Compartilhamento de Infraestrutura

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1 Compartilhamento de Infraestrutura Telefônica do Brasil S/A

2 Os benefícios do compartilhamento geram cada vez mais acordos,com maior nível de integração Economia em custos e investimentos Infra Passiva Terrenos Mastros Bastidores e prédios Eletricidade e refrigeração Antenas Acordos já desenvolvidos na América Latina Incremento de cobertura e QoS Acesso via Rádio Estação de base Transmissão O&M de estação de base Acordos já desenvolvidos na União Europeia e na Ásia Planejamento de rede Incremento de time-to-market e de receitas Integração Espectro Core network Plataformas de serviços Faturamento Serv. Atenção ao Cliente Níveis maiores de compartilhamento 2

3 Apesar de haver regulação em alguns países da AL, a maioria dos acordos são comerciais e voluntários Marco Normativo Latam M Torres, equipamentos F M Co-location (incumbentes) Torres, infra de suporte, obrigações de cobertura Marco Normativo vigente em poucos países F Co-location e dutos M Co-location Apesar disto, há um alto volume de acordos na região, a maioria dos quais com caráter comercial e, geralmente, baseados em reciprocidade F Rede Fixa F Co-location Não há intervenção do Regulador M Rede Móvel 3

4 A dinâmica competitiva tem favorecido a proliferação de distintos acordos comerciais de compartilhamento de infraestrutura em redes fixas... Acordos de compartilhamento em redes fixas Movistar e Jazztel se aliam para o desenvolvimento conjunto de fibra France Telecom firma um acordo com Bouygues Telecom para compartilhar fibra na França TIM e Telebras compartilharão km de fibra óptica Aliança da Telefónica com D.Telekom sobre redes Telebras e Antel, do Uruguai, acertam interconexão de redes... 4

5 ... e em redes móveis Acordos de compartilhamento em redes móveis Movistar e Vodafone unem suas redes no Reino Unido Aliança: Os dois grupos criam uma infraestrutura única no mercado britânico para reduzir custos e fazer frente à lider do setor, EE, resultado de uma fusão Yoigo compartilhará infraestrutura com Movistar AT&T Wireless e Cingular compartilham redes Telstra e H3G em negociação por rede de acesso... Acordos de Roaming Nacional Entel e Nextel assinam acordo de roaming nacional que contempla voz e dados VTR e Movistar assinam acordo de Iusacell e Movistar apresentam aliança roaming nacional - Chile de infraestrutura... O acordo, vigente por 5 anos, permite ampliar coberturas e reduzir custos para ambas as empresas; Cofetel elogia a aliança 5

6 A dosagem incorreta das alavancas regulatórias pode limitar ou impulsionar o crescimento do mercado Assinaturas Banda Larga a cada 100 habitantes (1) Coreia do Sul 1,18 Acessos FTTH/B e penetração por domicílios: Europa 2T10 Acessos (milhões) Penetração em domicílios (%) 3,5 25 3,0 0,81 20 EUA 2,5 0,65 2,0 15 0,45 0,39 1,5 10 0,23 1,0 0,08 0,07 0,13 0,02 0, Competição inter-plataforma Incentivos para investir em nova capacidade de rede, tanto pelos incumbentes como pelos novos entrantes DSL, cabo e fibra ótica tem proporções de mercado semelhantes (1) Inclui assinaturas de Banda Larga fixa e móvel Fontes: Estudo Hausman, 2002; ITU; Análise PwC Competição intra-plataforma Menos incentivos para investimento, tanto pelo lado dos novos entrantes como pelos incumbentes DSL tem maior fatia do mercado 6 0,0 Lituânia Suécia Noruega Dinamarca Eslováquia Finlândia Rússia Bulgária Holanda Portugal Hungria Itália Romênia França Rep. Tcheca Polônia Irlanda Suiça Alemanha Áustria Espanha Bélgica Reino Unido Acessos penetração por domicílios (%) Fonte: Relatório Ovum Next-generation Access Rollout Analyser (2010) 0

7 Na Europa, a tendência regulatória está alinhada ao incentivo à competição e ao investimento privado, com pouca intervenção Neelie Kroes Vice-Presidente da Comissão Europeia Avaliação do cenário competitivo europeu Neelie Kroes Nova infraestrutura de Banda Larga é vital para a evolução digital Serão necessários grandes investimentos até 2020; eles virão, prioritariamente, do setor privado, em especial das incumbentes As operadoras precisam ser estimuladas a realizar os investimentos necessários, com o retorno adequado A regulação não pode ser um obstáculo; deve ser estável, coerente e previsível Muita intervenção limita a flexibilidade e diferenciação dos serviços A regulação deve garantir a competição e incentivar o investimento 7

8 Conclusões São necessários mais incentivos e menos obrigações: Aproveitamento de infraestrutura pública (federal, estadual e municipal) Aplicação de fundos públicos em novas infraestruturas Incentivo à competição entre diferentes plataformas Desoneração tributária Os evidentes benefícios do compartilhamento implicarão no aumento dos acordos comerciais Acordos voluntários de compartilhamento devem ser incentivados na indústria, como mecanismo que permite eficiência, sempre que haja condições equitativas para todos os competidores de cada mercado Avaliação das obrigações regulatórias impostas ou da política pública no setor de TIC para compartilhamento para que estes não se traduzam em desestímulo ao investimento em infraestrutura 8

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