DEPLOY Deverá ser criado com as ações de todas as equipas para que se possa assegurar que nenhum ponto seja esquecido aquando a passagem a qualidade/produção PIQAST001 PLANO DE ABORDAGEM AO TESTE Definição da estratégia de abordagem ao teste nos vários ambientes e para os vários tipos de teste ao nível de: PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL PÁG. 18 DE 19

19 Ambiente de teste (Arquitectura); Pré-requisitos; Responsabilidades na execução dos testes; Identificação (inventário) dos casos de testes a executar. Este documento deverá ser complementado com a elaboração do documento PIQAST003 Plano de Testes. A elaboração destes documentos terá que estar de acordo com a metodologia de testes definida pela Galp Energia a qual tem por base o V-Model PIQAST003 PLANO DE TESTES Documento com a especificação dos testes a serem executados: Condições de Teste; Ciclos de Teste; Cenários de Teste; Script de Teste; Gestão de erros Controlo da resolução das anomalias identificadas CHANGE ORDER Sempre que se pretenda a passagem de ambiente é necessário o preenchimento deste documento com pelo menos 15 dias de antecedência à execução da operação. No entanto, este tempo deverá ser previamente acordado entre o projeto e o Outsourcer. PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL PÁG. 19 DE 19

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